Os senhores que mandam na Cgd e na Tap devem certamente pensar que eles e os seus funcionários são cidadãos de primeira. Só assim se explica o motivo pelo qual consideraram que estavam livres dos cortes salariais que afectaram a restante população.
Ora nós, cidadãos de segunda, observámos nos nossos salários os efeitos da sobretaxa do Irs e da subida de escalões.
Parece-me justo que os colaboradores da Cgd e Tap não tenham tido de descontar como o resto da populaça. Afinal, trabalhadores de excelência têm de ser premiados.
Mesmo que seja à custa dos outros.
Entretanto saiu uma notícia de que estes mesmos trabalhadores terão de devolver o valor que receberam a mais. Não poderia ser de outra maneira.
6 comentários:
Às vezes tarda, mas não falha!
Concordo! Não sei o que aconteceu com os do Banco de Portugal, esses também querem tratamento diferente.
Sempre houve e haverá cidadãos de primeira e de segunda: a classe política e afins safar-se-á sempre!
O sr por um lado está certo. Todos têm de descontar por igual. Porém neste caso, uns mais por igual que os outros. Por outro lado está errado. Os trabalhadores da CGD e da TAP descontaram tal como a restante "populaça" no que diz respeito aos escalões de IRS e de sobretaxa de IRS, porém a restante "populaça" não terá um desconto de 3,5 a 10 % mais por serem funcionários do SEE e ficarem sem subsídio de férias. Além disso nem terão opção entre receber ou não em duodécimos o subsídio de natal.
Realmente a restante "populaça", para sermos todos iguais deveriam receber tal como eles e como os restantes trabalhadores do SEE e da FP, os grandes demónios deste país e sorvedores de impostos.
Sei que este comentário só será publicado com a sua autorização, que não dará concerteza mas mesmo assim aqui fica. Um bem haja para si.
Só na TAP e RTP ?
Tenho gente aqui na empresa que este mês já foi aos RH aí umas 30 vezes (todos os dias) reclamar !!!... ainda não perceberam que passámos o cabobojador (em agosto) e que chegámos a janeiro 2013.
ou também pensavam que eram diferentes ???
Esses trabalhadores foram discriminados em 2012, comprovado por decisão do TC.
Sob um regime de excepção estão os trabalhadores do privado que recebem os DOIS subsídios e ainda podem escolher se em duodécimos ou normalmente, não têm de descontar entre 3,5 e 10 % sobre o vencimento. Realmente há cidadãos de 1ª e de 2ª, há os que andam a pagar a crise há mais tempo e a aturar desaforos de pessoas que não lêem jornais.
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