Ontem, lá fomos nós assinar o contrato de prestação de serviços com a quinta onde vamos realizar o nosso casamento, e consequente pagamento de sinal. Conseguimos um bom preço pela quinta que mais gostámos no nosso target de preço. E isso para nós foi decisivo.
O que nos levou a escolher a quinta foi essencialmente o feedback que a mesma tinha de outros noivos, e a localização e decoração da mesma. Todos os feedbacks fornecidos davam conta da excelente ementa de que a quinta dispunha, e isso para nós é mesmo importante. Queremos é que as pessoas comam bem e apreciem a comida. A animação também é maravilhosa, pelo que sabemos. Então, ontem não restava qualquer dúvida na assinatura do contrato. Até que eu falei que gostaria de ter balões no final da cerimónia civil. Nunca tinha falado dos balões. A resposta da dona da quinta e organizadora foi pronta: nós tratamos disso. Assim, sem qualquer tipo de problema ou acrescento no preço. Uma disponibilidade e uma simpatia que apenas nos fizeram reafirmar a certeza da nossa decisão. Entretanto lemos o contrato e quase morríamos ali mesmo de fome ao observar a extensão e variedade de comida apresentada. Até que a senhora nos refere que agora faz mesmo questão da existência desse contrato e pagamento de sinal, uma vez que há cerca de 2 anos atrás, como era muito mais ingénua e confiava nas pessoas, não fez qualquer contrato e ficou a arder em 16.000€ de um casamento que nunca lhe foi pago. E eu penso como é que alguém se consegue deitar e adormecer de consciência tranquila, sabendo que se casou, teve direito a tudo do bom e do melhor, e não pagou às pessoas que lhe proporcionaram esse dia.
Portanto, ao avaliar uma quinta considero que para além do trade-off de preço e serviços e ementas incluídas no mesmo, é importante perceber a relação que se estabelece com as pessoas da quinta, com as pessoas que vão organizar o vosso casamento. Se são pessoas acessíveis, em quem podem confiar. Se não levantam problemas quando se fala de algo que os noivos gostariam, como foi o caso dos balões.
Isso para nós foi determinante. Em caso de igualdade de preço, de similaridade de ementas e serviços, são sempre as pessoas que fazem a diferença.
2 comentários:
Confesso que não ligo nenhuma à comida nos casamentos, aliás, é sempre um dia de dieta para mim porque como pouquíssimo!
Não sei se é de ver tanta coisa, se da demora entre pratos (quando não é buffet)...
Uma das coisas essenciais para nós também foi o factor comida. Já fui a alguns casamentos onde a comida não era nada de jeito e, por muito bonita que fosse a quinta e essas coisas todas, ao lembrar-me desses casamentos torço sempre um pouco o nariz. E a comida estava realmente boa. Não tinha uma ementa extensa, mas tivemos alguma dificuldade em escolher as coisas porque parecia ser tudo maravilhoso e com alguma originalidade, sem ter aqueles pratos típicos como carne assada com puré de maçã.
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