quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sobre o fim de Gossip Girl



Aqui há tempos a série Gossip Girl acabou. Não segui a série desde início, mas recuperei antes de começar a segunda temporada, quando vi a primeira temporada de uma assentada (estava de férias), tendo depois esperado ansiosamente pela segunda. Adorei as temporadas 1, 2 e 3.
Não gostei da 4 e detestei a 5 até determinado ponto. Mas gostei desta última temporada. Gostei que tudo tivesse acabado bem quando pelo meio já fazia parecer que aquilo tinha tudo para correr mal.
Gostei desta série porque me acompanhou durante um período da minha vida, e encaro-a de forma algo filosófica, demasiado até para uma série. Na verdade, quando a série começou e eu a comecei a ver, era uma menina. A série amadureceu e eu também.
No final, já a trabalhar, sem a ideologia de outros tempos, tinha-me tornado numa mulher. Foi, digamos, a transição de rapariga para mulher.
Encantaram-me as roupas, os diálogos bem construídos, e a profundidade das personagens. Se a séria vertia futilidade? Creio que essa futilidade era premeditada, o objectivo era precisamente esse, culminando num final épico, onde o "pobre" entre os ricos era na verdade o mais poderoso de todos eles. A série transmitiu que mesmo os mais fúteis podem mudar e ter valores.
A série mostrou que ninguém é totalmente altruísta.
A série mostrou um grupo de pessoas, como elas são, e a sua transição de adolescentes para adultos, mostrando que a vida de adulto é bem mais difícil do que imaginávamos.

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