quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sobre os ciganos

Eu não sou, em geral, uma pessoa preconceituosa. Aceito as diferenças culturais, de pensamento, religiosas, orientações sexuais, etc.
Mas admito que tenho uma certa relutância no que toca à relação com pessoas de etnia cigana.
Tal deve-se ao facto de ter crescido e andado em escolas, até aos meus 14, fortemente povoadas por pessoas desta etnia. E não era fácil, garanto-vos. Reinava na escola um clima de medo e insegurança. Os putos ciganos extorquiam bens e dinheiro aos outros putos, passavam à frente de todos nas filas, apalpavam as raparigas, batiam nos rapazes e até nos professores. E ninguém podia fazer nada porque era certo e sabido que se algum cigano fosse "atacado", um inferno iria estar à espera da pessoa que causou tal ofensa. E por inferno refiro-me a uma espera das boas por parte da família cigana.
Eu detestava aquele ambiente.
Lembro-me de ter de faltar a alguns dias seguidos, porque uma vez disse preguei um estalo a um puto cigano que me apalpou, porque estava cheia de medo que me fizessem uma "espera".
Depois o caso lá passou, mas foram dias terríveis de medo, medo real.
Depois, são, em geral, pessoas que não trabalham, não contribuem em nada para a economia a não ser para a economia paralela, crime e violência.
Vivem à custa do medo que incutem nos outros e dos subsídios proporcionados precisamente por esses que aterrorizam.
Acho sinceramente injusto o sentimento de impunidade de que parecem gozar.
Lidei de perto com vários ciganos, por isso sei do que falo.
E noutro dia, ao ver o programa "My my gipsy fat wedding", vi que os ciganos são ciganos em todas as nacionalidades. Os mesmos tipos de costumes, o mesmo estatuto de impunidade, o mesmo sentimento de que eles é que são os coitadinhos e que o resto do mundo os descrimina.
Pois sim.

Quero lá saber que me chamem preconceituosa. Com ciganos, sempre com os dois pés atrás e as mãos nos bolsos.

5 comentários:

Imperatriz Sissi disse...

Embora os ciganos tenham as suas virtudes, é vergonhosa a impunidade de que gozam, e o clima de medo/cobardia que alimentam para seu benefício. Conheço casos e casos...mas em boa verdade, sei de episódios em que os ameaçados não mostraram medo, e olha lá se eles ripostaram. É o ripostas! Têm amor à pele, pois. Não tolero cobardes que só têm fanfarronada quando estão em grupo...

Colour my life disse...

E tens muita razão. Essa gente é parasita, não anda cá a fazer nadinha. Acho que podiam ir todos para o meio do monte cultivar batatas. Não chateavam ninguém e privavam-nos daquele cheiro a merda, de quem não se lava há umas boas semanas. Temos que ser sinceros. Não é preconceito, é assumir-se a realidade como ela é.

GATA disse...

Tal como tu, em geral, não sou uma pessoa preconceituosa. Mas há coisas que não aceito!

Concordo totalmente com o que dizes sobre os ciganos: não trabalham no sentido de ter um horário, fazer descontos e pagar imposto, porque traficar droga não é um trabalho! Depois, usam e abusam do facto de ser um minoria, são uns coitadinhos!

Mas o mesmo se aplica aos africanos: não se pode dizer nem fazer nada, que os 'coitadinhos' dizem logo que é racismo! Aliás, desconfio que a primeira palavra que aprendem é RACISMO! Mas esquecem-se, coitadinhos, que vieram para Portugal porque quiseram, ninguém os obrigou! Então integrem-se na sociedade. Senão, vão-se embora! Mas não... dizem à boca cheia que isto é uma merda, mas aqui é que vivem à grande!

Enfim, tema que dá pano para mangas!

Em relação ao programa "My big fat gipsy wedding"... vi um episódio e foi o suficiente - só me apeteceu matar aquela gente! :-)

Karina sem acento disse...

Sou exactamente como tu: não sou preconceituosa, não sou racista, não sou discrimino ninguém pelas suas orientações sexuais, religiosas etc. Mas não vou à bola com ciganos. Eu entendo que eles tenham a sua cultura, os seus rituais etc, mas são sempre as outras pessoas que têm de respeitá-los, eles nunca fazem um esforço para respeitar as leis e regras de onde vivem. Chateia-me o facto de não trabalharem e de andarmos todos a trabalhar para lhes pagar subsídios. Chateia-me que eles podem fazer tudo o que lhes apetece e lhes dá na gana e nunca lhes acontece nada. E ao ver esse programa, pensei o mesmo que tu: eles são iguais em todas as nacionalidades, e pensam todos que o mundo inteiro só existe para os discriminar, eles nunca são culpados de nada.

Jovem $0nhador@ disse...

concordo contigo, acho que é o único povo que não consigo gostar nem um pouco!