quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mesmo agora. Realmente a elegância, ou se tem, ou não se tem

Estava eu a chegar a casa, com o meu bebé no seu carrinho, carteira, poortátil e uma saca. Chave na porta do prédio, pegar no carrinho, sempre com a ginástica a que já me habituei. Encostadas a uma das paredes ao lado da porta do prédio, estavam as duas empregadas de limpeza que fazem a limpeza das áreas comuns do edifício. Abriram-me a porta? Perguntaram-me se precisava de ajuda? Nada de nada.
Eu estou habituada, felizmente não preciso de ajuda para esta tarefa. Mas podia ser que alguém, noutra situação, precisasse. Mas as senhoras nada, lá estavam elas na sua converseta sobre "A Única Mulher". Muito mais importante.
Se as senhoras me perguntassem se eu precisava de ajuda, eu iria certamente dizer que não (talvez para me abrirem a porta teria dado jeito). Não é o efectivamente precisar de ajuda, porque como disse, felizmente, não preciso, trata-se sim do gesto, do cuidado, da atenção para com os outros.
Realmente a elegância quando nasce, não é para todos.

3 comentários:

Anónimo disse...

e·le·gân·ci·a
(latim elegantia, -ae, gosto, delicadeza, distinção)
substantivo feminino
1. Gosto delicado no trajar, no falar, no adorno da casa, etc.
2. Graça, airosidade, delicadeza e distinção aliada à simplicidade e clareza.

"elegância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/elegância [consultado em 28-09-2015].

Cláudia disse...

Tenho que lhe dar razão. Perdeu-se muita da boa educação, da cordialidade.

Ariadne disse...

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