Por razões cá da minha vida, preciso de gente interessada num T2 em excelente estado, como novo, na zona de Matosinhos.
Perto do hospital, norteshopping, auto-estradas e metro.
Obrigada gente do meu coração.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Viagens Caraíbas Low Cost
Tal como prometido, deixo-vos aqui os sites de duas agências de viagens espanholas, cujos preços em geral são muito mais competitivos do que nas agências portuguesas. As agências são online e isso pode assustar algumas pessoas, mas todos os relatos que tenho ouvido de outras pessoas confirmam o que aconteceu comigo: correu tudo muito bem, e não poderia estar mais satisfeita. Poupei uns valentes trocos.
Posto isto, dependendo do hotel que escolherem, a viagem poderá ser mais barata num site ou no outro. Eu conheço estes dois:
http://www.dominicanatours.pt/asp/index.asp?lang=PT
http://www.viajessoloofertas.com/
Fui pela dominicana, mas encontrei portugueses pelo México que foram pela Viajes e também correu tudo bem.
Aconselho.
Infelizmente, ainda nenhuma destas agências se chegou à frente para me pagar uma viagem, coisa que não entendo. Vá-se lá perceber...
Posto isto, dependendo do hotel que escolherem, a viagem poderá ser mais barata num site ou no outro. Eu conheço estes dois:
http://www.dominicanatours.pt/asp/index.asp?lang=PT
http://www.viajessoloofertas.com/
Fui pela dominicana, mas encontrei portugueses pelo México que foram pela Viajes e também correu tudo bem.
Aconselho.
Infelizmente, ainda nenhuma destas agências se chegou à frente para me pagar uma viagem, coisa que não entendo. Vá-se lá perceber...
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Pessoas picuinhas
Aquelas pessoas que embirram com tudo.
Porque se escreveu um email e se colocou "Cumprimentos" em vez de "Com os melhores cumprimentos". Porque se formatou um texto a azul e a pessoa queria preto. Ou vice versa. Porque eu pinto sempre os olhos, deve ser para me armar em melhor do que as outras mulheres. Porque eu tenho opiniões e não me calo.
As pessoas picuinhas são assim, implicam com tudo e todos. Poucas coisas me tiram do sério como as pessoas picuinhas. Aquelas que estão sempre a apontar defeitos e a criticar tudo, mesquinhas com coisas do quotidiano que nem têm significado especial.
Para elas tudo é motivo de comentário, de crítica, de uma observação maldosa. As pessoas picuinhas estão sempre acima do alvo da sua crítica. Elas fazem sempre melhor.
E ultimamente eu já nem consigo responder, só bufo e olho para o lado, porque no dia em que eu voltar a responder a estas pessoas, temo que já o faça com as mãos.
Porque se escreveu um email e se colocou "Cumprimentos" em vez de "Com os melhores cumprimentos". Porque se formatou um texto a azul e a pessoa queria preto. Ou vice versa. Porque eu pinto sempre os olhos, deve ser para me armar em melhor do que as outras mulheres. Porque eu tenho opiniões e não me calo.
As pessoas picuinhas são assim, implicam com tudo e todos. Poucas coisas me tiram do sério como as pessoas picuinhas. Aquelas que estão sempre a apontar defeitos e a criticar tudo, mesquinhas com coisas do quotidiano que nem têm significado especial.
Para elas tudo é motivo de comentário, de crítica, de uma observação maldosa. As pessoas picuinhas estão sempre acima do alvo da sua crítica. Elas fazem sempre melhor.
E ultimamente eu já nem consigo responder, só bufo e olho para o lado, porque no dia em que eu voltar a responder a estas pessoas, temo que já o faça com as mãos.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O que nos dizem os 66% de abstenção
- Que o povo se está nas tintas para as europeias e para a política em geral
- Que os candidatos às eleições não souberam captar a atenção do público
- Que é necessário chamar as pessoas para a política
- Que à custa disto, anormais como o Marinho Pinto vão representar-nos no parlamento europeu. Acho que batemos no fundo.
- Que os candidatos às eleições não souberam captar a atenção do público
- Que é necessário chamar as pessoas para a política
- Que à custa disto, anormais como o Marinho Pinto vão representar-nos no parlamento europeu. Acho que batemos no fundo.
Irresponsabilidade ou coragem?
Eu voto na primeira. Mas digam-me vocês, porque eu tenho mau feitio e posso estar a ver mal a coisa. Fulaninha que andou na minha turma, há muitos anos atrás, já tem 2 filhas. Está grávida da terceira. Nem ela nem o marido trabalham, vivem do rsi. E a senhora decidiu ou não fez nada para evitar a terceira gravidez.
Eu sou completamente a favor do aumento da natalidade, mas se é para por crianças ao mundo, convém dar-lhes de comer, vestir, etc... Ou não?
Mas lá está, sou eu que sou mau feitio.
Eu sou completamente a favor do aumento da natalidade, mas se é para por crianças ao mundo, convém dar-lhes de comer, vestir, etc... Ou não?
Mas lá está, sou eu que sou mau feitio.
Estúpida, estúpida, estúpida
Quem me manda ficar a ler até às duas da manhã?
Claro que hoje quando o despertador tocou, dava tudo para poder continuar a dormir... Enfim Bomboca, enfim.
Claro que hoje quando o despertador tocou, dava tudo para poder continuar a dormir... Enfim Bomboca, enfim.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Europa, Eleições, Imigração
Uma das coisas que eu não gostei em Roma (falarei sobre essa viagem num post muito brevemente), foi o excesso de vendedores ambulantes, daqueles chatos, aborrecidos mesmo, e dos gatunos e máfias que abundam nas ruas.
Pessoas chegadas asseguraram-me que há 10 anos atrás, quando visitaram a cidade, não era assim. Depois de uma tentativa de assalto por parte de uma dessas máfias (juro que em breve conto o episódio), comecei a sentir insegurança quando esses grupos étnicos nos acercavam, tentando impingir-nos algo, como produtos ou outros esquemas.
Ora, nas eleições europeias discute-se tudo menos as políticas europeias fundamentais. Aquelas que nos dizem respeito e mexem com a vida de milhões de cidadãos diariamente. A direita extremista está a ganhar terreno em países como a França, o que é manifestamente preocupante. França e Itália enfrentam um problema de imigração ilegal que está prestes a tornar-se explosivo.
Os imigrantes ilegais chegam todos os dias e as cidades estão a deixar de poder comportar toda esta população. Em Portugal, não assistimos tanto a este fenómeno, muito menos no norte do país, mas por essa Europa fora a coisa complica-se.
Não vou entrar em falsas demagogias ou moralismos. Eu sou contra certos tipos de imigração. A imigração das máfias, dos bandidos, dos malfeitores. E esse fenómeno ocorre em cada vez mais cidades europeias. Esse problema resulta do facto de as autoridades dos países em causa terem sido incompetentes no tratamento destas situações. A meu ver, a imigração que procura emprego, que dá o seu contributo à sociedade, que pretende instalar-se num país e viver de acordo com as suas regras, é sempre bem-vinda. A imigração do banditismo, não é. De forma a evitar o que se passa actualmente (senti um clima de insegurança em Roma tal, como não senti cá em Portugal em bairros problemáticos), esses cidadãos, participantes em actividades ilícitas, deveriam ser extraditados para o país de origem. Sem mas nem meios mas. Nada de prisões de luxo (que o são comparadas com as prisões de alguns países), nada de festinhas e mãos brandas. Extradição e ponto final.
Isto deveria ser uma medida controlada e tomada por todos os países que vissem a sua sociedade ameaçada. Deveria ser uma política comum entre todos os estados membros da UE.
Exemplifico com o facto de, por exemplo, aqui no norte, estar a gerar-se um clima de medo numa zona da cidade do Porto, devido à existência de máfias romenas, que alugam espaços devolutos e aterrorizam as vizinhanças. Esses senhores, em havendo prova de crime, sendo que estão perfeitamente identificados, seriam exportados para o seu país. Sem segundas oportunidades.
Não sou falsa, não sou da esquerda do caviar. Custa-me um bocado andar a descontar balúrdios em impostos todos os meses, para me sentir ameaçada por grupos de máfias na minha cidade. Para não ver políticas eficazes de combate ao crime. Para que pessoas que são criminosas e não têm rendimentos lícitos, usufruírem dos descontos feitos por todos.
Mais uma vez: a imigração que vem com bons propósitos, em busca de uma vida melhor, pode e deve ser ajudada. É necessário formular meios para que essas pessoas não caiam nas ruas. Mas por outro lado, a imigração de bandidos deve ser travada. Coisa que não vejo a acontecer.
Não está calor e nem sequer está sol. É verdade que os debates sobre as eleições europeias têm sido vergonhosos, mas não é menos verdade que como europeus devemos tomar as rédeas das discussões que mais do que nunca nos afectam.
Quero ver qual será o número da abstenção no domingo...
Pessoas chegadas asseguraram-me que há 10 anos atrás, quando visitaram a cidade, não era assim. Depois de uma tentativa de assalto por parte de uma dessas máfias (juro que em breve conto o episódio), comecei a sentir insegurança quando esses grupos étnicos nos acercavam, tentando impingir-nos algo, como produtos ou outros esquemas.
Ora, nas eleições europeias discute-se tudo menos as políticas europeias fundamentais. Aquelas que nos dizem respeito e mexem com a vida de milhões de cidadãos diariamente. A direita extremista está a ganhar terreno em países como a França, o que é manifestamente preocupante. França e Itália enfrentam um problema de imigração ilegal que está prestes a tornar-se explosivo.
Os imigrantes ilegais chegam todos os dias e as cidades estão a deixar de poder comportar toda esta população. Em Portugal, não assistimos tanto a este fenómeno, muito menos no norte do país, mas por essa Europa fora a coisa complica-se.
Não vou entrar em falsas demagogias ou moralismos. Eu sou contra certos tipos de imigração. A imigração das máfias, dos bandidos, dos malfeitores. E esse fenómeno ocorre em cada vez mais cidades europeias. Esse problema resulta do facto de as autoridades dos países em causa terem sido incompetentes no tratamento destas situações. A meu ver, a imigração que procura emprego, que dá o seu contributo à sociedade, que pretende instalar-se num país e viver de acordo com as suas regras, é sempre bem-vinda. A imigração do banditismo, não é. De forma a evitar o que se passa actualmente (senti um clima de insegurança em Roma tal, como não senti cá em Portugal em bairros problemáticos), esses cidadãos, participantes em actividades ilícitas, deveriam ser extraditados para o país de origem. Sem mas nem meios mas. Nada de prisões de luxo (que o são comparadas com as prisões de alguns países), nada de festinhas e mãos brandas. Extradição e ponto final.
Isto deveria ser uma medida controlada e tomada por todos os países que vissem a sua sociedade ameaçada. Deveria ser uma política comum entre todos os estados membros da UE.
Exemplifico com o facto de, por exemplo, aqui no norte, estar a gerar-se um clima de medo numa zona da cidade do Porto, devido à existência de máfias romenas, que alugam espaços devolutos e aterrorizam as vizinhanças. Esses senhores, em havendo prova de crime, sendo que estão perfeitamente identificados, seriam exportados para o seu país. Sem segundas oportunidades.
Não sou falsa, não sou da esquerda do caviar. Custa-me um bocado andar a descontar balúrdios em impostos todos os meses, para me sentir ameaçada por grupos de máfias na minha cidade. Para não ver políticas eficazes de combate ao crime. Para que pessoas que são criminosas e não têm rendimentos lícitos, usufruírem dos descontos feitos por todos.
Mais uma vez: a imigração que vem com bons propósitos, em busca de uma vida melhor, pode e deve ser ajudada. É necessário formular meios para que essas pessoas não caiam nas ruas. Mas por outro lado, a imigração de bandidos deve ser travada. Coisa que não vejo a acontecer.
Não está calor e nem sequer está sol. É verdade que os debates sobre as eleições europeias têm sido vergonhosos, mas não é menos verdade que como europeus devemos tomar as rédeas das discussões que mais do que nunca nos afectam.
Quero ver qual será o número da abstenção no domingo...
Coisas que não percebo
Não percebo o motivo pelo qual as pessoas fazem/comem coisas que não gostam.
Pessoas que vão ao ginásio e odeiam. Pessoas que comem as bagas ou sementes ou lá o que é, mas não gostam. Pessoas que bebem aquelas coisas verdes em vez de comer, sendo que odeiam esses sumos.
Etc. Etc. Etc.
Eu só pergunto: para quê?
Há muito tempo que eliminei da minha vida as coisas que fazia/comia e não gostava. Consegui deixar um emprego de que não gostava e que não me fazia feliz, apesar das competências e de outras regalias a ele associadas. Deixei de fazer coisas porque sim. Deixei de estar com pessoas que não me interessam, de ir a jantares que nada me acrescentam, de "cumprir calendário" em ocasiões que não me faziam feliz.
Agora correr anda na moda. Conheço montes de gente que corre. Quase nenhuma gosta. Quando pergunto o motivo pelo qual correm, dizem-me que é porque faz bem e ajuda a perder peso. Ok, eu compreendo que sim, mas não conseguem arranjar uma actividade que gostem e que também proporcione a prática de exercício físico? Eu sempre odiei correr. Não vale a pena, não gosto. Aí há uns tempos, ainda correr não estava na moda, tentei implementar o hábito de me levantar mais cedo durante os dias de semana para ir correr. Andei 4 meses nisso. Não perdi peso que notasse. Notei sim o aumento da minha resistência e capacidade física. Mas notei também que todos os dias, antes de me deitar, eu estava ansiosa porque no dia seguinte de manhã, lá tinha eu de ir cumprir a minha obrigação. Ainda pensei que se conseguisse fazer disso um hábito, ia aprender a gostar. Não se verificou.
Eu não gosto de fazer coisas por obrigação, e estou em crer que praticamente ninguém gosta. Para além daquelas que temos mesmo de fazer, como coisas relacionadas com trabalho e outras obrigações inerentes à vida em sociedade (lembro-me assim muito rapidamente de uma deslocação às finanças ou segurança social), porquê martirizarmo-nos com obrigações que não nos acrescentam felicidade?
Atenção, não estou a falar de casos extremos em que uma pessoa sofre por exemplo de alguma doença e tem de levar a cabo tratamentos, etc.
Falo de situações do dia a dia.
Eu fazia um sem número de coisas que não gostava. Que eram uma obrigação. Até que me libertei dessas obrigações e acreditem, só me fez bem. Passei a ser uma pessoa ainda mais calma e tranquila, e sobretudo mais feliz. Acredito sinceramente que fazer coisas por obrigação não nos faz bem, pelo contrário, desgasta-nos. E isso reflecte-se no modo como vivemos a vida.
Com os devidos limites, claro está, acredito que o ideal seria apenas levarmos a cabo tarefas que nos dessem prazer.
Seríamos todos mais felizes, e por consequência, menos rezingões e menos de mal com a vida.
Vai-se a ver e é esse um dos problemas dos portugueses.
Pessoas que vão ao ginásio e odeiam. Pessoas que comem as bagas ou sementes ou lá o que é, mas não gostam. Pessoas que bebem aquelas coisas verdes em vez de comer, sendo que odeiam esses sumos.
Etc. Etc. Etc.
Eu só pergunto: para quê?
Há muito tempo que eliminei da minha vida as coisas que fazia/comia e não gostava. Consegui deixar um emprego de que não gostava e que não me fazia feliz, apesar das competências e de outras regalias a ele associadas. Deixei de fazer coisas porque sim. Deixei de estar com pessoas que não me interessam, de ir a jantares que nada me acrescentam, de "cumprir calendário" em ocasiões que não me faziam feliz.
Agora correr anda na moda. Conheço montes de gente que corre. Quase nenhuma gosta. Quando pergunto o motivo pelo qual correm, dizem-me que é porque faz bem e ajuda a perder peso. Ok, eu compreendo que sim, mas não conseguem arranjar uma actividade que gostem e que também proporcione a prática de exercício físico? Eu sempre odiei correr. Não vale a pena, não gosto. Aí há uns tempos, ainda correr não estava na moda, tentei implementar o hábito de me levantar mais cedo durante os dias de semana para ir correr. Andei 4 meses nisso. Não perdi peso que notasse. Notei sim o aumento da minha resistência e capacidade física. Mas notei também que todos os dias, antes de me deitar, eu estava ansiosa porque no dia seguinte de manhã, lá tinha eu de ir cumprir a minha obrigação. Ainda pensei que se conseguisse fazer disso um hábito, ia aprender a gostar. Não se verificou.
Eu não gosto de fazer coisas por obrigação, e estou em crer que praticamente ninguém gosta. Para além daquelas que temos mesmo de fazer, como coisas relacionadas com trabalho e outras obrigações inerentes à vida em sociedade (lembro-me assim muito rapidamente de uma deslocação às finanças ou segurança social), porquê martirizarmo-nos com obrigações que não nos acrescentam felicidade?
Atenção, não estou a falar de casos extremos em que uma pessoa sofre por exemplo de alguma doença e tem de levar a cabo tratamentos, etc.
Falo de situações do dia a dia.
Eu fazia um sem número de coisas que não gostava. Que eram uma obrigação. Até que me libertei dessas obrigações e acreditem, só me fez bem. Passei a ser uma pessoa ainda mais calma e tranquila, e sobretudo mais feliz. Acredito sinceramente que fazer coisas por obrigação não nos faz bem, pelo contrário, desgasta-nos. E isso reflecte-se no modo como vivemos a vida.
Com os devidos limites, claro está, acredito que o ideal seria apenas levarmos a cabo tarefas que nos dessem prazer.
Seríamos todos mais felizes, e por consequência, menos rezingões e menos de mal com a vida.
Vai-se a ver e é esse um dos problemas dos portugueses.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Fuck
Apercebi-me agora que me esqueci de comprar papel higiénico cá para a empresa.
O dia vai ser bonito, vai... E longo.
O dia vai ser bonito, vai... E longo.
A Lua de Mel- México
Desde já aproveito para agradecer a todos as felicitações que me foram dirigidas, obrigada. É sempre bom ver que desse lado as pessoas dão o seu feedback positivo e isso é algo que me fascina neste mundo dos blogs.
Bem, então, como prometido, a Lua de Mel: Nós casámos num sábado, e tínhamos voo para Madrid às 5h50 da manhã de segunda feira, pelo que domingo foi um dia violento. Dado que acabámos por comprar a viagem a um operador espanhol, tivemos que sair de Madrid. Aconselho a pesquisarem muito bem a questão das viagens, pois nós acabamos por gastar com a ida ao México (viagem, transfers e hotel em regime TI, fora excursões, isso é à parte), cerca de 2500€, sendo que para os hotéis que nós queríamos os preços rondavam os 3500€, orçamentados pelas agências portuguesas, visto que eles não trabalham normalmente com operadores que fazem esses hotéis, preço este, a que deveria acrescer a viagem a Madrid. Nós pagamos cerca de 2500€ incluindo essa viagem, acho que ficou um bom negócio.
Se quiserem depois digam-me que coloco por aqui os sites em que pesquisei as viagens.
Chegados a Madrid às 8h30, tivemos de esperar até às 15h30, hora do nosso voo para Cancún. Ora, a viagem foi mesmo a pior parte. Para além do avião ter menos espaço entre bancos do que o que eu imaginava, dos ecrãs individuais não funcionarem, o voo para Cancún atrasou uma hora (sendo que passamos essa hora no avião, perfazendo 11h seguidas dentro do avião), porque um casal de velhotes se atrasou (note-se que eles estavam no aeroporto porque fizeram check-in depois de nós... não consigo perceber este fenómeno, mas adiante...).
Desta forma, a viagem até ao México foi um pouco penosa. A altitude fez maravilhas pela minha sinusite, pelo que como não conseguia respirar, estava sempre a assoar-me, não consegui adormecer quase tempo nenhum. Óptimo.
Enfim, lá chegámos, não esperamos tempos infinitos pelas malas, o que foi bom, nem pelo transfer. Mas o impacto de chegarmos e levarmos com aquele bafo de clima tropical é algo indescritível. Depois o corpo habitua-se, mas o primeiro impacto... Bem, quem já foi a um país tropical sabe o que quero dizer.
Chegámos enfim ao hotel, por volta das 22h, estafados e esfomeados (ah, eu não toquei na comida que nos deram no avião, era má demais para ser verdade...), e a rapariga da recepção, muito simpática, explicava-nos tudo e eu queria era ir comer.
O hotel é incrível. Sem dúvida o melhor sítio onde eu estive por toda a minha vida. Km e km de areal de praia. Mar quente. Restaurantes exclusivos e de qualidade fenomenal (cozinha de chef). Funcionários atenciosos, super simpáticos e atentos. AMEI. No México as pessoas são naturalmente simpáticas, e na zona da Riviera Maya, o turismo emprega cerca de 80% da população. Segundo o que nos disseram, não há desemprego naquela zona, o que é óptimo. Nas nossas voltas pela cidade, vimos bastante polícia e não existia mendicidade, facto que adorei.
Mas dizia eu, o hotel. A sério, nunca vi nada assim. Tudo era excepcional. Comida, bebida, instalações... O nosso quarto era o mais simples e ainda assim era maior do que a minha sala de estar. Enfim, só vos posso dizer que quem me dera voltar. Não sei quando será possível, porque as limitações financeiras pesam e muito, mas quem me dera, a sério. Vale mesmo a pena. Passamos ali uma semana memorável.
Nessa semana fizemos duas excursões, uma a Chitchen Itza e Ek Balam e outra a Sian' Kan. A primeira é uma excursão que nos leva pelos tempos da civilização Maya, são aldeias Maya cuja principal pirâmide em Chitchen Itza é uma das 7 maravilhas. É incrível, aconselho, sobretudo para quem for um nerdzinho e gostar de história como eu. Com um bom guia como tivemos, aprende-se imenso.
Fomos ainda a um cenote, que é uma espécie de lago debaixo do chão, ou seja, em grutas. Incrível também.
Sian' Kan foi outra experiência da minha vida para nunca mais esquecer. Sian' Kan é uma reserva natural, onde andamos de jipe, lancha, e observámos golfinhos, tartarugas, aves, crocodilos, e nadámos em águas tão límpidas como eu nunca vi na vida. É algo transcendente, a sério. É uma excursão cara mas vale bem o seu custo.
No entanto, alerto-vos que as excursões duram um dia inteiro, pelo que "perdem" completamente o dia da excursão. Nós só quisemos fazer 2, quer por limitação de budget, quer pelo facto de serem 2 dias em que não aproveitámos a praia e a piscina. Tirámos ainda uma tarde para visitar a cidade mais representativa da zona, Playa del Carmen.
Posto isto, as excursões são de facto cansativas, porque o México é um país enorme. Na primeira fizemos 800km num dia, na segunda, provavelmente 600km. Não é para meninos.
Como eu dizia, a parte pior foi mesmo o avião, da Pullmantur, que para cumprir a sua boa reputação, atrasou-se novamente de Cancún para Madrid. No entanto, essa viagem, como são cerca de 9h, custou-me menos, também porque consegui dormir mais.
Outra coisa chata é que apanhei logo no primeiro dia um escaldão daqueles como eu nunca apanhei na vida. O sol lá é muito mais intenso do que aquilo a que estamos habituados, e eu pus protector de 50 por 3 vezes mais ainda assim não foi suficiente. No dia seguinte, pensava que morria. Com muitos cremes, cuidados e sombra, apenas agora as queimaduras me estão totalmente a sarar. Foi feio. Até fiz bolhas. Por isso, quem for sensível ao sol e tiver tendência para escaldões, muito muito cuidado. O sol lá não é para brincadeiras. Eu protegi-me e mesmo assim... Foi o que foi.
Digo-vos ainda que 90% dos hóspedes do nosso hotel eram norte-americanos, e fiquei ainda mais fã dos gajos. Metem conversa com toda a gente, são simpáticos e generosos (dão gorjetas que vocês não estão bem a ver, e são pessoas muito positivas). E sim, todos os americanos com quem falei sabiam onde era Portugal. Sinceramente, acho um pouco preconceito aquele dogma do americano burro. Não os achei nada burros, pelo contrário (falando obviamente das pessoas que conheci). Há certamente de tudo, como cá. Mas o que nós não somos, é tão abertos e extrovertidos, algo que apenas nos beneficiaria. O hotel tem muito bom ambiente, mais direccionado para casais (hotel maiores de 18). Enfim, amei.
Por mim estava lá amanhã outra vez.
Bem, então, como prometido, a Lua de Mel: Nós casámos num sábado, e tínhamos voo para Madrid às 5h50 da manhã de segunda feira, pelo que domingo foi um dia violento. Dado que acabámos por comprar a viagem a um operador espanhol, tivemos que sair de Madrid. Aconselho a pesquisarem muito bem a questão das viagens, pois nós acabamos por gastar com a ida ao México (viagem, transfers e hotel em regime TI, fora excursões, isso é à parte), cerca de 2500€, sendo que para os hotéis que nós queríamos os preços rondavam os 3500€, orçamentados pelas agências portuguesas, visto que eles não trabalham normalmente com operadores que fazem esses hotéis, preço este, a que deveria acrescer a viagem a Madrid. Nós pagamos cerca de 2500€ incluindo essa viagem, acho que ficou um bom negócio.
Se quiserem depois digam-me que coloco por aqui os sites em que pesquisei as viagens.
Chegados a Madrid às 8h30, tivemos de esperar até às 15h30, hora do nosso voo para Cancún. Ora, a viagem foi mesmo a pior parte. Para além do avião ter menos espaço entre bancos do que o que eu imaginava, dos ecrãs individuais não funcionarem, o voo para Cancún atrasou uma hora (sendo que passamos essa hora no avião, perfazendo 11h seguidas dentro do avião), porque um casal de velhotes se atrasou (note-se que eles estavam no aeroporto porque fizeram check-in depois de nós... não consigo perceber este fenómeno, mas adiante...).
Desta forma, a viagem até ao México foi um pouco penosa. A altitude fez maravilhas pela minha sinusite, pelo que como não conseguia respirar, estava sempre a assoar-me, não consegui adormecer quase tempo nenhum. Óptimo.
Enfim, lá chegámos, não esperamos tempos infinitos pelas malas, o que foi bom, nem pelo transfer. Mas o impacto de chegarmos e levarmos com aquele bafo de clima tropical é algo indescritível. Depois o corpo habitua-se, mas o primeiro impacto... Bem, quem já foi a um país tropical sabe o que quero dizer.
Chegámos enfim ao hotel, por volta das 22h, estafados e esfomeados (ah, eu não toquei na comida que nos deram no avião, era má demais para ser verdade...), e a rapariga da recepção, muito simpática, explicava-nos tudo e eu queria era ir comer.
O hotel é incrível. Sem dúvida o melhor sítio onde eu estive por toda a minha vida. Km e km de areal de praia. Mar quente. Restaurantes exclusivos e de qualidade fenomenal (cozinha de chef). Funcionários atenciosos, super simpáticos e atentos. AMEI. No México as pessoas são naturalmente simpáticas, e na zona da Riviera Maya, o turismo emprega cerca de 80% da população. Segundo o que nos disseram, não há desemprego naquela zona, o que é óptimo. Nas nossas voltas pela cidade, vimos bastante polícia e não existia mendicidade, facto que adorei.
Mas dizia eu, o hotel. A sério, nunca vi nada assim. Tudo era excepcional. Comida, bebida, instalações... O nosso quarto era o mais simples e ainda assim era maior do que a minha sala de estar. Enfim, só vos posso dizer que quem me dera voltar. Não sei quando será possível, porque as limitações financeiras pesam e muito, mas quem me dera, a sério. Vale mesmo a pena. Passamos ali uma semana memorável.
Nessa semana fizemos duas excursões, uma a Chitchen Itza e Ek Balam e outra a Sian' Kan. A primeira é uma excursão que nos leva pelos tempos da civilização Maya, são aldeias Maya cuja principal pirâmide em Chitchen Itza é uma das 7 maravilhas. É incrível, aconselho, sobretudo para quem for um nerdzinho e gostar de história como eu. Com um bom guia como tivemos, aprende-se imenso.
Fomos ainda a um cenote, que é uma espécie de lago debaixo do chão, ou seja, em grutas. Incrível também.
Sian' Kan foi outra experiência da minha vida para nunca mais esquecer. Sian' Kan é uma reserva natural, onde andamos de jipe, lancha, e observámos golfinhos, tartarugas, aves, crocodilos, e nadámos em águas tão límpidas como eu nunca vi na vida. É algo transcendente, a sério. É uma excursão cara mas vale bem o seu custo.
No entanto, alerto-vos que as excursões duram um dia inteiro, pelo que "perdem" completamente o dia da excursão. Nós só quisemos fazer 2, quer por limitação de budget, quer pelo facto de serem 2 dias em que não aproveitámos a praia e a piscina. Tirámos ainda uma tarde para visitar a cidade mais representativa da zona, Playa del Carmen.
Posto isto, as excursões são de facto cansativas, porque o México é um país enorme. Na primeira fizemos 800km num dia, na segunda, provavelmente 600km. Não é para meninos.
Como eu dizia, a parte pior foi mesmo o avião, da Pullmantur, que para cumprir a sua boa reputação, atrasou-se novamente de Cancún para Madrid. No entanto, essa viagem, como são cerca de 9h, custou-me menos, também porque consegui dormir mais.
Outra coisa chata é que apanhei logo no primeiro dia um escaldão daqueles como eu nunca apanhei na vida. O sol lá é muito mais intenso do que aquilo a que estamos habituados, e eu pus protector de 50 por 3 vezes mais ainda assim não foi suficiente. No dia seguinte, pensava que morria. Com muitos cremes, cuidados e sombra, apenas agora as queimaduras me estão totalmente a sarar. Foi feio. Até fiz bolhas. Por isso, quem for sensível ao sol e tiver tendência para escaldões, muito muito cuidado. O sol lá não é para brincadeiras. Eu protegi-me e mesmo assim... Foi o que foi.
Digo-vos ainda que 90% dos hóspedes do nosso hotel eram norte-americanos, e fiquei ainda mais fã dos gajos. Metem conversa com toda a gente, são simpáticos e generosos (dão gorjetas que vocês não estão bem a ver, e são pessoas muito positivas). E sim, todos os americanos com quem falei sabiam onde era Portugal. Sinceramente, acho um pouco preconceito aquele dogma do americano burro. Não os achei nada burros, pelo contrário (falando obviamente das pessoas que conheci). Há certamente de tudo, como cá. Mas o que nós não somos, é tão abertos e extrovertidos, algo que apenas nos beneficiaria. O hotel tem muito bom ambiente, mais direccionado para casais (hotel maiores de 18). Enfim, amei.
Por mim estava lá amanhã outra vez.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
O Casamento
O dia do casamento chegou finalmente.
Não posso dizer que tenha dormido muito bem na noite anterior, mas foi mais por o Bomboco não dormir comigo, do que propriamente por estar nervosa.
Atrasei-me um pouco na cabeleireira, mas ela foi uma querida e como eu sou cliente dela há muitos anos, ela ofereceu-me o penteado. Depois, já atrasada, voei para minha casa onde me esperavam o fotógrafo e a rapariga que me ia vestir e dar uma ajuda na maquilhagem. Como estava atrasada e a rapariga da loja de noivas também, ela só teve tempo de me vestir, pois tinha um casamento logo em seguida. Acabei por fazer eu a maquilhagem, como de facto já planeava, e apesar de ainda não ter visto as fotos, creio que a maquilhagem ficou perfeita. Pelo menos toda a gente elogiou e eu gostei realmente do que fiz.
O meu fotógrafo dizia-me que nunca tinha conhecido uma noiva que se maquilhasse a si própria. Ao que eu lhe respondi que isto não é para quem quer, é para quem pode!
A brincar a brincar, na maquilhagem e cabeleireira que foi oferecida, acabei por poupar algum dinheiro.
Não estava nada nervosa, mas a minha família chegou a minha casa para tirar fotos e aí comecei a enervar-me um pouco porque em vez de me ajudarem, estavam mais dispostos a conversar entre si. Isto passou-se, os meus padrinhos entretanto também chegaram, e houve tempo para o meu padrinho ir à padaria comprar o pequeno-almoço que ninguém ainda tinha tomado.
Tomei o pequeno-almoço descansada, e mesmo quando terminei, Bomboco envia-me sms a dizer que estava na hora.
Pois bem, foi quando cheguei finalmente à quinta onde se iria também realizar a nossa cerimónia civil, que a ficha me caiu e eu fiquei nervosa. Aí sim, foi o único momento do dia em que eu tremi. Saí do carro, e entrei, tal como tinha planeado, sozinha, com o meu marido (na altura ainda noivo), a apanhar-me a meio do caminho. Foi perfeito. Toda a gente já se estava a emocionar nesse momento, mas eu e Bomboco mantivemo-nos firmes. Entrei ao som de "A Thousand Years".
A cerimónia foi rápida e simples. Lançamos balões ao som de "Alive", dos Empire of the Sun, no final da cerimónia. Após as entradas, que estavam óptimas, bem como as bebidas, entrámos na sala com a "Starlight" dos Muse. Houve mais uns choros de alguns convidados nesse momento, mas nós, firmes e felizes, sem choro.
A comida estava divinal e toda a gente adorou. Contrariamente ao que me diziam, eu enfardei nesse dia que nem foi bom. Normalmente as noivas não comem nada, é o que me dizem. Mas eu não era realmente uma noiva vulgar, e comi e soube-me pela vida. Todos os que apostaram que eu não iria comer, perderam, inclusive a dona da quinta.
A nossa primeira dança foi feita com "At Last", música que ficará para sempre no meu coração. Depois, houve umas brincadeiras, surpresas, incluindo o facto de eu ter cantado uma música para Bomboco, acompanhada do meu primo à guitarra.
Os meus padrinhos resolveram fazer-nos uma surpresa, e fizeram um vídeo com as nossas fotos em criança até à idade adulta. Foi aí que eu e Bomboco vacilamos. Ele chorou um bocadinho, mas eu chorei a bom chorar. Foi um momento realmente emocionante.
O corte do bolo foi também muito bonito, feito ao som da "All of me", do John Legend, e "Somebody to Love" dos Queen.
Pouco depois da ceia, os convidados foram saindo.
Foi um dia emotivo, mágico, mas que passou a voar. Literalmente. No fim do dia estávamos estafados mas felizes.
Engraçado como passamos tanto tempo a planear algo que depois passa num ápice. Mas vale a pena.
Em breve, o relato dos locais que visitamos na Lua de Mel.
Não posso dizer que tenha dormido muito bem na noite anterior, mas foi mais por o Bomboco não dormir comigo, do que propriamente por estar nervosa.
Atrasei-me um pouco na cabeleireira, mas ela foi uma querida e como eu sou cliente dela há muitos anos, ela ofereceu-me o penteado. Depois, já atrasada, voei para minha casa onde me esperavam o fotógrafo e a rapariga que me ia vestir e dar uma ajuda na maquilhagem. Como estava atrasada e a rapariga da loja de noivas também, ela só teve tempo de me vestir, pois tinha um casamento logo em seguida. Acabei por fazer eu a maquilhagem, como de facto já planeava, e apesar de ainda não ter visto as fotos, creio que a maquilhagem ficou perfeita. Pelo menos toda a gente elogiou e eu gostei realmente do que fiz.
O meu fotógrafo dizia-me que nunca tinha conhecido uma noiva que se maquilhasse a si própria. Ao que eu lhe respondi que isto não é para quem quer, é para quem pode!
A brincar a brincar, na maquilhagem e cabeleireira que foi oferecida, acabei por poupar algum dinheiro.
Não estava nada nervosa, mas a minha família chegou a minha casa para tirar fotos e aí comecei a enervar-me um pouco porque em vez de me ajudarem, estavam mais dispostos a conversar entre si. Isto passou-se, os meus padrinhos entretanto também chegaram, e houve tempo para o meu padrinho ir à padaria comprar o pequeno-almoço que ninguém ainda tinha tomado.
Tomei o pequeno-almoço descansada, e mesmo quando terminei, Bomboco envia-me sms a dizer que estava na hora.
Pois bem, foi quando cheguei finalmente à quinta onde se iria também realizar a nossa cerimónia civil, que a ficha me caiu e eu fiquei nervosa. Aí sim, foi o único momento do dia em que eu tremi. Saí do carro, e entrei, tal como tinha planeado, sozinha, com o meu marido (na altura ainda noivo), a apanhar-me a meio do caminho. Foi perfeito. Toda a gente já se estava a emocionar nesse momento, mas eu e Bomboco mantivemo-nos firmes. Entrei ao som de "A Thousand Years".
A cerimónia foi rápida e simples. Lançamos balões ao som de "Alive", dos Empire of the Sun, no final da cerimónia. Após as entradas, que estavam óptimas, bem como as bebidas, entrámos na sala com a "Starlight" dos Muse. Houve mais uns choros de alguns convidados nesse momento, mas nós, firmes e felizes, sem choro.
A comida estava divinal e toda a gente adorou. Contrariamente ao que me diziam, eu enfardei nesse dia que nem foi bom. Normalmente as noivas não comem nada, é o que me dizem. Mas eu não era realmente uma noiva vulgar, e comi e soube-me pela vida. Todos os que apostaram que eu não iria comer, perderam, inclusive a dona da quinta.
A nossa primeira dança foi feita com "At Last", música que ficará para sempre no meu coração. Depois, houve umas brincadeiras, surpresas, incluindo o facto de eu ter cantado uma música para Bomboco, acompanhada do meu primo à guitarra.
Os meus padrinhos resolveram fazer-nos uma surpresa, e fizeram um vídeo com as nossas fotos em criança até à idade adulta. Foi aí que eu e Bomboco vacilamos. Ele chorou um bocadinho, mas eu chorei a bom chorar. Foi um momento realmente emocionante.
O corte do bolo foi também muito bonito, feito ao som da "All of me", do John Legend, e "Somebody to Love" dos Queen.
Pouco depois da ceia, os convidados foram saindo.
Foi um dia emotivo, mágico, mas que passou a voar. Literalmente. No fim do dia estávamos estafados mas felizes.
Engraçado como passamos tanto tempo a planear algo que depois passa num ápice. Mas vale a pena.
Em breve, o relato dos locais que visitamos na Lua de Mel.
A semana antes do casamento
A semana antes do casamento passou a voar. Foi a última semana de Abril, sendo que trabalhei até dia 30. Até lá, foi uma correria para deixar tudo impecável, para agora quando voltasse.
Nessa semana, teve ainda lugar o jantar de despedida de solteira com a minha equipa de desporto amador, e ainda andei a ver casas. Enfim, uma semana a mil.
Fui buscar o vestido no dia anterior ao meu casamento. Estava perfeito.
No dia anterior, o meu Bomboco fez-me ainda uma surpresa e levou-me a um spa, onde estivemos a receber massagens e outros tratamentos.
Por incrível que pareça não estive nervosa nessa semana, nem ansiosa. Estava mais preocupada em deixar o trabalho todo adiantado. Mas a semana passou num instante, lá isso passou.
Nessa semana, teve ainda lugar o jantar de despedida de solteira com a minha equipa de desporto amador, e ainda andei a ver casas. Enfim, uma semana a mil.
Fui buscar o vestido no dia anterior ao meu casamento. Estava perfeito.
No dia anterior, o meu Bomboco fez-me ainda uma surpresa e levou-me a um spa, onde estivemos a receber massagens e outros tratamentos.
Por incrível que pareça não estive nervosa nessa semana, nem ansiosa. Estava mais preocupada em deixar o trabalho todo adiantado. Mas a semana passou num instante, lá isso passou.
Olá!
Olá a todos!
Sei que tenho andado desaparecida, mas realmente estas últimas semanas voaram, e não deu mesmo para actualizar aqui o sítio.
Estou de vota, por isso este blog retoma também a sua rotina.
Prometo contar tudo nos posts seguintes. Até já!
Sei que tenho andado desaparecida, mas realmente estas últimas semanas voaram, e não deu mesmo para actualizar aqui o sítio.
Estou de vota, por isso este blog retoma também a sua rotina.
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