sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ah e tal, o comércio tradicional. Não.

Nunca fui fã do comércio tradicional, confesso. Aquele comérciozinho de rua, muito típico... hmmmm... Não. Eu explico. Tirando raras excepções, sempre tive más experiências no comércio tradicional. Tenho uma péssima impressão daquele comércio típico, cujos funcionários (normalmente os donos), são super antipáticos, onde os artigos são datados de 1970, onde nunca há nada, e cujas horas de funcionamento estão totalmente desfasadas dos horários das pessoas (quem não adora as lojas abertas entre as 9h e as 18h, com hora de almoço fechada).
Por todos esses motivos e mais alguns, raramente contam comigo para "ajudar" o comércio tradicional. Mas felizmente há excepções. E é dessas que quero falar-vos.
Actualmente, há por aí muito movimentozinho a favor do comércio tradicional. Porque não se podem fechar as lojas, porque construir outras lojas de marcas internacionais e/ou hóteis é destruir a nossa identidade, patati, patata. Amigos, mas qual identidade? A das coisas datadas e cheias de pó? Aquelas lojas que nunca se actualizaram e não fizeram esforço nenhum para continuarem a ser competitivas, adormecendo sobre os seus louros?
Não contem comigo.
Contem comigo sim, para ir aquelas lojas de comércio tradicional que continuam vivas, com artigos actuais e bom atendimento. Essas lojas existem, e continuam abertas, cheias de gente, cheias de movimento.
Os bons estabelecimentos, bem geridos, sobrevivem. Sempre.

2 comentários:

Til disse...

A qualidade sobrevive quase sempre...

Na Província disse...

Calma, o Comercio Tradicional não é isso, o comercio tradicional é o comercio nos centros das cidades, com grandes marcas e grandes lojas e mesmo as mais pequenas, já têm horários mais alargados, já não têm artigos datados desde 1970, isso é exagerado ou não tenho conhecimento dele e eu vivo numa pequena cidade.
Já manifestei no meu cantinho o gosto pelo comercio tradicional, que é diferente de más lojas com maus produtos.
Beijinhos