quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ser discreto também é um dom

Situação: open space. Toda a gente concentrada a trabalhar, com montes de projectos em mãos, que certamente necessitam de concentração. Uma senhora, tia e beta que só ela, na casa dos seus 50, fala alto tipo Cristina Ferreira, sobretudo quando atende telefonemas, em que faz questão de não sair da sua secretária, partilhando toda a informação pelos restantes presentes, quer estes queiram ou não ouvi-la. E os tiques da senhora a falar? Tão bom, tão bom.
Aí há uns tempos, li um livro de etiqueta empresarial, e partilhei algumas dicas convosco. Diz-se que, sempre que possível, se devem atender telefonemas fora do open space. Que ser discreto é uma arma poderosa, nisto das relações laborais, e há que saber usá-la.
Há gente que claramente precisava de ler esse livro, mas o mais engraçado é que normalmente quem mais precisa, não o faz.

4 comentários:

Timtim Tim disse...

Normalmente é assim. Quem mais precisa não tem noção que precisa. Sempre lho podes oferecer!

cinquentinha disse...

É bem verdade, eu pessoalmente não gosto de atender telefonemas em situações dessas...

Anónimo disse...

Que é feito de ti Bomboca?

Anónimo disse...

Boa tarde.
Então o que se passa consigo?
Tem tido muito trabalho?
Bom fim de semana!!!