Obrigada Smooth FM.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Bomboca, a conselheira sentimental
Sempre fui uma pessoa a quem outras recorriam em busca de conselhos sentimentais. Como tenho uma relação amorosa duradoura e bem sucedida, às vezes as pessoas pedem-me conselhos para determinadas situações. Dou-os com gosto, mas obviamente não quer dizer que resultem.
Anyway, uma pessoa das minhas relações veio confidenciar-me que apesar de estar casada e bem casada, que estava a sentir, vamos lá, desejo por outrém. A pessoa ama a outra com quem está, mas acha piada a uma terceira pessoa. Ora, acontece que um dia, essa pessoa e a terceira pessoa, se beijaram. Diz-me a minha conhecida que ficou por ali, não houve rigorosamente mais nada, e até anda a evitar essa pessoa. Mas pessoa minha conhecida diz que pensa muito na terceira pessoa, apesar de continuar a sentir desejo e amor pela pessoa com quem está.
Foi-me pedido um conselho sobre se há-de dizer ou não à pessoa com quem tem uma relação. E eu... sinceramente fiquei meio desprevenida. É uma situação para a qual não tenho assim uma resposta na ponta da língua.
Disse-lhe para pensar bem no que quer, se vale a pena arriscar a relação que tem, ou se foi só um flirt que nunca terá consequências. Perante o que pensar, aí sim deveria tomar uma decisão.
Confesso que não estava à espera de tal, portanto fui apanhada na curva. Não sei se dei assim grande aconselhamento.
E vocês, que conselho dariam?
Anyway, uma pessoa das minhas relações veio confidenciar-me que apesar de estar casada e bem casada, que estava a sentir, vamos lá, desejo por outrém. A pessoa ama a outra com quem está, mas acha piada a uma terceira pessoa. Ora, acontece que um dia, essa pessoa e a terceira pessoa, se beijaram. Diz-me a minha conhecida que ficou por ali, não houve rigorosamente mais nada, e até anda a evitar essa pessoa. Mas pessoa minha conhecida diz que pensa muito na terceira pessoa, apesar de continuar a sentir desejo e amor pela pessoa com quem está.
Foi-me pedido um conselho sobre se há-de dizer ou não à pessoa com quem tem uma relação. E eu... sinceramente fiquei meio desprevenida. É uma situação para a qual não tenho assim uma resposta na ponta da língua.
Disse-lhe para pensar bem no que quer, se vale a pena arriscar a relação que tem, ou se foi só um flirt que nunca terá consequências. Perante o que pensar, aí sim deveria tomar uma decisão.
Confesso que não estava à espera de tal, portanto fui apanhada na curva. Não sei se dei assim grande aconselhamento.
E vocês, que conselho dariam?
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Nêspera
Aquilo da Nêspera no rabo, que fui ver ao coliseu, é das melhores coisinhas que se fizeram em humor nos últimos tempos, não é?
Eu pelo menos acho, mas que sei eu, que só gosto de humor parvo.
Eu pelo menos acho, mas que sei eu, que só gosto de humor parvo.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
As melhores do bairro
Eu tenho varias amigas mulheres, e alguns amigos homens. Penso que tive sorte com as amigas que me calharam na rifa, porque são muito como eu, simples, descontraídas, que não querem saber de mexericos. Ora, mas eu tenho de admitir que, em geral, as mulheres são muito mazinhas umas para as outras.
Num comentário do shiuuu, li uma fulana que dizia que tinha 34 anos e era toda jeitosa, gira e cheia de inteligência, e falava mal das suas colegas gordinhas com filhos, que se tornaram completamente desinteressantes e só falavam dos filhos.
Ela diz ainda que há-de ter filhos, mas que nunca se vai tornar desinteressante.
Primeiro,a senhora tem de perceber que com 34 anos, não está propriamente a caminho de nova para engravidar pela primeira vez. Nem vou falar do auto-elogio, que sinceramente já não me choca, pois parece que cada vez mais conheço gente que se acha o rei da parada. Falo sim do preconceito generalizado que existe na cabeça destas mulheres, que podem ter um corpo fabuloso mas demonstram que são ocas. Uma mulher que é mãe não tem necessariamente de ser gordinha nem de falar apenas dos seus rebentos. Mas este será, com toda a certeza, um tema extremamente recorrente. E não tem nada a ver com uma mulher não ser interessante, tem sim a ver com o facto de o foco e as prioridades das mulheres se alterarem de forma significativa. Eu continuo, por exemplo, a falar de tudo o que antes falava. Mas é normal, que se estiver a falar com outra mulher que também é mãe, a conversa acabe por ir parar a esse tema. E sabem que mais?? Não tem nada de mal!
Eu até acho que sou uma mulher muito mais interessante agora que sou mãe. As minhas prioridades mudaram, sou bastante mais eficiente, perco cada vez menos tempo com o que não interessa e sou mais disciplinada.
Agora, realmente não tenho grande paciência para pessoas convencidas, isso não. E parece-me que muitas mulheres, sobretudo nessa faixa etária, que ainda não são mães, sentem um pouco de "inveja" de todas nós. Sim, elas não tem uma barriga com estrias, verdade, mas será que estão assim tão satisfeitas com a sua própria vida, para precisarem de nos rebaixar a nos, que somos mães??
Se calhar não, não é... Pensem nisso minhas caras, antes de nos criticarem por estarmos a comer aquele pastel de nata que estava a olhar para nós na montra da pastelaria.
Num comentário do shiuuu, li uma fulana que dizia que tinha 34 anos e era toda jeitosa, gira e cheia de inteligência, e falava mal das suas colegas gordinhas com filhos, que se tornaram completamente desinteressantes e só falavam dos filhos.
Ela diz ainda que há-de ter filhos, mas que nunca se vai tornar desinteressante.
Primeiro,a senhora tem de perceber que com 34 anos, não está propriamente a caminho de nova para engravidar pela primeira vez. Nem vou falar do auto-elogio, que sinceramente já não me choca, pois parece que cada vez mais conheço gente que se acha o rei da parada. Falo sim do preconceito generalizado que existe na cabeça destas mulheres, que podem ter um corpo fabuloso mas demonstram que são ocas. Uma mulher que é mãe não tem necessariamente de ser gordinha nem de falar apenas dos seus rebentos. Mas este será, com toda a certeza, um tema extremamente recorrente. E não tem nada a ver com uma mulher não ser interessante, tem sim a ver com o facto de o foco e as prioridades das mulheres se alterarem de forma significativa. Eu continuo, por exemplo, a falar de tudo o que antes falava. Mas é normal, que se estiver a falar com outra mulher que também é mãe, a conversa acabe por ir parar a esse tema. E sabem que mais?? Não tem nada de mal!
Eu até acho que sou uma mulher muito mais interessante agora que sou mãe. As minhas prioridades mudaram, sou bastante mais eficiente, perco cada vez menos tempo com o que não interessa e sou mais disciplinada.
Agora, realmente não tenho grande paciência para pessoas convencidas, isso não. E parece-me que muitas mulheres, sobretudo nessa faixa etária, que ainda não são mães, sentem um pouco de "inveja" de todas nós. Sim, elas não tem uma barriga com estrias, verdade, mas será que estão assim tão satisfeitas com a sua própria vida, para precisarem de nos rebaixar a nos, que somos mães??
Se calhar não, não é... Pensem nisso minhas caras, antes de nos criticarem por estarmos a comer aquele pastel de nata que estava a olhar para nós na montra da pastelaria.
Dúvidas parvas
Porque é que há casas-de-banho onde não se pode deitar o papel na sanita? Avisos e avisos em letras garrafais na parede, não vá a pessoa ter problemas de miopia. Então o papel higiénico não está especialmente concebido para dissolver? Que raio de canos são estes que se entopem com isto? E quando fazemos outra coisa que não xixi, querem mesmo que o papel com cócó seja colocado num balde do lixo?
Eu continuo a colocá-lo na sanita. Faz-me confusão pô-lo num sítio diferente.
Se existir uma inundação planetária dos esgotos, já sabem, fui eu que a causei, devido ao facto de não colocar o papel no cesto.
Eu continuo a colocá-lo na sanita. Faz-me confusão pô-lo num sítio diferente.
Se existir uma inundação planetária dos esgotos, já sabem, fui eu que a causei, devido ao facto de não colocar o papel no cesto.
Um grande bem-haja e um abracinho apertado a todas essas pessoas
Quero aproveitar o espaço do meu blog, para aqui dar um grande bem-haja e um abracinho apertado e fofinho, a todas as pessoas que batem no carro das outras, e não deixam qualquer contacto, nem procuram resolver a situação. As que fogem, portanto. Os ratos de esgoto que se escondem depressinha no sítio de onde saíram. Em especial, aquele que me bateu no meu carro, estando o mesmo estacionado devidamente, e me riscou a porta e desfez o espelho retrovisor do condutor.
Obrigada, sim?
Espero que seja muito feliz a ir contra uma parede. Mas sem se magoar, claro! Só umas amolgadelas no carrinho, para ver o que custa.
Mais um comportamento anti-cívico de alguns membros da nossa sociedade, que não estão minimamente preocupados com as outras pessoas. Porque raio as pessoas batem e fogem? Não têm seguro? Porque se têm, ficava o problema resolvido rapidamente e sem grandes penalizações para quem bate. Ou é só para ser mesquinho? Ajudem-me a perceber, pois eu nunca bateria num carro e fugia, por isso não consigo perceber o que raio é que passa pela cabeça destas pessoas.
Obrigada, sim?
Espero que seja muito feliz a ir contra uma parede. Mas sem se magoar, claro! Só umas amolgadelas no carrinho, para ver o que custa.
Mais um comportamento anti-cívico de alguns membros da nossa sociedade, que não estão minimamente preocupados com as outras pessoas. Porque raio as pessoas batem e fogem? Não têm seguro? Porque se têm, ficava o problema resolvido rapidamente e sem grandes penalizações para quem bate. Ou é só para ser mesquinho? Ajudem-me a perceber, pois eu nunca bateria num carro e fugia, por isso não consigo perceber o que raio é que passa pela cabeça destas pessoas.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Marianinha, chega cá ao pé de mim que eu ajudo-te
Tiraste mesmo o curso de Economia, ou foi a tua irmã gémea que foi fazer os exames por ti, ora diz lá?
Engataste o professor? Não me mintas Marianinha!
Não estou aqui para te julgar, estou aqui para te ajudar. Há muita gente que te critica, ou mesmo insulta. Esse não é o meu propósito. Eu não acredito que devamos insultar alguém por não saber resolver equações diferenciais, por exemplo. Se a pessoa não sabe, também não é correcto insultar essa pessoa. O nosso dever é explicar-lhe as coisas, ou, no mínimo, fazer-lhe ver as suas carências de ordem intelectual. Nunca menosprezar. É feio.
Posto isto Marianinha, serve o presente post para te ajudar a ver a luz. Já percebemos que ciência económica não é o teu forte. Discursos motivacionais também não, mas não serão esses o objecto da minha explicação.
Ora, tu dizes que não podemos ter vergonha de ir tirar dinheiro aos ricos. Em primeiro lugar, posso dizer-te que o Vale e Azevedo também não tinha vergonha nenhuma de o fazer, inclusivamente a clubes que já na altura não eram ricos, e acabou por ir parar à prisão. Até o tio Ricardo Salgado, está com uma pulseirinha... Entendes o que quero dizer? Sim, é crime. Roubo.
Mas tu queres fazê-lo pela via institucional, queres por o roubo na lei, não é? Percebo. Nesse aspecto foste mais inteligente do que aqueles dois.
Sendo assim, a explicação necessita de ter outro foco. Primeiro, tenho de te explicar o conceito de poupança: poupança é o remanescente monetário com que um indivíduo fica, após as deduções de impostos e consumo, ao seu rendimento. Temos ainda que o consumo já é tributado, ou seja, o indivíduo recebe um salário, ao qual deve retirar os respectivos impostos, sendo que tudo o que consumir com esse salário, também terá incidência de imposto (salvo as raras excepções das isenções de IVA previstas no código). Ora, a poupança, dizia eu, é o que sobra. Portanto, a parte do rendimento do indivíduo que também já foi tributada.
Percebes agora quando eu digo que o imposto que tu e os teus camaradas querem criar, é um imposto de dupla tributação?
Adiante.
Tu também dizes que vocês querem reduzir as desigualdades em Portugal. O problema, Marianinha, é que tu e os teus compinchas, querem nivelar tudo por baixo. Se não podem ser todos ricos, então serão todos pobres. Mais ou menos isto, não é?
Acontece Marianinha, que não há bem estar social (que é medido pelo teu desconhecido IDH- Índice de Desenvolvimento Humano), sem crescimento económico. Eu bem sei que a palavra crescimento te assusta se não estiver ligada com impostos, eu compreendo, são conceitos muito assustadores, mas imagina tu que até há uma cadeira na faculdade, que se chama precisamente crescimento económico. É de revirar o estômago.
Dizia-te eu, que sem crescimento económico, não existe rendimento para se redistribuir. A melhor maneira de se acabar com os pobres e com a desigualdade, é através do crescimento sustentado de uma economia, libertando-a das suas atrofias. Livrando-a do assustador mecanismo estatal. Libertando as suas amarras.
Como é que se consegue crescimento económico, perguntas tu? Lembras-te do conceito de poupança que te expliquei há pouco? Pois é... A poupança é um dos mecanismos do crescimento, pois sem ela (individual ou estatal), não existe investimento (privado ou público), e portanto, não é possível investir no que se acredita que é o grande motor do crescimento das economias, que é o capital humano.
Adicionalmente, temos a questão do excesso de tributação numa economia. Sabes, Marianinha, em todas as economias existe um tecto máximo de tributação que as mesmas estão disponíveis para acomodar, e, segundo estudos da OCDE, a economia portuguesa é uma das que mais tributação tem.
Portanto, é convicção de muitos analistas, que já ultrapassámos esse tecto, e o que acontece com a introdução de mais tributação, é que a economia passa a ser ainda menos eficiente, e a tributação não dará origem a mais receita. Ainda não te passou pela cabeça que os mais ricos conseguirão fugir a este imposto? Não percebes que grande parte dos riquíssimos, a cujo dinheiro queres deitar a mão, estão protegidos de sangue sugas como tu e o teu pai? Quem sobra? Nós, os que não podem fugir. Aqueles que tu achas que são ricos mas na verdade não são. A classe média que queres ajudar a exterminar.
Além disso Marianinha, se deres os sinais errados para os mercados, para as pessoas e para as empresas, sabes o que vai acontecer aos investimentos? Pois é, vão diminuir. Já estão a diminuir. As nossas exportações já não estão a crescer ao mesmo ritmo...
Eu penso que já te dei uma ajudinha para começar a perceber o que é isto de economia, crescimento, etc. Posso continuar a ajudar-te, mas aí as aulas já serão pagas, que eu não cresci numa herdade no Alentejo. Vai pela sombra Marianinha. Não tens de agradecer, sempre às ordens.
Engataste o professor? Não me mintas Marianinha!
Não estou aqui para te julgar, estou aqui para te ajudar. Há muita gente que te critica, ou mesmo insulta. Esse não é o meu propósito. Eu não acredito que devamos insultar alguém por não saber resolver equações diferenciais, por exemplo. Se a pessoa não sabe, também não é correcto insultar essa pessoa. O nosso dever é explicar-lhe as coisas, ou, no mínimo, fazer-lhe ver as suas carências de ordem intelectual. Nunca menosprezar. É feio.
Posto isto Marianinha, serve o presente post para te ajudar a ver a luz. Já percebemos que ciência económica não é o teu forte. Discursos motivacionais também não, mas não serão esses o objecto da minha explicação.
Ora, tu dizes que não podemos ter vergonha de ir tirar dinheiro aos ricos. Em primeiro lugar, posso dizer-te que o Vale e Azevedo também não tinha vergonha nenhuma de o fazer, inclusivamente a clubes que já na altura não eram ricos, e acabou por ir parar à prisão. Até o tio Ricardo Salgado, está com uma pulseirinha... Entendes o que quero dizer? Sim, é crime. Roubo.
Mas tu queres fazê-lo pela via institucional, queres por o roubo na lei, não é? Percebo. Nesse aspecto foste mais inteligente do que aqueles dois.
Sendo assim, a explicação necessita de ter outro foco. Primeiro, tenho de te explicar o conceito de poupança: poupança é o remanescente monetário com que um indivíduo fica, após as deduções de impostos e consumo, ao seu rendimento. Temos ainda que o consumo já é tributado, ou seja, o indivíduo recebe um salário, ao qual deve retirar os respectivos impostos, sendo que tudo o que consumir com esse salário, também terá incidência de imposto (salvo as raras excepções das isenções de IVA previstas no código). Ora, a poupança, dizia eu, é o que sobra. Portanto, a parte do rendimento do indivíduo que também já foi tributada.
Percebes agora quando eu digo que o imposto que tu e os teus camaradas querem criar, é um imposto de dupla tributação?
Adiante.
Tu também dizes que vocês querem reduzir as desigualdades em Portugal. O problema, Marianinha, é que tu e os teus compinchas, querem nivelar tudo por baixo. Se não podem ser todos ricos, então serão todos pobres. Mais ou menos isto, não é?
Acontece Marianinha, que não há bem estar social (que é medido pelo teu desconhecido IDH- Índice de Desenvolvimento Humano), sem crescimento económico. Eu bem sei que a palavra crescimento te assusta se não estiver ligada com impostos, eu compreendo, são conceitos muito assustadores, mas imagina tu que até há uma cadeira na faculdade, que se chama precisamente crescimento económico. É de revirar o estômago.
Dizia-te eu, que sem crescimento económico, não existe rendimento para se redistribuir. A melhor maneira de se acabar com os pobres e com a desigualdade, é através do crescimento sustentado de uma economia, libertando-a das suas atrofias. Livrando-a do assustador mecanismo estatal. Libertando as suas amarras.
Como é que se consegue crescimento económico, perguntas tu? Lembras-te do conceito de poupança que te expliquei há pouco? Pois é... A poupança é um dos mecanismos do crescimento, pois sem ela (individual ou estatal), não existe investimento (privado ou público), e portanto, não é possível investir no que se acredita que é o grande motor do crescimento das economias, que é o capital humano.
Adicionalmente, temos a questão do excesso de tributação numa economia. Sabes, Marianinha, em todas as economias existe um tecto máximo de tributação que as mesmas estão disponíveis para acomodar, e, segundo estudos da OCDE, a economia portuguesa é uma das que mais tributação tem.
Portanto, é convicção de muitos analistas, que já ultrapassámos esse tecto, e o que acontece com a introdução de mais tributação, é que a economia passa a ser ainda menos eficiente, e a tributação não dará origem a mais receita. Ainda não te passou pela cabeça que os mais ricos conseguirão fugir a este imposto? Não percebes que grande parte dos riquíssimos, a cujo dinheiro queres deitar a mão, estão protegidos de sangue sugas como tu e o teu pai? Quem sobra? Nós, os que não podem fugir. Aqueles que tu achas que são ricos mas na verdade não são. A classe média que queres ajudar a exterminar.
Além disso Marianinha, se deres os sinais errados para os mercados, para as pessoas e para as empresas, sabes o que vai acontecer aos investimentos? Pois é, vão diminuir. Já estão a diminuir. As nossas exportações já não estão a crescer ao mesmo ritmo...
Eu penso que já te dei uma ajudinha para começar a perceber o que é isto de economia, crescimento, etc. Posso continuar a ajudar-te, mas aí as aulas já serão pagas, que eu não cresci numa herdade no Alentejo. Vai pela sombra Marianinha. Não tens de agradecer, sempre às ordens.
Sonho de manhã de segunda-feira
O despertador toca e eu não tenho de me levantar. Posso ficar na cama até à hora que me apetecer, não tenho horas, nem obrigações. Não tenho de vestir um fato, nem tenho de enfrentar o trânsito matinal.
Mas mais do que tudo isso, seria não ter de levar com o cheiro muito pouco agradável do meu vizinho no elevador. Mas quem é que usa roupa da Massimo Dutti e cheira mal logo pela manhã?? Simplesmente não combina! É que depois não é um cheiro a suor, é um cheiro estranho mas extremamente desagradável.
Enquanto me recomponho e tento não vomitar a sandocha de fiambre que já enfardei, digo um "bom dia", e rezo para que o elevador não avarie.
É que o galão já está aqui a dar voltas no meu estômago, mas entretanto o vizinho sai no piso 0, graças a Deus nosso senhor.
Vou para o carro e penso em todas aquelas pessoas cheias de sorte, cujos encontros matinais incluem um gentleman perfumado, qual anúncio da Hugo Boss. Mas sou eu. A Bomboca. O Nuno Markl da blogosfera.
Com sorte ainda encontro este amigo no regresso a casa.
#soesperoquenao
domingo, 25 de setembro de 2016
Expliquem-me lá como se eu fosse muito burrinha
porque é que há pessoas que se exaltam com outras, tendo apenas em conta as preferências relativamente a smartphones? Descobri que há pessoas que levam mesmo a peito a escolha entre Samsung e iPhone, por exemplo. É quase como a rivalidade entre clubes!
Menos minha gente, muito menos.
Menos minha gente, muito menos.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
O quê? A outra jovem está grávida??
Não era a jovem que não gosta de crianças e nunca ia ter filhos? Ahaha tãooo bom.
Vá pronto, já sabemos que a anterior tentativa foi frustrada...
Vamos tentar outra vez, sim?
Sabem o que não ajudou? O meu pc pessoal ter pifado.
É daquelas coisas que não dão jeito, visto que não me entendo minimamente com o blogger no telemóvel.
Bem, que vos posso dizer?
Ora, tive umas férias ÓPTIMAS!!! :D
Se descansei? Nadinha. Estive o tempo todo com o meu bebé, e como devem imaginar, um bebé de 16 meses não dá tréguas. Já corre, o sacaninha. Quando está cansado pede colo. Está demais.
Mas foi tão, tão bom... Parece que recuperei uma quantidade de dias "perdidos", em que não estive tanto tempo com ele.
Se dormi muito?
Também não. Os bebés são fãs de acordar cedo, e eu sou fã de me deitar tarde em férias, pois é quando posso finalmente aproveitar para ver séries, filmes, ler.
Portanto, também não.
Mas voltei ao trabalho a meio de Setembro e sinto-me outra. Ter sido promovida também ajuda, claro. Mas estava a precisar urgentemente de parar. De respirar. De viver o meu bebé. De tempo só para nós. E portanto não li blogs nenhuns, não sei de polémicas nenhumas, nada de nada.
Ando com vontade de escrever.
Vamos lá ver.
Sabem o que não ajudou? O meu pc pessoal ter pifado.
É daquelas coisas que não dão jeito, visto que não me entendo minimamente com o blogger no telemóvel.
Bem, que vos posso dizer?
Ora, tive umas férias ÓPTIMAS!!! :D
Se descansei? Nadinha. Estive o tempo todo com o meu bebé, e como devem imaginar, um bebé de 16 meses não dá tréguas. Já corre, o sacaninha. Quando está cansado pede colo. Está demais.
Mas foi tão, tão bom... Parece que recuperei uma quantidade de dias "perdidos", em que não estive tanto tempo com ele.
Se dormi muito?
Também não. Os bebés são fãs de acordar cedo, e eu sou fã de me deitar tarde em férias, pois é quando posso finalmente aproveitar para ver séries, filmes, ler.
Portanto, também não.
Mas voltei ao trabalho a meio de Setembro e sinto-me outra. Ter sido promovida também ajuda, claro. Mas estava a precisar urgentemente de parar. De respirar. De viver o meu bebé. De tempo só para nós. E portanto não li blogs nenhuns, não sei de polémicas nenhumas, nada de nada.
Ando com vontade de escrever.
Vamos lá ver.
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