quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Associações simples

Na zona onde resido, a CGD tem fechado balcões atrás de balcões. Nos últimos anos, milhares de pessoas têm sido dispensadas do banco público. Percebo a necessidade de redução de custos, de aumento da produtividade, da racionalização. Percebo tudo.

Mas depois, por outro lado, vejo que o sr. presidente da CGD aufere qualquer coisa como 1.000 euros por dia (quando o salário mínimo mensal ronda 1/2 disso...), e que ele e a sua equipa se recusam a entregar as suas declarações de rendimentos, como o fazem todos os outros gestores públicos.

Dá-me vontade de perguntar se andamos a fechar balcões e a despedir pessoas, para pagar salários a estes senhores.

Sem comentários: