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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Cada vez mais

Hoje li este texto da Cocó e adorei. Revejo-me imenso no que ela referiu sobre o trabalho... Menos quando ela diz que antes achávamos porreiro acordar cedo e chegar tarde. Vou ser muito sincera: como alguns dos que já me lêem há algum tempo sabem, eu nem sempre cheguei a casa tarde e a más horas. Mas a verdade é que sempre olhei para o emprego como isso mesmo, um emprego, um mero meio de pagar contas, uma necessidade e não um gosto. E agora, com a minha família, um emprego representa cada vez mais isso. Um emprego. Já tive empregos onde gostava verdadeiramente do que fazia, gostava dos colegas, etc., mas mais do que isso, gostava sobretudo porque saía a horas decentes, e isso permitia-me ter VIDA. Eu tinha uma óptima qualidade de vida. Estava inscrita no mestrado, ia ao ginásio, fazia o jantar todos os dias, davámos belos passeios nocturnos à beira-mar. Por isso é que gostava tanto daquele emprego. Era bem tratada, não ganhava mal, e tinha uma vida tranquila.
Entretanto essa vida mudou. Já não tenho a mesma disponibilidade para a minha família, infelizmente. Dizem aqui na empresa que tudo melhora no Verão. Ainda não sei pois no ano passado estive de licneça. Mas na empresa desta área em que já estive, as coisas não melhoravam assim tanto no Verão. Só um bocadinho. Portanto... A ver vamos. Vamos ver realmente se o Verão consegue compensar o resto dos meses.
Para já, parece-me tudo muito chuvoso.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Como um burro a olhar para um palácio

Respira. Aponta tudo o que te estão a dizer. Não te esqueças de nenhum pormenor.
Mesmo que depois digam que não disseram e não saibam o que disseram. não te esqueças.
Aponta.
E respira.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Em bicos de pés

Detesto pessoas que gostam de se por em bicos de pés, para chegar mais alto, de preferência por cima de outras pessoas.
Em contexto de trabalho, pedi que pessoa x fizesse uma coisa. Depois disse-lhe para enviar para mim, para eu ver e acrescentar o que achasse necessário. Pessoa x vai e envia para o meu chefe, directamente. Quis mostrar, quis ser superior. Detesto essa atitude. Se tivesse tido outra, certamente a minha atitude também seria diferente. Calhou-lhe foi mal, pois o que pessoa x tinha feito estava uma cagada, e eu tive de refazer tudo.
Acontece, não é?
É para não acharem que são muito espertos.

terça-feira, 29 de março de 2016

Voltemos para trás, não é?

Estou mal disposta com esta notícia. Então agora andamos para trás? Reconhece-se publicamente num país europeu que não é seguro para as mulheres viajarem sozinhas?
E de onde vem esta caga de insegurança, de medo? Quem é que não tolera que as mulheres tenham os mesmos direitos que os homens? Aos olhos de quem deveríamos estar caladinhas, tapadinhas, e valer menos do que zero, podendo, portanto, ser violadas sempre que um homem quiser?
Hmmm... Não sei não...
Mas isto não me agrada. Mostra que estamos a andar para trás no que à igualdade e respeito pelos valores fundamentais, diz respeito.

É tudo à grande

Uma das partes giras do meu emprego, é que vou por esse Portugal fora, e consigo conhecer o que tem de melhor a nossa gastronomia.
A parte chata, é que quero emagrecer, mesmo comendo como uma lontra.

23h

Cheguei ontem a casa às 23h. Estive numa reunião das 17h até às 23h. Tudo parece mais importante do que o resto, até as casas décimais em ficheiros excel.
É o meu trabalho, há que aguentar.
Aguenta e não chora. Apesar de ter sido o que me apeteceu fazer quando cheguei a casa e vi que o meu filho já estava com os olhinhos fechados.
Aguenta e não chora.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Segunda-feira

Eu tenho depressão de segunda-feira. Para mim, este dia é o bicho papão que me retira mais 5 dias com o meu menino. Sair e ele estar a dormir, chegar e ainda ter de trabalhar para logo a seguir o embalar... Não é fácil. Quem disse que conciliar a vida familiar com a vida profissional é fácil, ou tem um horário em que sai às 4 da tarde, ou está a mentir. Cada vez mais as pessoas dão tudo de si ao trabalho, sobrando muito pouco tempo e paciência para tudo o resto.
Quantas vezes, vimos zangados/frustrados com alguma coisa que se passou durante o dia, e acabamos por descarregar em quem mais amamos? Eu já o fiz. Cheguei a um ponto da minha vida em que disse para mim própria que isso não poderia voltar a acontecer, mas não sei se irei sempre consegui-lo. Um dia de cada vez.
Mas para mim, a segunda-feira tem o condão de me trazer de volta à vida real, aos dias de trabalho que não acabam, ao ritmo e frenesim quotidianos que não nos deixam respirar. Temos de estar sempre disponíveis para as empresas, 24h/dia, sabe-se lá o que pode acontecer se falharmos, ainda falece alguém se não entregarmos as coisas naqueles prazos que só quem supervisiona e não executa, pensa ser possível.
Vejo cada vez mais o trabalho como um usurpador de tempo, de qualidade de vida.
Muda de emprego, dizem-me. Irei, ainda não, mas irei, a seu tempo.
Mas mudar para onde, pergunto? Na minha área está tudo assim.
Toda a gente tem medo da segunda-feira.

domingo, 27 de março de 2016

Feliz Páscoa para todos!


Festas infantis

= All hell breaks loose!

Miúdos de várias idades. Bebés que ainda não andam e só querem estar ao colo. Confusão total. Miúdos aos gritos, a correr, bebés a gatinhar, pais a tentar que os miúdos mais velhos não passem por cima dos bebés.
Comida e doçaria diversa. Tudo é imenso. O que vale é que há álcool.
Descubro que as festas infantis são um excelente modo de comer e beber à grande, por um custo pequeno- a prenda do aniversariante.
Haja comida e bebida.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Mudanças

Enquanto estive ausente dos blogs, algumas coisas mudaram:

- Voltei a ser morena. Durante muitos anos tive o cabelo pintado de loiro, mas sou morena natural. Sinceramente não sei qual dos visuais gosto mais, acho que há alturas para tudo, mas este sempre dá menos trabalho de manutenção.

- Cada vez me importo (ainda menos...), com a opinião da generalidade das pessoas. Façam-no, é libertador.

- Trocámos de carro. Os dois. Um mais novo, um mais velho.

- Recusei duas ofertas de emprego. Acredito que o caminho não era por aí.

- Tive de ir passar uma noite ao hospital, com direito a ir de ambulância e tudo. Mas agora já estou bem.

- Deixei de beber refrigerantes às refeições à semana. Para algumas pessoas isto já é regra e não custa nada, mas para mim custa-me horrores, que adoro tudo o que seja porcaria com açúcar.

- Ando a morrer de cansaço, não sei como vou chegar ao Verão.


quarta-feira, 23 de março de 2016

Digo-lhe todos os dias que o amo

Assim ele nunca se irá esquecer.
Nem ele, nem eu.

Update

Vida a mil.
Trabalho média de 14h dia.
Sinto que estou a falhar em toda a linha como mãe e esposa, não tenho tempo para eles, muitas vezes trabalho também ao fim-de-semana e chego a casa sempre a horas indecentes.
Diz que vai valer a pena, que o verão está quase aí e a promoção é muito possível.
Espero para ver.
A minha "família"- lado da minha mãe, está a exigir cada vez mais de mim e eu não chego a todas. Com o bebé, o que eu pensei que ia melhorar, só piorou, pois o cerco cerrou, visto que querem tanto estar com ele que até o "abafam".
Cada vez mais tenho vontade de ter outro filho, o David precisa de um irmão, quero que ele cresça rodeado de amor e crianças, companheiros para a vida.
Tenho muito, muito medo deste mundo onde vivemos, e da formatação que os media nos querem fazer.
Ando a descobrir cada vez mais que tenho algum jeito para a cozinha.

E por aí?
Vou ver se me actualizo, que ando completamente por fora do que se passa no blogo mundo.

Ora deixa lá ver se ainda está alguém desse lado....

Vou tentar voltar, sim?

Desculpem... Isto por estes lados não anda fácil.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mesmo agora. Realmente a elegância, ou se tem, ou não se tem

Estava eu a chegar a casa, com o meu bebé no seu carrinho, carteira, poortátil e uma saca. Chave na porta do prédio, pegar no carrinho, sempre com a ginástica a que já me habituei. Encostadas a uma das paredes ao lado da porta do prédio, estavam as duas empregadas de limpeza que fazem a limpeza das áreas comuns do edifício. Abriram-me a porta? Perguntaram-me se precisava de ajuda? Nada de nada.
Eu estou habituada, felizmente não preciso de ajuda para esta tarefa. Mas podia ser que alguém, noutra situação, precisasse. Mas as senhoras nada, lá estavam elas na sua converseta sobre "A Única Mulher". Muito mais importante.
Se as senhoras me perguntassem se eu precisava de ajuda, eu iria certamente dizer que não (talvez para me abrirem a porta teria dado jeito). Não é o efectivamente precisar de ajuda, porque como disse, felizmente, não preciso, trata-se sim do gesto, do cuidado, da atenção para com os outros.
Realmente a elegância quando nasce, não é para todos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A verdadeira elegância

Não está na roupa ou acessórios de marca.
Não está numa conta bancária recheada ou num bom carro.
Nem sequer está na nosssa rede de relações.
A verdadeira elegância ou se tem, ou não se tem. É ensinada e cultivada ao longo do tempo.
É deixar uma senhora passar primeiro, por exemplo. É abrir-lhe a porta, é ter cuidado com os mais novos e os mais velhos (sim, referência a Paulo Portas), é preocupar-se com o bem estar dos que estão ao seu redor.
É uma forma de ser e de estar.
Eu cresci rodeada de brejeirice, de mau gosto e maus modos. Mas adoptei a elegância como parte de mim, e farei questão de a ensinar ao meu filho, pois um homem elegante não tem preço.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Não sei se isto é castigo, se é merecido, se é injusto... Não sei. Sei que é triste

Soube de uma história que nem sei como classificar. Só sei que é triste.
Disse-me uma amiga minha, que uma amiga dela, está a passar um mau bocado. Ao que parece, essa rapariga engravidou há uns tempos e fez um aborto (já legal). Na altura, o já marido dela discordou do aborto, queria manter o bebé, mas ela foi irredutível. Ainda que ambos trabalhassem, ela estava a atravessar um momento especialmente bom na carreira, e não quis por em perigo a sua progressão profissional, em virtude de uma gravidez não planeada. Ele não concordou, até se chegaram a separar pois o aborto foi mesmo para a frente, mas voltaram a ficar juntos.
Anos depois, eles decidiram ter filhos, desta vez planeados, visto que a carreira estava já estabilizada, mas infelizmente, já estão a tentar há cerca de 3 anos e ainda não conseguiram.
Não sei bem o que pensar. Claro que uma mulher pode e deve decidir o momento em que quer engravidar, mas... Até que ponto não terá sido egoísta não prosseguir com a gravidez naquela altura? Não sei. Não sei mesmo. É um assunto muito delicado. Importa referir que ela agora tem 38 anos, e tinha 32 quando fez o aborto, ou seja, não era propriamente "novinha". Será que não arriscou demais, confiando em demasia na sua própria fertilidade, não pensando que poderia ser mais difícil engravidar à medida que os anos passavam?
Não sei.
Sei que, sobretudo agora que sou mãe, dificilmente teria tomado a mesma decisão. Não a posso criticar, mas também não posso dizer que ela esteve certa.
Sei que é a história é toda muito triste.

E vocês? O que pensam? O que fariam?

Direito a dispensa para amamentação ou aleitação

Como falei noutro post sobre a questão da redução horária, e como sei que existem algumas dúvidas sobre esta questão, vou colocar aqui o que diz a lei:





Legislação: artigos 35º, nº 1 i), 47º, 48º e 65º da Lei 7/2009 de 12.02

Conteúdo: direito da mãe que amamenta o filho a ser dispensada do trabalho para o efeito e durante o tempo que durar a amamentação.

Nota 1: No caso de não haver amamentação e desde que ambos os progenitores exerçam actividade profissional, qualquer deles ou ambos, consoante decisão conjunta, têm direito a dispensa para aleitação, até o filho perfazer um ano.

A dispensa diária para amamentação ou aleitação é gozada em dois períodos distintos, com a duração máxima de uma hora cada, salvo se outro regime for acordado com o empregador.

No caso de nascimentos múltiplos, a dispensa diária é acrescida de mais trinta minutos por cada gémeo além do primeiro.

Se qualquer dos progenitores trabalhar a tempo parcial, a dispensa diária para amamentação ou aleitação é reduzida na proporção do respectivo período normal de trabalho, não podendo ser inferior a trinta minutos. Neste caso, a dispensa diária é gozada em período não superior a uma hora e, sendo caso disso, num segundo período com a duração remanescente, salvo se outro regime for acordado com o empregador.

Condições: No caso de dispensa para amamentação, a trabalhadora comunica ao empregador com uma antecedência de dez dias relativamente ao início da dispensa. Se a amamentação se prolongar para lá de um ano, deve apresentar atestado médico.

No caso de dispensa para aleitação, o progenitor deve comunicar ao empregador com uma antecedência de dez dias relativamente ao início da dispensa, apresenta ainda declaração conjunta, declara qual o período de dispensa gozado pelo outro progenitor (se for caso disso) e junta prova de que o outro progenitor exerce actividade profissional (e caso seja trabalhador por conta de outrem, prova de que informou o respectivo empregador da decisão conjunta).

Efeitos: a dispensa para amamentação ou aleitação, não determina a perda de quaisquer direitos e é considerada como prestação efectiva de trabalho (artigo 65º, nº 2).

Em suma, qualquer um dos progenitores tem direito à dispensa das 2h diárias, sendo que o horário em que essa dispensa irá acontecer, será combinado entre o trabalhador e a entidade empregadora. Existe a necessidade de avisar sobre esta dispensa, com 10 dias de antecedência. Independentemente de estarmos ou não a amamentar, temos direito à dispensa diária até o bebé perfazer um ano.

No meu caso, como o meu trabalho funciona por projectos, nem sempre me vai ser possível usufruir desta dispensa. Efectivamente, a minha empresa vende as horas que irá demorar o projecto a ser concluído, à empresa cliente, o que implica que se eu tiver uma semana para concluir o projecto, terá de ser mesmo feito em uma semana. Pelo que se vou usufruir das horas... Depende.
A ver vamos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Restantes mamãs, eu queria mesmo saber

Se isto de estar a fazer um esforço enorme para não chorar, disfarçando as lágrimas nos olhos, vai acontecer todas as segundas, ou se passa.
O meu bebé é demasiado pequenino e eu saio demasiado tarde.

Hate Mondays

Nunca gostei da segunda-feira.
Agora, sendo o dia que me separo do meu bebé depois de um fim-de-semana juntos, pior ainda.
É muito duro.
Estou sempre a pensar nele.
E incrivelmente, tenho saudades de estar grávida. No ano passado estava grávida e ainda não sabia.
Aiiii... Passa depressa segunda-feira!

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

O susto da minha vida

Passei boa parte do início da manhã lavada em lágrimas.
Foi um susto, acho que já está tudo bem. Acho.
Vou descrever aqui no blog o que se passou, de modo a servir de alerta para todos os outros pais ou futuros pais, para que possam evitar e nunca aconteça convosco. Não desejo a ninguém.

Hoje, o meu bebé acordou às 6h45 da manhã. Troquei-lhe a fralda, dei-lhe o leitinho, e após o biberão vi que estava a fazer força para fazer cocó. Depois de arrotar, coloquei-o na parte mais funda do chaise longue, ou seja, na parte entre o L e o início so sofá, o mais afastado possível da extremidade, como já o fiz em tantas outras ocasiões. A outra fralda e o creme barreira estavam mesmo ali ao lado, na malinha dele, só tinha de me virar por um segundo. E foi isso que bastou, um segundo. Já estão a ver, não é?
Eu virei-me e foi o segundo mais aterrador da minha vida, pois só tive tempo de ouvir um baque no chão, uma pancada seca, seguido do grito de dor e susto do meu filho. Pensei que ia morrer quando rapidamente me viro e o encontro no chão, de barriga para cima, e a chorar em aflição. Eu já sabia que ele se virava. Mas não imaginava que já conseguia rebolar, e ainda por cima tão depressa. Foi um segundo. Um segundo aterrador.
Felizmente, para já, não tem qualquer hematoma, ou indícios. Liguei de imediato para a saúde 24 (ele rapidamente se acalmou), mas a minha vontade era logo pegar em tudo e zarpar para o hospital. Na linha lá me acalmaram, disseram que como a queda foi muito pequena (30cm), certamente não terá nenhuma consequência para além do susto, pediram-me para lhe mexer na cabeça, nas costinhas, e não me pareceu que ele estivesse a sentir dor.
Disseram-me para ficar atenta nas próximas horas, caso ele durma mais do que o normal, ou vomite em jacto mais de 2 vezes, que aí sim, convém levá-lo a um hospital, mas que para já, não terei, em princípio, qualquer razão para me preocupar.
É claro que estou preocupada... Mas o meu coração de mãe diz-me que não foi nada. Não foi, mas podia ter sido. Eu não imaginava que o meu bebé já conseguia rebolar tão depressa.
Bem dizia a enfermeira do meu curso pós parto, que os bebés nos surpreendem e todos os dias aprendem a fazer coisas novas. Eu aprendi da pior forma, que ele já consegue rebolar.
Da saúde 24 ficaram de ligar mais logo à noite, para saberem como está o meu bebé.

Ele sorri, come normalmente e parece-me bem.
Já eu... Fiquei a sentir-me um caco.
Agora eu já sei. Quando tiver de me virar, nem que seja por um segundo, o menino ficará no chão (no seu tapete), no parque, no berço, ou na espreguiçadeira com os cintos.
Não aguento outra destas.
Desculpa meu bebé.
Não facilitem. A sério. Pode ser só um susto, mas pode ser algo mais grave, e acreditem que não querem ter esse peso na consciência.