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terça-feira, 5 de abril de 2016

Os Panamá Papers

O que é que eu posso dizer sobre este tema, que pessoas mais eloquentes não o tenham já dito?
Posso dizer que esta gente é toda uma merda, que representa o nojo da sociedade e a desonestidade, a batota, o comer os outros por parvos. Posso dizer que merecem todos ser julgados e irem parar à cadeia, apesar de saber que isso nunca irá acontecer.
E agora? Agora é esperar para ver quantos mais "notáveis" se encontram nesta teia de aldrabice, e ver que consequências tudo isto terá necessariamente de ter.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Carlos Cruz dixit

Carlos Cruz diz que houve subornos na atribuição do Euro 2004 a Portugal. Ora bem, o Carlos Cruz também diz que nunca abusou de criancinhas, não é verdade? E se realmente houve batota no Euro, porque é que não veio a público antes? Não dava jeito?
Carlos Cruz diz ainda que o processo em que ele é arguido, e o processo de José Sócrates, são similares. Nisso, concordo com Carlos Cruz. São de facto similares. São os dois culpados.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Não sei se isto é castigo, se é merecido, se é injusto... Não sei. Sei que é triste

Soube de uma história que nem sei como classificar. Só sei que é triste.
Disse-me uma amiga minha, que uma amiga dela, está a passar um mau bocado. Ao que parece, essa rapariga engravidou há uns tempos e fez um aborto (já legal). Na altura, o já marido dela discordou do aborto, queria manter o bebé, mas ela foi irredutível. Ainda que ambos trabalhassem, ela estava a atravessar um momento especialmente bom na carreira, e não quis por em perigo a sua progressão profissional, em virtude de uma gravidez não planeada. Ele não concordou, até se chegaram a separar pois o aborto foi mesmo para a frente, mas voltaram a ficar juntos.
Anos depois, eles decidiram ter filhos, desta vez planeados, visto que a carreira estava já estabilizada, mas infelizmente, já estão a tentar há cerca de 3 anos e ainda não conseguiram.
Não sei bem o que pensar. Claro que uma mulher pode e deve decidir o momento em que quer engravidar, mas... Até que ponto não terá sido egoísta não prosseguir com a gravidez naquela altura? Não sei. Não sei mesmo. É um assunto muito delicado. Importa referir que ela agora tem 38 anos, e tinha 32 quando fez o aborto, ou seja, não era propriamente "novinha". Será que não arriscou demais, confiando em demasia na sua própria fertilidade, não pensando que poderia ser mais difícil engravidar à medida que os anos passavam?
Não sei.
Sei que, sobretudo agora que sou mãe, dificilmente teria tomado a mesma decisão. Não a posso criticar, mas também não posso dizer que ela esteve certa.
Sei que é a história é toda muito triste.

E vocês? O que pensam? O que fariam?

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Sobre a final de ontem



Podes ganhar todos os Grand Slams que te apetecer. Podes ter 28 anos e estares na melhor fase da tua carreira, a jogar o melhor ténis da actualidade.
Podes.

Mas nunca terás 1/10 da classe deste senhor.


terça-feira, 30 de junho de 2015

Quando penso na situação Grega...

Lembro-me sempre daquelas figuras gigantes feitas com peças de dominó, que se modificam quando uma pequena peça de dominó bate noutra, e todas desabam por aí fora.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Das várias coisas que não entendo- Comissão de Protecção de Crianças e Jovens?

Todos temos conhecimento da notícia horrível, que dá conta do padastro que matou a enteada à porrada, e feriu também o irmão da menina.
Para além de, claro, não perceber como é que alguém mata uma criança à porrada, não consigo perceber como é que uma comissão de protecção de menores, está 7 meses sem agir, sendo que esta família já estava mais do que referenciada. As crianças faltavam frequentemente à escola e a consultas médicas. Apesar da mãe ("mãe"...) trabalhar, a família vivia de ajudas do Banco Alimentar. E eu pergunto, como é possível, neste país dito de primeiro mundo, que uma comissão de PROTECÇÃO de crianças, esteja 7 meses sem agir, perante vários relatos de abusos, maus tratos, e negligência. Deixaram a situação andar durante 7 meses, a ver se acontecia o quê? Claro, este desfecho! Ou estavam sinceramente à espera que a situação destas crianças fosse melhorar?
Neste país ainda existe muito pudor em retirar crianças à sua família de sangue, independentemente do melhor interesse das crianças.
Neste país, os mecanismos da adopção não funcionam. As crianças ficam anos entre as instituições e as famílias biológicas sem condições, e rapidamente passam os anos, sem que estes menores tenham o acompanhamento e família que precisam e merecem.
Assusta-me que vivamos num país onde a miséria grassa, sobretudo a miséria de mentalidades, e não existam mecanismos estatais para colmatar estas falhas.
Não sei o que vai acontecer a esta criança que sobreviveu, e a todas as outras crianças que estão em situações semelhantes, que são ignoradas pela família biológica e pelo Estado, ou seja, precisamente por aqueles que as deveriam proteger.
O que sei é que, como digo sempre, esta gente de merda não tem problemas de fertilidade.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Eu não digo que neste país, só quem é muito pobre é que tem incentivos a ter filhos?

O Governo pondera comparticipar a vacina Prevenar (fora do plano nacional de vacinação), a famílias carenciadas.
Tudo muito certo. E as outras famílias? As outras, como eu, que ainda não decidiram se têm dinheiro para pagar a porra da vacina (mas que eventualmente já sei que vamos ter de arranjar dinheiro para a pagar), e que têm de andar a esticar o orçamento até mais não para pagar a dita?
Há 3 coisas que são essenciais num Estado Social: educação, saúde e justiça. E o Estado, se se quer social, tem de conseguir garantir igualdade para todos os cidadãos nestas esferas.
Agora, eu, e outras famílias ditas de classe média, poderão não conseguir pagar a vacina.
Ou a vacina é grátis para todos, ou não é para ninguém, porque para ser grátis para algumas pessoas, entende-se que a mesma assume elevada importância médica. Se assim é, então necessita de ser grátis para todos, não só para alguns.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Defeito e feitio

Dou explicações há muitos anos. Já dei aulas numa escola pública (apenas um ano lectivo, com pena minha, porque gosto genuinamente da profissão), e já dei explicações a miúdos e graúdos, dos vários níveis de escolaridade, incluindo cadeiras de faculdade.
Diz quem me conhece que sou exigente. É verdade, sou sim. E muito. É defeito e feitio.
Por isso não percebo quando muitos paizinhos têm uma atitude de condescendência para com os filhos. Quando os miúdos pura e simplesmente não dão mais... Ainda vá que não vá.
Mas quando facilmente se vê que existe muita preguiça, muita falta de atenção, muita falta de trabalho... Já me faz mais confusão.
Acho que cada vez mais os pais "desculpam" o desempenho menos bom dos filhos na escola, com o facto de eles próprios não terem tempo para os acompahar. Bem sei que não somos todos iguais, e nem todos conseguem tirar 5 ou 20 a tudo. Não é disso que falo. Falo do conhecimento de causa que tenho, e repito o que ouvi muitos professores dizerem ao longo dos anos "o ensino até ao 9º ano não está feito para génios". Mesmo o ensino secundário também não. Mas aí já é mais discutível e difícil, a diferença entre um 18 e um 17, por exemplo. No entanto, não compreendo (tirando, claro, os casos de dificuldades cognitivas e outros problemas sociais de causas mais complicadas), os meninos que até ao 9º ano tiram negativas. Não faz sentido.
Noutro dia, a propósito das notas do 2º período, uma senhora minha conhecida dizia para outra, que o filho só tirou 2 negativas. "Só". E a senhora estava muito contente com o sucedido. Não, o filho não tem qualquer problema cognitivo. Tem é um problema de preguiça e de pais pouco exigentes. Quando os pais ficam contentes com o facto do filho "só" tirar 2 negativas, a imagem que passa para a criança é de que não precisa de fazer mais, de se esforçar mais. Que aquele desempenho, que é negativo, basta.
Podem dizer-me que o meu filho ainda não nasceu e não tenho legitimidade para falar. Mas já ando nisto do ensino há uns aninhos, e sei como as coisas funcionam. Quanto menos exigentes os pais forem, menos os miúdos fazem (vamos aqui excluir aqueles paizinhos psicóticos que não admitem menos de 100% em todos os testes, como era o caso da minha rica mãezinha). Quanto maior a atitude relaxada dos pais em relação à escola, mais essa atitude os miúdos vão reproduzir. E depois vão chegar a níveis mais elevados de ensino e as notas não chegam. Pois é...
Por isso defendo que a cultura de exigência deve começar desde cedo. Sem exageros, mas também sem demasiados facilitismos. Caso contrário, estamos a criar futuros adultos que não sabem lidar com uma cultura de exigência. E isso, a meu ver, é péssimo.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Dois pesos e duas medidas

Eu sei que provavelmente já toda a gente disse tudo o que havia para dizer sobre a Grécia, e o Syriza, e o bem parecido do primeiro ministro grego.
Mas eu ainda não tive hipótese de o fazer, e nem li quase nada nos blogs sobre este assunto, visto que ainda me estou a actualizar.
Assim sendo, também vou mandar o meu bitaite.
Os senhores lá na Grécia fizeram finca pé que não pagam e que não querem lá a Troika. Eu percebo. Também não me apetece pagar o crédito que contraí ainda por cima para pagar dívidas de outras pessoas, e também não gostei da merda que a Troika andou cá a fazer. Eu percebo isso tudo caros gregos. E percebo que queiram ter a liberdade de implementar as vossas próprias medidas, uma vez que o próprio FMI já admitiu que só fez bosta.
O que eu não admito é que haja dois pesos e duas medidas. Que Portugal seja o "bom aluno", ainda que à custa disso tenha perdido inúmeros empregos e qualidade de vida. O que eu não admito é que ninguém olhe para o que se andou cá a fazer, e em vendo que foi só merda, faça alguma coisa no sentido de nos "aliviar" a carga. Não admito que haja dois pesos e duas medidas na União Europeia, que me parece cada vez mais dividida.
E é bom que olhem para isto de forma séria. Porque esta UE, assim como está, não sobreviverá muito mais tempo.
Quanto aos amigos gregos, o seguinte: uma vez emprestei uns dinheiros a pessoa X. Não foi um montante transcendente, mas era dinheiro. Pessoa X nunca me pagou. Ia sempre adiando, adiando, arranjando desculpas. Até que deixou de dar notícias. Eu ainda tentei recuperar o dinheiro, mas em vão. Perdeu-se o dinheiro, e perdeu-se a amizade que eu pensava existir (entre outros motivos para além do dinheiro). Há uns tempos, essa mesma pessoa X voltou a pedir-me dinheiro. Acham que lhe emprestei? Não, pois não? É que não mesmo. Pois é amigos gregos, pois é...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Parabéns Cristiano!


Parabéns! 
O prémio foi mais que merecido e este rapaz é um orgulho (ou deveria ser...), para todos os portugueses.
Admiro tudo nele. Os sacrifícios que fez, a mentalidade de disciplina, trabalho e dedicação, o altruísmo, a vontade de vencer, o ter começado de baixo e ser agora o que é.
Que venham mais umas quantas, porque ele merece!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Para mim, é isto o Islão

As poucas pessoas que pensam diferente e têm comportamentos distintos, são perseguidas, presas, chicoteadas.
Não se pode pensar no Islão.
Para mim, isto é lamentável. Mas isto é o Islão.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Vamos lá ver então se eu consigo falar deste assunto sem me enervar: o Islão

Tenho uma opinião muito definida sobre o Islão. E não me venham cá falar da religião, patati, patata, que eu respeito sim senhora todas as religiões alheias, mas não quero nem posso respeitar "religiões" que tratam a mulher como um ser inferior, que vale menos que zero. Pelo menos a religião na sua forma mais extremista. Forma extremista essa que, também não promove o respeito pelos outros, pelos seus costumes e convicções religiosas. Os gestos ocidentais do dia a dia, são, muitas vezes, autênticos sacrilégios para os fundamentalistas islâmicos. Muito do que fazemos é uma falta de respeito.
Mas eu continuo a afirmar que o respeito tem de ser mútuo, pelo que se não houver respeito de parte a parte, nenhuma relação funciona. É precisamente ao que temos assistido na Europa. A Europa, na sua onda de "somos todos muito tolerantes", etc., faz as vontades todas aos religiosos, porque "ai, se eles se ofendem! E são uma minoria, temos de respeitar". Tirámos crucifixos das escolas, autorizamos o uso de véu e outras formas de minimizar a mulher em praça pública, e em algum locais, a carne de porco não entra no menu. E a troco de quê? Eles fazem isso connosco? Por acaso é permitida a construção de uma igreja católica na Arábia Saudita, por exemplo? Não.
O respeito aqui é apenas unilateral.
Não sou de hipocrisias e não respeito quem não me respeita a mim. Quem me olha de lado só porque sou mulher e trabalho. Só porque sou mulher e conduzo. Só porque sou mulher e não ando tapada da cabeça aos pés. Não respeito quem comete as maiores atrocidades em nome da religião, seja ela qual for.
Claro que neste bolo não entram os muçulmanos perfeitamente integrados nas comunidades onde se inserem, com uma visão mais aberta e, lá está, tolerante da sua religião. Não obstante, mesmo estes, têm uma visão extremamente diminuta sobre o papel da mulher, e toda a sociedade e costumes são puramente machistas. A partir do momento em que uma mulher não é dona de si própria, confesso que tenho bastante dificuldade em aceitar e conviver com pessoas com ideais tão vincadamente diferentes dos meus. Não sou nada tolerante nesse aspecto.
Mas a Europa decide que tem de ser tolerante.
E quando os imigrantes (seja de que religião ou nacionalidade forem), cometem crimes no país de destino, nem sempre são recambiados para o país de origem. Estes imigrantes que vivem muitas vezes dos subsídios dados pelos governos europeus, mas que condenam toda a sociedade europeia e nela permanecem à margem. Face a este tipo de pessoas, a minha posição é de facto extremista.
Portanto, penso que a posição europeia terá de se alterar. Tolerância, sim. Faltas de respeito, não. Não podemos continuar a permitir que alguns destes imigrantes não se integrem na cultura vigente, sendo que em vez disso, forçam a sua alteração.

Muitas pessoas defendem que em curso se encontra uma crescente islamização da Europa. E enquanto outras pensarão que se trata de uma loucura e de mais uma teoria da conspiração, a mim preocupa-me muito, pois não sei exactamente como estará o mundo para os meus filhos e netos. Assistimos a um retrocesso civilizacional na maior parte das sociedades islâmicas que me assusta. Tal como me assusta as regras que à força nos querem impor, no nosso território.
E enquanto isso, nós vamos sendo tolerantes, e cedendo, cedendo...

P.S.- Não foi mais ou menos isso que aconteceu com o nazismo...?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Chocada, triste

Estou completamente estarrecida com o que aconteceu em França.
Antes de chegar a casa, ainda não tinha tido conhecimento sobre os terríveis acontecimentos de hoje.
Para além das vidas perdidas, da tragédia pessoal, não consigo dissociar este ataque do ataque à liberdade de imprensa, aos valores ocidentais, à nossa forma tolerante de ser.
Esta barbárie significa tudo isso e muito mais.
Irei ainda falar deste assunto novamente, com mais calma. Agora só consigo estar triste.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Vamos lá ver se eu consigo falar disto sem me enervar- A reportagem sobre os casamentos de menores na comunidade cigana

Já por aqui disse que não tenho especial simpatia pelo povo cigano. Convivi com eles de perto, durante muitos anos, para ter esta opinião mais do que formada. Eles não respeitam as mais simples regras de convivência em sociedade. Aquela reportagem da sic, da passada quinta-feira, foi apenas mais um exemplo.
Ora, eu nem sei por onde começar. Pelos miúdos (e graúdos...) com péssimo aspecto, sem cuidados básicos de higiene? Pela evidente falta de valores que impera naquela comunidade?
Dizia um senhor que não existiam casamentos forçados na comunidade. Por outro lado, várias pessoas afirmavam que um rapaz não podia renunciar a um casamento combinado. Se isto não é forçado, então o que é?
Contradições atrás de contradições.
E a cereja no topo do bolo? Foi um fulano, de etnia não cigana, que com 24 anos engravidou uma miúda de 11, foi um ano para a cadeia (1 ANO???), e agora vivem juntos, com uma carrada de filhos, como se nada fosse.
Escusado será dizer que ninguém daquela gente trabalha, vivem todos do RSI, ou seja, às nossas custas.
Adorei também um senhor que dizia que "então, nós evoluímos, queriam que déssemos banho às crianças, nós damos, queriam que fossem para a escola e elas agora já vão...". Realmente, que evolução! É mesmo de louvar.
A meu ver, esta reportagem apenas veio confirmar aquilo que eu sei há muito tempo sobre a comunidade cigana em geral. E a minha opinião não poderia ser mais negativa.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ahhhhh, a felicidade!

Sim, felicidade. Foi o que eu senti no sábado de manhã quando acordei com a notícia da prisão de Sócrates. Não me lixem. Não ligo a teorias da conspiração sobre o timing da prisão e outras igualmente absurdas. Ligo sim, aquilo que está acusado.
Presumivelmente inocente até prova em contrário, claro, mas... Não me lixem.
As provas que têm contra Sócrates têm de ser significativas para ele efectivamente ter sido preso. Nenhum juiz manda prender ninguém, muito menos alguém como o Sócrates por "dá cá aquela palha".
Por isso estou feliz. E esperançosa.
Porque se é verdade que nunca pude com o dito arguido, e sempre o achei um vigarista e corrupto da pior espécie, também é verdade que esta prisão faz-me, a par dos vistos gold, etc, ter alguma esperança no nosso país, na sua justiça, pensando que afinal nem tudo está perdido.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Parece que retiraram a tal proposta

Notícia aqui.
Andaram a ler o meu blog? Ou foi só uma luzinha que lhes iluminou aquelas mentes?
Haja juízo...

Li esta notícia hoje e quis mesmo acreditar que não era verdade

Mas é. Os antigos políticos vão voltar a receber a sua reformazinha vitalícia.
Mas que merda é esta?? Andam aqui os burros a sofrer com descontos e mais descontos, sobretaxas, subidas de IRS, subidas de IVA, e havendo uma pequenina folga orçamental, os gajos repõem os subsídios a meia dúzia de amiguinhos e ex camaradas?
Eu já sei que isto é a república das bananas, mas caramba, já não há ninguém na política que tenha dois dedos de testa para pensar nas coisas?

E o pior, eu digo-vos o que é o pior, é que nas eleições legislativas, quem vai ganhar são os mesmos, sempre os mesmos, PSD, PS, vai dar tudo igual, o Costinha, que alguns tanto gostam, que não sabe tomar conta de uma cidade, quanto mais de um país, e que se manteve bem caladinho na votação em questão, é bem capaz de ganhar isto e com sorte ainda traz lá o compincha Sócrates que afinal é bom moço.

Nojo disto tudo.

P.S- Caso não tenham visto e tenham tempo, aconselho o visionamento da reportagem que passou ontem na sic, "depois da fraude". Ontem passou a primeira parte e hoje vai dar a segunda. Eu quero sempre saber mais, mas estou na dúvida sobre se isto já é mórbido, como aquelas pessoas que param para ver acidentes de viação.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Mãe coragem

Eu sempre fui uma pessoa algo lamechas, admito. Acredito no amor e no romantismo.
Mas agora, grávida e com as hormonas em polvorosa, sinto-me um poço de lamechiche.
Vi esta história incrível de uma mãe que fez tudo o que estava ao seu alcance para resgatar a filha, e admito que soltei umas lágrimas, porque toda a história é simplesmente fenomenal e de uma coragem infindável.
Do tipo de coragem que só os pais têm pelos filhos.
Incrível.