Sou competitiva ao ponto de querer sempre fazer mais e melhor, realizar um trabalho de qualidade e satisfatório para todas as partes.
Creio que esse espírito de competitividade é saudável e deve ser estimulada no ambiente empresarial.
No entanto, cada vez mais assistimos, quer por força da crise em que se encontra o mercado de trabalho, quer pelo próprio feitio das pessoas (ou a combinação dos dois factores), a uma competitividade cega, sem limites, onde vale quase tudo. Mais, essa "competitividade" é muitas vezes incitada pelos próprios superiores hierárquicos, onde grande parte são chefes e não líderes, com coscuvilhices, "diz que disse", ditos por não ditos, palavras dadas e voltadas atrás, colocando os restantes trabalhadores em cheque, como se tratasse de um concurso ao estilo "Survivor".
Dispenso esse espírito e procuro manter-me longe de tudo isso porque creio que daí não advém nada de bom. Tento seguir sempre a minha vida e preservar sobretudo a vida pessoal, porque efectivamente o mundo do trabalho cada vez mais me parece um jogo de interesses e de conversas de corredor às quais procuro estar alheia.
3 comentários:
Tens toda a razão. Mas o melhor mesmo é como dizes não entras nesses jogos, sob pena de ficarmos com a vida virada do avesso!
Isso é bem verdade. Os 'chefes' conseguem ser bem piores do que os funcionários e plantam estas sementes da coscuvilhice, da baixeza moral nos trabalhadores.
Acho que ser competitivo pode ser saudável, faz com que tentemos ser melhores... mas caramba, há limites para tudo. Não sou mal formada.
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