Das várias coisas que tenho para vos contar, esta é uma delas.
O drama senhores, o drama que as mulheres da minha família estão a fazer à volta deste assunto é uma coisa épica. Elas não querem levar cores "repetidas" umas das outras, pelo que andam todas a perguntar umas às outras qual a cor que vão levar.
Também não sabem quanto querem gastar nem ao certo onde procurar.
E já que eu vou ter de fazer o frete de ir com a minha mãe tratar desse assunto, queria saber que lojas vocês me aconselham, tirando as lojas de noivas e vestidos de cerimónia, que aí são muito caros, onde eu possa encontrar algo bonito e que não nos leve à falência.
Grata.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Pior do que uma resposta negativa
É uma não resposta.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
Uma pessoa espera, desespera, para, provavelmente, o resultado final ser uma desilusão.
Enfim. Estou cansada.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Coisas da minha vida
Tenho uma série de posts na cabeça para escrever aqui. Uns mais interessantes do que outros, é certo.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
Mas esta espera infinita por uma resposta está a deixar-me doente, ansiosa, desesperada, tanto que mal consigo concentrar-me no que devo e por isso também não consigo escrever decentemente o que tinha para vos escrever.
E é isto. Esperar é coisa para acabar com uma pessoa.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O inacreditável
Hoje, de saltos altos, fato e sobretudo apertado até cima, desloquei-me para o meu emprego. Quando estou a sair do carro, eis que um homem que vai a passar começa a olhar muito fixamente para mim, a rir-se de tarado, e a andar para trás. Eu tiro o que tenho a tirar do carro e procuro nem dar importância. Olho para a frente e lá está ele. Quando ia para perguntar ao dito se precisava de alguma coisa, eis que me diz "fodia-te bem". Ao que eu, portuense sem papas na língua, respondo "então anda cá e vês o que te acontece", enquanto me dirigia ao fulano já de punhos bem cerrados. Fugiu, claro, como um cobarde que é.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Ao sair para almoçar, nos mesmos preparos, ou seja, toda coberta de roupa, um fulano passa por mim, fica a olhar e diz "comia-te a cona". Logo hoje. Logo hoje que estou nervosa, e ainda por cima não tenho isto aqui preparado para servir de refeição a ninguém. Eu não me pus com coisas, apesar de nem acreditar no que estava a acontecer. Cheguei-me à beira do gajo que me dava pelo ombro, já também de pulsos cerrados e disse-lhe "vais-te foder cabrão que vais levar". Desatou a correr.
Estas duas situações inacreditáveis aconteceram hoje, no Porto, durante a manhã e hora de almoço. Não, eu não estava com roupa provocante ou curta (e se estivesse???), eu não dei sinais de querer alguma coisa com estes tipos. Eu estava tranquila na minha vida. E estes dois vómitos acharam-se no direito de me incomodar, de sequer me dirigir a palavra. Em pleno dia, com montes de gente a passar na rua. Isto acontece todos os dias. Bestas nojentos como estes há aos magotes.
E, infelizmente, nem todas as mulheres têm lata para responder ou oferecer porrada como eu fiz. E garanto que levavam na boca e não era pouco. Mas o que é isto? Quem é que esta gente pensa que é, para se intrometer na liberdade dos outros, na vida dos outros desta maneira grosseira e nojenta? Eu tenho 20 e muitos anos. Não fico com "medo" de fulanos estes, ou com a auto estima em baixo por causa disto.
E as meninas de 14, 15? Poderá dizer-se o mesmo? Acho que não.
É urgente este tema estar novamente na ordem das discussões. Não é um tema menor que deva ser ignorado.
O que estes anormais precisam é de apanhar uma sova de uma mulher. Isso mesmo. A ver se se põem finos. Se andam certinhos. Mas enquanto isso, vão por aí, incomodando quem querem, desrespeitando as mulheres.
Peço desculpa a todos pelas palavras utilizadas neste texto, mas não faria sentido nem passaria a mesma mensagem se não escrevesse na íntegra tudo o que foi dito.
Já foi
A última entrevista.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
Agora é rezar para que me tenha corrido bem e me seleccionem. É algo injusto, contudo. Para mim e para os outros que estão a concorrer para uma vaga que tanto ambicionam, num processo de recrutamento que dura há quase um mês. Sem sabermos quando teremos novidades. Depois de termos dado o tudo por tudo para ficar, como eu fiz e certamente as outras pessoas também o fizeram. Mas só há uma vaga... E eu queria mesmo que fosse para mim. Não há nada que deseje mais profissionalmente do que esta oportunidade. Esta é a oportunidade pela qual espero há anos. E não, não estou a exagerar.
Estou aqui em pulgas, com o estômago às voltas e nervos em franja, à espera de novidades. Nem me consigo concentrar convenientemente.
Vai partir-me o coração se não ficar.
Mas esta espera também dá cabo de mim.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Até me dói o coração
Ter de estar agarrada ao computador a trabalhar, com um dia destes lá fora.
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Enfim.
Cada um é para o que nasce, não é?
Beco sem saída
Estou num beco sem saída a nível profissional. Cheguei à conclusão de que decididamente não quero nem posso aguentar mais os abusos, as horas de trabalho infinitas, o stress que começa a deixar em mim marcas físicas.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
Estou a começar a temer pela minha saúde, e não me parece que isso resulte de uma relação laboral saudável. Estou constantemente extenuada e sem energia.
O meu problema, como é o de muitos, é que não encontro nada alternativo. As ofertas de trabalho são escassas e são inúmeras as pessoas que concorrem para apenas uma vaga. A maior parte dessas pessoas até se encontram em condição de desemprego, e eu, que tenho um emprego, até me sinto "culpada" por poder vir a tirar o lugar a alguém que precisa mais do que eu. Mas a verdade é que não aguento muito mais.
Faça eu o que fizer, o trabalho não acaba. Este fim-de-semana espera-me mais uma jornada de trabalho. Nem sei se me devia "queixar" porque afinal tenho emprego quando muita gente não tem.
Mas também mereço aspirar a melhor.
Encontro-me actualmente em dois processos de recrutamento, sendo que num deles passei, depois de várias fases intermináveis, à fase final. Estão a concorrer comigo mais 3 pessoas. E este era mesmo o emprego que eu anseio e sei que me faria feliz e realizada a nível profissional. Também sei exactamente como me irei sentir se não for seleccionada... Nem quero pensar nisso.
Torçam por mim.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
As drogas
O álcool e o tabaco são drogas legais. Já experimentei ambas, sendo que no que respeita ao tabaco, bastou-me uma primeira experiência para odiar, e álcool, acabo por beber apenas socialmente e em ocasiões festivas.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não sou uma pessoa de vícios. E é isso mesmo que as drogas transportam, os vícios.
No entanto, e apesar de nunca ter experimentado drogas como "ganza", cocaína, heroína, extasy, sei sobre elas provavelmente mais dos que as consomem regularmente.
Sei todos os efeitos que provocam e, mais importante, sei o que fazem a uma pessoa, a uma família.
Os meus anos de infância foram bastante amargos. Entre as diversas experiências negativas que conto a nível parental, cresci também com um familiar que teve problemas com drogas.
E aí, nesses tenros anos e depois nos outros menos tenros e inocentes, vi de tudo. Vi os procedimentos para a utilização das diversas drogas, vi o efeito das mesmas a curto e a longo prazo.
Vi a droga espalhada pelo quarto. Vi a pessoa num estado de transe.
Assisti aos roubos do pouco que já tínhamos. A aliança do meu falecido avô. O anel de noivado da minha avó. O colar de pérolas da minha madrinha. Os pratos antigos. A aparelhagem, televisão e outros electrodomésticos.
Os rios de dinheiro que se gastaram em tratamentos, dinheiro que não tínhamos, dinheiro pago com juros gigantes e sacrifícios pessoais inimagináveis (a minha avó chegou a ter 3 empregos).
Tudo se foi.
Ficaram os dedos, diz a minha avó.
Mas ficaram também outras marcas. Coisas que não se esquecem. Os sentimentos de medo, preocupação, incredulidade. Isso não desaparece. As imagens também não desaparecem.
Hoje, essa pessoa, apesar de livre dos vícios das drogas (pelo menos é isso em que acreditamos), não é uma pessoa equilibrada e totalmente livre de outros vícios.
Eu acredito que quem passa por uma experiência limite como foi o caso, passa precisamente por ela porque já denota um desequilíbrio psicológico. Afinal os vícios servirão para suprimir essas lacunas.
O que eu vos posso dizer, apesar de nunca ter experimentado drogas ilegais, é que sempre soube que nunca iria sequer experimentar.
O grupo experimenta? Vamos ficar de fora se não experimentarmos também? Paciência. Eu sei que há pessoas que não têm a capacidade de dizer que não. De não seguir o rebanho.
Mas nunca "é só uma vez". Não conheço caso algum em que isso tenha acontecido.
Tive um amigo cuja inteligência espantava qualquer um. Hoje, ele trabalha num restaurante de fast-food. Aquele rapaz poderia ter sido o que quisesse, a sua inteligência permitia-o. Com 18 anos desistiu da faculdade por causa das drogas. Ele tinha muito dinheiro, pelo que o tombo foi ainda mais fundo. Ele experimentou tudo o que havia para experimentar.
Hoje, com 30 anos, ele não tem capacidade de raciocínio que o permita ter aspirações profissionais que condiziam com a sua inteligência de outros tempos.
Portanto não, eu nunca experimentei nem nunca o irei fazer, e irei lutar sempre para que os meus futuros filhos não o façam.
Fui chamada de tudo quando recusava "uma passa". Não há problema. Com essas injúrias podia eu bem. Porque afinal, eles não viam o poço que se escondia debaixo da relva cintilante. Mas eu já lhe tinha visto o fundo.
Não me sinto diferente
Hoje, o CC mostra mais um ano.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
Um ano que passou. Este ano não foi nada de especial, como já aqui o disse.
Não houve celebrações especiais e a minha vida tem estado estagnada. Creio, no entanto, que este é o ano em que tudo muda.
Tenho mais um ano. E esperemos que seja um ano que valha a pena recordar.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
How much is too much?
Quando é que exactamente devemos traçar o limite entre o que é o exequível e o que não é, em termos de trabalho, quando esse trabalho parece nunca acabar?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
Quando é que devemos traçar a linha de separação entre nós e outra pessoa que nos magoa constantemente, apesar de pedir desculpas e mostrar-se arrependida?
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A Girafa Marius
Ainda não acredito que isto aconteceu.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Marius, uma jovem girafa macho de 18 meses, foi abatida a tiro num zoo da Dinamarca, em frente aos visitantes, para posteriormente ser dada aos leões. A girafa era saudável, não tinha qualquer problema.
Houve quem se oferecesse para comprar a girafa, houve pelo menos um zoo que demonstrou interesse em ficar com ela e os senhores do zoo da Dinamarca o que fizeram? Mataram-na pois claro. Sem dúvida que me parece a melhor opção.
A sério eu não consigo compreender este tipo de coisas, o que terá passado na cabeça destas "pessoas" para considerarem que abater um animal jovem e saudável era a melhor opção?
O meu estado emocional já não é o melhor, em vendo estas coisas só me apetece chorar.
Ora, por onde começar...
Há umas semanas fiz uns testes psicotécnicos completamente desenquadrados da função que se exigia, para um processo de recrutamento.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
Hoje, recebi o tal emailzinho a dizer que não tinha sido seleccionada.
Adicionando a isso, o facto de eu achar que também não vou ser seleccionada para uma função à qual concorri e que queria mesmo ter, mas cuja entrevista me correu mal... Pronto, é assim que estamos.
Não sei o que se passa comigo, não tenho motivação para o dia a dia, sinto uma frustração daqui até à lua, não aparece nada, o tempo não passa...
Não sei o que fazer para que me passe este sentimento de frustração, desmotivação, desinteresse... Estou a passar por uma das fases mais difíceis da minha vida a nível emocional.
Não sei muito bem onde isto me vai levar.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A menopausa deve ser lixada
Só isso explica que uma fulana que é jovem demais para ter a menopausa, resolva abrir a janela estando 5 graus lá fora, porque diz que aqui dentro está muito calor.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
Enquanto isso morro aqui de frio.
Há gente que tem mesmo o termoestato desregulado.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Essa coisa do "é porque não tinha de ser"
É algo que nós dizemos aos outros e a nós próprios para nos enganarmos, para tentar aligeirar a verdade quando algo não corre exactamente como queríamos, certo? É por aí não é?
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Hoje dei comigo a pensar nesta questão filosófica a propósito de uma entrevista de emprego que me correu mal, relativamente a um cargo que eu queria mesmo ter. "É porque não tinha de ser", dizem-me. Certo. E então, o que tem de ser? É isto? Este emprego que tenho que me obriga a trabalhar fins-de-semana, semana, noites e tudo o que for preciso? Este emprego de que não gosto?
É então isto que tem de ser e não outro que eu queria que fosse?
Se assim é, onde se preenche o requerimento para desistir?
Grata.
Trabalhar ao fim-de-semana sucks
E à semana até às tantas e não ter folgas também.
Pronto, era só isto.
Pronto, era só isto.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Para culminar da melhor forma o dia de merda que tive ontem
Hoje, no metro, não consegui conter as lágrimas que me escorreram cara abaixo.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
Se viram uma mulher feita a chorar de cabeça baixa no metro, era eu.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Os melhores conselhos que vos posso dar nisto de ir a entrevistas de emprego
Apesar de ser ainda jovem, eu já trabalho há muitos anos. Tenho bastante mais experiência profissional do que a maioria das pessoas da minha geração. Portanto, eu já fui a muitaaaas entrevistas de emprego.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Já tive entrevistas simpáticas e outras completamente sinistras.
Já cometi alguns erros e por isso posso partilhar com vocês alguns deles para que precisamente não sejam tão inocentezinhos como eu fui.
Numa das entrevistas de emprego a que fui, para uma função que mesmo hoje adoraria ter (isto há mais de 3 anos, portanto muita tinta já correu), fui demasiado sincera. Eu explico: quando nesse processo de recrutamento passei para a entrevista final, ao que me disseram que era um mero formalismo, ocorria apenas para que a dona da empresa conhecesse o candidato seleccionado, não tive muitos pudores em dizer o que me ia na alma quando a senhora me perguntou porque motivo tinha saído de uma determinada empresa. Fui sincera e disse que não gostava da função que desempenhava, e que portanto tinha decidido procurar outra oportunidade. NUNCA meus amigos, nunca digam algo do género, mesmo que seja verdade. Digam sempre que saíram porque o contrato acabou, ou porque tiveram uma oferta melhor, mesmo que não seja verdade. Confiem em mim, não digam a verdade se esta for a verdade, porque aí o possível empregador vai imaginar que vocês é que são esquisitos e não o contrário. Não fui seleccionada e supostamente o emprego já estava no papo.
Nunca mais cometi esse erro. Digam sempre que nas empresas anteriores onde estiveram tudo era maravilhoso, mas saíram porque... Exactamente, não interessa, desde que não pareça mal.
Outro erro que já cometi foi pedir muito mais vencimento do que aquele que eu ganho. As perguntas sobre "que vencimento gostaria de auferir" são sempre perguntas com rasteira. Claro que não vão dizer que querem auferir o salário mínimo se a função não for suportada dessa forma, mas sejam modestos a pedir. Eu tentei pedir mais 150€ do que recebo actualmente e lixei-me.
Estas situações ocorreram ambas há 3 anos atrás. Hoje, sei que faria diferente, sei onde errei e o que poderia não ter dito.
Não sejam demasiado sinceros. Nem sempre vos vale de muito, como foi o meu caso.
Às vezes não somos seleccionados porque havia, para aquele lugar, alguém que se enquadrava melhor do que nós na função. E com isso posso eu bem.
No entanto, quando somos nós a errar, o caso muda de figura.
Não façam como um fulano que eu vi, que disse ao entrevistador que não estava disponível para trabalhar após as 17h30. Não. Isso não vos vai garantir o lugar, confiem.
Alguém que me explique como se eu fosse muito burra
Porque motivo se seleccionam mais de 80 pessoas para um processo de recrutamento que tem como objectivo preencher uma vaga?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
Não acaba por ser um pouco inglório, sobretudo para os candidatos?
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
De como quase todos os conflitos se resolvem na base da ameaça
A larga maioria das pessoas funciona por estímulos. Poucas são aquelas que, não tendo nenhum incentivo a fazer alguma coisa, o fazem (não estou apenas a falar da realização de tarefas burocráticas, falo de tudo, mesmo para fazer voluntariado, por exemplo, o estímulo é ajudar os outros). Ora, eu tenho um "talento natural", algo que nasceu comigo e vai morrer comigo. Chama-se mau feitio. Acredito ser boa pessoa, mas tenho um feitio lixado. Vá-se lá entender que eu, quando pago por uma coisa, espero que a mesma venha em condições. Vá-lse lá entender que eu goste de ser atendida a tempo e com cortesia. Não se percebe.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
A verdade é que quando necessito de resolver conflitos, normalmente utilizo como arma de arremesso a ameaça. A meu ver, é o método que me permite obter resultados mais rápidos e eficientes.
Eu exemplifico:
Aí há uns tempos comprámos um aparador para a sala. Lindo, mandámos entregar e, claro, pagámos mais um X pela entrega e montagem do mesmo. Chegado o dito, o mesmo apresentava-se deteriorado. Disseram-nos que naquele momento tinham de deixar lá o aparador, mas que durante aquela semana, iríamos ser contactados para procederem à substituição. A semana passou e nada. Como não estava a trabalhar no Porto, liguei para a loja vezes e vezes sem conta e sem sucesso, uma vez que o telefone tocava e ninguém do outro lado atendia. Dois dias nisto, de chamadas sem resposta quase ininterruptamente.
Chateada, desloquei-me ao estabelecimento comercial no fim-de-semana, que por sinal até fica longe da minha morada, de modo a conseguir resolver o problema, porque eu estava mesmo a ver que a ideia deles era ver se o cliente se "esquecia" e aquilo passava.
Ora, em sendo atendida e após ter exposto a situação, só me arranjavam desculpas, que a loja não tinha culpa por isto, que não tinha culpa por aquilo, que não sei quê e não sei que mais. Eles não podiam fazer nada, etc etc e que nos iriam contactar um mês depois (UM MÊS) para proceder à troca. Eu, sem tempo para perder em discussões de culpa inúteis e querendo ver resolvido o problema, só digo que exijo que me resolvam o problema de forma imediata, caso contrário desejava a devolução do dinheiro e o livro de reclamações. Ai que não pode ser, não pode ser. Mantenho-me firme e repito as minhas intenções.
No dia seguinte estava o móvel substituído.
A base da ameaça. O devolver o dinheiro e escrever no livro de reclamações. Ameaças. Se dissesse que sim senhor, estava até hoje à espera que me trocassem o móvel, e com sorte nem nunca mais me iriam dizer alguma coisa.
Outro bom exemplo é o das operadoras de televisão e internet. Há uns meses atrás, expirava o nosso contrato de fidelização e eu, claro, procurei de imediato renegociar o mesmo. Tanto insisti e tanto ameacei que iria mudar de operadora, que actualmente temos um preço bem abaixo do valor de mercado para os serviços de que usufruímos. Mais uma vez, a ameaça de perder um cliente.
As pessoas e as empresas necessitam de incentivos poderosos para que as coisas se resolvam. Infelizmente, vejo que em muitos casos, os serviços no nosso país funcionam à base da ameaça. Temos é de perceber isso e saber lidar com isso. Claro que não gosto de perder tempo no meu fim-de-semana e ir para uma loja ameaçar que escrevo uma reclamação. Mas o que interessa é que o problema ficou resolvido.
Eu não procuro conflitos, mas também não tenho medo deles.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Nesse mesmo local
Vi um empregado de mesa recusar a uma mulher grávida em estado avançado, um copo de whisky.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
O empregado, a meu ver, esteve bem.
Ela... Se não o bebeu ali, irá bebê-lo certamente noutro lado.
Pena daquela criança que ainda está por nascer.
Se o arrependimento matasse
Hoje fui almoçar a um local onde não ia há anos. Mas costumava almoçar nesse local quando trabalhava num emprego que deixei, numa outra vida. Nesse emprego, tinha regalias, um chefe em condições, colegas aceitáveis e um ordenado razoável, bem melhor do que o que tenho agora. Ah, e saía a horas de gente. Saí desse emprego porque tive uma proposta para um outro, esse sim, era onde eu queria estar, era o emprego que eu julgava que merecia.
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
Mas todas as promessas que me fizeram nesse novo emprego se revelaram furadas, um óasis que nunca existiu, e acabei no desemprego, sem direito a subsídio. Vim para casa com uma mão à frente e outra atrás. Comi, nessa altura, o pão que o Diabo amassou.
E após essa experiência frustrante e marcante na minha vida, vim parar até onde estou hoje.
E então dei por mim a pensar, na mesa onde já me sentei muitas vezes, que a minha vida teria tido certamente outro rumo se não tivesse confiado em promessas vãs. E, infelizmente, acho que o rumo seria hoje bem melhor do que aquele que efectivamente a minha vida tomou a nível profissional.
Se o arrependimento matasse...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Eu podia dizer muita coisa acerca do concerto do Michael Bublé em Portugal
Mas só tenho uma coisa a dizer:
Fantástico.
Fantástico.
Não, não consegui arranjar as unhas em Lisboa
Para além de não conhecer nenhum lado barato, fiz outras coisas bem mais interessantes.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Tenho de ver se trato disso hoje, antes de me começar a assemelhar a uma bruxa com as unhas grandes e verniz descascado.
Das dúvidas existenciais que me assolam
Porque é que algumas pessoas dizem "mortandela"?
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
O que quer dizer exactamente?
Pronto, era só isto.
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