Ontem à noite estava com dificuldade em adormecer.
Então, como sempre acontece nestas ocasiões, pus-me a pensar em parvoíces. E a verdade é que efectivamente, se os meus primos de terceiro grau e respectivos filhos não forem ao meu casamento, que é o mais provável, terei 16 pessoas da minha parte no meu casamento. 16. Com amigos e família incluídos.
E pus-me a pensar que realmente sempre estive muito sozinha, e chorei feita parva.
E percebi que o que mais quero na vida não é uma promoção ou um aumento, ou até emagrecer. Quero uma família grande e feliz. Coisa que nunca tive.
Entretanto também pensei na vida e decidi dar um passo para a reconciliação com uma amiga de longa data com a qual não falo há pelo menos 2 anos, devido a uma chatice no passado. Não sei se ela me vai responder.
Mas ao menos estou com a consciência tranquila e sei que tentei.
3 comentários:
Ás vezes é melhor poucos mas bons ;)
Bomboca, eu tenho ziliões de primos, poucos em primeiro grau, mas família de sangue mesmo assim. Embora nem sempre haja ocasião de estarmos juntos, tenho uma lealdade extrema à família, ao clã, etc. Tudo muito bonito, e quem lê o blog com regularidade sabe a importância que dou a isso. Mas há dias tive o desgosto de sofrer uma traição fútil, escusada e ridícula de uma pessoa que não só é prima (já afastada, mas prima de sangue e de nome)como ERA amiga. Doeu. E nessa altura fiquei a pensar "menos uma a convidar para um hipotético casamento, e esta eu até fazia gosto até saber o que sei agora...".Por isso, cada vez mais acho que embora clãs contem, a verdadeira família é aquela que podemos escolher. Porque grande nau, grande tormenta...e o que importa é a qualidade!
Eu tenho uma família enorme e nem todos se dão bem uns com os outros, o que dá origem a reuniões de família que nunca estão completas. Enfim, sempre é melhor teres poucos mas que gostem realmente de ti do que uma centena deles que não te liguem um chavo. E assim sempre poupas uns trocos! :)
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