Ontem, eu e Bomboco fomos ao cinema ver o filme Hunger Games. Mais do que as considerações cinematográficas, quero partilhar convosco o que aconteceu durante o intervalo.
Ora, quando nada o fazia prever, começa a tocar uma música do Luan Santana (não me perguntem qual porque realmente não sei, não aprecio o cantor), e a passar um filme no ecrã. O filme consistia em como um casal de namorados se tinha conhecido, ultrapassado as dificuldades, e agora estavam prontos para dar o passo seguinte... E eis que a pergunta fica na tela "queres casar comigo?". Quando nisto, entra o rapaz, perante uma salva de palmas, uma namorada emocionada, e ele lá fez o que manda o figurino: ajoelhou-se e pediu a mão da menina em casamento. Ela, emocionadíssima, aceitou. E os presentes bateram mais palmas espelhando o sorriso que lhes inundava a alma.
Eu achei bonito. Num tempo como o que vivemos, tudo aquilo que precisamos é de amor e gestos que nos façam sonhar.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Acho-lhes uma piada...
São indelicados, antipáticos e por vezes duros.
E depois admiram-se de não conseguirem que os outros façam (pelo menos de boa vontade), o que eles querem que os outros façam.
E depois admiram-se de não conseguirem que os outros façam (pelo menos de boa vontade), o que eles querem que os outros façam.
O melhor do mundo
Diz o Ibrahimovic que ele é que é o melhor do mundo.
Faz-me lembrar aquele personagem "Eu é que sou o presidente da junta".
O Ibrahimovic, não lhe tirando o mérito como jogador, que tem, gosta muito de se por em bicos de pés. Conheço vários casos semelhantes. Sobretudo chefes.
Aliás, a conclusão que retiro é: quando as pessoas precisam de dizer que são elas que mandam, é porque na verdade não mandam.
Acho que se passa o mesmo com o jogador sueco.
Faz-me lembrar aquele personagem "Eu é que sou o presidente da junta".
O Ibrahimovic, não lhe tirando o mérito como jogador, que tem, gosta muito de se por em bicos de pés. Conheço vários casos semelhantes. Sobretudo chefes.
Aliás, a conclusão que retiro é: quando as pessoas precisam de dizer que são elas que mandam, é porque na verdade não mandam.
Acho que se passa o mesmo com o jogador sueco.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Tão bonito que é o trabalho em equipa
Ou então não. Depende da equipa não é verdade?
Não é exactamente bonito ou agradável quando as pessoas da tua equipa consideram que sair antes das 20h é tirar a tarde.
Enfim.
Não é exactamente bonito ou agradável quando as pessoas da tua equipa consideram que sair antes das 20h é tirar a tarde.
Enfim.
Eu só vou explicar uma coisa a algumas pessoas que claramente ainda não perceberam
Ter mais de 18 anos e ser-se louca pelos One Direction, não é fixe, nem moderno.
É simplesmente ridículo.
Sim, falo de mulheres feitas, com 30 anos.
Não é cool. É parvo.
É simplesmente ridículo.
Sim, falo de mulheres feitas, com 30 anos.
Não é cool. É parvo.
Maravilhas da maternidade
Uma vizinha minha, que tem a mesma idade que eu, teve há pouco tempo um bebé. Lindo de morrer. Criança adorável.
Diz ela que ele dorme a noite toda. Um descanso, portanto.
Falava-me a minha vizinha sobre as maravilhas da maternidade, quando remata com um "ah, agora tens de ter uma menina, para ser namorada do meu". Ri-me e disse que queria sim senhora, mas que ainda não era a altura. Eis que ela me passa o bebé para as mãos, e eu meio atrapalhada porque a meu entender sou uma destrambelhada, tento fazer o meu melhor e explico que nem sei pegar num bebé. Ela ri-se e diz "claro que sabes. Não vês que ele está bem e a sorrir? Isso não é coisa que se aprende, vem naturalmente". Eu fiquei calada e rendi-me perante tal sabedoria.
Dizia ela também que não era nada uma pessoa maternal e tinha o sono pesado tipo pedra. Tudo mudou com o nascimento do filho, e que está uma pessoa completamente diferente.
Maravilhas da maternindade.
Diz ela que ele dorme a noite toda. Um descanso, portanto.
Falava-me a minha vizinha sobre as maravilhas da maternidade, quando remata com um "ah, agora tens de ter uma menina, para ser namorada do meu". Ri-me e disse que queria sim senhora, mas que ainda não era a altura. Eis que ela me passa o bebé para as mãos, e eu meio atrapalhada porque a meu entender sou uma destrambelhada, tento fazer o meu melhor e explico que nem sei pegar num bebé. Ela ri-se e diz "claro que sabes. Não vês que ele está bem e a sorrir? Isso não é coisa que se aprende, vem naturalmente". Eu fiquei calada e rendi-me perante tal sabedoria.
Dizia ela também que não era nada uma pessoa maternal e tinha o sono pesado tipo pedra. Tudo mudou com o nascimento do filho, e que está uma pessoa completamente diferente.
Maravilhas da maternindade.
Rissóis na Cookii
Ontem aventurei-me a fazer rissóis na Cookii.
A bem dizer só fiz a massa, porque a carne fiz num tacho à parte e seguindo a minha receita, que adoro e não queria mudar.
Estou satisfeita e aborrecida ao mesmo tempo. Eu explico: estou satisfeita porque a massa fico excelente mesmo, uma delícia. Eu como adoro massa só me apetecia pegar naquilo e comer à javarda.
Por outro lado, fico aborrecida porque um raio de uma máquina faz uma massa melhor do que aquela que eu fazia à mão. Vá-se lá entender.
Mas o propósito era mesmo esse, não é verdade?
Os rissóis ficaram muito bons e estou para já muito satisfeita com o desempenho da Cookii.
O que ela ainda não me ensinou foi a desenhar os rissóis em condições que, como podem ver pela foto, sou uma miséria:
A bem dizer só fiz a massa, porque a carne fiz num tacho à parte e seguindo a minha receita, que adoro e não queria mudar.
Estou satisfeita e aborrecida ao mesmo tempo. Eu explico: estou satisfeita porque a massa fico excelente mesmo, uma delícia. Eu como adoro massa só me apetecia pegar naquilo e comer à javarda.
Por outro lado, fico aborrecida porque um raio de uma máquina faz uma massa melhor do que aquela que eu fazia à mão. Vá-se lá entender.
Mas o propósito era mesmo esse, não é verdade?
Os rissóis ficaram muito bons e estou para já muito satisfeita com o desempenho da Cookii.
O que ela ainda não me ensinou foi a desenhar os rissóis em condições que, como podem ver pela foto, sou uma miséria:
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Do que eu gostava de fazer e o que realmente faço
Mandar à real merda todas as pessoas que não suporto e me azucrinam a cabeça sem motivo.
Em vez disso, ponho o meu melhor sorriso amarelo e tento contrariar a minha falta de jeito para disfarçar os sentimentos.
Aaaaah, como era tão mais feliz.
Em vez disso, ponho o meu melhor sorriso amarelo e tento contrariar a minha falta de jeito para disfarçar os sentimentos.
Aaaaah, como era tão mais feliz.
Mais um brinquedo
Temos mais uma brincadeira em casa.
Umas colunas de som sem fios, que se podem ligar através de Bloothooth, ou de dock station.
Para além do som ser óptimo, e de ser algo que aspirava há algum tempo, digo-vos que dá um jeitaço.
Nós comprámos estas:
http://www.worten.pt/store/inicio/imagem-e-som/audio-portatil/dock-stations/dock-para-ipod-panasonic-sc-hc05eg-k.html
O som é realmente bom e o preço está simpático. Ainda quero comprar outra para colocar noutra divisão da casa, mas essa compra terá de esperar um bom bocado.
Umas colunas de som sem fios, que se podem ligar através de Bloothooth, ou de dock station.
Para além do som ser óptimo, e de ser algo que aspirava há algum tempo, digo-vos que dá um jeitaço.
Nós comprámos estas:
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O som é realmente bom e o preço está simpático. Ainda quero comprar outra para colocar noutra divisão da casa, mas essa compra terá de esperar um bom bocado.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A primeira experiência com a Cookii
Posso desde já relatar-vos a minha primeira experiência com a Cookii.
Como não cheguei cedo e ainda não tinha lido sequer as instruções da máquina, optei por fazer algo mesmo simples, e então fiz um arroz branco com bifes grelhados.
Coloquei menos sal do que o ideal, mas posso dizer-vos que o arroz ficou muito bom, soltinho. A máquina ao início estava a fazer um barulho horrível, logo pensei que não podia ser normal e de facto não era, era o cesto do arroz que estava de lado, e tem de se colocar direito. O erro foi rapidamente corrigido e tudo correu normalmente.
Amanhã pretendo arriscar-me na massa de rissóis.
Como não cheguei cedo e ainda não tinha lido sequer as instruções da máquina, optei por fazer algo mesmo simples, e então fiz um arroz branco com bifes grelhados.
Coloquei menos sal do que o ideal, mas posso dizer-vos que o arroz ficou muito bom, soltinho. A máquina ao início estava a fazer um barulho horrível, logo pensei que não podia ser normal e de facto não era, era o cesto do arroz que estava de lado, e tem de se colocar direito. O erro foi rapidamente corrigido e tudo correu normalmente.
Amanhã pretendo arriscar-me na massa de rissóis.
O Pai Natal este ano chegou mais cedo- Uma Cookii em casa
Pois é, converti-me a um robot de cozinha. Já andava a desejar um há imenso tempo, qual sonho de consumo, mas a bela Bimby, um autêntico Porsche dos robots culinários, estava algo fora do meu alcance. A Yammi do Continente parecia-me uma escolha razoável, na medida em que a tal Chef Express do Pingo Doce tarda em chegar, e as pessoas que exprimentaram, disseram bem da dita. Há inclusivamente um comparativo que acho muito bem feito:
Então ontem lá fomos a uma Worten cheirar a máquina e mais umas brincadeiras que precisamos para o lar.
E eis que nos deparamos com esta máquina, a Cookii. Pertence à marca Flama, que é nacional, e foi lançada há pouquíssimo tempo. Talvez por isso existam muito poucos feedbacks. Após algum tempo a falar com a vendedora e a questionar tudo o que me lembrava, sendo que a rapariga lá me ia respondendo a todas as questões de forma satisfatória, eu e Bomboco decidimos fazer contas e lá optámos por trazê-la connosco.
Ainda não a experimentei, espero fazê-lo logo à noite, mas estou entusiasmada. Era mesmo uma coisa que eu queria ter e agora que tenho acredito que irá fazer mesmo muito jeito.
Não vos posso portanto, para já, dar muitas indicações sobre o seu funcionamento, mas posso transmitir algumas ideias chave que a vendedora me referiu, e que eu também já tinha pesquisado:
- Tem apenas uma lâmina, pelo que ao contrário da Yammi, não temos de trocar de lâmida a meio da confecção.
- Tem três temperaturas de confecção, a Yammi tem mais.
- Segundo a vendedora, os materiais são melhores e mais resistentes do que os da Yammi, sendo que a diferença de 50€ no preço entre as duas deve-se ao maior investimento em publicidade da primeira.
- Tem todas as funções da Bimby, mas, claro, a qualidade dos materiais é inferior, o que é expectável.
O seu preço é de 299€, e espero mesmo que compense, tem tudo para ser uma óptima compra.
Traz consigo um livro de receitas mas não traz balança, é necessário comprar à parte.
E pronto, em linhas gerais é isto, posso ir descrevendo a minha experiência com a máquina à medida que a utilizo.
O que vos posso dizer é que se pretendem mesmo uma Bimby e a podem pagar, comprem a Bimby. Todas as pessoas que a têm e que conheço dizem maravilhas da dita, e é realmente o topo de gama dos robots de cozinha. Mas para quem como eu, pode pagar um Renault ou um Ford, mas não pode pagar o Porsche, acredito que vai muito bem servido com uma destas ou com uma Yammi.
Entretanto as bonitas botas são outro presente há muito desejado.
Confortáveis que só elas.
Pessoas que acordam bem dispostinhas logo pela manhã
Eu não compreendo o vosso entusiasmo matinal. A sério que não.
Nem nunca o vou compreender.
Mas por favor, respeitem quem não partilha desse bonito sentimento e parem de perguntar às 8h da manhã se está tudo bem comigo, que estou com um ar de chateada.
Não, não está tudo bem. São 8h da manhã e estou fora da cama há uma hora, como é que alguma coisa poderia estar bem?
Obrigada, sim?
Nem nunca o vou compreender.
Mas por favor, respeitem quem não partilha desse bonito sentimento e parem de perguntar às 8h da manhã se está tudo bem comigo, que estou com um ar de chateada.
Não, não está tudo bem. São 8h da manhã e estou fora da cama há uma hora, como é que alguma coisa poderia estar bem?
Obrigada, sim?
sábado, 23 de novembro de 2013
Sabemos que o mundo está perdido quando...
Vemos, na fnac, uns paizinhos a comprar um iPhone 5S a um puto que não teria mais do que 13 anos.
Não acham que é um bocadinho exagero? Ou sou só eu?
Não acham que é um bocadinho exagero? Ou sou só eu?
As coisas a que nos sujeitamos
Sujeitamo-nos a uma grande quantidade de coisas durante o dia. Fazemos imensas coisas que não nos dão prazer, fazêmo-las por obrigação.
Coisas mais chatas do que outras, mas em geral, essas tarefas dizem respeito ao quotidiano em relação ao qual não podemos fugir. Ou porque o chefe manda. Ou porque os clientes o exigem. Há sempre gente, no mundo profissional, que nos impele a realizar tarefas que não desejamos.
Outra situação se passa na vida pessoal. Ainda que tenhamos de engolir alguns sapos e fazer coisas de que não gostamos (salta-me já à memória limpar o pó, que é coisa que odeio), acredito que não devemos forçar-nos a estar constantemente a fazer algo que vai contra o que nos apetece fazer.
Eu deixei-me disso há muito tempo. Estar com pessoas com as quais não me apetecia estar, fazer programas que nada acrescentavam para mim... Bolas, mas se já temos de nos sujeitar a tanto no emprego, vamos continuar a martirizar-nos fora dele? A estar com gente que não acrescenta nada? A fazer tarefas inglórias?
Disse que não há algum tempo, mas claro que infelizmente não faço tudo o que quero. Mas posso dizer alegremente que cada vez me liberto mais para ter tempo e disponibilidade para o que na verdade interessa.
E se todos fizéssemos o mesmo, seríamos certamente mais felizes.
Coisas mais chatas do que outras, mas em geral, essas tarefas dizem respeito ao quotidiano em relação ao qual não podemos fugir. Ou porque o chefe manda. Ou porque os clientes o exigem. Há sempre gente, no mundo profissional, que nos impele a realizar tarefas que não desejamos.
Outra situação se passa na vida pessoal. Ainda que tenhamos de engolir alguns sapos e fazer coisas de que não gostamos (salta-me já à memória limpar o pó, que é coisa que odeio), acredito que não devemos forçar-nos a estar constantemente a fazer algo que vai contra o que nos apetece fazer.
Eu deixei-me disso há muito tempo. Estar com pessoas com as quais não me apetecia estar, fazer programas que nada acrescentavam para mim... Bolas, mas se já temos de nos sujeitar a tanto no emprego, vamos continuar a martirizar-nos fora dele? A estar com gente que não acrescenta nada? A fazer tarefas inglórias?
Disse que não há algum tempo, mas claro que infelizmente não faço tudo o que quero. Mas posso dizer alegremente que cada vez me liberto mais para ter tempo e disponibilidade para o que na verdade interessa.
E se todos fizéssemos o mesmo, seríamos certamente mais felizes.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
De como as pessoas são estúpidas e egoístas
Há gente que não deveria ser considerada gente.
Ontem, recebi um ultimato: ou ia buscar um gato a casa de uma mulher, ou ela ia colocá-lo na rua porque "já não dava jeito tê-lo".
A primeira reacção desta pessoa, não foi tentar arranjar um lar para o animal, assumindo que por qualquer motivo de força maior já não podia ficar com ele (ainda que para mim não há praticamente motivo nenhum que me levasse a dar um animal meu, mas adiante...). Não. A primeira reacção desta pessoa foi querer abandonar, pôr na rua, como ela própria disse. Porque "não lhe dava jeito".
E o egoísmo das pessoas é uma coisa que me revolta, a falta de compaixão para com os outros e os animais, nada mais vendo para além do seu próprio umbigo. Para quê tentar arranjar um bom lar para o animal se há voluntários que fazem isso?
Muito mais fácil pôr na rua.
Raios partam as bestas das pessoas.
Ontem, recebi um ultimato: ou ia buscar um gato a casa de uma mulher, ou ela ia colocá-lo na rua porque "já não dava jeito tê-lo".
A primeira reacção desta pessoa, não foi tentar arranjar um lar para o animal, assumindo que por qualquer motivo de força maior já não podia ficar com ele (ainda que para mim não há praticamente motivo nenhum que me levasse a dar um animal meu, mas adiante...). Não. A primeira reacção desta pessoa foi querer abandonar, pôr na rua, como ela própria disse. Porque "não lhe dava jeito".
E o egoísmo das pessoas é uma coisa que me revolta, a falta de compaixão para com os outros e os animais, nada mais vendo para além do seu próprio umbigo. Para quê tentar arranjar um bom lar para o animal se há voluntários que fazem isso?
Muito mais fácil pôr na rua.
Raios partam as bestas das pessoas.
Maravilhas do Facebook
Expliquem-me, a sério, mas expliquem-me mesmo, porque motivo colocam fotos vossas com o mais que tudo e intitulam o álbum de "Amor, Xuxu, Paixão".
Era mesmo isso que eu queria saber e podia dizer então que ficava satisfeita.
Era mesmo isso que eu queria saber e podia dizer então que ficava satisfeita.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Dúvidas que me assolam
Porque motivo é que as pessoas trabalham pouco, ficam ofendidas e chateadas quando aparece um bocadinho mais de trabalho para fazer?
Porque é que os blasers vêm com os bolsos cosidos e o pessoal tem de estar depois a descoser bolsos?
Porque é que alguns carros, ao fazerem uma ultrapassagem, colam-se à faixa onde está o outro carro, passando por ele de forma mesmo muito próxima, que resultaria em acidente se o carro da outra faixa desviasse um pouco que fosse o volante, ainda dentro da sua própria faixa?
Porque é que os croissants engordam?
Só dúvidas, devia ter ido para filosofia.
Porque é que os blasers vêm com os bolsos cosidos e o pessoal tem de estar depois a descoser bolsos?
Porque é que alguns carros, ao fazerem uma ultrapassagem, colam-se à faixa onde está o outro carro, passando por ele de forma mesmo muito próxima, que resultaria em acidente se o carro da outra faixa desviasse um pouco que fosse o volante, ainda dentro da sua própria faixa?
Porque é que os croissants engordam?
Só dúvidas, devia ter ido para filosofia.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A eterna dúvida
Se as meninas deixam de brincar com bonecas quando crescem, porque é que os homens continuam a jogar video-jogo?
Eu sei, eu sei
Que não vos digo nada há um tempo. Os dias têm sido completamente avassaladores e quando chego a casa já não tenho grande paciência para cá vir e escrever um post de jeito.
Os dias têm-me consumido a energia e a noite tem servido para trabalhar mais um bocado e para ver umas séries.
E vocês, está tudo bem desse lado?
Os dias têm-me consumido a energia e a noite tem servido para trabalhar mais um bocado e para ver umas séries.
E vocês, está tudo bem desse lado?
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Então mas isto é assim? A vingança não tarda em chegar
Hoje, depois de hora e meia no trânsito, chego a casa extremamente bem disposta, como devem imaginar. Toda eu era boa disposição que, cansada e com imenso trabalho ainda para fazer, tudo o que eu precisava era de ter ficado 1h30 presa no trânsito.
Como tal, e cheia de fome, apetecia-me jantar algo mais calórico, como por exemplo uns belíssimos bifes de picanha. Ao que, quando proponho esta ementa a Bomboco, o mesmo me diz que não, que tem pouca fome e que prefere antes uma sopinha, que não lhe vão saber bem os bifes.
Mas que raio... Então mas eu fiz mal a alguém? Logo quando me apetecia algo com substância vem aqui o rapaz dizer que o que quer são couves? Ai ai ai que estou a habitua-lo mal.
E pronto, lá está a tal sopa a fazer.
Mas ele que não se preocupe. A vingança serve-se fria, e o excelso Bomboco irá salivar por comida enquanto lhe sirvo uma sopa quentinha num futuro bem próximo.
Como tal, e cheia de fome, apetecia-me jantar algo mais calórico, como por exemplo uns belíssimos bifes de picanha. Ao que, quando proponho esta ementa a Bomboco, o mesmo me diz que não, que tem pouca fome e que prefere antes uma sopinha, que não lhe vão saber bem os bifes.
Mas que raio... Então mas eu fiz mal a alguém? Logo quando me apetecia algo com substância vem aqui o rapaz dizer que o que quer são couves? Ai ai ai que estou a habitua-lo mal.
E pronto, lá está a tal sopa a fazer.
Mas ele que não se preocupe. A vingança serve-se fria, e o excelso Bomboco irá salivar por comida enquanto lhe sirvo uma sopa quentinha num futuro bem próximo.
Digam-me, vocês que percebem de sapatos
Onde é que eu posso comprar uns botins pretos e/ou camel, bonitos, de qualidade, confortáveis, e que não me custem os olhos da cara?
Estou urgentemente a precisar de botins. Com a chegada em definitivo da chuva, reparo que praticamente não tenho calçado de Inverno. Só tenho mocassins e botas de cano alto (o que sim, dá para o Inverno, mas não dá para usar com fatos). Por isso ajudem-me lá que estou completamente sem ideias.
Grata.
Estou urgentemente a precisar de botins. Com a chegada em definitivo da chuva, reparo que praticamente não tenho calçado de Inverno. Só tenho mocassins e botas de cano alto (o que sim, dá para o Inverno, mas não dá para usar com fatos). Por isso ajudem-me lá que estou completamente sem ideias.
Grata.
Constatação da realidade
Agora que estou mais magra, os homens olham mais para mim nas ruas, restaurantes, etc.
Contudo, hoje, ao almoçar com 4 colegas de trabalho do sexo masculino, eles comentavam que apesar da excessiva magreza da funcionária do restaurante, a mesma "também marchava".
Constato que mais ou menos gorda, para alguns homens, não importa, tudo o que vier à rede é peixe.
Contudo, hoje, ao almoçar com 4 colegas de trabalho do sexo masculino, eles comentavam que apesar da excessiva magreza da funcionária do restaurante, a mesma "também marchava".
Constato que mais ou menos gorda, para alguns homens, não importa, tudo o que vier à rede é peixe.
Sabem aqueles dias em que não vos apetece fazer nada?
Pois. Estou num desses dias.
O pior é que o que fazer não falta!
Pergunto-me, que agora já chego tão cansada ao final do dia, como será quando tiver um filho.
Não sei como algumas pessoas aguentam.
O pior é que o que fazer não falta!
Pergunto-me, que agora já chego tão cansada ao final do dia, como será quando tiver um filho.
Não sei como algumas pessoas aguentam.
domingo, 3 de novembro de 2013
Jim Caviezel rapaz, estás com bom ar
Estou completamente colada na série Person of Interest, onde entra o meu amigo Jim Cavizel. Sempre lhe achei alguma piada, apesar de já não ser novo. Mas lá está, até dizem que os homens querem-se é maduros, não é?
Bem, dizia eu que o Jim está com muito bom ar, ora confiram:
Bem, dizia eu que o Jim está com muito bom ar, ora confiram:
Não querendo ser mázinha, ele é bem mais giro do que a sua esposa, contudo, a senhora à beira dele até fica mais favorecida. Quem não ficava, não é verdade?
Do X factor
Acho que há gente que não canta um boi e passa.
Acho que há gente que canta mais ou menos e não passa.
Porquê, não sei.
O que sei é que me chateia a vitimização e o drama que fazem em redor de alguns concorrentes.
É enjoativo, pronto.
Também não gosto nada daquela atitude que alguns miúdos e miúdas têm, de que são os melhores da rua deles. Aliás, pensando nisso reparo que a geração mais nova, a imediatamente anterior à minha, tem muito essa forma de pensar, estão constantemente a auto elogiar-se, a auto promover-se... Enfim, deve ser defeito de fabrico.
Acho que há gente que canta mais ou menos e não passa.
Porquê, não sei.
O que sei é que me chateia a vitimização e o drama que fazem em redor de alguns concorrentes.
É enjoativo, pronto.
Também não gosto nada daquela atitude que alguns miúdos e miúdas têm, de que são os melhores da rua deles. Aliás, pensando nisso reparo que a geração mais nova, a imediatamente anterior à minha, tem muito essa forma de pensar, estão constantemente a auto elogiar-se, a auto promover-se... Enfim, deve ser defeito de fabrico.
Já encomendei o meu vestido
E perdi o amor a umas centenas de euros.
Caraças que isto não é fácil. Nem barato!
Segue-se agora a busca por um colar bonito e que assente perfeitamente naquele vestido.
Caraças que isto não é fácil. Nem barato!
Segue-se agora a busca por um colar bonito e que assente perfeitamente naquele vestido.
Isto de não ter acesso à Internet é mesmo uma chatice
Que o estaminé está parado, mas pronto, por agora estou aqui.
Pelo menos enquanto houver internet.
Pelo menos enquanto houver internet.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Eu concordo com a lei da Assunção Cristas
Para casos em que é óbvio que os animais não se encontram em condições mínimas sanitárias e de subsistência.
Aliás, acho que a lei deveria ser extensível a ter criancinhas. Não concordo nada que os ciganos possam ter os filhos que lhes apetecer e eu não possa ter os cães que bem entenda.
Se é para haver limites, então que sejam coerentes.
Aliás, acho que a lei deveria ser extensível a ter criancinhas. Não concordo nada que os ciganos possam ter os filhos que lhes apetecer e eu não possa ter os cães que bem entenda.
Se é para haver limites, então que sejam coerentes.
Tratar o perigo por tu
Velhote de idade avançada, de bicicleta, à noite, sem luzes ou colete reflector, a entrar em contramão pela saída dos carros do shopping, mesmo no meio da faixa.
Tantas coisas para vos dizer
E eu sem Internet durante o dia, sem grande paciência para ligar o pc quando chego a casa e ter de responder a emails, actualizar coisas, etc.
E só me apetece é ver séries policiais, estar com o meu Bomboco e mimar o meu gato.
E só me apetece é ver séries policiais, estar com o meu Bomboco e mimar o meu gato.
Ahhhh como eu gosto de um bom guninha
Centro comercial. Vários lugares livres no parque interior, não pago.
Dois lugares à porta das escadas rolantes, reservados para pessoas com deficiência motora. Jovem guna chega a acelerar com o seu bólide fiat punto quitado, estaciona num dos lugares dos deficientes, e sai do carro com toda a sua pinta de bad boy, cabelo lavado em azeite e boné pousado na cabeça.
Porém, ele tem razão. Não há motivo nenhum para que apenas os deficientes motores tenham direito a lugares à porta dos sítios.
Os deficientes cognitivos também têm direitos!
Ahhh como eu gosto de um bom guninha.
Segurei-me para não lhe ir pedir o número de telefone. Acham que fiz mal e deveria ter arriscado?
Dois lugares à porta das escadas rolantes, reservados para pessoas com deficiência motora. Jovem guna chega a acelerar com o seu bólide fiat punto quitado, estaciona num dos lugares dos deficientes, e sai do carro com toda a sua pinta de bad boy, cabelo lavado em azeite e boné pousado na cabeça.
Porém, ele tem razão. Não há motivo nenhum para que apenas os deficientes motores tenham direito a lugares à porta dos sítios.
Os deficientes cognitivos também têm direitos!
Ahhh como eu gosto de um bom guninha.
Segurei-me para não lhe ir pedir o número de telefone. Acham que fiz mal e deveria ter arriscado?
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Ainda não foi no sábado
Que fui encomendar o vestido de noiva.
Uma amiga minha que ficou de ir comigo, à última da hora não pôde e pediu-me para adiar para o próximo.
Vamos lá ver se é já no próximo sábado o derradeiro "Say Yes to The Dress".
Uma amiga minha que ficou de ir comigo, à última da hora não pôde e pediu-me para adiar para o próximo.
Vamos lá ver se é já no próximo sábado o derradeiro "Say Yes to The Dress".
Ahhh, aqueles enganos bonitos relativos à mudança da hora
Ontem à noite pus o relógio a despertar como sempre faço antes de me deitar. Marquei para as 8h.
Hoje, eis que o dito cumpre a sua função à hora marcada. Adio-o por 10 minutos. Depois, volto a adiá-lo por mais 5minutos.
Quando finalmente me levanto, estranho Bomboco ainda estar em sono profundo e encaminho-me para a casa de banho quando percebo que eram 7 e pouco da manhã... Ou seja, eu ainda não tinha acertado o relógio e tinha-o posto a despertar para uma hora mais cedo do que o necessário.
Que maravilha.
Volto para a cama, e quando finalmente começo novamente a adormecer... O dito desperta mas dessa feita, na hora certa.
Ahhhh que bonito engano hein? Logo eu que tenho um óptimo humor logo pela manhã. Not.
Hoje, eis que o dito cumpre a sua função à hora marcada. Adio-o por 10 minutos. Depois, volto a adiá-lo por mais 5minutos.
Quando finalmente me levanto, estranho Bomboco ainda estar em sono profundo e encaminho-me para a casa de banho quando percebo que eram 7 e pouco da manhã... Ou seja, eu ainda não tinha acertado o relógio e tinha-o posto a despertar para uma hora mais cedo do que o necessário.
Que maravilha.
Volto para a cama, e quando finalmente começo novamente a adormecer... O dito desperta mas dessa feita, na hora certa.
Ahhhh que bonito engano hein? Logo eu que tenho um óptimo humor logo pela manhã. Not.
sábado, 26 de outubro de 2013
Da arrogância
Quando se chega a um novo emprego, há sempre uma adaptação necessária, uma curva de aprendizagem a percorrer. E cabe aos colegas mais experientes ajudar nessa aprendizagem. A questão coloca-se quando quem vem para aprender, se manifesta demasiado arrogante ou senhor do seu nariz. Afinal, a pessoa já sabe tudo, para quê ouvir o que a outra tem a dizer? Se os senhores da razão decidem que não querem ouvir o outro, para quê argumentar?
O problema põe-se quando quem tem a responsabilidade é precisamente o outro, o tal mais experiente, que depois arca com as culpas e com o trabalho por fazer.
Ups, e afinal depois a tal pessoa que sabia tudo, passado 5minutos, já está a perguntar outra vez a mesma coisa
O problema põe-se quando quem tem a responsabilidade é precisamente o outro, o tal mais experiente, que depois arca com as culpas e com o trabalho por fazer.
Ups, e afinal depois a tal pessoa que sabia tudo, passado 5minutos, já está a perguntar outra vez a mesma coisa
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Baby steps
Hoje, vesti uma camisa e umas calças de cinta subida, com a camisa por dentro das mesmas, e, pasme-se, não pareço um elefante enfiado num espartilho.
Estou a ficar mais elegante, sem tanto volume.
Quando me custa ir aos treinos, e acreditem que mesmo quando se gosta, custa, porque não é nada agradável ter de ir puxar pelo corpo depois de um looongo dia de trabalho, é nisto que eu penso para me motivar.
Ficar mais elegante sem ter de deixar de comer.
Hoje estas calças, amanhã as 38.
Baby steps.
Estou a ficar mais elegante, sem tanto volume.
Quando me custa ir aos treinos, e acreditem que mesmo quando se gosta, custa, porque não é nada agradável ter de ir puxar pelo corpo depois de um looongo dia de trabalho, é nisto que eu penso para me motivar.
Ficar mais elegante sem ter de deixar de comer.
Hoje estas calças, amanhã as 38.
Baby steps.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Ainda sobre vestidos de noiva e afins
Pois que numa das lojas a que fui, estava uma jovem moça, muito roliça (forte mesmo, a rapariga), que só experimentava vestidos de noiva com corte de sereia. Eu lá pensava que aquilo não era coisa para lhe ficar bem, mas ela dizia que queria desses. Experimentou, eu cheguei a vislumbrá-la com alguns.
Mas do que ela gostou mesmo, foi de um vestido corte de sereia com transparências, rendas e cetim.
Não posso dizer que o vestido lhe ficasse bem. A funcionária que a atendia ia esboçando sorrisos e perguntando se ela queria ver mais alguma coisa.
Ela, firme, disse que não. Que queria aquele.
Fiquei na dúvida se a rapariga não se apercebeu que aquele corte não era o que mais a favorecia, ou se tem uma auto-estima do caraças.
Mas do que ela gostou mesmo, foi de um vestido corte de sereia com transparências, rendas e cetim.
Não posso dizer que o vestido lhe ficasse bem. A funcionária que a atendia ia esboçando sorrisos e perguntando se ela queria ver mais alguma coisa.
Ela, firme, disse que não. Que queria aquele.
Fiquei na dúvida se a rapariga não se apercebeu que aquele corte não era o que mais a favorecia, ou se tem uma auto-estima do caraças.
I said "Yes to The Dress"- Cenas de um casamento
Acho que disse que sim ao vestido.
No passado sábado lá fui eu e 4 mulheres experimentar vestidos. Grupo muito opinativo, todas com gostos muito diferentes. Eu vesti inúmeros vestidos porque as senhoras não se cansavam de ver. Fomos a 5 lojas, experimentei vários vestidos mesmo. De vários estilos.
Na última loja, ao fim da tarde, após me terem feito experimentar um monte deles, eu ainda não estava satisfeita. E não estava porque apesar de ter encontrado nessa loja, um vestido que me ficava bem, não era aquele. Não era. Experimentei alguns que me ficavam bem, mas nenhum deles era a minha cara. Havia um que eu gostei mesmo e até ponderei mandar fazer.
Depois de toda aquela maratona, eu pensava que iria acabar por comprá-lo, porque realmente gostava dele, e também porque não gostava em especial de mais nenhum.
Pois bem, quando estávamos na tal loja, eu já vestida e decidida a comprar outro vestido, a rapariga que me estava a atender, tal e qual Kleinfeld em que elas levam os vestidos que seleccionam para as noivas, aparece com um último vestido. Eu fiquei de todas as cores. Não queria mesmo ter de experimentar mais nada. Estava desesperada, cansada, e um pouco frustrada (sim, nunca encontrei o tal vestido que coloquei aqui no blog).
A comitiva feminina insistiu que se fartou e eu lá o experimentei. E ao início, toda a gente gostava mais de um anterior que eu tinha experimentado. Toda a gente menos eu, que me apaixonei logo pelo que estava a vestir.
Comecei a sorrir, soltei o cabelo, e a minha madrinha diz "anda aí um pouco com ele", eu andei e ela diz logo de seguida "vocês podem gostar mais do outro, que é mais pipi etc., mas este é mesmo a cara dela". E é.
O raio do vestido tem tudo a ver comigo. O outro que eu gosto, sendo muito bonito também e fora do normal, é muito "certinho", coisa que este não é. Este é meio extravagante mas sem exageros, como eu. Moderno. Irreverente. E a cor! A cor é de um pérola lindo, que me favorece muito mais do que um branco deslavado.
Vim para casa pensar.
Ontem pensei e decidi. Alias, Bomboco só perguntava porque é que eu ainda não tinha decidido, se realmente as minhas palavras eram que este tal vestido tem tudo a ver comigo.
E não, felizmente o preço não é impeditivo. Não sendo muito barato (é superior a 700€), também não é um exagero de dinheiro.
Acho que é perfeito. Tudo. O design, a cor, o preço...
E por isso, acho que disse sim ao vestido.
No próximo sábado lá vou eu outra vez para tirar medidas e tratar da burocracia.
No passado sábado lá fui eu e 4 mulheres experimentar vestidos. Grupo muito opinativo, todas com gostos muito diferentes. Eu vesti inúmeros vestidos porque as senhoras não se cansavam de ver. Fomos a 5 lojas, experimentei vários vestidos mesmo. De vários estilos.
Na última loja, ao fim da tarde, após me terem feito experimentar um monte deles, eu ainda não estava satisfeita. E não estava porque apesar de ter encontrado nessa loja, um vestido que me ficava bem, não era aquele. Não era. Experimentei alguns que me ficavam bem, mas nenhum deles era a minha cara. Havia um que eu gostei mesmo e até ponderei mandar fazer.
Depois de toda aquela maratona, eu pensava que iria acabar por comprá-lo, porque realmente gostava dele, e também porque não gostava em especial de mais nenhum.
Pois bem, quando estávamos na tal loja, eu já vestida e decidida a comprar outro vestido, a rapariga que me estava a atender, tal e qual Kleinfeld em que elas levam os vestidos que seleccionam para as noivas, aparece com um último vestido. Eu fiquei de todas as cores. Não queria mesmo ter de experimentar mais nada. Estava desesperada, cansada, e um pouco frustrada (sim, nunca encontrei o tal vestido que coloquei aqui no blog).
A comitiva feminina insistiu que se fartou e eu lá o experimentei. E ao início, toda a gente gostava mais de um anterior que eu tinha experimentado. Toda a gente menos eu, que me apaixonei logo pelo que estava a vestir.
Comecei a sorrir, soltei o cabelo, e a minha madrinha diz "anda aí um pouco com ele", eu andei e ela diz logo de seguida "vocês podem gostar mais do outro, que é mais pipi etc., mas este é mesmo a cara dela". E é.
O raio do vestido tem tudo a ver comigo. O outro que eu gosto, sendo muito bonito também e fora do normal, é muito "certinho", coisa que este não é. Este é meio extravagante mas sem exageros, como eu. Moderno. Irreverente. E a cor! A cor é de um pérola lindo, que me favorece muito mais do que um branco deslavado.
Vim para casa pensar.
Ontem pensei e decidi. Alias, Bomboco só perguntava porque é que eu ainda não tinha decidido, se realmente as minhas palavras eram que este tal vestido tem tudo a ver comigo.
E não, felizmente o preço não é impeditivo. Não sendo muito barato (é superior a 700€), também não é um exagero de dinheiro.
Acho que é perfeito. Tudo. O design, a cor, o preço...
E por isso, acho que disse sim ao vestido.
No próximo sábado lá vou eu outra vez para tirar medidas e tratar da burocracia.
Estou aqui, não morri
Esta ausência forçada também está a ser difícil para mim.
Dias muito preenchidos.
Mas vou tentar dar mais atenção aqui ao estaminé e prometo por-vos a par das novidades.
Dias muito preenchidos.
Mas vou tentar dar mais atenção aqui ao estaminé e prometo por-vos a par das novidades.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Das pessoas amargas
Há por aqui uma pessoa, na empresa onde estou a prestar serviços, que se nota que é uma pessoa amarga. A senhora, de meia idade e pouco dada a simpatias, piora sempre que estou por cá. Porque efectivamente a minha presença lhe traz um acréscimo de trabalho, o que a senhora não deve apreciar. Contudo, refira-se que esse acréscimo é de tal ordem que não impede que ela desligue o seu pc às 17h58, tendo em conta que sai às 18h. Ora, dizia eu que se nota que a senhora é amarga. Não apenas pela falta de simpatia que demonstra, mas sobretudo pelos olhares aterrorizadores que me lança, culpando-me do seu aumento de trabalho e sei lá mais o quê.
E falar com ela? Meu Deus, o cabo dos trabalhos.
Eu até entendo que a senhora me veja como um empecilho, mas daí a ser totalmente desagradável, não havia necessidade. Digo eu.
E falar com ela? Meu Deus, o cabo dos trabalhos.
Eu até entendo que a senhora me veja como um empecilho, mas daí a ser totalmente desagradável, não havia necessidade. Digo eu.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Arre, que é irritante!
Há trabalhos em que uma pessoa fica com a cabeça em água. Ao fim do dia, a cabeça está num tal estado lastimável que parece que nem conseguimos pensar.
E porquê? Porque a par de um trabalho extremamente exigente, tenho de levar com pessoas que, ainda que não sendo más pessoas (pelo contrário), e não tenham más intenções, são muitas vezes irritantes e impossíveis de aturar. Não sei como as pessoas esperam que haja concentração para fazer o que seja, quando os nossos coleguinhas estão a rir, a emitir sons, a assobiar, cantar, dizer asneiras... E a falar alto, claro. Pessoas cuja idade mental está bem abaixo da real. E só sabem "portar-se bem" quando estão perante uma figura hierarquicamente superior, ou perante terceiros.
Não aguento. Há dias em que consigo ter mais paciência.
Hoje não é um desses dias.
E porquê? Porque a par de um trabalho extremamente exigente, tenho de levar com pessoas que, ainda que não sendo más pessoas (pelo contrário), e não tenham más intenções, são muitas vezes irritantes e impossíveis de aturar. Não sei como as pessoas esperam que haja concentração para fazer o que seja, quando os nossos coleguinhas estão a rir, a emitir sons, a assobiar, cantar, dizer asneiras... E a falar alto, claro. Pessoas cuja idade mental está bem abaixo da real. E só sabem "portar-se bem" quando estão perante uma figura hierarquicamente superior, ou perante terceiros.
Não aguento. Há dias em que consigo ter mais paciência.
Hoje não é um desses dias.
Que sorte
No mesmo dia, rachei um bocadinho o meu anel de noivado (ficou com uma marca porque caiu ao chão), fiquem sem um médio do meu carro, e descobri que tenho de mudar de pneus.
Que sonho.
Já sei, já sei, há sempre quem diga que podia ser pior.
Mas caraças, também podia ser melhor, aquele totalista dos 50 milhões de euros do euromilhões poderia ter sido eu, mas infelizmente não fui.
Que sonho.
Já sei, já sei, há sempre quem diga que podia ser pior.
Mas caraças, também podia ser melhor, aquele totalista dos 50 milhões de euros do euromilhões poderia ter sido eu, mas infelizmente não fui.
Até faz bem à saúde
Na empresa onde vim prestar um serviço, trabalha um rapaz bem giro (aliás, trabalham vários, mas não é esse o ponto). O que quero dizer é que o tal rapaz bem giro é igualmente simpático, e volta e meia mete-se comigo. Nunca lhe dei muita conversa que sou uma mulher séria e comprometida, mas que faz bem à saúde saber certos espécimes interessantes do sexo masculino nos acham piada, lá isso faz.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Irritações
Irritam-me profundamente as pessoas que estão constantemente a por em causa tudo o que as outras dizem. Parece que temos de estar constantemente a provar a veracidade do que dizemos e isso irrita-me, não fôssemos todos inocentes até prova em contrário.
Irritam-me também aquelas pessoas que falam tão mas tão alto, que parece que estão a falar para uma pessoa a 2km, quando na verdade o alvo do diálogo está a 1m.
E ao telefone? Essas pessoas conseguem ainda falar mais alto.
Irritam-me as pessoas que estão sempre a perguntar as mesmas coisas, minuto após minuto. Uma coisa é ter memória fraca, outra bem diferente é fazer dos outros criados.
Também me irritam as pessoas cujo lema de vida é "façam o que eu digo, não façam o que eu faço". Estão sempre a cobrar cobrar cobrar, mas na hora da verdade e fazer, nem pensar.
Irritam-me também aquelas pessoas que falam tão mas tão alto, que parece que estão a falar para uma pessoa a 2km, quando na verdade o alvo do diálogo está a 1m.
E ao telefone? Essas pessoas conseguem ainda falar mais alto.
Irritam-me as pessoas que estão sempre a perguntar as mesmas coisas, minuto após minuto. Uma coisa é ter memória fraca, outra bem diferente é fazer dos outros criados.
Também me irritam as pessoas cujo lema de vida é "façam o que eu digo, não façam o que eu faço". Estão sempre a cobrar cobrar cobrar, mas na hora da verdade e fazer, nem pensar.
Último recurso
O tal vestido existe em Espanha, mas longe como tudo.
Primeiro vou ver o que de parecido aqui há.
Espanha como último recurso.
Primeiro vou ver o que de parecido aqui há.
Espanha como último recurso.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
E quando eu penso que Bomboco não liga nada a dramas existenciais e palermas de uma noiva...
Eis que o rapaz me diz que, se gosto mesmo do vestido, e que se ele existir em Espanha, que devíamos lá ir para eu o experimentar.
Realmente eu só me poderia casar com ele e mais ninguém.
Realmente eu só me poderia casar com ele e mais ninguém.
Cenas de um casamento- O tal vestido
O vestido que eu queria experimentar, é este:
É da marca Luna Novias. O problema é que acabei agora de saber que em Portugal, este vestido não existe.
Que bom. Porque é que só gosto das coisas impossíveis?
Que começo de dia maravilhoso... Not
Então hoje levanto-me bem cedo para ter tempo para tomar um banho, lavar o cabelo, secar, maquilhar-me, e ainda tomar o pequeno-almoço com o meu Bomboco. Levanto-me a muito custo, é certo, mas ao menos fico com tempo para tudo o que queria fazer de manhã. Pensei eu.
Abro a torneira do chuveiro e nada, só água fria. Lá vou eu de toalha enrolada à marquise para reiniciar o esquentador. Volto à casa de banho, ligo a água, e esta continua gelada. Repito o processo por 3 vezes. Começo a ficar seriamente chateada e cheia de frio. Até que percebi que a chama do esquentador estava a apagar. Solução? Dei um murrinho no esquentador e a chama lá fixou.
No entanto, com esta brincadeira toda atrasei-me em 20m, cheguei 5m atrasada ao emprego, e não tomei pequeno-almoço.
Que maravilha.
Abro a torneira do chuveiro e nada, só água fria. Lá vou eu de toalha enrolada à marquise para reiniciar o esquentador. Volto à casa de banho, ligo a água, e esta continua gelada. Repito o processo por 3 vezes. Começo a ficar seriamente chateada e cheia de frio. Até que percebi que a chama do esquentador estava a apagar. Solução? Dei um murrinho no esquentador e a chama lá fixou.
No entanto, com esta brincadeira toda atrasei-me em 20m, cheguei 5m atrasada ao emprego, e não tomei pequeno-almoço.
Que maravilha.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Cenas de um casamento- Em busca do vestido selvagem
Sim, é mesmo de um vestido e não de um carneiro.
O vestido que procuro é um vestido de noiva de uma marca espanhola, que 3 lojas comercializam no grande Porto, e que, até ver, nenhuma delas o tem.
E sendo que faltam menos de 7 meses para o casamento, tenho mesmo de me apressar. O problema é que eu já sei como sou, e sei que enquanto não experimentar o tal vestido de que gostei, vai ser muito complicado comprometer-me com outro porque terei sempre aquele no pensamento.
Que chatice.
O vestido que procuro é um vestido de noiva de uma marca espanhola, que 3 lojas comercializam no grande Porto, e que, até ver, nenhuma delas o tem.
E sendo que faltam menos de 7 meses para o casamento, tenho mesmo de me apressar. O problema é que eu já sei como sou, e sei que enquanto não experimentar o tal vestido de que gostei, vai ser muito complicado comprometer-me com outro porque terei sempre aquele no pensamento.
Que chatice.
A lata de algumas pessoas consegue sempre surpreender-me
Aquelas pessoas que exigem mundos e fundos, que é preciso fazer isto e aquilo, chutam trabalho para os outros, e depois passam o dia no café, a ler o jornal, e a ver o Facebook.
Fico muitas vezes surpreendida com aquilo a que as pessoas dão valor
Um senhor, na casa dos 45/50 anos, gabava-se perante mim, de ter o 9.º ano de escolaridade e ganhar o triplo do meu salário. Que, segundo ele, era mais do que justo, porque "a juventude de hoje em dia não sabe nada e acha que por ter um curso superior sabe mais do que ele". Diga-se que eu não referi absolutamente nada sobre a situação do senhor, e muito menos insinuei que as pessoas da minha geração que são licenciadas, sabem mais do que ele que não é.
A conversa surgiu nesse sentido, e o senhor achou que era superior a mim, e que fez mais pela vida, porque efectivamente eu é que fui burra, porque andei a estudar tantos anos, e ele com o 9.º ano ganha bem mais do que eu. Pronto. Bom para si, foi o que lhe disse.
O que este senhor e outros não percebem, é que as oportunidades disponíveis para os tais jovens licenciados que não sabem nada da vida, não são hoje o que eram no tempo dele. E que ao contrário do nosso, o salário dele é intocável, porque em caso de problemas, ele é dos últimos a sair.
Não percebem, nem querem perceber ou dar valor.
É mais fácil simplesmente criticar a geração anterior.
A conversa surgiu nesse sentido, e o senhor achou que era superior a mim, e que fez mais pela vida, porque efectivamente eu é que fui burra, porque andei a estudar tantos anos, e ele com o 9.º ano ganha bem mais do que eu. Pronto. Bom para si, foi o que lhe disse.
O que este senhor e outros não percebem, é que as oportunidades disponíveis para os tais jovens licenciados que não sabem nada da vida, não são hoje o que eram no tempo dele. E que ao contrário do nosso, o salário dele é intocável, porque em caso de problemas, ele é dos últimos a sair.
Não percebem, nem querem perceber ou dar valor.
É mais fácil simplesmente criticar a geração anterior.
Isto do cansaço...
Sem querer, eliminei os últimos 4 comentários do meu blog.
Peço as mais sinceras desculpas aos meus leitores.
Peço as mais sinceras desculpas aos meus leitores.
domingo, 13 de outubro de 2013
Aborrecida
Para o próximo fim-de-semana está marcada a degustação do menu da quinta onde vou casar. Podemos levar 4 pessoas. Bomboco leva os pais e eu levo os meus padrinhos. Ou melhor, levava. Porque infelizmente o meu padrinho vai ter de fazer uma viagem de negócios ao estrangeiro e portanto não poderá estar presente. Estou aborrecida. Eu sei que não é nada de mais, ele fartou-se de pedir desculpas coitado, também se sente mal em faltar, mas obviamente que a decisão da viagem foi tomada pelos seus superiores e ele tem é de comer e calar. A questão é que isto está marcado há tanto tempo, andávamos há tanto tempo a fazer planos e... Agora ele não pode.
Por isso não sei quem vou levar para acompanhar a minha madrinha.
Certamente irá correr tudo bem e toda a gente se vai divertir. Mas gostava mesmo que ele fosse. E ele gostava de ir. Enfim, é aborrecido.
Outro drama é a questão da prova dos vestidos de noiva. Combinei com a minha madrinha para no próximo sábado irmos ver, mas ela só pode à tarde. A minha tia não me pareceu muito interessada em ir e eu sempre pensei que ela fizesse questão em ir.
Entretanto outras pessoas disseram-me que queriam ir, mas acho que nestas coisas quanto menos pessoas e mais importantes forem as pessoas presentes, melhor, caso contrário causa-se mais ruído do que outra coisa qualquer. E se há coisa de que não estou a precisar agora é de ruído.
Por isso não sei quem vou levar para acompanhar a minha madrinha.
Certamente irá correr tudo bem e toda a gente se vai divertir. Mas gostava mesmo que ele fosse. E ele gostava de ir. Enfim, é aborrecido.
Outro drama é a questão da prova dos vestidos de noiva. Combinei com a minha madrinha para no próximo sábado irmos ver, mas ela só pode à tarde. A minha tia não me pareceu muito interessada em ir e eu sempre pensei que ela fizesse questão em ir.
Entretanto outras pessoas disseram-me que queriam ir, mas acho que nestas coisas quanto menos pessoas e mais importantes forem as pessoas presentes, melhor, caso contrário causa-se mais ruído do que outra coisa qualquer. E se há coisa de que não estou a precisar agora é de ruído.
Dos dias difíceis
Caramba, tenho tido dias que não lembram a ninguém.
Muito que fazer, trabalho a abarrotar, as responsabilidades crescem e o salário diminui, não percebo esta relação de proporcionalidade inversa.
Não tenho tido tempo para nada, e quando tenho, tudo o que quero é descansar e não pensar em nada.
Há fases assim, suponho.
As pessoas do meu círculo andam todas a trabalhar demais. Andam sem tempo. Sem paciência. Eu compreendo.
Cada vez mais se torna claro para mim que somos nós e aquela outra pessoa com quem escolhemos compartilhar tudo. Ando cansada, por mais que durma não é suficiente.
Ai... Posso ter férias outra vez?
Muito que fazer, trabalho a abarrotar, as responsabilidades crescem e o salário diminui, não percebo esta relação de proporcionalidade inversa.
Não tenho tido tempo para nada, e quando tenho, tudo o que quero é descansar e não pensar em nada.
Há fases assim, suponho.
As pessoas do meu círculo andam todas a trabalhar demais. Andam sem tempo. Sem paciência. Eu compreendo.
Cada vez mais se torna claro para mim que somos nós e aquela outra pessoa com quem escolhemos compartilhar tudo. Ando cansada, por mais que durma não é suficiente.
Ai... Posso ter férias outra vez?
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Destas dúvidas que me assolam
Gostava mesmo de perceber o racional que conduz alguém a achar que o trabalho de uma semana se faz em dois dias partindo do princípio que a pessoa tem de comer, dormir e deslocar-se. É que ainda não cheguei lá.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Ou é isso ou é masoquismo
Depois de um dia super difícil, cheio de coisas para fazer, cabeça completamente em água... Fui aos treinos, sendo que o novo treinador puxa pela equipa como se não houvesse amanhã.
Quando já estávamos todas a arfar, diz uma delas "bem, vamos pensar positivo, ao menos com todo este exercício podemos comer!". É mesmo isso. Eu faço exercício por dois motivos: porque gosto do desporto que pratico e... porque assim fico com mais margem para comer!
Vejo que não sou a única a pensar assim!
Quando já estávamos todas a arfar, diz uma delas "bem, vamos pensar positivo, ao menos com todo este exercício podemos comer!". É mesmo isso. Eu faço exercício por dois motivos: porque gosto do desporto que pratico e... porque assim fico com mais margem para comer!
Vejo que não sou a única a pensar assim!
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Que puto de nojo
Que estas notícias me metem. Mas assim um nojo incomportável.
Aaaahhh, como eu queria ser um Dexter desta vida e arrepiar caminho a todos estes pedófilos nojentos.
Talvez por ter sofrido inúmeras perturbações sexuais por parte de homens grande parte idosos, na minha infância (felizmente nunca ao ponto de violações, mas apalpões indesejados e comentários, partes indesejadas, tudo isso existiu em determinado ponto da minha vida), não vou muito à bola com velhos. Não sei, tenho ali sempre o pé atrás da desconfiança, um certo pudor, e parece que os cheiro à distância e afasto-me dos potencialmente nojentos.
E pronto, eu passo-me com estas notícias e passo-me ainda mais por perceber que a estes seres nojentos é muitas vezes aplicada a pena de coacção mínima, neste caso, termo de identidade e residência, e não consigo perceber como é que um velho abusador de crianças pode andar por aí à solta para, se bem lhe apetecer, continuar a cometer os mesmos crimes e estar como bem e lhe apetece, a respirar o mesmo ar que a restante população que não cometeu crime nenhum e não merece ser importunada pela presença deste tipo de asco.
Não percebo. Senhores do constitucional, algo a acrescentar?
Aaaahhh, como eu queria ser um Dexter desta vida e arrepiar caminho a todos estes pedófilos nojentos.
Talvez por ter sofrido inúmeras perturbações sexuais por parte de homens grande parte idosos, na minha infância (felizmente nunca ao ponto de violações, mas apalpões indesejados e comentários, partes indesejadas, tudo isso existiu em determinado ponto da minha vida), não vou muito à bola com velhos. Não sei, tenho ali sempre o pé atrás da desconfiança, um certo pudor, e parece que os cheiro à distância e afasto-me dos potencialmente nojentos.
E pronto, eu passo-me com estas notícias e passo-me ainda mais por perceber que a estes seres nojentos é muitas vezes aplicada a pena de coacção mínima, neste caso, termo de identidade e residência, e não consigo perceber como é que um velho abusador de crianças pode andar por aí à solta para, se bem lhe apetecer, continuar a cometer os mesmos crimes e estar como bem e lhe apetece, a respirar o mesmo ar que a restante população que não cometeu crime nenhum e não merece ser importunada pela presença deste tipo de asco.
Não percebo. Senhores do constitucional, algo a acrescentar?
Eu não digo que ou é 8 ou é 80?
Nestes últimos dias, o meu telefone não tem estado parado mais de 5m seguidos.
Arre, que é tudo de uma vez.
Arre, que é tudo de uma vez.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Incongruências várias
- Nunca irei conseguir explicar porque motivo gosto de pão escuro e estaladiço, e gosto dos croissants moles e brancos.
- Não gosto de Rihannas, Katy Perrys e afins. Mas gosto de música pimba portuguesa e da Britney Spears. Vá-se lá entender.
- Não gosto de me ver com vestidos cai cai, mas gosto de ver nas outras pessoas.
- Gosto de computadores brancos, telemóveis brancos, carros brancos. Mas a minha cor favorita é o preto.
- Não gosto de crianças birrentas e não tenho muita paciência para crianças em geral. Mas quero muito ter filhos e acho que vou ser uma boa mãe.
- Sou preguiçosa e adoro não fazer nada. Mas ao mesmo tempo adoro desportos colectivos e faço sempre que posso.
Sou completamente paradoxal.
- Não gosto de Rihannas, Katy Perrys e afins. Mas gosto de música pimba portuguesa e da Britney Spears. Vá-se lá entender.
- Não gosto de me ver com vestidos cai cai, mas gosto de ver nas outras pessoas.
- Gosto de computadores brancos, telemóveis brancos, carros brancos. Mas a minha cor favorita é o preto.
- Não gosto de crianças birrentas e não tenho muita paciência para crianças em geral. Mas quero muito ter filhos e acho que vou ser uma boa mãe.
- Sou preguiçosa e adoro não fazer nada. Mas ao mesmo tempo adoro desportos colectivos e faço sempre que posso.
Sou completamente paradoxal.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Decisões sem soluções
A minha madrinha acha que eu devo concluir o meu mestrado no próximo ano.
Eu acho que não estou minimamente para aí virada e quero pensar em ter filhos. Ela diz que quanto mais tarde, pior. O que é verdade, porque também não quero ficar para trás no mundo do trabalho, agora que quase toda a gente ostenta um mestrado. Mas... sinceramente tenho outras prioridades, quer a nível pessoal, quer a nível financeiro.
Complicado, muito complicado. Não faço ideia sobre qual é a melhor decisão a tomar.
Eu acho que não estou minimamente para aí virada e quero pensar em ter filhos. Ela diz que quanto mais tarde, pior. O que é verdade, porque também não quero ficar para trás no mundo do trabalho, agora que quase toda a gente ostenta um mestrado. Mas... sinceramente tenho outras prioridades, quer a nível pessoal, quer a nível financeiro.
Complicado, muito complicado. Não faço ideia sobre qual é a melhor decisão a tomar.
Da inspiração
Às vezes não estamos inspirados. Precisamos de concentração, esforço, suor. Mas a inspiração também tem de estar lá. E quando não está, parece que tudo sai torto. Hoje não acertei uma no treino.
Raios.
Raios.
Ainda sobre a pobreza
Hoje, enquanto esperava pela minha madrinha para almoçar, dei um salto à Zara, para ver como estavam as modas. Por minha vontade levava 1/4 da roupa e acessórios que lá se encontravam.
Não comprei absolutamente nada.
Ser pobre sucks.
Não comprei absolutamente nada.
Ser pobre sucks.
Os pobres de sempre e os novos pobres
Infelizmente, desde o início dos tempos, existem pobres nas sociedades. Actualmente, a pobreza está a aumentar e as desigualdades sociais também. Após ter lido este excelente artigo, dei por mim a recordar um pouco da minha vivência pessoal, das noites em que só havia sopa para o jantar, de nos cortarem a luz por falta de pagamento e eu ter de fazer os trabalhos de casa à luz de uma vela. De matar ratos antes que eles nos entrassem na cama e nos mordessem. Lembro-me como se fosse hoje. Mas as coisas poderiam ter mudado para melhor. Para algumas pessoas não mudaram. A pobreza não se faz apenas da falta de recursos, mas muito também da pobreza de espírito e valores. Não quero criticar ninguém, mas quando o artigo começa com o caso de uma família que não tem condições mínimas de habitação e alimentação, e cuja mãe, de 25 anos já tem a seu cargo 3 crianças, pergunto-me se realmente essas crianças vieram ao mundo para serem felizes. Caramba, há 20 anos atrás não havia o mesmo acompanhamento que há hoje. Hoje existem pílulas gratuitas nos centros de saúde e outros métodos anti concepcionais. Em último recurso, o aborto é legal. O que eu quero dizer é que provavelmente estas pessoas poderiam ter pensado um pouco mais antes de terem posto estas crianças no mundo. Não estou a dizer que os pobres não podem ter filhos, nada disso. Estou a dizer é que têm de existir condições mínimas para a vida de uma criança, algo que não acontece em muitos dos casos relatados nesta reportagem. Porque pobreza gera pobreza. Quando a crise de valores é de tal forma gritante, não há muita escapatória possível ao círculo. As crianças crescem em bairros, ao Deus dará, com os exemplos que têm em casa. Eu cresci assim, mas desviei-me de caminhos negativos. Mas a maior parte dos miúdos do meu bairro e colegas de escola não. As histórias aqui reportadas poderiam ser deles. Minhas. E não há nada que possa valer quando as condições de vida são de tal forma adversas. O incentivo à ascensão social, ao contrário do que acontecia por exemplo há 30 anos, é actualmente nulo. São precisas boas notas para entrar numa boa faculdade. E isso só se consegue com incentivos de estudo, com um ambiente propício ao mesmo, estímulos vários nesse sentido. E mesmo assim, hoje, ter um curso superior sólido, não é sinónimo de um emprego.
Muitas pessoas, por desconhecimento ou pouco interesse, não procuram melhorar as condições de vida em que se encontram. Como a própria reportagem refere, estas famílias não terão muitas vezes dinheiro para alimentar os filhos, mas têm dinheiro para pagar a mensalidade da Meo ou para o alcóol.
Isto, não se resolve com recursos financeiros. Resolve-se com mudança de valores, princípios, educação.
O que eu considero ainda mais assustador neste momento, são as pessoas que estavam do outro lado da barricada. Pessoas com estudos, cultura, com uma casa e condições de vida razoáveis, que estão a perder tudo fruto da crise e do desemprego que mina o nosso país. Pessoas como eu, como vocês. Que um dia se viram sem a única fonte de rendimento. Estava mesmo há pouco a pensar que recebi há 2 dias e já não tenho dinheiro na conta. É verdade. Pagas as contas e tendo posto gasolina no carro, não sobra nada. Absolutamente nada. É complicado, eu sei. E se acontece alguma coisa? Preferimos não pensar nisso e levamos a vida da melhor forma possível, poupando todos os tostões que vamos conseguindo amealhar, para juntar para o casamento. Após isso, faremos o mesmo para juntar para um pé de meia. Mas e se perdemos o emprego? Aí perdemos tudo. É dessas pessoas que falo. Casos que conheço de casais estabelecidos que tiveram de voltar para casa dos pais. Ou famílias com 2 filhos que tiveram de se mudar para um T1. É desses que falo. Que perderam a pouca qualidade de vida que ainda tinham. Que perderam privilégios. Os novos pobres.
Hoje são eles. E amanhã? Não sei. Mas é assustador.
Muitas pessoas, por desconhecimento ou pouco interesse, não procuram melhorar as condições de vida em que se encontram. Como a própria reportagem refere, estas famílias não terão muitas vezes dinheiro para alimentar os filhos, mas têm dinheiro para pagar a mensalidade da Meo ou para o alcóol.
Isto, não se resolve com recursos financeiros. Resolve-se com mudança de valores, princípios, educação.
O que eu considero ainda mais assustador neste momento, são as pessoas que estavam do outro lado da barricada. Pessoas com estudos, cultura, com uma casa e condições de vida razoáveis, que estão a perder tudo fruto da crise e do desemprego que mina o nosso país. Pessoas como eu, como vocês. Que um dia se viram sem a única fonte de rendimento. Estava mesmo há pouco a pensar que recebi há 2 dias e já não tenho dinheiro na conta. É verdade. Pagas as contas e tendo posto gasolina no carro, não sobra nada. Absolutamente nada. É complicado, eu sei. E se acontece alguma coisa? Preferimos não pensar nisso e levamos a vida da melhor forma possível, poupando todos os tostões que vamos conseguindo amealhar, para juntar para o casamento. Após isso, faremos o mesmo para juntar para um pé de meia. Mas e se perdemos o emprego? Aí perdemos tudo. É dessas pessoas que falo. Casos que conheço de casais estabelecidos que tiveram de voltar para casa dos pais. Ou famílias com 2 filhos que tiveram de se mudar para um T1. É desses que falo. Que perderam a pouca qualidade de vida que ainda tinham. Que perderam privilégios. Os novos pobres.
Hoje são eles. E amanhã? Não sei. Mas é assustador.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Sabem aquelas pessoas...
Que quando falamos sobre um assunto, elas demonstram que sim sim, sabem sobre o que estamos a falar, mas na verdade não sabem? Eu explico: noutro dia falava sobre a série Dexter, que gostava mesmo da série e que infelizmente acabou. Perguntei a quem estava comigo se conhecia a série. Recebi resposta afirmativa, que conheciam, mas não fazia minimamente o estilo de que gostavam. Eu disse que gostos são gostos, e que realmente a série é pesadita, não é para se ver de ânimo leve como uma novela, que ele era um serial killer bonzinho mas ainda assim, um serial killer. Afirmavam-me que sim com a cabeça, sim senhor, sempre muito amén e depois eu perguntei se apesar de tudo já tinham visto alguns episódios da série, pois claro que viram, vários. Então eu pergunto se viram aquele em que ele mata os seus dois filhos e, espante-se, tinham mesmo, ele há coisas incríveis.
E eles lá ficaram todos contentes, que cultura é uma coisa que por ali abunda e assim sempre pareceram mais espertos, e eu continuei sem perceber porque é que as pessoas gostam de fingir que sabem algo que não sabem, que ao tentarem parecer mais espertas só parecem mais burras.
E eles lá ficaram todos contentes, que cultura é uma coisa que por ali abunda e assim sempre pareceram mais espertos, e eu continuei sem perceber porque é que as pessoas gostam de fingir que sabem algo que não sabem, que ao tentarem parecer mais espertas só parecem mais burras.
Arrependimentos
Hoje almocei imenso e nem sequer tinha assim tanta fome.
São precisamente estes excessos que tenho de controlar de forma muito disciplinada, o acabar por comer a mais quando nem tenho fome para tudo, mas sim comer porque apenas me sabe bem.
Não pode.
Estou aqui com um arrependimento daqui até à lua.
São precisamente estes excessos que tenho de controlar de forma muito disciplinada, o acabar por comer a mais quando nem tenho fome para tudo, mas sim comer porque apenas me sabe bem.
Não pode.
Estou aqui com um arrependimento daqui até à lua.
Encontros imediatos
Devido razões laborais, estás com uma roupa, digamos... Pouco cuidada. Calças de ganga, sapatilhas, e a primeira camisola que te veio parar às mãos. Estás sozinha, tranquilamente a andar na rua, quando dás de cara com um dos teus ex namorados. Cabelo meio desalinhado, ar de surpresa. Fazes a cortesia e cumprimentas, perguntas como está.
E ficas assim meio naquela, de sorriso amarelo, pensando "que porra, se é para encontrar ex namorados, ao menos que se encontre quando estamos bonitas e produzidas, e não com um ar de quem acabou de sair de uma guerra". Para melhorar tudo isto, no minuto a seguir dás de caras com o teu chefe.
Lindo.
E ficas assim meio naquela, de sorriso amarelo, pensando "que porra, se é para encontrar ex namorados, ao menos que se encontre quando estamos bonitas e produzidas, e não com um ar de quem acabou de sair de uma guerra". Para melhorar tudo isto, no minuto a seguir dás de caras com o teu chefe.
Lindo.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Os dias de semana até passam a ter outra piada
Há cerca de duas semanas ingressei numa equipa feminina de desporto amador.
Tinha saudades de praticar o meu desporto colectivo favorito, e redescobri não apenas algum jeito (ainda muito ténue, é certo), mas sobretudo o que o desporto colectivo e de competição nos traz.
Quando saio dos treinos é uma satisfação enorme. Suei, ri-me, aperfeiçoei-me. A leveza que nos fica no espírito é quase palpável. Estar ali um bocadinho, esquecer de tudo e de todos, e dedicar aquele momento 100% à equipa e ao desporto.
E conheci novas pessoas. Pessoas simpáticas que me acolheram com o coração e humildemente me cedem técnicas para eu melhorar.
Caraças, felizmente nunca sofri de depressão e espero nunca vir a sofrer, mas creio que este tipo de actividades nos liberta o espírito e torna-nos mais fortes, positivos e optimistas.
Eu adoro, e enquanto puder, não dispenso.
A semana até passa a ter mais piada.
Tinha saudades de praticar o meu desporto colectivo favorito, e redescobri não apenas algum jeito (ainda muito ténue, é certo), mas sobretudo o que o desporto colectivo e de competição nos traz.
Quando saio dos treinos é uma satisfação enorme. Suei, ri-me, aperfeiçoei-me. A leveza que nos fica no espírito é quase palpável. Estar ali um bocadinho, esquecer de tudo e de todos, e dedicar aquele momento 100% à equipa e ao desporto.
E conheci novas pessoas. Pessoas simpáticas que me acolheram com o coração e humildemente me cedem técnicas para eu melhorar.
Caraças, felizmente nunca sofri de depressão e espero nunca vir a sofrer, mas creio que este tipo de actividades nos liberta o espírito e torna-nos mais fortes, positivos e optimistas.
Eu adoro, e enquanto puder, não dispenso.
A semana até passa a ter mais piada.
Não há meio termo
Ou hei-de ter relativamente pouco trabalho, ou hei-de ter tanto que nem consigo respirar.
Não há meio termo.
Não há meio termo.
Gestão das expectativas
O meu chefe ficou admirado por eu morar num T2.
E ficou admirado com a minha idade, porque, segundo ele, pareço ter menos 3 ou 4 anos.
Com casamento marcado, apartamento T2... Acho ainda assim que ele acredita firmemente que nos próximos anos não quero ter filhos.
Exacto...
E ficou admirado com a minha idade, porque, segundo ele, pareço ter menos 3 ou 4 anos.
Com casamento marcado, apartamento T2... Acho ainda assim que ele acredita firmemente que nos próximos anos não quero ter filhos.
Exacto...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Casa dos Degredos? Não, obrigada. E os gajos que lá entram são todos os maiores da rua deles.
Não vejo o programa que se intitula Casa dos Segredos. Tenho muitas séries para ver e livros para ler, e o meu tempo é escasso e os recursos limitados. Portanto, este programa salta para o final das minhas preferências. Ontem, Bomboco estava fazendo zapping enquanto o episódio de Person of Interest que eu estava a ver acabava. Nesse espaço de tempo em que passo a ouvir a televisão, o comando pára na TVI. Bomboco esteve quase toda a noite a ver a noite eleitoral, eu deixei de ver perto das 23h, e naquele momento, a Casa dos Segredos entrou-nos pela televisão adentro.
Bomboco deixou ficar naquele canal, vendo algumas das figurinhas que ali se apresentavam, e, espante-se, todos os homens que vimos, afirmavam que não eram homens de uma mulher só. Que queriam andar com todas. Que não se apaixonavam. Que queriam o maior número possível de "babes".
E eu fiquei aqui a pensar que em não ter conhecido nenhum daqueles gabirús perdi a oportunidade de uma vida, e deixei escapar um daqueles homens de sonho.
Bomboco deixou ficar naquele canal, vendo algumas das figurinhas que ali se apresentavam, e, espante-se, todos os homens que vimos, afirmavam que não eram homens de uma mulher só. Que queriam andar com todas. Que não se apaixonavam. Que queriam o maior número possível de "babes".
E eu fiquei aqui a pensar que em não ter conhecido nenhum daqueles gabirús perdi a oportunidade de uma vida, e deixei escapar um daqueles homens de sonho.
Há gente que calada é que ficava bem. Ou isso, ou levar com um murro no focinho
Estás a emagrecer de forma notória. Vestes calças que te assentam, que anteriormente nem te passavam nas ancas. Os fatos começam a denotar-se mais largos.
Pessoa parva que te vê frequentemente, avisa que tens de ter cuidado porque estás a ficar mais gorda.
Olha, merdinha, sim?
Pessoa parva que te vê frequentemente, avisa que tens de ter cuidado porque estás a ficar mais gorda.
Olha, merdinha, sim?
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Os comentadores das notícias na Internet
Existe um fenómeno (creio não ser exclusivo em Portugal), que me causa alguma urticária.
Falo da geral imbecilidade dos comentadores das notícias nos sites generalistas e noticiosos. Vocês certamente já repararam na cambada de bestas que comenta as notícias. Eu já ando a reparar há muito tempo. Mas agora revoltei-me e resolvi falar sobre isto.
Anda a circular na internet o vídeo de um bombeiro que tenta salvar um gatinho, pondo-lhe uma máscara de oxigénio, mas infelizmente o gatinho acaba por não conseguir sobreviver. Para além das asneiras que pautam os comentários, disse um labrego atrasado mental que em Braga, nas aldeias, o costume é afogar os gatinhos no tanque.
Eu juro que ando a ficar cada vez mais inconformada com os constantes maus tratos que os animais sofrem, e, com a velocidade a que a informação circula, se propagam via Internet.
Gostava mesmo de incorporar um Dexter e sair por aí esquartejando todos estes anormais. Estou a ficar com instintos homicidas, receio.
Ora, falava eu destes comentadores de notícias, mas quem é esta gente que gosta de dizer alarvidades? Mas será que é só gente frustrada com a vida que vai comentar estas barbaridades? O que eu gostava de saber é: porquê? Qual é o objectivo? É que, reparem, não são nada parcos com as palavras. Eu por norma não leio os comentários, que tenho mais que fazer, mas quando os leio, dão-me vómitos. As pessoas acham que a intimidade do computador lhes confere um estatuto diferente e por isso podem dizer as coisas mais mal educadas de sempre.
Para essas pessoas o que eu digo é: get a life.
Falo da geral imbecilidade dos comentadores das notícias nos sites generalistas e noticiosos. Vocês certamente já repararam na cambada de bestas que comenta as notícias. Eu já ando a reparar há muito tempo. Mas agora revoltei-me e resolvi falar sobre isto.
Anda a circular na internet o vídeo de um bombeiro que tenta salvar um gatinho, pondo-lhe uma máscara de oxigénio, mas infelizmente o gatinho acaba por não conseguir sobreviver. Para além das asneiras que pautam os comentários, disse um labrego atrasado mental que em Braga, nas aldeias, o costume é afogar os gatinhos no tanque.
Eu juro que ando a ficar cada vez mais inconformada com os constantes maus tratos que os animais sofrem, e, com a velocidade a que a informação circula, se propagam via Internet.
Gostava mesmo de incorporar um Dexter e sair por aí esquartejando todos estes anormais. Estou a ficar com instintos homicidas, receio.
Ora, falava eu destes comentadores de notícias, mas quem é esta gente que gosta de dizer alarvidades? Mas será que é só gente frustrada com a vida que vai comentar estas barbaridades? O que eu gostava de saber é: porquê? Qual é o objectivo? É que, reparem, não são nada parcos com as palavras. Eu por norma não leio os comentários, que tenho mais que fazer, mas quando os leio, dão-me vómitos. As pessoas acham que a intimidade do computador lhes confere um estatuto diferente e por isso podem dizer as coisas mais mal educadas de sempre.
Para essas pessoas o que eu digo é: get a life.
Homens que poderiam ser Bombocos de tão lindos que são- Leonardo Dicaprio
Se quando era mais novo não lhe achava grande piada, agora mudei radicalmente de opinião.
Para além de mais bonito e charmoso, traz consigo uma aura de homem vivido e experiente, para nem falar no excelente actor em que se tornou.
Eu cá acho-lhe piada. E vocês?
Gosto
Da energia das pessoas que entram de novo para uma empresa.
Eu também era assim.
Se bem que ainda sou às vezes. Sou muito "amor-ódio" em relação ao meu trabalho. Às vezes gosto muito, outras detesto. Não há meios termos.
E isso pode por vezes tornar-se numa montanha russa de sentimentos.
Há tempos disse aqui que não gostava de trabalhar. Não, não gosto. Não gosto de obrigações, horários para cumprir, politiquices, pessoas a quem agradar. Se pudesse abria era um negócio meu. Mas que me desse tempo suficiente para que não tivesse de abdicar de outras coisas que gosto de fazer.
Ah e não vale a pena dizerem que sou contraditória, porque eu tenho consciência que tenho escolhas e pensamentos peculiares, não sou pessoa de cinzentos, para o bem ou para o mal, para mim é quase sempre preto ou branco.
Eu também era assim.
Se bem que ainda sou às vezes. Sou muito "amor-ódio" em relação ao meu trabalho. Às vezes gosto muito, outras detesto. Não há meios termos.
E isso pode por vezes tornar-se numa montanha russa de sentimentos.
Há tempos disse aqui que não gostava de trabalhar. Não, não gosto. Não gosto de obrigações, horários para cumprir, politiquices, pessoas a quem agradar. Se pudesse abria era um negócio meu. Mas que me desse tempo suficiente para que não tivesse de abdicar de outras coisas que gosto de fazer.
Ah e não vale a pena dizerem que sou contraditória, porque eu tenho consciência que tenho escolhas e pensamentos peculiares, não sou pessoa de cinzentos, para o bem ou para o mal, para mim é quase sempre preto ou branco.
Dúvidas que me assolam
Faço uma revisão ao carro, ou almoço durante o mês de Outubro?
Decisão difícil.
Decisão difícil.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
O que eu acho piada naquelas pessoas que acham que sabem muito sobre a vida dos outros
É que normalmente não sabem muito da sua própria vida.
A desilusão das calças
Há tempos, comprei na H&M umas calças que considero que me ficam muito bem.
Como gostava tanto delas, e visto-as com enorme frequência, resolvi comprar outras iguais mas de outra cor nos saldos de Verão. Ora, acontece que como as calças não são propriamente frescas, não as vesti antes e deixei-as na cruzeta à espera da meteorologia ideal para as vestir. Ia vesti-las hoje.
Ia, disse bem. Quando as visto, reparo que têm um buraco na parte interior da perna, coisa que eu não tinha visto quando as comprei (nem sei como, acho que fiquei tão entusiasmada por estarem muito mais baratas que nem as revistei como costumo fazer). As calças ainda têm etiqueta. Não podia estar mais desiludida. Não só pelo dinheiro que dei por elas ou por serem novas, isso também, claro, mas sobretudo porque eu gosto mesmo delas e queria que estivessem em perfeitas condições. Agora não sei se vai adiantar alguma coisa passar na H&M e explicar tudo. Também não sei se mandar arranja-las vai acabar por me custar mais do que as próprias calças.
Só dúvidas.
E querem saber o pior? É que as outras da mesma cor que tenho, estão a ganhar imenso borboto na parte interior da perna.
Que chatice!
Como gostava tanto delas, e visto-as com enorme frequência, resolvi comprar outras iguais mas de outra cor nos saldos de Verão. Ora, acontece que como as calças não são propriamente frescas, não as vesti antes e deixei-as na cruzeta à espera da meteorologia ideal para as vestir. Ia vesti-las hoje.
Ia, disse bem. Quando as visto, reparo que têm um buraco na parte interior da perna, coisa que eu não tinha visto quando as comprei (nem sei como, acho que fiquei tão entusiasmada por estarem muito mais baratas que nem as revistei como costumo fazer). As calças ainda têm etiqueta. Não podia estar mais desiludida. Não só pelo dinheiro que dei por elas ou por serem novas, isso também, claro, mas sobretudo porque eu gosto mesmo delas e queria que estivessem em perfeitas condições. Agora não sei se vai adiantar alguma coisa passar na H&M e explicar tudo. Também não sei se mandar arranja-las vai acabar por me custar mais do que as próprias calças.
Só dúvidas.
E querem saber o pior? É que as outras da mesma cor que tenho, estão a ganhar imenso borboto na parte interior da perna.
Que chatice!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Da inocência
Há certas regras que estão implícitas na empresa onde trabalho. Ninguém fala sobre elas mas elas existem.
Eu não me tinha apercebido de algumas coisas até hoje me o dizerem com todas as letras. Sou demasiado inocente, não me concentro em conversas de corredor e jogos de bastidores, por isso nunca sei bem o que se passa para além do meu trabalho.
Assim sendo, percebi que terei de dar mais atenção a alguns aspectos que pensava serem secundários porque... Sou demasiado inocente para lhes ter reconhecido importância antes.
A verdade é que a aparência é muito importante nas grandes empresas. Não falo da aparência física, mas sim no facto de aparentar ser, fazer, etc.
E cultivar algumas relações com pessoas importantes no círculo.
Caramba, tantas coisas que me estavam a passar ao lado. Aliei a minha inocência à minha distração e tiveram de me falar sobre coisas que eu pensava não serem necessárias.
Isto serviu de lição para mim.
A partir de agora estarei mais atenta aos comportamentos subjacentes, às mensagens subliminares.
Se este blog serve para ajudar alguém a alguma coisa, digo-vos: no mundo do trabalho, procurem ler nas entre-linhas, estar atentos às pequenas coisas mesmo que não pareçam muito importantes, ter confiança para se mostrarem e parecerem.
Não descartem desde logo à partida comportamentos que não vos parecem importantes. Muitas vezes acabam por sê-lo.
Eu não me tinha apercebido de algumas coisas até hoje me o dizerem com todas as letras. Sou demasiado inocente, não me concentro em conversas de corredor e jogos de bastidores, por isso nunca sei bem o que se passa para além do meu trabalho.
Assim sendo, percebi que terei de dar mais atenção a alguns aspectos que pensava serem secundários porque... Sou demasiado inocente para lhes ter reconhecido importância antes.
A verdade é que a aparência é muito importante nas grandes empresas. Não falo da aparência física, mas sim no facto de aparentar ser, fazer, etc.
E cultivar algumas relações com pessoas importantes no círculo.
Caramba, tantas coisas que me estavam a passar ao lado. Aliei a minha inocência à minha distração e tiveram de me falar sobre coisas que eu pensava não serem necessárias.
Isto serviu de lição para mim.
A partir de agora estarei mais atenta aos comportamentos subjacentes, às mensagens subliminares.
Se este blog serve para ajudar alguém a alguma coisa, digo-vos: no mundo do trabalho, procurem ler nas entre-linhas, estar atentos às pequenas coisas mesmo que não pareçam muito importantes, ter confiança para se mostrarem e parecerem.
Não descartem desde logo à partida comportamentos que não vos parecem importantes. Muitas vezes acabam por sê-lo.
Da motivação
Uma coisa que me motiva imenso é provar a alguém que esse alguém está errado e eu tenho razão (quando vale a pena, claro está).
Quando o teu chefe supremo
Te alerta para te pores a pau com algumas pessoas da mesma posição hierárquica que tu, para que não te passem à frente... Estão a ver, não estão?
Aaaahhh as obras
Eu sou pessoa que detesta obras. Sei que são necessárias, mas não gosto da confusão que normalmente causa no trânsito. Hoje, saí de casa bem cedo porque queria chegar mais cedo ao meu local de trabalho. E eis que me deparo com... obras, às 8h da manhã, numa das estradas mais congestionadas da cidade.
Que boa ideia hein?
Acabei por chegar ao trabalho à hora de sempre.
Que boa ideia hein?
Acabei por chegar ao trabalho à hora de sempre.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Os vossos gatos também são assim?
Nunca tive um gato que gostasse que lhe escovassem o pêlo.
Este gato, pequena pantera, adora. Vocês não estão a perceber. Ele leva a cabecinha contra a escovinha, pedindo para que eu o escova como quem pede festas. Adora adora. É um momento de muito carinho entre nós. Os vossos gatos também são assim?
Nesses momentos penso como é que há seres nojentos (há quem lhes chame pessoas, mas eu não), que são capazes de fazer mal a um animal destes, indefeso e totalmente dedicado a nós.
Quem tem gatos percebe certamente a ligação que se cria entre nós e eles. Não há palavras. É família.
Este gato, pequena pantera, adora. Vocês não estão a perceber. Ele leva a cabecinha contra a escovinha, pedindo para que eu o escova como quem pede festas. Adora adora. É um momento de muito carinho entre nós. Os vossos gatos também são assim?
Nesses momentos penso como é que há seres nojentos (há quem lhes chame pessoas, mas eu não), que são capazes de fazer mal a um animal destes, indefeso e totalmente dedicado a nós.
Quem tem gatos percebe certamente a ligação que se cria entre nós e eles. Não há palavras. É família.
Isto a ser verdade, era mesmo muito bom
Se esta medida se concretizar, era excelente.
Não sei como vão convencer as empresas a participar desta ideia, creio que poderá ser algo como aquela lei que prevê que para mães com crianças pequenas até x anos, podem ter um horário reduzido. Já sei que vão destilar veneno, mas a verdade é esta: não conheço nenhum caso no privado em que esta situação seja aplicada. As mães que conheço e que têm esse privilégio trabalham todas no sector público.
Ainda assim, gosto da iniciativa. O meu sonho era trabalhar com um horário mais reduzido mas sem ganhar menos. E independentemente do que eu gostaria, o importante é perceber o que esta medida pode fazer pelas famílias e pela natalidade em Portugal.
Efectivamente, a grande maioria da população trabalha horas a mais. Cada vez menos são as pessoas que cumprem o seu horário sem que tenham de fazer horas a mais. Na minha área de actividade então, é um exagero.
E com os horários alargados, a família vai ficando sempre para segundo plano. Por minha vontade, começava a constituir família já. Mas devido a diversos motivos, não pode ser já, temos de adiar um pouco. O problema é que, estando eu na minha empresa actual e com a minha função, não vejo grande abertura para iniciar uma gravidez, nem no próximo ano, nem no outro... Daqui a uns tempos eu sei que vou arriscar, mas não estou a imaginar uma empresa como a minha a aceder às pretensões dos colaboradores a trabalhar em part-time, ainda que o Estado pague o excedente.
As empresas como a minha não querem saber se temos família, se temos vida para além daquilo. Temos de dar tudo pela empresa, ter sempre disponibilidade ilimitada. E sinceramente que vos diga, cada vez menos me apetece ter disponibilidade ilimitada. E ainda nem tenho filhos.
Por isso, apesar de achar que para muitas empresas esta medida não vai passar da teoria, considero que se trata já de um passo importante para essa abertura de mentalidades se começar a proporcionar.
Não sei como vão convencer as empresas a participar desta ideia, creio que poderá ser algo como aquela lei que prevê que para mães com crianças pequenas até x anos, podem ter um horário reduzido. Já sei que vão destilar veneno, mas a verdade é esta: não conheço nenhum caso no privado em que esta situação seja aplicada. As mães que conheço e que têm esse privilégio trabalham todas no sector público.
Ainda assim, gosto da iniciativa. O meu sonho era trabalhar com um horário mais reduzido mas sem ganhar menos. E independentemente do que eu gostaria, o importante é perceber o que esta medida pode fazer pelas famílias e pela natalidade em Portugal.
Efectivamente, a grande maioria da população trabalha horas a mais. Cada vez menos são as pessoas que cumprem o seu horário sem que tenham de fazer horas a mais. Na minha área de actividade então, é um exagero.
E com os horários alargados, a família vai ficando sempre para segundo plano. Por minha vontade, começava a constituir família já. Mas devido a diversos motivos, não pode ser já, temos de adiar um pouco. O problema é que, estando eu na minha empresa actual e com a minha função, não vejo grande abertura para iniciar uma gravidez, nem no próximo ano, nem no outro... Daqui a uns tempos eu sei que vou arriscar, mas não estou a imaginar uma empresa como a minha a aceder às pretensões dos colaboradores a trabalhar em part-time, ainda que o Estado pague o excedente.
As empresas como a minha não querem saber se temos família, se temos vida para além daquilo. Temos de dar tudo pela empresa, ter sempre disponibilidade ilimitada. E sinceramente que vos diga, cada vez menos me apetece ter disponibilidade ilimitada. E ainda nem tenho filhos.
Por isso, apesar de achar que para muitas empresas esta medida não vai passar da teoria, considero que se trata já de um passo importante para essa abertura de mentalidades se começar a proporcionar.
Fórmula infalível para levantar o ego de qualquer mulher
Irem, em trabalho, a uma empresa onde 90% das pessoas que lá trabalham são engenheiros na casa dos 28-40 anos (bem parecidos... ups, isto não era para dizer!), educados (todos cumprimentam com um "bom dia"), e ainda levam com um sorriso.
E sim, vim praticamente sem maquilhagem.
E sim, vim praticamente sem maquilhagem.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A sério que foi assim que acabou Dexter?
Consegui parar agora de chorar.
O que aconteceu ao "viveram felizes para sempre"?
O que aconteceu ao "viveram felizes para sempre"?
Nota sobre o post anterior
Eu quando escrevi anteriormente que comi hoje por 6€ e já comi por 2€, estava a falar de uma sandes.
Não é propriamente um prato mas mesmo pratos já comi bem abaixo de 6€.
De qualquer das formas, odeio dar o dinheiro por mal gasto em comida.
Não é propriamente um prato mas mesmo pratos já comi bem abaixo de 6€.
De qualquer das formas, odeio dar o dinheiro por mal gasto em comida.
Chorar o dinheiro em comida
Se há coisa em que eu não gosto de chorar o dinheiro, é na comida. Não poupo em comida quando vou ao supermercado, vou poupando aqui e ali quando tenho de almoçar fora (90% do tempo), dispensando a sobremesa e/ou as entradas.
Ora, ir a um sítio que já não é de todo barato, pensar que se vai comer bem, e pagar 6€ por um almoço em que não se apreciou a comida, não é mesmo para mim.
Já cheguei a comer melhor por 2€.
A mim não me apanham lá mais de certeza. Gastar dinheiro em comida tudo bem, mas se esse dinheiro não valer a pena, então é chorado mesmo.
Ora, ir a um sítio que já não é de todo barato, pensar que se vai comer bem, e pagar 6€ por um almoço em que não se apreciou a comida, não é mesmo para mim.
Já cheguei a comer melhor por 2€.
A mim não me apanham lá mais de certeza. Gastar dinheiro em comida tudo bem, mas se esse dinheiro não valer a pena, então é chorado mesmo.
Qual é a melhor ideia para encasinar o trânsito todo logo pela manhã?
Deixar o carro com os 4 piscas ligados, antes dos semáforos de uma das ruas mais movimentadas da cidade, semáforos esses que ficam muito pouco tempo no verde.
E depois? É ver toda a gente a buzinar porque o trânsito está parado há km por causa de um anormal.
E depois? É ver toda a gente a buzinar porque o trânsito está parado há km por causa de um anormal.
A verdade e nada mais do que a verdade
Não gosto de trabalhar. Até gostava de gostar, mas não gosto mesmo.
E duvido que algum dia possa gostar.
E duvido que algum dia possa gostar.
domingo, 22 de setembro de 2013
Os patrões da minha avó
Vou falar aqui de um assunto que me enjoa até às entranhas. Mas tenho de partilhar isto com alguém, e realmente isto dos blogs funciona como uma espécie de terapia, se bem que eu tenho a certeza de que nunca irei ultrapassar o que esta situação me causa.
A minha avó nasceu numa grande herdade alentejana, onde os funcionários não recebiam, trabalhavam de sol a sol e era-lhes dado o que vestir e o que comer. Os patrões eram donos e senhores, e naquele tempo (Salazar), ninguém ousava revoltar-se. A minha avó nunca estudou. Nunca frequentou um dia de escola. Naquele tempo, as meninas não iam à escola, muito menos as filhas dos trabalhadores da terra.
A minha avó começou a trabalhar aos 6 anos. Ela conta que às 4h da manhã já lhe estavam a tirar os lençóis para se levantar e trabalhar. E só acabava à noite. A vida dela foi isto. Entretanto, uma das filhas do patrão casou-se, e naquele tempo era usual as senhoras levarem as criadas que preferiam com elas. A dita senhora casou com um médico reputado do Porto. E assim foi. A minha avó, como boa escrava que nascera para ser, mudou-se para o Porto como empregada interna, para longe de toda a sua família. Entretanto a minha avó conheceu o homem com quem viria a casar, o meu avó, e deixou de ser empregada interna, mas trabalhava na mesma de sol a sol. Nessa altura, já ganhava pelo seu trabalho, no entanto, ganhava miseravelmente, mal dava para comer. A dita senhora, patroa da minha avó, que nunca foi muito boa da cabeça, suicidou-se. A minha avó criou os filhos dela como se fossem seus, aliás, dedicando muito mais tempo aos dela do que aos que viria a ter. A minha avó não teve férias a não ser de vez em quando uns dias em Agosto, e mesmo nesses, muitas vezes ia para a casa de praia deles trabalhar. A minha avó não teve direito a licenças de maternidade, dias de luto quando morreu o meu avó, nada. Aliás, a minha mãe conta que quando o meu avô morreu, com 42 anos, a minha avó foi trabalhar 1 dia depois.
O tempo foi passando e eu nasci. Para nos sustentar, a minha avó arranjou outro trabalho, para onde ia depois de ter trabalhado das 9h às 19h na casa dos primeiros patrões. Trabalhou nesse segundo sítio 8 anos. Essa pessoa, bem mais honesta, pagava melhor e inscreveu a minha avó na segurança social, fazendo todos os descontos obrigatórios por lei. Hoje a minha avó tem uma reforma de 200€ devido a esses 8 anos, porque se dependesse dos patrõezinhos dela, nunca teria, pois eles nunca fizeram o necessário e obrigatório por lei.
Hoje, a minha avó com 78 anos continua a trabalhar para eles entre as 9h e as 19h. Vai também aos fins-de-semana se houver alguma festa dos lordes (coisa frequente). A minha avó ganha cerca de 240€ a trabalhar para esta gente. Nunca ganhou mais do que isso.
Ela afirma que precisa de continuar a trabalhar para fazer face às suas contas, e para se sentir útil e não parar. Eu digo que se aqueles cabrões a tivessem inscrito na segurança social, hoje teria uma reforma mais decente, pelo que o dinheiro não seria o problema.
A minha avó tem síndrome de Estocolmo. Gosta mais daquela gente do que sei lá o quê, porque nunca conheceu outra realidade. Nunca soube a vida de outra forma.
Esses patrões dela, que cheios de dinheiro não lhe pagam um salário decente, impediam as outras crianças de brincar comigo porque eu era "neta da empregada", e me diziam que eu iria ser uma nulidade como a minha mãe.
Lindos patrões. A esses, só posso desejar a pior sorte possível na vida. O ódio e nojo que sinto dessa gente quase me cega e me impede de ser racional no que respeita a esse assunto.
Mas eu acredito que neste mundo, cá se faz, cá se paga.
A minha avó nasceu numa grande herdade alentejana, onde os funcionários não recebiam, trabalhavam de sol a sol e era-lhes dado o que vestir e o que comer. Os patrões eram donos e senhores, e naquele tempo (Salazar), ninguém ousava revoltar-se. A minha avó nunca estudou. Nunca frequentou um dia de escola. Naquele tempo, as meninas não iam à escola, muito menos as filhas dos trabalhadores da terra.
A minha avó começou a trabalhar aos 6 anos. Ela conta que às 4h da manhã já lhe estavam a tirar os lençóis para se levantar e trabalhar. E só acabava à noite. A vida dela foi isto. Entretanto, uma das filhas do patrão casou-se, e naquele tempo era usual as senhoras levarem as criadas que preferiam com elas. A dita senhora casou com um médico reputado do Porto. E assim foi. A minha avó, como boa escrava que nascera para ser, mudou-se para o Porto como empregada interna, para longe de toda a sua família. Entretanto a minha avó conheceu o homem com quem viria a casar, o meu avó, e deixou de ser empregada interna, mas trabalhava na mesma de sol a sol. Nessa altura, já ganhava pelo seu trabalho, no entanto, ganhava miseravelmente, mal dava para comer. A dita senhora, patroa da minha avó, que nunca foi muito boa da cabeça, suicidou-se. A minha avó criou os filhos dela como se fossem seus, aliás, dedicando muito mais tempo aos dela do que aos que viria a ter. A minha avó não teve férias a não ser de vez em quando uns dias em Agosto, e mesmo nesses, muitas vezes ia para a casa de praia deles trabalhar. A minha avó não teve direito a licenças de maternidade, dias de luto quando morreu o meu avó, nada. Aliás, a minha mãe conta que quando o meu avô morreu, com 42 anos, a minha avó foi trabalhar 1 dia depois.
O tempo foi passando e eu nasci. Para nos sustentar, a minha avó arranjou outro trabalho, para onde ia depois de ter trabalhado das 9h às 19h na casa dos primeiros patrões. Trabalhou nesse segundo sítio 8 anos. Essa pessoa, bem mais honesta, pagava melhor e inscreveu a minha avó na segurança social, fazendo todos os descontos obrigatórios por lei. Hoje a minha avó tem uma reforma de 200€ devido a esses 8 anos, porque se dependesse dos patrõezinhos dela, nunca teria, pois eles nunca fizeram o necessário e obrigatório por lei.
Hoje, a minha avó com 78 anos continua a trabalhar para eles entre as 9h e as 19h. Vai também aos fins-de-semana se houver alguma festa dos lordes (coisa frequente). A minha avó ganha cerca de 240€ a trabalhar para esta gente. Nunca ganhou mais do que isso.
Ela afirma que precisa de continuar a trabalhar para fazer face às suas contas, e para se sentir útil e não parar. Eu digo que se aqueles cabrões a tivessem inscrito na segurança social, hoje teria uma reforma mais decente, pelo que o dinheiro não seria o problema.
A minha avó tem síndrome de Estocolmo. Gosta mais daquela gente do que sei lá o quê, porque nunca conheceu outra realidade. Nunca soube a vida de outra forma.
Esses patrões dela, que cheios de dinheiro não lhe pagam um salário decente, impediam as outras crianças de brincar comigo porque eu era "neta da empregada", e me diziam que eu iria ser uma nulidade como a minha mãe.
Lindos patrões. A esses, só posso desejar a pior sorte possível na vida. O ódio e nojo que sinto dessa gente quase me cega e me impede de ser racional no que respeita a esse assunto.
Mas eu acredito que neste mundo, cá se faz, cá se paga.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Não tenho tido tempo para respirar, para vir aqui, para quase nada
Tenho tido dias preenchidos no trabalho e fora dele.
Tem sido uma correria. Esta semana houve bons e maus acontecimentos.
Os bons são relacionados com a vida pessoal, e os maus, com a profissional.
Começa a ser um padrão. Porque será...
E a vossa semana, como tem sido?
Tem sido uma correria. Esta semana houve bons e maus acontecimentos.
Os bons são relacionados com a vida pessoal, e os maus, com a profissional.
Começa a ser um padrão. Porque será...
E a vossa semana, como tem sido?
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
A gestão da motivação
Já muito se disse (e por aqui também falei no assunto), que ser líder é diferente de ser chefe. Infelizmente, nas empresas portuguesas temos mais chefes do que líderes.
Ainda assim, será necessário a líderes e chefes, efectuar uma correcta gestão motivacional, de modo a que os funcionários sejam produtivos e eficientes. Quando é estabelecido um prazo para uma determinada tarefa, e no dia seguinte, sem aviso prévio, sem nada que o justificasse, esse prazo é reduzido em 2 dias, a motivação vai-se pelo cano abaixo. Tal vai implicar que se saia mais tarde, se entre mais cedo. Só porque o chefe assim o decidiu. Inevitavelmente, os funcionários alocados à dita tarefa, vão realiza-la com menos disposição e interesse, uma vez que precisam é de a "despachar". As coisas poderão ficar na mesma bem feitas, mas à custa de um esforço adicional dos trabalhadores, que não tinha necessidade de ser.
Pergunto-me porque é que os chefes querem tudo para ontem. Já repararam nisso? Raramente existe uma boa gestão do tempo e das tarefas. É sempre tudo urgente.
E em grande parte dos casos, pela minha experiência profissional, posso dizer que não são coisas urgentes e que acabaram de chegar. Não. São coisas que os chefes têm ali pousadas e entretanto o tempo passa e tornam-se urgentes.
Um bom chefe, mesmo que não seja um líder, deverá ter em atenção a motivação do colaborador e respectiva vida pessoal. Porque uma coisa é fazer um esforço adicional de vez em quando, outra bem diferente, como se manifesta na empresa onde trabalho, é ser sempre necessário o tal esforço adicional, e a existência de olhares de "punição" por se sair a horas decentes.
Pergunto-me os chefes nunca pensam nestas questões.
Ainda assim, será necessário a líderes e chefes, efectuar uma correcta gestão motivacional, de modo a que os funcionários sejam produtivos e eficientes. Quando é estabelecido um prazo para uma determinada tarefa, e no dia seguinte, sem aviso prévio, sem nada que o justificasse, esse prazo é reduzido em 2 dias, a motivação vai-se pelo cano abaixo. Tal vai implicar que se saia mais tarde, se entre mais cedo. Só porque o chefe assim o decidiu. Inevitavelmente, os funcionários alocados à dita tarefa, vão realiza-la com menos disposição e interesse, uma vez que precisam é de a "despachar". As coisas poderão ficar na mesma bem feitas, mas à custa de um esforço adicional dos trabalhadores, que não tinha necessidade de ser.
Pergunto-me porque é que os chefes querem tudo para ontem. Já repararam nisso? Raramente existe uma boa gestão do tempo e das tarefas. É sempre tudo urgente.
E em grande parte dos casos, pela minha experiência profissional, posso dizer que não são coisas urgentes e que acabaram de chegar. Não. São coisas que os chefes têm ali pousadas e entretanto o tempo passa e tornam-se urgentes.
Um bom chefe, mesmo que não seja um líder, deverá ter em atenção a motivação do colaborador e respectiva vida pessoal. Porque uma coisa é fazer um esforço adicional de vez em quando, outra bem diferente, como se manifesta na empresa onde trabalho, é ser sempre necessário o tal esforço adicional, e a existência de olhares de "punição" por se sair a horas decentes.
Pergunto-me os chefes nunca pensam nestas questões.
Doença do sono
Durma eu 8h, ou 7h, ou 6h, ou mesmo 5h, tenho sempre sono durante o dia. Não falha.
Já nem sei o que faça, estou sempre a abrir a boca. Entretanto consegui estabelecer uma correlação: quanto mais aborrecida e sem interesse a tarefa que tenho de desempenhar, mais sono tenho. E a verdade é que esta semana o trabalho se prevê muito aborrecido.
Já nem sei o que faça, estou sempre a abrir a boca. Entretanto consegui estabelecer uma correlação: quanto mais aborrecida e sem interesse a tarefa que tenho de desempenhar, mais sono tenho. E a verdade é que esta semana o trabalho se prevê muito aborrecido.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Encontrámo-nos- post para uma das minhas melhores amigas
Às vezes a vida dá tantas voltas que nem sabemos bem porque não estamos juntas. Porque se separam amigos de longa data? Porque combinam um café para uma data que nunca mais acontece?
Tu estavas fragilizada e pensavas que estar connosco não te daria força. Entraste num ciclo vicioso e negativo que ninguém senão tu poderia parar. Puxámos-te mas nem sempre é fácil. E apesar de não estarmos juntas com frequência, nunca deixei de gostar de ti ou de nutrir a mesma preocupação. Os amigos verdadeiros não criticam, não julgam. Aceitam.
Eu aceito-te e tu aceitas-me.
Agora que te encontrei, não nos separamos mais.
Tu estavas fragilizada e pensavas que estar connosco não te daria força. Entraste num ciclo vicioso e negativo que ninguém senão tu poderia parar. Puxámos-te mas nem sempre é fácil. E apesar de não estarmos juntas com frequência, nunca deixei de gostar de ti ou de nutrir a mesma preocupação. Os amigos verdadeiros não criticam, não julgam. Aceitam.
Eu aceito-te e tu aceitas-me.
Agora que te encontrei, não nos separamos mais.
Espero nunca perceber como é que estas coisas acontecem
Uma rapariga que eu conheço, do meu ano e que andou na minha escola, é casada e tem 3 filhos. Todos eles em com idades entre os 4 anos e os 5 meses. Entretanto, à custa deste último menino que nasceu há 5 meses, o marido ficou desconfiado porque efectivamente a criança não tinha nenhum dos traços deles- a mãe é loira de olhos claros, e o pai é ruivo de olhos azuis, sendo que o menino nasceu moreno, pele morena, e de olhos escuros. E ele estranhou. A rapariga não foi muito convincente e ele pediu um teste de adn até porque já andava desconfiado devido a umas mensagens que encontrou no telemóvel dela.
E realmente o bebé não é filho dele. Até que ela acabou por confessar que o segundo filho (uma menina) também não é, apenas o primeiro filho é dele.
E eu penso "como raio é que estas coisas acontecem?". As traições, o engano... Mas mesmo para as crianças nem quero pensar no tormento que esta situação causa.
Espero nunca perceber como é que as pessoas deixam isto acontecer.
E realmente o bebé não é filho dele. Até que ela acabou por confessar que o segundo filho (uma menina) também não é, apenas o primeiro filho é dele.
E eu penso "como raio é que estas coisas acontecem?". As traições, o engano... Mas mesmo para as crianças nem quero pensar no tormento que esta situação causa.
Espero nunca perceber como é que as pessoas deixam isto acontecer.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
A clareza que a idade nos dá
Quando era bem mais nova, sabia que tinha crescido numa família disfuncional, sabia que não me era dada grande atenção, sabia que tinha graves problemas familiares e era uma adolescente com fraquíssima auto-estima e confiança. Já aqui o disse. Mas até há algum tempo, não tinha a exacta noção de tudo. Apenas quando comecei a pensar mais seriamente em ser mãe e ter uma família, é que percebi exactamente tudo o que existia de errado com a minha. E vieram lembranças em catadupa, lembraças que até preferia não recordar. E ultimamente leio alguns blogs de pais, que me fornecem uma informação ainda mais precisa sobre tudo o que eu não tive e não vivi, até que este post me chamou à atenção. O post fala de mães com depressão, situação que eu conheço muito bem. Eu nunca conheci a minha mãe sem depressão e sem doença de bipolaridade. Nunca.
Não concebo uma relação "normal" com a minha mãe porque simplesmente é uma realidade que desconheço. Ainda assim, sei o tipo de relação que quero construir com os meus filhos. E vejo também que, segundo as conclusões de que este post fala, até "não me saí mal" tendo em conta o inferno que foi a minha infância e adolescência. A minha pobre avó fez o que podia. A minha tia e os meus padrinhos iam pondo os olhos sempre que possível. Mas a minha avó tinha 2 empregos para nos sustentar e raramente estava em casa. Aí, eu era um pouco deixada "ao Deus dará". Ficava essencialmente com a minha bisavó, que, coitadinha, velhinha e analfabeta, tinha o mesmo jeito e paciência para crianças que eu tenho para lidar com cobras. Ficávamos a ver televisão, aqueles programas que sempre passaram à tarde. À medida que crescia, ia brincando sozinha. Se a minha avó não estivesse e a minha bisavó não pudesse, ficava em casa o dia todo sozinha, normalmente com a minha mãe no quarto a dormir. Isto, desde sempre. De vez em quando os meus tios levavam-me a sair. Mas a maior parte do tempo era assim. Depois a minha avó vinha e estava tão cansada, mas ainda arranjava tempo para me dar o jantar e brincar comigo, que, claro, estava farta de estar sozinha o dia todo. Sem atenção, sem estímulos, nada.
A infância tem realmente um impacto incrível na vida adulta.
Eu nunca recebi estímulos para fazer desporto, para ler, para me dedicar a aprender um instrumento, dança, nada. A minha avó estava comigo no parco tempo que tinha. E pronto. Fui crescendo assim. As outras crianças estranhavam quando percebiam que eu não andava em nada (do género ballet, ou outra actividade). Não era nada popular. Era de ficar no meu canto muda e sem fazer nada, afinal não estava habituada a receber atenção nem a fazer o que quer que fosse.
Aprendi a ler sozinha. Os poucos livros que tive durante a infância e adolescência, foram-me dados por um tio meu que infelizmente já não se encontra presente na minha vida. Nunca pedi a ajuda de ninguém para fazer os trabalhos de casa, visto que também não a iria ter (a minha avó é igualmente analfabeta). Nunca tive "uma prenda" porque passei de ano, ou porque entrei na faculdade, ou simplesmente "porque me portei bem". Não havia gente para olhar por mim, estimular-me a fazer coisas, brincar, ensinar. Vazio. Estar sozinha era mais do que normal para mim. Os melhores momentos do meu dia eram ao deitar, porque aquela hora a minha avó chegava a casa, e ainda brincava comigo antes de dormir.
Fui criada de forma quase diametralmente oposta à ideal.
Claro que tenho problemas de "relacionamento" com os outros. Não gosto de grandes ajuntamentos, não tenho paciência para esperar eternidades pelos "vários membros do grupo", gosto de fazer as coisas à minha maneira, sou demasiado independente, não gosto de ceder. Afinal a minha realidade sempre foi essa, seria estranho se chegasse à idade adulta com hábitos contrários.
Apesar de tudo, não me safei muito mal. Nunca experimentei drogas, não fumo e só bebo ocasionalmente e com moderação. Não fiz sexo precoce, não me meti em problemas, e a coisa mais estúpida e "criminosa" que fiz, foi roubar umas camisolas de uma loja quando tinha 15 anos, a pedido de uma "amiga".
No entanto, a idade dá-nos clareza. Eu própria não tinha noção do quanto fui ignorada e mal tratada durante todo aquele tempo. Essencialmente se a minha avó não pudesse estar comigo porque estava a trabalhar, estava sozinha com a minha bisavó que passava os seus dias no sofá. Não havia mais ninguém. A minha mãe estava demasiado ocupada a dormir, ou a trabalhar ou a sair com quem ela achava relevante (gajos).
Agradeço à minha avó tudo o que ela fez por mim. Foi ela que me criou, transmitiu valores, me ouviu, me deu educação, mas sinceramente que vos diga, nada nem ninguém substitui o papel dos pais, nem que sejam adoptivos ou do mesmo sexo. Têm de ser pais. Porque avó é a avó, pais é uma coisa completamente diferente.
É a maior lacuna da minha vida, e nunca poderá ser colmatada.
Não concebo uma relação "normal" com a minha mãe porque simplesmente é uma realidade que desconheço. Ainda assim, sei o tipo de relação que quero construir com os meus filhos. E vejo também que, segundo as conclusões de que este post fala, até "não me saí mal" tendo em conta o inferno que foi a minha infância e adolescência. A minha pobre avó fez o que podia. A minha tia e os meus padrinhos iam pondo os olhos sempre que possível. Mas a minha avó tinha 2 empregos para nos sustentar e raramente estava em casa. Aí, eu era um pouco deixada "ao Deus dará". Ficava essencialmente com a minha bisavó, que, coitadinha, velhinha e analfabeta, tinha o mesmo jeito e paciência para crianças que eu tenho para lidar com cobras. Ficávamos a ver televisão, aqueles programas que sempre passaram à tarde. À medida que crescia, ia brincando sozinha. Se a minha avó não estivesse e a minha bisavó não pudesse, ficava em casa o dia todo sozinha, normalmente com a minha mãe no quarto a dormir. Isto, desde sempre. De vez em quando os meus tios levavam-me a sair. Mas a maior parte do tempo era assim. Depois a minha avó vinha e estava tão cansada, mas ainda arranjava tempo para me dar o jantar e brincar comigo, que, claro, estava farta de estar sozinha o dia todo. Sem atenção, sem estímulos, nada.
A infância tem realmente um impacto incrível na vida adulta.
Eu nunca recebi estímulos para fazer desporto, para ler, para me dedicar a aprender um instrumento, dança, nada. A minha avó estava comigo no parco tempo que tinha. E pronto. Fui crescendo assim. As outras crianças estranhavam quando percebiam que eu não andava em nada (do género ballet, ou outra actividade). Não era nada popular. Era de ficar no meu canto muda e sem fazer nada, afinal não estava habituada a receber atenção nem a fazer o que quer que fosse.
Aprendi a ler sozinha. Os poucos livros que tive durante a infância e adolescência, foram-me dados por um tio meu que infelizmente já não se encontra presente na minha vida. Nunca pedi a ajuda de ninguém para fazer os trabalhos de casa, visto que também não a iria ter (a minha avó é igualmente analfabeta). Nunca tive "uma prenda" porque passei de ano, ou porque entrei na faculdade, ou simplesmente "porque me portei bem". Não havia gente para olhar por mim, estimular-me a fazer coisas, brincar, ensinar. Vazio. Estar sozinha era mais do que normal para mim. Os melhores momentos do meu dia eram ao deitar, porque aquela hora a minha avó chegava a casa, e ainda brincava comigo antes de dormir.
Fui criada de forma quase diametralmente oposta à ideal.
Claro que tenho problemas de "relacionamento" com os outros. Não gosto de grandes ajuntamentos, não tenho paciência para esperar eternidades pelos "vários membros do grupo", gosto de fazer as coisas à minha maneira, sou demasiado independente, não gosto de ceder. Afinal a minha realidade sempre foi essa, seria estranho se chegasse à idade adulta com hábitos contrários.
Apesar de tudo, não me safei muito mal. Nunca experimentei drogas, não fumo e só bebo ocasionalmente e com moderação. Não fiz sexo precoce, não me meti em problemas, e a coisa mais estúpida e "criminosa" que fiz, foi roubar umas camisolas de uma loja quando tinha 15 anos, a pedido de uma "amiga".
No entanto, a idade dá-nos clareza. Eu própria não tinha noção do quanto fui ignorada e mal tratada durante todo aquele tempo. Essencialmente se a minha avó não pudesse estar comigo porque estava a trabalhar, estava sozinha com a minha bisavó que passava os seus dias no sofá. Não havia mais ninguém. A minha mãe estava demasiado ocupada a dormir, ou a trabalhar ou a sair com quem ela achava relevante (gajos).
Agradeço à minha avó tudo o que ela fez por mim. Foi ela que me criou, transmitiu valores, me ouviu, me deu educação, mas sinceramente que vos diga, nada nem ninguém substitui o papel dos pais, nem que sejam adoptivos ou do mesmo sexo. Têm de ser pais. Porque avó é a avó, pais é uma coisa completamente diferente.
É a maior lacuna da minha vida, e nunca poderá ser colmatada.
Sonhos estapafúrdios e prioridades
Tive um sonho mirabolante onde ficava milionária. Os contornos são incríveis, mas o mais incrível são as minhas prioridades. Após ter visto no extracto bancário a confirmação do montante que recebi, a minha primeira acção enquanto milionária foi a de marcar uma lipo aspiração não evasiva, e depois fui ao cabeleireiro. Só depois disse ao Bomboco, comprei um carro novo e me despedi.
Mas a prioridade foi a lipo aspiração. Genial. A dieta até nos meus sonhos me persegue.
Mas a prioridade foi a lipo aspiração. Genial. A dieta até nos meus sonhos me persegue.
De como o campismo não é para mim
Este fim-de-semana, eu, Bomboco, e um casal amigo dele, fomos fazer campismo. Por muita insistêcia do tal casal, porque eu não sou grande adepta de campismo, e pronto, Bomboco queria ir e eu lá acedi. Amor é mesmo isso, cedência. Lá fomos então para o tal campismo.
Com 21 anos eu corri a costa portuguesa em campismo e vá, não posso dizer que tenha amado a experiência. Mas agora, depois de já ter ido para hóteis 5 estrelas, com tudo do bom e do melhor, ainda gostei menos, como devem imaginar. Para mim não dá.
É uma logística para ir à casa de banho, para tomar banho, para se cozinhar (sim, porque eles fizeram questão de cozinhar todas as refeições no campismo ao contrário do que eu e Bomboco costumávamos fazer quando íamos acampar), enfim, para se fazer o que quer que seja é uma logística. Para não dizer que dormi terrivelmente mal.
O campismo decididamente não é para mim.
A cereja no topo do bolo é a quantidade de fauna existente. Como eu costumo dizer, aquilo é natureza a mais para mim. Uma quantidade enorme de bichos de várias espécies, que se soltavam como loucos à noite, quando uma pessoa tinha de ir à casa de banho, e, claro, as luzes estavam acesas. E o pó senhores... Pó e mais pó. Como só lá passámos uma noite, não levei a minha panóplia de cremes, pelo que ontem quando cheguei a casa tinha a cara terrível, que aquele pó todo fez-me uma espécie de alergia e tinha os poros todos descontrolados e lá tive de fazer uma esfoliação para ficar minimamente apresentável.
E ir à casa de banho a meio da noite? Um sonho.
Não, o campismo não é para mim. Lamento.
Com 21 anos eu corri a costa portuguesa em campismo e vá, não posso dizer que tenha amado a experiência. Mas agora, depois de já ter ido para hóteis 5 estrelas, com tudo do bom e do melhor, ainda gostei menos, como devem imaginar. Para mim não dá.
É uma logística para ir à casa de banho, para tomar banho, para se cozinhar (sim, porque eles fizeram questão de cozinhar todas as refeições no campismo ao contrário do que eu e Bomboco costumávamos fazer quando íamos acampar), enfim, para se fazer o que quer que seja é uma logística. Para não dizer que dormi terrivelmente mal.
O campismo decididamente não é para mim.
A cereja no topo do bolo é a quantidade de fauna existente. Como eu costumo dizer, aquilo é natureza a mais para mim. Uma quantidade enorme de bichos de várias espécies, que se soltavam como loucos à noite, quando uma pessoa tinha de ir à casa de banho, e, claro, as luzes estavam acesas. E o pó senhores... Pó e mais pó. Como só lá passámos uma noite, não levei a minha panóplia de cremes, pelo que ontem quando cheguei a casa tinha a cara terrível, que aquele pó todo fez-me uma espécie de alergia e tinha os poros todos descontrolados e lá tive de fazer uma esfoliação para ficar minimamente apresentável.
E ir à casa de banho a meio da noite? Um sonho.
Não, o campismo não é para mim. Lamento.
A luta matinal
A falta de civismo que existe na sociedade portuguesa revela-se em muitas situações.
Desde palermas com carros topo de gama a abrir a janela a a atirar lixo para o chão (assisti a essa ontem), até gente que rouba o lugar dos outros. Hoje, enquanto procurava lugar para estacionar e dava convenientemente o respectivo "pisca", do nada, aparece um fulano que me rouba o lugar para estacionar, visto que ele estava a passar e estava mais perto. Apitei e reclamei, mas qual quê, o fulano estava todo ele cheio de razão. Encolheu os ombros e foi à sua vida.
Estacionar nos arredores da minha empresa é uma luta diária, e quando assim é, ainda se torna mais difícil.
Desde palermas com carros topo de gama a abrir a janela a a atirar lixo para o chão (assisti a essa ontem), até gente que rouba o lugar dos outros. Hoje, enquanto procurava lugar para estacionar e dava convenientemente o respectivo "pisca", do nada, aparece um fulano que me rouba o lugar para estacionar, visto que ele estava a passar e estava mais perto. Apitei e reclamei, mas qual quê, o fulano estava todo ele cheio de razão. Encolheu os ombros e foi à sua vida.
Estacionar nos arredores da minha empresa é uma luta diária, e quando assim é, ainda se torna mais difícil.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Da máxima "Deus dá nozes a quem não tem dentes" que acontece sempre
Não sou pessoa de tecer invejas. Quando quero muito muito uma coisa, luto que me desunho por isso para a obter. Claro que há coisas inatingíveis, mas estou a referir-me aquelas mais "corriqueiras". Dou um exemplo: eu tinha um carro muito velho. Já não era seguro andar em auto estrada com ele. Queria muito um determinado carro que, não sendo topo de gama, é dos melhores citadinos do mercado, baseado na relação qualidade vs preço. Ora, com muito esforço tenho vindo a pagar o carro. O meu carro adequa-se perfeitamente a mim e ao meu estilo de vida.
Ora aqui na minha empresa, trabalha uma fulaninha que tirou carta há pouco tempo. A rapariga não podia contentar-se com um carro simples, de primeiro carro como muito boa gente. Nada disso que fica mal ser vista com semelhante. A dita, comprou um Mercedes novinho em folha, lindo lindo, branco, potência nos píncaros e a gasóleo. É claro que acho o carro um máximo, mas não o comprava, mesmo se tivesse dinheiro para isso. Eu explico: é que esse carro, neste momento, não se adequa ao estilo de vida que levo, onde muitas vezes nem sei onde consigo estacionar e acho que se visse um risco num carro daqueles era "ai meu Deus". Já no meu actual me aperta o coração.
Dizia eu que a fulana comprou esse carro. É vê-la a chegar, toda inchada com o status que ela acha que o carro e as roupas e acessórios de marcas caras lhe dão. Pois que a dita tem com o carro o mesmo cuidado que eu tenho com... uma caneta. Já bateu por culpa própria duas vezes, estaciona imensas vezes em cima dos passeios, com as rodas tortas, já teve o carro rebocado, enfim, uma variedade de situações.
Eu nunca bati com o meu carrinho e espero nunca bater. Nunca o deixei em cima do passeio ou mal estacionado.
E penso que realmente uma pessoa sobretudo para nascer tem de ter sorte. Vá-se lá saber se calhamos de nascer no Senegal ou numa mansão qualquer da Dinamarca.
E não me custa nada que a rapariga tenha o carro, como eu própria já disse, não o comprava. Custa-me sim ver o pouco cuidado que as pessoas têm com as coisas, quando eu, que ando a pagar o meu carro, ando sempre aflita para que nada lhe aconteça.
Efectivamente, dá Deus nozes a quem não tem dentes.
Ora aqui na minha empresa, trabalha uma fulaninha que tirou carta há pouco tempo. A rapariga não podia contentar-se com um carro simples, de primeiro carro como muito boa gente. Nada disso que fica mal ser vista com semelhante. A dita, comprou um Mercedes novinho em folha, lindo lindo, branco, potência nos píncaros e a gasóleo. É claro que acho o carro um máximo, mas não o comprava, mesmo se tivesse dinheiro para isso. Eu explico: é que esse carro, neste momento, não se adequa ao estilo de vida que levo, onde muitas vezes nem sei onde consigo estacionar e acho que se visse um risco num carro daqueles era "ai meu Deus". Já no meu actual me aperta o coração.
Dizia eu que a fulana comprou esse carro. É vê-la a chegar, toda inchada com o status que ela acha que o carro e as roupas e acessórios de marcas caras lhe dão. Pois que a dita tem com o carro o mesmo cuidado que eu tenho com... uma caneta. Já bateu por culpa própria duas vezes, estaciona imensas vezes em cima dos passeios, com as rodas tortas, já teve o carro rebocado, enfim, uma variedade de situações.
Eu nunca bati com o meu carrinho e espero nunca bater. Nunca o deixei em cima do passeio ou mal estacionado.
E penso que realmente uma pessoa sobretudo para nascer tem de ter sorte. Vá-se lá saber se calhamos de nascer no Senegal ou numa mansão qualquer da Dinamarca.
E não me custa nada que a rapariga tenha o carro, como eu própria já disse, não o comprava. Custa-me sim ver o pouco cuidado que as pessoas têm com as coisas, quando eu, que ando a pagar o meu carro, ando sempre aflita para que nada lhe aconteça.
Efectivamente, dá Deus nozes a quem não tem dentes.
Provocações baratas pela manhã
Vou ao pão. Fulaninha que não conheço de lado nenhum tenta passar-me à frente na fila. Respeitosamente, digo-lhe que estava antes dela. Fulana diz que tem mais que fazer do que esperar e que está com muita pressa. Respondo-lhe que pressa, aquela hora da manhã, praticamente toda a gente tem. Fulana diz "há gente mesmo impossível... hummph!".
Eu estava à espera da minha vez na fila. Mas eu é que sou impossível.
Bomboca, com fama de mau feitio desde 1900 e qualquer coisa.
Eu estava à espera da minha vez na fila. Mas eu é que sou impossível.
Bomboca, com fama de mau feitio desde 1900 e qualquer coisa.
O dia do azar
Eu não acredito muito nas superstições que dizem que sexta-feira 13 é dia de azar.
Para mim, é um dia como os outros. Mas Bomboco hoje de manhã começou a querer pegar comigo e pôs-se a dizer que hoje ia ter muito muito azar. Ora, para mim, não ceder à superstição é uma coisa, gozar claramente com ela, é outra. E eu isso não faço. Sou um bocado cagarolas, admito. Posso não acreditar em algumas superstições, mas não gozo com elas. Não acredito que dê azar passar por baixo de umas escadas, mas a verdade é que não o faço.
Já as parvoíces que têm a ver com a cor dos gatos, nisso não vou mesmo à bola, até porque tenho um gato preto, portanto cruzo-me com ele todos os dias.
Há uns anos li uma reportagem que falava das mais diversas superstições. As escadas, os gatos pretos (que em algumas culturas, nomeadamente anglo saxónicas, são sinónimo de boa sorte), o não ter a cama virada para a porta, porque é sinal que se vai sair daquele quarto num caixão... Enfim, tantas outras.
E não é que não acredite, mas não gosto muito de gozar com essa temática.
Eu não acredito em bruxas, mas que as há...
E vocês, são supersticiosos? Em que acreditam?
Para mim, é um dia como os outros. Mas Bomboco hoje de manhã começou a querer pegar comigo e pôs-se a dizer que hoje ia ter muito muito azar. Ora, para mim, não ceder à superstição é uma coisa, gozar claramente com ela, é outra. E eu isso não faço. Sou um bocado cagarolas, admito. Posso não acreditar em algumas superstições, mas não gozo com elas. Não acredito que dê azar passar por baixo de umas escadas, mas a verdade é que não o faço.
Já as parvoíces que têm a ver com a cor dos gatos, nisso não vou mesmo à bola, até porque tenho um gato preto, portanto cruzo-me com ele todos os dias.
Há uns anos li uma reportagem que falava das mais diversas superstições. As escadas, os gatos pretos (que em algumas culturas, nomeadamente anglo saxónicas, são sinónimo de boa sorte), o não ter a cama virada para a porta, porque é sinal que se vai sair daquele quarto num caixão... Enfim, tantas outras.
E não é que não acredite, mas não gosto muito de gozar com essa temática.
Eu não acredito em bruxas, mas que as há...
E vocês, são supersticiosos? Em que acreditam?
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
As maravilhas das estatísticas blogueiras
Houve gente que veio ter a este blog através de:
- Anne Hathaway gostosa (desde quando?)
- Canuco sexo
- Nestum
- Gelados Santini no Porto (também eu queria amigos!)
- Gaja gostosa
- Meninas no Gerês em bikini
- Arrumação de sapatos
- Explique mais gostoso
Espero ter conseguido ajudar todos.
- Anne Hathaway gostosa (desde quando?)
- Canuco sexo
- Nestum
- Gelados Santini no Porto (também eu queria amigos!)
- Gaja gostosa
- Meninas no Gerês em bikini
- Arrumação de sapatos
- Explique mais gostoso
Espero ter conseguido ajudar todos.
Pessoas que propagam o mau cheiro
Há por aí à solta muita gente que não tem por hábito, como dizer... lavar-se. Algumas pessoas devem ter alergia à água e ao sabonete. É a única explicação que eu encontro para explicar o facto de eu passar por algumas pessoas e estas ostentarem um cheiro tão mau, mas tão mau, que deixam um rasto por onde passam. Aparentemente até estão compostas, mas a 50 metros das ditas, já nos apercebemos que algo ali cheira mesmo mal. Hoje, quase ia vomitando em plena rua quando um cavalheiro passou por mim.
Porquê senhores? Está bem que há que poupar, mas por favor, não poupem em limpeza, shampô e gel de banho. A sociedade agradece.
Porquê senhores? Está bem que há que poupar, mas por favor, não poupem em limpeza, shampô e gel de banho. A sociedade agradece.
Bomboca quer ser Dexter
À custa de notícias destas, queria ser como o Dexter, mas queria especializar-me no assassínio de "gente" que comete atrocidades para com os animais.
Das barbaridades que acontecem no mundo
Eu já tinha lido sobre esta notícia anteriormente.
Mas acho que ainda nem tinha tido capacidade psicológica para falar sobre isto. Não tenho palavras para descrever. É mau demais. É nojento, vil, irremediável.
A Rawan morreu. Mas muitas outras mortes podem e devem ser evitadas. Não se compreende que em pleno século XXI continuem a existir casamentos forçados, ainda por cima com crianças.
Toda esta gente deveria ser presa até ao fim dos seus dias. Só a água e pão seco. Deviam apodrecer devagarinho.
Neste mundo, continuam a cometer-se atrocidades contra mulheres e crianças. Quantas mais têm de morrer para que se faça alguma coisa? Para que se ponha fim a esta atrocidade, tudo em nome do "Islão".
A tecnologia evolui, mas muitas sociedades não acompanham essa mudança no que respeita às mentalidades e à forma como funcionam.
Dá para fabricar uma bomba que só mate gente desta?
Mas acho que ainda nem tinha tido capacidade psicológica para falar sobre isto. Não tenho palavras para descrever. É mau demais. É nojento, vil, irremediável.
A Rawan morreu. Mas muitas outras mortes podem e devem ser evitadas. Não se compreende que em pleno século XXI continuem a existir casamentos forçados, ainda por cima com crianças.
Toda esta gente deveria ser presa até ao fim dos seus dias. Só a água e pão seco. Deviam apodrecer devagarinho.
Neste mundo, continuam a cometer-se atrocidades contra mulheres e crianças. Quantas mais têm de morrer para que se faça alguma coisa? Para que se ponha fim a esta atrocidade, tudo em nome do "Islão".
A tecnologia evolui, mas muitas sociedades não acompanham essa mudança no que respeita às mentalidades e à forma como funcionam.
Dá para fabricar uma bomba que só mate gente desta?
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
O dilema das calças fluídas
Comprei umas calças fluídas, daquelas largas, cor beje na Zara. Gosto imenso das ditas, até as ia vestir hoje. O problema é que quando as comprei (não me costuma acontecer, mas sim, acontece a toda a gente pelo menos uma vez na vida), não visualizei todas as combinações que poderia fazer com elas. Na verdade, tenho poucas partes de cima que gosto de ver com aquelas calças. Uma dessas, estava para lavar, pelo que hoje acabei por não vestir as ditas.
Depois, gosto de ver aqueles tank tops mais justos, mas o problema é que acho que ainda estou gorda demais para usar isso, notam-se gorduras nas costas e eu não gosto. Pelo que estamos assim. Como as calças são elásticas na cintura, creio que quando emagrecer até onde quero, não terei problemas em usa-las com os tais tops. Mas até lá... Só gosto mesmo de as ver com duas camisolas. Raios.
Digam-me que já vos aconteceu.
Depois, gosto de ver aqueles tank tops mais justos, mas o problema é que acho que ainda estou gorda demais para usar isso, notam-se gorduras nas costas e eu não gosto. Pelo que estamos assim. Como as calças são elásticas na cintura, creio que quando emagrecer até onde quero, não terei problemas em usa-las com os tais tops. Mas até lá... Só gosto mesmo de as ver com duas camisolas. Raios.
Digam-me que já vos aconteceu.
Nova estratégia
Por estes lados há quem faça muitas pausas para café, quem pare nos corredores para conversar, e há aqueles que se fartam de trabalhar e às vezes não têm tempo para uma pausa. Creio que é assim em todo o lado. Como a vida por aqui nem sempre é fácil, procuro passar o mais despercebida possível, mantendo o low profile e tentando pautar-me por uma atitude extremamente profissional. Entretanto, com algumas pessoas, quando confrontada, tenho tido por hábito ficar de boca fechada, low profile, sorriso de circunstância e "bola baixa". Percebi que assim, não sendo uma má atitude, sou ainda alvo de conversinhas e cenas. Sabem aquelas coisas típicas de escola básica, em que o grupinho se ri de algo que não tem piada nenhuma dito pelo alvo do gozo? Pois, é assim. Estou a ficar um bocadinho cansada. Por isso vou adoptar uma nova estratégia. Vou manter na mesma low profile e tranquilidade em todas as situações que puder, mas quando confrontada, vou procurar ter a cabeça bem alta, ameaçando simpaticamente sempre que alguém resolver querer pisar-me os calos. Mas não de forma honesta e verdadeira como era. Não. Estão a ver aquele sorrisinho e altivez com palavras falsamente simpáticas enquanto se dizem coisas mais sérias? Mas sempre com um sorriso.
Acabou-se a "bolinha baixa".
Acabou-se a "bolinha baixa".
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Do novo videoclip da Miley Cyrus
Vi o vídeo. Acho de um mau gosto extremo. A rapariguinha tanto está a chorar como a seguir está a lamber languidamente um ferro. Ora em pouca roupa, ora nua. Tão pobrezinho, tão mal feitinho.
Eu vou sugerir uma coisa, mas pronto, isto sou eu que realmente não sou muito boa da cabeça, e que tal dedicarem-se a fazer música? Sabem o que isso é?
Se não sabem, procurem no Google ou assim.
É que nem dá para perceber se a rapariga tem talento ou não, se a música é boa... Com tanto ruído visual, só me apetece fechar os olhos e os ouvidos.
Eu vou sugerir uma coisa, mas pronto, isto sou eu que realmente não sou muito boa da cabeça, e que tal dedicarem-se a fazer música? Sabem o que isso é?
Se não sabem, procurem no Google ou assim.
É que nem dá para perceber se a rapariga tem talento ou não, se a música é boa... Com tanto ruído visual, só me apetece fechar os olhos e os ouvidos.
Personalidade múltipla e princesas da Disney
Vejo gente deliberadamente a querer fazer-me passar por lorpa. Ora, se há coisa que eu não sou e não gosto de ser, é lorpa. Falinhas mansas e fingimentos comigo não dá.
E claro, depois digo as verdades e passo a ser, invariavelmente, a má da fita. Estou habituada a esse papel. A única princesa da Disney com quem me identificava era a Jasmine, que ainda assim era bem espevitada.
Alguns amigos chamam-me de princesa Jasmine. Outras pessoas dizem que sou a bruxa má da Branca de Neve.
A questão é que as pessoas lidam mal com as verdades, e apesar de as dizer em público com cada vez menos frequência, às vezes saem-me da boca disparadas e sem pudores. Então aí sou sem dúvida a bruxa má. Claro que depois me arrependo. Não por ser considerada bruxa má que eu até lhe acho bastante piada, mas sim porque me é bastante mais confortável vestir a pele de princesinha indefesa, do género Bela Adormecida. É que depois algumas pessoas acham que como sou catalogada de bruxa má, então sou má em tudo e disfarçam os seus defeitos e as suas falhas com a minha personalidade de rainha das trevas. E eu não gosto nada de assumir os defeitos e falhas dos outros. Para falhas, já me chegam as minhas.
Sim, que a Jasmine apesar de tudo apaixonou-se por um ladrão.
E claro, depois digo as verdades e passo a ser, invariavelmente, a má da fita. Estou habituada a esse papel. A única princesa da Disney com quem me identificava era a Jasmine, que ainda assim era bem espevitada.
Alguns amigos chamam-me de princesa Jasmine. Outras pessoas dizem que sou a bruxa má da Branca de Neve.
A questão é que as pessoas lidam mal com as verdades, e apesar de as dizer em público com cada vez menos frequência, às vezes saem-me da boca disparadas e sem pudores. Então aí sou sem dúvida a bruxa má. Claro que depois me arrependo. Não por ser considerada bruxa má que eu até lhe acho bastante piada, mas sim porque me é bastante mais confortável vestir a pele de princesinha indefesa, do género Bela Adormecida. É que depois algumas pessoas acham que como sou catalogada de bruxa má, então sou má em tudo e disfarçam os seus defeitos e as suas falhas com a minha personalidade de rainha das trevas. E eu não gosto nada de assumir os defeitos e falhas dos outros. Para falhas, já me chegam as minhas.
Sim, que a Jasmine apesar de tudo apaixonou-se por um ladrão.
Adoro
Quando existe um trabalho chato chato que um superior designa a uma ou mais do que uma pessoa. O que essas pessoas fazem é arrastar o trabalho o máximo possível. Ele anda anda e não sai do sítio, quase como aquelas passadeiras onde corremos mas continuamos no mesmo lugar. As pessoas saem à hora delas, acho muito bem.
Até que de repente as pessoas têm outras coisas para fazer, mais importantes, e, ups, o trabalho chato tem de passar para alguém e adivinhem lá onde é que ele foi parar.
Pois é.
Sim, a mim também me mandam fazer trabalhos chatos. Vários, aliás. A diferença é que eu não os empurro para ninguém. Com isso, muita gente acha que eu só faço coisas interessantes.
Pois. Bem burra sou.
Até que de repente as pessoas têm outras coisas para fazer, mais importantes, e, ups, o trabalho chato tem de passar para alguém e adivinhem lá onde é que ele foi parar.
Pois é.
Sim, a mim também me mandam fazer trabalhos chatos. Vários, aliás. A diferença é que eu não os empurro para ninguém. Com isso, muita gente acha que eu só faço coisas interessantes.
Pois. Bem burra sou.
Ontem
Estava tão frustrada, chateada e aborrecida, que cheguei a casa e comecei a cozinhar como se não houvesse amanhã.
Acalma-me.
Acalma-me.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Comentários "é só para divulgar"
Acho um pouco abusivo quando algumas pessoas vêm ao blog de outras, não para comentar ou simplesmente para ler, mas para escarrapacharem o seu blog na caixa de comentários, esperando assim ter mais visitas.
Um bom blog não tem visitas à custa de ninguém. Tem as que tiver, devido à qualidade dos posts escritos e da curiosidade que vai suscitando. Escrever na caixa de comentários dos outros, apenas e só o nome do seu blog dizendo claramente que se trata de divulgação, apenas surte o efeito contrário.
Por isso, apesar de descuidadamente já ter publicado esses comentários, digo que não irei fazê-lo novamente.
Cheguem aos vossos objectivos por vocês, não por parasitismo para com os outros.
Um bom blog não tem visitas à custa de ninguém. Tem as que tiver, devido à qualidade dos posts escritos e da curiosidade que vai suscitando. Escrever na caixa de comentários dos outros, apenas e só o nome do seu blog dizendo claramente que se trata de divulgação, apenas surte o efeito contrário.
Por isso, apesar de descuidadamente já ter publicado esses comentários, digo que não irei fazê-lo novamente.
Cheguem aos vossos objectivos por vocês, não por parasitismo para com os outros.
domingo, 8 de setembro de 2013
Maquilhagem a preços que podemos pagar
Aposto que todas nós gostaríamos de poder usufruir das melhores marcas de maquilhagem do mundo. Eu sei que gostaria. Ora, a meu ver, o segredo está em aproveitar o melhor de cada marca, sobretudo quando falamos em marcas que são consideradas mais baratas. Não temos de nos cingir a apenas uma marca de maquilhagem, da mesma forma que não compramos toda a nossa roupa na mesma loja.
Por isso vou partilhar com vocês algumas das minhas escolhas básicas de maquilhagem e não, infelizmente nenhuma marca me oferece nada, é lamentável, eu sei, mas é a dura realidade.
- Base: eu prefiro sem dúvida as bases líquidas. Para além de nos darem mais controlo e serem mais fáceis de trabalhar, são sem dúvida mais duráveis. Gosto das bases da Rimel, Kiko e Sephora. As da H&M também não estão más, mas estão atrás das primeiras que referi.
- Corrector de olheiras: Adoro o da The Body Shop. É um lápis grosso que se deve utilizar passando na zona das olheiras um bocadinho, espalhando depois com o dedo. Faz milagres, acreditem. Eu uso mesmo quando tenho poucas olheiras porque também funciona como um iluminador.
- Pó fixante: gosto imenso dos pó bronzeadores da Sephora e da H&M. Aproveitem bem os desta últma quando os encontrarem porque têm um óptimo preço (acho que 4.95€) e estão sempre esgotados.
- Sombra de olhos: estou completamente apaixonada pelas paletes Smoky da H&M. Mais uma vez, têm um preço espectacular (se não estou em erro, 4.95€), têm cores ideais para esfumados, como os castanhos, pretos e cinza. Asseguro-vos que duram imenso. Adoro também as sombras da Kiko e as individuais agora estão em promoção, pelo que é de aproveitar. A Douglas tem umas paletes de marca própria com imensas cores e ficam igualmente muito em conta dada a qualidade que têm.
- Blush: Adoro os da H&M e os da Sephora. São simplesmente perfeitos.
- Batom: Kiko Kiko Kiko! Sou louca pelos batons deles. Duram imenso.
- Lápis: Os da H&M são os que praticam a melhor combinação preço vs qualidade que eu conheço. Os da Kiko gosto mas são mais caros e sinceramente a meu ver não compensa a diferença de preços.
- Eyeliner: Gosto dos da Rimel, Sephora, e da caneta da Kiko. Qualquer uma destas escolhas irá dar-vos um traço definido e forte.
- Máscara: Gosto da da Maybeline mas a da Kiko (Luxury Lashes) conquistou-me. Está actualmente a 3,90€ e já açambarquei duas. Vale muito a pena.
- Vernizes: H&M e Sephora.
Aproveitem meninas que eu não duro sempre! Para mais dicas, estou à disposição.
Por isso vou partilhar com vocês algumas das minhas escolhas básicas de maquilhagem e não, infelizmente nenhuma marca me oferece nada, é lamentável, eu sei, mas é a dura realidade.
- Base: eu prefiro sem dúvida as bases líquidas. Para além de nos darem mais controlo e serem mais fáceis de trabalhar, são sem dúvida mais duráveis. Gosto das bases da Rimel, Kiko e Sephora. As da H&M também não estão más, mas estão atrás das primeiras que referi.
- Corrector de olheiras: Adoro o da The Body Shop. É um lápis grosso que se deve utilizar passando na zona das olheiras um bocadinho, espalhando depois com o dedo. Faz milagres, acreditem. Eu uso mesmo quando tenho poucas olheiras porque também funciona como um iluminador.
- Pó fixante: gosto imenso dos pó bronzeadores da Sephora e da H&M. Aproveitem bem os desta últma quando os encontrarem porque têm um óptimo preço (acho que 4.95€) e estão sempre esgotados.
- Sombra de olhos: estou completamente apaixonada pelas paletes Smoky da H&M. Mais uma vez, têm um preço espectacular (se não estou em erro, 4.95€), têm cores ideais para esfumados, como os castanhos, pretos e cinza. Asseguro-vos que duram imenso. Adoro também as sombras da Kiko e as individuais agora estão em promoção, pelo que é de aproveitar. A Douglas tem umas paletes de marca própria com imensas cores e ficam igualmente muito em conta dada a qualidade que têm.
- Blush: Adoro os da H&M e os da Sephora. São simplesmente perfeitos.
- Batom: Kiko Kiko Kiko! Sou louca pelos batons deles. Duram imenso.
- Lápis: Os da H&M são os que praticam a melhor combinação preço vs qualidade que eu conheço. Os da Kiko gosto mas são mais caros e sinceramente a meu ver não compensa a diferença de preços.
- Eyeliner: Gosto dos da Rimel, Sephora, e da caneta da Kiko. Qualquer uma destas escolhas irá dar-vos um traço definido e forte.
- Máscara: Gosto da da Maybeline mas a da Kiko (Luxury Lashes) conquistou-me. Está actualmente a 3,90€ e já açambarquei duas. Vale muito a pena.
- Vernizes: H&M e Sephora.
Aproveitem meninas que eu não duro sempre! Para mais dicas, estou à disposição.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Básicos do vestuário profissional: o fato preto
Um dos básicos do vestuário é, na minha opinião, um fato preto de bom corte.
Esta peça pode efectivamente marcar a diferença pela positiva num guarda-roupa. Difícil será escolher a cor da camisa ou camisola a conjugar com o fato, pois à partida todas ficarão bem.
Mas imperativo é mesmo o corte do dito. Tenho visto imensas pessoas com fatos desta cor que não se adequa ao seu tipo de corpo ou simplesmente possuem um corte que não favorece ninguém. Um fato, independentemente da sua cor, não deve ser demasiado apertado, pois se há coisa que não fica mesmo bem é roupa apertada, muito menos clássica. Como as calças são de um tecido leve, se apertadas, mostram todas as imperfeições. Assim sendo, é desejável que a calça alargue na zona das coxas, não demasiado larga, mas o suficiente para deixar mais ou menos 2 dedos entre o tecido e a pele. O mesmo servirá para a zona da barriga, onde a calça não deve apertar, mas sim assentar confortavelmente, de modo a que não se note "barrigas" quando a pessoa está sentada.
Mesmo raparigas magras cometem muitas vezes erros de casting na compra de fatos. Demasiado apertados ou mesmo demasiado largos. O fato ideal é aquele que assenta de forma a que por exemplo se possa colocar uma camisa por dentro das calças. É sinal que não está apertado demais.
As calças ficam melhor a alargar um pouco ou com corte a direito.
Não me interpretem mal, eu adoro calças de fato a afunilar, mas não ficam bem a todas as pessoas, e efectivamente, não será a escolha mais acertada como um primeiro fato ou um fato básico, visto que é um artigo mais de "moda".
Já se costuma dizer "com preto, nunca me comprometo".
Esta peça pode efectivamente marcar a diferença pela positiva num guarda-roupa. Difícil será escolher a cor da camisa ou camisola a conjugar com o fato, pois à partida todas ficarão bem.
Mas imperativo é mesmo o corte do dito. Tenho visto imensas pessoas com fatos desta cor que não se adequa ao seu tipo de corpo ou simplesmente possuem um corte que não favorece ninguém. Um fato, independentemente da sua cor, não deve ser demasiado apertado, pois se há coisa que não fica mesmo bem é roupa apertada, muito menos clássica. Como as calças são de um tecido leve, se apertadas, mostram todas as imperfeições. Assim sendo, é desejável que a calça alargue na zona das coxas, não demasiado larga, mas o suficiente para deixar mais ou menos 2 dedos entre o tecido e a pele. O mesmo servirá para a zona da barriga, onde a calça não deve apertar, mas sim assentar confortavelmente, de modo a que não se note "barrigas" quando a pessoa está sentada.
Mesmo raparigas magras cometem muitas vezes erros de casting na compra de fatos. Demasiado apertados ou mesmo demasiado largos. O fato ideal é aquele que assenta de forma a que por exemplo se possa colocar uma camisa por dentro das calças. É sinal que não está apertado demais.
As calças ficam melhor a alargar um pouco ou com corte a direito.
Não me interpretem mal, eu adoro calças de fato a afunilar, mas não ficam bem a todas as pessoas, e efectivamente, não será a escolha mais acertada como um primeiro fato ou um fato básico, visto que é um artigo mais de "moda".
Já se costuma dizer "com preto, nunca me comprometo".
As que riem por tudo e por nada
Conheço algumas rapariguinhas dessas. Das que, tendo a minha idade, têm a personalidade de 15 ou 16 anos, porque se riem de tudo e de nada, sobretudo se são coisas ditas pelos rapazes. Que acham um piadão a tudo. Que dão saltinhos e fazem gracinhas. Calma sim? Estar feliz é óptimo, mas andar num escritório aos pinchinhos e a distribuir beijinhos aos rapazes, é apenas ridículo.
É sempre chato
Quando dás o máximo e depois podes não ser reconhecido devido a ordens de superiores de corte nas promoções.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Bomboca, a atrair malucos como um íman desde 1900 e qualquer coisa
Sempre tive um talento especial para atrair tolinhos. É verídico. Bomboco também o confirma. O trânsito parece estar, infelizmente, infestado de tolinhos. Isto aconteceu tudo hoje: Estava a fazer uma curva, estava sossegada na minha faixa, e o tipo do carro do lado resolve fazer a curva a entrar na minha faixa. Para não lhe bater tive de parar mesmo o carro. Apitei, e o tipo, cheio de razão, ainda se pôs a mandar impropérios. Outro louco, no trânsito, pára o carro ao meu lado e começa a mandar piadas. Eu não tenho mais nada e fecho o vidro do lado. O fulano, não contente com a minha atitude, resolve pegar numa garrafa de água e atira água contra o meu vidro.
Enfim. Os loucos adoram-me. Sou muito forte no sector dos tolinhos, dos velhos e dos bebés.
Sim, admito com alguma soberba, os bebés em geral gostam muito de mim.
Enfim. Os loucos adoram-me. Sou muito forte no sector dos tolinhos, dos velhos e dos bebés.
Sim, admito com alguma soberba, os bebés em geral gostam muito de mim.
Exercício? Sim. Sempre
Eu sempre fui uma pessoa que gostou de praticar exercício físico. Odeio correr por correr, não me interpretem mal, mas gosto de inúmeros desportos colectivos e individuais. Era praticamente de ginásio e talvez por isso comia o que me apetecia e mesmo assim mantinha a boa forma. Mas depois de um problema de saúde, e com a entrada no mundo laboral, tive de deixar o ginásio. Com isso, como já aqui contei, engordei. Até agora o meu peso tem sido relativamente instável em 2 ou 3kg para cima ou para baixo, mas estável no sentido em que não mais voltei à forma antiga. Não sei se vou voltar. Mas gostava de estar mais perto dessa forma do que da que estou agora, pelo que se conseguisse ficar no meio termo, já ia daqui muito feliz.
Ora, agora que retomei o exercício físico com frequência, desde há cerca de um mês e duas semanas, noto enormes benefícios. Sinto-me mais "leve", bem disposta, enérgica, e com maior resistência. Sempre que posso pratico voleibol, caminho... E faço alguns abdominais e flexões, assumindo que deveria fazer mais, sobretudo tendo em conta que se fizer cinco flexões já acho que são muitas (e pensar que fazia mais de vinte... a idade realmente é uma coisa lixada). Tenho de intensificar os abdominais e flexões, sem dúvida nenhuma. E estou um bocado reticente sobre como hei-de continuar a fazer exercício físico quando o Inverno vier, mas pronto, baby steps e logo se verá. Para já é assim que vamos.
Desta forma, a melhor dica que vos posso dar, é para que essencialmente se mexam. Se preferem caminhar, correr, andar de bicicleta... Não importa, importa é nesta primeira fase voltarem a ganhar ritmo e disciplina para o desporto. Ontem não fiz exercício. Claro que me senti culpada, apesar de ter feito no sábado, no domingo, na segunda e na terça feira. Hoje vou fazer. Não sou licenciada em educação física por isso não vos sei dizer a frequência e a intensidade com que dever praticar exercício, o que posso sim dizer é que o façam e façam-no de modo a se sentirem bem. Não façam por obrigação ou então contrariados porque não irá resultar a médio prazo. Ninguém perpetua uma coisa que não gosta de fazer.
Descubram aquilo com que se sentem confortáveis e pratiquem. Há muitas opções. Eu por exemplo, só não ingresso na natação novamente porque os horários não são minimamente de acordo com os meus, e neste momento também não tenho possibilidades financeiras para voltar a frequentar um ginásio.
Mas vão por mim. Mexam-se. Nem que seja em casa a fazer abdominais. O importante é mexerem-se e sentirem-se confortáveis com isso. É o melhor conselho que tenho para dar.
Ora, agora que retomei o exercício físico com frequência, desde há cerca de um mês e duas semanas, noto enormes benefícios. Sinto-me mais "leve", bem disposta, enérgica, e com maior resistência. Sempre que posso pratico voleibol, caminho... E faço alguns abdominais e flexões, assumindo que deveria fazer mais, sobretudo tendo em conta que se fizer cinco flexões já acho que são muitas (e pensar que fazia mais de vinte... a idade realmente é uma coisa lixada). Tenho de intensificar os abdominais e flexões, sem dúvida nenhuma. E estou um bocado reticente sobre como hei-de continuar a fazer exercício físico quando o Inverno vier, mas pronto, baby steps e logo se verá. Para já é assim que vamos.
Desta forma, a melhor dica que vos posso dar, é para que essencialmente se mexam. Se preferem caminhar, correr, andar de bicicleta... Não importa, importa é nesta primeira fase voltarem a ganhar ritmo e disciplina para o desporto. Ontem não fiz exercício. Claro que me senti culpada, apesar de ter feito no sábado, no domingo, na segunda e na terça feira. Hoje vou fazer. Não sou licenciada em educação física por isso não vos sei dizer a frequência e a intensidade com que dever praticar exercício, o que posso sim dizer é que o façam e façam-no de modo a se sentirem bem. Não façam por obrigação ou então contrariados porque não irá resultar a médio prazo. Ninguém perpetua uma coisa que não gosta de fazer.
Descubram aquilo com que se sentem confortáveis e pratiquem. Há muitas opções. Eu por exemplo, só não ingresso na natação novamente porque os horários não são minimamente de acordo com os meus, e neste momento também não tenho possibilidades financeiras para voltar a frequentar um ginásio.
Mas vão por mim. Mexam-se. Nem que seja em casa a fazer abdominais. O importante é mexerem-se e sentirem-se confortáveis com isso. É o melhor conselho que tenho para dar.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Dizer não à comida
Hoje fui a casa da minha avó e ela disse-me que eu estava mais magra. Claro que fiquei toda contente. Até porque a minha avó é muito sincera, também me o diz quando estou mais gorda. E então cheguei a casa e ganhei coragem para experimentar um fato que não vestia há mais de 1 ano. E, surpresa, o tal fato servia-me. Não fica ainda glamoroso, ainda se nota um bocadinho de barriga mas já considero uma vitória. Mais um pequeno passo. Depois experimentei umas calças de ganga Levi's, que são um modelo bem justo, e reparei que ainda tenho um longo caminho pela frente até voltar a caber numas 38. Claro que por mim era já amanhã. No entanto, isto não funciona assim. E olho para o meu roupeiro e vejo calças e vestidos bem porreiros, que ainda estando novos, não me servem. Mas vão voltar a servir, mentalizei-me disso.
Não vos vou enganar. Tenho feito exercício físico com bastante frequência, mas ajuda e de que maneira dizer não à comida. Aliás, é essencial. Eu adoro comer e estes dias de contenção estão a custar-me imenso. Eu cá queria comer tudo o que me dá na real gana. Não pode ser. Tenho de continuar. E digo-vos que não há melhor motivação do que caber em calças que não se cabia anteriormente.
Tenho é de comprar mais creme anti estrias, que mesmo que algumas pessoas defendam que não faz nada, eu com os meus macacos na cabeça não me iria deixar de sentir culpada se não pusesse creme.
E pronto meus amigos, é assim que vai a dieta, apesar de eu continuar a adorar comer. E a sonhar com hamburgers.
Não vos vou enganar. Tenho feito exercício físico com bastante frequência, mas ajuda e de que maneira dizer não à comida. Aliás, é essencial. Eu adoro comer e estes dias de contenção estão a custar-me imenso. Eu cá queria comer tudo o que me dá na real gana. Não pode ser. Tenho de continuar. E digo-vos que não há melhor motivação do que caber em calças que não se cabia anteriormente.
Tenho é de comprar mais creme anti estrias, que mesmo que algumas pessoas defendam que não faz nada, eu com os meus macacos na cabeça não me iria deixar de sentir culpada se não pusesse creme.
E pronto meus amigos, é assim que vai a dieta, apesar de eu continuar a adorar comer. E a sonhar com hamburgers.
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