Tenho andado a ler este livro, e se é verdade que possui alguns clichés, também contém algumas observações interessantes. Apercebi-me que posso melhorar a minha postura laboral em alguns aspectos que a autora refere, dou como exemplo o facto de, até ler o livro, se necessitasse de efectuar uma chamada simples, de curta duração e cujo assunto fosse inocente, fazia-o mesmo na frente de colegas. A autora aconselha a não o fazer, em virtude de não apenas podermos sem querer perturbar os outros, como efectivamente reservarmos mais secretismo em torno dos nossos assuntos. Mesmo que seja a marcação de uma revisão automóvel, como já me aconteceu. A autora fala ainda na importância de uma postura correcta em todos os momentos, bem como de a identificação de uma marca pessoal.
Na verdade nunca podemos descurar a nossa aparência. Nunca o fiz, mas com o passar dos anos, tenho vindo cada vez mais a perceber que no mundo do trabalho não só é importante ser, como também parecer.
Apesar de não descurar a minha imagem, confesso que já fui trabalhar com o verniz a descascar um pouco. Não o devemos fazer, nunca se sabe quando teremos uma reunião importante.
A autora dá uma série de conselhos que considero úteis, alguns já o sabia mas não é demais relembrar, outros, como a questão dos telefonemas, foram realmente uma chamada de atenção. Existem coisas que fazemos inocentemente, e muitas vezes pensamos que não terão repercussões ou que ninguém notará. Não se tratam necessariamente de erros, mas sim de aprimorar a postura que temos perante os colegas de trabalho, estarmos mais atentos à linguagem não verbal, fugir das conversas de corredor, não colocar questões de índole pessoal a menos que a outra pessoa fale sobre o assunto e demonstre à vontade, enfim, muitos outros temas são abordados, e considero que sem dúvida vale a pena ler. Aprendemos sempre alguma coisa.

3 comentários:
Concordo totalmente com a questão dos telefonemas. É sempre de evitar informação em demasia.
Por acaso, essa dos telefonemas, sempre evitei. Mais até porque não gosto nadinha que saibam coisas do meu dia a dia fora do local de trabalho, e também não gosto de ouvir quando são os outros...
Essa questão dos telefonemas parece-me uma boa sugestão. Pode até parecer que ninguém está a ouvir, mas na realidade está e é mesmo preciso ter uma espécie de carapaça para se conseguir sobreviver num mundo competitivo como o de hoje!
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