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domingo, 3 de novembro de 2013

Jim Caviezel rapaz, estás com bom ar

Estou completamente colada na série Person of Interest, onde entra o meu amigo Jim Cavizel. Sempre lhe achei alguma piada, apesar de já não ser novo. Mas lá está, até dizem que os homens querem-se é maduros, não é?
Bem, dizia eu que o Jim está com muito bom ar, ora confiram:




Não querendo ser mázinha, ele é bem mais giro do que a sua esposa, contudo, a senhora à beira dele até fica mais favorecida. Quem não ficava, não é verdade?





terça-feira, 29 de outubro de 2013

Eu concordo com a lei da Assunção Cristas

Para casos em que é óbvio que os animais não se encontram em condições mínimas sanitárias e de subsistência.
Aliás, acho que a lei deveria ser extensível a ter criancinhas. Não concordo nada que os ciganos possam ter os filhos que lhes apetecer e eu não possa ter os cães que bem entenda.
Se é para haver limites, então que sejam coerentes.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Que puto de nojo

Que estas notícias me metem. Mas assim um nojo incomportável.
Aaaahhh, como eu queria ser um Dexter desta vida e arrepiar caminho a todos estes pedófilos nojentos.
Talvez por ter sofrido inúmeras perturbações sexuais por parte de homens grande parte idosos, na minha infância (felizmente nunca ao ponto de violações, mas apalpões indesejados e comentários, partes indesejadas, tudo isso existiu em determinado ponto da minha vida), não vou muito à bola com velhos. Não sei, tenho ali sempre o pé atrás da desconfiança, um certo pudor, e parece que os cheiro à distância e afasto-me dos potencialmente nojentos.
E pronto, eu passo-me com estas notícias e passo-me ainda mais por perceber que a estes seres nojentos é muitas vezes aplicada a pena de coacção mínima, neste caso, termo de identidade e residência, e não consigo perceber como é que um velho abusador de crianças pode andar por aí à solta para, se bem lhe apetecer, continuar a cometer os mesmos crimes e estar como bem e lhe apetece, a respirar o mesmo ar que a restante população que não cometeu crime nenhum e não merece ser importunada pela presença deste tipo de asco.
Não percebo. Senhores do constitucional, algo a acrescentar?

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Isto a ser verdade, era mesmo muito bom

Se esta medida se concretizar, era excelente.
Não sei como vão convencer as empresas a participar desta ideia, creio que poderá ser algo como aquela lei que prevê que para mães com crianças pequenas até x anos, podem ter um horário reduzido. Já sei que vão destilar veneno, mas a verdade é esta: não conheço nenhum caso no privado em que esta situação seja aplicada. As mães que conheço e que têm esse privilégio trabalham todas no sector público.
Ainda assim, gosto da iniciativa. O meu sonho era trabalhar com um horário mais reduzido mas sem ganhar menos. E independentemente do que eu gostaria, o importante é perceber o que esta medida pode fazer pelas famílias e pela natalidade em Portugal.
Efectivamente, a grande maioria da população trabalha horas a mais. Cada vez menos são as pessoas que cumprem o seu horário sem que tenham de fazer horas a mais. Na minha área de actividade então, é um exagero.
E com os horários alargados, a família vai ficando sempre para segundo plano. Por minha vontade, começava a constituir família já. Mas devido a diversos motivos, não pode ser já, temos de adiar um pouco. O problema é que, estando eu na minha empresa actual e com a minha função, não vejo grande abertura para iniciar uma gravidez, nem no próximo ano, nem no outro... Daqui a uns tempos eu sei que vou arriscar, mas não estou a imaginar uma empresa como a minha a aceder às pretensões dos colaboradores a trabalhar em part-time, ainda que o Estado pague o excedente.
As empresas como a minha não querem saber se temos família, se temos vida para além daquilo. Temos de dar tudo pela empresa, ter sempre disponibilidade ilimitada. E sinceramente que vos diga, cada vez menos me apetece ter disponibilidade ilimitada. E ainda nem tenho filhos.
Por isso, apesar de achar que para muitas empresas esta medida não vai passar da teoria, considero que se trata já de um passo importante para essa abertura de mentalidades se começar a proporcionar.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Das barbaridades que acontecem no mundo

Eu já tinha lido sobre esta notícia anteriormente.
Mas acho que ainda nem tinha tido capacidade psicológica para falar sobre isto. Não tenho palavras para descrever. É mau demais. É nojento, vil, irremediável.
A Rawan morreu. Mas muitas outras mortes podem e devem ser evitadas. Não se compreende que em pleno século XXI continuem a existir casamentos forçados, ainda por cima com crianças.
Toda esta gente deveria ser presa até ao fim dos seus dias. Só a água e pão seco. Deviam apodrecer devagarinho.
Neste mundo, continuam a cometer-se atrocidades contra mulheres e crianças. Quantas mais têm de morrer para que se faça alguma coisa? Para que se ponha fim a esta atrocidade, tudo em nome do "Islão".
A tecnologia evolui, mas muitas sociedades não acompanham essa mudança no que respeita às mentalidades e à forma como funcionam.
Dá para fabricar uma bomba que só mate gente desta?

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Do novo videoclip da Miley Cyrus

Vi o vídeo. Acho de um mau gosto extremo. A rapariguinha tanto está a chorar como a seguir está a lamber languidamente um ferro. Ora em pouca roupa, ora nua. Tão pobrezinho, tão mal feitinho.
Eu vou sugerir uma coisa, mas pronto, isto sou eu que realmente não sou muito boa da cabeça, e que tal dedicarem-se a fazer música? Sabem o que isso é?
Se não sabem, procurem no Google ou assim.
É que nem dá para perceber se a rapariga tem talento ou não, se a música é boa... Com tanto ruído visual, só me apetece fechar os olhos e os ouvidos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Os incêndios e o chumbo do TC

O país está a ser assolado por incêndios. Até pensei que não ia aqui abordar este tema, mas está uma coisa por demais. 5 bombeiros já perderam a vida este ano, e muitos outros ficaram gravemente feridos, com sequelas que infelizmente irão durar para sempre. Não tenho grandes dúvidas que a maior parte destes incêndios resulta de mão criminosa. E em conversa com agentes que conheço das forças policiais, eles me confessam que chega a ser frustrante quando prendem incendiários, e muitas vezes estes são soltos após uma breve pena, ou nem chegam a ser presos, praticando de forma recorrente os crimes. Está na altura de mudar a lei. Há muito tempo defendo isso. As penas necessitam de ser mais pesadas. 25 anos de cadeira é um limite demasiado parco para as atrocidades que são por aí cometidas. O povo pede justiça, e anseia por ela, mas parece que ela tarda a chegar.

Como também tardam os senhores juízes do TC a perceber a situação económica do país. Como dizia um amigo meu no seu Facebook, se as empresas podem despedir trabalhadores para evitar falência, porque não pode o Estado fazer o mesmo? Com critérios e rigor, claro está. Creio que os senhores juízes não sabem o significado dos conceitos de equidade e igualdade. Se amanhã a minha empresa decidir que precisa de se reestruturar, e decidir mandar pessoas embora pagando as respectivas indemnizações, não há nenhuma lei que o proíba. Mas se o Estado necessita de ajustar a sua estrutura, estrutura essa que todos nós pagamos, ah afinal então não pode ser. É claro que eu não gosto de ver pessoas no desemprego, seja qual for o sector. Não defendo o despedimento dos funcionários públicos. Mas em qualquer organização, quando a sua estrutura é superior ao eficiente, os cortes são indispensáveis. Muito mais em tempos de crise económica. Não defendo cortes nos serviços essenciais do Estado. Defendo sim naquelas fundações da treta. Nos empregos dos amiguinhos. Nos senhores que são pagos para não fazer nada. O Estado apresenta, neste momento, inúmeros paradoxos que não são compatíveis com as funções que desempenha. Se, por exemplo, nos hospitais faltam médicos, enfermeiros e auxiliares (falo com conhecimento de causa, que os recursos estão a ser esgotados ao limite), também sei de situações em que existem pessoas em câmaras municipais, que não desempenham tarefa alguma. Vão fazendo umas coisas. E se eu sei que existem destas situações, mal posso imaginar as que existirão também. É penoso que essas pessoas vão para o desemprego. Mas a menos que se reorganize a estrutura de modo a tornar essas pessoas eficientes, então ficamos todos a perder. E os senhores juízes do TC não têm forma de perceber isso. Mas perceberam depressa que um trabalhador que foi despedido por estar bêbado no local de trabalho, merece ser reintegrado. Trabalhasse eu no Estado e segunda-feira aparecia aí com uma bezana descomunal. Seria reintegrada e com um bocadinho de sorte, ainda sacava uma indemnização.
Equidade? Bullshit.

sábado, 17 de agosto de 2013

Juditezinha, chegue-se cá ao pé de mim

Está a precisar de ajuda, não é Juditezinha? Eu, como pessoa altruísta que sou, vou ajuda-la. Não Judite, não sou rica como o Lorenzo, mas ajudo-a na mesma. Sim, como o Lorenzo disse, o que importam são as coisas que vêm do nosso coração.
Então minha querida, diga-me lá o que lhe passou na cabeça para convidar uma pessoa para ir à televisão nacional, só para que a pudesse humilhar em público? Eu não vejo praticamente nada do que é transmitido na TVI, mas depois deste sururu todo, tive de ir ver a sua entrevista Judite, e digo-lhe que não foi bonito. Não se faz. Não se convida ninguém para a criticar abertamente e tentar desvaloriza-la. Revela pouco tacto e pouca educação.
Depois Juditezinha, eu gostava de saber o que é que a senhora tem a ver com o dinheiro que o rapaz tem ou deixa de ter. É dele e da família, não lhe diz respeito. Ele gastou 300.000€ numa festa de aniversário? E daí? Esse dinheiro proporcionou trabalho a algumas pessoas, rendimentos, gerou-se procura para a oferta disponível minha querida. Sabe o que isso é? Suponho que não. Adiante, a senhora não tem nada a ver com o dinheiro que o Lorenzo gasta, com quem ele ajuda ou deixa de ajudar. Ele não anda a roubar ninguém pois não? Então meta-se na sua vida. O que iria perguntar a uma qualquer estrela de cinema internacional, se tivesse oportunidade de a entrevistar? Olhe que eles devem gastar bem mais de 300.000€ em alguns eventos...
Oh Juditezinha, vá por mim, veja a entrevista as vezes que forem necessárias e aponte todos os erros e gaffes que comete. Assim para o futuro já sabe. Também lhe ficava bem desculpar-se publicamente.
Mas, diga-me a Judite, quem é que a senhora ajuda com o seu ordenado avultado? O que é faz pelo país?
Pois... não tem resposta não é? Bem me parecia.
Muita sorte teve a senhora, que o Lorenzo é educado. Muito mais do que eu, porque se fosse eu no lugar dele, certamente não teria tido tanta educação e paciência para uma pessoa que claramente não o merecia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

My teen is pregnant and so am I

Vejo este programa do TLC (mais um). E não posso deixar de me sentir chocada com as histórias que se apresentam neste programa. Primeiro, porque normalmente estas situações dizem respeito a "ciclos viciosos", ou seja, as miúdas que agora engravidam adolescentes, são fruto elas próprias de uma gravidez adolescente. Como eu.
Eu quebrei esse ciclo, mas algumas delas não. Muitas são forçadas a crescer depressa demais, não apenas por estarem grávidas, mas também porque anteriormente já cuidavam dos outros irmãos, fruto de vários relacionamentos inconsequentes das mães. E estas histórias tocam-me. Não tive irmãos, mas sei o que é crescer nunca estando em primeiro lugar. Uma dessas raparigas dizia isso mesmo. Que não queria cometer os mesmos erros que a mãe cometeu, porque a mãe sempre fora extremamente egoísta e nunca pôs os filhos em primeiro lugar, e que ela queria fazer isso pela sua filha que estava para nascer. Penso da mesma forma.
Depois, com honrosas excepções, os namorados destas miúdas são autênticas BESTAS. São miúdos sem maturidade, claro, mas para além disso não apoiam as namoradas, envolvem-se com outras raparigas, em confusões, enfim, um desastre.
Uma das raparigas que vi hoje no programa tinha 14 anos, estava grávida, e recusava-se a dizer à mãe quem era o rapaz que a tinha engravidado e eles simplesmente não tinham contacto nenhum. Triste.
A estas miúdas só posso desejar força e boa sorte, pois bem vão precisar.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Genética ou irresponsabilidade dos paizinhos?

Hoje fui almoçar a um centro comercial aqui da zona. Como estamos em pleno Agosto, e como o tempo está horroroso (not), o pessoal resolve enfiar-se no shopping. Como estava sozinha, comecei a apreciar quem passava. E invariavelmente reparei num fenómeno que já tenho tido em atenção noutras alturas: Pessoas fortes normalmente têm filhos fortes. Assim para o cheiinho. E eu percebo as razões da genética, claro que sim, é bem lixada, eu pinto o cabelo com frequência e de vez em quando lá aparecem as bestas dos cabelos brancos. Eu percebo isso.
Mas em alguns casos faz-me um pouco de aflição, porque estamos a falar de crianças muito pequenas e com um peso muito muito acima do normal ou recomendável. Hoje vi dois garotinhos que não podiam ter mais de 3 anos e já rebolavam quase.
E eu penso se a genética é assim tão malvada, ou se a isso também se junta um pouco de irresponsabilidade dos paizinhos.

Funcionárias mal criadas e estúpidas há mesmo em todo o lado

Até em Zurique. Diz que a Oprah Winfrey foi mal atendida numa loja de marca.
A fulana que a estava a atender não lhe quis mostrar uma carteira que, segundo a imberbe funcionária, era demasiado cara para ela. Para além da idiotice e de não conhecer a Oprah (como é possível!!), é mais um acto de falta de educação, falta de cortesia, de tudo. Infelizmente estas situações continuam a acontecer. As funcionárias de algumas lojas estão cheias de si mesmas, acham que estão acima das marcas que representam, acima do bom senso e da educação. Neste caso, a funcionária achou que por uma mulher ser preta, não deveria ter dinheiro para comprar aquela carteira. Já me aconteceu e já por aqui relatei, que um dia em que fui à Massimo Dutti de fato de treino, fui atendida como se me tratasse de uma meliante.
A hipocrisia, as aparências, a falta de cuidado para com o outro reinam mesmo no atendimento ao público. Nenhuma marca, por melhor que seja, está imune a pessoas mal formadas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Pessoal de Lisboa, olhos bem atentos, a Mel continua desaparecida!

A cadelinha Mel, da Sexinho, continua desaparecida!
Quem estiver pela zona de Lisboa, olhos bem atentos!
É o desejo de todos que a cadelinha chegue a casa sã e salva.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O desmemoriado, a Maria Luís e as cunhas

Gosto muito da expressão que os brasileiros utilizam para quem perde a memória. Neste caso, convenientemente.
Ah, esperem, já voltou! Isto é rápido, hein? Será que andou a tomar centrum? Pois o novo secretário de Estado do Tesouro quase nem ainda assumiu as suas funções e já está envolto em polémica, devido às suas fracas capacidades de memória. Mas entretanto o senhor já veio dizer que afinal se lembra- aqui.
Ora, eu não percebo como é que uma pessoa que diz não se lembrar de um acontecimento passado, lembra-se entretanto com uma rapidez impressionante. Não percebo ainda mais o facto de uma pessoa que está de alguma forma envolvida em contratos que foram ruinosos para o Estado português, venha agora ocupar um cargo com tal grau de responsabilidade, precisamente do outro lado da barricada. Que garantias é que este senhor dá?
Adicionalmente, a senhora Maria Luís, nomeia para a Refer um gestor que em funções na Egrep, não fiscalizou os tais contratos swap. Que maravilha! Deve ser competentíssimo! Arranjar melhor seria certamente impossível.
E eu penso: esta gente anda toda louca, cega, surda, ou sou eu que estou errada? Provavelmente sou. Então a senhora ministra Maria Luís, depois de toda a polémica que surgiu da sua própria nomeação, nomeia estas duas jarras para cargos de suma importância? Mas perdeu tudo o juízo? E mais, quem deixou a senhora fazer este tipo de nomeações??
Portugal, o país da impunidade, das cunhas e dos amiguinhos.

Nota de reflexão: Se a Maria Luís tem este talento todo para nomear pessoas, gostava era de a ver a escolher um outefite para um casamento, deve ser coisa linda de se ver, visto que já toda a gente percebeu que a senhora faz as escolhas sempre ao lado.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

As mulheres e o mundo árabe

Para a generalidade do mundo árabe, as mulheres são lixo. São mercadoria obsoleta. Estão abaixo da sucata.
Para a generalidade do mundo árabe, as mulheres não têm direitos, apenas deveres, não são pessoas.
Enquanto este e este tipo de situações continuarem a acontecer, para mim, são todos uns cabrões.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Sobre o nascimento do bebé real

Desejo-lhe as maiores felicidades. Vai crescer num meio tão privilegiado que até enjoa.
Mas pronto, tem tudo para ser feliz.
Achei piada hoje de manhã ao Nilton, que disse que esta é das únicas vezes em que o nome da princesa e a palavra trabalho coexistem na mesma frase.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Não estamos entre os 10 países mais ricos da União Europeia

Mas vejam as coisas pelo lado positivo, temos dos banqueiros mais bem pagos!
Ao menos isso, parece-me totalmente justo! Aliás, consta-se que os bancos têm dado lucro e tudo, e nem sequer necessitaram de injecções de liquidez.
É impressão minha ou está mesmo tudo ao contrário?

domingo, 14 de julho de 2013

Optimus Alive, Depeche Mode e Blitz

Ontem foi dia de Optimus Alive. Achei que a organização esteve impecável, não havia filas apesar do mar de gente que acorreu ao recinto, não houve confusões, estava tudo impecavelmente organizado (as casas de banho eram de loiça!).
Fui ao Optimus para ver Depeche Mode. Ponto. Não aprecio nenhuma das outras bandas que actuaram ontem nos 3 palcos. Mas vi razoavelmente os concertos dos Jurassic 5, Editors, e claro, Depeche Mode, que vi o concerto inteiro. A meu ver, os Depeche estiveram impecáveis. Intercalaram músicas mexidas com baladas e temas do novo álbum, puxaram pelo público, o Dave estava com a voz impecável e fez a festa permanentemente. Claro que eu gostaria de ter ouvido também outras músicas como Master and Servant, It's no Good, mas 2h não dão para tudo, e a banda foi extremamente dedicada e competente.
Posto isto, saí do recinto com satisfação, um sorriso nos lábios e satisfeita com o espectáculo (apesar de estar a morrer dos pés).
Hoje, resolvi ler as postas de bosta que os senhores da Blitz escrevem por lá. E qual não é o meu espanto ao ler este artigo. Não sabia se havia de rir ou chorar. Estes senhores são realmente maus! Quer o fulano que escreveu isto, quer os que aprovaram este texto de bosta! Diz ele que Jurassic 5 é que são bons?? Amigo, estamos a falar dos mesmos senhores que estavam a ferir os ouvidos das pessoas que eu via à minha volta, eu incluída, que diziam que não conseguiam suportar mais um minuto daquela gritaria desenfreada. Amigo, eu vou-te explicar o seguinte, que me parece que ainda não percebeste: Música e gritaria ou barulho, não são uma e a mesma coisa. Ok? A primeira tem melodias, ritmos, letras, sentimentos... Gritos são só gritos. Barulho é só barulho com instrumentos indistintos. Até posso perceber que este senhor não goste de Depeche Mode. Nem todos gostamos do mesmo, e há realmente gostos para tudo. Mas o que eu realmente não percebo, para além do senhor achar que percebe muito de música e defender que Jurassic 5 é que são bons e Legendary Tigerman também, é como é que alguém que é supostamente jornalista, escreve um artigo inteiramente parcial, coisa que não me parece que seja adequada à profissão de jornalista. Se o senhor acha que a sua opinião é assim tão válida e importante, que escreva um blog, que escreva no Facebook, etc, agora deixarem este senhor escrever num orgão de comunicação social supostamente isento... Enfim.
Os Depeche Mode provaram que estão aí para as curvas, já a Blitz se afunda cada vez mais no monte de bosta que escavou ao seu redor.