A semana antes do casamento passou a voar. Foi a última semana de Abril, sendo que trabalhei até dia 30. Até lá, foi uma correria para deixar tudo impecável, para agora quando voltasse.
Nessa semana, teve ainda lugar o jantar de despedida de solteira com a minha equipa de desporto amador, e ainda andei a ver casas. Enfim, uma semana a mil.
Fui buscar o vestido no dia anterior ao meu casamento. Estava perfeito.
No dia anterior, o meu Bomboco fez-me ainda uma surpresa e levou-me a um spa, onde estivemos a receber massagens e outros tratamentos.
Por incrível que pareça não estive nervosa nessa semana, nem ansiosa. Estava mais preocupada em deixar o trabalho todo adiantado. Mas a semana passou num instante, lá isso passou.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Olá!
Olá a todos!
Sei que tenho andado desaparecida, mas realmente estas últimas semanas voaram, e não deu mesmo para actualizar aqui o sítio.
Estou de vota, por isso este blog retoma também a sua rotina.
Prometo contar tudo nos posts seguintes. Até já!
Sei que tenho andado desaparecida, mas realmente estas últimas semanas voaram, e não deu mesmo para actualizar aqui o sítio.
Estou de vota, por isso este blog retoma também a sua rotina.
Prometo contar tudo nos posts seguintes. Até já!
domingo, 27 de abril de 2014
Uma das coisas que percebi com a visualização do The Voice- Portugal
É que Mickael Carreira, apesar de não cantar nada de jeito, com a roupinha certa e o styling adequado, é capaz de ser bastante apetecível.
Pelos caminhos de Portugal...
Por ocasião de coisas que eu cá sei, tive oportunidade de ir a Felgueiras.
Decorria uma festa e eu nunca vi tanta unha de gel, cabelo mal arranjado, roupa de chinês e perfume foleiro junto na vida.
Isso, e gente vestida com renda transparente dos pés à cabeça, apenas com roupa interior por baixo. Pergunto: porquê?
terça-feira, 22 de abril de 2014
Paciência não é mesmo uma das minhas virtudes
Tive de tratar de um assunto da empresa nas águas do Porto.
Estive 4 horas para ser atendida. 4.
Estava capaz de explodir tudo à minha volta mas controlei-me o melhor que pude, no entanto, não consegui tirar da minha cara o ar de azedume, tédio e raiva com que estava. Pedi desculpa à funcionária que não tinha culpa nenhuma. Ela lá me explicou que aquilo está assim por causa da isenção de juros para quem quiser liquidar as dívidas para com as águas. E existem 2 pessoas a atender.
4 horas.
Sinceramente, não é melhor do que falecer.
Estive 4 horas para ser atendida. 4.
Estava capaz de explodir tudo à minha volta mas controlei-me o melhor que pude, no entanto, não consegui tirar da minha cara o ar de azedume, tédio e raiva com que estava. Pedi desculpa à funcionária que não tinha culpa nenhuma. Ela lá me explicou que aquilo está assim por causa da isenção de juros para quem quiser liquidar as dívidas para com as águas. E existem 2 pessoas a atender.
4 horas.
Sinceramente, não é melhor do que falecer.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Pois, é mesmo dos mauzões que elas gostam mais
Ando a ler umas histórias de ficção na internet. Existem vários portais onde as pessoas podem publicar as suas ficções, e outras deixam comentários.
Então, dizia-vos eu, que volta e meia divirto-me a ler essas histórias, algumas mais bem escritas do que outras. Há histórias em que o protagonista masculino é um amor, uma jóia de moço, um verdadeiro sonho de homem que tem alguns problemas de timidez. Noutras, o protagonista é um palyboy, um safado que deixa todas as mulheres pelo beicinho e que tem dificuldades em mudar. Mas é um verdadeiro conquistador e sabe como agradar uma mulher.
E depois leio os comentários. E não é que elas preferem mesmo os protagonistas mauzões? Diz que são mais sedutores, têm outro carisma.
Mas sabem o que é pior nisto tudo? É que eu dei por mim também a preferir o mauzão ao bonzinho, logo eu que sempre gostei de rapazes bem comportados e até um bocadinho nerds.
Não sei, não me perguntem. Ainda estou em choque.
Então, dizia-vos eu, que volta e meia divirto-me a ler essas histórias, algumas mais bem escritas do que outras. Há histórias em que o protagonista masculino é um amor, uma jóia de moço, um verdadeiro sonho de homem que tem alguns problemas de timidez. Noutras, o protagonista é um palyboy, um safado que deixa todas as mulheres pelo beicinho e que tem dificuldades em mudar. Mas é um verdadeiro conquistador e sabe como agradar uma mulher.
E depois leio os comentários. E não é que elas preferem mesmo os protagonistas mauzões? Diz que são mais sedutores, têm outro carisma.
Mas sabem o que é pior nisto tudo? É que eu dei por mim também a preferir o mauzão ao bonzinho, logo eu que sempre gostei de rapazes bem comportados e até um bocadinho nerds.
Não sei, não me perguntem. Ainda estou em choque.
Então e a Páscoa?
Foi boa? Por aqui foi, com muito trabalho, contudo.
Limpezas a fundo em casa, escolhida a decoração para o casamento, escolhidas as músicas... Pode dizer-se que foi um fim-de-semana bem preenchido.
Não se comeu como se não houvesse amanhã, que daqui a duas semanas já estou casada e não queria ir a rebolar para o altar.
Limpezas a fundo em casa, escolhida a decoração para o casamento, escolhidas as músicas... Pode dizer-se que foi um fim-de-semana bem preenchido.
Não se comeu como se não houvesse amanhã, que daqui a duas semanas já estou casada e não queria ir a rebolar para o altar.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Podem tirar a pessoa do bairro, mas não podem tirar o bairro da pessoa
Não gosto de ser assim mas a verdade é mesmo essa.
Há pessoas que por mais dinheiro que tenham, nunca vão deixar de ter maus hábitos, má educação. É uma questão de berço. E não, berço não tem mesmo nada a ver com dinheiro, tem mesmo a ver com educação. Simples.
Pois que aqui há uns dias encontrei fulana de tal, que casou com um rapaz com bastante dinheiro. Fulana de tal andou na escola comigo, nunca deu muito para os estudos e ficou-se pelo 9º ano. Entretanto, conheceu um rapaz proveniente de uma família cheia de dinheiro e casaram-se no ano passado. Fulana de tal, que trabalhava numa loja de shopping, passou a não trabalhar. Vai ao ginásio, vai às compras, já fez uma lipoaspiração, enfim, digamos que tem uma vida mais folgada. O rapaz trabalha numa das empresas do pai.
Como vos dizia, encontrei essa fulana aqui pela zona onde eu agora trabalho, tinha vindo passear. Fazia ela muito bem, disse-lhe. Ao falarmos, fulana pergunta se quero tomar alguma coisa (íamos a entrar para uma esplanada da zona), digo que sim, eu faço o meu pedido e ela o dela. Pergunta-me sobre o meu casamento. Digo-lhe. Fulana fala do seu casamento, e refere que se casou no sítio mais xpto do Porto (true), e que ela só casaria se fosse aí. Rio-me, tomo a minha bebida, e digo-lhe que tenho de ir trabalhar. Chamo o empregado de mesa, peço-lhe a conta, começo a separar o valor da minha bebida. O rapaz demora. Volto a chamá-lo para recolher o dinheiro. O rapaz, visivelmente inexperiente, demora outro bocado. Eu assumo que estou com pressa (não tinha dinheiro certo para deixar), e fulana, sem pré-aviso, levanta-se, vai ter com o rapaz, e dá-lhe uma valente descompostura. Claro que o rapaz estava a demorar tempo a mais, é verdade. Mas também não era preciso ir lá falar com ele com os modos como ela lhe falou.
Nesse momento, voltei a ver a rapariga que conheci no ensino básico, sem roupas de marca, e com modos desagradáveis para quem ela considerava que estava "abaixo" dela (ela era popular na escola, sempre foi uma rapariga bonita, e tratava mal algumas pessoas, em virtude da sua popularidade).
"Não, o dinheiro não fez nada por ti nesse aspecto". Pensei.
Despedi-me e ela desejou-me boa sorte para o casamento com o ar mais natural do mundo, sendo que eu já estava a morrer de vergonha porque tinha ficado toda a gente a olhar para ela com a cena.
Entretanto, sem ter nada a ver, hoje, ao passar num local onde passo diariamente para vir trabalhar, sendo esse local a zona mais nobre da cidade, e com prédios cujo preço é exorbitante, olho para os mesmos e reparo que num dos apartamentos resolveram... fechar a varanda. Sim, todos os outros apartamentos têm uma varanda linda, espaçosa, de frente para o mar. Aqueles imbecis fecharam a varanda para a transformar numa "marquise". Está certo...
Em ambos os casos, tiramos a pessoa do bairro, mas não tiramos o bairro da pessoa.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Estou aqui rejubilando com a vitória do meu Benfica
E sorrindo pela vitória e pelo ar de trombas do meu Bomboco.
É esta época. Eu "acardito". No ano passado perdemos tudo.
Este ano ganhamos tudo.
É esta época. Eu "acardito". No ano passado perdemos tudo.
Este ano ganhamos tudo.
O batom para o meu casamento
Como já por aqui disse, sou eu que vou fazer a maquilhagem do meu casamento.
Este fim-de-semana passei na Kiko e apaixonei-me por esta cor
Este fim-de-semana passei na Kiko e apaixonei-me por esta cor
É algo muito parecido com isto.
Eu sei que não é muito usual ver-se noivas com os lábios desta cor, mas eu também não sou uma noiva usual. Ah, e levo os olhos escuros.
terça-feira, 15 de abril de 2014
É preciso ter lata!
Como já por aqui disse, ando à procura de casa. Assim sendo, todos os dias procuro no sapo casas e imovirtual algo que me agrade, pois o mercado de arrendamento é tão exigente, que já me aconteceu por diversas vezes, tentar marcar uma visita para uma casa cujo anúncio foi feito de manhã, e à tarde a mesma casa já estar alugada (sim, ontem aconteceu-me precisamente isso, estava a tentar marcar uma visita e quando me ligaram, já havia sido alugada nessa mesma tarde).
Ora, eu defendo a máxima que perguntar não ofende, e vi uma casa incrível, cuja construção conheço, na localização exacta que eu queria, mas fora do meu orçamento. Como o anúncio já estava postado há muito tempo, decidi ligar na mesma e fazer uma proposta, para ao menos averiguar a receptividade para negociarem o preço.
Pois não é que o homem me diz com todas as letras, que não apenas o preço é fixo, como ainda não passam recibo!! Bolas, fiquei para a minha vida. Confrontei-o com o facto de a casa estar vaga há mais de 6 meses, e receber alguma renda por ela, é melhor do que não receber nenhuma, mas o senhor continuava irredutível, disse que preferia a casa vazia. Perguntei-lhe ainda se não sabia que não passar recibo era crime, fuga ao fisco, e disse-lhe que eu podia perfeitamente ser um fiscal das finanças e ele estava a correr um risco desnecessário. Nenhum dos meus argumentos convenceu o senhor, que não só não baixa o preço da casa, como ainda não emite recibos de renda.
Sendo que é uma casa linda, nova, e está para alugar há mais de 6 meses, talvez tal facto pudesse ser uma pista de que a estratégia do senhor não estava a dar resultados... Mas não. Ainda discutiu comigo que ele se não quiser não tem de passar recibo nenhum, e que eu como era a interessada é que tinha de me sujeitar. Fiquei verde. É preciso ter lata! Disse-lhe com todas as letras que não queria alimentar a economia paralela, que eu faço os meus descontos fruto do meu trabalho, não era para outros não cumprirem as suas obrigações e eu ainda pactuar com isso.
Com o controlo que existe agora, finanças etc., não percebo como ainda há pessoas que propõem negócios destes, ainda para mais não sabendo quem está do outro lado da linha. E o inquilino é que tinha de se sujeitar.
Realmente há pessoas com muita lata.
Ora, eu defendo a máxima que perguntar não ofende, e vi uma casa incrível, cuja construção conheço, na localização exacta que eu queria, mas fora do meu orçamento. Como o anúncio já estava postado há muito tempo, decidi ligar na mesma e fazer uma proposta, para ao menos averiguar a receptividade para negociarem o preço.
Pois não é que o homem me diz com todas as letras, que não apenas o preço é fixo, como ainda não passam recibo!! Bolas, fiquei para a minha vida. Confrontei-o com o facto de a casa estar vaga há mais de 6 meses, e receber alguma renda por ela, é melhor do que não receber nenhuma, mas o senhor continuava irredutível, disse que preferia a casa vazia. Perguntei-lhe ainda se não sabia que não passar recibo era crime, fuga ao fisco, e disse-lhe que eu podia perfeitamente ser um fiscal das finanças e ele estava a correr um risco desnecessário. Nenhum dos meus argumentos convenceu o senhor, que não só não baixa o preço da casa, como ainda não emite recibos de renda.
Sendo que é uma casa linda, nova, e está para alugar há mais de 6 meses, talvez tal facto pudesse ser uma pista de que a estratégia do senhor não estava a dar resultados... Mas não. Ainda discutiu comigo que ele se não quiser não tem de passar recibo nenhum, e que eu como era a interessada é que tinha de me sujeitar. Fiquei verde. É preciso ter lata! Disse-lhe com todas as letras que não queria alimentar a economia paralela, que eu faço os meus descontos fruto do meu trabalho, não era para outros não cumprirem as suas obrigações e eu ainda pactuar com isso.
Com o controlo que existe agora, finanças etc., não percebo como ainda há pessoas que propõem negócios destes, ainda para mais não sabendo quem está do outro lado da linha. E o inquilino é que tinha de se sujeitar.
Realmente há pessoas com muita lata.
Como NÃO gerir um negócio
Eu trabalho agora no centro da cidade, bem no centro. Montes de turistas todo o dia, animação, movimento. Um sítio óptimo a todos os níveis.
Aqui à beira do meu trabalho existem vários cafés, tascas e restaurantes. Um deles, até tem muito boa pinta, mas... Tem um problema. Está sempre fechado. De manhã, quando chego, está fechado. À hora de almoço está aberto, mas fecha bem cedo, porque mesmo quando eu saio às 18h, já está fechado, e à noite está fechado também.
Então os senhores têm um negócio na melhor localização da cidade e resolvem tê-lo sempre fechado?? Boa mas boa ideia! Eu própria não pensaria em melhor.
Em vez de maximizarem o período em que podem abrir de modo a terem mais clientes, a conseguirem fidelizar uma casa, não, abrem umas horitas por dia. "Ah e tal o negócio não dá". Pois...
Aqui à beira do meu trabalho existem vários cafés, tascas e restaurantes. Um deles, até tem muito boa pinta, mas... Tem um problema. Está sempre fechado. De manhã, quando chego, está fechado. À hora de almoço está aberto, mas fecha bem cedo, porque mesmo quando eu saio às 18h, já está fechado, e à noite está fechado também.
Então os senhores têm um negócio na melhor localização da cidade e resolvem tê-lo sempre fechado?? Boa mas boa ideia! Eu própria não pensaria em melhor.
Em vez de maximizarem o período em que podem abrir de modo a terem mais clientes, a conseguirem fidelizar uma casa, não, abrem umas horitas por dia. "Ah e tal o negócio não dá". Pois...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Quem me leva ao altar, sendo que não tenho bem um altar porque vou casar pelo civil, está a tornar-se num problema do tamanho do mundo- Cenas de um casamento
Eu não tenho pai. Não tenho uma figura masculina predominante na minha vida. Fui criada pela minha avó, que sempre fez o melhor que pôde e soube.
Nesse sentido, na minha cabeça, para caminhar até ao altar ou até aquela mesa onde estão o meu noivo e o conservador, fazia sentido eu fazer-me acompanhar da minha avó ou então ir sozinha.
Transmiti essa ideia à minha avó aqui há uns tempos, e ela pareceu ficar contente com a ideia, até que a minha mãe se passou completamente, porque não fazia sentido nenhum, que se eu fosse entrar que devia ser com ela, que ela é que é minha mãe, ou então com o irmão dela. Assim é que era.
Isto originou uma discussão tremenda porque a minha mãe, apesar de não ter grande influência na minha vida, acha que merece tê-la, e quer impor a toda a força a sua vontade nas minhas decisões, mas eu nestas coisas sou muito radical: não estiveste lá quando eu precisei pois não? (ela acha que sim, vá-se lá entender...), então também não tens direito de me forçar a fazer o que tu queres. Eu muito raramente aceito algo que a minha mãe me diz para fazer. Não é implicância, tem mais a ver com o facto de sermos pessoas de diametralmente opostas, e com o facto de as opiniões dela não serem normalmente muito fundadas.
Adiante. Lá lhe disse que não, que assim sendo e para não haver mais confusão, que eu ia entrar sozinha, e ponto assente.
Ainda tive de repetir isto mais umas vezes quando ia a casa da minha avó, mas pensei que entretanto era assunto encerrado.
Mas não. Estava errada.
Senhora minha mãe resolve enviar uma sms à minha madrinha de casamento, com duas finalidades: impedir que o meu padrinho de casamento me leve ao altar (coisa que nunca esteve em cima da mesa), e dizer-lhe para ela me fazer a cabeça para que fosse a minha mãe ou o meu tio a levarem-me.
Para além do facto de nem ter tido a clareza de espírito de ligar à minha madrinha, a minha mãe resolveu achar que era boa ideia mandar recados, como se me fossem convencer do que quer que seja.
Enfim, sempre a melhorar. Para não falar da enorme falta de respeito que é não quererem respeitar a minha vontade.
A minha madrinha só lhe respondeu que eu já lhe tinha dito que ia entrar sozinha, assunto encerrado.
Será?
Esperemos...
Nesse sentido, na minha cabeça, para caminhar até ao altar ou até aquela mesa onde estão o meu noivo e o conservador, fazia sentido eu fazer-me acompanhar da minha avó ou então ir sozinha.
Transmiti essa ideia à minha avó aqui há uns tempos, e ela pareceu ficar contente com a ideia, até que a minha mãe se passou completamente, porque não fazia sentido nenhum, que se eu fosse entrar que devia ser com ela, que ela é que é minha mãe, ou então com o irmão dela. Assim é que era.
Isto originou uma discussão tremenda porque a minha mãe, apesar de não ter grande influência na minha vida, acha que merece tê-la, e quer impor a toda a força a sua vontade nas minhas decisões, mas eu nestas coisas sou muito radical: não estiveste lá quando eu precisei pois não? (ela acha que sim, vá-se lá entender...), então também não tens direito de me forçar a fazer o que tu queres. Eu muito raramente aceito algo que a minha mãe me diz para fazer. Não é implicância, tem mais a ver com o facto de sermos pessoas de diametralmente opostas, e com o facto de as opiniões dela não serem normalmente muito fundadas.
Adiante. Lá lhe disse que não, que assim sendo e para não haver mais confusão, que eu ia entrar sozinha, e ponto assente.
Ainda tive de repetir isto mais umas vezes quando ia a casa da minha avó, mas pensei que entretanto era assunto encerrado.
Mas não. Estava errada.
Senhora minha mãe resolve enviar uma sms à minha madrinha de casamento, com duas finalidades: impedir que o meu padrinho de casamento me leve ao altar (coisa que nunca esteve em cima da mesa), e dizer-lhe para ela me fazer a cabeça para que fosse a minha mãe ou o meu tio a levarem-me.
Para além do facto de nem ter tido a clareza de espírito de ligar à minha madrinha, a minha mãe resolveu achar que era boa ideia mandar recados, como se me fossem convencer do que quer que seja.
Enfim, sempre a melhorar. Para não falar da enorme falta de respeito que é não quererem respeitar a minha vontade.
A minha madrinha só lhe respondeu que eu já lhe tinha dito que ia entrar sozinha, assunto encerrado.
Será?
Esperemos...
Ver o tempo passar
Faltam menos de 3 semanas para o meu casamento...
Não posso dizer que estou nervosa mas estou certamente ansiosa para que chegue, que corra tudo bem...
Estou literalmente a ver o tempo passar.
Não posso dizer que estou nervosa mas estou certamente ansiosa para que chegue, que corra tudo bem...
Estou literalmente a ver o tempo passar.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Fuck!
Desculpem. A sério. Desculpem o título, mas é tudo o que me apetece dizer. Fuck.
Eu explico: com a mudança de emprego, passei a ir trabalhar de transportes públicos. Ou melhor, voltei a ir trabalhar de transportes públicos, porque já o fazia antes do meu emprego anterior. Gosto imenso porque não tenho de me chatear com trânsito, os autocarros são certinhos, vêm à hora, não tenho de me preocupar com estacionamentos etc.
O problema é que para ir para o meu local de trabalho tenho de apanhar 2 autocarros, e incluindo o tempo de espera dos mesmos (não têm horários coincidentes), a viagem fica-me em 1h para cada lado. O que é manifestamente muito porque o autocarro "principal" que apanho faz a viagem em 25m. Ora, à custa disto e outras coisas, eu quero mudar de casa. Quero voltar a um sítio onde fui feliz, onde estou mais perto de tudo e me basta apanhar um autocarro ou metro para estar perto de tudo, quero voltar para a minha freguesia favorita. O problema é que as casas nessa freguesia são caríssimas (é junto à praia). E arranjar algo bom e em conta aí, tem mais ou menos o mesmo grau de dificuldade que encontrar uma agulha num palheiro gigante. Não estou a exagerar.
Ontem, fomos ver, Bomboco e eu, uma casa no sítio exacto que eu queria. Bomboco não se perdeu de amores pela casa mas eu sim. Sim, necessita de uma pintura (que os proprietários vão assegurar), sim, a nossa casa actual até é maior, mas eu gostei mesmo daquela, sobretudo da localização. É simplesmente perfeita. No sítio perfeito. Bomboco tem preferência por casas mais longe da praia, com muito estacionamento (eu sei, não me perguntem, ele gosta é de sítios com muitos estacionamentos à volta, vá-se lá entender...).
Mas aquela casa de ontem servia bem as nossas necessidades, perto de tudo e sim, tinha lugar de garagem e estacionamentos na rua. E o melhor de tudo é que estava a um preço excelente. Disse estava, porque infelizmente hoje a senhora da imobiliária ligou-me a dizer que já havia negócio com outras pessoas e que o proprietário ainda não tinha avisado a imobiliária.
Grrrr!
Fiquei podre. Para além de me ter apaixonado pela casa e já estar a fazer planos com ela, era um excelente negócio e eu odeio perder bons negócios. Já sei, vão dizer que há-de aparecer outra, mas uma casa daquelas por aquele preço é uma num milhão... Dificilmente aparece assim tão depressa.
Fuck! Estou chateada, claro...
Eu explico: com a mudança de emprego, passei a ir trabalhar de transportes públicos. Ou melhor, voltei a ir trabalhar de transportes públicos, porque já o fazia antes do meu emprego anterior. Gosto imenso porque não tenho de me chatear com trânsito, os autocarros são certinhos, vêm à hora, não tenho de me preocupar com estacionamentos etc.
O problema é que para ir para o meu local de trabalho tenho de apanhar 2 autocarros, e incluindo o tempo de espera dos mesmos (não têm horários coincidentes), a viagem fica-me em 1h para cada lado. O que é manifestamente muito porque o autocarro "principal" que apanho faz a viagem em 25m. Ora, à custa disto e outras coisas, eu quero mudar de casa. Quero voltar a um sítio onde fui feliz, onde estou mais perto de tudo e me basta apanhar um autocarro ou metro para estar perto de tudo, quero voltar para a minha freguesia favorita. O problema é que as casas nessa freguesia são caríssimas (é junto à praia). E arranjar algo bom e em conta aí, tem mais ou menos o mesmo grau de dificuldade que encontrar uma agulha num palheiro gigante. Não estou a exagerar.
Ontem, fomos ver, Bomboco e eu, uma casa no sítio exacto que eu queria. Bomboco não se perdeu de amores pela casa mas eu sim. Sim, necessita de uma pintura (que os proprietários vão assegurar), sim, a nossa casa actual até é maior, mas eu gostei mesmo daquela, sobretudo da localização. É simplesmente perfeita. No sítio perfeito. Bomboco tem preferência por casas mais longe da praia, com muito estacionamento (eu sei, não me perguntem, ele gosta é de sítios com muitos estacionamentos à volta, vá-se lá entender...).
Mas aquela casa de ontem servia bem as nossas necessidades, perto de tudo e sim, tinha lugar de garagem e estacionamentos na rua. E o melhor de tudo é que estava a um preço excelente. Disse estava, porque infelizmente hoje a senhora da imobiliária ligou-me a dizer que já havia negócio com outras pessoas e que o proprietário ainda não tinha avisado a imobiliária.
Grrrr!
Fiquei podre. Para além de me ter apaixonado pela casa e já estar a fazer planos com ela, era um excelente negócio e eu odeio perder bons negócios. Já sei, vão dizer que há-de aparecer outra, mas uma casa daquelas por aquele preço é uma num milhão... Dificilmente aparece assim tão depressa.
Fuck! Estou chateada, claro...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Do mau profissionalismo que grassa por este país fora
Depois de vos ter falado deste episódio, onde procurei informações sobre comunicações empresariais para a empresa onde trabalho, e ter sido atendida de forma pouco profissional por uma funcionária, fiquei a aguardar que me contactassem, como me foi dito, para me propusessem orçamentos.
Ora, mais de duas semanas se passaram e nada. NADA.
Hoje vou ter de ligar para lá e não vai ser bonito.
Entretanto, na semana passada, pedi igualmente informações ao banco que trata das nossas contas bancárias. Necessitava que me enviassem uma documentação por email, documentação essa de teor simples e meramente informativo. Uma semana depois... Já sabem, não é? Nada. Ninguém me enviou email nenhum nem ligou de volta. Na segunda-feira, voltei a contactar a agência, mas a pessoa que me tinha atendido inicialmente tinha ido almoçar. Sim senhor, tem direito. Deixei o recado com outro colaborador, que ficou de me resolver a questão, e ficou de entrar em contacto comigo. Pois... Também não.
E assim é a vida de uma pessoa que entra numa nova empresa, quer resolver assuntos, e não pode porque alguns serviços privados deste país pelos vistos não funcionam num nível minimamente aceitável. Eu preciso de resolver um conjunto de coisas e é isto.
Relativamente à Optimus vou mesmo ligar para lá até porque os chefes querem a Optimus.
O Banco que se prepare, porque a minha primeira medida é precisamente mudar de balcão. Fico um bocado estupefacta quando explico que preciso de algo com urgência, e as pessoas do banco em causa simplesmente ignoram o assunto, ainda por cima tratando-se de um cliente empresarial.
Não percebo, mas também não deve ser para eu perceber...
Ora, mais de duas semanas se passaram e nada. NADA.
Hoje vou ter de ligar para lá e não vai ser bonito.
Entretanto, na semana passada, pedi igualmente informações ao banco que trata das nossas contas bancárias. Necessitava que me enviassem uma documentação por email, documentação essa de teor simples e meramente informativo. Uma semana depois... Já sabem, não é? Nada. Ninguém me enviou email nenhum nem ligou de volta. Na segunda-feira, voltei a contactar a agência, mas a pessoa que me tinha atendido inicialmente tinha ido almoçar. Sim senhor, tem direito. Deixei o recado com outro colaborador, que ficou de me resolver a questão, e ficou de entrar em contacto comigo. Pois... Também não.
E assim é a vida de uma pessoa que entra numa nova empresa, quer resolver assuntos, e não pode porque alguns serviços privados deste país pelos vistos não funcionam num nível minimamente aceitável. Eu preciso de resolver um conjunto de coisas e é isto.
Relativamente à Optimus vou mesmo ligar para lá até porque os chefes querem a Optimus.
O Banco que se prepare, porque a minha primeira medida é precisamente mudar de balcão. Fico um bocado estupefacta quando explico que preciso de algo com urgência, e as pessoas do banco em causa simplesmente ignoram o assunto, ainda por cima tratando-se de um cliente empresarial.
Não percebo, mas também não deve ser para eu perceber...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Das pequenas vitórias do dia a dia
O nosso dia a dia não se faz de vitórias estrondosas e perdas de grande relevo. Faz-se pequenas vitórias e pequenos percalços.
O meu dia é constituído por várias tarefas que individualmente podem não ser muito importantes, mas no todo, demonstram bastante relevância. Creio que a maior parte do dia da maior parte das pessoas é assim.
Por isso as pequenas vitórias são tão importantes. Conseguir terminar uma tarefa a tempo, receber um telefonema aguardado, resolver um problema, etc.
Dada a minha mudança de emprego, este período de adaptação tem-me trazido dificuldades relativas aos sistemas de informação. Coisas que me pareciam simples noutros sistemas, neste, não são assim tão simples.
E tinha aqui um problema bicudo para resolver.
Ainda tenho. Mas posso dizer que hoje foi Bomboca-1, Sistema-0. Porque conseguimos arranjar maneira de resolver o problema, de forma mais fácil.
E falo destas pequenas vitórias que beneficiam o nosso dia a dia. Claro que daqui a 5 anos nunca mais me vou lembrar disto. Mas hoje, para mim, foi importante esta vitóriazinha. E fará toda a diferença no resto do meu dia.
Um brinde às pequenas vitórias!
O meu dia é constituído por várias tarefas que individualmente podem não ser muito importantes, mas no todo, demonstram bastante relevância. Creio que a maior parte do dia da maior parte das pessoas é assim.
Por isso as pequenas vitórias são tão importantes. Conseguir terminar uma tarefa a tempo, receber um telefonema aguardado, resolver um problema, etc.
Dada a minha mudança de emprego, este período de adaptação tem-me trazido dificuldades relativas aos sistemas de informação. Coisas que me pareciam simples noutros sistemas, neste, não são assim tão simples.
E tinha aqui um problema bicudo para resolver.
Ainda tenho. Mas posso dizer que hoje foi Bomboca-1, Sistema-0. Porque conseguimos arranjar maneira de resolver o problema, de forma mais fácil.
E falo destas pequenas vitórias que beneficiam o nosso dia a dia. Claro que daqui a 5 anos nunca mais me vou lembrar disto. Mas hoje, para mim, foi importante esta vitóriazinha. E fará toda a diferença no resto do meu dia.
Um brinde às pequenas vitórias!
Os segredos do Shiuuu
Gosto de ler o Shiuuu, creio que uma parte de nós gosta de saber dos segredos dos outros, mesmo que anónimos, e penso muitas vezes se conseguia conviver com a maior parte dos segredos que são expostos. E não conseguia. A maior parte são sobre traições, assunto que abomino.
Mas hoje li o segredo de uma fulana que dizia que já teve vários relacionamentos com homens comprometidos e que não se importava nada, que não ia deixar de fazer o que ela queria devido a regras da sociedade. A senhora devia, antes de não se preocupar se está a quebrar regras da sociedade, olhar para si própria. Perceber a sordidez em que se tornou. Ela não diz que amou os homens com quem se envolveu (ela deu a entender que eram alguns, e eu não acredito que se possa amar tanta gente como isso ao longo da vida. O amor é um sentimento muito especial, e não acontece do dia para a noite e com toda a gente que se cruza no nosso caminho). Ela apenas diz que se envolve com eles porque quer. Porque lhe apetece.
Será que ela não percebe que as relações que tem são apenas de uso? Isto assusta-me na sociedade actual, vejo cada vez mais segredos deste teor, pessoas que não se importar de usar/ser usadas. E imagino como deve andar a auto estima dessas pessoas para terem este tipo de mentalidade.
Não quero dizer que todos tenhamos de ter relações sérias e para casar, nada disso, também já tive relações não sérias. Mas não acho correcto o envolvimento com alguém que já tem outro alguém. A traição que tudo isso implica.
Como se sentiria a senhora se se apaixonasse perdidamente por um homem, e viesse ela a ser a traída da história? Ela não tem compromissos com ninguém, não está a trair directamente, mas sem dúvida que não sai inocente disto tudo.
Nem que mais não seja pela máxima "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Um dia esta senhora pode aprender esta frase da forma mais dura. Até lá vai fazendo o seu karma e contribuindo para o acumular de negatividade em seu redor.
Mas hoje li o segredo de uma fulana que dizia que já teve vários relacionamentos com homens comprometidos e que não se importava nada, que não ia deixar de fazer o que ela queria devido a regras da sociedade. A senhora devia, antes de não se preocupar se está a quebrar regras da sociedade, olhar para si própria. Perceber a sordidez em que se tornou. Ela não diz que amou os homens com quem se envolveu (ela deu a entender que eram alguns, e eu não acredito que se possa amar tanta gente como isso ao longo da vida. O amor é um sentimento muito especial, e não acontece do dia para a noite e com toda a gente que se cruza no nosso caminho). Ela apenas diz que se envolve com eles porque quer. Porque lhe apetece.
Será que ela não percebe que as relações que tem são apenas de uso? Isto assusta-me na sociedade actual, vejo cada vez mais segredos deste teor, pessoas que não se importar de usar/ser usadas. E imagino como deve andar a auto estima dessas pessoas para terem este tipo de mentalidade.
Não quero dizer que todos tenhamos de ter relações sérias e para casar, nada disso, também já tive relações não sérias. Mas não acho correcto o envolvimento com alguém que já tem outro alguém. A traição que tudo isso implica.
Como se sentiria a senhora se se apaixonasse perdidamente por um homem, e viesse ela a ser a traída da história? Ela não tem compromissos com ninguém, não está a trair directamente, mas sem dúvida que não sai inocente disto tudo.
Nem que mais não seja pela máxima "não faças aos outros o que não queres que te façam a ti". Um dia esta senhora pode aprender esta frase da forma mais dura. Até lá vai fazendo o seu karma e contribuindo para o acumular de negatividade em seu redor.
Carolina Patrocínio
É de conhecimento comum que eu embirro com a menina. Não gosto dela, pronto.
Nada a fazer. E eu conhecia várias pessoas que concordavam comigo e diziam que também não gostavam da moça. Mas desde que ela engravidou/foi mãe, vejo no Facebook um magote de gente a fazer like na página da menina, e está a gerar-se um "buzz" enorme porque ela já não tem barriga etc etc.
Só vos digo isto: baby fix, nunca ouviram falar?
Procurem. É que cheia de guito, também eu tinha uma barriga lisinha após ser mãe. E antes. E toda a vida.
Claro que ela vai ao ginásio, etc e tal, mas os tratamentos ajudam e muito, que não há milagres.
Ainda assim, nada contra a barriga da moça, mas pf não me venham dizer que é tudo natural porque não é.
Também não percebo as pessoas que dão graças ao facto de ela amamentar. E daí?
Carolina, desculpa, mas mesmo agora depois de teres sido mãe, não consigo gostar de ti.
Nada a fazer. E eu conhecia várias pessoas que concordavam comigo e diziam que também não gostavam da moça. Mas desde que ela engravidou/foi mãe, vejo no Facebook um magote de gente a fazer like na página da menina, e está a gerar-se um "buzz" enorme porque ela já não tem barriga etc etc.
Só vos digo isto: baby fix, nunca ouviram falar?
Procurem. É que cheia de guito, também eu tinha uma barriga lisinha após ser mãe. E antes. E toda a vida.
Claro que ela vai ao ginásio, etc e tal, mas os tratamentos ajudam e muito, que não há milagres.
Ainda assim, nada contra a barriga da moça, mas pf não me venham dizer que é tudo natural porque não é.
Também não percebo as pessoas que dão graças ao facto de ela amamentar. E daí?
Carolina, desculpa, mas mesmo agora depois de teres sido mãe, não consigo gostar de ti.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Dias impossíveis ao nível do vestuário
Toda a gente já teve dias destes. Eu não costumo ter, mas quando tenho, são de fugir.
Sim, estou a falar daqueles dias em que parece que nada nos fica bem. Vestimos um determinado conjunto, não fica bem, vestimos outro, nada... Peças que normalmente gostamos de nos ver e inclusivamente combinações que já utilizámos noutros dias. Mas qual quê? Há dias em que nada resulta.
Hoje foi um desses dias. De manhã, após tomar banho, pensei em vestir um determinado conjunto. Não gostei. Bora vestir outro. Também não. Isto foi acontecendo até que me apercebi que já tinha mudado de roupa 5 vezes! 5! Acho que bati o meu recorde.
Lá saí com um conjunto seguro (daqueles que sem dúvida não há por onde correr mal, fato e camisa). Isto não me acontece muitas vezes, mas odeio quando acontece.
E para vocês? Este problema existencial é frequente?
Sim, estou a falar daqueles dias em que parece que nada nos fica bem. Vestimos um determinado conjunto, não fica bem, vestimos outro, nada... Peças que normalmente gostamos de nos ver e inclusivamente combinações que já utilizámos noutros dias. Mas qual quê? Há dias em que nada resulta.
Hoje foi um desses dias. De manhã, após tomar banho, pensei em vestir um determinado conjunto. Não gostei. Bora vestir outro. Também não. Isto foi acontecendo até que me apercebi que já tinha mudado de roupa 5 vezes! 5! Acho que bati o meu recorde.
Lá saí com um conjunto seguro (daqueles que sem dúvida não há por onde correr mal, fato e camisa). Isto não me acontece muitas vezes, mas odeio quando acontece.
E para vocês? Este problema existencial é frequente?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Creepy
Uma coisa que me mete muita confusão é que olhem fixamente para mim. Com olhares esquisitos. E não desviem o olhar.
Não gosto, ponto. Não olho dessa forma para ninguém, por isso também não gosto de ser observada desta forma. Sinto-me quase "violada" pela forma que algumas pessoas (homens, na sua maioria, claro...) olham para mim.
O episódio mais recente aconteceu quando o meu namorado esperava por mim no carro, enquanto eu tinha saído do carro para ir comprar um bilhete de metro. Saí do carro, e um velhote que estava na rua (eram 8h30 da manhã), começou a olhar fixamente para mim. Mas a olhar de uma forma repugnante, esquisita e um bocado creepy. Pois o homem esteve assim a colar em mim desde que eu saí do carro e voltei a entrar. Tirei o bilhete e o velho rançoso sempre a olhar. Nem com um homem no carro o velho se fez de rogado.
O meu namorado já estava a ficar incomodado, mas percebendo que eu também estava, desdramatizou.
De qualquer das formas eu não acho normal este tipo de comportamento, mais ainda estando uma pessoa acompanhada!
É que as pessoas sentem-se quase um animal de circo, e eu odeio circo.
Não gosto, ponto. Não olho dessa forma para ninguém, por isso também não gosto de ser observada desta forma. Sinto-me quase "violada" pela forma que algumas pessoas (homens, na sua maioria, claro...) olham para mim.
O episódio mais recente aconteceu quando o meu namorado esperava por mim no carro, enquanto eu tinha saído do carro para ir comprar um bilhete de metro. Saí do carro, e um velhote que estava na rua (eram 8h30 da manhã), começou a olhar fixamente para mim. Mas a olhar de uma forma repugnante, esquisita e um bocado creepy. Pois o homem esteve assim a colar em mim desde que eu saí do carro e voltei a entrar. Tirei o bilhete e o velho rançoso sempre a olhar. Nem com um homem no carro o velho se fez de rogado.
O meu namorado já estava a ficar incomodado, mas percebendo que eu também estava, desdramatizou.
De qualquer das formas eu não acho normal este tipo de comportamento, mais ainda estando uma pessoa acompanhada!
É que as pessoas sentem-se quase um animal de circo, e eu odeio circo.
Lipoaspiração não evasiva?
Queridos leitores que sabem tudo, preciso de um conselho vosso.
Com o meu casamento a aproximar-se a passos largos, vejo que dificilmente irei perder mais kg (ou cm) do que os que já perdi. E já me falaram que a lipoaspiração não evasiva poderá ser uma boa resposta para perder um ou outro kg, e mais importante, uns cm's. Assim sendo, e como vi promoções destas em sites de descontos, queria saber a vossa opinião sobre o assunto.
Vale a pena?
Muito grata.
Com o meu casamento a aproximar-se a passos largos, vejo que dificilmente irei perder mais kg (ou cm) do que os que já perdi. E já me falaram que a lipoaspiração não evasiva poderá ser uma boa resposta para perder um ou outro kg, e mais importante, uns cm's. Assim sendo, e como vi promoções destas em sites de descontos, queria saber a vossa opinião sobre o assunto.
Vale a pena?
Muito grata.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Nem tudo são rosas num novo emprego
Esta fase de adaptação é sempre difícil. Temos de nos adaptar a novos chefes, novos colegas, novas rotinas, novas regras. Tudo é novo. Até os sistemas.
Se antes estava num local que já não tinha muitos segredos para mim, aqui tudo é diferente. Claro que não é necessariamente mau, pelo contrário, mas eu que já passei por alguns empregos, só quero que esta fase de adaptação passe, pois sei que é uma das mais difíceis e exigentes.
Quero saber tudo, estar por dentro de tudo aqui na empresa.
Infelizmente essas coisas levam tempo.
Já disse que não sou muito paciente, não já?
Se antes estava num local que já não tinha muitos segredos para mim, aqui tudo é diferente. Claro que não é necessariamente mau, pelo contrário, mas eu que já passei por alguns empregos, só quero que esta fase de adaptação passe, pois sei que é uma das mais difíceis e exigentes.
Quero saber tudo, estar por dentro de tudo aqui na empresa.
Infelizmente essas coisas levam tempo.
Já disse que não sou muito paciente, não já?
segunda-feira, 31 de março de 2014
The Voice Portugal
Estreou ontem na RTP o programa The Voice Portugal. Passando à frente o critério da escolha dos jurados, que me parece manifestamente dúbio, creio que o objectivo do programa é a identificação de novos talentos musicais.
Ora ontem, apresentou-se no programa um senhor (creio que se chamava Júlio), que foi cantar uma música interpretada originalmente por Marco Paulo. A meu ver (sim, eu percebo qualquer coisa de música), o senhor cantava bem, era consistente e tinha uma voz agradável. Nenhuma das cadeiras dos jurados se virou.
Por outro lado, apresentaram-se no programa umas betunças de Lisboa, de nomes Constança e Benedita, que na minha opinião e na opinião de todos os presentes comigo à hora do programa, não cantavam bolha. Eram desafinadas, cada frase, cada prego. Mas a verdade é que mais do que um jurado virou a cadeira nos momentos em que as senhoras cantaram.
Para mim, estas duas betinhas não tinham passado e o outro senhor tinha. Mas ele cometeu um erro crasso que as betunças não cometeram: cantou uma música de um cantor popular português. Se tivesse ido cantar Elton John, por exemplo, acredito que tivesse passado. Assim, ficou pelo caminho.
Porque a verdade é uma, os jurados desses programas de caça talentos (aka treta), gostam muito de ser democráticos e pedem frequentemente que os candidatos cantem em português. Quando alguém o faz e bem, cantando uma música de índole mais popular, não avança.
Para mim, isto é simples, chama-se preconceito. O senhor mesmo disse que o estilo dele provavelmente não se enquadrava no formato do programa. Mas não é o formato do programa encontrar boas vozes?
Convenhamos que Mikael Carreira é um dos jurados, cantor este que canta algo entre o popular/ lantino, e sendo ainda que seu pai, Tony, é um conhecido cantor popular.
Ora, se o povo gosta é do popular (hello, festival da canção?), porque motivo as pessoas que têm coragem de ir cantar abertamente esse estilo de música, não passam?
Preconceio. Simples.
Ora ontem, apresentou-se no programa um senhor (creio que se chamava Júlio), que foi cantar uma música interpretada originalmente por Marco Paulo. A meu ver (sim, eu percebo qualquer coisa de música), o senhor cantava bem, era consistente e tinha uma voz agradável. Nenhuma das cadeiras dos jurados se virou.
Por outro lado, apresentaram-se no programa umas betunças de Lisboa, de nomes Constança e Benedita, que na minha opinião e na opinião de todos os presentes comigo à hora do programa, não cantavam bolha. Eram desafinadas, cada frase, cada prego. Mas a verdade é que mais do que um jurado virou a cadeira nos momentos em que as senhoras cantaram.
Para mim, estas duas betinhas não tinham passado e o outro senhor tinha. Mas ele cometeu um erro crasso que as betunças não cometeram: cantou uma música de um cantor popular português. Se tivesse ido cantar Elton John, por exemplo, acredito que tivesse passado. Assim, ficou pelo caminho.
Porque a verdade é uma, os jurados desses programas de caça talentos (aka treta), gostam muito de ser democráticos e pedem frequentemente que os candidatos cantem em português. Quando alguém o faz e bem, cantando uma música de índole mais popular, não avança.
Para mim, isto é simples, chama-se preconceito. O senhor mesmo disse que o estilo dele provavelmente não se enquadrava no formato do programa. Mas não é o formato do programa encontrar boas vozes?
Convenhamos que Mikael Carreira é um dos jurados, cantor este que canta algo entre o popular/ lantino, e sendo ainda que seu pai, Tony, é um conhecido cantor popular.
Ora, se o povo gosta é do popular (hello, festival da canção?), porque motivo as pessoas que têm coragem de ir cantar abertamente esse estilo de música, não passam?
Preconceio. Simples.
sábado, 29 de março de 2014
Tutorial- O que NUNCA fazer em casa
Seguindo conselhos vossos, fui ao meu armário desencantar uns jeans que já não têm nada de novo, e tentei rasgá-los para ficarem com o ar de jeans rasgados que eu tanto gosto.
Que asneira fui fazer. Ficou péssimo. Nunca façam isto em casa, a sério. Vão por mim. Mesmo que sejam velhos, ficam sem eles.
Só para fechar este assunto dos jeans rasgados, eu não gosto deles completamente rasgados e com mau ar, gosto com ligeiros rasgões que não deixam ver carne. E eu tenho uns 3 pares assim, lindos e ficaram-me caríssimos na altura em que os comprei. O problema... É que me apaixonei por eles mesmo eles não me servindo. E não me serviam na altura, nem servem agora, que apesar de ter emagrecido, ainda não emagreci o suficiente para os vestir sem ficar com banhas de fora.
Por isso, o melhor conselho que vos posso dar é para que não façam o que eu fiz há 3 anos atrás: não comprem roupa que não vos serve no momento. Mesmo que estejam a pensar em emagrecer/engordar. Porque efectivamente não sabem se quando chegarem ao peso que querem, aquela peça vos vai assentar bem, ou vão continuar a gostar dela. Acreditem que aprendi isso às minhas custas. Bem arrependida estou.
Apesar de adorar as calças, e ter a certeza que se chegar ao peso que quero, me irão ficar bem, hoje, não as comprava. Nunca mais fiz essa asneira, garanto-vos.
Que asneira fui fazer. Ficou péssimo. Nunca façam isto em casa, a sério. Vão por mim. Mesmo que sejam velhos, ficam sem eles.
Só para fechar este assunto dos jeans rasgados, eu não gosto deles completamente rasgados e com mau ar, gosto com ligeiros rasgões que não deixam ver carne. E eu tenho uns 3 pares assim, lindos e ficaram-me caríssimos na altura em que os comprei. O problema... É que me apaixonei por eles mesmo eles não me servindo. E não me serviam na altura, nem servem agora, que apesar de ter emagrecido, ainda não emagreci o suficiente para os vestir sem ficar com banhas de fora.
Por isso, o melhor conselho que vos posso dar é para que não façam o que eu fiz há 3 anos atrás: não comprem roupa que não vos serve no momento. Mesmo que estejam a pensar em emagrecer/engordar. Porque efectivamente não sabem se quando chegarem ao peso que querem, aquela peça vos vai assentar bem, ou vão continuar a gostar dela. Acreditem que aprendi isso às minhas custas. Bem arrependida estou.
Apesar de adorar as calças, e ter a certeza que se chegar ao peso que quero, me irão ficar bem, hoje, não as comprava. Nunca mais fiz essa asneira, garanto-vos.
A problemática dos jantares de grupo
Já por aqui disse que não sou pessoa de grandes multidões. Sou demasiado independente para estar sempre a fazer o que o "grupo" quer, às horas que o "grupo" quer. Gosto de andar ao sabor da minha vontade. Sim, eu sei, sou um bocado egoísta nessas coisas e cada vez menos tenho paciência para fretes. Simplesmente não os faço.
Assim sendo, há um conjunto de situações que me tiram um bocadinho do sério, e uma delas são os afamados jantares de grupo. Não falo de jantares com 2 ou 4 casais amigos. Falo de jantares com 20, 30 pessoas. Grupos grandes.
Ora, eu, para além de independente, sou pontual e gosto que os outros também o sejam. Impossível num jantar de grupo. Já vos deve ter acontecido terem um jantar a começar às 21h e não pegarem nas entradas antes das 22h30. E isso irrita-me. Porque se o jantar está marcado para as 21h, entre as 20h50 e as 21h eu estou lá. O problema é que há sempre alguém que se atrasa. E quando digo alguém, já cheguei ao cúmulo de ter um jantar às 21h, eu ter chegado a essa hora, e as pessoas só terem começado a chegar às 22h. Sim, estive uma hora à seca, sozinha, com os funcionários do restaurante a olharem de lado para mim.
Tive outro jantar de grupo em que este supostamente já começava às 22h, precisamente para as pessoas não se atrasarem tanto, e eis que ficámos, eu e outros pobres coitados, à espera até às 24h, sendo que os funcionários do restaurante ameaçavam já não servir (e com toda a razão).
Desta forma, quando me falam de jantares de grupo eu até fico com suores frios. Porque ninguém chega a tempo. Porque nunca se come a horas decentes e raramente se come em sítios decentes, pagando-se balúrdios. Eu, por exemplo, não gosto de vinho. Nestes jantares, já se sabe que há vinho a rodos. E as pessoas não têm propriamente muita atenção ao que gastam nestas alturas, pelo que pedem dos vinhos mais caros da lista. Eu, que bebi duas coca colas a noite toda, lá pago o vinho a dividir por todos, porque também fica mal ser forreta e fazer a desfeita.
Conclusão: jantares de grupo, para mim, significam ficar tempo à seca, comer não raramente mal, pagar balúrdios e ir insatisfeita para casa.
Por esse motivo, quanto mais me puder livrar destes jantarzinhos, mais o farei. Jantares de grupo, longe!
Estou feliz da vida
Vou abraçar um novo e exigente projecto, vou trabalhar na minha tranquilidade, vou de férias daqui a mês e pouco, a minha avó já está em casa e melhor... Estou sinceramente feliz.
Há algum tempo que não me sentia assim.
Há algum tempo que não me sentia assim.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Os efeitos de estar a ficar cota
- Nos concertos, dou por mim a querer pagar mais para mão ficar em pé e não ter de levar com gente a passar, empurrões e pisadelas a noite toda. Penso também em breve começar a pagar aqueles lugares marcados onde não é necessário chegar 2h antes.
- Penso duas e três vezes antes de ir sair à noite (quando sei que se vai arrastar até tarde), sabendo que no dia seguinte tenho de me levantar cedo para trabalhar. Normalmente a resposta é negativa.
- Deixei de gostar de carros desportivos. Gosto de carrinhas, SUV's e por aí fora.
- Preocupo-me com questões como a natalidade do país, a reforma da SS.
- Quero ter filhos em breve se possível. Antes, essa realidade era bastante longínqua.
- Dou por mim a não comprar esta ou aquela peça de roupa mais cara, porque afinal não preciso assim tanto e devo é começar a juntar para um pé de meia.
E vocês? Em que mudaram?
- Penso duas e três vezes antes de ir sair à noite (quando sei que se vai arrastar até tarde), sabendo que no dia seguinte tenho de me levantar cedo para trabalhar. Normalmente a resposta é negativa.
- Deixei de gostar de carros desportivos. Gosto de carrinhas, SUV's e por aí fora.
- Preocupo-me com questões como a natalidade do país, a reforma da SS.
- Quero ter filhos em breve se possível. Antes, essa realidade era bastante longínqua.
- Dou por mim a não comprar esta ou aquela peça de roupa mais cara, porque afinal não preciso assim tanto e devo é começar a juntar para um pé de meia.
E vocês? Em que mudaram?
Devo ser eu que atraio o mau atendimento, só pode
Ainda referindo-me ao caso da menina na Optimus que me atendeu de forma exemplar (not), digo-vos que fui lá pedir informações sobre as quais supostamente seria contactada posteriormente. Uma semana e nada. Magnífico.
A seguinte situação passa-se na Mango: Gostei de um vestido e de umas calças de ganga cujo meu número não encontrei em determinada loja. Vou a outra loja. Calças de ganga no meu número, népia, nem vê-las. O vestido não estava exposto, pelo que pergunto a uma funcionária sobre o mesmo e dou-lhe a respectiva descrição. Funcionária diz que não está a ver qual é o vestido. Nem nunca viu semelhante na loja. Peço-lhe para ligar para outra loja, para saber se tem o meu número. Funcionária diz-me que não senhor, que ela não está lá para isso e que era hora de almoço por isso ninguém ia atender.
Ao fim da tarde desse dia vou à outra tal loja. Não há o meu tamanho (claroooooo). Encomendam o vestido pela internet. Descobrem que há stock (e do meu tamanho) na loja onde estive à hora de almoço.
Seguro-me para não chamar nomes a ninguém e não escrever no livro de reclamações.
Isto é só a mim, ou o mau atendimento grassa por aí?
A seguinte situação passa-se na Mango: Gostei de um vestido e de umas calças de ganga cujo meu número não encontrei em determinada loja. Vou a outra loja. Calças de ganga no meu número, népia, nem vê-las. O vestido não estava exposto, pelo que pergunto a uma funcionária sobre o mesmo e dou-lhe a respectiva descrição. Funcionária diz que não está a ver qual é o vestido. Nem nunca viu semelhante na loja. Peço-lhe para ligar para outra loja, para saber se tem o meu número. Funcionária diz-me que não senhor, que ela não está lá para isso e que era hora de almoço por isso ninguém ia atender.
Ao fim da tarde desse dia vou à outra tal loja. Não há o meu tamanho (claroooooo). Encomendam o vestido pela internet. Descobrem que há stock (e do meu tamanho) na loja onde estive à hora de almoço.
Seguro-me para não chamar nomes a ninguém e não escrever no livro de reclamações.
Isto é só a mim, ou o mau atendimento grassa por aí?
quarta-feira, 26 de março de 2014
A estranha sensação
De se saber que nunca mais (ou dificilmente, vá...), se vai voltar a determinado local.
terça-feira, 25 de março de 2014
Vocês, caros leitores e leitoras, que percebem disto a pacotes
Onde posso eu comprar umas calças de ganga giras, com rasgões, que assentem bem e que tenham tamanhos adequados, a preços não proibitivos?
E não digam Mango, porque já lá fui e para não variar o meu tamanho estava esgotado.
E não digam Mango, porque já lá fui e para não variar o meu tamanho estava esgotado.
Senhores da Mango, senhores da Mango, chegai cá ao pé de mim
Eu gosto da vossa roupa. A sério que sim.
Mas vocês não sabem adequar os tamanhos à procura. Para além da vossa roupa ser já de si justa e com tendência para ser estreita, vocês têm nas lojas um ou dois exemplares de tamanhos L e XL (e XS), e pacotes de tamanhos S e M.
Vou-vos contar um segredo: nas lojas que eu frequento, praticamente não há tamanhos L e XL em artigo nenhum. Nenhum. Mas S e M's há aos montes. E adivinhem lá porquê? Isso mesmo, porque enviam poucos tamanhos grandes (e XS, sei que se prende o mesmo problema), e enviam imensos tamanhos S e M, que, curiosamente e contrariamente ao que vocês acreditam, apesar de se venderem bem, não se vendem nas quantidades que vocês pensam que seriam as ideais.
As funcionárias das lojas manifestam isso mesmo.
A mulher portuguesa não é, de modo geral, magra. E na vossa roupa que já veste pouco, mesmo para pessoas com estruturas ditas normais, o S e o M não são tamanhos muito adequados à generalidade da população.
Portanto caros amigos, revejam lá isso dos tamanhos. Não mandem um exemplar de cada tamanho L ou XL. Experimentem mandar por exemplo 5 por loja, a ver o que se sucede.
Sim, o conselho é gratuito, escusam de agradecer.
Há dois motivos pelos quais eu não compro mais na vossa loja: porque infelizmente tenho limitações monetárias, e porque NUNCA encontro os tamanhos daquilo que quero.
Vejam lá isso, sim?
Mas vocês não sabem adequar os tamanhos à procura. Para além da vossa roupa ser já de si justa e com tendência para ser estreita, vocês têm nas lojas um ou dois exemplares de tamanhos L e XL (e XS), e pacotes de tamanhos S e M.
Vou-vos contar um segredo: nas lojas que eu frequento, praticamente não há tamanhos L e XL em artigo nenhum. Nenhum. Mas S e M's há aos montes. E adivinhem lá porquê? Isso mesmo, porque enviam poucos tamanhos grandes (e XS, sei que se prende o mesmo problema), e enviam imensos tamanhos S e M, que, curiosamente e contrariamente ao que vocês acreditam, apesar de se venderem bem, não se vendem nas quantidades que vocês pensam que seriam as ideais.
As funcionárias das lojas manifestam isso mesmo.
A mulher portuguesa não é, de modo geral, magra. E na vossa roupa que já veste pouco, mesmo para pessoas com estruturas ditas normais, o S e o M não são tamanhos muito adequados à generalidade da população.
Portanto caros amigos, revejam lá isso dos tamanhos. Não mandem um exemplar de cada tamanho L ou XL. Experimentem mandar por exemplo 5 por loja, a ver o que se sucede.
Sim, o conselho é gratuito, escusam de agradecer.
Há dois motivos pelos quais eu não compro mais na vossa loja: porque infelizmente tenho limitações monetárias, e porque NUNCA encontro os tamanhos daquilo que quero.
Vejam lá isso, sim?
segunda-feira, 24 de março de 2014
A coisa chata disto de mudar de emprego
É ter de adiar o projecto de ter filhos.
Tínhamos pensado em começar a tentar logo a seguir ao casamento.
Com o novo emprego, não vai dar.
Mas quem sabe daqui a um ano não poderei ter esses planos.
E em princípio estarei a construir uma base melhor.
Tínhamos pensado em começar a tentar logo a seguir ao casamento.
Com o novo emprego, não vai dar.
Mas quem sabe daqui a um ano não poderei ter esses planos.
E em princípio estarei a construir uma base melhor.
domingo, 23 de março de 2014
O cúmulo no atendimento ao cliente
Por motivos profissionais, tive de me deslocar a uma loja Optimus, de modo a conseguir tratar do pacote empresarial da minha nova entidade patronal.
Não esperei muito tempo, e fui atendida por uma rapariga que aparentava ter aproximadamente a minha idade. Expliquei-lhe ao que ia, disse-lhe que era nova na empresa, não conhecia os serviços actuais, não conhecia as condições, e precisava de orçamentos para um maior nível de serviços. Refira-se que a dita funcionária me atendeu com a verdadeira cara de frete (ou de cu...), durante todo o tempo em que lá estive. Há gente que simplesmente não nasce para o atendimento ao público. Entretanto, a rapariga pediu-me uma informação relativa à empresa, e enquanto eu procurava a informação, ela apressa-se a ir ao facebook. Sim, o computador está virado para ela, mas o que ela pelos vistos não tem em mente, é que as paredes são de vidro espelhado, ou seja, dá perfeitamente para que o cliente se aperceba que a página aberta foi a do facebook, e não uma qualquer ferramenta de trabalho. Achei logo aí excelente.
No final de contas, não me deu as informações que eu precisava. Pelos vistos, para um cliente empresarial ser atendido, as propostas têm de ser feitas por não sei quem, e isso, claro, leva tempo, não sei quantos dias, ou não estivéssemos em Portugal (isso é outra coisa que eu não percebo, como é que não se consegue tratar de nada no imediato, mas pronto...). Aliás, a fulana até ironizou comigo quando eu lhe manifestei que pensava que conseguiria sair dali com orçamentos. Pena ninguém ter visto o ar de gozo que me dirigiu, pouco faltou para se rir na minha cara.
E pronto, foi mais uma maravilhosa experiência neste mundo vasto que é o atendimento ao cliente.
Nota futura para todos os funcionários que pertencem ao atendimento ao público: por favor, durante o atendimento, não se ponham a navegar no facebook. Muito menos se o cliente conseguir perceber claramente o que estão a fazer. Dá má imagem vossa, claro, mas também da empresa onde trabalham.
Não esperei muito tempo, e fui atendida por uma rapariga que aparentava ter aproximadamente a minha idade. Expliquei-lhe ao que ia, disse-lhe que era nova na empresa, não conhecia os serviços actuais, não conhecia as condições, e precisava de orçamentos para um maior nível de serviços. Refira-se que a dita funcionária me atendeu com a verdadeira cara de frete (ou de cu...), durante todo o tempo em que lá estive. Há gente que simplesmente não nasce para o atendimento ao público. Entretanto, a rapariga pediu-me uma informação relativa à empresa, e enquanto eu procurava a informação, ela apressa-se a ir ao facebook. Sim, o computador está virado para ela, mas o que ela pelos vistos não tem em mente, é que as paredes são de vidro espelhado, ou seja, dá perfeitamente para que o cliente se aperceba que a página aberta foi a do facebook, e não uma qualquer ferramenta de trabalho. Achei logo aí excelente.
No final de contas, não me deu as informações que eu precisava. Pelos vistos, para um cliente empresarial ser atendido, as propostas têm de ser feitas por não sei quem, e isso, claro, leva tempo, não sei quantos dias, ou não estivéssemos em Portugal (isso é outra coisa que eu não percebo, como é que não se consegue tratar de nada no imediato, mas pronto...). Aliás, a fulana até ironizou comigo quando eu lhe manifestei que pensava que conseguiria sair dali com orçamentos. Pena ninguém ter visto o ar de gozo que me dirigiu, pouco faltou para se rir na minha cara.
E pronto, foi mais uma maravilhosa experiência neste mundo vasto que é o atendimento ao cliente.
Nota futura para todos os funcionários que pertencem ao atendimento ao público: por favor, durante o atendimento, não se ponham a navegar no facebook. Muito menos se o cliente conseguir perceber claramente o que estão a fazer. Dá má imagem vossa, claro, mas também da empresa onde trabalham.
sábado, 22 de março de 2014
Devia haver uma lei qualquer ou um determinismo irrevogável que impedisse certas criaturas de terem filhos
Quando leio coisas destas, vêm-me à cabeça pensamentos violentos. Uma espécie de Dexter mesmo.
Penso que futuro terão estas crianças. Se irão replicar os comportamentos dos pais. Se irão crescer física e psicologicamente saudáveis apesar de tudo.
E penso que há por aí tão boa gente que quer ter filhos e não conseguem, e depois vêm estes merdas e tem carradas de filhos para lhes fazerem mal e não lhes dar o devido valor.
Abomino estas criaturas. Devia haver uma qualquer compensação vingativa da natureza que as impedisse de ter filhos, que lhes desse doenças mesmo más e incuráveis, daquelas dolorosas.
Porque quem faz isto é vil e não merece mais.
Dexter, volta. És preciso no mundo real.
Penso que futuro terão estas crianças. Se irão replicar os comportamentos dos pais. Se irão crescer física e psicologicamente saudáveis apesar de tudo.
E penso que há por aí tão boa gente que quer ter filhos e não conseguem, e depois vêm estes merdas e tem carradas de filhos para lhes fazerem mal e não lhes dar o devido valor.
Abomino estas criaturas. Devia haver uma qualquer compensação vingativa da natureza que as impedisse de ter filhos, que lhes desse doenças mesmo más e incuráveis, daquelas dolorosas.
Porque quem faz isto é vil e não merece mais.
Dexter, volta. És preciso no mundo real.
Realidade Paralela
Ainda não interiorizei exactamente tudo o que está a acontecer. Vou mudar de vida. A minha vida vai mudar.
Vou assumir um conjunto abismal de responsabilidades. Mas vou ter mais tempo e acho que vou ser mais feliz. Idealizei muitas vezes a minha saída do emprego, tinha até pensado no que dizer, como reagir. Mas não foi bem isso que aconteceu. Pelo menos não como eu pensei à partida.
Tenho mais nostalgia do que pensava, vieram-me à cabeça os aspectos positivos do ainda meu emprego, que também existem.
Vou ficar sem rede. Sem rede de segurança, todas as minhas acções terão repercussão imediata, exclusiva e visível. E isso assusta-me por um lado, mas por outro, dá-me uma adrenalina indescritível e é um dos motivos pelos quais aceitei mudar. Vou ajudar um projecto a crescer, dar-lhe uma boa parte de mim, e torná-lo um bocadinho meu.
Mas sabem quando tudo parece bom demais para ser verdade? Eu, a azarada mor, ter uma sorte destas.
Alguns colegas meus dizem que me saiu o Euromilhões.
Eu também acho que sim. E estou muito feliz. Se for um sonho, não quero acordar.
Prefiro ficar nesta realidade paralela.
Vou assumir um conjunto abismal de responsabilidades. Mas vou ter mais tempo e acho que vou ser mais feliz. Idealizei muitas vezes a minha saída do emprego, tinha até pensado no que dizer, como reagir. Mas não foi bem isso que aconteceu. Pelo menos não como eu pensei à partida.
Tenho mais nostalgia do que pensava, vieram-me à cabeça os aspectos positivos do ainda meu emprego, que também existem.
Vou ficar sem rede. Sem rede de segurança, todas as minhas acções terão repercussão imediata, exclusiva e visível. E isso assusta-me por um lado, mas por outro, dá-me uma adrenalina indescritível e é um dos motivos pelos quais aceitei mudar. Vou ajudar um projecto a crescer, dar-lhe uma boa parte de mim, e torná-lo um bocadinho meu.
Mas sabem quando tudo parece bom demais para ser verdade? Eu, a azarada mor, ter uma sorte destas.
Alguns colegas meus dizem que me saiu o Euromilhões.
Eu também acho que sim. E estou muito feliz. Se for um sonho, não quero acordar.
Prefiro ficar nesta realidade paralela.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Uma separação é sempre uma separação
Foram 3 anos juntos. Risos, lágrimas, frustrações e algumas alegrias.
Penei muito, dei muito de mim. Aprendi imenso. Passei noites em claro, dias difíceis e outros nem tanto. Mas claramente a percentagem de dias mais difíceis foi largamente superior.
E apesar de querer terminar esta relação, uma separação é sempre algo que deixa as suas marcas. Foram criados hábitos, zonas de conforto, situações que não mais irão acontecer.
Há sempre um pedaço de nós que fica para trás, apesar desta separação ser desejada. Há sempre uma pequenina parte que fica triste, que acha que vai ter saudades, que pensa se tomou a decisão certa.
Mas eu sei que tomei. É a minha altura de arriscar, de mudar de vida que se espera que vá ser melhor.
É altura de nos separarmos e conhecermos outras pessoas.
Adeus meu emprego.
Penei muito, dei muito de mim. Aprendi imenso. Passei noites em claro, dias difíceis e outros nem tanto. Mas claramente a percentagem de dias mais difíceis foi largamente superior.
E apesar de querer terminar esta relação, uma separação é sempre algo que deixa as suas marcas. Foram criados hábitos, zonas de conforto, situações que não mais irão acontecer.
Há sempre um pedaço de nós que fica para trás, apesar desta separação ser desejada. Há sempre uma pequenina parte que fica triste, que acha que vai ter saudades, que pensa se tomou a decisão certa.
Mas eu sei que tomei. É a minha altura de arriscar, de mudar de vida que se espera que vá ser melhor.
É altura de nos separarmos e conhecermos outras pessoas.
Adeus meu emprego.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Porquê Beyoncé?
Passar daqui
daqui
daqui
para aqui
Porque motivo minha querida? Eu que gosto tanto de ti, farto-me de te defender, porque tu cantas e tu isto e tu aquilo. E depois tu vens e fazes este video? Não havia necessidade pois não?
Bomboca fala de outras coisas que não apenas o seu cansaço e conta-vos uma história de contornos imperdíveis sobre maquilhagem para casamentos
Bomboca percebe umas coisas de maquilhagem. Bomboca maquilha-se a ela própria e muitas vezes a outras pessoas em ocasiões importantes.
Bomboca adora maquilhagem, mas quer fazer uma coisa gira para o seu casamento, e por isso, decidiu que ia ser ela a maquilhar-se nesse dia tão importante, até que... Bomboca começou a pensar que poderia ficar nervosa e tal nesse dia.
Ora assim sendo, comecei a procurar alternativas para a maquilhagem no meu dia de casamento. Depois de ouvir falar super bem da Mac, resolvi há uns dias ir procurar orçamento e marcar a dita maquilhagem. Na loja informaram-me o preço e disseram-me que aquele valor seria revertível em produtos da marca. Fiquei convencida e disseram-me que iria receber uma chamada a explicar como tudo se processava e se era possível marcar para o dia em questão. A chamada chegou e avisaram-me que à hora que eu pretendia marcar, 10h da manhã, não iria ser possível, visto que os maquilhadores só entravam a partir das 10h30. Perguntei se não podiam nesse dia chegar mais cedo, em virtude da marcação, e atendendo a que eu caso às 12h e a maquilhagem demora uma hora, iria ficar apertado para depois ainda ir a casa vestir-me etc (mesmo que fosse às 10h já ficava apertado, mas tudo bem).
Não. Isso nem pensar. Eles chegam à hora que chegam e ponto final. Não pode, azar. Ainda deram a entender se seria possível mudar a hora do casamento... Fiquei incrédula. Não percebo como se recusa assim, na boa, um trabalho de várias dezenas de euros. A pessoa que me telefonou ainda disse que poderia ficar para outra oportunidade. Claro que sim, sem dúvida, o que eu quero agora é ser maquilhada lá.
Por isso meninas, isto é assim, quando marcarem a hora do casamento não tenham em atenção o horário do padre, do notário, dos convidados, nada disso. Atentem sim nos horários dos maquilhadores que isso é que é importante!
Se esta história não me tivesse acontecido a mim, pensava que era impossível.
Bomboca adora maquilhagem, mas quer fazer uma coisa gira para o seu casamento, e por isso, decidiu que ia ser ela a maquilhar-se nesse dia tão importante, até que... Bomboca começou a pensar que poderia ficar nervosa e tal nesse dia.
Ora assim sendo, comecei a procurar alternativas para a maquilhagem no meu dia de casamento. Depois de ouvir falar super bem da Mac, resolvi há uns dias ir procurar orçamento e marcar a dita maquilhagem. Na loja informaram-me o preço e disseram-me que aquele valor seria revertível em produtos da marca. Fiquei convencida e disseram-me que iria receber uma chamada a explicar como tudo se processava e se era possível marcar para o dia em questão. A chamada chegou e avisaram-me que à hora que eu pretendia marcar, 10h da manhã, não iria ser possível, visto que os maquilhadores só entravam a partir das 10h30. Perguntei se não podiam nesse dia chegar mais cedo, em virtude da marcação, e atendendo a que eu caso às 12h e a maquilhagem demora uma hora, iria ficar apertado para depois ainda ir a casa vestir-me etc (mesmo que fosse às 10h já ficava apertado, mas tudo bem).
Não. Isso nem pensar. Eles chegam à hora que chegam e ponto final. Não pode, azar. Ainda deram a entender se seria possível mudar a hora do casamento... Fiquei incrédula. Não percebo como se recusa assim, na boa, um trabalho de várias dezenas de euros. A pessoa que me telefonou ainda disse que poderia ficar para outra oportunidade. Claro que sim, sem dúvida, o que eu quero agora é ser maquilhada lá.
Por isso meninas, isto é assim, quando marcarem a hora do casamento não tenham em atenção o horário do padre, do notário, dos convidados, nada disso. Atentem sim nos horários dos maquilhadores que isso é que é importante!
Se esta história não me tivesse acontecido a mim, pensava que era impossível.
Afinal não sou só eu
Parece que infelizmente anda quase tudo desesperado com o trabalho.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/80-dos-trabalhadores-portugueses-estao-exaustos-e-querem-mudar-de-emprego-1627986
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/80-dos-trabalhadores-portugueses-estao-exaustos-e-querem-mudar-de-emprego-1627986
Assim fica difícil
Assumir a tal atitude positiva de que me falam.
Avó doente, eu estive doente, hospital, trabalho para fazer que não acaba mais, dormir 4h por noite, Bomboco fora, descarregar frustração na comida, trabalho trabalho e mais trabalho para o fim-de-semana, boas novidades que tardam em chegar, coisas e mais coisas do casamento para tratar, chatices familiares.
Têm sido assim os meus dias.
Avó doente, eu estive doente, hospital, trabalho para fazer que não acaba mais, dormir 4h por noite, Bomboco fora, descarregar frustração na comida, trabalho trabalho e mais trabalho para o fim-de-semana, boas novidades que tardam em chegar, coisas e mais coisas do casamento para tratar, chatices familiares.
Têm sido assim os meus dias.
domingo, 9 de março de 2014
Disso, de ver as coisas de forma negativa
Ultimamente vocês têm referido e com razão, que estou a ver as coisas através de uma perspectiva mais negativa. O que não deixa de ser verdade. Efectivamente, nem sempre é fácil olhar para a vida com um sorriso quando todos os nossos planos saem furados, quando estamos numa posição de desespero e extenuação a nível profissional. E tudo o que queremos é ver uma luz ao fundo do túnel que insiste em não aparecer.
Apesar disso, estes dois últimos dias tenho estado mais calma. Sim, tenho de trabalhar hoje o dia todo, verdade, claro que preferia não o fazer e espera-me mais uma semana absolutamente terrível... Mas acho que começo a resignar-me, apesar de saber que claramente não é este o futuro que quero para mim.
Só espero que vocês tenham razão e que os melhores dias não tardem a chegar.
Apesar disso, estes dois últimos dias tenho estado mais calma. Sim, tenho de trabalhar hoje o dia todo, verdade, claro que preferia não o fazer e espera-me mais uma semana absolutamente terrível... Mas acho que começo a resignar-me, apesar de saber que claramente não é este o futuro que quero para mim.
Só espero que vocês tenham razão e que os melhores dias não tardem a chegar.
sábado, 8 de março de 2014
A essência de um perdedor- parte 2
Devido ao tal emprego maravilhoso que acabou por não vir parar nas minhas mãos e do qual falei no post anterior, ainda não marquei a minha lua de mel. E porquê? Porque os senhores deram a entender que queria total disponibilidade e que para isso eu poderia ter de alterar a data da lua de mel. Deram a entender que era melhor não marcar nada até todo o processo se encontrar concluído.
E eu, burra, assim o fiz.
Mal recebi a belíssima notícia, apressei-me para marcar a lua de mel no destino e hotel escolhidos há que tempos. O hotel é um sonho, o melhor da sua categoria e o melhor que o meu dinheiro podia pagar. Antes de saber que não tinha ficado, tinha comentado com Bomboco meio a medo, meio em espírito de gozo, que "bonito era se eu não era seleccionada e se o hotel que nós queríamos esgotava". Pois é. Parecia impossível não é?
Mas não. Foi exactamente isso que aconteceu. Quando queríamos marcar definitivamente a lua de mel, o hotel estava esgotado. Liguei para todas as operadoras, inclusivé para o hotel. Nada a fazer. Um filme. Mas daqueles filmes que só me acontecem a mim. Daquelas coisas inacreditáveis de como é possível ter tanto azar.
E o que mais me custa nesta história toda já nem é não ter sido seleccionada, nem sequer isso. É mesmo uma situação que nem sequer vai servir de nada para mim, ter acabado por influenciar desta forma a nossa vida pessoal, sendo que o hotel esgotou exactamente um dia antes de eu saber a notícia. E pior, quando me ligaram a dar a notícia, deram a entender que a decisão já estava tomada há algum tempo, apesar de eu ter ligado para lá 3 vezes e terem-me dito que não havia ainda uma decisão final. A obrigação daqueles senhores, sendo que se eu estava a ligar para saber do processo certamente é porque tinha pressa na obtenção da informação e não porque sou tolinha, era dizerem-me alguma coisa mal soubessem. E ainda por cima quando sabiam perfeitamente que a minha lua de mel estava dependente da decisão deles. Uma merda o que me fizeram. Porque se me tivessem avisado antes, faria sim toda a diferença.
Devia ter dado ouvidos a Bomboco quando me disse que se eles me chamassem, tinham de aceitar o facto de a lua de mel estar marcada, e que não podemos estar a alterar a nossa vida pessoal constantemente por causa do trabalho.
Ele é que tem razão.
E eu, acabei por perder a inocência que ainda me restava face ao mundo profissional.
Em suma, perdi em todas as frentes.
E eu, burra, assim o fiz.
Mal recebi a belíssima notícia, apressei-me para marcar a lua de mel no destino e hotel escolhidos há que tempos. O hotel é um sonho, o melhor da sua categoria e o melhor que o meu dinheiro podia pagar. Antes de saber que não tinha ficado, tinha comentado com Bomboco meio a medo, meio em espírito de gozo, que "bonito era se eu não era seleccionada e se o hotel que nós queríamos esgotava". Pois é. Parecia impossível não é?
Mas não. Foi exactamente isso que aconteceu. Quando queríamos marcar definitivamente a lua de mel, o hotel estava esgotado. Liguei para todas as operadoras, inclusivé para o hotel. Nada a fazer. Um filme. Mas daqueles filmes que só me acontecem a mim. Daquelas coisas inacreditáveis de como é possível ter tanto azar.
E o que mais me custa nesta história toda já nem é não ter sido seleccionada, nem sequer isso. É mesmo uma situação que nem sequer vai servir de nada para mim, ter acabado por influenciar desta forma a nossa vida pessoal, sendo que o hotel esgotou exactamente um dia antes de eu saber a notícia. E pior, quando me ligaram a dar a notícia, deram a entender que a decisão já estava tomada há algum tempo, apesar de eu ter ligado para lá 3 vezes e terem-me dito que não havia ainda uma decisão final. A obrigação daqueles senhores, sendo que se eu estava a ligar para saber do processo certamente é porque tinha pressa na obtenção da informação e não porque sou tolinha, era dizerem-me alguma coisa mal soubessem. E ainda por cima quando sabiam perfeitamente que a minha lua de mel estava dependente da decisão deles. Uma merda o que me fizeram. Porque se me tivessem avisado antes, faria sim toda a diferença.
Devia ter dado ouvidos a Bomboco quando me disse que se eles me chamassem, tinham de aceitar o facto de a lua de mel estar marcada, e que não podemos estar a alterar a nossa vida pessoal constantemente por causa do trabalho.
Ele é que tem razão.
E eu, acabei por perder a inocência que ainda me restava face ao mundo profissional.
Em suma, perdi em todas as frentes.
quinta-feira, 6 de março de 2014
A essência de um perdedor
Costuma-se dizer que até para nascer é preciso sorte. Acredito piamente nisso. E acredito cada vez mais que a família onde nascemos influencia decisivamente o nosso destino. Não estou a ser melodramática, estou a ser sincera. Isto não é a terra das oportunidades onde nos cruzámos com self made men and women ao virar da esquina. A nossa família determina grande parte da nossa vida.
Eu, nesse aspecto, não tive sorte. Comecei o campeonato logo com 10 pontos de atraso. E tudo o que tenho feito nesta vida é lutar. Mas infelizmente, a maior parte das lutas acabam por ser inglórias, porque pouca gente compreende ou teve de passar por essas situações, que à partida estavam dadas como adquiridas. Nada na minha vida foi alguma vez dado como adquirido.
E após muita luta para terminar o curso e pensar que podia fazer do meu futuro aquilo que quisesse, eis que percebo que isto não é bem assim. A profissão com que sempre sonhei, essa, que me fez tirar a licenciatura que tenho hoje e não outra completamente diferente, está fora do meu alcance. Porquê? Porque depende de um concurso público, e desde que eu acabei a licenciatura, que não abriu uma única vaga para essa função. A admissão na carreira acaba bem cedo. The clock is ticking. Depois, tive um emprego que detestei. Saí desse, fui para o emprego que mais adorei até hoje. Boas condições, bons colegas, bons horários, boa progressão, bom ordenado. Não efectivei. A troika chegou e todas as efectividades levou. Vim para onde estou. Horários de merda, salário de merda, colegas assim assim, 0 amigos, área reconhecida pelo mercado, mas que na verdade eu não gosto. Todos os dias é uma luta para vir trabalhar. Todos.
E então eis que surge uma oportunidade numa área que, não sendo a minha área de sonho, é uma área que adoro e onde me vejo como peixe na água. Salário e horário interessante. Empresa conceituada. Entrevistas e entrevistas. Testes. Dinâmicas de grupo. Ao todo, 6 fases de recrutamento. Passei aos 3 finalistas. Esperei e desesperei. E a resposta veio ontem. Como sempre, foi a minha vez de perder. Tal como há uns anos atrás vi colegas serem efectivados 3 meses antes de mim, e quando chegou a minha vez, não fui. Tal como quando durante a minha licenciatura, abriu um concurso para a profissão que eu tanto queria, mas depois de eu terminar o curso nunca mais abriu.
Acho que tenho de aceitar que simplesmente não tenho sorte no campo profissional. A vida é mesmo assim. Há quem tenha sorte e quem não tenha. Eu não tenho.
E o que mais me custa é que investi imenso neste processo de recrutamento, pensei eu que seria o meu golden ticket para sair e afinal... Não.
Estou a ficar cansada de lutar. Estou a ficar cansada de ser sempre a minha vez de perder.
Eu, nesse aspecto, não tive sorte. Comecei o campeonato logo com 10 pontos de atraso. E tudo o que tenho feito nesta vida é lutar. Mas infelizmente, a maior parte das lutas acabam por ser inglórias, porque pouca gente compreende ou teve de passar por essas situações, que à partida estavam dadas como adquiridas. Nada na minha vida foi alguma vez dado como adquirido.
E após muita luta para terminar o curso e pensar que podia fazer do meu futuro aquilo que quisesse, eis que percebo que isto não é bem assim. A profissão com que sempre sonhei, essa, que me fez tirar a licenciatura que tenho hoje e não outra completamente diferente, está fora do meu alcance. Porquê? Porque depende de um concurso público, e desde que eu acabei a licenciatura, que não abriu uma única vaga para essa função. A admissão na carreira acaba bem cedo. The clock is ticking. Depois, tive um emprego que detestei. Saí desse, fui para o emprego que mais adorei até hoje. Boas condições, bons colegas, bons horários, boa progressão, bom ordenado. Não efectivei. A troika chegou e todas as efectividades levou. Vim para onde estou. Horários de merda, salário de merda, colegas assim assim, 0 amigos, área reconhecida pelo mercado, mas que na verdade eu não gosto. Todos os dias é uma luta para vir trabalhar. Todos.
E então eis que surge uma oportunidade numa área que, não sendo a minha área de sonho, é uma área que adoro e onde me vejo como peixe na água. Salário e horário interessante. Empresa conceituada. Entrevistas e entrevistas. Testes. Dinâmicas de grupo. Ao todo, 6 fases de recrutamento. Passei aos 3 finalistas. Esperei e desesperei. E a resposta veio ontem. Como sempre, foi a minha vez de perder. Tal como há uns anos atrás vi colegas serem efectivados 3 meses antes de mim, e quando chegou a minha vez, não fui. Tal como quando durante a minha licenciatura, abriu um concurso para a profissão que eu tanto queria, mas depois de eu terminar o curso nunca mais abriu.
Acho que tenho de aceitar que simplesmente não tenho sorte no campo profissional. A vida é mesmo assim. Há quem tenha sorte e quem não tenha. Eu não tenho.
E o que mais me custa é que investi imenso neste processo de recrutamento, pensei eu que seria o meu golden ticket para sair e afinal... Não.
Estou a ficar cansada de lutar. Estou a ficar cansada de ser sempre a minha vez de perder.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
O drama dos vestidos para a família- Cenas de um Casamento
Das várias coisas que tenho para vos contar, esta é uma delas.
O drama senhores, o drama que as mulheres da minha família estão a fazer à volta deste assunto é uma coisa épica. Elas não querem levar cores "repetidas" umas das outras, pelo que andam todas a perguntar umas às outras qual a cor que vão levar.
Também não sabem quanto querem gastar nem ao certo onde procurar.
E já que eu vou ter de fazer o frete de ir com a minha mãe tratar desse assunto, queria saber que lojas vocês me aconselham, tirando as lojas de noivas e vestidos de cerimónia, que aí são muito caros, onde eu possa encontrar algo bonito e que não nos leve à falência.
Grata.
O drama senhores, o drama que as mulheres da minha família estão a fazer à volta deste assunto é uma coisa épica. Elas não querem levar cores "repetidas" umas das outras, pelo que andam todas a perguntar umas às outras qual a cor que vão levar.
Também não sabem quanto querem gastar nem ao certo onde procurar.
E já que eu vou ter de fazer o frete de ir com a minha mãe tratar desse assunto, queria saber que lojas vocês me aconselham, tirando as lojas de noivas e vestidos de cerimónia, que aí são muito caros, onde eu possa encontrar algo bonito e que não nos leve à falência.
Grata.
Pior do que uma resposta negativa
É uma não resposta.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Coisas da minha vida
Tenho uma série de posts na cabeça para escrever aqui. Uns mais interessantes do que outros, é certo.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O inacreditável
Hoje, de saltos altos, fato e sobretudo apertado até cima, desloquei-me para o meu emprego. Quando estou a sair do carro, eis que um homem que vai a passar começa a olhar muito fixamente para mim, a rir-se de tarado, e a andar para trás. Eu tiro o que tenho a tirar do carro e procuro nem dar importância. Olho para a frente e lá está ele. Quando ia para perguntar ao dito se precisava de alguma coisa, eis que me diz "fodia-te bem". Ao que eu, portuense sem papas na língua, respondo "então anda cá e vês o que te acontece", enquanto me dirigia ao fulano já de punhos bem cerrados. Fugiu, claro, como um cobarde que é.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Já foi
A última entrevista.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Até me dói o coração
Ter de estar agarrada ao computador a trabalhar, com um dia destes lá fora.
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Beco sem saída
Estou num beco sem saída a nível profissional. Cheguei à conclusão de que decididamente não quero nem posso aguentar mais os abusos, as horas de trabalho infinitas, o stress que começa a deixar em mim marcas físicas.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
As drogas
O álcool e o tabaco são drogas legais. Já experimentei ambas, sendo que no que respeita ao tabaco, bastou-me uma primeira experiência para odiar, e álcool, acabo por beber apenas socialmente e em ocasiões festivas.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não me sinto diferente
Hoje, o CC mostra mais um ano.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
How much is too much?
Quando é que exactamente devemos traçar o limite entre o que é o exequível e o que não é, em termos de trabalho, quando esse trabalho parece nunca acabar?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A Girafa Marius
Ainda não acredito que isto aconteceu.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Ora, por onde começar...
Há umas semanas fiz uns testes psicotécnicos completamente desenquadrados da função que se exigia, para um processo de recrutamento.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A menopausa deve ser lixada
Só isso explica que uma fulana que é jovem demais para ter a menopausa, resolva abrir a janela estando 5 graus lá fora, porque diz que aqui dentro está muito calor.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Essa coisa do "é porque não tinha de ser"
É algo que nós dizemos aos outros e a nós próprios para nos enganarmos, para tentar aligeirar a verdade quando algo não corre exactamente como queríamos, certo? É por aí não é?
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Trabalhar ao fim-de-semana sucks
E à semana até às tantas e não ter folgas também.
Pronto, era só isto.
Pronto, era só isto.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Para culminar da melhor forma o dia de merda que tive ontem
Hoje, no metro, não consegui conter as lágrimas que me escorreram cara abaixo.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Os melhores conselhos que vos posso dar nisto de ir a entrevistas de emprego
Apesar de ser ainda jovem, eu já trabalho há muitos anos. Tenho bastante mais experiência profissional do que a maioria das pessoas da minha geração. Portanto, eu já fui a muitaaaas entrevistas de emprego.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Alguém que me explique como se eu fosse muito burra
Porque motivo se seleccionam mais de 80 pessoas para um processo de recrutamento que tem como objectivo preencher uma vaga?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
De como quase todos os conflitos se resolvem na base da ameaça
A larga maioria das pessoas funciona por estímulos. Poucas são aquelas que, não tendo nenhum incentivo a fazer alguma coisa, o fazem (não estou apenas a falar da realização de tarefas burocráticas, falo de tudo, mesmo para fazer voluntariado, por exemplo, o estímulo é ajudar os outros). Ora, eu tenho um "talento natural", algo que nasceu comigo e vai morrer comigo. Chama-se mau feitio. Acredito ser boa pessoa, mas tenho um feitio lixado. Vá-se lá entender que eu, quando pago por uma coisa, espero que a mesma venha em condições. Vá-lse lá entender que eu goste de ser atendida a tempo e com cortesia. Não se percebe.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Nesse mesmo local
Vi um empregado de mesa recusar a uma mulher grávida em estado avançado, um copo de whisky.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
Se o arrependimento matasse
Hoje fui almoçar a um local onde não ia há anos. Mas costumava almoçar nesse local quando trabalhava num emprego que deixei, numa outra vida. Nesse emprego, tinha regalias, um chefe em condições, colegas aceitáveis e um ordenado razoável, bem melhor do que o que tenho agora. Ah, e saía a horas de gente. Saí desse emprego porque tive uma proposta para um outro, esse sim, era onde eu queria estar, era o emprego que eu julgava que merecia.
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Eu podia dizer muita coisa acerca do concerto do Michael Bublé em Portugal
Mas só tenho uma coisa a dizer:
Fantástico.
Fantástico.
Não, não consegui arranjar as unhas em Lisboa
Para além de não conhecer nenhum lado barato, fiz outras coisas bem mais interessantes.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Das dúvidas existenciais que me assolam
Porque é que algumas pessoas dizem "mortandela"?
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Ajuda manicure
No próximo sábado irei estar em Lisboa (sim querido Michael, tranquiliza que a Bomboca vai lá estar), e como terei um tempinho livre, pensei em aproveita-lo a fazer as coisas chatas que de duas em duas semanas preciso de fazer: arranjar as unhas.
Mas para tal, preciso da vossa ajuda. Se aqui na minha terra já encontrei manicure que me faça durar duas semanas de unhas com gelinho, a verdade é que em Lisboa não conheço nenhuma manicure, nem boa, nem má. Por isso, precisava que me indicassem um sítio bom para fazer unhas de gelinho, não muito caro (a rondar os 10€), na zona do parque das nações.
A Bomboca agradece.
Mas para tal, preciso da vossa ajuda. Se aqui na minha terra já encontrei manicure que me faça durar duas semanas de unhas com gelinho, a verdade é que em Lisboa não conheço nenhuma manicure, nem boa, nem má. Por isso, precisava que me indicassem um sítio bom para fazer unhas de gelinho, não muito caro (a rondar os 10€), na zona do parque das nações.
A Bomboca agradece.
Cenas de um Casamento- As Bridezilla
Adoro ir a feiras de noivos. Não apenas para micar os descontos que possam existir, mas muito para observar.
Vejo-as, loucas com o casamento, a chorar porque a cor dos atoalhados não é exactamente como elas sonharam. Mas melhor ainda é a visita às lojas de noivas. O topo do bolo. É claro que escolher o vestido de noiva é um momento muito emocionante na vida de uma mulher, claro que sim. Mas daí a gritar, a espernear, a chorar compulsivamente, como eu já vi algumas, vai um passo. Eu não chorei, acho que me veio uma lágrima discreta ao olho, mas vi meninas que choravam baba e ranho, outras que gritavam com as funcionárias porque não era nada daquilo que elas queriam, enfim, muitos comportamentos desviantes.
Será que 90% das mulheres ficam loucas com o casamento? Ou sou eu que sou calma demais?
E os pormenores, meu Deus, os pormenores. Eu já não sou dada a pormenores, mas entendo a sua necessidade. Só que elas ficam loucas com pormenores, uma coisinha pequenina aqui, outra ali, tudo ao ínfimo.
Vejo também nos fóruns da especialidade, a preocupação com questões que me parecem meramente secundárias, como se a prima vai vestir azul ou verde, que isso é muito importante, se a tia Joaquina vai de saltos altos ou rasos, se as convidadas devem ou não levar chapéu.
E eu penso que esse tipo de coisas nem me passa pela cabeça.
E vocês, meninas casadoiras e já casadas, também têm atenção excessiva a pormenores ou sou eu que sou desligada?
Vejo-as, loucas com o casamento, a chorar porque a cor dos atoalhados não é exactamente como elas sonharam. Mas melhor ainda é a visita às lojas de noivas. O topo do bolo. É claro que escolher o vestido de noiva é um momento muito emocionante na vida de uma mulher, claro que sim. Mas daí a gritar, a espernear, a chorar compulsivamente, como eu já vi algumas, vai um passo. Eu não chorei, acho que me veio uma lágrima discreta ao olho, mas vi meninas que choravam baba e ranho, outras que gritavam com as funcionárias porque não era nada daquilo que elas queriam, enfim, muitos comportamentos desviantes.
Será que 90% das mulheres ficam loucas com o casamento? Ou sou eu que sou calma demais?
E os pormenores, meu Deus, os pormenores. Eu já não sou dada a pormenores, mas entendo a sua necessidade. Só que elas ficam loucas com pormenores, uma coisinha pequenina aqui, outra ali, tudo ao ínfimo.
Vejo também nos fóruns da especialidade, a preocupação com questões que me parecem meramente secundárias, como se a prima vai vestir azul ou verde, que isso é muito importante, se a tia Joaquina vai de saltos altos ou rasos, se as convidadas devem ou não levar chapéu.
E eu penso que esse tipo de coisas nem me passa pela cabeça.
E vocês, meninas casadoiras e já casadas, também têm atenção excessiva a pormenores ou sou eu que sou desligada?
Um mau mês para a dieta
Em breve entraremos num dos meus meses favoritos do ano. Fevereiro.
Faço anos em Fevereiro, o dia dos namorados é em Fevereiro, e este ano vou ver o Michael Bublé. Só coisas boas, portanto.
O "problema" é que as coisas boas trazem jantares, bebidas, bolos e afins. Eu, claro, estou delirante com o início do mês, espero é não ganhar peso quando chegarmos ao fim do mesmo.
Mas já me estou a espumar, só de pensar em todas as coisas boas que vou comer.
Faço anos em Fevereiro, o dia dos namorados é em Fevereiro, e este ano vou ver o Michael Bublé. Só coisas boas, portanto.
O "problema" é que as coisas boas trazem jantares, bebidas, bolos e afins. Eu, claro, estou delirante com o início do mês, espero é não ganhar peso quando chegarmos ao fim do mesmo.
Mas já me estou a espumar, só de pensar em todas as coisas boas que vou comer.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Os testes psicotécnicos
Não sou a favor de testes psicotécnicos, nunca fui.
Sempre os achei uma fantochada, um meio que os psicólogos arranjaram de terem mais importância. Podem chamar-me de ignorante, não me importo, esta é a minha opinião. Não acredito nem nunca acreditarei que por se passar em testes psicotécnicos e outros do género, a pessoa é mais talhada para uma função do que outra que não passou porque teve um mau dia, dormiu mal, teve uma chatice com o namorado, etc etc. Já fui fazer testes desses com 39º de febre, e como é óbvio não passei. Não era indicada para a função? Creio que era, tanto que depois entrei para a mesma função numa empresa concorrente.
Por isso esses testes nada me dizem.
Na semana passada fui contactada por uma empresa de recrutamento para uma função que até me interessava. Assim sendo, aceitei submeter-me a mais uma interminável bateria de testes (o que também não percebo tendo em conta uma profissional que está no mercado há mais de 5 anos, mas adiante). Então, que surpresa, os testinhos em causa tinham a duração de nada mais nada menos do que 3 horas. Sim, leram bem, 3 horas.
Estes testes continham, só para terem noção, testes de raciocínio matemático que implicavam matéria da faculdade, das cadeiras de matemática de 1º e 2º ano. Ou seja, não eram propriamente fáceis, e implicavam que me lembrasse de coisas que não pegava há anos.
Mas o pormenor ou pormaior mais importante, é que no decorrer da tal função, a matéria alvo dos testes não serve em nada para o desempenho da mesma. Estranho? Para mim, ridículo. Não creio que alguém seja melhor profissional do que outro, por se lembrar de coisas do 1º ano de faculdade em que nunca mais pegou.
Podem dizer que serve para testar a capacidade de raciocínio. Mas não podem fazê-lo de outra forma?
Não era muito mais fácil falarem com as pessoas, de modo a perceberem se tinham ou não o perfil indicado para a função?
Não, vamos por as pessoas a fazer testes de 3 horas que não conseguem terminar, para que elas se sintam frustradas e com sensação de tempo perdido. Muito melhor.
Sempre os achei uma fantochada, um meio que os psicólogos arranjaram de terem mais importância. Podem chamar-me de ignorante, não me importo, esta é a minha opinião. Não acredito nem nunca acreditarei que por se passar em testes psicotécnicos e outros do género, a pessoa é mais talhada para uma função do que outra que não passou porque teve um mau dia, dormiu mal, teve uma chatice com o namorado, etc etc. Já fui fazer testes desses com 39º de febre, e como é óbvio não passei. Não era indicada para a função? Creio que era, tanto que depois entrei para a mesma função numa empresa concorrente.
Por isso esses testes nada me dizem.
Na semana passada fui contactada por uma empresa de recrutamento para uma função que até me interessava. Assim sendo, aceitei submeter-me a mais uma interminável bateria de testes (o que também não percebo tendo em conta uma profissional que está no mercado há mais de 5 anos, mas adiante). Então, que surpresa, os testinhos em causa tinham a duração de nada mais nada menos do que 3 horas. Sim, leram bem, 3 horas.
Estes testes continham, só para terem noção, testes de raciocínio matemático que implicavam matéria da faculdade, das cadeiras de matemática de 1º e 2º ano. Ou seja, não eram propriamente fáceis, e implicavam que me lembrasse de coisas que não pegava há anos.
Mas o pormenor ou pormaior mais importante, é que no decorrer da tal função, a matéria alvo dos testes não serve em nada para o desempenho da mesma. Estranho? Para mim, ridículo. Não creio que alguém seja melhor profissional do que outro, por se lembrar de coisas do 1º ano de faculdade em que nunca mais pegou.
Podem dizer que serve para testar a capacidade de raciocínio. Mas não podem fazê-lo de outra forma?
Não era muito mais fácil falarem com as pessoas, de modo a perceberem se tinham ou não o perfil indicado para a função?
Não, vamos por as pessoas a fazer testes de 3 horas que não conseguem terminar, para que elas se sintam frustradas e com sensação de tempo perdido. Muito melhor.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
A pressa que tenho em que as coisas aconteçam
Por vezes, as minhas qualidades são minhas inimigas. Sou uma pessoa determinada, às vezes demais, que luta sempre pelo que que quer. Não sou de desistir face a um objectivo realmente importante, e quando quero uma coisa, não espero por ninguém, vou e faço. Procuro fazer acontecer.
Por esse motivo, agora estes meses estão a deixar-me louca. Dizem-me que passa rápido, que é preciso esperar.
Mas eu não queria esperar. Não queria esperar para o casamento, queria que fosse já agora. Não queria esperar para ir de férias. Não queria esperar para emagrecer. Não queria esperar para me tornar melhor atleta. Não queria esperar para começar a tentar engravidar. Não queria esperar para mudar de emprego.
Queria que as coisas acontecessem. Mas elas demoram eternidades e eu odeio esperar.
Estou cansada de ter a minha vida em espera.
E não, saber esperar, não é definitivamente uma das minhas qualidades.
Por esse motivo, agora estes meses estão a deixar-me louca. Dizem-me que passa rápido, que é preciso esperar.
Mas eu não queria esperar. Não queria esperar para o casamento, queria que fosse já agora. Não queria esperar para ir de férias. Não queria esperar para emagrecer. Não queria esperar para me tornar melhor atleta. Não queria esperar para começar a tentar engravidar. Não queria esperar para mudar de emprego.
Queria que as coisas acontecessem. Mas elas demoram eternidades e eu odeio esperar.
Estou cansada de ter a minha vida em espera.
E não, saber esperar, não é definitivamente uma das minhas qualidades.
Realmente, assim nunca chegaremos lá
Dizem uns colegas meus de profissão, que as mulheres querem igualdade mas que não pode ser. Que nunca estarão em maioria nas administrações das empresas e outros lugares de destaque, porque têm muitos sentimentos, são muito sensíveis, e depois têm licenças porque têm filhos.
Ao que lhe respondi que tinham toda a razão. Com homens com esta mentalidade, não é possível continuarmos a progredir.
Ao que lhe respondi que tinham toda a razão. Com homens com esta mentalidade, não é possível continuarmos a progredir.
Isso agora é que não correu nada bem
Menina, na casa dos 30, fortezinha. Leggins pretas transparentes e de tamanho abaixo do indicado, que deixavam visualizar as cuecas fio dental rosa. Botas de cano alto brancas com tacão transparente. Blusa vermelha decotada e kispo preto.
Só tenho uma questão: porquê?
Só tenho uma questão: porquê?
Há coisas do arco da velha
Em afinal tendo conseguido ir ao jogo, eis que não jogo e a minha equipa perde. Não quero com isto dizer que sou a salvadora da pátria e isto e aquilo, mas se em equipa que ganha não se mexe, em equipa que perde faz-se o quê?
Na minha virtuosa procura por orçamentos para a Lua de Mel que se espera de sonho, peço orçamentos às diversas agências de viagens que conheço, para escolher de acordo com os preços apresentados. Pois que uma, mesmo após eu ter dito que não queria partir de Madrid, faz questão de me apresentar os preços a partir desse destino, e sem hotel definido, ou seja, eu pagava, e depois o hotel poderia ser um dos da lista que a tal agência apresentava, que continha alguns razoáveis, outros nem tanto, mas ainda assim, nenhum dos hoteis em relação aos quais eu pedi orçamento, e referi que seriam mais do nosso agrado.
Ao que expliquei que a escolha do hotel não é de menor importância na hora de reservar a Lua de Mel e por isso não percebo muito bem quando as pessoas dizem que querem comprar preto e há sempre quem tente vender verde alface a essas mesmas pessoas que sempre quiseram preto.
Na minha virtuosa procura por orçamentos para a Lua de Mel que se espera de sonho, peço orçamentos às diversas agências de viagens que conheço, para escolher de acordo com os preços apresentados. Pois que uma, mesmo após eu ter dito que não queria partir de Madrid, faz questão de me apresentar os preços a partir desse destino, e sem hotel definido, ou seja, eu pagava, e depois o hotel poderia ser um dos da lista que a tal agência apresentava, que continha alguns razoáveis, outros nem tanto, mas ainda assim, nenhum dos hoteis em relação aos quais eu pedi orçamento, e referi que seriam mais do nosso agrado.
Ao que expliquei que a escolha do hotel não é de menor importância na hora de reservar a Lua de Mel e por isso não percebo muito bem quando as pessoas dizem que querem comprar preto e há sempre quem tente vender verde alface a essas mesmas pessoas que sempre quiseram preto.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Frustrações
É uma frustração perceber que muito provavelmente não se vai conseguir comparecer ao jogo da equipa onde se joga (à noite, a partir das 21h), porque a chefia decidiu que amanhã se vai sair tarde, como sempre.
Isto hoje está bom.
Isto hoje está bom.
Façam-me de burra que eu gosto
Como já disse por aqui, odeio que me façam de burra.
Pois que uma determinada pessoa, a quem eu pedi para realizar uma tarefa (em contexto profissional de chefia), disse-me que a fez, e quando eu fui ver, essa tarefa não estava feita.
O mais engraçado, é que a pessoa depois disse que afinal não fez, porque quando foi para fazer, viu que não tinha importância.
E agora? Diz-se o quê a esta pessoa?
Enfim.
Pois que uma determinada pessoa, a quem eu pedi para realizar uma tarefa (em contexto profissional de chefia), disse-me que a fez, e quando eu fui ver, essa tarefa não estava feita.
O mais engraçado, é que a pessoa depois disse que afinal não fez, porque quando foi para fazer, viu que não tinha importância.
E agora? Diz-se o quê a esta pessoa?
Enfim.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Existem as peças banhadas a ouro
E depois existe a comida que em alguma cantinas é banhada a óleo.
Xiça!
Xiça!
Bomboca e a incursão pelos mundo dos saltos altos
Como já o disse algures por aqui, não sou mulher de andar de saltos altos. Gostava de ser, confesso.
Mas com os meus problemas de pés, a minha preguiça em me esforçar para andar melhor, o meu estilo desajeitado, e o facto de realmente não conseguir aguentar uns sapatos de salto alto (com a excepção daqueles que são tão confortáveis mas tão confortáveis que parece que estamos de sapatilhas), os mesmos ficam arredados do meu armário.
Ficam... Ou melhor, ficavam!
Ainda não estamos na fase dos sapatos, mas, hoje o mundo, amanhã o universo!
Ora, o que é que aconteceu?
Pois que andava há séculos à procura de uns botins. Procurava, procurava, e ora não encontrava o meu número, ora não gostava do modelo, ora eram super desconfortáveis. Entretanto mandei vir de uma loja, uns botins de que gostava, mas como não tinham o meu tamanho, fiquei a aguardar, sem compromisso. E eis que os ditos chegaram este fim-de-semana. Lá me desloquei à loja, sem grande esperança que me servissem, pois ainda não os tinha experimentado, e... Surpresa das surpresas. Ficavam-me bem e eram super confortáveis. Melhor ainda. Como não os comprei na primeira ronda de saldos, agora, estavam 10€ mais baratos. Espectacular.
Mandei vir dois modelos, um em preto e outro em castanho, e acabei por levar os dois, dada a minha preocupante ruptura de stock em calçado.
Entretanto, passei pela Lefties que desde já vos digo está com excelentes promoções, e acabei por comprar uns botins camel Cowboy de salto alto por 12.99€. Estes últimos, não tão confortáveis como os anteriores (que fazem mesmo parte da linha conforto da dita loja), mas ontem andei com eles e aguento-os bem. E por aquele preço apetitoso, não resisti a trazê-los comigo.
E pronto, estou feliz, vou passar a poder andar com algo mais do que sapatos estilo mocassin e outros rasos que tais.
Já comecei a espreitar a linha conforto da loja em sapatos, e também é um investimento a fazer no futuro. O problema, e há sempre um problema, é que esta linha não é nada barata, mas pronto, não se pode ter tudo, e eu prefiro comprar um bom par de sapatos quando o rei faz anos, do que comprar vários que me magoem os pés.
E sim, é verdade caramba, uma mulher fica mais elegante de saltos altos.
Mas com os meus problemas de pés, a minha preguiça em me esforçar para andar melhor, o meu estilo desajeitado, e o facto de realmente não conseguir aguentar uns sapatos de salto alto (com a excepção daqueles que são tão confortáveis mas tão confortáveis que parece que estamos de sapatilhas), os mesmos ficam arredados do meu armário.
Ficam... Ou melhor, ficavam!
Ainda não estamos na fase dos sapatos, mas, hoje o mundo, amanhã o universo!
Ora, o que é que aconteceu?
Pois que andava há séculos à procura de uns botins. Procurava, procurava, e ora não encontrava o meu número, ora não gostava do modelo, ora eram super desconfortáveis. Entretanto mandei vir de uma loja, uns botins de que gostava, mas como não tinham o meu tamanho, fiquei a aguardar, sem compromisso. E eis que os ditos chegaram este fim-de-semana. Lá me desloquei à loja, sem grande esperança que me servissem, pois ainda não os tinha experimentado, e... Surpresa das surpresas. Ficavam-me bem e eram super confortáveis. Melhor ainda. Como não os comprei na primeira ronda de saldos, agora, estavam 10€ mais baratos. Espectacular.
Mandei vir dois modelos, um em preto e outro em castanho, e acabei por levar os dois, dada a minha preocupante ruptura de stock em calçado.
Entretanto, passei pela Lefties que desde já vos digo está com excelentes promoções, e acabei por comprar uns botins camel Cowboy de salto alto por 12.99€. Estes últimos, não tão confortáveis como os anteriores (que fazem mesmo parte da linha conforto da dita loja), mas ontem andei com eles e aguento-os bem. E por aquele preço apetitoso, não resisti a trazê-los comigo.
E pronto, estou feliz, vou passar a poder andar com algo mais do que sapatos estilo mocassin e outros rasos que tais.
Já comecei a espreitar a linha conforto da loja em sapatos, e também é um investimento a fazer no futuro. O problema, e há sempre um problema, é que esta linha não é nada barata, mas pronto, não se pode ter tudo, e eu prefiro comprar um bom par de sapatos quando o rei faz anos, do que comprar vários que me magoem os pés.
E sim, é verdade caramba, uma mulher fica mais elegante de saltos altos.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Aquilo que verdadeiramente dá cabo de mim
Não é só dormir 3h e trabalhar até às tantas da manhã.
É cometer erros estúpidos, precisamente porque dormi pouco e consequentemente levar na cabeça e ouvir "erros desses nem parecem teus".
Pois, e não são.
Enfim. Só me apetece espancar-me.
É cometer erros estúpidos, precisamente porque dormi pouco e consequentemente levar na cabeça e ouvir "erros desses nem parecem teus".
Pois, e não são.
Enfim. Só me apetece espancar-me.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Pela terceira noite consecutiva sonho com o meu casamento
E estou sempre linda e magra.
Acho que a pressão para continuar a emagrecer está a tornar-se muito visível.
Será que vou conseguir? Não sei... Mas queria muito. Só não quero ficar obssecada com esta ideia.
Acho que a pressão para continuar a emagrecer está a tornar-se muito visível.
Será que vou conseguir? Não sei... Mas queria muito. Só não quero ficar obssecada com esta ideia.
Estes últimos dias
Têm sido um caos. Dormir pouco, trabalhar muito, sem carro para contar história.
Ai... E Janeiro nunca mais passa...
Ai... E Janeiro nunca mais passa...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Pumba, toma lá mais uma dose de Karma
Saio do trabalho.
Penso, satisfeita, que vou chegar cedo a cada e começo a imaginar sobre o jantar mais elaborado que vou fazer, quem sabe também fazer uma sobremesa.
Enquanto penso alegremente sobre o bem que me vai saber chegar a casa antes das 21h, sinto um embate fortíssimo no meu carro. Pumba, bateram-me por trás. Que sorte.
Batemos em plena VCI. Por acaso o senhor que me bateu era impecável e deu-se logo como culpado, tendo sugerido sairmos dali, debaixo do temporal, para irmos para um local seco preencher a declaração. Assim o fiz, um pouco receosa, com medo que ele fugisse, e ao perceber isso, o senhor deu-me o BI dele.
Chegados ao local, ele preenchou tudo e foi impecável. Dentro do azar, tive sorte, não me saiu um bronco.
Mas ainda assim, fiquei sem carro (a batida foi muito feia, adeus pára-choques), e cheguei na mesma tarde a casa.
Karma's a bitch.
Penso, satisfeita, que vou chegar cedo a cada e começo a imaginar sobre o jantar mais elaborado que vou fazer, quem sabe também fazer uma sobremesa.
Enquanto penso alegremente sobre o bem que me vai saber chegar a casa antes das 21h, sinto um embate fortíssimo no meu carro. Pumba, bateram-me por trás. Que sorte.
Batemos em plena VCI. Por acaso o senhor que me bateu era impecável e deu-se logo como culpado, tendo sugerido sairmos dali, debaixo do temporal, para irmos para um local seco preencher a declaração. Assim o fiz, um pouco receosa, com medo que ele fugisse, e ao perceber isso, o senhor deu-me o BI dele.
Chegados ao local, ele preenchou tudo e foi impecável. Dentro do azar, tive sorte, não me saiu um bronco.
Mas ainda assim, fiquei sem carro (a batida foi muito feia, adeus pára-choques), e cheguei na mesma tarde a casa.
Karma's a bitch.
O Karma é uma cena fodida
Hoje acordei, mais uma vez a custo, porque ainda por cima tinha passado mal a noite, sempre com dores, a acordar para vomitar, etc. Mas como o trabalho não espera por mim, não me posso dar ao luxo de ficar em casa a dormir para recuperar.
Ainda me passou pela cabeça ficar mais uma hora a descansar e entrar mais tarde uma hora. Rapidamente esqueci essa ideia ao lembrar-me da quantidade de trabalho hérculea que tinha pela frente.
Saio então de casa, conformada com o meu destino, onde suportamente deveria demorar 10m a chegar ao meu local de trabalho, até que... Acidente.
Conclusão, chego ao trabalho, exactamente uma hora depois de ter saído de casa. Mais valia ter ficado a dormir.
O Karma é fodido.
Ainda me passou pela cabeça ficar mais uma hora a descansar e entrar mais tarde uma hora. Rapidamente esqueci essa ideia ao lembrar-me da quantidade de trabalho hérculea que tinha pela frente.
Saio então de casa, conformada com o meu destino, onde suportamente deveria demorar 10m a chegar ao meu local de trabalho, até que... Acidente.
Conclusão, chego ao trabalho, exactamente uma hora depois de ter saído de casa. Mais valia ter ficado a dormir.
O Karma é fodido.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Uma dúvida muito pertinente
Porque é que eles nos filmes nunca fecham os carros?
É proibido? Não têm medo que lhes assaltem o carro? Curiosamente, isso nunca ou quase nunca acontece. Mas a malta deixa sempre o carro aberto.
Não percebo...
É proibido? Não têm medo que lhes assaltem o carro? Curiosamente, isso nunca ou quase nunca acontece. Mas a malta deixa sempre o carro aberto.
Não percebo...
domingo, 5 de janeiro de 2014
O que fazer?
Desde há uns tempos para trás, que ando a pensar que queria tirar o curso que na verdade deveria ter tirado desde o início.
O problema é que não é mesmo nada fácil entrar, não existem aulas nocturnas, e para me dedicar 100% ao curso, a certa medida do mesmo, iria ter de deixar de trabalhar. Com contas para pagar, o casamento, filhos no horizonte... Infelizmente estou a ver que este meu sonho não é concretizável.
O que fariam?
O problema é que não é mesmo nada fácil entrar, não existem aulas nocturnas, e para me dedicar 100% ao curso, a certa medida do mesmo, iria ter de deixar de trabalhar. Com contas para pagar, o casamento, filhos no horizonte... Infelizmente estou a ver que este meu sonho não é concretizável.
O que fariam?
sábado, 4 de janeiro de 2014
O mais engraçado nisto dos pesos
Pela minha experiência (os meus familiares) e pelo que vocês me dizem, é que as pessoas que gostam de mandar as directas/indirectas sobre o peso dos outros, são, elas próprias, gordas e/ou sempre o foram.
Que índice de agressividade é este?
Que índice de agressividade é este?
Não sou pelos exageros
Não sou pelos exageros. Considero-me uma pessoa calma e ponderada, que não tende a exagerar nas suas reacções e convicções.
Há tempos, conheci uma fulana com sérios issues de exagero.
Coisas como "só podia ir jantar de dois em dois meses" (era uma regra dela), só podia gastar 10€ por dia... Coisas assim e outras levadas ao extremo.
Mas o que mais me afligia, era o facto de a rapariga, que tinha a minha idade, 1,73cm de altura, ter enfiado na sua cabeça que não podia passar dos 50kg. Sim, ela era magra mesmo (e não, ninguém lhe atirava constantemente à cara que ela era magra demais). Ela pressionava-se a comer cerca duas sopas por dia, para conseguir manter aquele peso.
A vida daquela rapariga era toda em volta do peso.
Eu posso realmente estar longe da magreza, mas acho que tenho uma cabecinha saudável.
Há tempos, conheci uma fulana com sérios issues de exagero.
Coisas como "só podia ir jantar de dois em dois meses" (era uma regra dela), só podia gastar 10€ por dia... Coisas assim e outras levadas ao extremo.
Mas o que mais me afligia, era o facto de a rapariga, que tinha a minha idade, 1,73cm de altura, ter enfiado na sua cabeça que não podia passar dos 50kg. Sim, ela era magra mesmo (e não, ninguém lhe atirava constantemente à cara que ela era magra demais). Ela pressionava-se a comer cerca duas sopas por dia, para conseguir manter aquele peso.
A vida daquela rapariga era toda em volta do peso.
Eu posso realmente estar longe da magreza, mas acho que tenho uma cabecinha saudável.
Não se tocam
Já por aqui o disse diversas vezes que não sou nada magra. Não sendo obesa, não posso dizer que seja magra. Já se torna um assunto do conhecimento público.
Do domínio mais ou menos privado, é o assunto de perder peso. Sim, já escrevi aqui no blog essa minha necessidade e intenção, mas este blog é anónimo, e muito poucas pessoas sabem a minha verdadeira identidade.
Assim sendo, não consigo perceber as constantes directas e indirectas de algumas pessoas da minha família, no que respeita ao meu peso. Estão constantemente a partilhar no meu facebook "receitas de chás para emagrecer", e outros "truques" que tais. Caríssimos, quem vos disse a vós, que eu quero emagrecer? E quem vos disse que preciso dos vossos "conselhos"? Eu podia sentir-me às mil maravilhas com o meu peso, e achar esses "conselhos" insultuosos.
E melhor ainda, porque insistem em lembrar-me constantemente do meu excesso peso?
Eu por acaso lembro-vos constantemente dos erros que cometem? De, em alguns casos, pouco deverem à inteligência? Das vossas falhas e incapacidades?
Não pois, não?
Então porque se acham no direito de me apontar constantemente um dos meus pontos fracos?
Não entendo, sinceramente. Ninguém gosta de ser recorrentemente lembrado da sua gordura, ou da sua magreza, ou da sua burrice ou seja lá do que for.
Sinceramente, podiam-se tocar mais um bocadinho.
Do domínio mais ou menos privado, é o assunto de perder peso. Sim, já escrevi aqui no blog essa minha necessidade e intenção, mas este blog é anónimo, e muito poucas pessoas sabem a minha verdadeira identidade.
Assim sendo, não consigo perceber as constantes directas e indirectas de algumas pessoas da minha família, no que respeita ao meu peso. Estão constantemente a partilhar no meu facebook "receitas de chás para emagrecer", e outros "truques" que tais. Caríssimos, quem vos disse a vós, que eu quero emagrecer? E quem vos disse que preciso dos vossos "conselhos"? Eu podia sentir-me às mil maravilhas com o meu peso, e achar esses "conselhos" insultuosos.
E melhor ainda, porque insistem em lembrar-me constantemente do meu excesso peso?
Eu por acaso lembro-vos constantemente dos erros que cometem? De, em alguns casos, pouco deverem à inteligência? Das vossas falhas e incapacidades?
Não pois, não?
Então porque se acham no direito de me apontar constantemente um dos meus pontos fracos?
Não entendo, sinceramente. Ninguém gosta de ser recorrentemente lembrado da sua gordura, ou da sua magreza, ou da sua burrice ou seja lá do que for.
Sinceramente, podiam-se tocar mais um bocadinho.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Toma lá que já almoçaste
Hoje tive consulta com o meu médico genecologista/obstetra.
Pumba, já levei na cabeça que é melhor perder um bocadinho de peso para quando engravidar e engordar em consequência, não ficar com excesso de peso. Mandou-me perder idealmente 10kg. Pois, eu também queria! A ver vamos.
Entretanto também me mandou começar em breve (meio deste mês) a tomar ácido fólico e outra vitamina que não me lembro o nome.
O próximo passo é mesmo fazer os exames pré concepcionais.
Mas que já fiquei com a neura de perder 10kg, já. Eu quero perder de facto, mas caramba, não é fácil. Já tinha perdido 5kg, mas sei que neste Natal engordei pelo menos 1,5kg.
Eu queria, como é óbvio, retomar a rotina de perder, mas ter o médico a mandar-nos fazê-lo é sempre mais intimidante.
Pumba, já levei na cabeça que é melhor perder um bocadinho de peso para quando engravidar e engordar em consequência, não ficar com excesso de peso. Mandou-me perder idealmente 10kg. Pois, eu também queria! A ver vamos.
Entretanto também me mandou começar em breve (meio deste mês) a tomar ácido fólico e outra vitamina que não me lembro o nome.
O próximo passo é mesmo fazer os exames pré concepcionais.
Mas que já fiquei com a neura de perder 10kg, já. Eu quero perder de facto, mas caramba, não é fácil. Já tinha perdido 5kg, mas sei que neste Natal engordei pelo menos 1,5kg.
Eu queria, como é óbvio, retomar a rotina de perder, mas ter o médico a mandar-nos fazê-lo é sempre mais intimidante.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Mea culpa
Afinal eu percebi mal, diz-me Bomboco.
Ele não se importa que eu faça os exames e até quer!
Não quer é que eu deixe a pílula antes do casamento para não termos "sustos". Então e assim sendo, ambos concordámos que irei deixar a pílula no mês antes do casamento, quem sabe se o bebé não é feito na lua de mel!
Ele não se importa que eu faça os exames e até quer!
Não quer é que eu deixe a pílula antes do casamento para não termos "sustos". Então e assim sendo, ambos concordámos que irei deixar a pílula no mês antes do casamento, quem sabe se o bebé não é feito na lua de mel!
Com esta é que me lixaste
Ontem, disse a Bomboco que, como queremos ter filhos depois do casamento, que gostava de começar em breve a "tentar", e antes, fazer todos os exames necessários para assegurar que nada corre mal.
Eu sou assim, planeio e calculo as coisas, porque gosto de conhecer o chão em que piso.
Pois Bomboco diz que não senhora, que não quer que eu engravide antes do casamento, e que não são necessários exames nenhuns ou deixar a pílula com tanta antecedência, que na idade média as pessoas não faziam exames e os bebés nasciam na mesma. Pois, e aquela parte da mortalidade intantil? E as complicações várias que devem ter ocorrido nesse tempo? Ah... Mas não, Bomboco diz que só quer "tentar" depois do casamento, e que quando der deu, demore o tempo que demorar, que não é preciso exames, deixar a pílula com muita antecedência, nada.
Para ele, todo o processo deverá ser "natural".
Ora que porra. E o que é que se diz a isto? Tentei chamá-lo à atenção para a necessidade de exames e para a toma de determinadas vitaminas, mas o dito nem me quis ouvir.
E o que é que se diz a isto?
Com esta é que me lixaste.
Eu sou assim, planeio e calculo as coisas, porque gosto de conhecer o chão em que piso.
Pois Bomboco diz que não senhora, que não quer que eu engravide antes do casamento, e que não são necessários exames nenhuns ou deixar a pílula com tanta antecedência, que na idade média as pessoas não faziam exames e os bebés nasciam na mesma. Pois, e aquela parte da mortalidade intantil? E as complicações várias que devem ter ocorrido nesse tempo? Ah... Mas não, Bomboco diz que só quer "tentar" depois do casamento, e que quando der deu, demore o tempo que demorar, que não é preciso exames, deixar a pílula com muita antecedência, nada.
Para ele, todo o processo deverá ser "natural".
Ora que porra. E o que é que se diz a isto? Tentei chamá-lo à atenção para a necessidade de exames e para a toma de determinadas vitaminas, mas o dito nem me quis ouvir.
E o que é que se diz a isto?
Com esta é que me lixaste.
Caraças pá
Ainda agora começou o ano e já não me apetece trabalhar.
O que vale é que amanhã é sexta-feira!
O que vale é que amanhã é sexta-feira!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Em 2014
- Vou ver o Michael Bublé
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
Em 2013
- Não fui de férias a lado nenhum
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
Dos sonhos que mexem connosco
Sonhei que estava grávida de 6/7 meses, e, numa consulta de rotina, disseram-me os médicos que não ouviam o coração do bebé. Eu insistia que não era possível, que ele estava bem, mas não. Eu chorava chorava. Fizeram-me uma cesariana e pediram para não olhar.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Que raio de moda agora é esta?
De andar tudo a cortar o cabelo?
Vejamos:
Vejamos:
Jennifer Lawrence. A menina ficava muito melhor com o cabelo comprido, ora vamos lá ver se não é verdade:
Cristina Ferreira. Não posso dizer que lhe acho grande piada porque estaria a mentir. Mas acho que lhe fica melhor este comprimento:
Natalie Portman. Tão gira com cabelo mais comprido.
Dannii Minogue. Bonita, sem dúvida, mas na minha opinião, com o cabelo um pouco mais comprido.
Beyoncé.
Bem sei que sou suspeita porque adoro cabelos compridos, mas acho que esta moda toda de cortar o cabelo veio desta senhora:
Miley Cyrus. Acho que qualquer exemplo dado actualmente por esta senhora é... Desnecessário.
Mas na moda do corte de cabelo não me apanham a mim!
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