Bomboca percebe umas coisas de maquilhagem. Bomboca maquilha-se a ela própria e muitas vezes a outras pessoas em ocasiões importantes.
Bomboca adora maquilhagem, mas quer fazer uma coisa gira para o seu casamento, e por isso, decidiu que ia ser ela a maquilhar-se nesse dia tão importante, até que... Bomboca começou a pensar que poderia ficar nervosa e tal nesse dia.
Ora assim sendo, comecei a procurar alternativas para a maquilhagem no meu dia de casamento. Depois de ouvir falar super bem da Mac, resolvi há uns dias ir procurar orçamento e marcar a dita maquilhagem. Na loja informaram-me o preço e disseram-me que aquele valor seria revertível em produtos da marca. Fiquei convencida e disseram-me que iria receber uma chamada a explicar como tudo se processava e se era possível marcar para o dia em questão. A chamada chegou e avisaram-me que à hora que eu pretendia marcar, 10h da manhã, não iria ser possível, visto que os maquilhadores só entravam a partir das 10h30. Perguntei se não podiam nesse dia chegar mais cedo, em virtude da marcação, e atendendo a que eu caso às 12h e a maquilhagem demora uma hora, iria ficar apertado para depois ainda ir a casa vestir-me etc (mesmo que fosse às 10h já ficava apertado, mas tudo bem).
Não. Isso nem pensar. Eles chegam à hora que chegam e ponto final. Não pode, azar. Ainda deram a entender se seria possível mudar a hora do casamento... Fiquei incrédula. Não percebo como se recusa assim, na boa, um trabalho de várias dezenas de euros. A pessoa que me telefonou ainda disse que poderia ficar para outra oportunidade. Claro que sim, sem dúvida, o que eu quero agora é ser maquilhada lá.
Por isso meninas, isto é assim, quando marcarem a hora do casamento não tenham em atenção o horário do padre, do notário, dos convidados, nada disso. Atentem sim nos horários dos maquilhadores que isso é que é importante!
Se esta história não me tivesse acontecido a mim, pensava que era impossível.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Afinal não sou só eu
Parece que infelizmente anda quase tudo desesperado com o trabalho.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/80-dos-trabalhadores-portugueses-estao-exaustos-e-querem-mudar-de-emprego-1627986
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/80-dos-trabalhadores-portugueses-estao-exaustos-e-querem-mudar-de-emprego-1627986
Assim fica difícil
Assumir a tal atitude positiva de que me falam.
Avó doente, eu estive doente, hospital, trabalho para fazer que não acaba mais, dormir 4h por noite, Bomboco fora, descarregar frustração na comida, trabalho trabalho e mais trabalho para o fim-de-semana, boas novidades que tardam em chegar, coisas e mais coisas do casamento para tratar, chatices familiares.
Têm sido assim os meus dias.
Avó doente, eu estive doente, hospital, trabalho para fazer que não acaba mais, dormir 4h por noite, Bomboco fora, descarregar frustração na comida, trabalho trabalho e mais trabalho para o fim-de-semana, boas novidades que tardam em chegar, coisas e mais coisas do casamento para tratar, chatices familiares.
Têm sido assim os meus dias.
domingo, 9 de março de 2014
Disso, de ver as coisas de forma negativa
Ultimamente vocês têm referido e com razão, que estou a ver as coisas através de uma perspectiva mais negativa. O que não deixa de ser verdade. Efectivamente, nem sempre é fácil olhar para a vida com um sorriso quando todos os nossos planos saem furados, quando estamos numa posição de desespero e extenuação a nível profissional. E tudo o que queremos é ver uma luz ao fundo do túnel que insiste em não aparecer.
Apesar disso, estes dois últimos dias tenho estado mais calma. Sim, tenho de trabalhar hoje o dia todo, verdade, claro que preferia não o fazer e espera-me mais uma semana absolutamente terrível... Mas acho que começo a resignar-me, apesar de saber que claramente não é este o futuro que quero para mim.
Só espero que vocês tenham razão e que os melhores dias não tardem a chegar.
Apesar disso, estes dois últimos dias tenho estado mais calma. Sim, tenho de trabalhar hoje o dia todo, verdade, claro que preferia não o fazer e espera-me mais uma semana absolutamente terrível... Mas acho que começo a resignar-me, apesar de saber que claramente não é este o futuro que quero para mim.
Só espero que vocês tenham razão e que os melhores dias não tardem a chegar.
sábado, 8 de março de 2014
A essência de um perdedor- parte 2
Devido ao tal emprego maravilhoso que acabou por não vir parar nas minhas mãos e do qual falei no post anterior, ainda não marquei a minha lua de mel. E porquê? Porque os senhores deram a entender que queria total disponibilidade e que para isso eu poderia ter de alterar a data da lua de mel. Deram a entender que era melhor não marcar nada até todo o processo se encontrar concluído.
E eu, burra, assim o fiz.
Mal recebi a belíssima notícia, apressei-me para marcar a lua de mel no destino e hotel escolhidos há que tempos. O hotel é um sonho, o melhor da sua categoria e o melhor que o meu dinheiro podia pagar. Antes de saber que não tinha ficado, tinha comentado com Bomboco meio a medo, meio em espírito de gozo, que "bonito era se eu não era seleccionada e se o hotel que nós queríamos esgotava". Pois é. Parecia impossível não é?
Mas não. Foi exactamente isso que aconteceu. Quando queríamos marcar definitivamente a lua de mel, o hotel estava esgotado. Liguei para todas as operadoras, inclusivé para o hotel. Nada a fazer. Um filme. Mas daqueles filmes que só me acontecem a mim. Daquelas coisas inacreditáveis de como é possível ter tanto azar.
E o que mais me custa nesta história toda já nem é não ter sido seleccionada, nem sequer isso. É mesmo uma situação que nem sequer vai servir de nada para mim, ter acabado por influenciar desta forma a nossa vida pessoal, sendo que o hotel esgotou exactamente um dia antes de eu saber a notícia. E pior, quando me ligaram a dar a notícia, deram a entender que a decisão já estava tomada há algum tempo, apesar de eu ter ligado para lá 3 vezes e terem-me dito que não havia ainda uma decisão final. A obrigação daqueles senhores, sendo que se eu estava a ligar para saber do processo certamente é porque tinha pressa na obtenção da informação e não porque sou tolinha, era dizerem-me alguma coisa mal soubessem. E ainda por cima quando sabiam perfeitamente que a minha lua de mel estava dependente da decisão deles. Uma merda o que me fizeram. Porque se me tivessem avisado antes, faria sim toda a diferença.
Devia ter dado ouvidos a Bomboco quando me disse que se eles me chamassem, tinham de aceitar o facto de a lua de mel estar marcada, e que não podemos estar a alterar a nossa vida pessoal constantemente por causa do trabalho.
Ele é que tem razão.
E eu, acabei por perder a inocência que ainda me restava face ao mundo profissional.
Em suma, perdi em todas as frentes.
E eu, burra, assim o fiz.
Mal recebi a belíssima notícia, apressei-me para marcar a lua de mel no destino e hotel escolhidos há que tempos. O hotel é um sonho, o melhor da sua categoria e o melhor que o meu dinheiro podia pagar. Antes de saber que não tinha ficado, tinha comentado com Bomboco meio a medo, meio em espírito de gozo, que "bonito era se eu não era seleccionada e se o hotel que nós queríamos esgotava". Pois é. Parecia impossível não é?
Mas não. Foi exactamente isso que aconteceu. Quando queríamos marcar definitivamente a lua de mel, o hotel estava esgotado. Liguei para todas as operadoras, inclusivé para o hotel. Nada a fazer. Um filme. Mas daqueles filmes que só me acontecem a mim. Daquelas coisas inacreditáveis de como é possível ter tanto azar.
E o que mais me custa nesta história toda já nem é não ter sido seleccionada, nem sequer isso. É mesmo uma situação que nem sequer vai servir de nada para mim, ter acabado por influenciar desta forma a nossa vida pessoal, sendo que o hotel esgotou exactamente um dia antes de eu saber a notícia. E pior, quando me ligaram a dar a notícia, deram a entender que a decisão já estava tomada há algum tempo, apesar de eu ter ligado para lá 3 vezes e terem-me dito que não havia ainda uma decisão final. A obrigação daqueles senhores, sendo que se eu estava a ligar para saber do processo certamente é porque tinha pressa na obtenção da informação e não porque sou tolinha, era dizerem-me alguma coisa mal soubessem. E ainda por cima quando sabiam perfeitamente que a minha lua de mel estava dependente da decisão deles. Uma merda o que me fizeram. Porque se me tivessem avisado antes, faria sim toda a diferença.
Devia ter dado ouvidos a Bomboco quando me disse que se eles me chamassem, tinham de aceitar o facto de a lua de mel estar marcada, e que não podemos estar a alterar a nossa vida pessoal constantemente por causa do trabalho.
Ele é que tem razão.
E eu, acabei por perder a inocência que ainda me restava face ao mundo profissional.
Em suma, perdi em todas as frentes.
quinta-feira, 6 de março de 2014
A essência de um perdedor
Costuma-se dizer que até para nascer é preciso sorte. Acredito piamente nisso. E acredito cada vez mais que a família onde nascemos influencia decisivamente o nosso destino. Não estou a ser melodramática, estou a ser sincera. Isto não é a terra das oportunidades onde nos cruzámos com self made men and women ao virar da esquina. A nossa família determina grande parte da nossa vida.
Eu, nesse aspecto, não tive sorte. Comecei o campeonato logo com 10 pontos de atraso. E tudo o que tenho feito nesta vida é lutar. Mas infelizmente, a maior parte das lutas acabam por ser inglórias, porque pouca gente compreende ou teve de passar por essas situações, que à partida estavam dadas como adquiridas. Nada na minha vida foi alguma vez dado como adquirido.
E após muita luta para terminar o curso e pensar que podia fazer do meu futuro aquilo que quisesse, eis que percebo que isto não é bem assim. A profissão com que sempre sonhei, essa, que me fez tirar a licenciatura que tenho hoje e não outra completamente diferente, está fora do meu alcance. Porquê? Porque depende de um concurso público, e desde que eu acabei a licenciatura, que não abriu uma única vaga para essa função. A admissão na carreira acaba bem cedo. The clock is ticking. Depois, tive um emprego que detestei. Saí desse, fui para o emprego que mais adorei até hoje. Boas condições, bons colegas, bons horários, boa progressão, bom ordenado. Não efectivei. A troika chegou e todas as efectividades levou. Vim para onde estou. Horários de merda, salário de merda, colegas assim assim, 0 amigos, área reconhecida pelo mercado, mas que na verdade eu não gosto. Todos os dias é uma luta para vir trabalhar. Todos.
E então eis que surge uma oportunidade numa área que, não sendo a minha área de sonho, é uma área que adoro e onde me vejo como peixe na água. Salário e horário interessante. Empresa conceituada. Entrevistas e entrevistas. Testes. Dinâmicas de grupo. Ao todo, 6 fases de recrutamento. Passei aos 3 finalistas. Esperei e desesperei. E a resposta veio ontem. Como sempre, foi a minha vez de perder. Tal como há uns anos atrás vi colegas serem efectivados 3 meses antes de mim, e quando chegou a minha vez, não fui. Tal como quando durante a minha licenciatura, abriu um concurso para a profissão que eu tanto queria, mas depois de eu terminar o curso nunca mais abriu.
Acho que tenho de aceitar que simplesmente não tenho sorte no campo profissional. A vida é mesmo assim. Há quem tenha sorte e quem não tenha. Eu não tenho.
E o que mais me custa é que investi imenso neste processo de recrutamento, pensei eu que seria o meu golden ticket para sair e afinal... Não.
Estou a ficar cansada de lutar. Estou a ficar cansada de ser sempre a minha vez de perder.
Eu, nesse aspecto, não tive sorte. Comecei o campeonato logo com 10 pontos de atraso. E tudo o que tenho feito nesta vida é lutar. Mas infelizmente, a maior parte das lutas acabam por ser inglórias, porque pouca gente compreende ou teve de passar por essas situações, que à partida estavam dadas como adquiridas. Nada na minha vida foi alguma vez dado como adquirido.
E após muita luta para terminar o curso e pensar que podia fazer do meu futuro aquilo que quisesse, eis que percebo que isto não é bem assim. A profissão com que sempre sonhei, essa, que me fez tirar a licenciatura que tenho hoje e não outra completamente diferente, está fora do meu alcance. Porquê? Porque depende de um concurso público, e desde que eu acabei a licenciatura, que não abriu uma única vaga para essa função. A admissão na carreira acaba bem cedo. The clock is ticking. Depois, tive um emprego que detestei. Saí desse, fui para o emprego que mais adorei até hoje. Boas condições, bons colegas, bons horários, boa progressão, bom ordenado. Não efectivei. A troika chegou e todas as efectividades levou. Vim para onde estou. Horários de merda, salário de merda, colegas assim assim, 0 amigos, área reconhecida pelo mercado, mas que na verdade eu não gosto. Todos os dias é uma luta para vir trabalhar. Todos.
E então eis que surge uma oportunidade numa área que, não sendo a minha área de sonho, é uma área que adoro e onde me vejo como peixe na água. Salário e horário interessante. Empresa conceituada. Entrevistas e entrevistas. Testes. Dinâmicas de grupo. Ao todo, 6 fases de recrutamento. Passei aos 3 finalistas. Esperei e desesperei. E a resposta veio ontem. Como sempre, foi a minha vez de perder. Tal como há uns anos atrás vi colegas serem efectivados 3 meses antes de mim, e quando chegou a minha vez, não fui. Tal como quando durante a minha licenciatura, abriu um concurso para a profissão que eu tanto queria, mas depois de eu terminar o curso nunca mais abriu.
Acho que tenho de aceitar que simplesmente não tenho sorte no campo profissional. A vida é mesmo assim. Há quem tenha sorte e quem não tenha. Eu não tenho.
E o que mais me custa é que investi imenso neste processo de recrutamento, pensei eu que seria o meu golden ticket para sair e afinal... Não.
Estou a ficar cansada de lutar. Estou a ficar cansada de ser sempre a minha vez de perder.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
O drama dos vestidos para a família- Cenas de um Casamento
Das várias coisas que tenho para vos contar, esta é uma delas.
O drama senhores, o drama que as mulheres da minha família estão a fazer à volta deste assunto é uma coisa épica. Elas não querem levar cores "repetidas" umas das outras, pelo que andam todas a perguntar umas às outras qual a cor que vão levar.
Também não sabem quanto querem gastar nem ao certo onde procurar.
E já que eu vou ter de fazer o frete de ir com a minha mãe tratar desse assunto, queria saber que lojas vocês me aconselham, tirando as lojas de noivas e vestidos de cerimónia, que aí são muito caros, onde eu possa encontrar algo bonito e que não nos leve à falência.
Grata.
O drama senhores, o drama que as mulheres da minha família estão a fazer à volta deste assunto é uma coisa épica. Elas não querem levar cores "repetidas" umas das outras, pelo que andam todas a perguntar umas às outras qual a cor que vão levar.
Também não sabem quanto querem gastar nem ao certo onde procurar.
E já que eu vou ter de fazer o frete de ir com a minha mãe tratar desse assunto, queria saber que lojas vocês me aconselham, tirando as lojas de noivas e vestidos de cerimónia, que aí são muito caros, onde eu possa encontrar algo bonito e que não nos leve à falência.
Grata.
Pior do que uma resposta negativa
É uma não resposta.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Coisas da minha vida
Tenho uma série de posts na cabeça para escrever aqui. Uns mais interessantes do que outros, é certo.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O inacreditável
Hoje, de saltos altos, fato e sobretudo apertado até cima, desloquei-me para o meu emprego. Quando estou a sair do carro, eis que um homem que vai a passar começa a olhar muito fixamente para mim, a rir-se de tarado, e a andar para trás. Eu tiro o que tenho a tirar do carro e procuro nem dar importância. Olho para a frente e lá está ele. Quando ia para perguntar ao dito se precisava de alguma coisa, eis que me diz "fodia-te bem". Ao que eu, portuense sem papas na língua, respondo "então anda cá e vês o que te acontece", enquanto me dirigia ao fulano já de punhos bem cerrados. Fugiu, claro, como um cobarde que é.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Já foi
A última entrevista.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Até me dói o coração
Ter de estar agarrada ao computador a trabalhar, com um dia destes lá fora.
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Beco sem saída
Estou num beco sem saída a nível profissional. Cheguei à conclusão de que decididamente não quero nem posso aguentar mais os abusos, as horas de trabalho infinitas, o stress que começa a deixar em mim marcas físicas.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
As drogas
O álcool e o tabaco são drogas legais. Já experimentei ambas, sendo que no que respeita ao tabaco, bastou-me uma primeira experiência para odiar, e álcool, acabo por beber apenas socialmente e em ocasiões festivas.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não me sinto diferente
Hoje, o CC mostra mais um ano.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
How much is too much?
Quando é que exactamente devemos traçar o limite entre o que é o exequível e o que não é, em termos de trabalho, quando esse trabalho parece nunca acabar?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A Girafa Marius
Ainda não acredito que isto aconteceu.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Ora, por onde começar...
Há umas semanas fiz uns testes psicotécnicos completamente desenquadrados da função que se exigia, para um processo de recrutamento.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A menopausa deve ser lixada
Só isso explica que uma fulana que é jovem demais para ter a menopausa, resolva abrir a janela estando 5 graus lá fora, porque diz que aqui dentro está muito calor.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Essa coisa do "é porque não tinha de ser"
É algo que nós dizemos aos outros e a nós próprios para nos enganarmos, para tentar aligeirar a verdade quando algo não corre exactamente como queríamos, certo? É por aí não é?
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Trabalhar ao fim-de-semana sucks
E à semana até às tantas e não ter folgas também.
Pronto, era só isto.
Pronto, era só isto.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Para culminar da melhor forma o dia de merda que tive ontem
Hoje, no metro, não consegui conter as lágrimas que me escorreram cara abaixo.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Os melhores conselhos que vos posso dar nisto de ir a entrevistas de emprego
Apesar de ser ainda jovem, eu já trabalho há muitos anos. Tenho bastante mais experiência profissional do que a maioria das pessoas da minha geração. Portanto, eu já fui a muitaaaas entrevistas de emprego.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Alguém que me explique como se eu fosse muito burra
Porque motivo se seleccionam mais de 80 pessoas para um processo de recrutamento que tem como objectivo preencher uma vaga?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
De como quase todos os conflitos se resolvem na base da ameaça
A larga maioria das pessoas funciona por estímulos. Poucas são aquelas que, não tendo nenhum incentivo a fazer alguma coisa, o fazem (não estou apenas a falar da realização de tarefas burocráticas, falo de tudo, mesmo para fazer voluntariado, por exemplo, o estímulo é ajudar os outros). Ora, eu tenho um "talento natural", algo que nasceu comigo e vai morrer comigo. Chama-se mau feitio. Acredito ser boa pessoa, mas tenho um feitio lixado. Vá-se lá entender que eu, quando pago por uma coisa, espero que a mesma venha em condições. Vá-lse lá entender que eu goste de ser atendida a tempo e com cortesia. Não se percebe.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Nesse mesmo local
Vi um empregado de mesa recusar a uma mulher grávida em estado avançado, um copo de whisky.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
Se o arrependimento matasse
Hoje fui almoçar a um local onde não ia há anos. Mas costumava almoçar nesse local quando trabalhava num emprego que deixei, numa outra vida. Nesse emprego, tinha regalias, um chefe em condições, colegas aceitáveis e um ordenado razoável, bem melhor do que o que tenho agora. Ah, e saía a horas de gente. Saí desse emprego porque tive uma proposta para um outro, esse sim, era onde eu queria estar, era o emprego que eu julgava que merecia.
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Eu podia dizer muita coisa acerca do concerto do Michael Bublé em Portugal
Mas só tenho uma coisa a dizer:
Fantástico.
Fantástico.
Não, não consegui arranjar as unhas em Lisboa
Para além de não conhecer nenhum lado barato, fiz outras coisas bem mais interessantes.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Das dúvidas existenciais que me assolam
Porque é que algumas pessoas dizem "mortandela"?
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Ajuda manicure
No próximo sábado irei estar em Lisboa (sim querido Michael, tranquiliza que a Bomboca vai lá estar), e como terei um tempinho livre, pensei em aproveita-lo a fazer as coisas chatas que de duas em duas semanas preciso de fazer: arranjar as unhas.
Mas para tal, preciso da vossa ajuda. Se aqui na minha terra já encontrei manicure que me faça durar duas semanas de unhas com gelinho, a verdade é que em Lisboa não conheço nenhuma manicure, nem boa, nem má. Por isso, precisava que me indicassem um sítio bom para fazer unhas de gelinho, não muito caro (a rondar os 10€), na zona do parque das nações.
A Bomboca agradece.
Mas para tal, preciso da vossa ajuda. Se aqui na minha terra já encontrei manicure que me faça durar duas semanas de unhas com gelinho, a verdade é que em Lisboa não conheço nenhuma manicure, nem boa, nem má. Por isso, precisava que me indicassem um sítio bom para fazer unhas de gelinho, não muito caro (a rondar os 10€), na zona do parque das nações.
A Bomboca agradece.
Cenas de um Casamento- As Bridezilla
Adoro ir a feiras de noivos. Não apenas para micar os descontos que possam existir, mas muito para observar.
Vejo-as, loucas com o casamento, a chorar porque a cor dos atoalhados não é exactamente como elas sonharam. Mas melhor ainda é a visita às lojas de noivas. O topo do bolo. É claro que escolher o vestido de noiva é um momento muito emocionante na vida de uma mulher, claro que sim. Mas daí a gritar, a espernear, a chorar compulsivamente, como eu já vi algumas, vai um passo. Eu não chorei, acho que me veio uma lágrima discreta ao olho, mas vi meninas que choravam baba e ranho, outras que gritavam com as funcionárias porque não era nada daquilo que elas queriam, enfim, muitos comportamentos desviantes.
Será que 90% das mulheres ficam loucas com o casamento? Ou sou eu que sou calma demais?
E os pormenores, meu Deus, os pormenores. Eu já não sou dada a pormenores, mas entendo a sua necessidade. Só que elas ficam loucas com pormenores, uma coisinha pequenina aqui, outra ali, tudo ao ínfimo.
Vejo também nos fóruns da especialidade, a preocupação com questões que me parecem meramente secundárias, como se a prima vai vestir azul ou verde, que isso é muito importante, se a tia Joaquina vai de saltos altos ou rasos, se as convidadas devem ou não levar chapéu.
E eu penso que esse tipo de coisas nem me passa pela cabeça.
E vocês, meninas casadoiras e já casadas, também têm atenção excessiva a pormenores ou sou eu que sou desligada?
Vejo-as, loucas com o casamento, a chorar porque a cor dos atoalhados não é exactamente como elas sonharam. Mas melhor ainda é a visita às lojas de noivas. O topo do bolo. É claro que escolher o vestido de noiva é um momento muito emocionante na vida de uma mulher, claro que sim. Mas daí a gritar, a espernear, a chorar compulsivamente, como eu já vi algumas, vai um passo. Eu não chorei, acho que me veio uma lágrima discreta ao olho, mas vi meninas que choravam baba e ranho, outras que gritavam com as funcionárias porque não era nada daquilo que elas queriam, enfim, muitos comportamentos desviantes.
Será que 90% das mulheres ficam loucas com o casamento? Ou sou eu que sou calma demais?
E os pormenores, meu Deus, os pormenores. Eu já não sou dada a pormenores, mas entendo a sua necessidade. Só que elas ficam loucas com pormenores, uma coisinha pequenina aqui, outra ali, tudo ao ínfimo.
Vejo também nos fóruns da especialidade, a preocupação com questões que me parecem meramente secundárias, como se a prima vai vestir azul ou verde, que isso é muito importante, se a tia Joaquina vai de saltos altos ou rasos, se as convidadas devem ou não levar chapéu.
E eu penso que esse tipo de coisas nem me passa pela cabeça.
E vocês, meninas casadoiras e já casadas, também têm atenção excessiva a pormenores ou sou eu que sou desligada?
Um mau mês para a dieta
Em breve entraremos num dos meus meses favoritos do ano. Fevereiro.
Faço anos em Fevereiro, o dia dos namorados é em Fevereiro, e este ano vou ver o Michael Bublé. Só coisas boas, portanto.
O "problema" é que as coisas boas trazem jantares, bebidas, bolos e afins. Eu, claro, estou delirante com o início do mês, espero é não ganhar peso quando chegarmos ao fim do mesmo.
Mas já me estou a espumar, só de pensar em todas as coisas boas que vou comer.
Faço anos em Fevereiro, o dia dos namorados é em Fevereiro, e este ano vou ver o Michael Bublé. Só coisas boas, portanto.
O "problema" é que as coisas boas trazem jantares, bebidas, bolos e afins. Eu, claro, estou delirante com o início do mês, espero é não ganhar peso quando chegarmos ao fim do mesmo.
Mas já me estou a espumar, só de pensar em todas as coisas boas que vou comer.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Os testes psicotécnicos
Não sou a favor de testes psicotécnicos, nunca fui.
Sempre os achei uma fantochada, um meio que os psicólogos arranjaram de terem mais importância. Podem chamar-me de ignorante, não me importo, esta é a minha opinião. Não acredito nem nunca acreditarei que por se passar em testes psicotécnicos e outros do género, a pessoa é mais talhada para uma função do que outra que não passou porque teve um mau dia, dormiu mal, teve uma chatice com o namorado, etc etc. Já fui fazer testes desses com 39º de febre, e como é óbvio não passei. Não era indicada para a função? Creio que era, tanto que depois entrei para a mesma função numa empresa concorrente.
Por isso esses testes nada me dizem.
Na semana passada fui contactada por uma empresa de recrutamento para uma função que até me interessava. Assim sendo, aceitei submeter-me a mais uma interminável bateria de testes (o que também não percebo tendo em conta uma profissional que está no mercado há mais de 5 anos, mas adiante). Então, que surpresa, os testinhos em causa tinham a duração de nada mais nada menos do que 3 horas. Sim, leram bem, 3 horas.
Estes testes continham, só para terem noção, testes de raciocínio matemático que implicavam matéria da faculdade, das cadeiras de matemática de 1º e 2º ano. Ou seja, não eram propriamente fáceis, e implicavam que me lembrasse de coisas que não pegava há anos.
Mas o pormenor ou pormaior mais importante, é que no decorrer da tal função, a matéria alvo dos testes não serve em nada para o desempenho da mesma. Estranho? Para mim, ridículo. Não creio que alguém seja melhor profissional do que outro, por se lembrar de coisas do 1º ano de faculdade em que nunca mais pegou.
Podem dizer que serve para testar a capacidade de raciocínio. Mas não podem fazê-lo de outra forma?
Não era muito mais fácil falarem com as pessoas, de modo a perceberem se tinham ou não o perfil indicado para a função?
Não, vamos por as pessoas a fazer testes de 3 horas que não conseguem terminar, para que elas se sintam frustradas e com sensação de tempo perdido. Muito melhor.
Sempre os achei uma fantochada, um meio que os psicólogos arranjaram de terem mais importância. Podem chamar-me de ignorante, não me importo, esta é a minha opinião. Não acredito nem nunca acreditarei que por se passar em testes psicotécnicos e outros do género, a pessoa é mais talhada para uma função do que outra que não passou porque teve um mau dia, dormiu mal, teve uma chatice com o namorado, etc etc. Já fui fazer testes desses com 39º de febre, e como é óbvio não passei. Não era indicada para a função? Creio que era, tanto que depois entrei para a mesma função numa empresa concorrente.
Por isso esses testes nada me dizem.
Na semana passada fui contactada por uma empresa de recrutamento para uma função que até me interessava. Assim sendo, aceitei submeter-me a mais uma interminável bateria de testes (o que também não percebo tendo em conta uma profissional que está no mercado há mais de 5 anos, mas adiante). Então, que surpresa, os testinhos em causa tinham a duração de nada mais nada menos do que 3 horas. Sim, leram bem, 3 horas.
Estes testes continham, só para terem noção, testes de raciocínio matemático que implicavam matéria da faculdade, das cadeiras de matemática de 1º e 2º ano. Ou seja, não eram propriamente fáceis, e implicavam que me lembrasse de coisas que não pegava há anos.
Mas o pormenor ou pormaior mais importante, é que no decorrer da tal função, a matéria alvo dos testes não serve em nada para o desempenho da mesma. Estranho? Para mim, ridículo. Não creio que alguém seja melhor profissional do que outro, por se lembrar de coisas do 1º ano de faculdade em que nunca mais pegou.
Podem dizer que serve para testar a capacidade de raciocínio. Mas não podem fazê-lo de outra forma?
Não era muito mais fácil falarem com as pessoas, de modo a perceberem se tinham ou não o perfil indicado para a função?
Não, vamos por as pessoas a fazer testes de 3 horas que não conseguem terminar, para que elas se sintam frustradas e com sensação de tempo perdido. Muito melhor.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
A pressa que tenho em que as coisas aconteçam
Por vezes, as minhas qualidades são minhas inimigas. Sou uma pessoa determinada, às vezes demais, que luta sempre pelo que que quer. Não sou de desistir face a um objectivo realmente importante, e quando quero uma coisa, não espero por ninguém, vou e faço. Procuro fazer acontecer.
Por esse motivo, agora estes meses estão a deixar-me louca. Dizem-me que passa rápido, que é preciso esperar.
Mas eu não queria esperar. Não queria esperar para o casamento, queria que fosse já agora. Não queria esperar para ir de férias. Não queria esperar para emagrecer. Não queria esperar para me tornar melhor atleta. Não queria esperar para começar a tentar engravidar. Não queria esperar para mudar de emprego.
Queria que as coisas acontecessem. Mas elas demoram eternidades e eu odeio esperar.
Estou cansada de ter a minha vida em espera.
E não, saber esperar, não é definitivamente uma das minhas qualidades.
Por esse motivo, agora estes meses estão a deixar-me louca. Dizem-me que passa rápido, que é preciso esperar.
Mas eu não queria esperar. Não queria esperar para o casamento, queria que fosse já agora. Não queria esperar para ir de férias. Não queria esperar para emagrecer. Não queria esperar para me tornar melhor atleta. Não queria esperar para começar a tentar engravidar. Não queria esperar para mudar de emprego.
Queria que as coisas acontecessem. Mas elas demoram eternidades e eu odeio esperar.
Estou cansada de ter a minha vida em espera.
E não, saber esperar, não é definitivamente uma das minhas qualidades.
Realmente, assim nunca chegaremos lá
Dizem uns colegas meus de profissão, que as mulheres querem igualdade mas que não pode ser. Que nunca estarão em maioria nas administrações das empresas e outros lugares de destaque, porque têm muitos sentimentos, são muito sensíveis, e depois têm licenças porque têm filhos.
Ao que lhe respondi que tinham toda a razão. Com homens com esta mentalidade, não é possível continuarmos a progredir.
Ao que lhe respondi que tinham toda a razão. Com homens com esta mentalidade, não é possível continuarmos a progredir.
Isso agora é que não correu nada bem
Menina, na casa dos 30, fortezinha. Leggins pretas transparentes e de tamanho abaixo do indicado, que deixavam visualizar as cuecas fio dental rosa. Botas de cano alto brancas com tacão transparente. Blusa vermelha decotada e kispo preto.
Só tenho uma questão: porquê?
Só tenho uma questão: porquê?
Há coisas do arco da velha
Em afinal tendo conseguido ir ao jogo, eis que não jogo e a minha equipa perde. Não quero com isto dizer que sou a salvadora da pátria e isto e aquilo, mas se em equipa que ganha não se mexe, em equipa que perde faz-se o quê?
Na minha virtuosa procura por orçamentos para a Lua de Mel que se espera de sonho, peço orçamentos às diversas agências de viagens que conheço, para escolher de acordo com os preços apresentados. Pois que uma, mesmo após eu ter dito que não queria partir de Madrid, faz questão de me apresentar os preços a partir desse destino, e sem hotel definido, ou seja, eu pagava, e depois o hotel poderia ser um dos da lista que a tal agência apresentava, que continha alguns razoáveis, outros nem tanto, mas ainda assim, nenhum dos hoteis em relação aos quais eu pedi orçamento, e referi que seriam mais do nosso agrado.
Ao que expliquei que a escolha do hotel não é de menor importância na hora de reservar a Lua de Mel e por isso não percebo muito bem quando as pessoas dizem que querem comprar preto e há sempre quem tente vender verde alface a essas mesmas pessoas que sempre quiseram preto.
Na minha virtuosa procura por orçamentos para a Lua de Mel que se espera de sonho, peço orçamentos às diversas agências de viagens que conheço, para escolher de acordo com os preços apresentados. Pois que uma, mesmo após eu ter dito que não queria partir de Madrid, faz questão de me apresentar os preços a partir desse destino, e sem hotel definido, ou seja, eu pagava, e depois o hotel poderia ser um dos da lista que a tal agência apresentava, que continha alguns razoáveis, outros nem tanto, mas ainda assim, nenhum dos hoteis em relação aos quais eu pedi orçamento, e referi que seriam mais do nosso agrado.
Ao que expliquei que a escolha do hotel não é de menor importância na hora de reservar a Lua de Mel e por isso não percebo muito bem quando as pessoas dizem que querem comprar preto e há sempre quem tente vender verde alface a essas mesmas pessoas que sempre quiseram preto.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Frustrações
É uma frustração perceber que muito provavelmente não se vai conseguir comparecer ao jogo da equipa onde se joga (à noite, a partir das 21h), porque a chefia decidiu que amanhã se vai sair tarde, como sempre.
Isto hoje está bom.
Isto hoje está bom.
Façam-me de burra que eu gosto
Como já disse por aqui, odeio que me façam de burra.
Pois que uma determinada pessoa, a quem eu pedi para realizar uma tarefa (em contexto profissional de chefia), disse-me que a fez, e quando eu fui ver, essa tarefa não estava feita.
O mais engraçado, é que a pessoa depois disse que afinal não fez, porque quando foi para fazer, viu que não tinha importância.
E agora? Diz-se o quê a esta pessoa?
Enfim.
Pois que uma determinada pessoa, a quem eu pedi para realizar uma tarefa (em contexto profissional de chefia), disse-me que a fez, e quando eu fui ver, essa tarefa não estava feita.
O mais engraçado, é que a pessoa depois disse que afinal não fez, porque quando foi para fazer, viu que não tinha importância.
E agora? Diz-se o quê a esta pessoa?
Enfim.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Existem as peças banhadas a ouro
E depois existe a comida que em alguma cantinas é banhada a óleo.
Xiça!
Xiça!
Bomboca e a incursão pelos mundo dos saltos altos
Como já o disse algures por aqui, não sou mulher de andar de saltos altos. Gostava de ser, confesso.
Mas com os meus problemas de pés, a minha preguiça em me esforçar para andar melhor, o meu estilo desajeitado, e o facto de realmente não conseguir aguentar uns sapatos de salto alto (com a excepção daqueles que são tão confortáveis mas tão confortáveis que parece que estamos de sapatilhas), os mesmos ficam arredados do meu armário.
Ficam... Ou melhor, ficavam!
Ainda não estamos na fase dos sapatos, mas, hoje o mundo, amanhã o universo!
Ora, o que é que aconteceu?
Pois que andava há séculos à procura de uns botins. Procurava, procurava, e ora não encontrava o meu número, ora não gostava do modelo, ora eram super desconfortáveis. Entretanto mandei vir de uma loja, uns botins de que gostava, mas como não tinham o meu tamanho, fiquei a aguardar, sem compromisso. E eis que os ditos chegaram este fim-de-semana. Lá me desloquei à loja, sem grande esperança que me servissem, pois ainda não os tinha experimentado, e... Surpresa das surpresas. Ficavam-me bem e eram super confortáveis. Melhor ainda. Como não os comprei na primeira ronda de saldos, agora, estavam 10€ mais baratos. Espectacular.
Mandei vir dois modelos, um em preto e outro em castanho, e acabei por levar os dois, dada a minha preocupante ruptura de stock em calçado.
Entretanto, passei pela Lefties que desde já vos digo está com excelentes promoções, e acabei por comprar uns botins camel Cowboy de salto alto por 12.99€. Estes últimos, não tão confortáveis como os anteriores (que fazem mesmo parte da linha conforto da dita loja), mas ontem andei com eles e aguento-os bem. E por aquele preço apetitoso, não resisti a trazê-los comigo.
E pronto, estou feliz, vou passar a poder andar com algo mais do que sapatos estilo mocassin e outros rasos que tais.
Já comecei a espreitar a linha conforto da loja em sapatos, e também é um investimento a fazer no futuro. O problema, e há sempre um problema, é que esta linha não é nada barata, mas pronto, não se pode ter tudo, e eu prefiro comprar um bom par de sapatos quando o rei faz anos, do que comprar vários que me magoem os pés.
E sim, é verdade caramba, uma mulher fica mais elegante de saltos altos.
Mas com os meus problemas de pés, a minha preguiça em me esforçar para andar melhor, o meu estilo desajeitado, e o facto de realmente não conseguir aguentar uns sapatos de salto alto (com a excepção daqueles que são tão confortáveis mas tão confortáveis que parece que estamos de sapatilhas), os mesmos ficam arredados do meu armário.
Ficam... Ou melhor, ficavam!
Ainda não estamos na fase dos sapatos, mas, hoje o mundo, amanhã o universo!
Ora, o que é que aconteceu?
Pois que andava há séculos à procura de uns botins. Procurava, procurava, e ora não encontrava o meu número, ora não gostava do modelo, ora eram super desconfortáveis. Entretanto mandei vir de uma loja, uns botins de que gostava, mas como não tinham o meu tamanho, fiquei a aguardar, sem compromisso. E eis que os ditos chegaram este fim-de-semana. Lá me desloquei à loja, sem grande esperança que me servissem, pois ainda não os tinha experimentado, e... Surpresa das surpresas. Ficavam-me bem e eram super confortáveis. Melhor ainda. Como não os comprei na primeira ronda de saldos, agora, estavam 10€ mais baratos. Espectacular.
Mandei vir dois modelos, um em preto e outro em castanho, e acabei por levar os dois, dada a minha preocupante ruptura de stock em calçado.
Entretanto, passei pela Lefties que desde já vos digo está com excelentes promoções, e acabei por comprar uns botins camel Cowboy de salto alto por 12.99€. Estes últimos, não tão confortáveis como os anteriores (que fazem mesmo parte da linha conforto da dita loja), mas ontem andei com eles e aguento-os bem. E por aquele preço apetitoso, não resisti a trazê-los comigo.
E pronto, estou feliz, vou passar a poder andar com algo mais do que sapatos estilo mocassin e outros rasos que tais.
Já comecei a espreitar a linha conforto da loja em sapatos, e também é um investimento a fazer no futuro. O problema, e há sempre um problema, é que esta linha não é nada barata, mas pronto, não se pode ter tudo, e eu prefiro comprar um bom par de sapatos quando o rei faz anos, do que comprar vários que me magoem os pés.
E sim, é verdade caramba, uma mulher fica mais elegante de saltos altos.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Aquilo que verdadeiramente dá cabo de mim
Não é só dormir 3h e trabalhar até às tantas da manhã.
É cometer erros estúpidos, precisamente porque dormi pouco e consequentemente levar na cabeça e ouvir "erros desses nem parecem teus".
Pois, e não são.
Enfim. Só me apetece espancar-me.
É cometer erros estúpidos, precisamente porque dormi pouco e consequentemente levar na cabeça e ouvir "erros desses nem parecem teus".
Pois, e não são.
Enfim. Só me apetece espancar-me.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Pela terceira noite consecutiva sonho com o meu casamento
E estou sempre linda e magra.
Acho que a pressão para continuar a emagrecer está a tornar-se muito visível.
Será que vou conseguir? Não sei... Mas queria muito. Só não quero ficar obssecada com esta ideia.
Acho que a pressão para continuar a emagrecer está a tornar-se muito visível.
Será que vou conseguir? Não sei... Mas queria muito. Só não quero ficar obssecada com esta ideia.
Estes últimos dias
Têm sido um caos. Dormir pouco, trabalhar muito, sem carro para contar história.
Ai... E Janeiro nunca mais passa...
Ai... E Janeiro nunca mais passa...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Pumba, toma lá mais uma dose de Karma
Saio do trabalho.
Penso, satisfeita, que vou chegar cedo a cada e começo a imaginar sobre o jantar mais elaborado que vou fazer, quem sabe também fazer uma sobremesa.
Enquanto penso alegremente sobre o bem que me vai saber chegar a casa antes das 21h, sinto um embate fortíssimo no meu carro. Pumba, bateram-me por trás. Que sorte.
Batemos em plena VCI. Por acaso o senhor que me bateu era impecável e deu-se logo como culpado, tendo sugerido sairmos dali, debaixo do temporal, para irmos para um local seco preencher a declaração. Assim o fiz, um pouco receosa, com medo que ele fugisse, e ao perceber isso, o senhor deu-me o BI dele.
Chegados ao local, ele preenchou tudo e foi impecável. Dentro do azar, tive sorte, não me saiu um bronco.
Mas ainda assim, fiquei sem carro (a batida foi muito feia, adeus pára-choques), e cheguei na mesma tarde a casa.
Karma's a bitch.
Penso, satisfeita, que vou chegar cedo a cada e começo a imaginar sobre o jantar mais elaborado que vou fazer, quem sabe também fazer uma sobremesa.
Enquanto penso alegremente sobre o bem que me vai saber chegar a casa antes das 21h, sinto um embate fortíssimo no meu carro. Pumba, bateram-me por trás. Que sorte.
Batemos em plena VCI. Por acaso o senhor que me bateu era impecável e deu-se logo como culpado, tendo sugerido sairmos dali, debaixo do temporal, para irmos para um local seco preencher a declaração. Assim o fiz, um pouco receosa, com medo que ele fugisse, e ao perceber isso, o senhor deu-me o BI dele.
Chegados ao local, ele preenchou tudo e foi impecável. Dentro do azar, tive sorte, não me saiu um bronco.
Mas ainda assim, fiquei sem carro (a batida foi muito feia, adeus pára-choques), e cheguei na mesma tarde a casa.
Karma's a bitch.
O Karma é uma cena fodida
Hoje acordei, mais uma vez a custo, porque ainda por cima tinha passado mal a noite, sempre com dores, a acordar para vomitar, etc. Mas como o trabalho não espera por mim, não me posso dar ao luxo de ficar em casa a dormir para recuperar.
Ainda me passou pela cabeça ficar mais uma hora a descansar e entrar mais tarde uma hora. Rapidamente esqueci essa ideia ao lembrar-me da quantidade de trabalho hérculea que tinha pela frente.
Saio então de casa, conformada com o meu destino, onde suportamente deveria demorar 10m a chegar ao meu local de trabalho, até que... Acidente.
Conclusão, chego ao trabalho, exactamente uma hora depois de ter saído de casa. Mais valia ter ficado a dormir.
O Karma é fodido.
Ainda me passou pela cabeça ficar mais uma hora a descansar e entrar mais tarde uma hora. Rapidamente esqueci essa ideia ao lembrar-me da quantidade de trabalho hérculea que tinha pela frente.
Saio então de casa, conformada com o meu destino, onde suportamente deveria demorar 10m a chegar ao meu local de trabalho, até que... Acidente.
Conclusão, chego ao trabalho, exactamente uma hora depois de ter saído de casa. Mais valia ter ficado a dormir.
O Karma é fodido.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Uma dúvida muito pertinente
Porque é que eles nos filmes nunca fecham os carros?
É proibido? Não têm medo que lhes assaltem o carro? Curiosamente, isso nunca ou quase nunca acontece. Mas a malta deixa sempre o carro aberto.
Não percebo...
É proibido? Não têm medo que lhes assaltem o carro? Curiosamente, isso nunca ou quase nunca acontece. Mas a malta deixa sempre o carro aberto.
Não percebo...
domingo, 5 de janeiro de 2014
O que fazer?
Desde há uns tempos para trás, que ando a pensar que queria tirar o curso que na verdade deveria ter tirado desde o início.
O problema é que não é mesmo nada fácil entrar, não existem aulas nocturnas, e para me dedicar 100% ao curso, a certa medida do mesmo, iria ter de deixar de trabalhar. Com contas para pagar, o casamento, filhos no horizonte... Infelizmente estou a ver que este meu sonho não é concretizável.
O que fariam?
O problema é que não é mesmo nada fácil entrar, não existem aulas nocturnas, e para me dedicar 100% ao curso, a certa medida do mesmo, iria ter de deixar de trabalhar. Com contas para pagar, o casamento, filhos no horizonte... Infelizmente estou a ver que este meu sonho não é concretizável.
O que fariam?
sábado, 4 de janeiro de 2014
O mais engraçado nisto dos pesos
Pela minha experiência (os meus familiares) e pelo que vocês me dizem, é que as pessoas que gostam de mandar as directas/indirectas sobre o peso dos outros, são, elas próprias, gordas e/ou sempre o foram.
Que índice de agressividade é este?
Que índice de agressividade é este?
Não sou pelos exageros
Não sou pelos exageros. Considero-me uma pessoa calma e ponderada, que não tende a exagerar nas suas reacções e convicções.
Há tempos, conheci uma fulana com sérios issues de exagero.
Coisas como "só podia ir jantar de dois em dois meses" (era uma regra dela), só podia gastar 10€ por dia... Coisas assim e outras levadas ao extremo.
Mas o que mais me afligia, era o facto de a rapariga, que tinha a minha idade, 1,73cm de altura, ter enfiado na sua cabeça que não podia passar dos 50kg. Sim, ela era magra mesmo (e não, ninguém lhe atirava constantemente à cara que ela era magra demais). Ela pressionava-se a comer cerca duas sopas por dia, para conseguir manter aquele peso.
A vida daquela rapariga era toda em volta do peso.
Eu posso realmente estar longe da magreza, mas acho que tenho uma cabecinha saudável.
Há tempos, conheci uma fulana com sérios issues de exagero.
Coisas como "só podia ir jantar de dois em dois meses" (era uma regra dela), só podia gastar 10€ por dia... Coisas assim e outras levadas ao extremo.
Mas o que mais me afligia, era o facto de a rapariga, que tinha a minha idade, 1,73cm de altura, ter enfiado na sua cabeça que não podia passar dos 50kg. Sim, ela era magra mesmo (e não, ninguém lhe atirava constantemente à cara que ela era magra demais). Ela pressionava-se a comer cerca duas sopas por dia, para conseguir manter aquele peso.
A vida daquela rapariga era toda em volta do peso.
Eu posso realmente estar longe da magreza, mas acho que tenho uma cabecinha saudável.
Não se tocam
Já por aqui o disse diversas vezes que não sou nada magra. Não sendo obesa, não posso dizer que seja magra. Já se torna um assunto do conhecimento público.
Do domínio mais ou menos privado, é o assunto de perder peso. Sim, já escrevi aqui no blog essa minha necessidade e intenção, mas este blog é anónimo, e muito poucas pessoas sabem a minha verdadeira identidade.
Assim sendo, não consigo perceber as constantes directas e indirectas de algumas pessoas da minha família, no que respeita ao meu peso. Estão constantemente a partilhar no meu facebook "receitas de chás para emagrecer", e outros "truques" que tais. Caríssimos, quem vos disse a vós, que eu quero emagrecer? E quem vos disse que preciso dos vossos "conselhos"? Eu podia sentir-me às mil maravilhas com o meu peso, e achar esses "conselhos" insultuosos.
E melhor ainda, porque insistem em lembrar-me constantemente do meu excesso peso?
Eu por acaso lembro-vos constantemente dos erros que cometem? De, em alguns casos, pouco deverem à inteligência? Das vossas falhas e incapacidades?
Não pois, não?
Então porque se acham no direito de me apontar constantemente um dos meus pontos fracos?
Não entendo, sinceramente. Ninguém gosta de ser recorrentemente lembrado da sua gordura, ou da sua magreza, ou da sua burrice ou seja lá do que for.
Sinceramente, podiam-se tocar mais um bocadinho.
Do domínio mais ou menos privado, é o assunto de perder peso. Sim, já escrevi aqui no blog essa minha necessidade e intenção, mas este blog é anónimo, e muito poucas pessoas sabem a minha verdadeira identidade.
Assim sendo, não consigo perceber as constantes directas e indirectas de algumas pessoas da minha família, no que respeita ao meu peso. Estão constantemente a partilhar no meu facebook "receitas de chás para emagrecer", e outros "truques" que tais. Caríssimos, quem vos disse a vós, que eu quero emagrecer? E quem vos disse que preciso dos vossos "conselhos"? Eu podia sentir-me às mil maravilhas com o meu peso, e achar esses "conselhos" insultuosos.
E melhor ainda, porque insistem em lembrar-me constantemente do meu excesso peso?
Eu por acaso lembro-vos constantemente dos erros que cometem? De, em alguns casos, pouco deverem à inteligência? Das vossas falhas e incapacidades?
Não pois, não?
Então porque se acham no direito de me apontar constantemente um dos meus pontos fracos?
Não entendo, sinceramente. Ninguém gosta de ser recorrentemente lembrado da sua gordura, ou da sua magreza, ou da sua burrice ou seja lá do que for.
Sinceramente, podiam-se tocar mais um bocadinho.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Toma lá que já almoçaste
Hoje tive consulta com o meu médico genecologista/obstetra.
Pumba, já levei na cabeça que é melhor perder um bocadinho de peso para quando engravidar e engordar em consequência, não ficar com excesso de peso. Mandou-me perder idealmente 10kg. Pois, eu também queria! A ver vamos.
Entretanto também me mandou começar em breve (meio deste mês) a tomar ácido fólico e outra vitamina que não me lembro o nome.
O próximo passo é mesmo fazer os exames pré concepcionais.
Mas que já fiquei com a neura de perder 10kg, já. Eu quero perder de facto, mas caramba, não é fácil. Já tinha perdido 5kg, mas sei que neste Natal engordei pelo menos 1,5kg.
Eu queria, como é óbvio, retomar a rotina de perder, mas ter o médico a mandar-nos fazê-lo é sempre mais intimidante.
Pumba, já levei na cabeça que é melhor perder um bocadinho de peso para quando engravidar e engordar em consequência, não ficar com excesso de peso. Mandou-me perder idealmente 10kg. Pois, eu também queria! A ver vamos.
Entretanto também me mandou começar em breve (meio deste mês) a tomar ácido fólico e outra vitamina que não me lembro o nome.
O próximo passo é mesmo fazer os exames pré concepcionais.
Mas que já fiquei com a neura de perder 10kg, já. Eu quero perder de facto, mas caramba, não é fácil. Já tinha perdido 5kg, mas sei que neste Natal engordei pelo menos 1,5kg.
Eu queria, como é óbvio, retomar a rotina de perder, mas ter o médico a mandar-nos fazê-lo é sempre mais intimidante.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Mea culpa
Afinal eu percebi mal, diz-me Bomboco.
Ele não se importa que eu faça os exames e até quer!
Não quer é que eu deixe a pílula antes do casamento para não termos "sustos". Então e assim sendo, ambos concordámos que irei deixar a pílula no mês antes do casamento, quem sabe se o bebé não é feito na lua de mel!
Ele não se importa que eu faça os exames e até quer!
Não quer é que eu deixe a pílula antes do casamento para não termos "sustos". Então e assim sendo, ambos concordámos que irei deixar a pílula no mês antes do casamento, quem sabe se o bebé não é feito na lua de mel!
Com esta é que me lixaste
Ontem, disse a Bomboco que, como queremos ter filhos depois do casamento, que gostava de começar em breve a "tentar", e antes, fazer todos os exames necessários para assegurar que nada corre mal.
Eu sou assim, planeio e calculo as coisas, porque gosto de conhecer o chão em que piso.
Pois Bomboco diz que não senhora, que não quer que eu engravide antes do casamento, e que não são necessários exames nenhuns ou deixar a pílula com tanta antecedência, que na idade média as pessoas não faziam exames e os bebés nasciam na mesma. Pois, e aquela parte da mortalidade intantil? E as complicações várias que devem ter ocorrido nesse tempo? Ah... Mas não, Bomboco diz que só quer "tentar" depois do casamento, e que quando der deu, demore o tempo que demorar, que não é preciso exames, deixar a pílula com muita antecedência, nada.
Para ele, todo o processo deverá ser "natural".
Ora que porra. E o que é que se diz a isto? Tentei chamá-lo à atenção para a necessidade de exames e para a toma de determinadas vitaminas, mas o dito nem me quis ouvir.
E o que é que se diz a isto?
Com esta é que me lixaste.
Eu sou assim, planeio e calculo as coisas, porque gosto de conhecer o chão em que piso.
Pois Bomboco diz que não senhora, que não quer que eu engravide antes do casamento, e que não são necessários exames nenhuns ou deixar a pílula com tanta antecedência, que na idade média as pessoas não faziam exames e os bebés nasciam na mesma. Pois, e aquela parte da mortalidade intantil? E as complicações várias que devem ter ocorrido nesse tempo? Ah... Mas não, Bomboco diz que só quer "tentar" depois do casamento, e que quando der deu, demore o tempo que demorar, que não é preciso exames, deixar a pílula com muita antecedência, nada.
Para ele, todo o processo deverá ser "natural".
Ora que porra. E o que é que se diz a isto? Tentei chamá-lo à atenção para a necessidade de exames e para a toma de determinadas vitaminas, mas o dito nem me quis ouvir.
E o que é que se diz a isto?
Com esta é que me lixaste.
Caraças pá
Ainda agora começou o ano e já não me apetece trabalhar.
O que vale é que amanhã é sexta-feira!
O que vale é que amanhã é sexta-feira!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Em 2014
- Vou ver o Michael Bublé
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
Em 2013
- Não fui de férias a lado nenhum
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
Dos sonhos que mexem connosco
Sonhei que estava grávida de 6/7 meses, e, numa consulta de rotina, disseram-me os médicos que não ouviam o coração do bebé. Eu insistia que não era possível, que ele estava bem, mas não. Eu chorava chorava. Fizeram-me uma cesariana e pediram para não olhar.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Que raio de moda agora é esta?
De andar tudo a cortar o cabelo?
Vejamos:
Vejamos:
Jennifer Lawrence. A menina ficava muito melhor com o cabelo comprido, ora vamos lá ver se não é verdade:
Cristina Ferreira. Não posso dizer que lhe acho grande piada porque estaria a mentir. Mas acho que lhe fica melhor este comprimento:
Natalie Portman. Tão gira com cabelo mais comprido.
Dannii Minogue. Bonita, sem dúvida, mas na minha opinião, com o cabelo um pouco mais comprido.
Beyoncé.
Bem sei que sou suspeita porque adoro cabelos compridos, mas acho que esta moda toda de cortar o cabelo veio desta senhora:
Miley Cyrus. Acho que qualquer exemplo dado actualmente por esta senhora é... Desnecessário.
Mas na moda do corte de cabelo não me apanham a mim!
Dos saldos e frustrações
Eu sou alta para a média da mulher portuguesa. E como tal, calço mais do que a média. É missão quase impossível encontrar sapatos de jeito, confortáveis e a preço não proibitivo, que me sirvam. Normalmente o que acontece, é que em 20 sapatos gosto de 2, e nunca há o meu número. Nunca.
Por isso arranjar sapatos para mim é desesperante. Normalmente uso os sapatos que tenho até à exaustão e depois vejo-me aflita para arranjar substitutos.
Bem, essa procura continua.
Entretanto andei a cheirar os saldos. As lojas estão a loucura total. A Zara não está com saldos nenhuns de jeito, a H&M tem algumas coisas que queria comprar mas não consegui pois não tinha paciência para estar na fila e esperar para experimentar, para nem falar na questão financeira.
Vou tentar ir noutro dia.
Entretanto ontem, arranjei o que procurava há imenso tempo e não tinha ainda encontrado, pelo menos não a preços "razoáveis". Estava na rua e de repente vejo um belíssimo casaco na montra a um preço agradável. Entro na dita loja e vejo tanta coisa gira..! E os preços, esses sim eram de saldo. Então, o que comprei: dois casacos de pelo (um beje e um preto), e um colete de pelo preto. Adoro-os. E foram uma pechincha!
Realmente quando menos se espera é quando se encontram as melhores coisas.
Por isso arranjar sapatos para mim é desesperante. Normalmente uso os sapatos que tenho até à exaustão e depois vejo-me aflita para arranjar substitutos.
Bem, essa procura continua.
Entretanto andei a cheirar os saldos. As lojas estão a loucura total. A Zara não está com saldos nenhuns de jeito, a H&M tem algumas coisas que queria comprar mas não consegui pois não tinha paciência para estar na fila e esperar para experimentar, para nem falar na questão financeira.
Vou tentar ir noutro dia.
Entretanto ontem, arranjei o que procurava há imenso tempo e não tinha ainda encontrado, pelo menos não a preços "razoáveis". Estava na rua e de repente vejo um belíssimo casaco na montra a um preço agradável. Entro na dita loja e vejo tanta coisa gira..! E os preços, esses sim eram de saldo. Então, o que comprei: dois casacos de pelo (um beje e um preto), e um colete de pelo preto. Adoro-os. E foram uma pechincha!
Realmente quando menos se espera é quando se encontram as melhores coisas.
Update
O Natal correu sem grandes sobressaltos. Ninguém andou à porrada, por momentos temi o pior mas tudo se compôs.
Os outros dias correram normalmente, estive de férias um dia e no outro dia também era para estar mas lixaram-me os planos e fui trabalhar e claro que não saí a horas de gente.
Estou ansiosa que chegue o meu casamento, que quero ter férias de jeito.
Não sei onde vou passar a passagem de ano, que Bomboco não liga nenhuma a esta ocasião.
É este o breve resumo dos últimos dias.
Os outros dias correram normalmente, estive de férias um dia e no outro dia também era para estar mas lixaram-me os planos e fui trabalhar e claro que não saí a horas de gente.
Estou ansiosa que chegue o meu casamento, que quero ter férias de jeito.
Não sei onde vou passar a passagem de ano, que Bomboco não liga nenhuma a esta ocasião.
É este o breve resumo dos últimos dias.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
O Natal da minha família
A minha família não se dá nada bem. Quando estamos todos juntos, é discussão na certa. Eu tento cada vez menos entrar nessas guerras, isso é outra coisa que a idade nos dá, ensina-nos a escolher as guerras em que queremos participar.
Mas dizia eu que eles não se dão bem. Passam o Natal juntos porque não têm mais ninguém. Eu e Bomboco dividimos entre a casa da minha avó e a casa dos pais dele. Mas o Natal na minha família é sempre mágico e surpreendente. Nunca se sabe se, com a bebida, irão todos ser muito amigos uns dos outros, ou se irão querer matar-se uns aos outros. É uma incógnita.
Vamos ver como corre este ano.
Eu cada vez menos tenho paciência para hipocrisias e fico muito tempo calada, e penso para mim que realmente há coisas que só faço pela minha avó.
No ano passado discutiram todos. Como será este ano? A surpresa, o enredo a não perder.
Enfim, confesso que a paciência vai sendo cada vez menor.
É cada vez mais apenas e só pela minha avó. Valha-nos a bebida.
Mas dizia eu que eles não se dão bem. Passam o Natal juntos porque não têm mais ninguém. Eu e Bomboco dividimos entre a casa da minha avó e a casa dos pais dele. Mas o Natal na minha família é sempre mágico e surpreendente. Nunca se sabe se, com a bebida, irão todos ser muito amigos uns dos outros, ou se irão querer matar-se uns aos outros. É uma incógnita.
Vamos ver como corre este ano.
Eu cada vez menos tenho paciência para hipocrisias e fico muito tempo calada, e penso para mim que realmente há coisas que só faço pela minha avó.
No ano passado discutiram todos. Como será este ano? A surpresa, o enredo a não perder.
Enfim, confesso que a paciência vai sendo cada vez menor.
É cada vez mais apenas e só pela minha avó. Valha-nos a bebida.
A minha mãe manda-me mensagens escritas a dizer que eu não vejo a nossa relação como uma relação de mãe e filha
Às vezes penso em que planeta vive a minha mãe.
Isso e que drogas é que ela anda a tomar, porque devem ser fortes.
Porque será mãezinha? Ora reflecte.
Eu costumo dizer "Deus, já que não me dás o Euromilhões, ao menos dá-me paciência".
Isso e que drogas é que ela anda a tomar, porque devem ser fortes.
Porque será mãezinha? Ora reflecte.
Eu costumo dizer "Deus, já que não me dás o Euromilhões, ao menos dá-me paciência".
domingo, 22 de dezembro de 2013
O Natal já a fazer das suas
Vesti hoje umas calças que já me estiveram mais largas, apenas há duas semanas atrás.
Bolas pá!
Bolas pá!
A magia dos jantares de natal da empresa
O jantar de Natal da minha empresa é algo lindo lindo. Tão lindo que estou seriamente a ponderar não mais por lá os pés.
Deixem-me que vos elucide: normalmente o local escolhido é longe para burros, pelo que há que levar o carro. Se se leva o carro, não dá para beber até cair, claro está. Depois, as entradas. Uma maravilha. Pequenos recipientes com salada lá dentro. Bebidas à descrição e para (quase) todos os gostos, valha-nos isso. Jantar. Comida intragável. Comida chique e sem sabor. Arroz mal cozido e uma carne impossível de comer. Sobremesa com quantidades adequadas a miúdos de 2 anos.
Bebida à descrição, valha-nos isso.
Discoteca. Dj foleirote. Colegas podres de bêbados e a fazer figuras. Beber de estômago vazio dá nisso.
A bebida continua a ser à descrição, valha-nos isso.
Percebo que me sinto já alegre e penso que tenho de conduzir e decido parar de beber. Quando paro de beber, tudo fica ainda mais aborrecido.
No dia seguinte comi como se não comesse há dois meses.
Creio que para o ano não me apanham lá.
Deixem-me que vos elucide: normalmente o local escolhido é longe para burros, pelo que há que levar o carro. Se se leva o carro, não dá para beber até cair, claro está. Depois, as entradas. Uma maravilha. Pequenos recipientes com salada lá dentro. Bebidas à descrição e para (quase) todos os gostos, valha-nos isso. Jantar. Comida intragável. Comida chique e sem sabor. Arroz mal cozido e uma carne impossível de comer. Sobremesa com quantidades adequadas a miúdos de 2 anos.
Bebida à descrição, valha-nos isso.
Discoteca. Dj foleirote. Colegas podres de bêbados e a fazer figuras. Beber de estômago vazio dá nisso.
A bebida continua a ser à descrição, valha-nos isso.
Percebo que me sinto já alegre e penso que tenho de conduzir e decido parar de beber. Quando paro de beber, tudo fica ainda mais aborrecido.
No dia seguinte comi como se não comesse há dois meses.
Creio que para o ano não me apanham lá.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Da capacidade (ou falta dela) de desligar do trabalho
Bomboco tem uma capacidade invejável. Mal entra no carro para vir para casa, consegue desligar-se do trabalho. Chega a casa, e é como se o trabalho não existisse.
Eu não sou assim. Tenho feito um esforço para me desligar cada vez mais, é verdade, e estou a conseguir, mas ainda assim tenho muito caminho pela frente. Há dias em que consigo gerir isso mais facilmente. E depois há outros que não. Ontem foi um deles.
Cheguei a casa tarde, cansada, frustrada. E acabei, sem querer, por "descarregar" nele. E não queria nada isso. Pedi-lhe desculpa e reconheci que tenho de continuar a esforçar-me para não deixar que o trabalho me afecte em casa.
Mas acreditem que não é fácil. Quando a frustração chega a um determinado ponto, nem sempre é possível compartimentalizar.
Há dias melhores e outros piores. Há dias em que consigo desligar e existem em que não consigo.
Tenho é de continuar a tentar para que estes últimos sejam cada vez menos.
Eu não sou assim. Tenho feito um esforço para me desligar cada vez mais, é verdade, e estou a conseguir, mas ainda assim tenho muito caminho pela frente. Há dias em que consigo gerir isso mais facilmente. E depois há outros que não. Ontem foi um deles.
Cheguei a casa tarde, cansada, frustrada. E acabei, sem querer, por "descarregar" nele. E não queria nada isso. Pedi-lhe desculpa e reconheci que tenho de continuar a esforçar-me para não deixar que o trabalho me afecte em casa.
Mas acreditem que não é fácil. Quando a frustração chega a um determinado ponto, nem sempre é possível compartimentalizar.
Há dias melhores e outros piores. Há dias em que consigo desligar e existem em que não consigo.
Tenho é de continuar a tentar para que estes últimos sejam cada vez menos.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Ahhhhhrrrr como odeio!
Aqueles homens que pensam que o trabalho doméstico é exclusividade da mulher. "Não é trabalho de homem", dizem eles. "Ir às compras? Isso não é de homem!", reagem quando lhes afirmo que Bomboco, que é homem, confirmo, faz em casa tanto ou mais do que eu.
Não há trabalhos de homem ou de mulher. Há coisas que precisam de ser feitas e cada um, mediante a disponibilidade e a capacidade que tem, vai realizando as tarefas.
E explicar isso a tipos casmurros, com ideias feitas, no início dos 30/fim dos 20, que nem sequer namoram e ainda moram em casa dos pais? Pois...
Eu tentei, mas eles ficaram na deles. Não dá. Ainda lhes mostrei esse argumento, mas não. Quero lá saber, para a próxima nem me chateio.
Mas aqui entre nós fico sem perceber como é que pessoas da minha faixa etária, altamente escolarizadas, demonstram esta mentalidade tacanha e pequenina, que raio de formação pessoal tiveram para acreditar que as mulheres devem ter o mesmo papel que tinham há 50 anos atrás.
Que quem manda na casa são eles. Que eles é que sabem.
E fazer perceber a esta cambada de ignorantes que não existe o "mandar"? Não há figura de autoridade, não há "chefe".
A vida de um casal é uma partilha, um compromisso, uma entrega total.
"Homens a sério não aspiram a casa", dizem. Ok. Façam-se homens e depois digam alguma coisa. Ou então não, nunca cresçam, e fiquem para ver o que vos acontece.
Não há trabalhos de homem ou de mulher. Há coisas que precisam de ser feitas e cada um, mediante a disponibilidade e a capacidade que tem, vai realizando as tarefas.
E explicar isso a tipos casmurros, com ideias feitas, no início dos 30/fim dos 20, que nem sequer namoram e ainda moram em casa dos pais? Pois...
Eu tentei, mas eles ficaram na deles. Não dá. Ainda lhes mostrei esse argumento, mas não. Quero lá saber, para a próxima nem me chateio.
Mas aqui entre nós fico sem perceber como é que pessoas da minha faixa etária, altamente escolarizadas, demonstram esta mentalidade tacanha e pequenina, que raio de formação pessoal tiveram para acreditar que as mulheres devem ter o mesmo papel que tinham há 50 anos atrás.
Que quem manda na casa são eles. Que eles é que sabem.
E fazer perceber a esta cambada de ignorantes que não existe o "mandar"? Não há figura de autoridade, não há "chefe".
A vida de um casal é uma partilha, um compromisso, uma entrega total.
"Homens a sério não aspiram a casa", dizem. Ok. Façam-se homens e depois digam alguma coisa. Ou então não, nunca cresçam, e fiquem para ver o que vos acontece.
Da paixão e das mudanças
Sou uma pessoa que está habituada a lidar com expectativas. Por isso mesmo, e por saber a influência que têm, não gosto de as colocar demasiado altas, porque sei que a queda é algo que dói bastante.
Vivi isso na pele e desde então, protejo-me o melhor que posso para que tal não volte mais a acontecer.
Mas caramba, quando nos falam de um projecto apaixonante, com óptimas condições, é difícil não se deixar levar pelo entusiasmo e pensar que poderíamos ser nós a abraçar aquele projecto.
Neste momento, não tenho um trabalho que me apaixone. Já tive.
Por isso sei o quanto essa paixão é importante no dia a dia das pessoas, sei o que influencia. E quando me acenam com um trabalho pelo qual eu sei que me iria apaixonar, é realmente complicado gerir as expectativas associadas.
O que aconselho em altura de mudanças, é fazerem o que eu não fiz há uns tempos atrás: pensem primeiro se essa paixão é segura e vos vai pagar as contas. Se sim, então atirem-se de cabeça.
Não façam como eu fiz há uns anos atrás, onde a juventude e ingenuidade me toldaram o juízo e fiz exactamente o contrário.
Vivi isso na pele e desde então, protejo-me o melhor que posso para que tal não volte mais a acontecer.
Mas caramba, quando nos falam de um projecto apaixonante, com óptimas condições, é difícil não se deixar levar pelo entusiasmo e pensar que poderíamos ser nós a abraçar aquele projecto.
Neste momento, não tenho um trabalho que me apaixone. Já tive.
Por isso sei o quanto essa paixão é importante no dia a dia das pessoas, sei o que influencia. E quando me acenam com um trabalho pelo qual eu sei que me iria apaixonar, é realmente complicado gerir as expectativas associadas.
O que aconselho em altura de mudanças, é fazerem o que eu não fiz há uns tempos atrás: pensem primeiro se essa paixão é segura e vos vai pagar as contas. Se sim, então atirem-se de cabeça.
Não façam como eu fiz há uns anos atrás, onde a juventude e ingenuidade me toldaram o juízo e fiz exactamente o contrário.
Se alguém souber, por favor que se acuse
O que fazer quando temos mesmo de trabalhar e dar o litro, e não existe a mínima motivação para o fazer, porque independentemente do que fizermos:
- O trabalho nunca estará pronto a tempo porque foram impostos prazos impossíveis de cumprir;
- Independentemente do volume e qualidade do trabalho apresentado, ninguém irá dar-lhe valor;
Sinceramente não sei onde arranjar motivação, mas se alguém souber, é favor avisar.
- O trabalho nunca estará pronto a tempo porque foram impostos prazos impossíveis de cumprir;
- Independentemente do volume e qualidade do trabalho apresentado, ninguém irá dar-lhe valor;
Sinceramente não sei onde arranjar motivação, mas se alguém souber, é favor avisar.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O exagero de visibilidade
Há pessoas que não têm bem noção de algumas figuras que fazem.
Pois que fulana y, se deslocou a uma fábrica a trabalho, onde trabalham 350 colaboradores, todos do sexo masculino, com um vestido que lhe ficava pouco abaixo do rabiosque, e um decote que até a mim me deixava envergonhada, eu que até me considero algo extravagante.
E pronto, lá foi ela toda contente pela fábrica fora, com os homens todos a olhar e ela sorrindo sorrindo, contente que estava e eu pensei para mim que a rapariga precisava desta injecção de auto-estima, mas creio que ela exagerou um bocadinho na visibilidade.
Claro que na minha opinião, cada um veste o que quer. Mas também sou da opinião de que temos de adequar minimamente o nosso vestuário à ocasião em causa, e, sobretudo, manter o profissionalismo.
Pois que fulana y, se deslocou a uma fábrica a trabalho, onde trabalham 350 colaboradores, todos do sexo masculino, com um vestido que lhe ficava pouco abaixo do rabiosque, e um decote que até a mim me deixava envergonhada, eu que até me considero algo extravagante.
E pronto, lá foi ela toda contente pela fábrica fora, com os homens todos a olhar e ela sorrindo sorrindo, contente que estava e eu pensei para mim que a rapariga precisava desta injecção de auto-estima, mas creio que ela exagerou um bocadinho na visibilidade.
Claro que na minha opinião, cada um veste o que quer. Mas também sou da opinião de que temos de adequar minimamente o nosso vestuário à ocasião em causa, e, sobretudo, manter o profissionalismo.
Idade mental vs Idade real
Há pessoas que não fazem jus à sua idade. Na maior parte dos casos, devo admitir, são os homens que não estão à altura de um comportamento mais adequado à sua faixa etária.
Desenganem-se os que pensam que trabalhar só com mulheres é do pior que pode haver. Trabalhar com homens imaturos não é melhor, acreditem.
Eles dizem piadas sem piada, eles gabam-se aos quatro ventos de como não assumem compromissos, eles orgulham-se de dizer com quantas raparigas andam ao mesmo tempo, eles enchem a boca para afirmar que seriam incapazes de assumir algo sério.
E eu penso cá para mim que esta gente ou muda muito, ou acaba mas é sozinha.
Vejo estes rapazes da minha idade, e pouco me identifico com alguns deles, que continuam a querer farra todos os fins-de-semana, a morar em casa dos papás sem chatices e sem saber o que são responsabilidades.
Eles têm tempo para crescer, dizem-me. Sim, até acredito que sim.
Começa é a ser complicado quando vemos homens de 45 anos, com filhos, com mentalidades iguais.
Algo falhou por ali.
Desenganem-se os que pensam que trabalhar só com mulheres é do pior que pode haver. Trabalhar com homens imaturos não é melhor, acreditem.
Eles dizem piadas sem piada, eles gabam-se aos quatro ventos de como não assumem compromissos, eles orgulham-se de dizer com quantas raparigas andam ao mesmo tempo, eles enchem a boca para afirmar que seriam incapazes de assumir algo sério.
E eu penso cá para mim que esta gente ou muda muito, ou acaba mas é sozinha.
Vejo estes rapazes da minha idade, e pouco me identifico com alguns deles, que continuam a querer farra todos os fins-de-semana, a morar em casa dos papás sem chatices e sem saber o que são responsabilidades.
Eles têm tempo para crescer, dizem-me. Sim, até acredito que sim.
Começa é a ser complicado quando vemos homens de 45 anos, com filhos, com mentalidades iguais.
Algo falhou por ali.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
É impressão minha ou
O novo canal Sic Caras é o canal mais inútil à face da terra?
A sério... Ontem fazia zapping e resolvi ver o que estava a dar nesse belíssimo canal. E eis que estão 3 senhoras e um senhor (?), a comentar a vestimenta que as pessoas ditas famosas, levaram à gala de abertura daquele mesmo canal.
Pensei que estava a ser injusta e resolvi ver a restante programação. Só programas como "O mundo de Carolina" e "Fama Shows".
Tinha o The Voice que a Zon não me permitiu ver porque aquilo ainda não dá para andar para trás.
Digam-me a sério, há audiência que justifique a existência de semelhante canal?
A sério... Ontem fazia zapping e resolvi ver o que estava a dar nesse belíssimo canal. E eis que estão 3 senhoras e um senhor (?), a comentar a vestimenta que as pessoas ditas famosas, levaram à gala de abertura daquele mesmo canal.
Pensei que estava a ser injusta e resolvi ver a restante programação. Só programas como "O mundo de Carolina" e "Fama Shows".
Tinha o The Voice que a Zon não me permitiu ver porque aquilo ainda não dá para andar para trás.
Digam-me a sério, há audiência que justifique a existência de semelhante canal?
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Overdressed
Desculpem sim? Desculpem por eu não considerar que calças de ganga é sempre uma boa opção para qualquer ocasião, seja um jantar de Natal, um jantar de amigos ou uma ida às compras.
Não, de facto não considero. Calças de ganga são óptimas, mas não em todas as ocasiões.
Há mais vida para além delas.
Delas e das camisolas grossas de lã.
Mas ainda assim acho engraçado que a maior parte das pessoas acha sempre que eu estou overdressed, em vez que acharem que elas próprias estão underdressed.
Não, de facto não considero. Calças de ganga são óptimas, mas não em todas as ocasiões.
Há mais vida para além delas.
Delas e das camisolas grossas de lã.
Mas ainda assim acho engraçado que a maior parte das pessoas acha sempre que eu estou overdressed, em vez que acharem que elas próprias estão underdressed.
Coisas engraçadas em relação à minha mãe
Depois de ter levado porrada do meu pai em todas as partes do meu corpo, depois da violência física e psicológica a que fui sujeita por parte dos dois, depois de episódios de loucura, queimaduras de cigarro que tardaram a sarar, mentiras, perseguições, indiferença, desleixo e tudo o mais que possam imaginar...
Bem... A minha mãe acredita piamente que foi uma boa mãe. E faz todo um discurso de vitimização, de preocupação, de recolha de méritos na minha educação que na opinião dela lhe pertencem, de teatro que mantém para com os outros.
Deus me livre de ser uma boa mãe como ela.
Bem... A minha mãe acredita piamente que foi uma boa mãe. E faz todo um discurso de vitimização, de preocupação, de recolha de méritos na minha educação que na opinião dela lhe pertencem, de teatro que mantém para com os outros.
Deus me livre de ser uma boa mãe como ela.
O tal momento certo para se ter filhos
Eu quero ter filhos. Já o disse inúmeras vezes neste blog. Se não fossem algumas contingências da vida, se calhar já tinha.
Mas quero ter depois do casamento.
Acontece que a minha cunhada acredita que ainda sou muito nova para ter filhos, que me falta viver mais coisas, que entre ter daqui a um ano ou daqui a três anos não me irá fazer diferença nenhuma. Eu cá acho que não. Acho é que sim, que poderá fazer toda a diferença. Que mesmo em termos médicos e de saúde poderá ter influência, para nem falar em termos psicológicos.
A verdade é que eu não sei se daqui a um ano quererei ter filhos. Se fosse agora, sei que queria começar a tentar, daqui a um ano não sei. A verdade é esta.
Mas não é por achar que sou muito nova para ter filhos, porque não sou. E ela diz que "ainda não é o momento ideal". E eu penso, com todo o respeito e carinho que tenho por ela "o que é que ela sabe sobre o momento ideal?". O "momento ideal" tem de partir do casal, é algo que nasce apenas da relação entre duas pessoas, não é por termos outras pessoas a dizer que é demasiado cedo, que o casal se sentirá assim (obviamente excluindo casos extremos de gravidez adolescente, aka my mother). O que é que as outras pessoas sabem da nossa preparação psicológica? Do nosso instinto?
Nada!
Outras entidades que consideram que não é o "momento ideal", são as empresas. Para as empresas, agora não é o momento ideal para se ter filhos, aliás, mesmo em tempo de vacas gordas, não sei se esse momento ideal alguma vez existiu.
Mas eu tomei uma decisão muito importante que queria partilhar com vocês. Caguei para o que as outras pessoas acham, para o que as empresas e quem as representa acham. Não posso adiar a minha vida porque outros acham "que não é o momento ideal".
Portanto, se depois do casamento eu e o meu Bomboco ainda estivermos em sintonia em relação a este tema, podem ter a certeza de que iremos tentar.
Porque o momento ideal é algo vosso e só vosso.
Não deixem que ninguém vos diga o contrário.
Mas quero ter depois do casamento.
Acontece que a minha cunhada acredita que ainda sou muito nova para ter filhos, que me falta viver mais coisas, que entre ter daqui a um ano ou daqui a três anos não me irá fazer diferença nenhuma. Eu cá acho que não. Acho é que sim, que poderá fazer toda a diferença. Que mesmo em termos médicos e de saúde poderá ter influência, para nem falar em termos psicológicos.
A verdade é que eu não sei se daqui a um ano quererei ter filhos. Se fosse agora, sei que queria começar a tentar, daqui a um ano não sei. A verdade é esta.
Mas não é por achar que sou muito nova para ter filhos, porque não sou. E ela diz que "ainda não é o momento ideal". E eu penso, com todo o respeito e carinho que tenho por ela "o que é que ela sabe sobre o momento ideal?". O "momento ideal" tem de partir do casal, é algo que nasce apenas da relação entre duas pessoas, não é por termos outras pessoas a dizer que é demasiado cedo, que o casal se sentirá assim (obviamente excluindo casos extremos de gravidez adolescente, aka my mother). O que é que as outras pessoas sabem da nossa preparação psicológica? Do nosso instinto?
Nada!
Outras entidades que consideram que não é o "momento ideal", são as empresas. Para as empresas, agora não é o momento ideal para se ter filhos, aliás, mesmo em tempo de vacas gordas, não sei se esse momento ideal alguma vez existiu.
Mas eu tomei uma decisão muito importante que queria partilhar com vocês. Caguei para o que as outras pessoas acham, para o que as empresas e quem as representa acham. Não posso adiar a minha vida porque outros acham "que não é o momento ideal".
Portanto, se depois do casamento eu e o meu Bomboco ainda estivermos em sintonia em relação a este tema, podem ter a certeza de que iremos tentar.
Porque o momento ideal é algo vosso e só vosso.
Não deixem que ninguém vos diga o contrário.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Que digo a esta pessoa?
Que me diz que a "Cry me a river" cantada pela Ella, é uma versão da "Cry me a river" do Justin Timberlake?
...
...
...
...
...
...
Isto de vir trabalhar de vestido é muito bonito
Chato é quando o dito sobe um bocadinho e a cadeira está a roçar directamente nas pernas/meias calças, e arranha um bocado.
Pois é, não me lembrei desse pormenor.
Amanhã já não me apanham nesta.
Pois é, não me lembrei desse pormenor.
Amanhã já não me apanham nesta.
Uma questão pertinente
Pergunto-me porque motivo, quando utilizo um qualquer creme que vem em boiões, vou tirando sempre o creme do meio, ficando uma espécie de "buraco", e só depois é que passo para os rebordos.
Inconscientemente, faço sempre isto.
Também acontece com vocês?
Inconscientemente, faço sempre isto.
Também acontece com vocês?
Parabéns amor!
Hoje, faz anos o homem que mudou para sempre a minha vida. O homem que me fez acreditar que o amor era possível, que me fez desejar casar e com ele ter uma família.
O amor da minha vida faz anos hoje.
O amor da minha vida faz anos hoje.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Das pessoas solícitas
Há pessoas com quem dá gosto trabalhar. Pessoas que procuram sempre agradar, ajudar no possível, responder aos pedidos.
Pessoas com quem um dia de trabalho de 8h rende mais do que dias de trabalho de 12h com outras.
Se fosse sempre assim até não me aborrecia trabalhar.
Um muito obrigada a todas as pessoas que no seu trabalho fazem tudo para tornar a vida e o trabalho dos outros um pouco mais fácil.
Pessoas com quem um dia de trabalho de 8h rende mais do que dias de trabalho de 12h com outras.
Se fosse sempre assim até não me aborrecia trabalhar.
Um muito obrigada a todas as pessoas que no seu trabalho fazem tudo para tornar a vida e o trabalho dos outros um pouco mais fácil.
Mal por mal
Prefiro o Sporting na liderança do que o Fcp.
Só me pergunto porque motivo o Braga não jogou nada no Dragão, ao contrário do que fez na Luz.
Só me pergunto porque motivo o Braga não jogou nada no Dragão, ao contrário do que fez na Luz.
Isto de ter outro trabalho ao fim de semana
Dá muito jeito. Para além de que gosto imenso de dar explicações.
Mas cansa, gente.
Hoje ficava muito bem a dormir.
Ah, e onde eu estou, estão zero graus e estou a trabalhar de sobretudo.
Mas cansa, gente.
Hoje ficava muito bem a dormir.
Ah, e onde eu estou, estão zero graus e estou a trabalhar de sobretudo.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Dicas preciosas
Caras pessoas do sexo feminino,
Usar camisas com elastano já não é propriamente o cúmulo da elegância. Mas pronto. Adiante. O pior, é usar camisas com elastano que vos marquem as formas, e em que existe um espaço aberto considerável entre os botões, que deixa à vista de todos a vossa pele e a vossa roupa interior.
Não é bonito.
Se gostam muito dessa camisa mas engordaram um bocadinho, não a usem, porque garanto-vos, fica mesmo mal o repuxo dos botões com a carne a sair por todos os lados.
Se já a compraram assim, lamento, mas foi uma compra que não correu bem.
Vão por mim que nunca vos engano.
Usar camisas com elastano já não é propriamente o cúmulo da elegância. Mas pronto. Adiante. O pior, é usar camisas com elastano que vos marquem as formas, e em que existe um espaço aberto considerável entre os botões, que deixa à vista de todos a vossa pele e a vossa roupa interior.
Não é bonito.
Se gostam muito dessa camisa mas engordaram um bocadinho, não a usem, porque garanto-vos, fica mesmo mal o repuxo dos botões com a carne a sair por todos os lados.
Se já a compraram assim, lamento, mas foi uma compra que não correu bem.
Vão por mim que nunca vos engano.
Como perder clientes em 3, 2, 1...
Eu gosto de verniz de gel. Não de unhas de gel, mas verniz.
Tenho é um problema, o verniz de gel não dura muito nas minhas unhas. Supostamente aquilo deveria durar duas semanas. Nas minhas unhas não chega a uma. Começam lentamente a descascar.
Já fui a mais de 5 locais onde fazem esse serviço, mas o resultado é sempre o mesmo, ao fim de uma semana já não tenho verniz em pelo menos uma ou duas unhas.
Por isso desisti durante uns tempos. Mas agora que vêm as festas, queria arranjar as unhas e voltar a pôr, e queria continuar a minha busca por um local onde o verniz me dure mais do que uma semana.
Então, decidi ligar para uma cabeleireira/esteticista que fica perto de minha casa, de modo a saber os preços.
A funcionária que me atendeu, disse-me logo perentoriamente que não podia divulgar o preço, porque a patroa não deixava. Ao que eu questiono meio incrédula o motivo dessa proibição, visto que assim o cliente não pode saber se lhe compensa ou não dirigir-se ao local para efectuar o serviço pretendido. Disse que não senhor, que não podia ser, ordens são ordens. Meio abananada com a resposta, disse-lhe que então quando fosse para casa, já que o estabelecimento ficava a caminho, ia passar lá para saber do preço. Esta era a parte em que a senhora agradecia e dizia que sim senhor lá me esperava, não era?
Não. A senhora disse-me logo que nem valia a pena eu passar, que ela queria fechar (não, não era assim tão tarde quanto isso).
E pronto. Uma pessoa fica meio parva com esta falta de vontade em vender.
Numa época em que suponho que poucos negócios prosperam a dois dígitos, este pequeno negócio não me quer vender uma aplicação de verniz de gel, e ganhar uma potencial cliente, que mora ao lado. Noção comercial = zero.
Iniciar perda de potenciais clientes em 3, 2, 1...
Por isso deixo-vos o apelo: se conhecem algum sítio bom aqui para os lados do Porto, de aplicação de verniz de gel, e não leve os olhos da cara, é favor partilhar. Muito grata.
Tenho é um problema, o verniz de gel não dura muito nas minhas unhas. Supostamente aquilo deveria durar duas semanas. Nas minhas unhas não chega a uma. Começam lentamente a descascar.
Já fui a mais de 5 locais onde fazem esse serviço, mas o resultado é sempre o mesmo, ao fim de uma semana já não tenho verniz em pelo menos uma ou duas unhas.
Por isso desisti durante uns tempos. Mas agora que vêm as festas, queria arranjar as unhas e voltar a pôr, e queria continuar a minha busca por um local onde o verniz me dure mais do que uma semana.
Então, decidi ligar para uma cabeleireira/esteticista que fica perto de minha casa, de modo a saber os preços.
A funcionária que me atendeu, disse-me logo perentoriamente que não podia divulgar o preço, porque a patroa não deixava. Ao que eu questiono meio incrédula o motivo dessa proibição, visto que assim o cliente não pode saber se lhe compensa ou não dirigir-se ao local para efectuar o serviço pretendido. Disse que não senhor, que não podia ser, ordens são ordens. Meio abananada com a resposta, disse-lhe que então quando fosse para casa, já que o estabelecimento ficava a caminho, ia passar lá para saber do preço. Esta era a parte em que a senhora agradecia e dizia que sim senhor lá me esperava, não era?
Não. A senhora disse-me logo que nem valia a pena eu passar, que ela queria fechar (não, não era assim tão tarde quanto isso).
E pronto. Uma pessoa fica meio parva com esta falta de vontade em vender.
Numa época em que suponho que poucos negócios prosperam a dois dígitos, este pequeno negócio não me quer vender uma aplicação de verniz de gel, e ganhar uma potencial cliente, que mora ao lado. Noção comercial = zero.
Iniciar perda de potenciais clientes em 3, 2, 1...
Por isso deixo-vos o apelo: se conhecem algum sítio bom aqui para os lados do Porto, de aplicação de verniz de gel, e não leve os olhos da cara, é favor partilhar. Muito grata.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Muito cuidado por aí
Ontem à noite, quando ia levar uma amiga minha a casa, paradas num semáforo, vi o carro da minha esquerda arrancar e passar o vermelho.
Fiquei um pouco perplexa sem perceber o motivo daquela atitude, até que, vinda do nada, aparece uma fulana com muito mau aspecto, aparentemente "a pedir". Vai direita ao lado do passageiro e eu digo à minha amiga para não abrir a porta nem o vidro (como a fulana estava a falar, fiquei com receio que a minha amiga abrisse o vidro, e a dita fulana se aproveitasse desse facto para causar estragos). A minha amiga olhou para mim, não abriu vidro nenhum, e nisto o semáforo passa para verde, eu arranco velozmente, mas tenho tempo de olhar para o meu lado direito e ver que atrás da outra fulana se aproximavam mais dois tipos, com muito mau aspecto, sendo que um deles trazia uma faca.
Felizmente eu arranquei a tempo (o semáforo também ajudou), e não nos aconteceu nada, mas tenham cuidado, quando desconfiarem de algo, mais vale arriscar e passar o vermelho, e claro, não esquecer de ter as portas sempre trancadas (o meu carro tranca-as automaticamente).
É impressão minha ou o nosso país está a ficar mais perigoso?
Fiquei um pouco perplexa sem perceber o motivo daquela atitude, até que, vinda do nada, aparece uma fulana com muito mau aspecto, aparentemente "a pedir". Vai direita ao lado do passageiro e eu digo à minha amiga para não abrir a porta nem o vidro (como a fulana estava a falar, fiquei com receio que a minha amiga abrisse o vidro, e a dita fulana se aproveitasse desse facto para causar estragos). A minha amiga olhou para mim, não abriu vidro nenhum, e nisto o semáforo passa para verde, eu arranco velozmente, mas tenho tempo de olhar para o meu lado direito e ver que atrás da outra fulana se aproximavam mais dois tipos, com muito mau aspecto, sendo que um deles trazia uma faca.
Felizmente eu arranquei a tempo (o semáforo também ajudou), e não nos aconteceu nada, mas tenham cuidado, quando desconfiarem de algo, mais vale arriscar e passar o vermelho, e claro, não esquecer de ter as portas sempre trancadas (o meu carro tranca-as automaticamente).
É impressão minha ou o nosso país está a ficar mais perigoso?
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Sobre quem não nos faz bem
Às vezes gostar não chega. O outro pode gostar muito de nós e nós dele. Mas falta ali algo.
Falta um sentimento de "não consegue viver sem". Falta que o outro nos puxe para cima quando estamos na mó de baixo, porque não pode ser só um sempre a remar. O outro deve estimular-nos a fazer coisas novas, a rir, a querer.
O outro não poderá sugar-nos a energia e transformar-nos numa pessoa pior. Pelo contrário. Ainda que não seja culpa do outro. Ainda que o outro tenha a melhor das intenções.
Por isso gostar não chega.
E quando vejo a minha melhor amiga a passar por isto, tudo o que quero é que ela volte a sorrir. E às vezes temos de saber distinguir o gostar do amar, e aquilo que efectivamente nos faz bem.
Não é fácil, mas ela distinguiu e apesar de ser mesmo difícil para todas as partes envolvidas, não podemos estar com alguém que não nos dá o que precisamos.
Falta um sentimento de "não consegue viver sem". Falta que o outro nos puxe para cima quando estamos na mó de baixo, porque não pode ser só um sempre a remar. O outro deve estimular-nos a fazer coisas novas, a rir, a querer.
O outro não poderá sugar-nos a energia e transformar-nos numa pessoa pior. Pelo contrário. Ainda que não seja culpa do outro. Ainda que o outro tenha a melhor das intenções.
Por isso gostar não chega.
E quando vejo a minha melhor amiga a passar por isto, tudo o que quero é que ela volte a sorrir. E às vezes temos de saber distinguir o gostar do amar, e aquilo que efectivamente nos faz bem.
Não é fácil, mas ela distinguiu e apesar de ser mesmo difícil para todas as partes envolvidas, não podemos estar com alguém que não nos dá o que precisamos.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Um pedido de casamento original
Ontem, eu e Bomboco fomos ao cinema ver o filme Hunger Games. Mais do que as considerações cinematográficas, quero partilhar convosco o que aconteceu durante o intervalo.
Ora, quando nada o fazia prever, começa a tocar uma música do Luan Santana (não me perguntem qual porque realmente não sei, não aprecio o cantor), e a passar um filme no ecrã. O filme consistia em como um casal de namorados se tinha conhecido, ultrapassado as dificuldades, e agora estavam prontos para dar o passo seguinte... E eis que a pergunta fica na tela "queres casar comigo?". Quando nisto, entra o rapaz, perante uma salva de palmas, uma namorada emocionada, e ele lá fez o que manda o figurino: ajoelhou-se e pediu a mão da menina em casamento. Ela, emocionadíssima, aceitou. E os presentes bateram mais palmas espelhando o sorriso que lhes inundava a alma.
Eu achei bonito. Num tempo como o que vivemos, tudo aquilo que precisamos é de amor e gestos que nos façam sonhar.
Ora, quando nada o fazia prever, começa a tocar uma música do Luan Santana (não me perguntem qual porque realmente não sei, não aprecio o cantor), e a passar um filme no ecrã. O filme consistia em como um casal de namorados se tinha conhecido, ultrapassado as dificuldades, e agora estavam prontos para dar o passo seguinte... E eis que a pergunta fica na tela "queres casar comigo?". Quando nisto, entra o rapaz, perante uma salva de palmas, uma namorada emocionada, e ele lá fez o que manda o figurino: ajoelhou-se e pediu a mão da menina em casamento. Ela, emocionadíssima, aceitou. E os presentes bateram mais palmas espelhando o sorriso que lhes inundava a alma.
Eu achei bonito. Num tempo como o que vivemos, tudo aquilo que precisamos é de amor e gestos que nos façam sonhar.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Acho-lhes uma piada...
São indelicados, antipáticos e por vezes duros.
E depois admiram-se de não conseguirem que os outros façam (pelo menos de boa vontade), o que eles querem que os outros façam.
E depois admiram-se de não conseguirem que os outros façam (pelo menos de boa vontade), o que eles querem que os outros façam.
O melhor do mundo
Diz o Ibrahimovic que ele é que é o melhor do mundo.
Faz-me lembrar aquele personagem "Eu é que sou o presidente da junta".
O Ibrahimovic, não lhe tirando o mérito como jogador, que tem, gosta muito de se por em bicos de pés. Conheço vários casos semelhantes. Sobretudo chefes.
Aliás, a conclusão que retiro é: quando as pessoas precisam de dizer que são elas que mandam, é porque na verdade não mandam.
Acho que se passa o mesmo com o jogador sueco.
Faz-me lembrar aquele personagem "Eu é que sou o presidente da junta".
O Ibrahimovic, não lhe tirando o mérito como jogador, que tem, gosta muito de se por em bicos de pés. Conheço vários casos semelhantes. Sobretudo chefes.
Aliás, a conclusão que retiro é: quando as pessoas precisam de dizer que são elas que mandam, é porque na verdade não mandam.
Acho que se passa o mesmo com o jogador sueco.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Tão bonito que é o trabalho em equipa
Ou então não. Depende da equipa não é verdade?
Não é exactamente bonito ou agradável quando as pessoas da tua equipa consideram que sair antes das 20h é tirar a tarde.
Enfim.
Não é exactamente bonito ou agradável quando as pessoas da tua equipa consideram que sair antes das 20h é tirar a tarde.
Enfim.
Eu só vou explicar uma coisa a algumas pessoas que claramente ainda não perceberam
Ter mais de 18 anos e ser-se louca pelos One Direction, não é fixe, nem moderno.
É simplesmente ridículo.
Sim, falo de mulheres feitas, com 30 anos.
Não é cool. É parvo.
É simplesmente ridículo.
Sim, falo de mulheres feitas, com 30 anos.
Não é cool. É parvo.
Maravilhas da maternidade
Uma vizinha minha, que tem a mesma idade que eu, teve há pouco tempo um bebé. Lindo de morrer. Criança adorável.
Diz ela que ele dorme a noite toda. Um descanso, portanto.
Falava-me a minha vizinha sobre as maravilhas da maternidade, quando remata com um "ah, agora tens de ter uma menina, para ser namorada do meu". Ri-me e disse que queria sim senhora, mas que ainda não era a altura. Eis que ela me passa o bebé para as mãos, e eu meio atrapalhada porque a meu entender sou uma destrambelhada, tento fazer o meu melhor e explico que nem sei pegar num bebé. Ela ri-se e diz "claro que sabes. Não vês que ele está bem e a sorrir? Isso não é coisa que se aprende, vem naturalmente". Eu fiquei calada e rendi-me perante tal sabedoria.
Dizia ela também que não era nada uma pessoa maternal e tinha o sono pesado tipo pedra. Tudo mudou com o nascimento do filho, e que está uma pessoa completamente diferente.
Maravilhas da maternindade.
Diz ela que ele dorme a noite toda. Um descanso, portanto.
Falava-me a minha vizinha sobre as maravilhas da maternidade, quando remata com um "ah, agora tens de ter uma menina, para ser namorada do meu". Ri-me e disse que queria sim senhora, mas que ainda não era a altura. Eis que ela me passa o bebé para as mãos, e eu meio atrapalhada porque a meu entender sou uma destrambelhada, tento fazer o meu melhor e explico que nem sei pegar num bebé. Ela ri-se e diz "claro que sabes. Não vês que ele está bem e a sorrir? Isso não é coisa que se aprende, vem naturalmente". Eu fiquei calada e rendi-me perante tal sabedoria.
Dizia ela também que não era nada uma pessoa maternal e tinha o sono pesado tipo pedra. Tudo mudou com o nascimento do filho, e que está uma pessoa completamente diferente.
Maravilhas da maternindade.
Rissóis na Cookii
Ontem aventurei-me a fazer rissóis na Cookii.
A bem dizer só fiz a massa, porque a carne fiz num tacho à parte e seguindo a minha receita, que adoro e não queria mudar.
Estou satisfeita e aborrecida ao mesmo tempo. Eu explico: estou satisfeita porque a massa fico excelente mesmo, uma delícia. Eu como adoro massa só me apetecia pegar naquilo e comer à javarda.
Por outro lado, fico aborrecida porque um raio de uma máquina faz uma massa melhor do que aquela que eu fazia à mão. Vá-se lá entender.
Mas o propósito era mesmo esse, não é verdade?
Os rissóis ficaram muito bons e estou para já muito satisfeita com o desempenho da Cookii.
O que ela ainda não me ensinou foi a desenhar os rissóis em condições que, como podem ver pela foto, sou uma miséria:
A bem dizer só fiz a massa, porque a carne fiz num tacho à parte e seguindo a minha receita, que adoro e não queria mudar.
Estou satisfeita e aborrecida ao mesmo tempo. Eu explico: estou satisfeita porque a massa fico excelente mesmo, uma delícia. Eu como adoro massa só me apetecia pegar naquilo e comer à javarda.
Por outro lado, fico aborrecida porque um raio de uma máquina faz uma massa melhor do que aquela que eu fazia à mão. Vá-se lá entender.
Mas o propósito era mesmo esse, não é verdade?
Os rissóis ficaram muito bons e estou para já muito satisfeita com o desempenho da Cookii.
O que ela ainda não me ensinou foi a desenhar os rissóis em condições que, como podem ver pela foto, sou uma miséria:
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Do que eu gostava de fazer e o que realmente faço
Mandar à real merda todas as pessoas que não suporto e me azucrinam a cabeça sem motivo.
Em vez disso, ponho o meu melhor sorriso amarelo e tento contrariar a minha falta de jeito para disfarçar os sentimentos.
Aaaaah, como era tão mais feliz.
Em vez disso, ponho o meu melhor sorriso amarelo e tento contrariar a minha falta de jeito para disfarçar os sentimentos.
Aaaaah, como era tão mais feliz.
Mais um brinquedo
Temos mais uma brincadeira em casa.
Umas colunas de som sem fios, que se podem ligar através de Bloothooth, ou de dock station.
Para além do som ser óptimo, e de ser algo que aspirava há algum tempo, digo-vos que dá um jeitaço.
Nós comprámos estas:
http://www.worten.pt/store/inicio/imagem-e-som/audio-portatil/dock-stations/dock-para-ipod-panasonic-sc-hc05eg-k.html
O som é realmente bom e o preço está simpático. Ainda quero comprar outra para colocar noutra divisão da casa, mas essa compra terá de esperar um bom bocado.
Umas colunas de som sem fios, que se podem ligar através de Bloothooth, ou de dock station.
Para além do som ser óptimo, e de ser algo que aspirava há algum tempo, digo-vos que dá um jeitaço.
Nós comprámos estas:
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O som é realmente bom e o preço está simpático. Ainda quero comprar outra para colocar noutra divisão da casa, mas essa compra terá de esperar um bom bocado.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A primeira experiência com a Cookii
Posso desde já relatar-vos a minha primeira experiência com a Cookii.
Como não cheguei cedo e ainda não tinha lido sequer as instruções da máquina, optei por fazer algo mesmo simples, e então fiz um arroz branco com bifes grelhados.
Coloquei menos sal do que o ideal, mas posso dizer-vos que o arroz ficou muito bom, soltinho. A máquina ao início estava a fazer um barulho horrível, logo pensei que não podia ser normal e de facto não era, era o cesto do arroz que estava de lado, e tem de se colocar direito. O erro foi rapidamente corrigido e tudo correu normalmente.
Amanhã pretendo arriscar-me na massa de rissóis.
Como não cheguei cedo e ainda não tinha lido sequer as instruções da máquina, optei por fazer algo mesmo simples, e então fiz um arroz branco com bifes grelhados.
Coloquei menos sal do que o ideal, mas posso dizer-vos que o arroz ficou muito bom, soltinho. A máquina ao início estava a fazer um barulho horrível, logo pensei que não podia ser normal e de facto não era, era o cesto do arroz que estava de lado, e tem de se colocar direito. O erro foi rapidamente corrigido e tudo correu normalmente.
Amanhã pretendo arriscar-me na massa de rissóis.
O Pai Natal este ano chegou mais cedo- Uma Cookii em casa
Pois é, converti-me a um robot de cozinha. Já andava a desejar um há imenso tempo, qual sonho de consumo, mas a bela Bimby, um autêntico Porsche dos robots culinários, estava algo fora do meu alcance. A Yammi do Continente parecia-me uma escolha razoável, na medida em que a tal Chef Express do Pingo Doce tarda em chegar, e as pessoas que exprimentaram, disseram bem da dita. Há inclusivamente um comparativo que acho muito bem feito:
Então ontem lá fomos a uma Worten cheirar a máquina e mais umas brincadeiras que precisamos para o lar.
E eis que nos deparamos com esta máquina, a Cookii. Pertence à marca Flama, que é nacional, e foi lançada há pouquíssimo tempo. Talvez por isso existam muito poucos feedbacks. Após algum tempo a falar com a vendedora e a questionar tudo o que me lembrava, sendo que a rapariga lá me ia respondendo a todas as questões de forma satisfatória, eu e Bomboco decidimos fazer contas e lá optámos por trazê-la connosco.
Ainda não a experimentei, espero fazê-lo logo à noite, mas estou entusiasmada. Era mesmo uma coisa que eu queria ter e agora que tenho acredito que irá fazer mesmo muito jeito.
Não vos posso portanto, para já, dar muitas indicações sobre o seu funcionamento, mas posso transmitir algumas ideias chave que a vendedora me referiu, e que eu também já tinha pesquisado:
- Tem apenas uma lâmina, pelo que ao contrário da Yammi, não temos de trocar de lâmida a meio da confecção.
- Tem três temperaturas de confecção, a Yammi tem mais.
- Segundo a vendedora, os materiais são melhores e mais resistentes do que os da Yammi, sendo que a diferença de 50€ no preço entre as duas deve-se ao maior investimento em publicidade da primeira.
- Tem todas as funções da Bimby, mas, claro, a qualidade dos materiais é inferior, o que é expectável.
O seu preço é de 299€, e espero mesmo que compense, tem tudo para ser uma óptima compra.
Traz consigo um livro de receitas mas não traz balança, é necessário comprar à parte.
E pronto, em linhas gerais é isto, posso ir descrevendo a minha experiência com a máquina à medida que a utilizo.
O que vos posso dizer é que se pretendem mesmo uma Bimby e a podem pagar, comprem a Bimby. Todas as pessoas que a têm e que conheço dizem maravilhas da dita, e é realmente o topo de gama dos robots de cozinha. Mas para quem como eu, pode pagar um Renault ou um Ford, mas não pode pagar o Porsche, acredito que vai muito bem servido com uma destas ou com uma Yammi.
Entretanto as bonitas botas são outro presente há muito desejado.
Confortáveis que só elas.
Pessoas que acordam bem dispostinhas logo pela manhã
Eu não compreendo o vosso entusiasmo matinal. A sério que não.
Nem nunca o vou compreender.
Mas por favor, respeitem quem não partilha desse bonito sentimento e parem de perguntar às 8h da manhã se está tudo bem comigo, que estou com um ar de chateada.
Não, não está tudo bem. São 8h da manhã e estou fora da cama há uma hora, como é que alguma coisa poderia estar bem?
Obrigada, sim?
Nem nunca o vou compreender.
Mas por favor, respeitem quem não partilha desse bonito sentimento e parem de perguntar às 8h da manhã se está tudo bem comigo, que estou com um ar de chateada.
Não, não está tudo bem. São 8h da manhã e estou fora da cama há uma hora, como é que alguma coisa poderia estar bem?
Obrigada, sim?
sábado, 23 de novembro de 2013
Sabemos que o mundo está perdido quando...
Vemos, na fnac, uns paizinhos a comprar um iPhone 5S a um puto que não teria mais do que 13 anos.
Não acham que é um bocadinho exagero? Ou sou só eu?
Não acham que é um bocadinho exagero? Ou sou só eu?
As coisas a que nos sujeitamos
Sujeitamo-nos a uma grande quantidade de coisas durante o dia. Fazemos imensas coisas que não nos dão prazer, fazêmo-las por obrigação.
Coisas mais chatas do que outras, mas em geral, essas tarefas dizem respeito ao quotidiano em relação ao qual não podemos fugir. Ou porque o chefe manda. Ou porque os clientes o exigem. Há sempre gente, no mundo profissional, que nos impele a realizar tarefas que não desejamos.
Outra situação se passa na vida pessoal. Ainda que tenhamos de engolir alguns sapos e fazer coisas de que não gostamos (salta-me já à memória limpar o pó, que é coisa que odeio), acredito que não devemos forçar-nos a estar constantemente a fazer algo que vai contra o que nos apetece fazer.
Eu deixei-me disso há muito tempo. Estar com pessoas com as quais não me apetecia estar, fazer programas que nada acrescentavam para mim... Bolas, mas se já temos de nos sujeitar a tanto no emprego, vamos continuar a martirizar-nos fora dele? A estar com gente que não acrescenta nada? A fazer tarefas inglórias?
Disse que não há algum tempo, mas claro que infelizmente não faço tudo o que quero. Mas posso dizer alegremente que cada vez me liberto mais para ter tempo e disponibilidade para o que na verdade interessa.
E se todos fizéssemos o mesmo, seríamos certamente mais felizes.
Coisas mais chatas do que outras, mas em geral, essas tarefas dizem respeito ao quotidiano em relação ao qual não podemos fugir. Ou porque o chefe manda. Ou porque os clientes o exigem. Há sempre gente, no mundo profissional, que nos impele a realizar tarefas que não desejamos.
Outra situação se passa na vida pessoal. Ainda que tenhamos de engolir alguns sapos e fazer coisas de que não gostamos (salta-me já à memória limpar o pó, que é coisa que odeio), acredito que não devemos forçar-nos a estar constantemente a fazer algo que vai contra o que nos apetece fazer.
Eu deixei-me disso há muito tempo. Estar com pessoas com as quais não me apetecia estar, fazer programas que nada acrescentavam para mim... Bolas, mas se já temos de nos sujeitar a tanto no emprego, vamos continuar a martirizar-nos fora dele? A estar com gente que não acrescenta nada? A fazer tarefas inglórias?
Disse que não há algum tempo, mas claro que infelizmente não faço tudo o que quero. Mas posso dizer alegremente que cada vez me liberto mais para ter tempo e disponibilidade para o que na verdade interessa.
E se todos fizéssemos o mesmo, seríamos certamente mais felizes.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
De como as pessoas são estúpidas e egoístas
Há gente que não deveria ser considerada gente.
Ontem, recebi um ultimato: ou ia buscar um gato a casa de uma mulher, ou ela ia colocá-lo na rua porque "já não dava jeito tê-lo".
A primeira reacção desta pessoa, não foi tentar arranjar um lar para o animal, assumindo que por qualquer motivo de força maior já não podia ficar com ele (ainda que para mim não há praticamente motivo nenhum que me levasse a dar um animal meu, mas adiante...). Não. A primeira reacção desta pessoa foi querer abandonar, pôr na rua, como ela própria disse. Porque "não lhe dava jeito".
E o egoísmo das pessoas é uma coisa que me revolta, a falta de compaixão para com os outros e os animais, nada mais vendo para além do seu próprio umbigo. Para quê tentar arranjar um bom lar para o animal se há voluntários que fazem isso?
Muito mais fácil pôr na rua.
Raios partam as bestas das pessoas.
Ontem, recebi um ultimato: ou ia buscar um gato a casa de uma mulher, ou ela ia colocá-lo na rua porque "já não dava jeito tê-lo".
A primeira reacção desta pessoa, não foi tentar arranjar um lar para o animal, assumindo que por qualquer motivo de força maior já não podia ficar com ele (ainda que para mim não há praticamente motivo nenhum que me levasse a dar um animal meu, mas adiante...). Não. A primeira reacção desta pessoa foi querer abandonar, pôr na rua, como ela própria disse. Porque "não lhe dava jeito".
E o egoísmo das pessoas é uma coisa que me revolta, a falta de compaixão para com os outros e os animais, nada mais vendo para além do seu próprio umbigo. Para quê tentar arranjar um bom lar para o animal se há voluntários que fazem isso?
Muito mais fácil pôr na rua.
Raios partam as bestas das pessoas.
Maravilhas do Facebook
Expliquem-me, a sério, mas expliquem-me mesmo, porque motivo colocam fotos vossas com o mais que tudo e intitulam o álbum de "Amor, Xuxu, Paixão".
Era mesmo isso que eu queria saber e podia dizer então que ficava satisfeita.
Era mesmo isso que eu queria saber e podia dizer então que ficava satisfeita.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Dúvidas que me assolam
Porque motivo é que as pessoas trabalham pouco, ficam ofendidas e chateadas quando aparece um bocadinho mais de trabalho para fazer?
Porque é que os blasers vêm com os bolsos cosidos e o pessoal tem de estar depois a descoser bolsos?
Porque é que alguns carros, ao fazerem uma ultrapassagem, colam-se à faixa onde está o outro carro, passando por ele de forma mesmo muito próxima, que resultaria em acidente se o carro da outra faixa desviasse um pouco que fosse o volante, ainda dentro da sua própria faixa?
Porque é que os croissants engordam?
Só dúvidas, devia ter ido para filosofia.
Porque é que os blasers vêm com os bolsos cosidos e o pessoal tem de estar depois a descoser bolsos?
Porque é que alguns carros, ao fazerem uma ultrapassagem, colam-se à faixa onde está o outro carro, passando por ele de forma mesmo muito próxima, que resultaria em acidente se o carro da outra faixa desviasse um pouco que fosse o volante, ainda dentro da sua própria faixa?
Porque é que os croissants engordam?
Só dúvidas, devia ter ido para filosofia.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A eterna dúvida
Se as meninas deixam de brincar com bonecas quando crescem, porque é que os homens continuam a jogar video-jogo?
Eu sei, eu sei
Que não vos digo nada há um tempo. Os dias têm sido completamente avassaladores e quando chego a casa já não tenho grande paciência para cá vir e escrever um post de jeito.
Os dias têm-me consumido a energia e a noite tem servido para trabalhar mais um bocado e para ver umas séries.
E vocês, está tudo bem desse lado?
Os dias têm-me consumido a energia e a noite tem servido para trabalhar mais um bocado e para ver umas séries.
E vocês, está tudo bem desse lado?
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Então mas isto é assim? A vingança não tarda em chegar
Hoje, depois de hora e meia no trânsito, chego a casa extremamente bem disposta, como devem imaginar. Toda eu era boa disposição que, cansada e com imenso trabalho ainda para fazer, tudo o que eu precisava era de ter ficado 1h30 presa no trânsito.
Como tal, e cheia de fome, apetecia-me jantar algo mais calórico, como por exemplo uns belíssimos bifes de picanha. Ao que, quando proponho esta ementa a Bomboco, o mesmo me diz que não, que tem pouca fome e que prefere antes uma sopinha, que não lhe vão saber bem os bifes.
Mas que raio... Então mas eu fiz mal a alguém? Logo quando me apetecia algo com substância vem aqui o rapaz dizer que o que quer são couves? Ai ai ai que estou a habitua-lo mal.
E pronto, lá está a tal sopa a fazer.
Mas ele que não se preocupe. A vingança serve-se fria, e o excelso Bomboco irá salivar por comida enquanto lhe sirvo uma sopa quentinha num futuro bem próximo.
Como tal, e cheia de fome, apetecia-me jantar algo mais calórico, como por exemplo uns belíssimos bifes de picanha. Ao que, quando proponho esta ementa a Bomboco, o mesmo me diz que não, que tem pouca fome e que prefere antes uma sopinha, que não lhe vão saber bem os bifes.
Mas que raio... Então mas eu fiz mal a alguém? Logo quando me apetecia algo com substância vem aqui o rapaz dizer que o que quer são couves? Ai ai ai que estou a habitua-lo mal.
E pronto, lá está a tal sopa a fazer.
Mas ele que não se preocupe. A vingança serve-se fria, e o excelso Bomboco irá salivar por comida enquanto lhe sirvo uma sopa quentinha num futuro bem próximo.
Digam-me, vocês que percebem de sapatos
Onde é que eu posso comprar uns botins pretos e/ou camel, bonitos, de qualidade, confortáveis, e que não me custem os olhos da cara?
Estou urgentemente a precisar de botins. Com a chegada em definitivo da chuva, reparo que praticamente não tenho calçado de Inverno. Só tenho mocassins e botas de cano alto (o que sim, dá para o Inverno, mas não dá para usar com fatos). Por isso ajudem-me lá que estou completamente sem ideias.
Grata.
Estou urgentemente a precisar de botins. Com a chegada em definitivo da chuva, reparo que praticamente não tenho calçado de Inverno. Só tenho mocassins e botas de cano alto (o que sim, dá para o Inverno, mas não dá para usar com fatos). Por isso ajudem-me lá que estou completamente sem ideias.
Grata.
Constatação da realidade
Agora que estou mais magra, os homens olham mais para mim nas ruas, restaurantes, etc.
Contudo, hoje, ao almoçar com 4 colegas de trabalho do sexo masculino, eles comentavam que apesar da excessiva magreza da funcionária do restaurante, a mesma "também marchava".
Constato que mais ou menos gorda, para alguns homens, não importa, tudo o que vier à rede é peixe.
Contudo, hoje, ao almoçar com 4 colegas de trabalho do sexo masculino, eles comentavam que apesar da excessiva magreza da funcionária do restaurante, a mesma "também marchava".
Constato que mais ou menos gorda, para alguns homens, não importa, tudo o que vier à rede é peixe.
Sabem aqueles dias em que não vos apetece fazer nada?
Pois. Estou num desses dias.
O pior é que o que fazer não falta!
Pergunto-me, que agora já chego tão cansada ao final do dia, como será quando tiver um filho.
Não sei como algumas pessoas aguentam.
O pior é que o que fazer não falta!
Pergunto-me, que agora já chego tão cansada ao final do dia, como será quando tiver um filho.
Não sei como algumas pessoas aguentam.
domingo, 3 de novembro de 2013
Jim Caviezel rapaz, estás com bom ar
Estou completamente colada na série Person of Interest, onde entra o meu amigo Jim Cavizel. Sempre lhe achei alguma piada, apesar de já não ser novo. Mas lá está, até dizem que os homens querem-se é maduros, não é?
Bem, dizia eu que o Jim está com muito bom ar, ora confiram:
Bem, dizia eu que o Jim está com muito bom ar, ora confiram:
Não querendo ser mázinha, ele é bem mais giro do que a sua esposa, contudo, a senhora à beira dele até fica mais favorecida. Quem não ficava, não é verdade?
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