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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Das coisas que me fazem revirar os olhos #1

Pessoas, normalmente sem filhos, dizerem que os animais são os seus filhos e substituem uma criança.
Não, meus amigos. Não.
Eu sou voluntária em associações de animais, gosto imenso de animais, tenho animais em minha casa e tenho uma relação profunda com eles, mas não substituem um filho, isso dê lá por onde der.
Portanto quando afirmam que sim, que é a mesma coisa, apetece-me perguntar de quanto tempo foi a gestação do cãozinho.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Nêspera

Aquilo da Nêspera no rabo, que fui ver ao coliseu, é das melhores coisinhas que se fizeram em humor nos últimos tempos, não é?
Eu pelo menos acho, mas que sei eu, que só gosto de humor parvo.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

As melhores do bairro

Eu tenho varias amigas mulheres, e alguns amigos homens. Penso que tive sorte com as amigas que me calharam na rifa, porque são muito como eu, simples, descontraídas, que não querem saber de mexericos. Ora, mas eu tenho de admitir que, em geral, as mulheres são muito mazinhas umas para as outras.
Num comentário do shiuuu, li uma fulana que dizia que tinha 34 anos e era toda jeitosa, gira e cheia de inteligência, e falava mal das suas colegas gordinhas com filhos, que se tornaram completamente desinteressantes e só falavam dos filhos.
Ela diz ainda que há-de ter filhos, mas que nunca se vai tornar desinteressante.
Primeiro,a senhora tem de perceber que com 34 anos, não está propriamente a caminho de nova para engravidar pela primeira vez. Nem vou falar do auto-elogio, que sinceramente já não me choca, pois parece que cada vez mais conheço gente que se acha o rei da parada. Falo sim do preconceito generalizado que existe na cabeça destas mulheres, que podem ter um corpo fabuloso mas demonstram que são ocas. Uma mulher que é mãe não tem necessariamente de ser gordinha nem de falar apenas dos seus rebentos. Mas este será, com toda a certeza, um tema extremamente recorrente. E não tem nada a ver com uma mulher não ser interessante, tem sim a ver com o facto de o foco e as prioridades das mulheres se alterarem de forma significativa. Eu continuo, por exemplo, a falar de tudo o que antes falava. Mas  é normal, que se estiver a falar com outra mulher que também é mãe, a conversa acabe por ir parar a esse tema. E sabem que mais?? Não tem nada de mal!
Eu até acho que sou uma mulher muito mais interessante agora que sou mãe. As minhas prioridades mudaram, sou bastante mais eficiente, perco cada vez menos tempo com o que não interessa e sou mais disciplinada.
Agora, realmente não tenho grande paciência para pessoas convencidas, isso não. E parece-me que muitas mulheres, sobretudo nessa faixa etária, que ainda não são mães, sentem um pouco de "inveja" de todas nós. Sim, elas não tem uma barriga com estrias, verdade, mas será que estão assim tão satisfeitas com a sua própria vida, para precisarem de nos rebaixar a nos, que somos mães??
Se calhar não, não é... Pensem nisso minhas caras, antes de nos criticarem por estarmos a comer aquele pastel de nata que estava a olhar para nós na montra da pastelaria.

Dúvidas parvas

Porque é que há casas-de-banho onde não se pode deitar o papel na sanita? Avisos e avisos em letras garrafais na parede, não vá a pessoa ter problemas de miopia. Então o papel higiénico não está especialmente concebido para dissolver? Que raio de canos são estes que se entopem com isto? E quando fazemos outra coisa que não xixi, querem mesmo que o papel com cócó seja colocado num balde do lixo?
Eu continuo a colocá-lo na sanita. Faz-me confusão pô-lo num sítio diferente.
Se existir uma inundação planetária dos esgotos, já sabem, fui eu que a causei, devido ao facto de não colocar o papel no cesto.

Um grande bem-haja e um abracinho apertado a todas essas pessoas

Quero aproveitar o espaço do meu blog, para aqui dar um grande bem-haja e um abracinho apertado e fofinho, a todas as pessoas que batem no carro das outras, e não deixam qualquer contacto, nem procuram resolver a situação. As que fogem, portanto. Os ratos de esgoto que se escondem depressinha no sítio de onde saíram. Em especial, aquele que me bateu no meu carro, estando o mesmo estacionado devidamente, e me riscou a porta e desfez o espelho retrovisor do condutor.
Obrigada, sim?
Espero que seja muito feliz a ir contra uma parede. Mas sem se magoar, claro! Só umas amolgadelas no carrinho, para ver o que custa.

Mais um comportamento anti-cívico de alguns membros da nossa sociedade, que não estão minimamente preocupados com as outras pessoas. Porque raio as pessoas batem e fogem? Não têm seguro? Porque se têm, ficava o problema resolvido rapidamente e sem grandes penalizações para quem bate. Ou é só para ser mesquinho? Ajudem-me a perceber, pois eu nunca bateria num carro e fugia, por isso não consigo perceber o que raio é que passa pela cabeça destas pessoas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Marianinha, chega cá ao pé de mim que eu ajudo-te

Tiraste mesmo o curso de Economia, ou foi a tua irmã gémea que foi fazer os exames por ti, ora diz lá?
Engataste o professor? Não me mintas Marianinha!
Não estou aqui para te julgar, estou aqui para te ajudar. Há muita gente que te critica, ou mesmo insulta. Esse não é o meu propósito. Eu não acredito que devamos insultar alguém por não saber resolver equações diferenciais, por exemplo. Se a pessoa não sabe, também não é correcto insultar essa pessoa. O nosso dever é explicar-lhe as coisas, ou, no mínimo, fazer-lhe ver as suas carências de ordem intelectual. Nunca menosprezar. É feio.
Posto isto Marianinha, serve o presente post para te ajudar a ver a luz. Já percebemos que ciência económica não é o teu forte. Discursos motivacionais também não, mas não serão esses o objecto da minha explicação.
Ora, tu dizes que não podemos ter vergonha de ir tirar dinheiro aos ricos. Em primeiro lugar, posso dizer-te que o Vale e Azevedo também não tinha vergonha nenhuma de o fazer, inclusivamente a clubes que já na altura não eram ricos, e acabou por ir parar à prisão. Até o tio Ricardo Salgado, está com uma pulseirinha... Entendes o que quero dizer? Sim, é crime. Roubo.
Mas tu queres fazê-lo pela via institucional, queres por o roubo na lei, não é? Percebo. Nesse aspecto foste mais inteligente do que aqueles dois.

Sendo assim, a explicação necessita de ter outro foco. Primeiro, tenho de te explicar o conceito de poupança: poupança é o remanescente monetário com que um indivíduo fica, após as deduções de impostos e consumo, ao seu rendimento. Temos ainda que o consumo já é tributado, ou seja, o indivíduo recebe um salário, ao qual deve retirar os respectivos impostos, sendo que tudo o que consumir com esse salário, também terá incidência de imposto (salvo as raras excepções das isenções de IVA previstas no código). Ora, a poupança, dizia eu, é o que sobra. Portanto, a parte do rendimento do indivíduo que também já foi tributada.
Percebes agora quando eu digo que o imposto que tu e os teus camaradas querem criar, é um imposto de dupla tributação?
Adiante.
Tu também dizes que vocês querem reduzir as desigualdades em Portugal. O problema, Marianinha, é que tu e os teus compinchas, querem nivelar tudo por baixo. Se não podem ser todos ricos, então serão todos pobres. Mais ou menos isto, não é?
Acontece Marianinha, que não há bem estar social (que é medido pelo teu desconhecido IDH- Índice de Desenvolvimento Humano), sem crescimento económico. Eu bem sei que a palavra crescimento te assusta se não estiver ligada com impostos, eu compreendo, são conceitos muito assustadores, mas imagina tu que até há uma cadeira na faculdade, que se chama precisamente crescimento económico. É de revirar o estômago.
Dizia-te eu, que sem crescimento económico, não existe rendimento para se redistribuir. A melhor maneira de se acabar com os pobres e com a desigualdade, é através do crescimento sustentado de uma economia, libertando-a das suas atrofias. Livrando-a do assustador mecanismo estatal. Libertando as suas amarras.
Como é que se consegue crescimento económico, perguntas tu? Lembras-te do conceito de poupança que te expliquei há pouco? Pois é... A poupança é um dos mecanismos do crescimento, pois sem ela (individual ou estatal), não existe investimento (privado ou público), e portanto, não é possível investir no que se acredita que é o grande motor do crescimento das economias, que é o capital humano.
Adicionalmente, temos a questão do excesso de tributação numa economia. Sabes, Marianinha, em todas as economias existe um tecto máximo de tributação que as mesmas estão disponíveis para acomodar, e, segundo estudos da OCDE, a economia portuguesa é uma das que mais tributação tem.
Portanto, é convicção de muitos analistas, que já ultrapassámos esse tecto, e o que acontece com a introdução de mais tributação, é que a economia passa a ser ainda menos eficiente, e a tributação não dará origem a mais receita. Ainda não te passou pela cabeça que os mais ricos conseguirão fugir a este imposto? Não percebes que grande parte dos riquíssimos, a cujo dinheiro queres deitar a mão, estão protegidos de sangue sugas como tu e o teu pai? Quem sobra? Nós, os que não podem fugir. Aqueles que tu achas que são ricos mas na verdade não são. A classe média que queres ajudar a exterminar.
Além disso Marianinha, se deres os sinais errados para os mercados, para as pessoas e para as empresas, sabes o que vai acontecer aos investimentos? Pois é, vão diminuir. Já estão a diminuir. As nossas exportações já não estão a crescer ao mesmo ritmo...

Eu penso que já te dei uma ajudinha para começar a perceber o que é isto de economia, crescimento, etc. Posso continuar a ajudar-te, mas aí as aulas já serão pagas, que eu não cresci numa herdade no Alentejo. Vai pela sombra Marianinha. Não tens de agradecer, sempre às ordens.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

sexta-feira, 13 de maio de 2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Não quero julgar ninguém, que não quero. Mas que me faz confusão, faz

Pessoas com filhos, que todas as sextas e/ou sábados, vão para a noite beber uns copos. Não se trata de julgamento, mas admito que me causa alguma estranheza. Pelos seguintes motivos:

- Eu ando tão morta, que só o facto de me manter acordada após as 23h, é para mim impensável;
- Não consigo ter energia para levantar um copo;
- Tendo em conta que essas pessoas trabalham à semana, deixam os putos todos os fins-de-semana com os avós? Sim, existe aquele argumento de "o miúdo às 2h da manhã está a dormir". Verdade. Mas no dia seguinte ele acorda na mesma de manhã cedinho. E depois? E depois digo-vos que não sei como aguentam a ressaca gigantesca, pois eu saí para festejar o meu aniversário e no dia seguinte, quando o David acorda feliz e contente às 8h da manhã, sendo que eu me tinha deitado às 3h, pensei que morria.

Mas se conseguem, força! Eu é que não entendo como...

Socorro! Bom atendimento e bom português precisam-se!

Ando à procura de um carrinho bengala/ de passeio, para levarmos nas férias (sim, já as marcámos, graças a Deus nosso senhor!), e para termos em casa, sem ter de andar a levar o outro carrinho de e para a casa dos vós.
Nesta busca incessante e complexa, como aliás é o normal em relação a tudo o que envolva o universo bebés, dirigi-me à Zippy. Na loja, constatei que não têm nem 1/10 dos artigos que vêm em catálogo. Assim sendo, perguntei à funcionária que me atendeu, se podia encomendar sem compromisso de compra, mais especificamente perguntei "se eu encomendar, a encomenda é vinculativa?". Bem, a senhora ficou a olhar para mim como se eu fosse um alien, mas resolveu sair-se com "O que é isso?". Expliquei-lhe o significado da palavra "vinculativa". Ao que a senhora me diz que tenho de dar um sinal de 50€, mas eu recuso, pois afirmo que não vou dar um sinal relativo a um artigo que não conheço, e não tenho a certeza de querer comprar quando o vir. Digo que se quiserem encomendar, tudo bem, se não quiserem, "amigos à mesma". A senhora diz então "bem, vou levar na cabeça da minha chefa por sua causa! Vou encomendar". Ao que eu digo que se não quer encomendar, não há problema, vou procurar outro carrinho numa outra loja. A senhora diz que não (neste momento até foi prestável), e diz que encomenda na mesma, mas que eu tenho de perceber que para a loja é muito chato, porque os clientes encomendam coisas e depois se não as quiserem, eles ficam com os artigos. Ao que eu digo que a gestão de stocks da loja é algo completamente independente dos clientes, que os clientes não podem tomar parte da gestão interna de stocks efectuada pela loja. Bem, a funcionária olhou novamente para mim com um ar de quem não tinha percebido uma palavra do que eu tinha dito.
Enfim, se calhar sou eu que sou demasiado "complicada". Pode ser. Anyway, há coisas piores para se ser.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Deixem-me rir só um bocadinho

A minha empresa quer que as pessoas que não têm clientes nesta altura, tirem férias, para não ficarem "paradas" nos escritórios. Eu não estou nessa situação, mas há gente que está. 
Férias. Em Abril. Deve ser bom, deve. Diz que está um ventinho agradável pelos lados do Algarve...


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Sou só eu que estou fartinha destes títulos?!

"Fulana X ousada em produção fotográfica". "Fulana Y como nunca a viu".
Porquê? Não há mais nada de interessante? Hoje é o Correio da Manhã que observa a "ousadia" da Irina Shayk. Santa paciência, vão escrever notícias a sério.
Depois, as fulanas que são modelos, ainda percebo, mas as outras, qual é o objectivo de realizarem tais produções? Sinceramente, já enjoa!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Em bicos de pés

Detesto pessoas que gostam de se por em bicos de pés, para chegar mais alto, de preferência por cima de outras pessoas.
Em contexto de trabalho, pedi que pessoa x fizesse uma coisa. Depois disse-lhe para enviar para mim, para eu ver e acrescentar o que achasse necessário. Pessoa x vai e envia para o meu chefe, directamente. Quis mostrar, quis ser superior. Detesto essa atitude. Se tivesse tido outra, certamente a minha atitude também seria diferente. Calhou-lhe foi mal, pois o que pessoa x tinha feito estava uma cagada, e eu tive de refazer tudo.
Acontece, não é?
É para não acharem que são muito espertos.

terça-feira, 29 de março de 2016

É tudo à grande

Uma das partes giras do meu emprego, é que vou por esse Portugal fora, e consigo conhecer o que tem de melhor a nossa gastronomia.
A parte chata, é que quero emagrecer, mesmo comendo como uma lontra.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Toda a verdade sobre os empregados de café/snack bar/restaurante ranhoso

Eles acham-se superiores a todas as outras pessoas, não acham?
Ainda não conheci um, UM, que tivesse um comportamento adequado, normal, correcto.
Estão constantemente a mandar piadinhas (sem graça nenhuma), a fazer observações inadequadas e às vezes mesmo grosseiras. A polidez não costuma ser o forte da maior parte das pessoas desta categoria profissional com quem já me cruzei.
A típica piado do "queria, já não quer?"... confesso que não tenho paciência.
Quando estava grávida, já em final de tempo, ouvi um elegante "a menina daqui a nada rebenta, veja lá se consegue passar na porta".
Noutro dia, ao almoçar numa esplanada, o empregado dirigiu-se a mim como "o que vai ser jeitosa?". Epa... Fiquei logo com vontade de me ir embora.
Hoje, ao ir buscar pão num café, pedi dois pães normais "escurinhos". Ao que a senhora do café me diz "não! Não são escurinhos, são tostadinhos"? Eu ri-me e perguntei qual era a diferença. A senhora diz-me que fazia toda a diferença... Eu encolhi os ombros, não vale a pena.
Outros dirigem-se a mim com um aceno de cabeça, ou, na loucura com um "faz favor". E bom dia? Paga imposto?
Numa outra ocasião, um funcionário, procurando chamar-me, fazia "pssst, pssst". Não olhei, foram outros clientes que me alertaram.
A sério, o que se passa com esta categoria profissional? Porque é que, invariavelmente, eles acham que nos estão a fazer um favor?
Todos os meus amigos e conhecidos sentem o mesmo, que o mau atendimento grassa por este Portugal fora. Portanto, o problema não deve ser só meu...


É impressão minha ou o Calvin Harris melhorou muitooooo?


Antes


Depois



Fica à vossa consideração.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O drama dos sapatos

Como já vos disse, os meus pés cresceram com a gravidez, e sinceramente duvido que encolham, uma vez que o miúdo já tem 5 meses.
Ora, eu sempre detestei comprar sapatos, mas agora a situação está muito pior.
De 40 passei a calçar um 41, que não me serve em todos os modelos.
Acontece ainda que eu tenho um pé comprido e muito magro, e tenho imensos problemas de pés, pelo que não posso calçar qualquer sapato, e alguns sapatos que me ficam bem no comprimento, ficam-me a boiar. Portanto, a tarefa é árdua.
Para ajudar à festa, este ano, a moda recai sobre botins (é este estilo de sapatos que preciso de comprar), sem fechos, ou seja, à cowboy, que pessoalmente gosto muito, mas em termos funcionais não resultam no meu pé.
Enfim, uma canseira.
Qualquer dia desisto e venho trabalhar de sapatilhas.
Tenho dito.

Bonito paradoxo

Normalmente, as pessoas que mais se queixam do governo, do estado do país, da presidência da república, etc., são precisamente aquelas que não fazem intenções nenhumas de ir votar.
Bonito.