Um excelente 2014 para todos!
Sejam muito felizes!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Em 2014
- Vou ver o Michael Bublé
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
- Gostava de ir ver o Williams
- Vou-me casar e jurar perante 130 pessoas aquilo que sinto todos os dias
- Vou fazer a minha primeira viagem transatlântica
- Quero engravidar
- Gostava de mudar de emprego, se tal não acontecer, gostava de ser promovida no actual
- Quero continuar a perder peso até conseguir engravidar
- Quero ser uma mais-valia para a equipa desportiva onde me integro
- Quero ser ainda melhor profissional
- Quero ser ainda melhor companheira
- Irei a Itália pela primeira vez
- Vou sorrir mais e chorar ainda menos
- Vou continuar a dar importância aos que gostam de mim
Para já, são estes os meus planos. Se se vão ou não concretizar... Só o tempo o dirá.
Mas eu gostava mesmo que sim.
Feliz 2014!
Em 2013
- Não fui de férias a lado nenhum
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
- Pintei a casa
- Decidi que queria ser mãe
- Fui pedida em casamento
- Organizei e adiantei o casamento
- Escolhi o meu vestido de noiva, sendo que foi a primeira vez na vida que vesti um vestido comprido
- Não mudei de emprego
- Trabalhei mais horas do que nunca
- Não fui promovida ou reconhecida
- Chateei-me vezes a mais por causa de trabalho
- As férias que tive souberam-me a pouco
- Descobri incríveis novas séries para alimentar o meu vício
- Descobri quem são os meus verdadeiros amigos, e quais não o são
- Engordei e voltei a emagrecer
- Ingressei numa equipa desportiva
- Conheci pessoas que adorei
- Vi os Depeche Mode e os Keane
- Chorei
- Amei
- Vi-me com cada vez menos dinheiro
- Comprei menos coisas do que as que queria
- Comprei um robot de cozinha (Cookii)
- Voltei a ter outro emprego ao fim-de-semana
- Desisti de um projecto
Em suma, apesar de ter sido um ano com alguns momentos bons, 2013 foi um ano que globalmente não deixa saudades.
Vamos ver o que 2014 nos reserva.
Dos sonhos que mexem connosco
Sonhei que estava grávida de 6/7 meses, e, numa consulta de rotina, disseram-me os médicos que não ouviam o coração do bebé. Eu insistia que não era possível, que ele estava bem, mas não. Eu chorava chorava. Fizeram-me uma cesariana e pediram para não olhar.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
Não olhei. Cobriram o bebé com um pano até que eu não resisto ao levantar o pano e o bebé, minúsculo, começa a chorar e a mexer-se. Levanto-me, ainda sem todos os pontos feitos, desesperada, a gritar por ajuda exclamando a incompetência de quem me atendeu, preocupada em arranjar uma incubadora para o meu bebé (era rapaz).
Acordei lavada em lágrimas. O raio do sonho mexeu comigo.
Foi só um sonho, a expressão dos meus medos.
Mas nunca me vou esquecer da cara do bebé no sonho. Tinha as minhas feições e os olhos do pai.
Há coisas incríveis.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Que raio de moda agora é esta?
De andar tudo a cortar o cabelo?
Vejamos:
Vejamos:
Jennifer Lawrence. A menina ficava muito melhor com o cabelo comprido, ora vamos lá ver se não é verdade:
Cristina Ferreira. Não posso dizer que lhe acho grande piada porque estaria a mentir. Mas acho que lhe fica melhor este comprimento:
Natalie Portman. Tão gira com cabelo mais comprido.
Dannii Minogue. Bonita, sem dúvida, mas na minha opinião, com o cabelo um pouco mais comprido.
Beyoncé.
Bem sei que sou suspeita porque adoro cabelos compridos, mas acho que esta moda toda de cortar o cabelo veio desta senhora:
Miley Cyrus. Acho que qualquer exemplo dado actualmente por esta senhora é... Desnecessário.
Mas na moda do corte de cabelo não me apanham a mim!
Dos saldos e frustrações
Eu sou alta para a média da mulher portuguesa. E como tal, calço mais do que a média. É missão quase impossível encontrar sapatos de jeito, confortáveis e a preço não proibitivo, que me sirvam. Normalmente o que acontece, é que em 20 sapatos gosto de 2, e nunca há o meu número. Nunca.
Por isso arranjar sapatos para mim é desesperante. Normalmente uso os sapatos que tenho até à exaustão e depois vejo-me aflita para arranjar substitutos.
Bem, essa procura continua.
Entretanto andei a cheirar os saldos. As lojas estão a loucura total. A Zara não está com saldos nenhuns de jeito, a H&M tem algumas coisas que queria comprar mas não consegui pois não tinha paciência para estar na fila e esperar para experimentar, para nem falar na questão financeira.
Vou tentar ir noutro dia.
Entretanto ontem, arranjei o que procurava há imenso tempo e não tinha ainda encontrado, pelo menos não a preços "razoáveis". Estava na rua e de repente vejo um belíssimo casaco na montra a um preço agradável. Entro na dita loja e vejo tanta coisa gira..! E os preços, esses sim eram de saldo. Então, o que comprei: dois casacos de pelo (um beje e um preto), e um colete de pelo preto. Adoro-os. E foram uma pechincha!
Realmente quando menos se espera é quando se encontram as melhores coisas.
Por isso arranjar sapatos para mim é desesperante. Normalmente uso os sapatos que tenho até à exaustão e depois vejo-me aflita para arranjar substitutos.
Bem, essa procura continua.
Entretanto andei a cheirar os saldos. As lojas estão a loucura total. A Zara não está com saldos nenhuns de jeito, a H&M tem algumas coisas que queria comprar mas não consegui pois não tinha paciência para estar na fila e esperar para experimentar, para nem falar na questão financeira.
Vou tentar ir noutro dia.
Entretanto ontem, arranjei o que procurava há imenso tempo e não tinha ainda encontrado, pelo menos não a preços "razoáveis". Estava na rua e de repente vejo um belíssimo casaco na montra a um preço agradável. Entro na dita loja e vejo tanta coisa gira..! E os preços, esses sim eram de saldo. Então, o que comprei: dois casacos de pelo (um beje e um preto), e um colete de pelo preto. Adoro-os. E foram uma pechincha!
Realmente quando menos se espera é quando se encontram as melhores coisas.
Update
O Natal correu sem grandes sobressaltos. Ninguém andou à porrada, por momentos temi o pior mas tudo se compôs.
Os outros dias correram normalmente, estive de férias um dia e no outro dia também era para estar mas lixaram-me os planos e fui trabalhar e claro que não saí a horas de gente.
Estou ansiosa que chegue o meu casamento, que quero ter férias de jeito.
Não sei onde vou passar a passagem de ano, que Bomboco não liga nenhuma a esta ocasião.
É este o breve resumo dos últimos dias.
Os outros dias correram normalmente, estive de férias um dia e no outro dia também era para estar mas lixaram-me os planos e fui trabalhar e claro que não saí a horas de gente.
Estou ansiosa que chegue o meu casamento, que quero ter férias de jeito.
Não sei onde vou passar a passagem de ano, que Bomboco não liga nenhuma a esta ocasião.
É este o breve resumo dos últimos dias.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
O Natal da minha família
A minha família não se dá nada bem. Quando estamos todos juntos, é discussão na certa. Eu tento cada vez menos entrar nessas guerras, isso é outra coisa que a idade nos dá, ensina-nos a escolher as guerras em que queremos participar.
Mas dizia eu que eles não se dão bem. Passam o Natal juntos porque não têm mais ninguém. Eu e Bomboco dividimos entre a casa da minha avó e a casa dos pais dele. Mas o Natal na minha família é sempre mágico e surpreendente. Nunca se sabe se, com a bebida, irão todos ser muito amigos uns dos outros, ou se irão querer matar-se uns aos outros. É uma incógnita.
Vamos ver como corre este ano.
Eu cada vez menos tenho paciência para hipocrisias e fico muito tempo calada, e penso para mim que realmente há coisas que só faço pela minha avó.
No ano passado discutiram todos. Como será este ano? A surpresa, o enredo a não perder.
Enfim, confesso que a paciência vai sendo cada vez menor.
É cada vez mais apenas e só pela minha avó. Valha-nos a bebida.
Mas dizia eu que eles não se dão bem. Passam o Natal juntos porque não têm mais ninguém. Eu e Bomboco dividimos entre a casa da minha avó e a casa dos pais dele. Mas o Natal na minha família é sempre mágico e surpreendente. Nunca se sabe se, com a bebida, irão todos ser muito amigos uns dos outros, ou se irão querer matar-se uns aos outros. É uma incógnita.
Vamos ver como corre este ano.
Eu cada vez menos tenho paciência para hipocrisias e fico muito tempo calada, e penso para mim que realmente há coisas que só faço pela minha avó.
No ano passado discutiram todos. Como será este ano? A surpresa, o enredo a não perder.
Enfim, confesso que a paciência vai sendo cada vez menor.
É cada vez mais apenas e só pela minha avó. Valha-nos a bebida.
A minha mãe manda-me mensagens escritas a dizer que eu não vejo a nossa relação como uma relação de mãe e filha
Às vezes penso em que planeta vive a minha mãe.
Isso e que drogas é que ela anda a tomar, porque devem ser fortes.
Porque será mãezinha? Ora reflecte.
Eu costumo dizer "Deus, já que não me dás o Euromilhões, ao menos dá-me paciência".
Isso e que drogas é que ela anda a tomar, porque devem ser fortes.
Porque será mãezinha? Ora reflecte.
Eu costumo dizer "Deus, já que não me dás o Euromilhões, ao menos dá-me paciência".
domingo, 22 de dezembro de 2013
O Natal já a fazer das suas
Vesti hoje umas calças que já me estiveram mais largas, apenas há duas semanas atrás.
Bolas pá!
Bolas pá!
A magia dos jantares de natal da empresa
O jantar de Natal da minha empresa é algo lindo lindo. Tão lindo que estou seriamente a ponderar não mais por lá os pés.
Deixem-me que vos elucide: normalmente o local escolhido é longe para burros, pelo que há que levar o carro. Se se leva o carro, não dá para beber até cair, claro está. Depois, as entradas. Uma maravilha. Pequenos recipientes com salada lá dentro. Bebidas à descrição e para (quase) todos os gostos, valha-nos isso. Jantar. Comida intragável. Comida chique e sem sabor. Arroz mal cozido e uma carne impossível de comer. Sobremesa com quantidades adequadas a miúdos de 2 anos.
Bebida à descrição, valha-nos isso.
Discoteca. Dj foleirote. Colegas podres de bêbados e a fazer figuras. Beber de estômago vazio dá nisso.
A bebida continua a ser à descrição, valha-nos isso.
Percebo que me sinto já alegre e penso que tenho de conduzir e decido parar de beber. Quando paro de beber, tudo fica ainda mais aborrecido.
No dia seguinte comi como se não comesse há dois meses.
Creio que para o ano não me apanham lá.
Deixem-me que vos elucide: normalmente o local escolhido é longe para burros, pelo que há que levar o carro. Se se leva o carro, não dá para beber até cair, claro está. Depois, as entradas. Uma maravilha. Pequenos recipientes com salada lá dentro. Bebidas à descrição e para (quase) todos os gostos, valha-nos isso. Jantar. Comida intragável. Comida chique e sem sabor. Arroz mal cozido e uma carne impossível de comer. Sobremesa com quantidades adequadas a miúdos de 2 anos.
Bebida à descrição, valha-nos isso.
Discoteca. Dj foleirote. Colegas podres de bêbados e a fazer figuras. Beber de estômago vazio dá nisso.
A bebida continua a ser à descrição, valha-nos isso.
Percebo que me sinto já alegre e penso que tenho de conduzir e decido parar de beber. Quando paro de beber, tudo fica ainda mais aborrecido.
No dia seguinte comi como se não comesse há dois meses.
Creio que para o ano não me apanham lá.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Da capacidade (ou falta dela) de desligar do trabalho
Bomboco tem uma capacidade invejável. Mal entra no carro para vir para casa, consegue desligar-se do trabalho. Chega a casa, e é como se o trabalho não existisse.
Eu não sou assim. Tenho feito um esforço para me desligar cada vez mais, é verdade, e estou a conseguir, mas ainda assim tenho muito caminho pela frente. Há dias em que consigo gerir isso mais facilmente. E depois há outros que não. Ontem foi um deles.
Cheguei a casa tarde, cansada, frustrada. E acabei, sem querer, por "descarregar" nele. E não queria nada isso. Pedi-lhe desculpa e reconheci que tenho de continuar a esforçar-me para não deixar que o trabalho me afecte em casa.
Mas acreditem que não é fácil. Quando a frustração chega a um determinado ponto, nem sempre é possível compartimentalizar.
Há dias melhores e outros piores. Há dias em que consigo desligar e existem em que não consigo.
Tenho é de continuar a tentar para que estes últimos sejam cada vez menos.
Eu não sou assim. Tenho feito um esforço para me desligar cada vez mais, é verdade, e estou a conseguir, mas ainda assim tenho muito caminho pela frente. Há dias em que consigo gerir isso mais facilmente. E depois há outros que não. Ontem foi um deles.
Cheguei a casa tarde, cansada, frustrada. E acabei, sem querer, por "descarregar" nele. E não queria nada isso. Pedi-lhe desculpa e reconheci que tenho de continuar a esforçar-me para não deixar que o trabalho me afecte em casa.
Mas acreditem que não é fácil. Quando a frustração chega a um determinado ponto, nem sempre é possível compartimentalizar.
Há dias melhores e outros piores. Há dias em que consigo desligar e existem em que não consigo.
Tenho é de continuar a tentar para que estes últimos sejam cada vez menos.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Ahhhhhrrrr como odeio!
Aqueles homens que pensam que o trabalho doméstico é exclusividade da mulher. "Não é trabalho de homem", dizem eles. "Ir às compras? Isso não é de homem!", reagem quando lhes afirmo que Bomboco, que é homem, confirmo, faz em casa tanto ou mais do que eu.
Não há trabalhos de homem ou de mulher. Há coisas que precisam de ser feitas e cada um, mediante a disponibilidade e a capacidade que tem, vai realizando as tarefas.
E explicar isso a tipos casmurros, com ideias feitas, no início dos 30/fim dos 20, que nem sequer namoram e ainda moram em casa dos pais? Pois...
Eu tentei, mas eles ficaram na deles. Não dá. Ainda lhes mostrei esse argumento, mas não. Quero lá saber, para a próxima nem me chateio.
Mas aqui entre nós fico sem perceber como é que pessoas da minha faixa etária, altamente escolarizadas, demonstram esta mentalidade tacanha e pequenina, que raio de formação pessoal tiveram para acreditar que as mulheres devem ter o mesmo papel que tinham há 50 anos atrás.
Que quem manda na casa são eles. Que eles é que sabem.
E fazer perceber a esta cambada de ignorantes que não existe o "mandar"? Não há figura de autoridade, não há "chefe".
A vida de um casal é uma partilha, um compromisso, uma entrega total.
"Homens a sério não aspiram a casa", dizem. Ok. Façam-se homens e depois digam alguma coisa. Ou então não, nunca cresçam, e fiquem para ver o que vos acontece.
Não há trabalhos de homem ou de mulher. Há coisas que precisam de ser feitas e cada um, mediante a disponibilidade e a capacidade que tem, vai realizando as tarefas.
E explicar isso a tipos casmurros, com ideias feitas, no início dos 30/fim dos 20, que nem sequer namoram e ainda moram em casa dos pais? Pois...
Eu tentei, mas eles ficaram na deles. Não dá. Ainda lhes mostrei esse argumento, mas não. Quero lá saber, para a próxima nem me chateio.
Mas aqui entre nós fico sem perceber como é que pessoas da minha faixa etária, altamente escolarizadas, demonstram esta mentalidade tacanha e pequenina, que raio de formação pessoal tiveram para acreditar que as mulheres devem ter o mesmo papel que tinham há 50 anos atrás.
Que quem manda na casa são eles. Que eles é que sabem.
E fazer perceber a esta cambada de ignorantes que não existe o "mandar"? Não há figura de autoridade, não há "chefe".
A vida de um casal é uma partilha, um compromisso, uma entrega total.
"Homens a sério não aspiram a casa", dizem. Ok. Façam-se homens e depois digam alguma coisa. Ou então não, nunca cresçam, e fiquem para ver o que vos acontece.
Da paixão e das mudanças
Sou uma pessoa que está habituada a lidar com expectativas. Por isso mesmo, e por saber a influência que têm, não gosto de as colocar demasiado altas, porque sei que a queda é algo que dói bastante.
Vivi isso na pele e desde então, protejo-me o melhor que posso para que tal não volte mais a acontecer.
Mas caramba, quando nos falam de um projecto apaixonante, com óptimas condições, é difícil não se deixar levar pelo entusiasmo e pensar que poderíamos ser nós a abraçar aquele projecto.
Neste momento, não tenho um trabalho que me apaixone. Já tive.
Por isso sei o quanto essa paixão é importante no dia a dia das pessoas, sei o que influencia. E quando me acenam com um trabalho pelo qual eu sei que me iria apaixonar, é realmente complicado gerir as expectativas associadas.
O que aconselho em altura de mudanças, é fazerem o que eu não fiz há uns tempos atrás: pensem primeiro se essa paixão é segura e vos vai pagar as contas. Se sim, então atirem-se de cabeça.
Não façam como eu fiz há uns anos atrás, onde a juventude e ingenuidade me toldaram o juízo e fiz exactamente o contrário.
Vivi isso na pele e desde então, protejo-me o melhor que posso para que tal não volte mais a acontecer.
Mas caramba, quando nos falam de um projecto apaixonante, com óptimas condições, é difícil não se deixar levar pelo entusiasmo e pensar que poderíamos ser nós a abraçar aquele projecto.
Neste momento, não tenho um trabalho que me apaixone. Já tive.
Por isso sei o quanto essa paixão é importante no dia a dia das pessoas, sei o que influencia. E quando me acenam com um trabalho pelo qual eu sei que me iria apaixonar, é realmente complicado gerir as expectativas associadas.
O que aconselho em altura de mudanças, é fazerem o que eu não fiz há uns tempos atrás: pensem primeiro se essa paixão é segura e vos vai pagar as contas. Se sim, então atirem-se de cabeça.
Não façam como eu fiz há uns anos atrás, onde a juventude e ingenuidade me toldaram o juízo e fiz exactamente o contrário.
Se alguém souber, por favor que se acuse
O que fazer quando temos mesmo de trabalhar e dar o litro, e não existe a mínima motivação para o fazer, porque independentemente do que fizermos:
- O trabalho nunca estará pronto a tempo porque foram impostos prazos impossíveis de cumprir;
- Independentemente do volume e qualidade do trabalho apresentado, ninguém irá dar-lhe valor;
Sinceramente não sei onde arranjar motivação, mas se alguém souber, é favor avisar.
- O trabalho nunca estará pronto a tempo porque foram impostos prazos impossíveis de cumprir;
- Independentemente do volume e qualidade do trabalho apresentado, ninguém irá dar-lhe valor;
Sinceramente não sei onde arranjar motivação, mas se alguém souber, é favor avisar.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O exagero de visibilidade
Há pessoas que não têm bem noção de algumas figuras que fazem.
Pois que fulana y, se deslocou a uma fábrica a trabalho, onde trabalham 350 colaboradores, todos do sexo masculino, com um vestido que lhe ficava pouco abaixo do rabiosque, e um decote que até a mim me deixava envergonhada, eu que até me considero algo extravagante.
E pronto, lá foi ela toda contente pela fábrica fora, com os homens todos a olhar e ela sorrindo sorrindo, contente que estava e eu pensei para mim que a rapariga precisava desta injecção de auto-estima, mas creio que ela exagerou um bocadinho na visibilidade.
Claro que na minha opinião, cada um veste o que quer. Mas também sou da opinião de que temos de adequar minimamente o nosso vestuário à ocasião em causa, e, sobretudo, manter o profissionalismo.
Pois que fulana y, se deslocou a uma fábrica a trabalho, onde trabalham 350 colaboradores, todos do sexo masculino, com um vestido que lhe ficava pouco abaixo do rabiosque, e um decote que até a mim me deixava envergonhada, eu que até me considero algo extravagante.
E pronto, lá foi ela toda contente pela fábrica fora, com os homens todos a olhar e ela sorrindo sorrindo, contente que estava e eu pensei para mim que a rapariga precisava desta injecção de auto-estima, mas creio que ela exagerou um bocadinho na visibilidade.
Claro que na minha opinião, cada um veste o que quer. Mas também sou da opinião de que temos de adequar minimamente o nosso vestuário à ocasião em causa, e, sobretudo, manter o profissionalismo.
Idade mental vs Idade real
Há pessoas que não fazem jus à sua idade. Na maior parte dos casos, devo admitir, são os homens que não estão à altura de um comportamento mais adequado à sua faixa etária.
Desenganem-se os que pensam que trabalhar só com mulheres é do pior que pode haver. Trabalhar com homens imaturos não é melhor, acreditem.
Eles dizem piadas sem piada, eles gabam-se aos quatro ventos de como não assumem compromissos, eles orgulham-se de dizer com quantas raparigas andam ao mesmo tempo, eles enchem a boca para afirmar que seriam incapazes de assumir algo sério.
E eu penso cá para mim que esta gente ou muda muito, ou acaba mas é sozinha.
Vejo estes rapazes da minha idade, e pouco me identifico com alguns deles, que continuam a querer farra todos os fins-de-semana, a morar em casa dos papás sem chatices e sem saber o que são responsabilidades.
Eles têm tempo para crescer, dizem-me. Sim, até acredito que sim.
Começa é a ser complicado quando vemos homens de 45 anos, com filhos, com mentalidades iguais.
Algo falhou por ali.
Desenganem-se os que pensam que trabalhar só com mulheres é do pior que pode haver. Trabalhar com homens imaturos não é melhor, acreditem.
Eles dizem piadas sem piada, eles gabam-se aos quatro ventos de como não assumem compromissos, eles orgulham-se de dizer com quantas raparigas andam ao mesmo tempo, eles enchem a boca para afirmar que seriam incapazes de assumir algo sério.
E eu penso cá para mim que esta gente ou muda muito, ou acaba mas é sozinha.
Vejo estes rapazes da minha idade, e pouco me identifico com alguns deles, que continuam a querer farra todos os fins-de-semana, a morar em casa dos papás sem chatices e sem saber o que são responsabilidades.
Eles têm tempo para crescer, dizem-me. Sim, até acredito que sim.
Começa é a ser complicado quando vemos homens de 45 anos, com filhos, com mentalidades iguais.
Algo falhou por ali.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
É impressão minha ou
O novo canal Sic Caras é o canal mais inútil à face da terra?
A sério... Ontem fazia zapping e resolvi ver o que estava a dar nesse belíssimo canal. E eis que estão 3 senhoras e um senhor (?), a comentar a vestimenta que as pessoas ditas famosas, levaram à gala de abertura daquele mesmo canal.
Pensei que estava a ser injusta e resolvi ver a restante programação. Só programas como "O mundo de Carolina" e "Fama Shows".
Tinha o The Voice que a Zon não me permitiu ver porque aquilo ainda não dá para andar para trás.
Digam-me a sério, há audiência que justifique a existência de semelhante canal?
A sério... Ontem fazia zapping e resolvi ver o que estava a dar nesse belíssimo canal. E eis que estão 3 senhoras e um senhor (?), a comentar a vestimenta que as pessoas ditas famosas, levaram à gala de abertura daquele mesmo canal.
Pensei que estava a ser injusta e resolvi ver a restante programação. Só programas como "O mundo de Carolina" e "Fama Shows".
Tinha o The Voice que a Zon não me permitiu ver porque aquilo ainda não dá para andar para trás.
Digam-me a sério, há audiência que justifique a existência de semelhante canal?
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Overdressed
Desculpem sim? Desculpem por eu não considerar que calças de ganga é sempre uma boa opção para qualquer ocasião, seja um jantar de Natal, um jantar de amigos ou uma ida às compras.
Não, de facto não considero. Calças de ganga são óptimas, mas não em todas as ocasiões.
Há mais vida para além delas.
Delas e das camisolas grossas de lã.
Mas ainda assim acho engraçado que a maior parte das pessoas acha sempre que eu estou overdressed, em vez que acharem que elas próprias estão underdressed.
Não, de facto não considero. Calças de ganga são óptimas, mas não em todas as ocasiões.
Há mais vida para além delas.
Delas e das camisolas grossas de lã.
Mas ainda assim acho engraçado que a maior parte das pessoas acha sempre que eu estou overdressed, em vez que acharem que elas próprias estão underdressed.
Coisas engraçadas em relação à minha mãe
Depois de ter levado porrada do meu pai em todas as partes do meu corpo, depois da violência física e psicológica a que fui sujeita por parte dos dois, depois de episódios de loucura, queimaduras de cigarro que tardaram a sarar, mentiras, perseguições, indiferença, desleixo e tudo o mais que possam imaginar...
Bem... A minha mãe acredita piamente que foi uma boa mãe. E faz todo um discurso de vitimização, de preocupação, de recolha de méritos na minha educação que na opinião dela lhe pertencem, de teatro que mantém para com os outros.
Deus me livre de ser uma boa mãe como ela.
Bem... A minha mãe acredita piamente que foi uma boa mãe. E faz todo um discurso de vitimização, de preocupação, de recolha de méritos na minha educação que na opinião dela lhe pertencem, de teatro que mantém para com os outros.
Deus me livre de ser uma boa mãe como ela.
O tal momento certo para se ter filhos
Eu quero ter filhos. Já o disse inúmeras vezes neste blog. Se não fossem algumas contingências da vida, se calhar já tinha.
Mas quero ter depois do casamento.
Acontece que a minha cunhada acredita que ainda sou muito nova para ter filhos, que me falta viver mais coisas, que entre ter daqui a um ano ou daqui a três anos não me irá fazer diferença nenhuma. Eu cá acho que não. Acho é que sim, que poderá fazer toda a diferença. Que mesmo em termos médicos e de saúde poderá ter influência, para nem falar em termos psicológicos.
A verdade é que eu não sei se daqui a um ano quererei ter filhos. Se fosse agora, sei que queria começar a tentar, daqui a um ano não sei. A verdade é esta.
Mas não é por achar que sou muito nova para ter filhos, porque não sou. E ela diz que "ainda não é o momento ideal". E eu penso, com todo o respeito e carinho que tenho por ela "o que é que ela sabe sobre o momento ideal?". O "momento ideal" tem de partir do casal, é algo que nasce apenas da relação entre duas pessoas, não é por termos outras pessoas a dizer que é demasiado cedo, que o casal se sentirá assim (obviamente excluindo casos extremos de gravidez adolescente, aka my mother). O que é que as outras pessoas sabem da nossa preparação psicológica? Do nosso instinto?
Nada!
Outras entidades que consideram que não é o "momento ideal", são as empresas. Para as empresas, agora não é o momento ideal para se ter filhos, aliás, mesmo em tempo de vacas gordas, não sei se esse momento ideal alguma vez existiu.
Mas eu tomei uma decisão muito importante que queria partilhar com vocês. Caguei para o que as outras pessoas acham, para o que as empresas e quem as representa acham. Não posso adiar a minha vida porque outros acham "que não é o momento ideal".
Portanto, se depois do casamento eu e o meu Bomboco ainda estivermos em sintonia em relação a este tema, podem ter a certeza de que iremos tentar.
Porque o momento ideal é algo vosso e só vosso.
Não deixem que ninguém vos diga o contrário.
Mas quero ter depois do casamento.
Acontece que a minha cunhada acredita que ainda sou muito nova para ter filhos, que me falta viver mais coisas, que entre ter daqui a um ano ou daqui a três anos não me irá fazer diferença nenhuma. Eu cá acho que não. Acho é que sim, que poderá fazer toda a diferença. Que mesmo em termos médicos e de saúde poderá ter influência, para nem falar em termos psicológicos.
A verdade é que eu não sei se daqui a um ano quererei ter filhos. Se fosse agora, sei que queria começar a tentar, daqui a um ano não sei. A verdade é esta.
Mas não é por achar que sou muito nova para ter filhos, porque não sou. E ela diz que "ainda não é o momento ideal". E eu penso, com todo o respeito e carinho que tenho por ela "o que é que ela sabe sobre o momento ideal?". O "momento ideal" tem de partir do casal, é algo que nasce apenas da relação entre duas pessoas, não é por termos outras pessoas a dizer que é demasiado cedo, que o casal se sentirá assim (obviamente excluindo casos extremos de gravidez adolescente, aka my mother). O que é que as outras pessoas sabem da nossa preparação psicológica? Do nosso instinto?
Nada!
Outras entidades que consideram que não é o "momento ideal", são as empresas. Para as empresas, agora não é o momento ideal para se ter filhos, aliás, mesmo em tempo de vacas gordas, não sei se esse momento ideal alguma vez existiu.
Mas eu tomei uma decisão muito importante que queria partilhar com vocês. Caguei para o que as outras pessoas acham, para o que as empresas e quem as representa acham. Não posso adiar a minha vida porque outros acham "que não é o momento ideal".
Portanto, se depois do casamento eu e o meu Bomboco ainda estivermos em sintonia em relação a este tema, podem ter a certeza de que iremos tentar.
Porque o momento ideal é algo vosso e só vosso.
Não deixem que ninguém vos diga o contrário.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Que digo a esta pessoa?
Que me diz que a "Cry me a river" cantada pela Ella, é uma versão da "Cry me a river" do Justin Timberlake?
...
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...
...
Isto de vir trabalhar de vestido é muito bonito
Chato é quando o dito sobe um bocadinho e a cadeira está a roçar directamente nas pernas/meias calças, e arranha um bocado.
Pois é, não me lembrei desse pormenor.
Amanhã já não me apanham nesta.
Pois é, não me lembrei desse pormenor.
Amanhã já não me apanham nesta.
Uma questão pertinente
Pergunto-me porque motivo, quando utilizo um qualquer creme que vem em boiões, vou tirando sempre o creme do meio, ficando uma espécie de "buraco", e só depois é que passo para os rebordos.
Inconscientemente, faço sempre isto.
Também acontece com vocês?
Inconscientemente, faço sempre isto.
Também acontece com vocês?
Parabéns amor!
Hoje, faz anos o homem que mudou para sempre a minha vida. O homem que me fez acreditar que o amor era possível, que me fez desejar casar e com ele ter uma família.
O amor da minha vida faz anos hoje.
O amor da minha vida faz anos hoje.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Das pessoas solícitas
Há pessoas com quem dá gosto trabalhar. Pessoas que procuram sempre agradar, ajudar no possível, responder aos pedidos.
Pessoas com quem um dia de trabalho de 8h rende mais do que dias de trabalho de 12h com outras.
Se fosse sempre assim até não me aborrecia trabalhar.
Um muito obrigada a todas as pessoas que no seu trabalho fazem tudo para tornar a vida e o trabalho dos outros um pouco mais fácil.
Pessoas com quem um dia de trabalho de 8h rende mais do que dias de trabalho de 12h com outras.
Se fosse sempre assim até não me aborrecia trabalhar.
Um muito obrigada a todas as pessoas que no seu trabalho fazem tudo para tornar a vida e o trabalho dos outros um pouco mais fácil.
Mal por mal
Prefiro o Sporting na liderança do que o Fcp.
Só me pergunto porque motivo o Braga não jogou nada no Dragão, ao contrário do que fez na Luz.
Só me pergunto porque motivo o Braga não jogou nada no Dragão, ao contrário do que fez na Luz.
Isto de ter outro trabalho ao fim de semana
Dá muito jeito. Para além de que gosto imenso de dar explicações.
Mas cansa, gente.
Hoje ficava muito bem a dormir.
Ah, e onde eu estou, estão zero graus e estou a trabalhar de sobretudo.
Mas cansa, gente.
Hoje ficava muito bem a dormir.
Ah, e onde eu estou, estão zero graus e estou a trabalhar de sobretudo.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Dicas preciosas
Caras pessoas do sexo feminino,
Usar camisas com elastano já não é propriamente o cúmulo da elegância. Mas pronto. Adiante. O pior, é usar camisas com elastano que vos marquem as formas, e em que existe um espaço aberto considerável entre os botões, que deixa à vista de todos a vossa pele e a vossa roupa interior.
Não é bonito.
Se gostam muito dessa camisa mas engordaram um bocadinho, não a usem, porque garanto-vos, fica mesmo mal o repuxo dos botões com a carne a sair por todos os lados.
Se já a compraram assim, lamento, mas foi uma compra que não correu bem.
Vão por mim que nunca vos engano.
Usar camisas com elastano já não é propriamente o cúmulo da elegância. Mas pronto. Adiante. O pior, é usar camisas com elastano que vos marquem as formas, e em que existe um espaço aberto considerável entre os botões, que deixa à vista de todos a vossa pele e a vossa roupa interior.
Não é bonito.
Se gostam muito dessa camisa mas engordaram um bocadinho, não a usem, porque garanto-vos, fica mesmo mal o repuxo dos botões com a carne a sair por todos os lados.
Se já a compraram assim, lamento, mas foi uma compra que não correu bem.
Vão por mim que nunca vos engano.
Como perder clientes em 3, 2, 1...
Eu gosto de verniz de gel. Não de unhas de gel, mas verniz.
Tenho é um problema, o verniz de gel não dura muito nas minhas unhas. Supostamente aquilo deveria durar duas semanas. Nas minhas unhas não chega a uma. Começam lentamente a descascar.
Já fui a mais de 5 locais onde fazem esse serviço, mas o resultado é sempre o mesmo, ao fim de uma semana já não tenho verniz em pelo menos uma ou duas unhas.
Por isso desisti durante uns tempos. Mas agora que vêm as festas, queria arranjar as unhas e voltar a pôr, e queria continuar a minha busca por um local onde o verniz me dure mais do que uma semana.
Então, decidi ligar para uma cabeleireira/esteticista que fica perto de minha casa, de modo a saber os preços.
A funcionária que me atendeu, disse-me logo perentoriamente que não podia divulgar o preço, porque a patroa não deixava. Ao que eu questiono meio incrédula o motivo dessa proibição, visto que assim o cliente não pode saber se lhe compensa ou não dirigir-se ao local para efectuar o serviço pretendido. Disse que não senhor, que não podia ser, ordens são ordens. Meio abananada com a resposta, disse-lhe que então quando fosse para casa, já que o estabelecimento ficava a caminho, ia passar lá para saber do preço. Esta era a parte em que a senhora agradecia e dizia que sim senhor lá me esperava, não era?
Não. A senhora disse-me logo que nem valia a pena eu passar, que ela queria fechar (não, não era assim tão tarde quanto isso).
E pronto. Uma pessoa fica meio parva com esta falta de vontade em vender.
Numa época em que suponho que poucos negócios prosperam a dois dígitos, este pequeno negócio não me quer vender uma aplicação de verniz de gel, e ganhar uma potencial cliente, que mora ao lado. Noção comercial = zero.
Iniciar perda de potenciais clientes em 3, 2, 1...
Por isso deixo-vos o apelo: se conhecem algum sítio bom aqui para os lados do Porto, de aplicação de verniz de gel, e não leve os olhos da cara, é favor partilhar. Muito grata.
Tenho é um problema, o verniz de gel não dura muito nas minhas unhas. Supostamente aquilo deveria durar duas semanas. Nas minhas unhas não chega a uma. Começam lentamente a descascar.
Já fui a mais de 5 locais onde fazem esse serviço, mas o resultado é sempre o mesmo, ao fim de uma semana já não tenho verniz em pelo menos uma ou duas unhas.
Por isso desisti durante uns tempos. Mas agora que vêm as festas, queria arranjar as unhas e voltar a pôr, e queria continuar a minha busca por um local onde o verniz me dure mais do que uma semana.
Então, decidi ligar para uma cabeleireira/esteticista que fica perto de minha casa, de modo a saber os preços.
A funcionária que me atendeu, disse-me logo perentoriamente que não podia divulgar o preço, porque a patroa não deixava. Ao que eu questiono meio incrédula o motivo dessa proibição, visto que assim o cliente não pode saber se lhe compensa ou não dirigir-se ao local para efectuar o serviço pretendido. Disse que não senhor, que não podia ser, ordens são ordens. Meio abananada com a resposta, disse-lhe que então quando fosse para casa, já que o estabelecimento ficava a caminho, ia passar lá para saber do preço. Esta era a parte em que a senhora agradecia e dizia que sim senhor lá me esperava, não era?
Não. A senhora disse-me logo que nem valia a pena eu passar, que ela queria fechar (não, não era assim tão tarde quanto isso).
E pronto. Uma pessoa fica meio parva com esta falta de vontade em vender.
Numa época em que suponho que poucos negócios prosperam a dois dígitos, este pequeno negócio não me quer vender uma aplicação de verniz de gel, e ganhar uma potencial cliente, que mora ao lado. Noção comercial = zero.
Iniciar perda de potenciais clientes em 3, 2, 1...
Por isso deixo-vos o apelo: se conhecem algum sítio bom aqui para os lados do Porto, de aplicação de verniz de gel, e não leve os olhos da cara, é favor partilhar. Muito grata.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Muito cuidado por aí
Ontem à noite, quando ia levar uma amiga minha a casa, paradas num semáforo, vi o carro da minha esquerda arrancar e passar o vermelho.
Fiquei um pouco perplexa sem perceber o motivo daquela atitude, até que, vinda do nada, aparece uma fulana com muito mau aspecto, aparentemente "a pedir". Vai direita ao lado do passageiro e eu digo à minha amiga para não abrir a porta nem o vidro (como a fulana estava a falar, fiquei com receio que a minha amiga abrisse o vidro, e a dita fulana se aproveitasse desse facto para causar estragos). A minha amiga olhou para mim, não abriu vidro nenhum, e nisto o semáforo passa para verde, eu arranco velozmente, mas tenho tempo de olhar para o meu lado direito e ver que atrás da outra fulana se aproximavam mais dois tipos, com muito mau aspecto, sendo que um deles trazia uma faca.
Felizmente eu arranquei a tempo (o semáforo também ajudou), e não nos aconteceu nada, mas tenham cuidado, quando desconfiarem de algo, mais vale arriscar e passar o vermelho, e claro, não esquecer de ter as portas sempre trancadas (o meu carro tranca-as automaticamente).
É impressão minha ou o nosso país está a ficar mais perigoso?
Fiquei um pouco perplexa sem perceber o motivo daquela atitude, até que, vinda do nada, aparece uma fulana com muito mau aspecto, aparentemente "a pedir". Vai direita ao lado do passageiro e eu digo à minha amiga para não abrir a porta nem o vidro (como a fulana estava a falar, fiquei com receio que a minha amiga abrisse o vidro, e a dita fulana se aproveitasse desse facto para causar estragos). A minha amiga olhou para mim, não abriu vidro nenhum, e nisto o semáforo passa para verde, eu arranco velozmente, mas tenho tempo de olhar para o meu lado direito e ver que atrás da outra fulana se aproximavam mais dois tipos, com muito mau aspecto, sendo que um deles trazia uma faca.
Felizmente eu arranquei a tempo (o semáforo também ajudou), e não nos aconteceu nada, mas tenham cuidado, quando desconfiarem de algo, mais vale arriscar e passar o vermelho, e claro, não esquecer de ter as portas sempre trancadas (o meu carro tranca-as automaticamente).
É impressão minha ou o nosso país está a ficar mais perigoso?
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Sobre quem não nos faz bem
Às vezes gostar não chega. O outro pode gostar muito de nós e nós dele. Mas falta ali algo.
Falta um sentimento de "não consegue viver sem". Falta que o outro nos puxe para cima quando estamos na mó de baixo, porque não pode ser só um sempre a remar. O outro deve estimular-nos a fazer coisas novas, a rir, a querer.
O outro não poderá sugar-nos a energia e transformar-nos numa pessoa pior. Pelo contrário. Ainda que não seja culpa do outro. Ainda que o outro tenha a melhor das intenções.
Por isso gostar não chega.
E quando vejo a minha melhor amiga a passar por isto, tudo o que quero é que ela volte a sorrir. E às vezes temos de saber distinguir o gostar do amar, e aquilo que efectivamente nos faz bem.
Não é fácil, mas ela distinguiu e apesar de ser mesmo difícil para todas as partes envolvidas, não podemos estar com alguém que não nos dá o que precisamos.
Falta um sentimento de "não consegue viver sem". Falta que o outro nos puxe para cima quando estamos na mó de baixo, porque não pode ser só um sempre a remar. O outro deve estimular-nos a fazer coisas novas, a rir, a querer.
O outro não poderá sugar-nos a energia e transformar-nos numa pessoa pior. Pelo contrário. Ainda que não seja culpa do outro. Ainda que o outro tenha a melhor das intenções.
Por isso gostar não chega.
E quando vejo a minha melhor amiga a passar por isto, tudo o que quero é que ela volte a sorrir. E às vezes temos de saber distinguir o gostar do amar, e aquilo que efectivamente nos faz bem.
Não é fácil, mas ela distinguiu e apesar de ser mesmo difícil para todas as partes envolvidas, não podemos estar com alguém que não nos dá o que precisamos.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Um pedido de casamento original
Ontem, eu e Bomboco fomos ao cinema ver o filme Hunger Games. Mais do que as considerações cinematográficas, quero partilhar convosco o que aconteceu durante o intervalo.
Ora, quando nada o fazia prever, começa a tocar uma música do Luan Santana (não me perguntem qual porque realmente não sei, não aprecio o cantor), e a passar um filme no ecrã. O filme consistia em como um casal de namorados se tinha conhecido, ultrapassado as dificuldades, e agora estavam prontos para dar o passo seguinte... E eis que a pergunta fica na tela "queres casar comigo?". Quando nisto, entra o rapaz, perante uma salva de palmas, uma namorada emocionada, e ele lá fez o que manda o figurino: ajoelhou-se e pediu a mão da menina em casamento. Ela, emocionadíssima, aceitou. E os presentes bateram mais palmas espelhando o sorriso que lhes inundava a alma.
Eu achei bonito. Num tempo como o que vivemos, tudo aquilo que precisamos é de amor e gestos que nos façam sonhar.
Ora, quando nada o fazia prever, começa a tocar uma música do Luan Santana (não me perguntem qual porque realmente não sei, não aprecio o cantor), e a passar um filme no ecrã. O filme consistia em como um casal de namorados se tinha conhecido, ultrapassado as dificuldades, e agora estavam prontos para dar o passo seguinte... E eis que a pergunta fica na tela "queres casar comigo?". Quando nisto, entra o rapaz, perante uma salva de palmas, uma namorada emocionada, e ele lá fez o que manda o figurino: ajoelhou-se e pediu a mão da menina em casamento. Ela, emocionadíssima, aceitou. E os presentes bateram mais palmas espelhando o sorriso que lhes inundava a alma.
Eu achei bonito. Num tempo como o que vivemos, tudo aquilo que precisamos é de amor e gestos que nos façam sonhar.
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