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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Concha

Porque raio alguém chama Concha a uma filha?! Expliquem-me... Não acham que é demasiado beto/pretensioso/parvo/sem sentido...?! E que tal búzio, não?
Bolas...

Digam lá a verdade, as pessoas não vão a concertos para ver e ouvir os concertos, pois não?

Ainda o meu bebé não mostrava sinais de estar doentito, eu e bomboco fomos ao festival marés vivas ver o meu amigo John Legend. Achei o concerto fabuloso, ele canta maravilhosamente (eu já sabia isso, apenas confirmei ao vivo), tem um charme e presença que não acabam, enfim, adorei, adorei, adorei. Mas há algo que tenho vindo a reparar ao longo dos anos, e creio sinceramente que está cada vez pior, que é o facto de as pessoas insistirem em andar de um lado para o outro durante os concerto. É uma coisa impressionante... As pessoas estão constantemente a andar de lado para lado, a solicitar passagem, empurram, pisam, distraem, estragam o momento da canção... E não aproveitam elas o concerto, nem todas as outras pessoas que não têm nada a ver com o assunto, apenas calharam de estar naquele local. Eu juro que no final do concerto já estava capaz de bater em alguém. Porque raio alguém vai a um concerto daqueles para estar a passar de um lado para o outro, já depois do concerto começar e ainda antes do mesmo terminar?! Acho mesmo que é uma falta de respeito para com o artista e para com as pessoas que ali estão para realmente USUFRUÍREM do concerto. É que não estamos a falar de uma pessoa ou outra que passa porque se atrasou a chegar ao concerto, ou precisa de sair, ou precisa de ir à casa de banho... Não. Estamos a falar de magotes e magotes de gente constantemente em movimento. Digam-me sinceramente, o que é que aquela gente vai para ali fazer? Eu lembro-me de ir a concertos, há muitos anos atrás, e de não passar por este flagelo, pelo menos de forma tão exagerada. O que é que aconteceu nestes anos recentes? As pessoas não podem simplesmente usufruir do momento? E os smartphones... Gente e gente a gravar a "all of me", se calhar a única música que conhecem do cantor (ao meu lado estiveram umas miúdas que não tinham mais de 18 anos, que estavam aborrecidas de morte o concerto todo, sempre a falar, e a dizerem que ele nunca mais cantava a "all of me".), em vez de aproveitarem aquele momento único e irrepetível. Aproveitem, deixem lá os ecrãs!
E por favor, não vão a concertos que realmente não querem ver. É penoso para vós, e para quem realmente quer apreciar o concerto.
É por estas e por outras que cada vez menos tenho paciência para festivais. Adicione-se o exagero das acções promocionais da treta e temos um cenário dantesco. Acho que havia mais fila para tirar uma selfie não sei onde, do que para as casas de banho.
Cada vez mais prefiro os concertos a solo das bandas, se houver lugares sentados, melhor ainda. Eu já não ia ao marés vivas há muitos anos. Se entretanto voltar a vir um artista que eu queira mesmo ver, não tenham dúvidas sobre onde me encontrar. Sim, nas cadeirinhas.
Ahhhhh, como eu entendo agora o prazer de ir a concertos com lugar sentado! Acho que desde que fui ao primeiro que não quero outra coisa. O hype dos festivais é muito giro. Mas o conforto dos meus pés e bem mais. Isso, e poder agarrar o meu marido numa música romântica sem levar um encontrão. Ahhhhh, que maravilha.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Senhores do comércio de rua, vinde cá

Quem esmagou as vossas margens e os vossos lucros após impostos, não foram só o governo ou a Inditex. Não. Foram essencialmente os senhores. Isso.
Claro que com a existência de shoppings cujo interior está recheado de cadeias internacionais, a vossa vida fica mais dificultada. É preciso inovar. Ou então, mudar maus hábitos.
O tal emprego que eu desejaria hoje não ter trocado, situava-se no centro do Porto. Na minha hora de almoço, não havia dia quase nenhum em que, depois de almoçar, não desse uma voltinha pelas ruas circundantes. E o que via eu nesses pequenos passeios? As lojas de rua, invariavelmente, fechadas para almoço. E os shoppings? E as Zaras? Abertas, pois claro.
Bem sei que os funcionários dessas lojas também têm de almoçar. Mas assim na loucura, porque não fazê-lo numa hora diferente de todos os potenciais clientes, que necessariamente estão a fazer uma pausa, pois os escritórios fecham, etc? Tantas, tantas vezes que deixei de comprar isto ou aquilo porque a loja em questão estava fechada, e depois, na hora da minha saída, o mesmo acontecia.
Portanto, continuem. Continuem a fechar à hora de almoço, de preferência com 2h para almoço. Assim, todas aquelas pessoas dos escritórios circundantes, vão fazer as suas compras de impulso nas cadeias Inditex e demais.

Outra coisa gira que aconteceu recentemente na minha zona, foi a seguinte: Aqui onde moro há uma gelataria bastante boa e conhecida. Invariavelmente, o estabelecimento apresenta-se cheio de clientes. Ora, no último mês, a gelataria esteve fechada. Resolveram fazer obras. Sim, em vez de o fazerem em Janeiro ou Fevereiro, fizeram-no no pico do Verão. Faz sentido...

Falta de visão. É do que carecem essencialmente os típicos empresários portugueses.

sábado, 27 de junho de 2015

Dos maridos que ajudam

Temos tendência a nos agregarmos com outras pessoas com características semelhantes às nossas. À custa da minha nova condição de mãe, tenho conhecido igualmente outras recém mamãs, quer através de consultas de pediatria, centos de saúde, etc.
Ora, não são raras as vezes em que algumas dessas mulheres que agora são mães, vão confidenciando que os maridos "até ajudam com o bebé" ou "até ajudam em casa". Ajudam com o bebé? Mas o bebé não é também filho deles? E a casa? É apenas da mulher? São estes micro machismos que continuam a vigorar na nossa sociedade. O quão sortudas elas são, porque os maridos "até ajudam". Deixem-me dizer-vos um segredo: é suposto eles fazerem o mesmo que vocês. Sim, juro. Os homens não têm qualquer limitação genética para cuidar de um bebé ou de uma casa. Todos deverão repartir as tarefas. E claro que, como em tudo, há tarefas que poderão ser melhor desempenhadas pelos homens, outras pelas mulheres, conforme os nossos gostos e habilidades. Contudo, o suposto é eles "ajudarem". Tal como nós os "ajudamos".
Mas estes são os bons maridos. Os que se gabam de ajudar em casa.
Nem me façam falar dos que não mexem uma palha. Dos que não trocam uma fralda ou dão um biberão. Desses, nem me façam falar senão fico mal dos nervos.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Adoro

Pessoas que falam do "lifestyle", e têm blogs sobre "lifestyle".
Adoro.

Mas assim de repente, o que é isso?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Na blogosfera, como no mundo

Há pessoas que não percebem a diferença entre discriminação tácita e ilegalidade.
Perguntar a alguém, numa entrevista de emprego, se deseja ter filhos num futuro próximo é ilegal. Ponto.
Agora, discriminação? O que é que se entende por discriminação? Eu entrei na minha empresa actual, em prejuízo de outras pessoas, porque a minha empresa só contrata pessoas oriundas de faculdades de topo. Isso é discriminação? Ou é um requisito pré estabelecido, de que todos os intervenientes no mercado têm conhecimento à partida?
Entretanto, para além de me chocar o total desconhecimento da lei, bem como a ligeireza com que se fala de uma coisa destas, chocam-me os comentários, quer do blogger em questão, quer dos que por lá comentam, inclusivamente mulheres, afirmando que o "feminismo está na moda", que entre um homem solteiro ou uma mulher com filhos, preferem contratar o homem solteiro, entre outras barbaridades que tais.
E novamente os micro machismos, a estupidez que abunda na cabeça das pessoas é sempre motivo para me espantar, tal como o facto de esta gente ainda ter público.
Quando é que esta gente vai acordar para a realidade, e perceber que sem famílias, não existe nenhuma sociedade sustentável? Empresariozinhos da merda, que não contratam mulheres em idade fértil, que preferem estagnar a economia, que não entendem que a médio prazo não existirá quem lhes pague as reformas, porque andaram muito ocupados a despedir mulheres grávidas, ou a intimidar as funcionárias, para que estas não tivessem filhos.
Cambada de gente ignorante que não sabe somar 2 mais 2.

Juro-vos que subo paredes com estas merdas. Tocam-me especialmente porque felizmente estou a ter uma experiência oposta à que agora é regra em Portugal. Depois esta gente vem explicar-se com a crise, mas a crise não pode ser o bode expiatório de tudo. A crise é de valores e de mentalidades. Por outro lado, se então existe excesso de oferta de mão-de-obra, como é o caso, não será portanto complicado conseguir encontrar uma pessoa para substituir a grávida que vai de licença. Mas não dá jeito ver as coisas por esse prisma.

Recordo a reacção de um empresariozinho desses de caca, com quem tive a infelicidade de conviver há pouco tempo, que a propósito da minha gravidez, me perguntou se a minha empresa me iria mandar embora. Confusa e chocada com a pergunta, disse prontamente que não. Fulaninho responde-me que tinha muita sorte, pois ele manda (e agora vou citar) "todas as prenhas para o desemprego". Que charme.
Mas o pior é que este fulano não é excepção. Como este, infelizmente, há muitos.
Cambada de gente burra.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Alguém me sabe explicar porque é que isto é tão viciante?


Daqui a nada rebolo...

Oi???

A Maria João Bastos vai ser jurada do Ídolos? Oi??
A propósito de quê? Daquela cantora pimba que ela interpretava e que portanto lhe dá enorme legitimidade nisto de avaliar pessoas a cantar?
Está certo...


A lógica dos velhotes

Fulano residente em aldeia X, mata uma pessoa e fere outra gravemente, ambas à facada.
Os velhotes entrevistados dizem que a culpa também é de quem o aborreceu, que não tinha nada de se meter com o homem, que ele é uma jóia de moço. Só que pronto, naquele dia... Irritou-se.
Enfim, mentalidadezinha.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

Gostos não se discutem. Saúde, sim.

Que se goste de gajas esqueléticas? Tudo bem, há gostos para tudo e as gajas esqueléticas também têm direito à vida e a serem apreciadas.
Que se defenda isso como modelo absoluto de beleza, e depois ainda se advogue que as mesmas são saudáveis e não passam fome? Menos, muito menos. Tento na língua e juízo fazem milagres.
São conhecidas as privações gigantescas pelas quais uma modelo passa na altura dos desfiles. Chegam ao ponto de comer algodão para enganar o estômago. 
Agora, se alguns acham que comer algodão é saudável... Enfim.

O que eu penso é que existem sim pessoas naturalmente magras, que o são sem grandes esforços, até porque o seu adn e constituição assim o ditam. Mas não é o que se passa na maioria dos casos. Eu posso dizer que com 1,70m já pesei 50kg (sim, estava esquelética, não me sentia bonita e não era saudável), e vestia o 36. Nunca em idade adulta vesti menos do que isso, pois a minha constituição não o permite. Sou muito mais jeitosa a vestir um 38/40 do que um 36. E não tenho vergonha nenhuma de o admitir.
Os números são isso mesmo, números. E só têm a importância que as pessoas lhe quiserem dar. No mundo da moda, têm toda. 
Agora, não me queiram a mim convencer que alguém com 1,80m a pesar 55kg é saudável, e está assim sem esforços, porque em 99,9% dos casos, é impossível. 
Gostava de ver as análises dessas meninas que supostamente não passam fome... Não passam não... Pouca!

Maravilhas da gravidez #7

Cada vez mais as pessoas me acham uma grávida antipática. Poquê?
Porque recuo e fujo a bom fugir, quando se aproximam com uma mão lampeira na direcção da minha barriga.
Gente estranha tocar-me? Não, obrigada.

Entretanto ontem foi dia de consulta. Estou mesmo a dar as últimas. Tenho uma coisa muito engraçada que se chama colo do útero curto. Esta é a minha última semana de trabalho antes da baixa de risco e licença, pelo que estou mesmo a contar os dias.
Cheguei a um estado de exaustão total.
O meu médico, que me queria mandar para casa desde as 25 semanas, está finalmente feliz.
Quero ver se aproveito para por todos os meus assuntos em dia antes de o puto nascer.
Ai... 3 dias Bomboca, 3 dias.

terça-feira, 24 de março de 2015

Isso, do brio profissional

Muitas pessoas desculpam o mau profissionalismo, com o baixo ordenado que recebem.
Eu acho que se paga muito mal em Portugal, é verdade.
Mas também acho que não existe uma cultura de trabalho, de brio e de excelência.
Farto-me de ouvir "para o que me pagam está bem feito", em relação a atitudes e situações que considero completamente erradas, independentemente do valor do vencimento.

Penso que a ética no trabalho nada tem a ver com o vencimento auferido.
Caso contrário o Salgado e os amigos seriam um exemplo mor de brio e profissionalismo... Ah espera... Afinal o Zeinal não tinha ganho não sei quantos prémios? Hmm... Contudo, ele não se lembra bem do que andava a fazer, não é? Pois...

Não é o salário que faz os valores de uma pessoa. A pessoa pode ser boa ou má profissional, e receber muito, ou o ordenado mínimo nacional. Já conheci os dois lados da moeda. Pessoas que eram excelentes trabalhadoras e recebiam mal, pessoas que recebiam muito bem e eram péssimas, bem como o inverso.

Entretanto, estou fula aqui com uma situação do meu trabalho. Um superior meu, manda-me fazer uma coisa de determinada maneira. Não concordo. Já tinha elaborado aquela tarefa várias vezes para saber que não é a forma mais correcta de o fazer. Digo-lhe que não concordo e expresso o meu ponto de vista. Superior diz que prefere da forma como disse para fazer, e manda-me prosseguir. Inocentemente, assim o faço. Superior de superior vê a tarefa, e diz que não concorda. Prefere que seja feita da maneira X, que, curiosamente, era exactamente como eu tinha sugerido. Superior de superior desanca-me porque já devia fazer aquilo a modos. Tudo isto acontece na frente do meu superior, que nada diz, apesar de eu ter dito que a proposta de fazer aquilo assim, não tinha sido minha.
Levo ainda mais na cabeça.
Fico chateada porque estava habituada a trabalhar com homens e não com ratos, gente que se chega à frente quando as coisas dão para o torto, e não com gente que me deixa levar as culpas por coisas relativamente às quais não as tenho. Neste caso, a minha parte de culpa foi a de ter sido inocente, a de não ter antecipado a situação e não ter falado directamente com superior de superior.
É para eu aprender, que também preciso.
O que vale é que não costumo bater duas vezes com a cabeça na mesma parede.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Várias coisas

- Telefonar para um centro de saúde, a qualquer hora, é uma missão impossível.
Estive, ininterruptamente, a ligar desde as 8h (hora de abertura), até às 9h. Não atenderam. Tive de me deslocar, grávida de 8 meses de gravidez de risco, ao dito centro de saúde para fazer a tal pergunta. A senhora desculpou-se, e disse que não conseguia atender as pessoas e o telefone pois estava sozinha. Compreendo perfeitamente e solidarizo. Os recursos no sns estão cada vez menos adequados às necessidades e isso assusta-me. A sala estava cheia de doentes.

- Por outro lado, ainda no sns, impera a burocracia, ou burrocracia. Há uns tempos aconteceu-me, no mesmo centro de saúde, este episódio que ainda não contei aqui no blog: Fui a uma consulta de rotina com a médica de família, para que esta me passasse o P1 da última ecografia. Antes da consulta, é rotina também a medição das tensões e análise da urina por parte das enfermeiras. Ora, eu já estava aflita para ir à casa de banho, peço o copinho à enfermeira e lá vou eu. Não há papel na casa de banho. Dirijo-me ao guichet de atendimento e pergunto se têm papel higiénico. O funcionário que lá estava, diz que não é da competência dele repor o papel, mas que vai chamar as empregadas de limpeza. Chega a empregada de limpeza. A mesma afirma que também não é da competência dela repor o papel higiénico. O funcionário diz que tem de se chamar a auxiliar, enquanto eu só peço que me digam onde está o papel, que eu própria o levo e troco. O funcionário diz que não, tem de se chamar a auxiliar. O funcionário liga para o segurança que o informa que a auxiliar já saiu. Perante o meu desespero, o funcionário lá vai ao armário que está ATRÁS DELE e me entrega o papel higiénico, que sendo assim, se eu o quisesse repor, que o fizesse.
Existe muita falta de recursos no sns. Mas também existe muita gente ineficiente e com o chip de complicador ligado.

- Estou a fazer um trabalho para uma empresa onde a resposta a 90% das minhas questões é "não sei". Adoro.

- Noutro dia, eu e uma colega de trabalho fomos almoçar a um restaurante de terrinha, província mesmo. Desses onde os funcionários nos parecem estar a fazer um grande favor, mas cuja comida não é má de todo e não é cara, pelo que queríamos despachar-nos e lá fomos. Quando nos íamos a sentar numa mesa, um dos empregos diz que não, que não pode ser naquela mesa, que era o que faltava, que aquela era a mesa onde os funcionários iriam almoçar. Está certo... Vejam lá se é muito incómodo nos atenderem, se calhar é melhor irmos a outro sítio.

- Fico parva com a quantidade de homens que ainda olham para mim de forma... Deselegante. Já achava muito nojento, agora então, acho asqueroso.

- A quantidade de vezes que vou à casa de banho, por dia, é uma coisa incrível. Sim, é verdade, quanto mais a gravidez avança, mais a vossa bexiga diminui.

sexta-feira, 6 de março de 2015

O roubo descarado que se pratica em alguns restaurantes e ninguém fala disto

Nunca vi ninguém a falar disto, mas já pensei no assunto várias vezes.
Sabem quando vão a um restaurante, e pedem uma bebida que não água, e vos servem a mesma num recipiente de 250ml e não num de 330ml?
Até aqui tudo bem. A questão é quando, na conta, o valor desta garrafinha é exactamente igual ao valor da garrafinha de 330ml. Já reclamei, dizendo que se servem menos quantidade, têm de cobrar o mesmo preço.
Em vão, dizem-me sempre que os preços são mesmo assim e estão desta forma definidos.
É um escândalo a nível nacional, um roubo, e não vejo ninguém a fazer nada por isso.
Proponho um movimento nacional anti garrafinhas de 250ml. quem está comigo??

quinta-feira, 5 de março de 2015

Introdução ao estudo das pessoas que trabalham em gasolineiras

Salvo algumas excepções, que as há, não estou habituada a ter boas experiências com pessoas que trabalham em gasolineiras. Não sei exactamente o motivo pelo qual estas situações acontecem, mas, efectivamente, tenho tendência a não gostar muito do atendimento que me é prestado nestes locais.
Vou relatar o episódio de ontem: final da tarde, posto de abastecimento à pinha. Única bomba disponível, a de pré pagamento. Tento, ainda assim, por gasolina no carro. Tento uma, duas vezes, nada, apesar de os dois funcionários do posto de abastecimento terem olhado para mim repetidas vezes, nada acontece, nem disponibilizam a bomba, nem deixam um aviso (apesar de eu ter reparado que era uma bomba de pré pagamento, muitas vezes, quando está muita gente, os funcionários abrem a bomba para a pessoa abastecer e o processo se tornar mais rápido, por isso é que tentei, em vão, abastecer). Vou para a gigantesca fila que se forma à minha frente, arrastando-me, que eu já não ando, arrasto-me. Um dos funcionários (ambos já tinham mais de 45/50 anos), ao ver-me chegar ao final da fila, olha para mim com escárnio e gozo, e diz "a menina não viu que a bomba era de pré pagamento? Tem de esperar na fila, como as outras pessoas. Não é mais que ninguém por estar grávida". Bem... Eu fiquei verde, azul, sei lá, de todas as cores! Fiquei cega! Então isto é comentário que se faça? Eu acabei por não dizer nada porque enervada já eu estava, e se começasse a disparatar, não ia correr bem para ninguém e tudo o que eu queria era despachar-me para chegar a casa. Mas achei este comentário inconcebível.
O resto das pessoas, perguntam? Nada disseram, e é claro que ninguém se ofereceu para me deixar passar à frente. Fiquei ali, à espera, enquanto os funcionários trabalhavam o mais devagar que conseguiam, sendo que até comentavam um com o outro "pois, está aqui muita gente à espera, mas nós só saímos à meia noite", enquanto se riam. Não acho isto normal.
Mas o pior, é que este atitude vagarosa, de pouca atenção ao cliente, acontece em praticamente todas as bombas de gasolina que conheço.
Mas é um pré requisito para trabalhar num local destes? Bem sei que as pessoas não devem ser bem pagas, mas ainda assim, um pouco de respeito e atenção ao cliente, não ficava mal. Não vejo, em geral, este tipo de atendimento nos super e hipermercados, que não são propriamente locais conhecidos por pagarem bem.
O mais engraçado, é que o meu marido, tem, dos funcionários das gasolineiras, exactamente a mesma impressão que eu, portanto, não devo ser só eu a ter este tipo de experiências.
Enfim, não consigo perceber.
Mas se calhar o defeito é meu. Eu sei lá.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A mentira tem perna curta, mas a lata das pessoas, não

Uma pessoa dos meus conhecimentos, andou a enganar o marido, traindo-o com outra pessoa. O marido, esse, durante muito tempo não soube de nada, e pior, essa pessoa com quem ela o traiu, supostamente era um "amigo" dele.
Enquanto a traição durava (eu só descobri isto mais tarde, contado pelo traído), ela sempre fez questão de manter os standards habituais, como jantar em bons restaurantes, escolher jóias... Enfim, era uma pessoa de gostos caros. E o marido, claro, fazia-lhe sempre as vontades.
Quando ele descobriu, sentiu-se, como devem imaginar, profundamente enganado. Ela ficou com o carro que era dele, ele, com a casa.
Pois não é que a fulana, há uns dias, disse no seu facebook que estava toda chateada porque o (ainda) marido não lhe tinha dado prenda de aniversário..?!
Há gente que não se toca, não é?