quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Competitividade laboral

Sou competitiva ao ponto de querer sempre fazer mais e melhor, realizar um trabalho de qualidade e satisfatório para todas as partes.
Creio que esse espírito de competitividade é saudável e deve ser estimulada no ambiente empresarial.
No entanto, cada vez mais assistimos, quer por força da crise em que se encontra o mercado de trabalho, quer pelo próprio feitio das pessoas (ou a combinação dos dois factores), a uma competitividade cega, sem limites, onde vale quase tudo. Mais, essa "competitividade" é muitas vezes incitada pelos próprios superiores hierárquicos, onde grande parte são chefes e não líderes, com coscuvilhices, "diz que disse", ditos por não ditos, palavras dadas e voltadas atrás, colocando os restantes trabalhadores em cheque, como se tratasse de um concurso ao estilo "Survivor".

Dispenso esse espírito e procuro manter-me longe de tudo isso porque creio que daí não advém nada de bom. Tento seguir sempre a minha vida e preservar sobretudo a vida pessoal, porque efectivamente o mundo do trabalho cada vez mais me parece um jogo de interesses e de conversas de corredor às quais procuro estar alheia.

3 comentários:

Mariposa Colorida disse...

Tens toda a razão. Mas o melhor mesmo é como dizes não entras nesses jogos, sob pena de ficarmos com a vida virada do avesso!

Colour my life disse...

Isso é bem verdade. Os 'chefes' conseguem ser bem piores do que os funcionários e plantam estas sementes da coscuvilhice, da baixeza moral nos trabalhadores.

S* disse...

Acho que ser competitivo pode ser saudável, faz com que tentemos ser melhores... mas caramba, há limites para tudo. Não sou mal formada.