sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Shiuuuu, segredos sobre mim #1

Já sofri uma tentativa de violação.

As pessoas são um bicho engraçado

Querem saber se estou grávida, porque realmente pareço grávida.
Mas não me perguntam a mim. Não. Perguntam a quem se dá bem comigo.
Porque não perguntam directamente?
Não percebo.

Das injustiças

Levei na cabeça devido a uma situação que não é minimamente da minha responsabilidade.
Não tinha mesmo nada a ver com a situação e acabei apanhada na curva.
Não havia necessidade...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Socorrrrooooo!

Estou a acabar de trabalhar agora e amanhã vai ser um longoooo dia.
Minha nossa.
Estou KO.

Chateada

Um projecto que se iria iniciar na próxima semana, foi cancelado. Não se sabe quando irá iniciar, ou sequer se irá iniciar.
Fiquei mesmo desiludida porque era um projecto interessante, muito perto de casa, onde eu poderia mostrar o meu valor.
Sendo que o mesmo não vai arrancar, fiquei disponível e não sei exactamente que projecto me irá cair nas mãos, quando no outro sabia que era certo que conseguia mostrar o meu valor.
Ultimamente a minha preocupação na empresa tem sido essa: sendo que devo ir de baixa para finais de Abril, não tenho muito tempo para mostrar dedicação e trabalho, de modo a provar que mereço a promoção. Ai... A ver vamos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Comentariozinho para magoar mesmo

Uma fulana que eu conheço e não gosto, e que sempre teve uma pancada pelo Bomboco, encontrou-me noutro dia na rua. Não lhe consegui fugir, pois ela vinha mesmo na minha direcção.
Ora, fulana cumprimenta-me, sempre com aquele ar sonso que a caracteriza, e dá-me os parabéns pela gravidez. Agradeço, forço o sorriso, e já estou a virar-lhe costas para me ir embora quando ela diz "então, mas engravidaste para segurar o casamento?". Fiquei verde.
Disse-lhe que sim senhora, foi mesmo para isso, e que portanto ela ainda não se poderia atirar ao meu marido, não nos próximos tempos.
Grrr! Parva!

O sono, esse maldito

Trabalho, em média, mais horas por dia do que as definidas por lei. É normal que assim aconteça na minha área de emprego, é igual em todo o lado.
Durante o dia esforço-me por ser o mais produtiva possível, sei que tenho muito mais horas produtivas do que as 8h que regem o normal horário de trabalho.
Ora, ultimamente, tenho chegado a casa esgotada. Completamente cansada, cheia de sono. Não raras vezes adormeço ainda no sofá, logo a seguir ao jantar.
Um sono incrível que me persegue todos os dias.
Para levantar é um filme (sempre foi, mas agora está bem pior...).
E pronto, é isto. A gravidez vai muito bem até agora (espero...), mas o sono, minhas queridas, o sono dá cabo de mim.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Adenda ao post anterior

A rapariga em questão atropelou uma pessoa à noite, em Lisboa, numa zona "normal", segundo sei. Sei também que a empresa está com um processo disciplinar pois a sua forma de actuação não se adequa a um crime. Se realmente for tudo verdade como me contaram, parecem-me medidas adequadas.

Bonita por fora, feia por dentro

Há uma rapariga aqui na minha empresa que é um espanto de bonita. A sério. Mulheres bonitas há muitas, mas acreditem, ela é realmente fora do normal.
Claro que a rapariga é super popular, e tem sempre um certo carisma associado. Até... Até descobrirem na empresa que ela vai ter de responder em tribunal por um caso em que atropelou uma pessoa e fugiu. A pessoa só teve escoriações e outros ferimentos ligeiros, mas ainda assim...
Não consigo perceber como é que se atropela alguém e foge. Como? Expliquem-me. O que ia na cabeça daquela alminha para ter esta atitude?
Escusado será dizer que a maior parte do carisma dela... Já era.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As coisas que as pessoas fazem e dizem

Uma pessoa das minhas relações, contou-me que lá no emprego dela se está a sentir mal tratada.
Parece que um colega lá dela foi extremamente mal educado e, em vez de lhe dar formação, esteve constantemente a deitá-la abaixo.
Ela, coitada, sem grande experiência, calou-se e não fez nada.
Eu e outras pessoas aconselhamo-la a falar com alguém que ela confie dentro da sua organização, e que procure ajuda.
Mas fiquei com pena por ela. Porque parece que o senhor a insultou mesmo. O que não é minimamente aceitável.
Enfim, não percebo sinceramente os motivos que levam alguém a ser cruel para os outros de forma gratuita.

Dúvidas, a minha vida são só dúvidas...

Aqui a empresa onde eu trabalho tem como política oferecer aos colaboradores do meu departamento, uma formação que é bastante cara.
A formação, para além de cara, é difícil. Muito. Os exames são puxadíssimos e é normal as pessoas não passarem à primeira.
Ora, a minha dúvida aqui é a seguinte: como sabem, estou grávida e entrei há muito pouco tempo na empresa. Este é um ano de transição e não tenho a certeza de ter estofo para fazer uma formação dessas. Por outro lado, sei que este ano terei, com o nascimento do bebé, um pouco mais de tempo livre para dedicar ao estudo. Porque também sei que o próximo ano será bem mais exigente, com o bebé pequenino e a ter de assumir, desejavelmente, funções mais exigentes na empresa.
Posto isto, qual a opção que tomariam? Fazer a formação agora, enquanto estou grávida e o bebé for bem pequenino, ou fazê-la nos próximos anos, em que não tenho a certeza de vir a ter mais tempo?

Ahhhhh, a felicidade!

Sim, felicidade. Foi o que eu senti no sábado de manhã quando acordei com a notícia da prisão de Sócrates. Não me lixem. Não ligo a teorias da conspiração sobre o timing da prisão e outras igualmente absurdas. Ligo sim, aquilo que está acusado.
Presumivelmente inocente até prova em contrário, claro, mas... Não me lixem.
As provas que têm contra Sócrates têm de ser significativas para ele efectivamente ter sido preso. Nenhum juiz manda prender ninguém, muito menos alguém como o Sócrates por "dá cá aquela palha".
Por isso estou feliz. E esperançosa.
Porque se é verdade que nunca pude com o dito arguido, e sempre o achei um vigarista e corrupto da pior espécie, também é verdade que esta prisão faz-me, a par dos vistos gold, etc, ter alguma esperança no nosso país, na sua justiça, pensando que afinal nem tudo está perdido.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Parece que retiraram a tal proposta

Notícia aqui.
Andaram a ler o meu blog? Ou foi só uma luzinha que lhes iluminou aquelas mentes?
Haja juízo...

Li esta notícia hoje e quis mesmo acreditar que não era verdade

Mas é. Os antigos políticos vão voltar a receber a sua reformazinha vitalícia.
Mas que merda é esta?? Andam aqui os burros a sofrer com descontos e mais descontos, sobretaxas, subidas de IRS, subidas de IVA, e havendo uma pequenina folga orçamental, os gajos repõem os subsídios a meia dúzia de amiguinhos e ex camaradas?
Eu já sei que isto é a república das bananas, mas caramba, já não há ninguém na política que tenha dois dedos de testa para pensar nas coisas?

E o pior, eu digo-vos o que é o pior, é que nas eleições legislativas, quem vai ganhar são os mesmos, sempre os mesmos, PSD, PS, vai dar tudo igual, o Costinha, que alguns tanto gostam, que não sabe tomar conta de uma cidade, quanto mais de um país, e que se manteve bem caladinho na votação em questão, é bem capaz de ganhar isto e com sorte ainda traz lá o compincha Sócrates que afinal é bom moço.

Nojo disto tudo.

P.S- Caso não tenham visto e tenham tempo, aconselho o visionamento da reportagem que passou ontem na sic, "depois da fraude". Ontem passou a primeira parte e hoje vai dar a segunda. Eu quero sempre saber mais, mas estou na dúvida sobre se isto já é mórbido, como aquelas pessoas que param para ver acidentes de viação.

Um amigo meu disse-me esta e tenho de a partilhar convosco

Uma francesinha é como uma queca. Não existem más, existem sim as excelentes, as boas, e as mais ou menos.

Que pérola.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dos problemas dos homens (alguns)

Continuarem a olhar lascivamente para uma mulher grávida.
Nojo.

Mãe coragem

Eu sempre fui uma pessoa algo lamechas, admito. Acredito no amor e no romantismo.
Mas agora, grávida e com as hormonas em polvorosa, sinto-me um poço de lamechiche.
Vi esta história incrível de uma mãe que fez tudo o que estava ao seu alcance para resgatar a filha, e admito que soltei umas lágrimas, porque toda a história é simplesmente fenomenal e de uma coragem infindável.
Do tipo de coragem que só os pais têm pelos filhos.
Incrível.

Está descoberto o segredo mais bem guardado das últimas semanas...


Mas estava difícil! A criança não queria mesmo mostrar-se. Depois de muita insistência do médico lá se mostrou, bem como a sua masculinidade.
Tenho um sentimento de alegria que me percorre a espinha constantemente, um bem estar geral em que só me apetece sorrir para tudo e ignorar as pequenas coisas do dia a dia que nos aborrecem sempre mais um bocadinho. 
Claro que há medos, muitos, mas prefiro relegá-los para segundo plano e aproveitar este momento acreditando que tudo vai correr bem.

Ahhh! E já me esquecia... Pois bem que o menino mais esperado é o David!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Só para quem vê Revenge

Revenge é uma série que sigo há algum tempo e que ultimamente tem tido contornos mais interessantes. Mais do que nunca, espero ansiosamente pela saída de novos episódios. Ontem, vi o episódio 8 da 4ª temporada, e pensava cá para mim que o Daniel é uma besta, sim senhor que é, mas a verdade é que ele e a Emily ficam bem juntos que se farta.
Pois não é que descubro que eles são de facto namorados na vida real? Fiquei com um sorriso meio parvo perante a minha descoberta (que a maior parte das pessoas já deve saber há séculos mas eu só descobri ontem).
Aquela química toda tinha de vir de algum lado...




Do profissionalismo

O profissionalismo é como a ética. Ou se tem, ou não se tem.
Tenho sob supervisão um jovem profissional, com meio ano de experiência de mercado de trabalho. O jovem, com 23 anos, tem uma noção um pouco errada de profissionalismo e de como estar no local de trabalho. Está SEMPRE ao telefone (telemóvel pessoal). Está SEMPRE no Facebook (e no chat do Facebook, é ver sempre a janelinha a piscar). Já o chamei à atenção que esses comportamentos podem ser contra produtivos, uma vez que não se tratam de pausas esporádicas. Mas não. O jovem lá continua, na vida dele, fazendo ouvidos moucos aos reparos e conselhos que lhe presto.
Depois claro que as coisas demoram a aparecer feitas, não é verdade?
Depois claro que a avaliação não vai agradar, não é verdade?

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Uma coisa que me irrita assim muito

É eu precisar de falar com alguém, para resolver um assunto importante sem o qual não consigo avançar, e a pessoa fazer ouvidos de mercador e "fugir" de mim, e eu ando nesta improdutividade, atrás da pessoa, e sem conseguir resolver o meu problema.
Haja paciência.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Novidades da minha vida parte 3- Já contei sobre a gravidez ao meu empregador

E digo-vos, para meu espanto, não podia ter corrido melhor. Correu super bem, foram muito compreensivos comigo, não é que tivesse razões para pensar o contrário, mas com tudo o que me aconteceu a nível laboral ultimamente, eu já desconfio de tudo.
Mas foi óptimo, contei a verdade, disse que não estava à espera de engravidar, e eles entenderam e não mostraram quaisquer reservas, afirmando que o meu percurso na empresa não seria comprometido.
Fiquei mesmo contente, até porque tudo me pareceu sincero.
E pronto, não fosse já estar há uma hora no hospital sem ser atendida, e não vislumbrar o momento em que tal irá acontecer, podia dizer-vos que estou a rebentar a escala de felicidade.
Mas, claro, os nossos hospitais públicos nunca nos desiludem, não é verdade?

Isto de estar a trabalhar em sítios sem internet mata-me

Digo-vos, é uma aflição estar dias inteiros sem internet... Só que depois chego a casa e não me apetece ligar o pc. Um bocado inconsequente, eu sei.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A malta dos colégios

Em toda a minha vida andei em instituições de ensino públicas. A minha família nunca teve possibilidades financeiras para ser diferente (e mesmo nessas, enfim, foi o que se pôde fazer...). E, acreditem, andei numa escola que é das piores do distrito do Porto. Ambiente de cortar à faca e gente de meter medo ao susto. Claro que não recomendo, nem nunca permitiria que os meus filhos andassem em semelhante instituição, mas adiante.
Isto, para dizer que, tirando esses anos infelizes, eu sou acérrima defensora do ensino público. Continuo a acreditar que é o que melhor prepara os alunos para a universidade e, consequentemente, para a entrada no mundo do trabalho. Mesmo o ensino vocacional, tenho conhecimento ser de grande qualidade.
Desta forma, se a situação se mantiver relativamente estável face à qualidade do ensino, afirmo com toda a convicção que os meus filhos irão frequentar escolas públicas.
Por isso, uma cena que eu não percebo é a malta dos colégios. Sobretudo gente que passa dificuldades, que anda a contar tostões para ter os filhos em colégios, quando existem, perto da residência dessas pessoas, escolhas públicas de qualidade. Para mim, esses casos são ainda mais flagrantes do que os casos das pessoas ricas que metem os filhos nos colégios só porque sim, ou para eles não se misturarem com o povo. E não, não me venham falar de horários, porque há alternativas a isso. Podem falar-me em ensino artístico e actividades extra curriculares, que já acredito mais um bocadinho.
Ora, dizia eu que não percebo a mentalidade das pessoas remediadas que colocam os filhos em colégios. Para além de não poderem canalizar esse dinheiro para outras coisas porventura mais úteis, a verdade é que esses miúdos serão sempre vistos como "pobres". Tenho conhecimento de n casos de miúdos mais humildes que andaram em colégios e eram constantemente postos de parte por não pertencerem "aquele mundo".
Outra coisa que me aborrece relativamente à malta dos colégios privados, é que, regra geral, estas pessoas vivem numa bolha. Não conhecem o mundo como ele é, a realidade da maior parte das pessoas e as dificuldades que são sentidas por muitos.
Em virtude da ascensão social que tanto tenho batalhado para conseguir, acabei por seguir uma profissão onde a malta dos colégios abunda. E através do contacto diário com as mesmas, percebo o quão alheadas de tudo elas sempre viveram. Noutro dia, um fulaninho, beto que só ele, ficou completamente chocado ao perceber que a maior parte das escolas públicas não tem... Piscina. Deveriam ver a cara de espanto e horror do rapaz, enquanto eu pensava que existem ainda crianças que têm aulas em contentores, e em salas completamente desadequadas onde no Inverno se torna impossível estar, quanto mais estar com atenção, e ele falava-me do horror que é não haver piscinas. Claro que é chato amigo, mas há mais, muito mais.
E esse pessoal simplesmente não tem noção. Grande parte das pessoas que vêm de colégios e são abastadas, não têm nenhuma, nenhuma noção da realidade deste país. E custa-me um bocado engolir isto, aperceber-me que muita gente da minha geração está completamente por fora do que realmente se passa na sociedade.

Independentemente das minhas possibilidades financeiras futuras, irei querer dar sempre o melhor aos meus filhos, em tudo o que eu puder. Mas irei igualmente educá-los para saírem da sua bolha, para perceberem que há mais mundo do que aquele que eles conhecem. E quem sabe, se me sair o Euromilhões, fazer-lhes perceber que há mais vida para além de BMW'S e piscinas.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ansiosa por mais uma sessão de cinema- Interstellar


Estreia hoje o Interstellar, último filme do Christopher Nolan, realizador que venero. As expectativas são elevadas e pelo trailer, o filme não parece desiludir. Ainda não li críticas nem vou ler. Quero ir ao cinema e surpreender-me.
Nestes últimos tempos o cinema tem estado em queda, não apenas porque os filmes em cartaz já tiveram mais qualidade (vi recentemente o Gone Girl, que gostei muito), mas também porque as pessoas cada vez têm menos dinheiro para dedicar a actividades lúdicas e culturais. Nós não vivemos em luxos, mas felizmente também não andamos com a corda ao pescoço. Enquanto eu puder, irei ao cinema, para pelo menos ver os filmes que realmente valem a pena.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Novamente a questão do piropo. A senhora dona Maria João Marques explica

Fui ler o artigo da dita senhora sobre o piropo.
Já referi disse a minha opinião sobre o mesmo, e defendo, que mesmo que não exista criminalização, deverá existir um debate aberto e abrangente, de forma a que estes comportamentos sejam condenados socialmente. Mas adiante, que já disse o que penso sobre o assunto.

A questão que considero relevante aqui é: Como é que esta senhora poderá saber/ ter experienciado o que quer que seja acerca de piropos, com aquele focinho?

Era só isto.

Quero lá saber

As pessoas, em geral, preocupam-se muito com o que as outras dizem ou pensam a seu respeito. Eu também já fui assim, com 15/16 anos. Depois cresci.
A verdade é que, com o passar dos anos, cada vez me importei menos com o que os outros pensavam de mim. Interessa-me que os meus amigos e familiares próximos me tenham em boa conta. E os chefes mais directos, que remédio. Tirando isso, pouco me importa, sinceramente.
Mas há muita gente que vive permanentemente atormentada pelo que os outros pensam delas. Acho uma perda de tempo e um gasto de energia desnecessário. Se a pessoa não é assim tão relevante para nós, para quê incomodarmo-nos?
Eu sei que quando a notícia da gravidez se tornar pública na minha empresa, vai haver lugar a muito falatório. Já estou a prever isso. A verdade é que entrei há pouco tempo, e não me parece que esta situação vá ser assim tão fácil de gerir como eu gostaria, mas paciência. Não há nada que eu possa fazer para além de trabalhar até ao máximo de tempo que me for física e psicologicamente possível, e trabalhar sempre com o brio e profissionalismo que eu faço questão de ter.
Se vão falar? Vão. Mas quero lá saber.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Caladinhos estão tão bem...





As desvantagens da gravidez

Sim, pouca gente fala disto, porque é um momento lindo e mágico, e devemos sentir que o mundo sorri para nós. Confirmo, quando a gravidez é desejada, como foi no nosso caso, é tudo verdade.
Mas não pensem que isto são só benesses. Há desvantagens várias, e não há muita gente a falar disso. Ora confiram:

- Esqueçam o álcool. Mas esquecer mesmo, durante uns bons meses. Eu sei que há pessoas que bebem "só um copinho", e cada um deverá fazer o que pensa ser o melhor para si, mas o meu médico disse-me logo "nem uma gota de álcool", e eu cumpro essas indicações à rica. Para além do meu médico, há muitos outros a defender esta teoria.
- 85% das minhas calças já não me servem. Assim, sem dó nem piedade. 3 meses e 3 kg engordados, mas as calças, era uma vez. Só mesmo as que já eram mais larguinhas se safam. Entretanto já tive de comprar calças para trabalhar, nesta fase estranha em que as calças de grávida ainda não me servem e as minhas já não me servem, por isso o que fiz foi comprar 3 pares de calças com um número acima do meu e siga. Um dia que engorde ou engravide novamente, já tenho vestuário para esta fase.
- Coca-cola é uma miragem. Tem cafeína, que é coisa que faz mal ao bebé, e tem montes de açúcar. Portanto isso, e todas as bebidas com gás, são para esquecer (isto é que, creio, não faz assim tão mal beber um copito de vez em quando).
- Sono. Sempre sono. A toda a hora. Sabem aquela série que gostam de ver à noite, depois de jantar e da cozinha estar arrumada? Pois. Nem sempre vão conseguir vê-la. É uma realidade. Ontem adormeci às 22h30.
- Já não estou na fase dos enjoos, mas quando estive, foi um momento lindo. Qualquer cheiro mais nauseabundo era passível de me fazer vir um vómito à boca (bonita imagem que vos dei agora, não foi?).
- As pessoas que não sabem que estou grávida, questionam-se se estou mais gorda. As que sabem que estou grávida, dizem que estou a ficar com barriga. Amigos, eu sei. É normal, e vai ser assim até a criança sair cá para fora.
- Apetece-me comer o mundo. Mas não posso, caso contrário, também fico do tamanho do mundo.
- Algumas variações de humor. Menos paciência. Paciência a todos os que me rodeiam. Eu também nunca fui muito fácil de aturar, não era agora que ia começar a sê-lo.
- Medos. A toda a hora. E esta é a maior desvantagem, a meu ver. A preocupação é constante. Se está tudo bem, se o bebé se está a desenvolver bem, etc. etc. Acho que só vou descansar quando o vir cá fora.

E vocês? Quem já passou por esta experiência, o que tem a acrescentar?

Um ténue equilíbrio

Muitas coisas na nossa vida representam equilíbrios ténues, mas de importância suprema, para que o nosso pequeno mundo não se desmorone.
Todos os dias a minha vida se pauta por um equilíbrio valioso, e que para mim não foi imediato, foi sim o resultado da maior sabedoria que tenho alcançado com o passar dos anos, e também das experiências no mundo do trabalho. O importante equilíbrio entre não se dizer tudo o que se pensa, e não se pensar tudo o que se diz.
Não, não quero com isto dizer que sou falsa, e/ou promovo a falsidade e hipocrisia. Apenas aprendi que, em relação a certos momentos e certas pessoas, não podemos sempre ser 100% sinceros, ser um livro aberto.
Muitas vezes, manter o mistério é mesmo o melhor a fazer.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Novidades da minha vida parte 2- Volta de 180 graus



Sim, é incrível e é verdade. Depois de me terem sido detectados alguns problemas de saúde que punham seriamente em causa a minha capacidade para engravidar, depois de me ter sido traçado um cenário negro onde engravidar seria, com sorte, uma mera hipótese depois de inúmeros tratamentos e possivelmente uma operação cirúrgica, eis que me vejo grávida. Pela primeira vez na minha vida. O médico que me segue há já alguns anos, preparou-me para uma série de etapas. A primeira, seria a medicação, para tentar "limpar" o meu organismo do problema que impedia que eu engravidasse. Depois, se não resultasse, passaríamos à fase 2, e assim por diante. Ora, a questão é que, felizmente, o meu corpo reagiu muito bem à medicação, e fiquei "saudável" num período de tempo bastante inferior ao expectável.
Eu comecei a sentir-me muito estranha... Algo em mim estava diferente e eu não sabia o que era. Estava a começar a ficar seriamente preocupada, pois estava convencida que seriam efeitos secundários nefastos da medicação, e que algo ali estava a começar a correr muito mal.
Decido-me então a ir ao hospital, sem saber o que tinha. Pois não é o meu espanto, quando o médico me disse que eu... Estava grávida! Eu só perguntava se ele tinha a certeza. Claro que sim, dizia-me, não havia que enganar.
Pediu-me que voltasse em breve, dado o meu historial clínico, era importante ser acompanhada.

Tenho tido consultas regulares. Para já, tudo evolui dentro do normal e do expectável. Nada de alarmante se afigura e eu estou feliz, muito feliz.
Sinto em mim uma felicidade que transborda.
Ainda não contei nada no meu novo emprego. Fui aconselhada a contar esta semana. Não sei como irão reagir, uma vez que sou nova na empresa. Não faço mesmo ideia do que o futuro me reserva no que a esse assunto diz respeito. Mas agora, o que importa é que somos felizes. E se as pessoas neste emprego não aceitarem, melhor ou pior, outro emprego irá surgir.
Claro que eu prefiro manter o emprego que tenho, pois até agora estou a gostar, e não existem por aí empregos aos pontapés, mas efectivamente não sei qual irá ser a reacção dos meus superiores. Sei que estou de consciência tranquila. Todos os dias trabalho para me superar, para fazer melhor, com brio profissional.

E nós... Nós estamos delirantes. É incrível como a vida pode mudar assim, em semanas. Depois de ter visto seriamente a minha vida a andar para trás, devido ao meu anterior emprego e ao meu problema de saúde, eis que não aparece uma luz ao fundo do túnel, mas sim toda uma secção de luminária do Ikea.
Tenho emprego, tenho marido e estou grávida. E tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Há tanta coisa que me apoquenta, mas depois ouço coisas destas e fico logo mais calma



Michael Bublé, claro... Acho que este senhor é a minha alma gémea musical.

6 meses, amor

6 meses de casamento. Parece que foi ontem que casámos, mas a verdade é que já passou meio ano. Meio ano a juntar aos bonitos anos que já temos de convivência juntos, e mais uns quantos de namoro. A nossa vida em comum não começou quando casámos, apenas passou para uma etapa diferente. Mais bonita, mais intensa, se é que era possível. Mas sim, agora algo mais forte ainda nos une, e estou hoje, ainda mais feliz do que estava há 6 meses atrás.
São só 6 meses. Mas a nossa vida mudou muito.
6 meses com muito amor. Mal posso esperar pelos próximos 6.
Amo-te.

sábado, 1 de novembro de 2014

Novidades da minha vida- Parte 1

Ora, um dos assuntos que se encontrava em suspenso face às últimas ocasiões em que escrevi no blog, era a minha situação com os meus antigos patrões.
Assim sendo, informo-vos, queridos leitores, que tive de recorrer à justiça para tentar resolver o meu problema. O senhor recusa-se a pagar-me e eu não tenho outra escolha. Assusta-me porque percepciono o quanto a justiça é lenta no nosso país, e não sei quando terei esta questão resolvida. Com sorte, a empresa ainda vai à falência antes de eu receber o que quer que seja. Mas enfim, temos sempre de tentar, não é verdade?
A ver vamos o que vai sair daqui.

Das coisas que me irritam e, acreditem, são muitas

- Irrita-me que as pessoas queiram parecer esqueletos. Que prefiram passear ossos a umas curvas saudáveis. Acabei de ver umas imagens de "transformações" num desses blogs muito conhecidos, e dei por mim a pensar que a maior parte das transformações foi para pior.

- Irritam-me as pessoas que me julgam pela aparência. Que pensam que não tenho assim tanta experiência profissional porque sou novinha (sim, amigos, sou ainda jovem, mas já ando neste ramo há 10 anos). Que não tenho nada para lhes ensinar porque sou nova, loira e me arranjo.
Para a próxima tento ir de fato de treino e rabo de cavalo, a ver se ajuda.

- Irrita-me a falta de cortesia e cidadania das pessoas. Ontem, estava num supermercado onde apenas uma caixa estava aberta. Um senhor de idade esforçou-se imenso para chegar à caixa antes de mim, ele, que tinha um carrinho cheio de compras, e eu, que segurava uma garrafa de água. Não, o senhor não me deixou passar à frente. Aguardei e foi se quis.
O trânsito. A falta de civismo no trânsito assusta-me. Já perdi a conta à quantidade de vezes que me apitaram porque eu parei numa passadeira.

- Irritam-me as pessoas que precisam constantemente de validação externa, e sentem que o Facebook é claramente o melhor local para a arranjarem. Por favor, cresçam. Duas chapadinhas na cara nunca fizeram mal a ninguém.

- Irritam-me as miúdas de 12 anos completamente despidas. Com camisolas que não tapam as barrigas e calções que mal cobrem o rabo. Porquê? Qual é esta ânsia de crescer e copiar modelos tão errados como Miley Cirus, Rihanna e outras que tais? Mais uma vez, duas chapadinhas na cara e milagres aconteciam.

E tantas outras coisas amigos, tantas.
Estou a voltar em grande, hein?

O regresso

Meus queridos leitores! Deixem que vos diga o seguinte:
- Tenho estado a trabalhar em locais onde o progresso ainda não chegou, ou seja, nada de internet. E quando chego a casa, estou de rastos para ligar o computador quando já estive o dia todo a olhar para um.
- A minha vida deu uma volta de 180 graus! Conto tudo, prometo!