terça-feira, 30 de setembro de 2014
Dos problemas dos homens
Esquecerem-se de que já não têm 20, 30 ou mesmo 40 anos, quando se atiram a miúdas de 20 anos.
Momento Marilyn Monroe
Então estava eu hoje, feliz da vida com um vestidinho de roda cinza, que gosto mesmo de me ver com ele, a chegar a casa. Estava a chegar do trabalho e tinha ido à padaria comprar pão. Enquanto com uma mão abria a porta do prédio e com a outra segurava no pão, uma rajada mais forte de vento resolveu dar-se naquele preciso momento e... Vocês já estão a ver o que aconteceu, não já? Exactamente isso, o meu vestido subiu todo, não deixando nada à imaginação aos diversos transeuntes que passavam. Digo-vos, se houvesse um buraco no chão, era para onde eu queria ter ido. Tive tanta, mas tanta vergonha... Nem vos conto.
Não estava vento nenhum e, logo naquele momento, teve de vir uma rajada forte deixando-me completamente às aranhas. Enfim, é daquelas coisas que me acontecem seu eu perceber muito bem como.
Foi o meu momento Marilyn Monroe, mas sem 1/10 da graciosidade e do à vontade da actriz.
Não estava vento nenhum e, logo naquele momento, teve de vir uma rajada forte deixando-me completamente às aranhas. Enfim, é daquelas coisas que me acontecem seu eu perceber muito bem como.
Foi o meu momento Marilyn Monroe, mas sem 1/10 da graciosidade e do à vontade da actriz.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Estou a falhar!
Mas acho que agora já estamos a voltar ao normal.
Pois bem que a semana passada foi boa, mas muito intensa. Não tive mesmo oportunidade de vir cá.
Esta semana, retomamos o normal... Penso eu!
Pois bem que a semana passada foi boa, mas muito intensa. Não tive mesmo oportunidade de vir cá.
Esta semana, retomamos o normal... Penso eu!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Novo dia, nova empresa, nova vida
Amanhã vai ser o novo dia de uma nova vida.
Novos colegas, novas regras, novos programas. Adaptar-me depressa em pouco tempo. Faz parte.
Só espero que corra bem :)
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Num shopping perto de si
Ontem, foi a loucura da abertura da Primark no Norteshopping. Houve de tudo. Desde pessoas que se emocionaram, a pessoas que foram para lá às 8h30 da manhã.
Deixo-vos o vídeo porque isto é coisa que vale mesmo a pena ver. Nada que eu possa dizer, pode superar este vídeo:
http://www.jn.pt/live/Atualidade/default.aspx?content_id=4127622
Entretanto, hoje pude assistir ao desfile de 2 espécimes num centro comercial da cidade, de tal forma bem vestidos que eu tive de me segurar para não lhes tirar uma foto. Acompanhem a imagem:
- Senhoras com os seus 50 anos, uma com uma camisa e uma saia curtíssima que deixava ver as nádegas e respectivo fio dental. Sandálias de tacão grosso e de material transparente. A outra, envergava umas leggins justíssimas, claras, com cuequinha de fio dental preta, e um top com um decote capaz de fazer corar a Ana Malhoa. O calçado também consistia em sandálias com tiras de material transparente e cheio de brilhantes.
Ora digam lá, perante o exposto, se não é maravilhoso ir a centros comerciais? Eu adoro. Dá material para inúmeros posts, e sempre me eleva a auto-estima.
Deixo-vos o vídeo porque isto é coisa que vale mesmo a pena ver. Nada que eu possa dizer, pode superar este vídeo:
http://www.jn.pt/live/Atualidade/default.aspx?content_id=4127622
Entretanto, hoje pude assistir ao desfile de 2 espécimes num centro comercial da cidade, de tal forma bem vestidos que eu tive de me segurar para não lhes tirar uma foto. Acompanhem a imagem:
- Senhoras com os seus 50 anos, uma com uma camisa e uma saia curtíssima que deixava ver as nádegas e respectivo fio dental. Sandálias de tacão grosso e de material transparente. A outra, envergava umas leggins justíssimas, claras, com cuequinha de fio dental preta, e um top com um decote capaz de fazer corar a Ana Malhoa. O calçado também consistia em sandálias com tiras de material transparente e cheio de brilhantes.
Ora digam lá, perante o exposto, se não é maravilhoso ir a centros comerciais? Eu adoro. Dá material para inúmeros posts, e sempre me eleva a auto-estima.
Dos anúncios que dá vontade de ir a correr responder
Admite-se funcionária para empresa de contabilidades na Trofa
Condições:
- Viver zona da Trofa
- Idade entre 18 e 23 anos
- Boa presença
- Interesse em aprender
Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/2161251/admite-se-funcionaria-para-empresa-de-contabilidades-e-auditoria-na-trofa/#.VBllr_ldWSo#ixzz3DanRTn2S
www.net-empregos.com - O maior site português de ofertas de emprego
Eu não sei o que é "contabilidades" mas quero muito saber. Pena já não me enquadrar na faixa etária exigida, nem residir na Trofa, nem ter "boa presença". Uma chatice.
Condições:
- Viver zona da Trofa
- Idade entre 18 e 23 anos
- Boa presença
- Interesse em aprender
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Eu não sei o que é "contabilidades" mas quero muito saber. Pena já não me enquadrar na faixa etária exigida, nem residir na Trofa, nem ter "boa presença". Uma chatice.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Não saber perder
Eu não tenho um feitio muito fácil, admito. Detesto perder. Seja a valer, seja a feijões. No entanto, esforço-me por transparecer o menos possível, e tento ser cordial na vitória e na derrota. Sobretudo e principalmente no campo profissional. No meu ex ex emprego, existiam pessoas que, a meu ver, não sabiam estar nos dois lados da barricada. Nem eram bons perdedores, nem bons vencedores.
Este ano, iriam existir promoções nessa empresa. Em princípio, eu iria ser das pessoas a ser promovida, não fosse o facto de ter saído para o pior emprego que tive na vida, mas que na altura me venderam como sendo a coisa mais incrível de sempre. Ora, dizia eu que sempre existiram as tais promoções, mas existiam 5 lugares para 8 pessoas. Ou seja, alguém teve, necessariamente, de ficar de fora.
Uma das pessoas que ficou de fora é uma pessoa com a qual realmente não simpatizo, é das tais que não sabe ganhar nem perder. Sei que não é má a nível profissional, mas em termos de carácter deixa algo a desejar. Disse-me uma das pessoas que foi promovida, que essa pessoa, em vez de lhe dar os parabéns como todas as outras o fizeram, disse-lhe que não merecia a promoção, e que esperava que lhe corresse mal. Achei de uma infelicidade atroz.
Podem existir rivalidades, claro que sim, desde que saudáveis. Pode existir um clima desejado de exigência e de luta por promoções. Tudo isso é desejável. Somos todos adultos e temos de perceber que estamos num mundo extremamente competitivo, e que nem sempre existe justiça nas promoções, que muitas vezes todos mereciam ser promovidos, mas a meu ver, esta atitude denota mais uma vez falha de carácter.
Eu repito: Eu não gosto de perder. Iria ficar muito aborrecida se ainda estivesse na tal empresa e não fosse promovida. Mas daí a desejar insucesso profissional aos meus colegas que ainda por cima são bons profissionais, isso nunca.
Espanta-me como algumas pessoas conseguem subverter completamente os valores que deveriam ser-nos comuns.
Este ano, iriam existir promoções nessa empresa. Em princípio, eu iria ser das pessoas a ser promovida, não fosse o facto de ter saído para o pior emprego que tive na vida, mas que na altura me venderam como sendo a coisa mais incrível de sempre. Ora, dizia eu que sempre existiram as tais promoções, mas existiam 5 lugares para 8 pessoas. Ou seja, alguém teve, necessariamente, de ficar de fora.
Uma das pessoas que ficou de fora é uma pessoa com a qual realmente não simpatizo, é das tais que não sabe ganhar nem perder. Sei que não é má a nível profissional, mas em termos de carácter deixa algo a desejar. Disse-me uma das pessoas que foi promovida, que essa pessoa, em vez de lhe dar os parabéns como todas as outras o fizeram, disse-lhe que não merecia a promoção, e que esperava que lhe corresse mal. Achei de uma infelicidade atroz.
Podem existir rivalidades, claro que sim, desde que saudáveis. Pode existir um clima desejado de exigência e de luta por promoções. Tudo isso é desejável. Somos todos adultos e temos de perceber que estamos num mundo extremamente competitivo, e que nem sempre existe justiça nas promoções, que muitas vezes todos mereciam ser promovidos, mas a meu ver, esta atitude denota mais uma vez falha de carácter.
Eu repito: Eu não gosto de perder. Iria ficar muito aborrecida se ainda estivesse na tal empresa e não fosse promovida. Mas daí a desejar insucesso profissional aos meus colegas que ainda por cima são bons profissionais, isso nunca.
Espanta-me como algumas pessoas conseguem subverter completamente os valores que deveriam ser-nos comuns.
Não há fome que não dê em fartura
Pois que esta semana tive mais duas propostas de emprego.
De uma situação em que estava desesperada por um novo emprego, passei rapidamente para uma em que posso escolher para onde quero ir trabalhar.
Bolas, que isto não é fácil!
Eu já escolhi, só espero é ter escolhido bem.
Wish me luck...
De uma situação em que estava desesperada por um novo emprego, passei rapidamente para uma em que posso escolher para onde quero ir trabalhar.
Bolas, que isto não é fácil!
Eu já escolhi, só espero é ter escolhido bem.
Wish me luck...
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Não, não têm assim tanto tempo quanto isso
A falta de informação grassa por aí fora e há uma em particular que me faz muita confusão. Diz respeito ao facto de algumas mulheres acharem que têm todo o tempo do mundo para terem filhos. Podem ter. Mas na maior parte dos casos não têm. E as pessoas dizem isso antes de se informarem convenientemente, antes de lerem e estudarem sobre o assunto.
Eu li bastante e digo-vos que a fertilidade de uma mulher começa a cair a pique após os 25 anos. Sim, leram bem. E depois, há ainda a ter em atenção que o período fértil varia de mulher para mulher, ou seja, há mulheres que ainda são férteis aos 33 anos, por exemplo, mas outras poderão já não o ser. Penso que a sociedade em geral e sobretudo as mulheres, andam muito enganadas sobre este aspecto. Pensamos que a culpa da infertilidade é das comidas que comemos, da vida sedentária que levamos e sim, pode ser também, entre outras coisas, mas é sobretudo do facto de adiarmos cada vez mais a maternidade. É um erro pensar que se é tão fértil aos 35 quanto aos 25.
Eu li muito sobre este assunto para poder tomar uma decisão consciente e para pensar sobre o que fazer devido ao meu problema de saúde. Mas a maior parte das pessoas não lê, não sabe.
Só isso explica vários testemunhos que vou ouvindo de mulheres que me são próximas, que, com os seus 31, 32, 33 anos e por aí, dizem que só querem ter filhos daqui a 3, 4 ou 5 anos. Eu espero sinceramente, do fundo do meu coração, que quando chegar à altura elas consigam, no entanto, sei que poderão não conseguir, pelo menos não facilmente. É esse o problema, as pessoas pensam que é tão fácil engravidar quanto é fácil evitar uma gravidez. Não, não é. Para engravidar, não basta que uma mulher deixe de tomar a pílula ou qualquer outro contraceptivo. Um casal poderá ser perfeitamente saudável e compatível, ter relações nos dias certos, e mesmo assim demorar meses ou até anos para engravidar. Confiem em mim, conheço alguns casos.
Para já nem falar naquelas pessoas que têm problemas de fertilidade e os desconhecem por completo.
Conheço alguns casos de mulheres que adiaram a maternidade e hoje, já perto dos 40 e sem filhos, estão tremendamente arrependidas. Ou porque a carreira estava em primeiro lugar, ou porque financeiramente ainda não era o momento, ou porque... Enfim, qualquer outra razão. Começaram a tentar com 35 anos e hoje, umas com 39 e outras com 40, não têm filhos e sentem-se desesperadas.
Choca-me particularmente o caso de uma pessoa que conheço, que começou a tentar ter o primeiro filho com 37 anos. Após um ano de tentativas frustradas, descobriu numa consulta médica que nunca poderia ter filhos porque o seu período fértil há muito tinha acabado. Nem com tratamentos de FIV. Hoje, ela está tremendamente arrependida de não ter começado a tentar quando estava a virar a casa dos 30.
Claro que me podem argumentar com outras histórias de mulheres que foram bem sucedidas com idade algo avançada. Claro que sim, eu própria conheço algumas. Mas são casos diminutos. Sobretudo no que diz respeito a uma primeira gravidez.
Não defendo que se deva ter filhos sem estarem reunidas determinadas condições. Nunca defenderia isso. Defendo sim, que devemos deixar de adiar as coisas para "o momento certo", porque esse momento poderá nunca chegar, se a nossa vontade for realmente essa. Defendo que devemos ter consciência das nossas opções e tomar as rédeas do conhecimento, ter todas as cartas em cima da mesa, para que possamos tomar decisões das quais não nos arrependamos depois.
Não, nem sempre temos assim tanto tempo quanto isso.
Eu li bastante e digo-vos que a fertilidade de uma mulher começa a cair a pique após os 25 anos. Sim, leram bem. E depois, há ainda a ter em atenção que o período fértil varia de mulher para mulher, ou seja, há mulheres que ainda são férteis aos 33 anos, por exemplo, mas outras poderão já não o ser. Penso que a sociedade em geral e sobretudo as mulheres, andam muito enganadas sobre este aspecto. Pensamos que a culpa da infertilidade é das comidas que comemos, da vida sedentária que levamos e sim, pode ser também, entre outras coisas, mas é sobretudo do facto de adiarmos cada vez mais a maternidade. É um erro pensar que se é tão fértil aos 35 quanto aos 25.
Eu li muito sobre este assunto para poder tomar uma decisão consciente e para pensar sobre o que fazer devido ao meu problema de saúde. Mas a maior parte das pessoas não lê, não sabe.
Só isso explica vários testemunhos que vou ouvindo de mulheres que me são próximas, que, com os seus 31, 32, 33 anos e por aí, dizem que só querem ter filhos daqui a 3, 4 ou 5 anos. Eu espero sinceramente, do fundo do meu coração, que quando chegar à altura elas consigam, no entanto, sei que poderão não conseguir, pelo menos não facilmente. É esse o problema, as pessoas pensam que é tão fácil engravidar quanto é fácil evitar uma gravidez. Não, não é. Para engravidar, não basta que uma mulher deixe de tomar a pílula ou qualquer outro contraceptivo. Um casal poderá ser perfeitamente saudável e compatível, ter relações nos dias certos, e mesmo assim demorar meses ou até anos para engravidar. Confiem em mim, conheço alguns casos.
Para já nem falar naquelas pessoas que têm problemas de fertilidade e os desconhecem por completo.
Conheço alguns casos de mulheres que adiaram a maternidade e hoje, já perto dos 40 e sem filhos, estão tremendamente arrependidas. Ou porque a carreira estava em primeiro lugar, ou porque financeiramente ainda não era o momento, ou porque... Enfim, qualquer outra razão. Começaram a tentar com 35 anos e hoje, umas com 39 e outras com 40, não têm filhos e sentem-se desesperadas.
Choca-me particularmente o caso de uma pessoa que conheço, que começou a tentar ter o primeiro filho com 37 anos. Após um ano de tentativas frustradas, descobriu numa consulta médica que nunca poderia ter filhos porque o seu período fértil há muito tinha acabado. Nem com tratamentos de FIV. Hoje, ela está tremendamente arrependida de não ter começado a tentar quando estava a virar a casa dos 30.
Claro que me podem argumentar com outras histórias de mulheres que foram bem sucedidas com idade algo avançada. Claro que sim, eu própria conheço algumas. Mas são casos diminutos. Sobretudo no que diz respeito a uma primeira gravidez.
Não defendo que se deva ter filhos sem estarem reunidas determinadas condições. Nunca defenderia isso. Defendo sim, que devemos deixar de adiar as coisas para "o momento certo", porque esse momento poderá nunca chegar, se a nossa vontade for realmente essa. Defendo que devemos ter consciência das nossas opções e tomar as rédeas do conhecimento, ter todas as cartas em cima da mesa, para que possamos tomar decisões das quais não nos arrependamos depois.
Não, nem sempre temos assim tanto tempo quanto isso.
Coisas que me tiram do sério
- Pessoas que, às 8h30 da manhã já cheiram a suor que tolhe. Eu compreendo certas pessoas que, devido à sua actividade profissional, no final do dia ostentam um cheiro a suor intenso. Mas gente a cheirar a cavalo antes das 9h da manhã, não consigo compreender. Hoje apanhei o elevador com um senhor com essa categoria de cheiro, e quase vomitava o pequeno-almoço.
E não, o senhor não vinha de trabalhar, saía de casa para IR trabalhar.
- Pessoas que deitam lixo para o chão. Enquanto esta gentinha não perceber que o ambiente é de todos, e deitar lixo para o chão é poluir, é falta de civismo, de educação e de tudo o resto, não creio que seja possível alterar este flagelo.
- Gente que acha que pode passar à frente das outras pessoas nas filas. Fico cega. Cega.
- Pessoas que me telefonam e perguntam com quem estão a falar.
E tantas outras coisas, mas agora foi isto.
E não, o senhor não vinha de trabalhar, saía de casa para IR trabalhar.
- Pessoas que deitam lixo para o chão. Enquanto esta gentinha não perceber que o ambiente é de todos, e deitar lixo para o chão é poluir, é falta de civismo, de educação e de tudo o resto, não creio que seja possível alterar este flagelo.
- Gente que acha que pode passar à frente das outras pessoas nas filas. Fico cega. Cega.
- Pessoas que me telefonam e perguntam com quem estão a falar.
E tantas outras coisas, mas agora foi isto.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
I'm leaving you for the last time, baby
Até nunca mais! Lágrimas, só se for de felicidade!
Ahahahahaha!
O meu gato parece um cão
O meu querido gato é um cão autêntico. Vai comigo para todo o lado. Se vou à casa de banho, ele vem atrás, se vou à cozinha, ao quarto, etc. etc. Lá vem ele todo lampeiro.
Aí há uns dias estive doente, nada de grave, mas estava mais indisposta e passei a manhã na cama. Pois que sua excelência não saiu da minha beira nem um bocadinho. Uma vez, eu estava a chorar, e o senhor gato pulou-me para o colo, lambendo-me as mãos e olhando para mim como quem dizia "vai tudo correr bem".
Os gatos são um máximo.
Aí há uns dias estive doente, nada de grave, mas estava mais indisposta e passei a manhã na cama. Pois que sua excelência não saiu da minha beira nem um bocadinho. Uma vez, eu estava a chorar, e o senhor gato pulou-me para o colo, lambendo-me as mãos e olhando para mim como quem dizia "vai tudo correr bem".
Os gatos são um máximo.
Por aqui, sem surpresas
No meu último dia, sim, último, querido patrão continua a pedir-me coisas absurdas.
Desta vez, queria que lhe encontrasse uma lavandaria perto de casa que lavasse, passasse a ferro e fosse entregar a roupa dele a casa. E eu penso que sim senhor, ao menos não me pediu a mim para fazer isso, se bem que agora pensando melhor, seria uma óptima oportunidade para o mandar dar uma volta ao bilhar grande, ou apanhar couves no inverno, ou outros locais igualmente interessantes de visitar.
A norte, nada de novo, portanto.
Desta vez, queria que lhe encontrasse uma lavandaria perto de casa que lavasse, passasse a ferro e fosse entregar a roupa dele a casa. E eu penso que sim senhor, ao menos não me pediu a mim para fazer isso, se bem que agora pensando melhor, seria uma óptima oportunidade para o mandar dar uma volta ao bilhar grande, ou apanhar couves no inverno, ou outros locais igualmente interessantes de visitar.
A norte, nada de novo, portanto.
Nota sobre o post em que falo das faculdades privadas
Eu quero pedir desculpa e esclarecer aqui neste blog quem se sentiu mal e visado pela forma como falei das faculdades privadas. Há privadas e privadas. As que falo, são privadas onde, para um curso de enfermagem, a pessoa em questão entrou com a nota obtida no exame de português, quando as faculdades públicas pedem todas Biologia (e outras cadeiras, suponho). Estou a falar de privadas que não honram o estatuto de faculdade. Privadas onde, como eu já tive conhecimento de alguns casos, outros alunos fazem-se passar por alunos num exame, a troco de dinheiro (coisa que pode acontecer nas públicas, mas honestamente nunca tive conhecimento de tal).
Falo dessas.
A todas as outras instituições e respectivos alunos, as minhas desculpas, pois não quis colocar tudo no mesmo saco.
Falo dessas.
A todas as outras instituições e respectivos alunos, as minhas desculpas, pois não quis colocar tudo no mesmo saco.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Das candidaturas ao ensino superior
Há dez anos (sim, DEZ), era eu que esperava ansiosamente na fila da minha nova faculdade para nela me inscrever, sem saber exactamente o que esperar. Tinha a certeza que tinha escolhido o curso certo. Hoje, não tenho essa certeza. A verdade é que aos 15 anos, a maior parte de nós não tem a maturidade/discernimento para escolher uma área de estudos que irá condicionar toda a sua vida dali em diante. Penso que as cadeiras fundamentais, aquelas que dão para tudo, deveriam manter-se, e depois o aluno ia adicionando cadeiras ao seu percurso escolar, conforme a área que o motivasse mais. Bem, mas isso são outros quinhentos.
Para além do já referido facto de o número de concorrentes à casa dos segredos ultrapassar o número de candidatos ao ensino superior (o que me deixa consternada), o que também não consigo compreender é a manutenção de um sem número absurdo de vagas para cursos que não demonstram níveis elevados de empregabilidade a médio e longo prazo. Conheci há dias duas raparigas que entraram em duas faculdades distintas aqui do Porto, duas privadecas, para cursos que, a meu ver, não lhes irão trazer grandes benefícios futuros, ou emprego na área. Está certo que muitos cursos não garantem qualquer emprego na área. Mas a meu ver, as faculdades privadas não deveriam poder abrir cursos que já existem com excesso de vagas no público. E depois os pais, os pais dessas meninas deixaram-me com a perfeita imagem da falta de exigência que muitas vezes abunda na geração a que as mesmas pertencem, pois diziam os pais que elas bem tentaram entrar na faculdade pública, mas a média era muito alta e por isso não conseguiram, coitadinhas, vão para a privada. Perguntei pela média (cuja prova de acesso, refira-se, é português), e recebi a resposta de que era de 14, coisa nunca antes vista, o ano passado era de 13, este ano subiu muito etc etc. Ora... as meninas em questão tinham médias de 11 e 12! Ou seja, a menos que a média descesse abruptamente, nunca iriam entrar na faculdade pública. 14 minha gente! Aquelas famílias acreditam que 14 é uma média alta! Poupem-me!
É isto, é a cultura da fraca exigência, do estudar para passar. Lembro-me que na minha turma, a média mais baixa pertencia a uma rapariga que terminou o secundário com 13, e conseguiu entrar na área de estudos que pretendia, na faculdade pública. O curso a que ela se candidatou era consecutivamente marcado por notas de entrada a rondar os 11 valores. Ela não precisava de mais. Claro que algo poderia ter corrido mal, mas felizmente para ela, não. Agora, saber que se precisa de, no mínimo 13, e se tem médias de 11 e 12, parece-me absurdo e denota uma fraca cultura de exigência, de querer ser e fazer melhor. E porquê? Porque estes meninos têm sempre as faculdades privadecas para onde podem entrar com médias deploráveis, e com exames de acesso de nota negativa.
Esta cultura do estudar para passar, do escolher um curso porque é "giro" (como uma delas disse), da total falta de exigência, dá comigo em doida.
Nem todos podemos e devemos ser doutores. Mas todos podemos e devemos aplicar-nos naquilo que escolhemos como profissão, e naquilo que verdadeiramente gostamos de fazer.
Mesmo nesses casos, o que vejo por aí é muita complacência, desleixo.
Para além do já referido facto de o número de concorrentes à casa dos segredos ultrapassar o número de candidatos ao ensino superior (o que me deixa consternada), o que também não consigo compreender é a manutenção de um sem número absurdo de vagas para cursos que não demonstram níveis elevados de empregabilidade a médio e longo prazo. Conheci há dias duas raparigas que entraram em duas faculdades distintas aqui do Porto, duas privadecas, para cursos que, a meu ver, não lhes irão trazer grandes benefícios futuros, ou emprego na área. Está certo que muitos cursos não garantem qualquer emprego na área. Mas a meu ver, as faculdades privadas não deveriam poder abrir cursos que já existem com excesso de vagas no público. E depois os pais, os pais dessas meninas deixaram-me com a perfeita imagem da falta de exigência que muitas vezes abunda na geração a que as mesmas pertencem, pois diziam os pais que elas bem tentaram entrar na faculdade pública, mas a média era muito alta e por isso não conseguiram, coitadinhas, vão para a privada. Perguntei pela média (cuja prova de acesso, refira-se, é português), e recebi a resposta de que era de 14, coisa nunca antes vista, o ano passado era de 13, este ano subiu muito etc etc. Ora... as meninas em questão tinham médias de 11 e 12! Ou seja, a menos que a média descesse abruptamente, nunca iriam entrar na faculdade pública. 14 minha gente! Aquelas famílias acreditam que 14 é uma média alta! Poupem-me!
É isto, é a cultura da fraca exigência, do estudar para passar. Lembro-me que na minha turma, a média mais baixa pertencia a uma rapariga que terminou o secundário com 13, e conseguiu entrar na área de estudos que pretendia, na faculdade pública. O curso a que ela se candidatou era consecutivamente marcado por notas de entrada a rondar os 11 valores. Ela não precisava de mais. Claro que algo poderia ter corrido mal, mas felizmente para ela, não. Agora, saber que se precisa de, no mínimo 13, e se tem médias de 11 e 12, parece-me absurdo e denota uma fraca cultura de exigência, de querer ser e fazer melhor. E porquê? Porque estes meninos têm sempre as faculdades privadecas para onde podem entrar com médias deploráveis, e com exames de acesso de nota negativa.
Esta cultura do estudar para passar, do escolher um curso porque é "giro" (como uma delas disse), da total falta de exigência, dá comigo em doida.
Nem todos podemos e devemos ser doutores. Mas todos podemos e devemos aplicar-nos naquilo que escolhemos como profissão, e naquilo que verdadeiramente gostamos de fazer.
Mesmo nesses casos, o que vejo por aí é muita complacência, desleixo.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Decidi que vou contar, o que tiver de ser será
Pensei em não contar por "olho gordo", como alguém até referiu nos comentários, ou porque poderia "dar azar". Mas sei lá, acho que o que tiver de ser será e por isso vou contar:
Vou mudar de emprego!!! :D
Finalmente tive uma proposta! Não irá ser nenhum emprego de sonho, mas penso que será melhor do que o actual. Já estou a dar o tempo à casa e a desejar que os dias passem depressa! E pronto, é esta a minha novidade!
Estou feliz, entusiasmada, creio que será uma nova era e só espero que me traga mais prosperidade e realização profissional do que a anterior.
Vou mudar de emprego!!! :D
Finalmente tive uma proposta! Não irá ser nenhum emprego de sonho, mas penso que será melhor do que o actual. Já estou a dar o tempo à casa e a desejar que os dias passem depressa! E pronto, é esta a minha novidade!
Estou feliz, entusiasmada, creio que será uma nova era e só espero que me traga mais prosperidade e realização profissional do que a anterior.
Tenho aqui uma coisa para vos contar, mas até tenho medo que dê azar, tamanha a felicidade
Ai... Estou em pulgas para dizer, mas...
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Tão engraçado, tão engraçado o meu patrão!
Disse-lhe que precisava que fosse criado um fundo de caixa, para fazer face a despesas correntes, despesas do dia a dia como correios, pequenos materiais, etc. Disse-lhe com calma que, nem sempre tinha capacidade para adiantar o dinheiro à empresa, apesar de não duvidar que ele me pagaria logo de seguida (...). Disse isto e mais um ou outro argumento, tudo com muita calma e ponderação, que não sou mulher para me enervar assim com duas tretas. Diz o senhor que sim, que vai colocar dinheiro em caixa, e dito isto, o senhor começa a gozar comigo por eu lhe ter dito nem sempre podia adiantar o dinheiro à empresa, que tinha as minhas contas, e o senhor lá se ria "ah pois, as pessoas não sabem gerir o dinheiro e depois é isto, já não têm dinheiro a meio do mês, ahahaha, é incrível como andas sempre aflita de dinheiro, ahahah".
É isto.
Mas é ou não é ter uma lata de todo o tamanho? O que é isto?
É isto.
Mas é ou não é ter uma lata de todo o tamanho? O que é isto?
Primeiro jogo de qualificação para o Euro 2016, primeira derrota
Já há algum tempo que a selecção nacional não me entusiasma. Longe vão os tempos do Euro 2004 onde eu até chorei com a derrota na final. A selecção nacional está rodeada de incompetência, de compadrios, de amiguinhos. À semelhança do país, claro está.
Eu não acredito nestes jogadores e muito menos nesta equipa técnica. Creio que não deixam tudo em jogo, não há rigor, não há aspirações a melhorar e a dar o tudo por tudo.
O resultado de ontem foi completamente inadmissível. Estamos a falar da Albânia.
Enfim, enfim.
Eu não acredito nestes jogadores e muito menos nesta equipa técnica. Creio que não deixam tudo em jogo, não há rigor, não há aspirações a melhorar e a dar o tudo por tudo.
O resultado de ontem foi completamente inadmissível. Estamos a falar da Albânia.
Enfim, enfim.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Sou uma pessoa do ténis
Joguei ténis, há muitos anos atrás, não era propriamente uma craque mas safava-me bem, só que em Portugal, se os papás não patrocinarem, não dá em nada. E já todos sabemos que isso não aconteceu.
Mas dizia eu que gosto de ténis desde que me puseram uma raquete na mão. Foi paixão à primeira pancada.
Sigo os circuitos de ténis há muitos anos, sobretudo os Grand Slam. Sim, antes que perguntem, é claro que o meu jogador favorito de todos os tempos é o Roger Federer. A classe, o estilo, as soluções... o homem é uma lenda viva. Também gosto do Nadal, é claro, gosto do Agassi, do Sampras, do Murray... Mas Federer é Federer.
Bem, eu como ADORO o Federer, vejo os jogos dele sempre que posso, e então, aproveitei para ver o encontro dele com o Gael Monfils. O jogo foi absolutamente incrível e o Federer superou-se e conseguiu recuperar de 2 sets a zero, salvando também 2 match points. Mas para além da performance do meu ídolo, aquilo com que eu fiquei estupefacta foram os senhores da Eurosport a dizer a todo o tempo que o Roger já não é o que era, que já tem mais idade, que a idade não lhe dá a mesma frescura física, etc etc. Meus amigos, o Roger Federer é o Roger Federer. O jogador com mais títulos de sempre. É claro que ele já não está no auge da carreira! Mas isso é óbvio! Ele sabe, o treinador sabe, os fãns sabem. Contudo, não acho necessário estar sempre a repetir e de alguma forma retirar crédito ao jogador. É como uma pessoa que engorda e os outros estarem sempre a dizer-lhe que está mais gorda. É claro que a própria pessoa sabe disso. É escusado estarem sempre a repetir o mesmo.
Adiciono ainda que, infelizmente, creio que nunca conseguirei cumprir um dos meus sonhos, que era o de ver ao vivo uma final do Grand Slam disputada pelo Roger Fereder (e de preferência com a sua vitória!). O ténis é mesmo um desporto de elites, não dá para todos os bolsos.
Mas dizia eu que gosto de ténis desde que me puseram uma raquete na mão. Foi paixão à primeira pancada.
Sigo os circuitos de ténis há muitos anos, sobretudo os Grand Slam. Sim, antes que perguntem, é claro que o meu jogador favorito de todos os tempos é o Roger Federer. A classe, o estilo, as soluções... o homem é uma lenda viva. Também gosto do Nadal, é claro, gosto do Agassi, do Sampras, do Murray... Mas Federer é Federer.
Bem, eu como ADORO o Federer, vejo os jogos dele sempre que posso, e então, aproveitei para ver o encontro dele com o Gael Monfils. O jogo foi absolutamente incrível e o Federer superou-se e conseguiu recuperar de 2 sets a zero, salvando também 2 match points. Mas para além da performance do meu ídolo, aquilo com que eu fiquei estupefacta foram os senhores da Eurosport a dizer a todo o tempo que o Roger já não é o que era, que já tem mais idade, que a idade não lhe dá a mesma frescura física, etc etc. Meus amigos, o Roger Federer é o Roger Federer. O jogador com mais títulos de sempre. É claro que ele já não está no auge da carreira! Mas isso é óbvio! Ele sabe, o treinador sabe, os fãns sabem. Contudo, não acho necessário estar sempre a repetir e de alguma forma retirar crédito ao jogador. É como uma pessoa que engorda e os outros estarem sempre a dizer-lhe que está mais gorda. É claro que a própria pessoa sabe disso. É escusado estarem sempre a repetir o mesmo.
Adiciono ainda que, infelizmente, creio que nunca conseguirei cumprir um dos meus sonhos, que era o de ver ao vivo uma final do Grand Slam disputada pelo Roger Fereder (e de preferência com a sua vitória!). O ténis é mesmo um desporto de elites, não dá para todos os bolsos.
Meus queridos leitores, acho que vou poder respirar novamente
Tive há pouco a notícia de que algumas situações poderão estar a meu favor.
Mais novidades na segunda-feira...
Aguenta Bomboca!
Quero também aproveitar para agradecer a todos os meus leitores, acho que não há blog com melhores leitores do que os meus. Obrigada pela vossa força, apoio e carinho.
Estou numa agonia que nem vos digo
Enquanto continuo aqui neste emprego maravilhoso e não tenho notícias de novas oportunidades, sinto que o meu problema de saúde, aquele de que falei há uns tempos, está a piorar.
E eu sinto-me sem energia para enfrentar este emprego, este problema de saúde, tudo ao mesmo tempo, caramba, também às vezes é demais. Não me consigo afastar do problema de saúde devido às implicações físicas que me causa, e isso determina que não tenha a paciência ou sapiência necessárias para lidar com algumas situações frustrantes do meu dia a dia de trabalho.
Ainda agora vim de férias e já preciso de outras...
E eu sinto-me sem energia para enfrentar este emprego, este problema de saúde, tudo ao mesmo tempo, caramba, também às vezes é demais. Não me consigo afastar do problema de saúde devido às implicações físicas que me causa, e isso determina que não tenha a paciência ou sapiência necessárias para lidar com algumas situações frustrantes do meu dia a dia de trabalho.
Ainda agora vim de férias e já preciso de outras...
Sempre a pressa
Na era do digital, do imediato, do mais fácil, as pessoas têm cada vez menos paciência para esperar.
Eu contra mim falo, que sempre odiei esperar pelo que quer que fosse.
Mas mais do que não saber esperar, as pessoas não aproveitam o momento em que se encontram, sempre esperando o próximo momento, preocupadas com a próxima foto no Facebook ou Instagram. Deparo-me com pessoas que, perante uma ocasião, estão mais preocupadas em tirar a selfie perfeita, do que em viver a mesma. A experiência pela experiência.
É o que digo ao Bomboco quando estamos em algum lado e ele está a tirar muitas fotos. Digo-lhe sempre que não precisa de tantas fotos, se aproveitar e memorizar o que está a ver. Se assim o fizer, ficará para sempre guardado na sua mente.
Eu contra mim falo, que sempre odiei esperar pelo que quer que fosse.
Mas mais do que não saber esperar, as pessoas não aproveitam o momento em que se encontram, sempre esperando o próximo momento, preocupadas com a próxima foto no Facebook ou Instagram. Deparo-me com pessoas que, perante uma ocasião, estão mais preocupadas em tirar a selfie perfeita, do que em viver a mesma. A experiência pela experiência.
É o que digo ao Bomboco quando estamos em algum lado e ele está a tirar muitas fotos. Digo-lhe sempre que não precisa de tantas fotos, se aproveitar e memorizar o que está a ver. Se assim o fizer, ficará para sempre guardado na sua mente.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
As pessoas são um bicho engraçado
Lembram-se de uma pessoa que nem sequer me quis dar um email para eu enviar o meu curriculum?
Ligou-me hoje, a pedir-me ajuda num assunto sobre uma área na qual eu trabalhei e tenho algum conhecimento.
Como não ando bem disposta ultimamente, disse-lhe que consultoria faz-se pagar e bem.
A pessoa calou-se e disse que então ficava sem efeito.
Bem me parecia.
Ligou-me hoje, a pedir-me ajuda num assunto sobre uma área na qual eu trabalhei e tenho algum conhecimento.
Como não ando bem disposta ultimamente, disse-lhe que consultoria faz-se pagar e bem.
A pessoa calou-se e disse que então ficava sem efeito.
Bem me parecia.
Verdade Universal
Quando perdemos um autocarro porque o mesmo passou uns minutos antes da hora, é certinho que o seguinte passará depois da hora.
Sempre.
Sempre.
Se calhar o defeito é meu
Provavelmente é. Mas gostava de saber como conseguir motivar-me num emprego onde não recebo a tempo e horas, todos os meses é uma incógnita para saber quando irei receber e este não foge à regra, e onde só me pedem para fazer tarefas estúpidas e sem importância.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Um caco
É assim que me tenho sentido ultimamente, um caco, um farrapo. Não durmo em condições, tenho insónias e pesadelos, ando em constante ansiedade.
Isto de estar à espera de telefonemas de potenciais empregadores para decidir a minha vida é lixado. É um stress constante.
Claro que, escusado será dizer, algumas pessoas simplesmente sumiram-se, é tudo mais fácil os outros estão na mó de cima.
Eu nem sei dizer se as entrevistas me correm bem ou não, de tal é a minha baixa auto-confiança neste momento, que não consigo avaliar ou criar expectativas nesse sentido.
Faço os possíveis para continuar a ser uma pessoa bem disposta e de bem com a vida, apesar de às vezes me apetecer mandar tudo ao ar. Dou hoje valor, mais do que nunca, aquelas pessoas que passam uma vida a fazer algo que não gostam porque têm de pagar contas. Que estão num trabalho onde são desrespeitadas, espezinhadas, cujo valor nada lhes acrescenta. Sou uma dessas pessoas agora, e só eu sei o quanto me custa. Como eu disse numa entrevista a que fui ontem, apanhei um "banho de humildade". Não necessariamente porque anteriormente me considerava pouco humilde, mas sim porque não dei valor a algumas coisas no meu anterior emprego a que deveria ter dado e hoje vejo o quanto me fazem falta. Sim, receber a tempo e horas é uma das principais e antes era um mero dado adquirido. Sou hoje uma pessoa mais humilde do que fui, e se realmente as coisas acontecem por um motivo, então acho que retiro desta situação a minha lição para o futuro.
Mas por favor, que esta lição acabe depressa, que as dores de crescimento são mais fortes do que o esperado.
Isto de estar à espera de telefonemas de potenciais empregadores para decidir a minha vida é lixado. É um stress constante.
Claro que, escusado será dizer, algumas pessoas simplesmente sumiram-se, é tudo mais fácil os outros estão na mó de cima.
Eu nem sei dizer se as entrevistas me correm bem ou não, de tal é a minha baixa auto-confiança neste momento, que não consigo avaliar ou criar expectativas nesse sentido.
Faço os possíveis para continuar a ser uma pessoa bem disposta e de bem com a vida, apesar de às vezes me apetecer mandar tudo ao ar. Dou hoje valor, mais do que nunca, aquelas pessoas que passam uma vida a fazer algo que não gostam porque têm de pagar contas. Que estão num trabalho onde são desrespeitadas, espezinhadas, cujo valor nada lhes acrescenta. Sou uma dessas pessoas agora, e só eu sei o quanto me custa. Como eu disse numa entrevista a que fui ontem, apanhei um "banho de humildade". Não necessariamente porque anteriormente me considerava pouco humilde, mas sim porque não dei valor a algumas coisas no meu anterior emprego a que deveria ter dado e hoje vejo o quanto me fazem falta. Sim, receber a tempo e horas é uma das principais e antes era um mero dado adquirido. Sou hoje uma pessoa mais humilde do que fui, e se realmente as coisas acontecem por um motivo, então acho que retiro desta situação a minha lição para o futuro.
Mas por favor, que esta lição acabe depressa, que as dores de crescimento são mais fortes do que o esperado.
Ahhhhh, o regresso ao trabalho!
As obras que ainda não acabaram, coisas para arrumar, 60 emails para dar seguimento, barulhos de martelos o dia todo, hmmmmm! Que maravilha!
Ou então não.
O mais engraçado é perceber que ninguém a não ser os trolhas, veio ao escritório na minha ausência... E não, não estavam de férias, só eu é que estava.
Que bom. É tão bom regressar! Ou então não.
Ou então não.
O mais engraçado é perceber que ninguém a não ser os trolhas, veio ao escritório na minha ausência... E não, não estavam de férias, só eu é que estava.
Que bom. É tão bom regressar! Ou então não.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Merda de mundo injusto pá
Ando eu em entrevistas a ver se mudo de emprego, só hoje foram duas, cada uma mais difícil do que outra. Os entrevistadores foram duros, fizeram o seu papel, e eu respondi o melhor que pude.
E uma pessoa vem embora, sem saber se fica ou não, se realmente vai ter um feedback tal e qual lhe prometeram, a repetir mentalmente tudo o que foi perguntado e respectivamente respondido, procurando falhas e onde se poderia ter feito melhor.
E depois uma pessoa vem a saber que a vaga de uma outra entrevista que ocorreu há uns tempos, afinal foi para uma sobrinha do administrador, claro está, se a rapariga é ou não boa profissional, não sei, só sei que eu tenho mais de 3 anos de experiência na área e ela tem 6 meses, e estas merdas deixam-me a cabeça em água, mas a rapariga com 6 meses de experiência deve ter skills de suma importância que eu claramente não evidenciei na entrevista. É esquecer e bola para a frente, que remédio, visto que depois também me lembro dos outros dois pobres coitados que, como eu, estavam à espera da sua vez, longe de imaginarem que não teriam a mínima hipótese.
E pronto, lá está, é continuar a acreditar que estas e/ou as próximas entrevistas correrão melhor, que não haverá sobrinhas, ou afilhados, ou primos, e que em circunstâncias normais será escolhido o candidato com melhores qualificações.
Tenho de continuar a acreditar senão dou em doida.
Só que depois lembro-me novamente daquela história do filho do Durão Barroso, que foi convidado para ir trabalhar para o Banco de Portugal, nem houve concurso nem nada, e porra, ganho outra úlcera à custa destas merdas.
Merda de mundo injusto.
E uma pessoa vem embora, sem saber se fica ou não, se realmente vai ter um feedback tal e qual lhe prometeram, a repetir mentalmente tudo o que foi perguntado e respectivamente respondido, procurando falhas e onde se poderia ter feito melhor.
E depois uma pessoa vem a saber que a vaga de uma outra entrevista que ocorreu há uns tempos, afinal foi para uma sobrinha do administrador, claro está, se a rapariga é ou não boa profissional, não sei, só sei que eu tenho mais de 3 anos de experiência na área e ela tem 6 meses, e estas merdas deixam-me a cabeça em água, mas a rapariga com 6 meses de experiência deve ter skills de suma importância que eu claramente não evidenciei na entrevista. É esquecer e bola para a frente, que remédio, visto que depois também me lembro dos outros dois pobres coitados que, como eu, estavam à espera da sua vez, longe de imaginarem que não teriam a mínima hipótese.
E pronto, lá está, é continuar a acreditar que estas e/ou as próximas entrevistas correrão melhor, que não haverá sobrinhas, ou afilhados, ou primos, e que em circunstâncias normais será escolhido o candidato com melhores qualificações.
Tenho de continuar a acreditar senão dou em doida.
Só que depois lembro-me novamente daquela história do filho do Durão Barroso, que foi convidado para ir trabalhar para o Banco de Portugal, nem houve concurso nem nada, e porra, ganho outra úlcera à custa destas merdas.
Merda de mundo injusto.
Essa cena das fotos das celebridades nuas
Parece que há fotos de celebridades nuas por aí na internet. Ai e tal, é o terror, as celebridades todas muito incomodadas, ai meu Deus, ai meu Deus.
As fotos vazaram, facto. Mas minhas queridas amigas, se não querem correr estes riscos, porque tiram fotos dessas e as deixam nos telemóveis? Não acham assim um bocadinho estúpido?
É aquela máxima de quem anda a chuva, molha-se, não é verdade?
As fotos vazaram, facto. Mas minhas queridas amigas, se não querem correr estes riscos, porque tiram fotos dessas e as deixam nos telemóveis? Não acham assim um bocadinho estúpido?
É aquela máxima de quem anda a chuva, molha-se, não é verdade?
Considerações sobre as férias
Eu amo estar de férias. Acho que toda a gente adora.
Mas há coisas que não são substituíveis. Deixo-vos a lista das coisas que, a meu ver, nunca encontramos melhor do que em nossa casa:
- A casa de banho, sobretudo o chuveiro. Não há chuveiro como o da nossa casa.
- A nossa cama- colchão e almofadas. Nada mais confortável.
- As nossas coisas no lugar de sempre.
Poderiam existir outras, mas estas são para mim mais imediatas.
No extremo oposto está desfazer as malas, coisa que detesto.
E vocês? De que é que sentem mais falta quando estão fora?
Mas há coisas que não são substituíveis. Deixo-vos a lista das coisas que, a meu ver, nunca encontramos melhor do que em nossa casa:
- A casa de banho, sobretudo o chuveiro. Não há chuveiro como o da nossa casa.
- A nossa cama- colchão e almofadas. Nada mais confortável.
- As nossas coisas no lugar de sempre.
Poderiam existir outras, mas estas são para mim mais imediatas.
No extremo oposto está desfazer as malas, coisa que detesto.
E vocês? De que é que sentem mais falta quando estão fora?
Este blog está de volta!
Acabaram-se as férias, é triste mas é verdade.
Assim sendo, este blog volta à sua linha editorial regular.
Assim sendo, este blog volta à sua linha editorial regular.
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