domingo, 27 de abril de 2014
Uma das coisas que percebi com a visualização do The Voice- Portugal
É que Mickael Carreira, apesar de não cantar nada de jeito, com a roupinha certa e o styling adequado, é capaz de ser bastante apetecível.
Pelos caminhos de Portugal...
Por ocasião de coisas que eu cá sei, tive oportunidade de ir a Felgueiras.
Decorria uma festa e eu nunca vi tanta unha de gel, cabelo mal arranjado, roupa de chinês e perfume foleiro junto na vida.
Isso, e gente vestida com renda transparente dos pés à cabeça, apenas com roupa interior por baixo. Pergunto: porquê?
terça-feira, 22 de abril de 2014
Paciência não é mesmo uma das minhas virtudes
Tive de tratar de um assunto da empresa nas águas do Porto.
Estive 4 horas para ser atendida. 4.
Estava capaz de explodir tudo à minha volta mas controlei-me o melhor que pude, no entanto, não consegui tirar da minha cara o ar de azedume, tédio e raiva com que estava. Pedi desculpa à funcionária que não tinha culpa nenhuma. Ela lá me explicou que aquilo está assim por causa da isenção de juros para quem quiser liquidar as dívidas para com as águas. E existem 2 pessoas a atender.
4 horas.
Sinceramente, não é melhor do que falecer.
Estive 4 horas para ser atendida. 4.
Estava capaz de explodir tudo à minha volta mas controlei-me o melhor que pude, no entanto, não consegui tirar da minha cara o ar de azedume, tédio e raiva com que estava. Pedi desculpa à funcionária que não tinha culpa nenhuma. Ela lá me explicou que aquilo está assim por causa da isenção de juros para quem quiser liquidar as dívidas para com as águas. E existem 2 pessoas a atender.
4 horas.
Sinceramente, não é melhor do que falecer.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Pois, é mesmo dos mauzões que elas gostam mais
Ando a ler umas histórias de ficção na internet. Existem vários portais onde as pessoas podem publicar as suas ficções, e outras deixam comentários.
Então, dizia-vos eu, que volta e meia divirto-me a ler essas histórias, algumas mais bem escritas do que outras. Há histórias em que o protagonista masculino é um amor, uma jóia de moço, um verdadeiro sonho de homem que tem alguns problemas de timidez. Noutras, o protagonista é um palyboy, um safado que deixa todas as mulheres pelo beicinho e que tem dificuldades em mudar. Mas é um verdadeiro conquistador e sabe como agradar uma mulher.
E depois leio os comentários. E não é que elas preferem mesmo os protagonistas mauzões? Diz que são mais sedutores, têm outro carisma.
Mas sabem o que é pior nisto tudo? É que eu dei por mim também a preferir o mauzão ao bonzinho, logo eu que sempre gostei de rapazes bem comportados e até um bocadinho nerds.
Não sei, não me perguntem. Ainda estou em choque.
Então, dizia-vos eu, que volta e meia divirto-me a ler essas histórias, algumas mais bem escritas do que outras. Há histórias em que o protagonista masculino é um amor, uma jóia de moço, um verdadeiro sonho de homem que tem alguns problemas de timidez. Noutras, o protagonista é um palyboy, um safado que deixa todas as mulheres pelo beicinho e que tem dificuldades em mudar. Mas é um verdadeiro conquistador e sabe como agradar uma mulher.
E depois leio os comentários. E não é que elas preferem mesmo os protagonistas mauzões? Diz que são mais sedutores, têm outro carisma.
Mas sabem o que é pior nisto tudo? É que eu dei por mim também a preferir o mauzão ao bonzinho, logo eu que sempre gostei de rapazes bem comportados e até um bocadinho nerds.
Não sei, não me perguntem. Ainda estou em choque.
Então e a Páscoa?
Foi boa? Por aqui foi, com muito trabalho, contudo.
Limpezas a fundo em casa, escolhida a decoração para o casamento, escolhidas as músicas... Pode dizer-se que foi um fim-de-semana bem preenchido.
Não se comeu como se não houvesse amanhã, que daqui a duas semanas já estou casada e não queria ir a rebolar para o altar.
Limpezas a fundo em casa, escolhida a decoração para o casamento, escolhidas as músicas... Pode dizer-se que foi um fim-de-semana bem preenchido.
Não se comeu como se não houvesse amanhã, que daqui a duas semanas já estou casada e não queria ir a rebolar para o altar.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Podem tirar a pessoa do bairro, mas não podem tirar o bairro da pessoa
Não gosto de ser assim mas a verdade é mesmo essa.
Há pessoas que por mais dinheiro que tenham, nunca vão deixar de ter maus hábitos, má educação. É uma questão de berço. E não, berço não tem mesmo nada a ver com dinheiro, tem mesmo a ver com educação. Simples.
Pois que aqui há uns dias encontrei fulana de tal, que casou com um rapaz com bastante dinheiro. Fulana de tal andou na escola comigo, nunca deu muito para os estudos e ficou-se pelo 9º ano. Entretanto, conheceu um rapaz proveniente de uma família cheia de dinheiro e casaram-se no ano passado. Fulana de tal, que trabalhava numa loja de shopping, passou a não trabalhar. Vai ao ginásio, vai às compras, já fez uma lipoaspiração, enfim, digamos que tem uma vida mais folgada. O rapaz trabalha numa das empresas do pai.
Como vos dizia, encontrei essa fulana aqui pela zona onde eu agora trabalho, tinha vindo passear. Fazia ela muito bem, disse-lhe. Ao falarmos, fulana pergunta se quero tomar alguma coisa (íamos a entrar para uma esplanada da zona), digo que sim, eu faço o meu pedido e ela o dela. Pergunta-me sobre o meu casamento. Digo-lhe. Fulana fala do seu casamento, e refere que se casou no sítio mais xpto do Porto (true), e que ela só casaria se fosse aí. Rio-me, tomo a minha bebida, e digo-lhe que tenho de ir trabalhar. Chamo o empregado de mesa, peço-lhe a conta, começo a separar o valor da minha bebida. O rapaz demora. Volto a chamá-lo para recolher o dinheiro. O rapaz, visivelmente inexperiente, demora outro bocado. Eu assumo que estou com pressa (não tinha dinheiro certo para deixar), e fulana, sem pré-aviso, levanta-se, vai ter com o rapaz, e dá-lhe uma valente descompostura. Claro que o rapaz estava a demorar tempo a mais, é verdade. Mas também não era preciso ir lá falar com ele com os modos como ela lhe falou.
Nesse momento, voltei a ver a rapariga que conheci no ensino básico, sem roupas de marca, e com modos desagradáveis para quem ela considerava que estava "abaixo" dela (ela era popular na escola, sempre foi uma rapariga bonita, e tratava mal algumas pessoas, em virtude da sua popularidade).
"Não, o dinheiro não fez nada por ti nesse aspecto". Pensei.
Despedi-me e ela desejou-me boa sorte para o casamento com o ar mais natural do mundo, sendo que eu já estava a morrer de vergonha porque tinha ficado toda a gente a olhar para ela com a cena.
Entretanto, sem ter nada a ver, hoje, ao passar num local onde passo diariamente para vir trabalhar, sendo esse local a zona mais nobre da cidade, e com prédios cujo preço é exorbitante, olho para os mesmos e reparo que num dos apartamentos resolveram... fechar a varanda. Sim, todos os outros apartamentos têm uma varanda linda, espaçosa, de frente para o mar. Aqueles imbecis fecharam a varanda para a transformar numa "marquise". Está certo...
Em ambos os casos, tiramos a pessoa do bairro, mas não tiramos o bairro da pessoa.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Estou aqui rejubilando com a vitória do meu Benfica
E sorrindo pela vitória e pelo ar de trombas do meu Bomboco.
É esta época. Eu "acardito". No ano passado perdemos tudo.
Este ano ganhamos tudo.
É esta época. Eu "acardito". No ano passado perdemos tudo.
Este ano ganhamos tudo.
O batom para o meu casamento
Como já por aqui disse, sou eu que vou fazer a maquilhagem do meu casamento.
Este fim-de-semana passei na Kiko e apaixonei-me por esta cor
Este fim-de-semana passei na Kiko e apaixonei-me por esta cor
É algo muito parecido com isto.
Eu sei que não é muito usual ver-se noivas com os lábios desta cor, mas eu também não sou uma noiva usual. Ah, e levo os olhos escuros.
terça-feira, 15 de abril de 2014
É preciso ter lata!
Como já por aqui disse, ando à procura de casa. Assim sendo, todos os dias procuro no sapo casas e imovirtual algo que me agrade, pois o mercado de arrendamento é tão exigente, que já me aconteceu por diversas vezes, tentar marcar uma visita para uma casa cujo anúncio foi feito de manhã, e à tarde a mesma casa já estar alugada (sim, ontem aconteceu-me precisamente isso, estava a tentar marcar uma visita e quando me ligaram, já havia sido alugada nessa mesma tarde).
Ora, eu defendo a máxima que perguntar não ofende, e vi uma casa incrível, cuja construção conheço, na localização exacta que eu queria, mas fora do meu orçamento. Como o anúncio já estava postado há muito tempo, decidi ligar na mesma e fazer uma proposta, para ao menos averiguar a receptividade para negociarem o preço.
Pois não é que o homem me diz com todas as letras, que não apenas o preço é fixo, como ainda não passam recibo!! Bolas, fiquei para a minha vida. Confrontei-o com o facto de a casa estar vaga há mais de 6 meses, e receber alguma renda por ela, é melhor do que não receber nenhuma, mas o senhor continuava irredutível, disse que preferia a casa vazia. Perguntei-lhe ainda se não sabia que não passar recibo era crime, fuga ao fisco, e disse-lhe que eu podia perfeitamente ser um fiscal das finanças e ele estava a correr um risco desnecessário. Nenhum dos meus argumentos convenceu o senhor, que não só não baixa o preço da casa, como ainda não emite recibos de renda.
Sendo que é uma casa linda, nova, e está para alugar há mais de 6 meses, talvez tal facto pudesse ser uma pista de que a estratégia do senhor não estava a dar resultados... Mas não. Ainda discutiu comigo que ele se não quiser não tem de passar recibo nenhum, e que eu como era a interessada é que tinha de me sujeitar. Fiquei verde. É preciso ter lata! Disse-lhe com todas as letras que não queria alimentar a economia paralela, que eu faço os meus descontos fruto do meu trabalho, não era para outros não cumprirem as suas obrigações e eu ainda pactuar com isso.
Com o controlo que existe agora, finanças etc., não percebo como ainda há pessoas que propõem negócios destes, ainda para mais não sabendo quem está do outro lado da linha. E o inquilino é que tinha de se sujeitar.
Realmente há pessoas com muita lata.
Ora, eu defendo a máxima que perguntar não ofende, e vi uma casa incrível, cuja construção conheço, na localização exacta que eu queria, mas fora do meu orçamento. Como o anúncio já estava postado há muito tempo, decidi ligar na mesma e fazer uma proposta, para ao menos averiguar a receptividade para negociarem o preço.
Pois não é que o homem me diz com todas as letras, que não apenas o preço é fixo, como ainda não passam recibo!! Bolas, fiquei para a minha vida. Confrontei-o com o facto de a casa estar vaga há mais de 6 meses, e receber alguma renda por ela, é melhor do que não receber nenhuma, mas o senhor continuava irredutível, disse que preferia a casa vazia. Perguntei-lhe ainda se não sabia que não passar recibo era crime, fuga ao fisco, e disse-lhe que eu podia perfeitamente ser um fiscal das finanças e ele estava a correr um risco desnecessário. Nenhum dos meus argumentos convenceu o senhor, que não só não baixa o preço da casa, como ainda não emite recibos de renda.
Sendo que é uma casa linda, nova, e está para alugar há mais de 6 meses, talvez tal facto pudesse ser uma pista de que a estratégia do senhor não estava a dar resultados... Mas não. Ainda discutiu comigo que ele se não quiser não tem de passar recibo nenhum, e que eu como era a interessada é que tinha de me sujeitar. Fiquei verde. É preciso ter lata! Disse-lhe com todas as letras que não queria alimentar a economia paralela, que eu faço os meus descontos fruto do meu trabalho, não era para outros não cumprirem as suas obrigações e eu ainda pactuar com isso.
Com o controlo que existe agora, finanças etc., não percebo como ainda há pessoas que propõem negócios destes, ainda para mais não sabendo quem está do outro lado da linha. E o inquilino é que tinha de se sujeitar.
Realmente há pessoas com muita lata.
Como NÃO gerir um negócio
Eu trabalho agora no centro da cidade, bem no centro. Montes de turistas todo o dia, animação, movimento. Um sítio óptimo a todos os níveis.
Aqui à beira do meu trabalho existem vários cafés, tascas e restaurantes. Um deles, até tem muito boa pinta, mas... Tem um problema. Está sempre fechado. De manhã, quando chego, está fechado. À hora de almoço está aberto, mas fecha bem cedo, porque mesmo quando eu saio às 18h, já está fechado, e à noite está fechado também.
Então os senhores têm um negócio na melhor localização da cidade e resolvem tê-lo sempre fechado?? Boa mas boa ideia! Eu própria não pensaria em melhor.
Em vez de maximizarem o período em que podem abrir de modo a terem mais clientes, a conseguirem fidelizar uma casa, não, abrem umas horitas por dia. "Ah e tal o negócio não dá". Pois...
Aqui à beira do meu trabalho existem vários cafés, tascas e restaurantes. Um deles, até tem muito boa pinta, mas... Tem um problema. Está sempre fechado. De manhã, quando chego, está fechado. À hora de almoço está aberto, mas fecha bem cedo, porque mesmo quando eu saio às 18h, já está fechado, e à noite está fechado também.
Então os senhores têm um negócio na melhor localização da cidade e resolvem tê-lo sempre fechado?? Boa mas boa ideia! Eu própria não pensaria em melhor.
Em vez de maximizarem o período em que podem abrir de modo a terem mais clientes, a conseguirem fidelizar uma casa, não, abrem umas horitas por dia. "Ah e tal o negócio não dá". Pois...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Quem me leva ao altar, sendo que não tenho bem um altar porque vou casar pelo civil, está a tornar-se num problema do tamanho do mundo- Cenas de um casamento
Eu não tenho pai. Não tenho uma figura masculina predominante na minha vida. Fui criada pela minha avó, que sempre fez o melhor que pôde e soube.
Nesse sentido, na minha cabeça, para caminhar até ao altar ou até aquela mesa onde estão o meu noivo e o conservador, fazia sentido eu fazer-me acompanhar da minha avó ou então ir sozinha.
Transmiti essa ideia à minha avó aqui há uns tempos, e ela pareceu ficar contente com a ideia, até que a minha mãe se passou completamente, porque não fazia sentido nenhum, que se eu fosse entrar que devia ser com ela, que ela é que é minha mãe, ou então com o irmão dela. Assim é que era.
Isto originou uma discussão tremenda porque a minha mãe, apesar de não ter grande influência na minha vida, acha que merece tê-la, e quer impor a toda a força a sua vontade nas minhas decisões, mas eu nestas coisas sou muito radical: não estiveste lá quando eu precisei pois não? (ela acha que sim, vá-se lá entender...), então também não tens direito de me forçar a fazer o que tu queres. Eu muito raramente aceito algo que a minha mãe me diz para fazer. Não é implicância, tem mais a ver com o facto de sermos pessoas de diametralmente opostas, e com o facto de as opiniões dela não serem normalmente muito fundadas.
Adiante. Lá lhe disse que não, que assim sendo e para não haver mais confusão, que eu ia entrar sozinha, e ponto assente.
Ainda tive de repetir isto mais umas vezes quando ia a casa da minha avó, mas pensei que entretanto era assunto encerrado.
Mas não. Estava errada.
Senhora minha mãe resolve enviar uma sms à minha madrinha de casamento, com duas finalidades: impedir que o meu padrinho de casamento me leve ao altar (coisa que nunca esteve em cima da mesa), e dizer-lhe para ela me fazer a cabeça para que fosse a minha mãe ou o meu tio a levarem-me.
Para além do facto de nem ter tido a clareza de espírito de ligar à minha madrinha, a minha mãe resolveu achar que era boa ideia mandar recados, como se me fossem convencer do que quer que seja.
Enfim, sempre a melhorar. Para não falar da enorme falta de respeito que é não quererem respeitar a minha vontade.
A minha madrinha só lhe respondeu que eu já lhe tinha dito que ia entrar sozinha, assunto encerrado.
Será?
Esperemos...
Nesse sentido, na minha cabeça, para caminhar até ao altar ou até aquela mesa onde estão o meu noivo e o conservador, fazia sentido eu fazer-me acompanhar da minha avó ou então ir sozinha.
Transmiti essa ideia à minha avó aqui há uns tempos, e ela pareceu ficar contente com a ideia, até que a minha mãe se passou completamente, porque não fazia sentido nenhum, que se eu fosse entrar que devia ser com ela, que ela é que é minha mãe, ou então com o irmão dela. Assim é que era.
Isto originou uma discussão tremenda porque a minha mãe, apesar de não ter grande influência na minha vida, acha que merece tê-la, e quer impor a toda a força a sua vontade nas minhas decisões, mas eu nestas coisas sou muito radical: não estiveste lá quando eu precisei pois não? (ela acha que sim, vá-se lá entender...), então também não tens direito de me forçar a fazer o que tu queres. Eu muito raramente aceito algo que a minha mãe me diz para fazer. Não é implicância, tem mais a ver com o facto de sermos pessoas de diametralmente opostas, e com o facto de as opiniões dela não serem normalmente muito fundadas.
Adiante. Lá lhe disse que não, que assim sendo e para não haver mais confusão, que eu ia entrar sozinha, e ponto assente.
Ainda tive de repetir isto mais umas vezes quando ia a casa da minha avó, mas pensei que entretanto era assunto encerrado.
Mas não. Estava errada.
Senhora minha mãe resolve enviar uma sms à minha madrinha de casamento, com duas finalidades: impedir que o meu padrinho de casamento me leve ao altar (coisa que nunca esteve em cima da mesa), e dizer-lhe para ela me fazer a cabeça para que fosse a minha mãe ou o meu tio a levarem-me.
Para além do facto de nem ter tido a clareza de espírito de ligar à minha madrinha, a minha mãe resolveu achar que era boa ideia mandar recados, como se me fossem convencer do que quer que seja.
Enfim, sempre a melhorar. Para não falar da enorme falta de respeito que é não quererem respeitar a minha vontade.
A minha madrinha só lhe respondeu que eu já lhe tinha dito que ia entrar sozinha, assunto encerrado.
Será?
Esperemos...
Ver o tempo passar
Faltam menos de 3 semanas para o meu casamento...
Não posso dizer que estou nervosa mas estou certamente ansiosa para que chegue, que corra tudo bem...
Estou literalmente a ver o tempo passar.
Não posso dizer que estou nervosa mas estou certamente ansiosa para que chegue, que corra tudo bem...
Estou literalmente a ver o tempo passar.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Fuck!
Desculpem. A sério. Desculpem o título, mas é tudo o que me apetece dizer. Fuck.
Eu explico: com a mudança de emprego, passei a ir trabalhar de transportes públicos. Ou melhor, voltei a ir trabalhar de transportes públicos, porque já o fazia antes do meu emprego anterior. Gosto imenso porque não tenho de me chatear com trânsito, os autocarros são certinhos, vêm à hora, não tenho de me preocupar com estacionamentos etc.
O problema é que para ir para o meu local de trabalho tenho de apanhar 2 autocarros, e incluindo o tempo de espera dos mesmos (não têm horários coincidentes), a viagem fica-me em 1h para cada lado. O que é manifestamente muito porque o autocarro "principal" que apanho faz a viagem em 25m. Ora, à custa disto e outras coisas, eu quero mudar de casa. Quero voltar a um sítio onde fui feliz, onde estou mais perto de tudo e me basta apanhar um autocarro ou metro para estar perto de tudo, quero voltar para a minha freguesia favorita. O problema é que as casas nessa freguesia são caríssimas (é junto à praia). E arranjar algo bom e em conta aí, tem mais ou menos o mesmo grau de dificuldade que encontrar uma agulha num palheiro gigante. Não estou a exagerar.
Ontem, fomos ver, Bomboco e eu, uma casa no sítio exacto que eu queria. Bomboco não se perdeu de amores pela casa mas eu sim. Sim, necessita de uma pintura (que os proprietários vão assegurar), sim, a nossa casa actual até é maior, mas eu gostei mesmo daquela, sobretudo da localização. É simplesmente perfeita. No sítio perfeito. Bomboco tem preferência por casas mais longe da praia, com muito estacionamento (eu sei, não me perguntem, ele gosta é de sítios com muitos estacionamentos à volta, vá-se lá entender...).
Mas aquela casa de ontem servia bem as nossas necessidades, perto de tudo e sim, tinha lugar de garagem e estacionamentos na rua. E o melhor de tudo é que estava a um preço excelente. Disse estava, porque infelizmente hoje a senhora da imobiliária ligou-me a dizer que já havia negócio com outras pessoas e que o proprietário ainda não tinha avisado a imobiliária.
Grrrr!
Fiquei podre. Para além de me ter apaixonado pela casa e já estar a fazer planos com ela, era um excelente negócio e eu odeio perder bons negócios. Já sei, vão dizer que há-de aparecer outra, mas uma casa daquelas por aquele preço é uma num milhão... Dificilmente aparece assim tão depressa.
Fuck! Estou chateada, claro...
Eu explico: com a mudança de emprego, passei a ir trabalhar de transportes públicos. Ou melhor, voltei a ir trabalhar de transportes públicos, porque já o fazia antes do meu emprego anterior. Gosto imenso porque não tenho de me chatear com trânsito, os autocarros são certinhos, vêm à hora, não tenho de me preocupar com estacionamentos etc.
O problema é que para ir para o meu local de trabalho tenho de apanhar 2 autocarros, e incluindo o tempo de espera dos mesmos (não têm horários coincidentes), a viagem fica-me em 1h para cada lado. O que é manifestamente muito porque o autocarro "principal" que apanho faz a viagem em 25m. Ora, à custa disto e outras coisas, eu quero mudar de casa. Quero voltar a um sítio onde fui feliz, onde estou mais perto de tudo e me basta apanhar um autocarro ou metro para estar perto de tudo, quero voltar para a minha freguesia favorita. O problema é que as casas nessa freguesia são caríssimas (é junto à praia). E arranjar algo bom e em conta aí, tem mais ou menos o mesmo grau de dificuldade que encontrar uma agulha num palheiro gigante. Não estou a exagerar.
Ontem, fomos ver, Bomboco e eu, uma casa no sítio exacto que eu queria. Bomboco não se perdeu de amores pela casa mas eu sim. Sim, necessita de uma pintura (que os proprietários vão assegurar), sim, a nossa casa actual até é maior, mas eu gostei mesmo daquela, sobretudo da localização. É simplesmente perfeita. No sítio perfeito. Bomboco tem preferência por casas mais longe da praia, com muito estacionamento (eu sei, não me perguntem, ele gosta é de sítios com muitos estacionamentos à volta, vá-se lá entender...).
Mas aquela casa de ontem servia bem as nossas necessidades, perto de tudo e sim, tinha lugar de garagem e estacionamentos na rua. E o melhor de tudo é que estava a um preço excelente. Disse estava, porque infelizmente hoje a senhora da imobiliária ligou-me a dizer que já havia negócio com outras pessoas e que o proprietário ainda não tinha avisado a imobiliária.
Grrrr!
Fiquei podre. Para além de me ter apaixonado pela casa e já estar a fazer planos com ela, era um excelente negócio e eu odeio perder bons negócios. Já sei, vão dizer que há-de aparecer outra, mas uma casa daquelas por aquele preço é uma num milhão... Dificilmente aparece assim tão depressa.
Fuck! Estou chateada, claro...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Do mau profissionalismo que grassa por este país fora
Depois de vos ter falado deste episódio, onde procurei informações sobre comunicações empresariais para a empresa onde trabalho, e ter sido atendida de forma pouco profissional por uma funcionária, fiquei a aguardar que me contactassem, como me foi dito, para me propusessem orçamentos.
Ora, mais de duas semanas se passaram e nada. NADA.
Hoje vou ter de ligar para lá e não vai ser bonito.
Entretanto, na semana passada, pedi igualmente informações ao banco que trata das nossas contas bancárias. Necessitava que me enviassem uma documentação por email, documentação essa de teor simples e meramente informativo. Uma semana depois... Já sabem, não é? Nada. Ninguém me enviou email nenhum nem ligou de volta. Na segunda-feira, voltei a contactar a agência, mas a pessoa que me tinha atendido inicialmente tinha ido almoçar. Sim senhor, tem direito. Deixei o recado com outro colaborador, que ficou de me resolver a questão, e ficou de entrar em contacto comigo. Pois... Também não.
E assim é a vida de uma pessoa que entra numa nova empresa, quer resolver assuntos, e não pode porque alguns serviços privados deste país pelos vistos não funcionam num nível minimamente aceitável. Eu preciso de resolver um conjunto de coisas e é isto.
Relativamente à Optimus vou mesmo ligar para lá até porque os chefes querem a Optimus.
O Banco que se prepare, porque a minha primeira medida é precisamente mudar de balcão. Fico um bocado estupefacta quando explico que preciso de algo com urgência, e as pessoas do banco em causa simplesmente ignoram o assunto, ainda por cima tratando-se de um cliente empresarial.
Não percebo, mas também não deve ser para eu perceber...
Ora, mais de duas semanas se passaram e nada. NADA.
Hoje vou ter de ligar para lá e não vai ser bonito.
Entretanto, na semana passada, pedi igualmente informações ao banco que trata das nossas contas bancárias. Necessitava que me enviassem uma documentação por email, documentação essa de teor simples e meramente informativo. Uma semana depois... Já sabem, não é? Nada. Ninguém me enviou email nenhum nem ligou de volta. Na segunda-feira, voltei a contactar a agência, mas a pessoa que me tinha atendido inicialmente tinha ido almoçar. Sim senhor, tem direito. Deixei o recado com outro colaborador, que ficou de me resolver a questão, e ficou de entrar em contacto comigo. Pois... Também não.
E assim é a vida de uma pessoa que entra numa nova empresa, quer resolver assuntos, e não pode porque alguns serviços privados deste país pelos vistos não funcionam num nível minimamente aceitável. Eu preciso de resolver um conjunto de coisas e é isto.
Relativamente à Optimus vou mesmo ligar para lá até porque os chefes querem a Optimus.
O Banco que se prepare, porque a minha primeira medida é precisamente mudar de balcão. Fico um bocado estupefacta quando explico que preciso de algo com urgência, e as pessoas do banco em causa simplesmente ignoram o assunto, ainda por cima tratando-se de um cliente empresarial.
Não percebo, mas também não deve ser para eu perceber...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Das pequenas vitórias do dia a dia
O nosso dia a dia não se faz de vitórias estrondosas e perdas de grande relevo. Faz-se pequenas vitórias e pequenos percalços.
O meu dia é constituído por várias tarefas que individualmente podem não ser muito importantes, mas no todo, demonstram bastante relevância. Creio que a maior parte do dia da maior parte das pessoas é assim.
Por isso as pequenas vitórias são tão importantes. Conseguir terminar uma tarefa a tempo, receber um telefonema aguardado, resolver um problema, etc.
Dada a minha mudança de emprego, este período de adaptação tem-me trazido dificuldades relativas aos sistemas de informação. Coisas que me pareciam simples noutros sistemas, neste, não são assim tão simples.
E tinha aqui um problema bicudo para resolver.
Ainda tenho. Mas posso dizer que hoje foi Bomboca-1, Sistema-0. Porque conseguimos arranjar maneira de resolver o problema, de forma mais fácil.
E falo destas pequenas vitórias que beneficiam o nosso dia a dia. Claro que daqui a 5 anos nunca mais me vou lembrar disto. Mas hoje, para mim, foi importante esta vitóriazinha. E fará toda a diferença no resto do meu dia.
Um brinde às pequenas vitórias!
O meu dia é constituído por várias tarefas que individualmente podem não ser muito importantes, mas no todo, demonstram bastante relevância. Creio que a maior parte do dia da maior parte das pessoas é assim.
Por isso as pequenas vitórias são tão importantes. Conseguir terminar uma tarefa a tempo, receber um telefonema aguardado, resolver um problema, etc.
Dada a minha mudança de emprego, este período de adaptação tem-me trazido dificuldades relativas aos sistemas de informação. Coisas que me pareciam simples noutros sistemas, neste, não são assim tão simples.
E tinha aqui um problema bicudo para resolver.
Ainda tenho. Mas posso dizer que hoje foi Bomboca-1, Sistema-0. Porque conseguimos arranjar maneira de resolver o problema, de forma mais fácil.
E falo destas pequenas vitórias que beneficiam o nosso dia a dia. Claro que daqui a 5 anos nunca mais me vou lembrar disto. Mas hoje, para mim, foi importante esta vitóriazinha. E fará toda a diferença no resto do meu dia.
Um brinde às pequenas vitórias!
Os segredos do Shiuuu
Gosto de ler o Shiuuu, creio que uma parte de nós gosta de saber dos segredos dos outros, mesmo que anónimos, e penso muitas vezes se conseguia conviver com a maior parte dos segredos que são expostos. E não conseguia. A maior parte são sobre traições, assunto que abomino.
Mas hoje li o segredo de uma fulana que dizia que já teve vários relacionamentos com homens comprometidos e que não se importava nada, que não ia deixar de fazer o que ela queria devido a regras da sociedade. A senhora devia, antes de não se preocupar se está a quebrar regras da sociedade, olhar para si própria. Perceber a sordidez em que se tornou. Ela não diz que amou os homens com quem se envolveu (ela deu a entender que eram alguns, e eu não acredito que se possa amar tanta gente como isso ao longo da vida. O amor é um sentimento muito especial, e não acontece do dia para a noite e com toda a gente que se cruza no nosso caminho). Ela apenas diz que se envolve com eles porque quer. Porque lhe apetece.
Será que ela não percebe que as relações que tem são apenas de uso? Isto assusta-me na sociedade actual, vejo cada vez mais segredos deste teor, pessoas que não se importar de usar/ser usadas. E imagino como deve andar a auto estima dessas pessoas para terem este tipo de mentalidade.
Não quero dizer que todos tenhamos de ter relações sérias e para casar, nada disso, também já tive relações não sérias. Mas não acho correcto o envolvimento com alguém que já tem outro alguém. A traição que tudo isso implica.
Como se sentiria a senhora se se apaixonasse perdidamente por um homem, e viesse ela a ser a traída da história? Ela não tem compromissos com ninguém, não está a trair directamente, mas sem dúvida que não sai inocente disto tudo.
Nem que mais não seja pela máxima "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Um dia esta senhora pode aprender esta frase da forma mais dura. Até lá vai fazendo o seu karma e contribuindo para o acumular de negatividade em seu redor.
Mas hoje li o segredo de uma fulana que dizia que já teve vários relacionamentos com homens comprometidos e que não se importava nada, que não ia deixar de fazer o que ela queria devido a regras da sociedade. A senhora devia, antes de não se preocupar se está a quebrar regras da sociedade, olhar para si própria. Perceber a sordidez em que se tornou. Ela não diz que amou os homens com quem se envolveu (ela deu a entender que eram alguns, e eu não acredito que se possa amar tanta gente como isso ao longo da vida. O amor é um sentimento muito especial, e não acontece do dia para a noite e com toda a gente que se cruza no nosso caminho). Ela apenas diz que se envolve com eles porque quer. Porque lhe apetece.
Será que ela não percebe que as relações que tem são apenas de uso? Isto assusta-me na sociedade actual, vejo cada vez mais segredos deste teor, pessoas que não se importar de usar/ser usadas. E imagino como deve andar a auto estima dessas pessoas para terem este tipo de mentalidade.
Não quero dizer que todos tenhamos de ter relações sérias e para casar, nada disso, também já tive relações não sérias. Mas não acho correcto o envolvimento com alguém que já tem outro alguém. A traição que tudo isso implica.
Como se sentiria a senhora se se apaixonasse perdidamente por um homem, e viesse ela a ser a traída da história? Ela não tem compromissos com ninguém, não está a trair directamente, mas sem dúvida que não sai inocente disto tudo.
Nem que mais não seja pela máxima "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Um dia esta senhora pode aprender esta frase da forma mais dura. Até lá vai fazendo o seu karma e contribuindo para o acumular de negatividade em seu redor.
Carolina Patrocínio
É de conhecimento comum que eu embirro com a menina. Não gosto dela, pronto.
Nada a fazer. E eu conhecia várias pessoas que concordavam comigo e diziam que também não gostavam da moça. Mas desde que ela engravidou/foi mãe, vejo no Facebook um magote de gente a fazer like na página da menina, e está a gerar-se um "buzz" enorme porque ela já não tem barriga etc etc.
Só vos digo isto: baby fix, nunca ouviram falar?
Procurem. É que cheia de guito, também eu tinha uma barriga lisinha após ser mãe. E antes. E toda a vida.
Claro que ela vai ao ginásio, etc e tal, mas os tratamentos ajudam e muito, que não há milagres.
Ainda assim, nada contra a barriga da moça, mas pf não me venham dizer que é tudo natural porque não é.
Também não percebo as pessoas que dão graças ao facto de ela amamentar. E daí?
Carolina, desculpa, mas mesmo agora depois de teres sido mãe, não consigo gostar de ti.
Nada a fazer. E eu conhecia várias pessoas que concordavam comigo e diziam que também não gostavam da moça. Mas desde que ela engravidou/foi mãe, vejo no Facebook um magote de gente a fazer like na página da menina, e está a gerar-se um "buzz" enorme porque ela já não tem barriga etc etc.
Só vos digo isto: baby fix, nunca ouviram falar?
Procurem. É que cheia de guito, também eu tinha uma barriga lisinha após ser mãe. E antes. E toda a vida.
Claro que ela vai ao ginásio, etc e tal, mas os tratamentos ajudam e muito, que não há milagres.
Ainda assim, nada contra a barriga da moça, mas pf não me venham dizer que é tudo natural porque não é.
Também não percebo as pessoas que dão graças ao facto de ela amamentar. E daí?
Carolina, desculpa, mas mesmo agora depois de teres sido mãe, não consigo gostar de ti.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Dias impossíveis ao nível do vestuário
Toda a gente já teve dias destes. Eu não costumo ter, mas quando tenho, são de fugir.
Sim, estou a falar daqueles dias em que parece que nada nos fica bem. Vestimos um determinado conjunto, não fica bem, vestimos outro, nada... Peças que normalmente gostamos de nos ver e inclusivamente combinações que já utilizámos noutros dias. Mas qual quê? Há dias em que nada resulta.
Hoje foi um desses dias. De manhã, após tomar banho, pensei em vestir um determinado conjunto. Não gostei. Bora vestir outro. Também não. Isto foi acontecendo até que me apercebi que já tinha mudado de roupa 5 vezes! 5! Acho que bati o meu recorde.
Lá saí com um conjunto seguro (daqueles que sem dúvida não há por onde correr mal, fato e camisa). Isto não me acontece muitas vezes, mas odeio quando acontece.
E para vocês? Este problema existencial é frequente?
Sim, estou a falar daqueles dias em que parece que nada nos fica bem. Vestimos um determinado conjunto, não fica bem, vestimos outro, nada... Peças que normalmente gostamos de nos ver e inclusivamente combinações que já utilizámos noutros dias. Mas qual quê? Há dias em que nada resulta.
Hoje foi um desses dias. De manhã, após tomar banho, pensei em vestir um determinado conjunto. Não gostei. Bora vestir outro. Também não. Isto foi acontecendo até que me apercebi que já tinha mudado de roupa 5 vezes! 5! Acho que bati o meu recorde.
Lá saí com um conjunto seguro (daqueles que sem dúvida não há por onde correr mal, fato e camisa). Isto não me acontece muitas vezes, mas odeio quando acontece.
E para vocês? Este problema existencial é frequente?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Creepy
Uma coisa que me mete muita confusão é que olhem fixamente para mim. Com olhares esquisitos. E não desviem o olhar.
Não gosto, ponto. Não olho dessa forma para ninguém, por isso também não gosto de ser observada desta forma. Sinto-me quase "violada" pela forma que algumas pessoas (homens, na sua maioria, claro...) olham para mim.
O episódio mais recente aconteceu quando o meu namorado esperava por mim no carro, enquanto eu tinha saído do carro para ir comprar um bilhete de metro. Saí do carro, e um velhote que estava na rua (eram 8h30 da manhã), começou a olhar fixamente para mim. Mas a olhar de uma forma repugnante, esquisita e um bocado creepy. Pois o homem esteve assim a colar em mim desde que eu saí do carro e voltei a entrar. Tirei o bilhete e o velho rançoso sempre a olhar. Nem com um homem no carro o velho se fez de rogado.
O meu namorado já estava a ficar incomodado, mas percebendo que eu também estava, desdramatizou.
De qualquer das formas eu não acho normal este tipo de comportamento, mais ainda estando uma pessoa acompanhada!
É que as pessoas sentem-se quase um animal de circo, e eu odeio circo.
Não gosto, ponto. Não olho dessa forma para ninguém, por isso também não gosto de ser observada desta forma. Sinto-me quase "violada" pela forma que algumas pessoas (homens, na sua maioria, claro...) olham para mim.
O episódio mais recente aconteceu quando o meu namorado esperava por mim no carro, enquanto eu tinha saído do carro para ir comprar um bilhete de metro. Saí do carro, e um velhote que estava na rua (eram 8h30 da manhã), começou a olhar fixamente para mim. Mas a olhar de uma forma repugnante, esquisita e um bocado creepy. Pois o homem esteve assim a colar em mim desde que eu saí do carro e voltei a entrar. Tirei o bilhete e o velho rançoso sempre a olhar. Nem com um homem no carro o velho se fez de rogado.
O meu namorado já estava a ficar incomodado, mas percebendo que eu também estava, desdramatizou.
De qualquer das formas eu não acho normal este tipo de comportamento, mais ainda estando uma pessoa acompanhada!
É que as pessoas sentem-se quase um animal de circo, e eu odeio circo.
Lipoaspiração não evasiva?
Queridos leitores que sabem tudo, preciso de um conselho vosso.
Com o meu casamento a aproximar-se a passos largos, vejo que dificilmente irei perder mais kg (ou cm) do que os que já perdi. E já me falaram que a lipoaspiração não evasiva poderá ser uma boa resposta para perder um ou outro kg, e mais importante, uns cm's. Assim sendo, e como vi promoções destas em sites de descontos, queria saber a vossa opinião sobre o assunto.
Vale a pena?
Muito grata.
Com o meu casamento a aproximar-se a passos largos, vejo que dificilmente irei perder mais kg (ou cm) do que os que já perdi. E já me falaram que a lipoaspiração não evasiva poderá ser uma boa resposta para perder um ou outro kg, e mais importante, uns cm's. Assim sendo, e como vi promoções destas em sites de descontos, queria saber a vossa opinião sobre o assunto.
Vale a pena?
Muito grata.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Nem tudo são rosas num novo emprego
Esta fase de adaptação é sempre difícil. Temos de nos adaptar a novos chefes, novos colegas, novas rotinas, novas regras. Tudo é novo. Até os sistemas.
Se antes estava num local que já não tinha muitos segredos para mim, aqui tudo é diferente. Claro que não é necessariamente mau, pelo contrário, mas eu que já passei por alguns empregos, só quero que esta fase de adaptação passe, pois sei que é uma das mais difíceis e exigentes.
Quero saber tudo, estar por dentro de tudo aqui na empresa.
Infelizmente essas coisas levam tempo.
Já disse que não sou muito paciente, não já?
Se antes estava num local que já não tinha muitos segredos para mim, aqui tudo é diferente. Claro que não é necessariamente mau, pelo contrário, mas eu que já passei por alguns empregos, só quero que esta fase de adaptação passe, pois sei que é uma das mais difíceis e exigentes.
Quero saber tudo, estar por dentro de tudo aqui na empresa.
Infelizmente essas coisas levam tempo.
Já disse que não sou muito paciente, não já?
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