Não vejo o programa que se intitula Casa dos Segredos. Tenho muitas séries para ver e livros para ler, e o meu tempo é escasso e os recursos limitados. Portanto, este programa salta para o final das minhas preferências. Ontem, Bomboco estava fazendo zapping enquanto o episódio de Person of Interest que eu estava a ver acabava. Nesse espaço de tempo em que passo a ouvir a televisão, o comando pára na TVI. Bomboco esteve quase toda a noite a ver a noite eleitoral, eu deixei de ver perto das 23h, e naquele momento, a Casa dos Segredos entrou-nos pela televisão adentro.
Bomboco deixou ficar naquele canal, vendo algumas das figurinhas que ali se apresentavam, e, espante-se, todos os homens que vimos, afirmavam que não eram homens de uma mulher só. Que queriam andar com todas. Que não se apaixonavam. Que queriam o maior número possível de "babes".
E eu fiquei aqui a pensar que em não ter conhecido nenhum daqueles gabirús perdi a oportunidade de uma vida, e deixei escapar um daqueles homens de sonho.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Há gente que calada é que ficava bem. Ou isso, ou levar com um murro no focinho
Estás a emagrecer de forma notória. Vestes calças que te assentam, que anteriormente nem te passavam nas ancas. Os fatos começam a denotar-se mais largos.
Pessoa parva que te vê frequentemente, avisa que tens de ter cuidado porque estás a ficar mais gorda.
Olha, merdinha, sim?
Pessoa parva que te vê frequentemente, avisa que tens de ter cuidado porque estás a ficar mais gorda.
Olha, merdinha, sim?
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Os comentadores das notícias na Internet
Existe um fenómeno (creio não ser exclusivo em Portugal), que me causa alguma urticária.
Falo da geral imbecilidade dos comentadores das notícias nos sites generalistas e noticiosos. Vocês certamente já repararam na cambada de bestas que comenta as notícias. Eu já ando a reparar há muito tempo. Mas agora revoltei-me e resolvi falar sobre isto.
Anda a circular na internet o vídeo de um bombeiro que tenta salvar um gatinho, pondo-lhe uma máscara de oxigénio, mas infelizmente o gatinho acaba por não conseguir sobreviver. Para além das asneiras que pautam os comentários, disse um labrego atrasado mental que em Braga, nas aldeias, o costume é afogar os gatinhos no tanque.
Eu juro que ando a ficar cada vez mais inconformada com os constantes maus tratos que os animais sofrem, e, com a velocidade a que a informação circula, se propagam via Internet.
Gostava mesmo de incorporar um Dexter e sair por aí esquartejando todos estes anormais. Estou a ficar com instintos homicidas, receio.
Ora, falava eu destes comentadores de notícias, mas quem é esta gente que gosta de dizer alarvidades? Mas será que é só gente frustrada com a vida que vai comentar estas barbaridades? O que eu gostava de saber é: porquê? Qual é o objectivo? É que, reparem, não são nada parcos com as palavras. Eu por norma não leio os comentários, que tenho mais que fazer, mas quando os leio, dão-me vómitos. As pessoas acham que a intimidade do computador lhes confere um estatuto diferente e por isso podem dizer as coisas mais mal educadas de sempre.
Para essas pessoas o que eu digo é: get a life.
Falo da geral imbecilidade dos comentadores das notícias nos sites generalistas e noticiosos. Vocês certamente já repararam na cambada de bestas que comenta as notícias. Eu já ando a reparar há muito tempo. Mas agora revoltei-me e resolvi falar sobre isto.
Anda a circular na internet o vídeo de um bombeiro que tenta salvar um gatinho, pondo-lhe uma máscara de oxigénio, mas infelizmente o gatinho acaba por não conseguir sobreviver. Para além das asneiras que pautam os comentários, disse um labrego atrasado mental que em Braga, nas aldeias, o costume é afogar os gatinhos no tanque.
Eu juro que ando a ficar cada vez mais inconformada com os constantes maus tratos que os animais sofrem, e, com a velocidade a que a informação circula, se propagam via Internet.
Gostava mesmo de incorporar um Dexter e sair por aí esquartejando todos estes anormais. Estou a ficar com instintos homicidas, receio.
Ora, falava eu destes comentadores de notícias, mas quem é esta gente que gosta de dizer alarvidades? Mas será que é só gente frustrada com a vida que vai comentar estas barbaridades? O que eu gostava de saber é: porquê? Qual é o objectivo? É que, reparem, não são nada parcos com as palavras. Eu por norma não leio os comentários, que tenho mais que fazer, mas quando os leio, dão-me vómitos. As pessoas acham que a intimidade do computador lhes confere um estatuto diferente e por isso podem dizer as coisas mais mal educadas de sempre.
Para essas pessoas o que eu digo é: get a life.
Homens que poderiam ser Bombocos de tão lindos que são- Leonardo Dicaprio
Se quando era mais novo não lhe achava grande piada, agora mudei radicalmente de opinião.
Para além de mais bonito e charmoso, traz consigo uma aura de homem vivido e experiente, para nem falar no excelente actor em que se tornou.
Eu cá acho-lhe piada. E vocês?
Gosto
Da energia das pessoas que entram de novo para uma empresa.
Eu também era assim.
Se bem que ainda sou às vezes. Sou muito "amor-ódio" em relação ao meu trabalho. Às vezes gosto muito, outras detesto. Não há meios termos.
E isso pode por vezes tornar-se numa montanha russa de sentimentos.
Há tempos disse aqui que não gostava de trabalhar. Não, não gosto. Não gosto de obrigações, horários para cumprir, politiquices, pessoas a quem agradar. Se pudesse abria era um negócio meu. Mas que me desse tempo suficiente para que não tivesse de abdicar de outras coisas que gosto de fazer.
Ah e não vale a pena dizerem que sou contraditória, porque eu tenho consciência que tenho escolhas e pensamentos peculiares, não sou pessoa de cinzentos, para o bem ou para o mal, para mim é quase sempre preto ou branco.
Eu também era assim.
Se bem que ainda sou às vezes. Sou muito "amor-ódio" em relação ao meu trabalho. Às vezes gosto muito, outras detesto. Não há meios termos.
E isso pode por vezes tornar-se numa montanha russa de sentimentos.
Há tempos disse aqui que não gostava de trabalhar. Não, não gosto. Não gosto de obrigações, horários para cumprir, politiquices, pessoas a quem agradar. Se pudesse abria era um negócio meu. Mas que me desse tempo suficiente para que não tivesse de abdicar de outras coisas que gosto de fazer.
Ah e não vale a pena dizerem que sou contraditória, porque eu tenho consciência que tenho escolhas e pensamentos peculiares, não sou pessoa de cinzentos, para o bem ou para o mal, para mim é quase sempre preto ou branco.
Dúvidas que me assolam
Faço uma revisão ao carro, ou almoço durante o mês de Outubro?
Decisão difícil.
Decisão difícil.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
O que eu acho piada naquelas pessoas que acham que sabem muito sobre a vida dos outros
É que normalmente não sabem muito da sua própria vida.
A desilusão das calças
Há tempos, comprei na H&M umas calças que considero que me ficam muito bem.
Como gostava tanto delas, e visto-as com enorme frequência, resolvi comprar outras iguais mas de outra cor nos saldos de Verão. Ora, acontece que como as calças não são propriamente frescas, não as vesti antes e deixei-as na cruzeta à espera da meteorologia ideal para as vestir. Ia vesti-las hoje.
Ia, disse bem. Quando as visto, reparo que têm um buraco na parte interior da perna, coisa que eu não tinha visto quando as comprei (nem sei como, acho que fiquei tão entusiasmada por estarem muito mais baratas que nem as revistei como costumo fazer). As calças ainda têm etiqueta. Não podia estar mais desiludida. Não só pelo dinheiro que dei por elas ou por serem novas, isso também, claro, mas sobretudo porque eu gosto mesmo delas e queria que estivessem em perfeitas condições. Agora não sei se vai adiantar alguma coisa passar na H&M e explicar tudo. Também não sei se mandar arranja-las vai acabar por me custar mais do que as próprias calças.
Só dúvidas.
E querem saber o pior? É que as outras da mesma cor que tenho, estão a ganhar imenso borboto na parte interior da perna.
Que chatice!
Como gostava tanto delas, e visto-as com enorme frequência, resolvi comprar outras iguais mas de outra cor nos saldos de Verão. Ora, acontece que como as calças não são propriamente frescas, não as vesti antes e deixei-as na cruzeta à espera da meteorologia ideal para as vestir. Ia vesti-las hoje.
Ia, disse bem. Quando as visto, reparo que têm um buraco na parte interior da perna, coisa que eu não tinha visto quando as comprei (nem sei como, acho que fiquei tão entusiasmada por estarem muito mais baratas que nem as revistei como costumo fazer). As calças ainda têm etiqueta. Não podia estar mais desiludida. Não só pelo dinheiro que dei por elas ou por serem novas, isso também, claro, mas sobretudo porque eu gosto mesmo delas e queria que estivessem em perfeitas condições. Agora não sei se vai adiantar alguma coisa passar na H&M e explicar tudo. Também não sei se mandar arranja-las vai acabar por me custar mais do que as próprias calças.
Só dúvidas.
E querem saber o pior? É que as outras da mesma cor que tenho, estão a ganhar imenso borboto na parte interior da perna.
Que chatice!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Da inocência
Há certas regras que estão implícitas na empresa onde trabalho. Ninguém fala sobre elas mas elas existem.
Eu não me tinha apercebido de algumas coisas até hoje me o dizerem com todas as letras. Sou demasiado inocente, não me concentro em conversas de corredor e jogos de bastidores, por isso nunca sei bem o que se passa para além do meu trabalho.
Assim sendo, percebi que terei de dar mais atenção a alguns aspectos que pensava serem secundários porque... Sou demasiado inocente para lhes ter reconhecido importância antes.
A verdade é que a aparência é muito importante nas grandes empresas. Não falo da aparência física, mas sim no facto de aparentar ser, fazer, etc.
E cultivar algumas relações com pessoas importantes no círculo.
Caramba, tantas coisas que me estavam a passar ao lado. Aliei a minha inocência à minha distração e tiveram de me falar sobre coisas que eu pensava não serem necessárias.
Isto serviu de lição para mim.
A partir de agora estarei mais atenta aos comportamentos subjacentes, às mensagens subliminares.
Se este blog serve para ajudar alguém a alguma coisa, digo-vos: no mundo do trabalho, procurem ler nas entre-linhas, estar atentos às pequenas coisas mesmo que não pareçam muito importantes, ter confiança para se mostrarem e parecerem.
Não descartem desde logo à partida comportamentos que não vos parecem importantes. Muitas vezes acabam por sê-lo.
Eu não me tinha apercebido de algumas coisas até hoje me o dizerem com todas as letras. Sou demasiado inocente, não me concentro em conversas de corredor e jogos de bastidores, por isso nunca sei bem o que se passa para além do meu trabalho.
Assim sendo, percebi que terei de dar mais atenção a alguns aspectos que pensava serem secundários porque... Sou demasiado inocente para lhes ter reconhecido importância antes.
A verdade é que a aparência é muito importante nas grandes empresas. Não falo da aparência física, mas sim no facto de aparentar ser, fazer, etc.
E cultivar algumas relações com pessoas importantes no círculo.
Caramba, tantas coisas que me estavam a passar ao lado. Aliei a minha inocência à minha distração e tiveram de me falar sobre coisas que eu pensava não serem necessárias.
Isto serviu de lição para mim.
A partir de agora estarei mais atenta aos comportamentos subjacentes, às mensagens subliminares.
Se este blog serve para ajudar alguém a alguma coisa, digo-vos: no mundo do trabalho, procurem ler nas entre-linhas, estar atentos às pequenas coisas mesmo que não pareçam muito importantes, ter confiança para se mostrarem e parecerem.
Não descartem desde logo à partida comportamentos que não vos parecem importantes. Muitas vezes acabam por sê-lo.
Da motivação
Uma coisa que me motiva imenso é provar a alguém que esse alguém está errado e eu tenho razão (quando vale a pena, claro está).
Quando o teu chefe supremo
Te alerta para te pores a pau com algumas pessoas da mesma posição hierárquica que tu, para que não te passem à frente... Estão a ver, não estão?
Aaaahhh as obras
Eu sou pessoa que detesta obras. Sei que são necessárias, mas não gosto da confusão que normalmente causa no trânsito. Hoje, saí de casa bem cedo porque queria chegar mais cedo ao meu local de trabalho. E eis que me deparo com... obras, às 8h da manhã, numa das estradas mais congestionadas da cidade.
Que boa ideia hein?
Acabei por chegar ao trabalho à hora de sempre.
Que boa ideia hein?
Acabei por chegar ao trabalho à hora de sempre.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Os vossos gatos também são assim?
Nunca tive um gato que gostasse que lhe escovassem o pêlo.
Este gato, pequena pantera, adora. Vocês não estão a perceber. Ele leva a cabecinha contra a escovinha, pedindo para que eu o escova como quem pede festas. Adora adora. É um momento de muito carinho entre nós. Os vossos gatos também são assim?
Nesses momentos penso como é que há seres nojentos (há quem lhes chame pessoas, mas eu não), que são capazes de fazer mal a um animal destes, indefeso e totalmente dedicado a nós.
Quem tem gatos percebe certamente a ligação que se cria entre nós e eles. Não há palavras. É família.
Este gato, pequena pantera, adora. Vocês não estão a perceber. Ele leva a cabecinha contra a escovinha, pedindo para que eu o escova como quem pede festas. Adora adora. É um momento de muito carinho entre nós. Os vossos gatos também são assim?
Nesses momentos penso como é que há seres nojentos (há quem lhes chame pessoas, mas eu não), que são capazes de fazer mal a um animal destes, indefeso e totalmente dedicado a nós.
Quem tem gatos percebe certamente a ligação que se cria entre nós e eles. Não há palavras. É família.
Isto a ser verdade, era mesmo muito bom
Se esta medida se concretizar, era excelente.
Não sei como vão convencer as empresas a participar desta ideia, creio que poderá ser algo como aquela lei que prevê que para mães com crianças pequenas até x anos, podem ter um horário reduzido. Já sei que vão destilar veneno, mas a verdade é esta: não conheço nenhum caso no privado em que esta situação seja aplicada. As mães que conheço e que têm esse privilégio trabalham todas no sector público.
Ainda assim, gosto da iniciativa. O meu sonho era trabalhar com um horário mais reduzido mas sem ganhar menos. E independentemente do que eu gostaria, o importante é perceber o que esta medida pode fazer pelas famílias e pela natalidade em Portugal.
Efectivamente, a grande maioria da população trabalha horas a mais. Cada vez menos são as pessoas que cumprem o seu horário sem que tenham de fazer horas a mais. Na minha área de actividade então, é um exagero.
E com os horários alargados, a família vai ficando sempre para segundo plano. Por minha vontade, começava a constituir família já. Mas devido a diversos motivos, não pode ser já, temos de adiar um pouco. O problema é que, estando eu na minha empresa actual e com a minha função, não vejo grande abertura para iniciar uma gravidez, nem no próximo ano, nem no outro... Daqui a uns tempos eu sei que vou arriscar, mas não estou a imaginar uma empresa como a minha a aceder às pretensões dos colaboradores a trabalhar em part-time, ainda que o Estado pague o excedente.
As empresas como a minha não querem saber se temos família, se temos vida para além daquilo. Temos de dar tudo pela empresa, ter sempre disponibilidade ilimitada. E sinceramente que vos diga, cada vez menos me apetece ter disponibilidade ilimitada. E ainda nem tenho filhos.
Por isso, apesar de achar que para muitas empresas esta medida não vai passar da teoria, considero que se trata já de um passo importante para essa abertura de mentalidades se começar a proporcionar.
Não sei como vão convencer as empresas a participar desta ideia, creio que poderá ser algo como aquela lei que prevê que para mães com crianças pequenas até x anos, podem ter um horário reduzido. Já sei que vão destilar veneno, mas a verdade é esta: não conheço nenhum caso no privado em que esta situação seja aplicada. As mães que conheço e que têm esse privilégio trabalham todas no sector público.
Ainda assim, gosto da iniciativa. O meu sonho era trabalhar com um horário mais reduzido mas sem ganhar menos. E independentemente do que eu gostaria, o importante é perceber o que esta medida pode fazer pelas famílias e pela natalidade em Portugal.
Efectivamente, a grande maioria da população trabalha horas a mais. Cada vez menos são as pessoas que cumprem o seu horário sem que tenham de fazer horas a mais. Na minha área de actividade então, é um exagero.
E com os horários alargados, a família vai ficando sempre para segundo plano. Por minha vontade, começava a constituir família já. Mas devido a diversos motivos, não pode ser já, temos de adiar um pouco. O problema é que, estando eu na minha empresa actual e com a minha função, não vejo grande abertura para iniciar uma gravidez, nem no próximo ano, nem no outro... Daqui a uns tempos eu sei que vou arriscar, mas não estou a imaginar uma empresa como a minha a aceder às pretensões dos colaboradores a trabalhar em part-time, ainda que o Estado pague o excedente.
As empresas como a minha não querem saber se temos família, se temos vida para além daquilo. Temos de dar tudo pela empresa, ter sempre disponibilidade ilimitada. E sinceramente que vos diga, cada vez menos me apetece ter disponibilidade ilimitada. E ainda nem tenho filhos.
Por isso, apesar de achar que para muitas empresas esta medida não vai passar da teoria, considero que se trata já de um passo importante para essa abertura de mentalidades se começar a proporcionar.
Fórmula infalível para levantar o ego de qualquer mulher
Irem, em trabalho, a uma empresa onde 90% das pessoas que lá trabalham são engenheiros na casa dos 28-40 anos (bem parecidos... ups, isto não era para dizer!), educados (todos cumprimentam com um "bom dia"), e ainda levam com um sorriso.
E sim, vim praticamente sem maquilhagem.
E sim, vim praticamente sem maquilhagem.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A sério que foi assim que acabou Dexter?
Consegui parar agora de chorar.
O que aconteceu ao "viveram felizes para sempre"?
O que aconteceu ao "viveram felizes para sempre"?
Nota sobre o post anterior
Eu quando escrevi anteriormente que comi hoje por 6€ e já comi por 2€, estava a falar de uma sandes.
Não é propriamente um prato mas mesmo pratos já comi bem abaixo de 6€.
De qualquer das formas, odeio dar o dinheiro por mal gasto em comida.
Não é propriamente um prato mas mesmo pratos já comi bem abaixo de 6€.
De qualquer das formas, odeio dar o dinheiro por mal gasto em comida.
Chorar o dinheiro em comida
Se há coisa em que eu não gosto de chorar o dinheiro, é na comida. Não poupo em comida quando vou ao supermercado, vou poupando aqui e ali quando tenho de almoçar fora (90% do tempo), dispensando a sobremesa e/ou as entradas.
Ora, ir a um sítio que já não é de todo barato, pensar que se vai comer bem, e pagar 6€ por um almoço em que não se apreciou a comida, não é mesmo para mim.
Já cheguei a comer melhor por 2€.
A mim não me apanham lá mais de certeza. Gastar dinheiro em comida tudo bem, mas se esse dinheiro não valer a pena, então é chorado mesmo.
Ora, ir a um sítio que já não é de todo barato, pensar que se vai comer bem, e pagar 6€ por um almoço em que não se apreciou a comida, não é mesmo para mim.
Já cheguei a comer melhor por 2€.
A mim não me apanham lá mais de certeza. Gastar dinheiro em comida tudo bem, mas se esse dinheiro não valer a pena, então é chorado mesmo.
Qual é a melhor ideia para encasinar o trânsito todo logo pela manhã?
Deixar o carro com os 4 piscas ligados, antes dos semáforos de uma das ruas mais movimentadas da cidade, semáforos esses que ficam muito pouco tempo no verde.
E depois? É ver toda a gente a buzinar porque o trânsito está parado há km por causa de um anormal.
E depois? É ver toda a gente a buzinar porque o trânsito está parado há km por causa de um anormal.
A verdade e nada mais do que a verdade
Não gosto de trabalhar. Até gostava de gostar, mas não gosto mesmo.
E duvido que algum dia possa gostar.
E duvido que algum dia possa gostar.
domingo, 22 de setembro de 2013
Os patrões da minha avó
Vou falar aqui de um assunto que me enjoa até às entranhas. Mas tenho de partilhar isto com alguém, e realmente isto dos blogs funciona como uma espécie de terapia, se bem que eu tenho a certeza de que nunca irei ultrapassar o que esta situação me causa.
A minha avó nasceu numa grande herdade alentejana, onde os funcionários não recebiam, trabalhavam de sol a sol e era-lhes dado o que vestir e o que comer. Os patrões eram donos e senhores, e naquele tempo (Salazar), ninguém ousava revoltar-se. A minha avó nunca estudou. Nunca frequentou um dia de escola. Naquele tempo, as meninas não iam à escola, muito menos as filhas dos trabalhadores da terra.
A minha avó começou a trabalhar aos 6 anos. Ela conta que às 4h da manhã já lhe estavam a tirar os lençóis para se levantar e trabalhar. E só acabava à noite. A vida dela foi isto. Entretanto, uma das filhas do patrão casou-se, e naquele tempo era usual as senhoras levarem as criadas que preferiam com elas. A dita senhora casou com um médico reputado do Porto. E assim foi. A minha avó, como boa escrava que nascera para ser, mudou-se para o Porto como empregada interna, para longe de toda a sua família. Entretanto a minha avó conheceu o homem com quem viria a casar, o meu avó, e deixou de ser empregada interna, mas trabalhava na mesma de sol a sol. Nessa altura, já ganhava pelo seu trabalho, no entanto, ganhava miseravelmente, mal dava para comer. A dita senhora, patroa da minha avó, que nunca foi muito boa da cabeça, suicidou-se. A minha avó criou os filhos dela como se fossem seus, aliás, dedicando muito mais tempo aos dela do que aos que viria a ter. A minha avó não teve férias a não ser de vez em quando uns dias em Agosto, e mesmo nesses, muitas vezes ia para a casa de praia deles trabalhar. A minha avó não teve direito a licenças de maternidade, dias de luto quando morreu o meu avó, nada. Aliás, a minha mãe conta que quando o meu avô morreu, com 42 anos, a minha avó foi trabalhar 1 dia depois.
O tempo foi passando e eu nasci. Para nos sustentar, a minha avó arranjou outro trabalho, para onde ia depois de ter trabalhado das 9h às 19h na casa dos primeiros patrões. Trabalhou nesse segundo sítio 8 anos. Essa pessoa, bem mais honesta, pagava melhor e inscreveu a minha avó na segurança social, fazendo todos os descontos obrigatórios por lei. Hoje a minha avó tem uma reforma de 200€ devido a esses 8 anos, porque se dependesse dos patrõezinhos dela, nunca teria, pois eles nunca fizeram o necessário e obrigatório por lei.
Hoje, a minha avó com 78 anos continua a trabalhar para eles entre as 9h e as 19h. Vai também aos fins-de-semana se houver alguma festa dos lordes (coisa frequente). A minha avó ganha cerca de 240€ a trabalhar para esta gente. Nunca ganhou mais do que isso.
Ela afirma que precisa de continuar a trabalhar para fazer face às suas contas, e para se sentir útil e não parar. Eu digo que se aqueles cabrões a tivessem inscrito na segurança social, hoje teria uma reforma mais decente, pelo que o dinheiro não seria o problema.
A minha avó tem síndrome de Estocolmo. Gosta mais daquela gente do que sei lá o quê, porque nunca conheceu outra realidade. Nunca soube a vida de outra forma.
Esses patrões dela, que cheios de dinheiro não lhe pagam um salário decente, impediam as outras crianças de brincar comigo porque eu era "neta da empregada", e me diziam que eu iria ser uma nulidade como a minha mãe.
Lindos patrões. A esses, só posso desejar a pior sorte possível na vida. O ódio e nojo que sinto dessa gente quase me cega e me impede de ser racional no que respeita a esse assunto.
Mas eu acredito que neste mundo, cá se faz, cá se paga.
A minha avó nasceu numa grande herdade alentejana, onde os funcionários não recebiam, trabalhavam de sol a sol e era-lhes dado o que vestir e o que comer. Os patrões eram donos e senhores, e naquele tempo (Salazar), ninguém ousava revoltar-se. A minha avó nunca estudou. Nunca frequentou um dia de escola. Naquele tempo, as meninas não iam à escola, muito menos as filhas dos trabalhadores da terra.
A minha avó começou a trabalhar aos 6 anos. Ela conta que às 4h da manhã já lhe estavam a tirar os lençóis para se levantar e trabalhar. E só acabava à noite. A vida dela foi isto. Entretanto, uma das filhas do patrão casou-se, e naquele tempo era usual as senhoras levarem as criadas que preferiam com elas. A dita senhora casou com um médico reputado do Porto. E assim foi. A minha avó, como boa escrava que nascera para ser, mudou-se para o Porto como empregada interna, para longe de toda a sua família. Entretanto a minha avó conheceu o homem com quem viria a casar, o meu avó, e deixou de ser empregada interna, mas trabalhava na mesma de sol a sol. Nessa altura, já ganhava pelo seu trabalho, no entanto, ganhava miseravelmente, mal dava para comer. A dita senhora, patroa da minha avó, que nunca foi muito boa da cabeça, suicidou-se. A minha avó criou os filhos dela como se fossem seus, aliás, dedicando muito mais tempo aos dela do que aos que viria a ter. A minha avó não teve férias a não ser de vez em quando uns dias em Agosto, e mesmo nesses, muitas vezes ia para a casa de praia deles trabalhar. A minha avó não teve direito a licenças de maternidade, dias de luto quando morreu o meu avó, nada. Aliás, a minha mãe conta que quando o meu avô morreu, com 42 anos, a minha avó foi trabalhar 1 dia depois.
O tempo foi passando e eu nasci. Para nos sustentar, a minha avó arranjou outro trabalho, para onde ia depois de ter trabalhado das 9h às 19h na casa dos primeiros patrões. Trabalhou nesse segundo sítio 8 anos. Essa pessoa, bem mais honesta, pagava melhor e inscreveu a minha avó na segurança social, fazendo todos os descontos obrigatórios por lei. Hoje a minha avó tem uma reforma de 200€ devido a esses 8 anos, porque se dependesse dos patrõezinhos dela, nunca teria, pois eles nunca fizeram o necessário e obrigatório por lei.
Hoje, a minha avó com 78 anos continua a trabalhar para eles entre as 9h e as 19h. Vai também aos fins-de-semana se houver alguma festa dos lordes (coisa frequente). A minha avó ganha cerca de 240€ a trabalhar para esta gente. Nunca ganhou mais do que isso.
Ela afirma que precisa de continuar a trabalhar para fazer face às suas contas, e para se sentir útil e não parar. Eu digo que se aqueles cabrões a tivessem inscrito na segurança social, hoje teria uma reforma mais decente, pelo que o dinheiro não seria o problema.
A minha avó tem síndrome de Estocolmo. Gosta mais daquela gente do que sei lá o quê, porque nunca conheceu outra realidade. Nunca soube a vida de outra forma.
Esses patrões dela, que cheios de dinheiro não lhe pagam um salário decente, impediam as outras crianças de brincar comigo porque eu era "neta da empregada", e me diziam que eu iria ser uma nulidade como a minha mãe.
Lindos patrões. A esses, só posso desejar a pior sorte possível na vida. O ódio e nojo que sinto dessa gente quase me cega e me impede de ser racional no que respeita a esse assunto.
Mas eu acredito que neste mundo, cá se faz, cá se paga.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Não tenho tido tempo para respirar, para vir aqui, para quase nada
Tenho tido dias preenchidos no trabalho e fora dele.
Tem sido uma correria. Esta semana houve bons e maus acontecimentos.
Os bons são relacionados com a vida pessoal, e os maus, com a profissional.
Começa a ser um padrão. Porque será...
E a vossa semana, como tem sido?
Tem sido uma correria. Esta semana houve bons e maus acontecimentos.
Os bons são relacionados com a vida pessoal, e os maus, com a profissional.
Começa a ser um padrão. Porque será...
E a vossa semana, como tem sido?
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
A gestão da motivação
Já muito se disse (e por aqui também falei no assunto), que ser líder é diferente de ser chefe. Infelizmente, nas empresas portuguesas temos mais chefes do que líderes.
Ainda assim, será necessário a líderes e chefes, efectuar uma correcta gestão motivacional, de modo a que os funcionários sejam produtivos e eficientes. Quando é estabelecido um prazo para uma determinada tarefa, e no dia seguinte, sem aviso prévio, sem nada que o justificasse, esse prazo é reduzido em 2 dias, a motivação vai-se pelo cano abaixo. Tal vai implicar que se saia mais tarde, se entre mais cedo. Só porque o chefe assim o decidiu. Inevitavelmente, os funcionários alocados à dita tarefa, vão realiza-la com menos disposição e interesse, uma vez que precisam é de a "despachar". As coisas poderão ficar na mesma bem feitas, mas à custa de um esforço adicional dos trabalhadores, que não tinha necessidade de ser.
Pergunto-me porque é que os chefes querem tudo para ontem. Já repararam nisso? Raramente existe uma boa gestão do tempo e das tarefas. É sempre tudo urgente.
E em grande parte dos casos, pela minha experiência profissional, posso dizer que não são coisas urgentes e que acabaram de chegar. Não. São coisas que os chefes têm ali pousadas e entretanto o tempo passa e tornam-se urgentes.
Um bom chefe, mesmo que não seja um líder, deverá ter em atenção a motivação do colaborador e respectiva vida pessoal. Porque uma coisa é fazer um esforço adicional de vez em quando, outra bem diferente, como se manifesta na empresa onde trabalho, é ser sempre necessário o tal esforço adicional, e a existência de olhares de "punição" por se sair a horas decentes.
Pergunto-me os chefes nunca pensam nestas questões.
Ainda assim, será necessário a líderes e chefes, efectuar uma correcta gestão motivacional, de modo a que os funcionários sejam produtivos e eficientes. Quando é estabelecido um prazo para uma determinada tarefa, e no dia seguinte, sem aviso prévio, sem nada que o justificasse, esse prazo é reduzido em 2 dias, a motivação vai-se pelo cano abaixo. Tal vai implicar que se saia mais tarde, se entre mais cedo. Só porque o chefe assim o decidiu. Inevitavelmente, os funcionários alocados à dita tarefa, vão realiza-la com menos disposição e interesse, uma vez que precisam é de a "despachar". As coisas poderão ficar na mesma bem feitas, mas à custa de um esforço adicional dos trabalhadores, que não tinha necessidade de ser.
Pergunto-me porque é que os chefes querem tudo para ontem. Já repararam nisso? Raramente existe uma boa gestão do tempo e das tarefas. É sempre tudo urgente.
E em grande parte dos casos, pela minha experiência profissional, posso dizer que não são coisas urgentes e que acabaram de chegar. Não. São coisas que os chefes têm ali pousadas e entretanto o tempo passa e tornam-se urgentes.
Um bom chefe, mesmo que não seja um líder, deverá ter em atenção a motivação do colaborador e respectiva vida pessoal. Porque uma coisa é fazer um esforço adicional de vez em quando, outra bem diferente, como se manifesta na empresa onde trabalho, é ser sempre necessário o tal esforço adicional, e a existência de olhares de "punição" por se sair a horas decentes.
Pergunto-me os chefes nunca pensam nestas questões.
Doença do sono
Durma eu 8h, ou 7h, ou 6h, ou mesmo 5h, tenho sempre sono durante o dia. Não falha.
Já nem sei o que faça, estou sempre a abrir a boca. Entretanto consegui estabelecer uma correlação: quanto mais aborrecida e sem interesse a tarefa que tenho de desempenhar, mais sono tenho. E a verdade é que esta semana o trabalho se prevê muito aborrecido.
Já nem sei o que faça, estou sempre a abrir a boca. Entretanto consegui estabelecer uma correlação: quanto mais aborrecida e sem interesse a tarefa que tenho de desempenhar, mais sono tenho. E a verdade é que esta semana o trabalho se prevê muito aborrecido.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Encontrámo-nos- post para uma das minhas melhores amigas
Às vezes a vida dá tantas voltas que nem sabemos bem porque não estamos juntas. Porque se separam amigos de longa data? Porque combinam um café para uma data que nunca mais acontece?
Tu estavas fragilizada e pensavas que estar connosco não te daria força. Entraste num ciclo vicioso e negativo que ninguém senão tu poderia parar. Puxámos-te mas nem sempre é fácil. E apesar de não estarmos juntas com frequência, nunca deixei de gostar de ti ou de nutrir a mesma preocupação. Os amigos verdadeiros não criticam, não julgam. Aceitam.
Eu aceito-te e tu aceitas-me.
Agora que te encontrei, não nos separamos mais.
Tu estavas fragilizada e pensavas que estar connosco não te daria força. Entraste num ciclo vicioso e negativo que ninguém senão tu poderia parar. Puxámos-te mas nem sempre é fácil. E apesar de não estarmos juntas com frequência, nunca deixei de gostar de ti ou de nutrir a mesma preocupação. Os amigos verdadeiros não criticam, não julgam. Aceitam.
Eu aceito-te e tu aceitas-me.
Agora que te encontrei, não nos separamos mais.
Espero nunca perceber como é que estas coisas acontecem
Uma rapariga que eu conheço, do meu ano e que andou na minha escola, é casada e tem 3 filhos. Todos eles em com idades entre os 4 anos e os 5 meses. Entretanto, à custa deste último menino que nasceu há 5 meses, o marido ficou desconfiado porque efectivamente a criança não tinha nenhum dos traços deles- a mãe é loira de olhos claros, e o pai é ruivo de olhos azuis, sendo que o menino nasceu moreno, pele morena, e de olhos escuros. E ele estranhou. A rapariga não foi muito convincente e ele pediu um teste de adn até porque já andava desconfiado devido a umas mensagens que encontrou no telemóvel dela.
E realmente o bebé não é filho dele. Até que ela acabou por confessar que o segundo filho (uma menina) também não é, apenas o primeiro filho é dele.
E eu penso "como raio é que estas coisas acontecem?". As traições, o engano... Mas mesmo para as crianças nem quero pensar no tormento que esta situação causa.
Espero nunca perceber como é que as pessoas deixam isto acontecer.
E realmente o bebé não é filho dele. Até que ela acabou por confessar que o segundo filho (uma menina) também não é, apenas o primeiro filho é dele.
E eu penso "como raio é que estas coisas acontecem?". As traições, o engano... Mas mesmo para as crianças nem quero pensar no tormento que esta situação causa.
Espero nunca perceber como é que as pessoas deixam isto acontecer.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
A clareza que a idade nos dá
Quando era bem mais nova, sabia que tinha crescido numa família disfuncional, sabia que não me era dada grande atenção, sabia que tinha graves problemas familiares e era uma adolescente com fraquíssima auto-estima e confiança. Já aqui o disse. Mas até há algum tempo, não tinha a exacta noção de tudo. Apenas quando comecei a pensar mais seriamente em ser mãe e ter uma família, é que percebi exactamente tudo o que existia de errado com a minha. E vieram lembranças em catadupa, lembraças que até preferia não recordar. E ultimamente leio alguns blogs de pais, que me fornecem uma informação ainda mais precisa sobre tudo o que eu não tive e não vivi, até que este post me chamou à atenção. O post fala de mães com depressão, situação que eu conheço muito bem. Eu nunca conheci a minha mãe sem depressão e sem doença de bipolaridade. Nunca.
Não concebo uma relação "normal" com a minha mãe porque simplesmente é uma realidade que desconheço. Ainda assim, sei o tipo de relação que quero construir com os meus filhos. E vejo também que, segundo as conclusões de que este post fala, até "não me saí mal" tendo em conta o inferno que foi a minha infância e adolescência. A minha pobre avó fez o que podia. A minha tia e os meus padrinhos iam pondo os olhos sempre que possível. Mas a minha avó tinha 2 empregos para nos sustentar e raramente estava em casa. Aí, eu era um pouco deixada "ao Deus dará". Ficava essencialmente com a minha bisavó, que, coitadinha, velhinha e analfabeta, tinha o mesmo jeito e paciência para crianças que eu tenho para lidar com cobras. Ficávamos a ver televisão, aqueles programas que sempre passaram à tarde. À medida que crescia, ia brincando sozinha. Se a minha avó não estivesse e a minha bisavó não pudesse, ficava em casa o dia todo sozinha, normalmente com a minha mãe no quarto a dormir. Isto, desde sempre. De vez em quando os meus tios levavam-me a sair. Mas a maior parte do tempo era assim. Depois a minha avó vinha e estava tão cansada, mas ainda arranjava tempo para me dar o jantar e brincar comigo, que, claro, estava farta de estar sozinha o dia todo. Sem atenção, sem estímulos, nada.
A infância tem realmente um impacto incrível na vida adulta.
Eu nunca recebi estímulos para fazer desporto, para ler, para me dedicar a aprender um instrumento, dança, nada. A minha avó estava comigo no parco tempo que tinha. E pronto. Fui crescendo assim. As outras crianças estranhavam quando percebiam que eu não andava em nada (do género ballet, ou outra actividade). Não era nada popular. Era de ficar no meu canto muda e sem fazer nada, afinal não estava habituada a receber atenção nem a fazer o que quer que fosse.
Aprendi a ler sozinha. Os poucos livros que tive durante a infância e adolescência, foram-me dados por um tio meu que infelizmente já não se encontra presente na minha vida. Nunca pedi a ajuda de ninguém para fazer os trabalhos de casa, visto que também não a iria ter (a minha avó é igualmente analfabeta). Nunca tive "uma prenda" porque passei de ano, ou porque entrei na faculdade, ou simplesmente "porque me portei bem". Não havia gente para olhar por mim, estimular-me a fazer coisas, brincar, ensinar. Vazio. Estar sozinha era mais do que normal para mim. Os melhores momentos do meu dia eram ao deitar, porque aquela hora a minha avó chegava a casa, e ainda brincava comigo antes de dormir.
Fui criada de forma quase diametralmente oposta à ideal.
Claro que tenho problemas de "relacionamento" com os outros. Não gosto de grandes ajuntamentos, não tenho paciência para esperar eternidades pelos "vários membros do grupo", gosto de fazer as coisas à minha maneira, sou demasiado independente, não gosto de ceder. Afinal a minha realidade sempre foi essa, seria estranho se chegasse à idade adulta com hábitos contrários.
Apesar de tudo, não me safei muito mal. Nunca experimentei drogas, não fumo e só bebo ocasionalmente e com moderação. Não fiz sexo precoce, não me meti em problemas, e a coisa mais estúpida e "criminosa" que fiz, foi roubar umas camisolas de uma loja quando tinha 15 anos, a pedido de uma "amiga".
No entanto, a idade dá-nos clareza. Eu própria não tinha noção do quanto fui ignorada e mal tratada durante todo aquele tempo. Essencialmente se a minha avó não pudesse estar comigo porque estava a trabalhar, estava sozinha com a minha bisavó que passava os seus dias no sofá. Não havia mais ninguém. A minha mãe estava demasiado ocupada a dormir, ou a trabalhar ou a sair com quem ela achava relevante (gajos).
Agradeço à minha avó tudo o que ela fez por mim. Foi ela que me criou, transmitiu valores, me ouviu, me deu educação, mas sinceramente que vos diga, nada nem ninguém substitui o papel dos pais, nem que sejam adoptivos ou do mesmo sexo. Têm de ser pais. Porque avó é a avó, pais é uma coisa completamente diferente.
É a maior lacuna da minha vida, e nunca poderá ser colmatada.
Não concebo uma relação "normal" com a minha mãe porque simplesmente é uma realidade que desconheço. Ainda assim, sei o tipo de relação que quero construir com os meus filhos. E vejo também que, segundo as conclusões de que este post fala, até "não me saí mal" tendo em conta o inferno que foi a minha infância e adolescência. A minha pobre avó fez o que podia. A minha tia e os meus padrinhos iam pondo os olhos sempre que possível. Mas a minha avó tinha 2 empregos para nos sustentar e raramente estava em casa. Aí, eu era um pouco deixada "ao Deus dará". Ficava essencialmente com a minha bisavó, que, coitadinha, velhinha e analfabeta, tinha o mesmo jeito e paciência para crianças que eu tenho para lidar com cobras. Ficávamos a ver televisão, aqueles programas que sempre passaram à tarde. À medida que crescia, ia brincando sozinha. Se a minha avó não estivesse e a minha bisavó não pudesse, ficava em casa o dia todo sozinha, normalmente com a minha mãe no quarto a dormir. Isto, desde sempre. De vez em quando os meus tios levavam-me a sair. Mas a maior parte do tempo era assim. Depois a minha avó vinha e estava tão cansada, mas ainda arranjava tempo para me dar o jantar e brincar comigo, que, claro, estava farta de estar sozinha o dia todo. Sem atenção, sem estímulos, nada.
A infância tem realmente um impacto incrível na vida adulta.
Eu nunca recebi estímulos para fazer desporto, para ler, para me dedicar a aprender um instrumento, dança, nada. A minha avó estava comigo no parco tempo que tinha. E pronto. Fui crescendo assim. As outras crianças estranhavam quando percebiam que eu não andava em nada (do género ballet, ou outra actividade). Não era nada popular. Era de ficar no meu canto muda e sem fazer nada, afinal não estava habituada a receber atenção nem a fazer o que quer que fosse.
Aprendi a ler sozinha. Os poucos livros que tive durante a infância e adolescência, foram-me dados por um tio meu que infelizmente já não se encontra presente na minha vida. Nunca pedi a ajuda de ninguém para fazer os trabalhos de casa, visto que também não a iria ter (a minha avó é igualmente analfabeta). Nunca tive "uma prenda" porque passei de ano, ou porque entrei na faculdade, ou simplesmente "porque me portei bem". Não havia gente para olhar por mim, estimular-me a fazer coisas, brincar, ensinar. Vazio. Estar sozinha era mais do que normal para mim. Os melhores momentos do meu dia eram ao deitar, porque aquela hora a minha avó chegava a casa, e ainda brincava comigo antes de dormir.
Fui criada de forma quase diametralmente oposta à ideal.
Claro que tenho problemas de "relacionamento" com os outros. Não gosto de grandes ajuntamentos, não tenho paciência para esperar eternidades pelos "vários membros do grupo", gosto de fazer as coisas à minha maneira, sou demasiado independente, não gosto de ceder. Afinal a minha realidade sempre foi essa, seria estranho se chegasse à idade adulta com hábitos contrários.
Apesar de tudo, não me safei muito mal. Nunca experimentei drogas, não fumo e só bebo ocasionalmente e com moderação. Não fiz sexo precoce, não me meti em problemas, e a coisa mais estúpida e "criminosa" que fiz, foi roubar umas camisolas de uma loja quando tinha 15 anos, a pedido de uma "amiga".
No entanto, a idade dá-nos clareza. Eu própria não tinha noção do quanto fui ignorada e mal tratada durante todo aquele tempo. Essencialmente se a minha avó não pudesse estar comigo porque estava a trabalhar, estava sozinha com a minha bisavó que passava os seus dias no sofá. Não havia mais ninguém. A minha mãe estava demasiado ocupada a dormir, ou a trabalhar ou a sair com quem ela achava relevante (gajos).
Agradeço à minha avó tudo o que ela fez por mim. Foi ela que me criou, transmitiu valores, me ouviu, me deu educação, mas sinceramente que vos diga, nada nem ninguém substitui o papel dos pais, nem que sejam adoptivos ou do mesmo sexo. Têm de ser pais. Porque avó é a avó, pais é uma coisa completamente diferente.
É a maior lacuna da minha vida, e nunca poderá ser colmatada.
Sonhos estapafúrdios e prioridades
Tive um sonho mirabolante onde ficava milionária. Os contornos são incríveis, mas o mais incrível são as minhas prioridades. Após ter visto no extracto bancário a confirmação do montante que recebi, a minha primeira acção enquanto milionária foi a de marcar uma lipo aspiração não evasiva, e depois fui ao cabeleireiro. Só depois disse ao Bomboco, comprei um carro novo e me despedi.
Mas a prioridade foi a lipo aspiração. Genial. A dieta até nos meus sonhos me persegue.
Mas a prioridade foi a lipo aspiração. Genial. A dieta até nos meus sonhos me persegue.
De como o campismo não é para mim
Este fim-de-semana, eu, Bomboco, e um casal amigo dele, fomos fazer campismo. Por muita insistêcia do tal casal, porque eu não sou grande adepta de campismo, e pronto, Bomboco queria ir e eu lá acedi. Amor é mesmo isso, cedência. Lá fomos então para o tal campismo.
Com 21 anos eu corri a costa portuguesa em campismo e vá, não posso dizer que tenha amado a experiência. Mas agora, depois de já ter ido para hóteis 5 estrelas, com tudo do bom e do melhor, ainda gostei menos, como devem imaginar. Para mim não dá.
É uma logística para ir à casa de banho, para tomar banho, para se cozinhar (sim, porque eles fizeram questão de cozinhar todas as refeições no campismo ao contrário do que eu e Bomboco costumávamos fazer quando íamos acampar), enfim, para se fazer o que quer que seja é uma logística. Para não dizer que dormi terrivelmente mal.
O campismo decididamente não é para mim.
A cereja no topo do bolo é a quantidade de fauna existente. Como eu costumo dizer, aquilo é natureza a mais para mim. Uma quantidade enorme de bichos de várias espécies, que se soltavam como loucos à noite, quando uma pessoa tinha de ir à casa de banho, e, claro, as luzes estavam acesas. E o pó senhores... Pó e mais pó. Como só lá passámos uma noite, não levei a minha panóplia de cremes, pelo que ontem quando cheguei a casa tinha a cara terrível, que aquele pó todo fez-me uma espécie de alergia e tinha os poros todos descontrolados e lá tive de fazer uma esfoliação para ficar minimamente apresentável.
E ir à casa de banho a meio da noite? Um sonho.
Não, o campismo não é para mim. Lamento.
Com 21 anos eu corri a costa portuguesa em campismo e vá, não posso dizer que tenha amado a experiência. Mas agora, depois de já ter ido para hóteis 5 estrelas, com tudo do bom e do melhor, ainda gostei menos, como devem imaginar. Para mim não dá.
É uma logística para ir à casa de banho, para tomar banho, para se cozinhar (sim, porque eles fizeram questão de cozinhar todas as refeições no campismo ao contrário do que eu e Bomboco costumávamos fazer quando íamos acampar), enfim, para se fazer o que quer que seja é uma logística. Para não dizer que dormi terrivelmente mal.
O campismo decididamente não é para mim.
A cereja no topo do bolo é a quantidade de fauna existente. Como eu costumo dizer, aquilo é natureza a mais para mim. Uma quantidade enorme de bichos de várias espécies, que se soltavam como loucos à noite, quando uma pessoa tinha de ir à casa de banho, e, claro, as luzes estavam acesas. E o pó senhores... Pó e mais pó. Como só lá passámos uma noite, não levei a minha panóplia de cremes, pelo que ontem quando cheguei a casa tinha a cara terrível, que aquele pó todo fez-me uma espécie de alergia e tinha os poros todos descontrolados e lá tive de fazer uma esfoliação para ficar minimamente apresentável.
E ir à casa de banho a meio da noite? Um sonho.
Não, o campismo não é para mim. Lamento.
A luta matinal
A falta de civismo que existe na sociedade portuguesa revela-se em muitas situações.
Desde palermas com carros topo de gama a abrir a janela a a atirar lixo para o chão (assisti a essa ontem), até gente que rouba o lugar dos outros. Hoje, enquanto procurava lugar para estacionar e dava convenientemente o respectivo "pisca", do nada, aparece um fulano que me rouba o lugar para estacionar, visto que ele estava a passar e estava mais perto. Apitei e reclamei, mas qual quê, o fulano estava todo ele cheio de razão. Encolheu os ombros e foi à sua vida.
Estacionar nos arredores da minha empresa é uma luta diária, e quando assim é, ainda se torna mais difícil.
Desde palermas com carros topo de gama a abrir a janela a a atirar lixo para o chão (assisti a essa ontem), até gente que rouba o lugar dos outros. Hoje, enquanto procurava lugar para estacionar e dava convenientemente o respectivo "pisca", do nada, aparece um fulano que me rouba o lugar para estacionar, visto que ele estava a passar e estava mais perto. Apitei e reclamei, mas qual quê, o fulano estava todo ele cheio de razão. Encolheu os ombros e foi à sua vida.
Estacionar nos arredores da minha empresa é uma luta diária, e quando assim é, ainda se torna mais difícil.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Da máxima "Deus dá nozes a quem não tem dentes" que acontece sempre
Não sou pessoa de tecer invejas. Quando quero muito muito uma coisa, luto que me desunho por isso para a obter. Claro que há coisas inatingíveis, mas estou a referir-me aquelas mais "corriqueiras". Dou um exemplo: eu tinha um carro muito velho. Já não era seguro andar em auto estrada com ele. Queria muito um determinado carro que, não sendo topo de gama, é dos melhores citadinos do mercado, baseado na relação qualidade vs preço. Ora, com muito esforço tenho vindo a pagar o carro. O meu carro adequa-se perfeitamente a mim e ao meu estilo de vida.
Ora aqui na minha empresa, trabalha uma fulaninha que tirou carta há pouco tempo. A rapariga não podia contentar-se com um carro simples, de primeiro carro como muito boa gente. Nada disso que fica mal ser vista com semelhante. A dita, comprou um Mercedes novinho em folha, lindo lindo, branco, potência nos píncaros e a gasóleo. É claro que acho o carro um máximo, mas não o comprava, mesmo se tivesse dinheiro para isso. Eu explico: é que esse carro, neste momento, não se adequa ao estilo de vida que levo, onde muitas vezes nem sei onde consigo estacionar e acho que se visse um risco num carro daqueles era "ai meu Deus". Já no meu actual me aperta o coração.
Dizia eu que a fulana comprou esse carro. É vê-la a chegar, toda inchada com o status que ela acha que o carro e as roupas e acessórios de marcas caras lhe dão. Pois que a dita tem com o carro o mesmo cuidado que eu tenho com... uma caneta. Já bateu por culpa própria duas vezes, estaciona imensas vezes em cima dos passeios, com as rodas tortas, já teve o carro rebocado, enfim, uma variedade de situações.
Eu nunca bati com o meu carrinho e espero nunca bater. Nunca o deixei em cima do passeio ou mal estacionado.
E penso que realmente uma pessoa sobretudo para nascer tem de ter sorte. Vá-se lá saber se calhamos de nascer no Senegal ou numa mansão qualquer da Dinamarca.
E não me custa nada que a rapariga tenha o carro, como eu própria já disse, não o comprava. Custa-me sim ver o pouco cuidado que as pessoas têm com as coisas, quando eu, que ando a pagar o meu carro, ando sempre aflita para que nada lhe aconteça.
Efectivamente, dá Deus nozes a quem não tem dentes.
Ora aqui na minha empresa, trabalha uma fulaninha que tirou carta há pouco tempo. A rapariga não podia contentar-se com um carro simples, de primeiro carro como muito boa gente. Nada disso que fica mal ser vista com semelhante. A dita, comprou um Mercedes novinho em folha, lindo lindo, branco, potência nos píncaros e a gasóleo. É claro que acho o carro um máximo, mas não o comprava, mesmo se tivesse dinheiro para isso. Eu explico: é que esse carro, neste momento, não se adequa ao estilo de vida que levo, onde muitas vezes nem sei onde consigo estacionar e acho que se visse um risco num carro daqueles era "ai meu Deus". Já no meu actual me aperta o coração.
Dizia eu que a fulana comprou esse carro. É vê-la a chegar, toda inchada com o status que ela acha que o carro e as roupas e acessórios de marcas caras lhe dão. Pois que a dita tem com o carro o mesmo cuidado que eu tenho com... uma caneta. Já bateu por culpa própria duas vezes, estaciona imensas vezes em cima dos passeios, com as rodas tortas, já teve o carro rebocado, enfim, uma variedade de situações.
Eu nunca bati com o meu carrinho e espero nunca bater. Nunca o deixei em cima do passeio ou mal estacionado.
E penso que realmente uma pessoa sobretudo para nascer tem de ter sorte. Vá-se lá saber se calhamos de nascer no Senegal ou numa mansão qualquer da Dinamarca.
E não me custa nada que a rapariga tenha o carro, como eu própria já disse, não o comprava. Custa-me sim ver o pouco cuidado que as pessoas têm com as coisas, quando eu, que ando a pagar o meu carro, ando sempre aflita para que nada lhe aconteça.
Efectivamente, dá Deus nozes a quem não tem dentes.
Provocações baratas pela manhã
Vou ao pão. Fulaninha que não conheço de lado nenhum tenta passar-me à frente na fila. Respeitosamente, digo-lhe que estava antes dela. Fulana diz que tem mais que fazer do que esperar e que está com muita pressa. Respondo-lhe que pressa, aquela hora da manhã, praticamente toda a gente tem. Fulana diz "há gente mesmo impossível... hummph!".
Eu estava à espera da minha vez na fila. Mas eu é que sou impossível.
Bomboca, com fama de mau feitio desde 1900 e qualquer coisa.
Eu estava à espera da minha vez na fila. Mas eu é que sou impossível.
Bomboca, com fama de mau feitio desde 1900 e qualquer coisa.
O dia do azar
Eu não acredito muito nas superstições que dizem que sexta-feira 13 é dia de azar.
Para mim, é um dia como os outros. Mas Bomboco hoje de manhã começou a querer pegar comigo e pôs-se a dizer que hoje ia ter muito muito azar. Ora, para mim, não ceder à superstição é uma coisa, gozar claramente com ela, é outra. E eu isso não faço. Sou um bocado cagarolas, admito. Posso não acreditar em algumas superstições, mas não gozo com elas. Não acredito que dê azar passar por baixo de umas escadas, mas a verdade é que não o faço.
Já as parvoíces que têm a ver com a cor dos gatos, nisso não vou mesmo à bola, até porque tenho um gato preto, portanto cruzo-me com ele todos os dias.
Há uns anos li uma reportagem que falava das mais diversas superstições. As escadas, os gatos pretos (que em algumas culturas, nomeadamente anglo saxónicas, são sinónimo de boa sorte), o não ter a cama virada para a porta, porque é sinal que se vai sair daquele quarto num caixão... Enfim, tantas outras.
E não é que não acredite, mas não gosto muito de gozar com essa temática.
Eu não acredito em bruxas, mas que as há...
E vocês, são supersticiosos? Em que acreditam?
Para mim, é um dia como os outros. Mas Bomboco hoje de manhã começou a querer pegar comigo e pôs-se a dizer que hoje ia ter muito muito azar. Ora, para mim, não ceder à superstição é uma coisa, gozar claramente com ela, é outra. E eu isso não faço. Sou um bocado cagarolas, admito. Posso não acreditar em algumas superstições, mas não gozo com elas. Não acredito que dê azar passar por baixo de umas escadas, mas a verdade é que não o faço.
Já as parvoíces que têm a ver com a cor dos gatos, nisso não vou mesmo à bola, até porque tenho um gato preto, portanto cruzo-me com ele todos os dias.
Há uns anos li uma reportagem que falava das mais diversas superstições. As escadas, os gatos pretos (que em algumas culturas, nomeadamente anglo saxónicas, são sinónimo de boa sorte), o não ter a cama virada para a porta, porque é sinal que se vai sair daquele quarto num caixão... Enfim, tantas outras.
E não é que não acredite, mas não gosto muito de gozar com essa temática.
Eu não acredito em bruxas, mas que as há...
E vocês, são supersticiosos? Em que acreditam?
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
As maravilhas das estatísticas blogueiras
Houve gente que veio ter a este blog através de:
- Anne Hathaway gostosa (desde quando?)
- Canuco sexo
- Nestum
- Gelados Santini no Porto (também eu queria amigos!)
- Gaja gostosa
- Meninas no Gerês em bikini
- Arrumação de sapatos
- Explique mais gostoso
Espero ter conseguido ajudar todos.
- Anne Hathaway gostosa (desde quando?)
- Canuco sexo
- Nestum
- Gelados Santini no Porto (também eu queria amigos!)
- Gaja gostosa
- Meninas no Gerês em bikini
- Arrumação de sapatos
- Explique mais gostoso
Espero ter conseguido ajudar todos.
Pessoas que propagam o mau cheiro
Há por aí à solta muita gente que não tem por hábito, como dizer... lavar-se. Algumas pessoas devem ter alergia à água e ao sabonete. É a única explicação que eu encontro para explicar o facto de eu passar por algumas pessoas e estas ostentarem um cheiro tão mau, mas tão mau, que deixam um rasto por onde passam. Aparentemente até estão compostas, mas a 50 metros das ditas, já nos apercebemos que algo ali cheira mesmo mal. Hoje, quase ia vomitando em plena rua quando um cavalheiro passou por mim.
Porquê senhores? Está bem que há que poupar, mas por favor, não poupem em limpeza, shampô e gel de banho. A sociedade agradece.
Porquê senhores? Está bem que há que poupar, mas por favor, não poupem em limpeza, shampô e gel de banho. A sociedade agradece.
Bomboca quer ser Dexter
À custa de notícias destas, queria ser como o Dexter, mas queria especializar-me no assassínio de "gente" que comete atrocidades para com os animais.
Das barbaridades que acontecem no mundo
Eu já tinha lido sobre esta notícia anteriormente.
Mas acho que ainda nem tinha tido capacidade psicológica para falar sobre isto. Não tenho palavras para descrever. É mau demais. É nojento, vil, irremediável.
A Rawan morreu. Mas muitas outras mortes podem e devem ser evitadas. Não se compreende que em pleno século XXI continuem a existir casamentos forçados, ainda por cima com crianças.
Toda esta gente deveria ser presa até ao fim dos seus dias. Só a água e pão seco. Deviam apodrecer devagarinho.
Neste mundo, continuam a cometer-se atrocidades contra mulheres e crianças. Quantas mais têm de morrer para que se faça alguma coisa? Para que se ponha fim a esta atrocidade, tudo em nome do "Islão".
A tecnologia evolui, mas muitas sociedades não acompanham essa mudança no que respeita às mentalidades e à forma como funcionam.
Dá para fabricar uma bomba que só mate gente desta?
Mas acho que ainda nem tinha tido capacidade psicológica para falar sobre isto. Não tenho palavras para descrever. É mau demais. É nojento, vil, irremediável.
A Rawan morreu. Mas muitas outras mortes podem e devem ser evitadas. Não se compreende que em pleno século XXI continuem a existir casamentos forçados, ainda por cima com crianças.
Toda esta gente deveria ser presa até ao fim dos seus dias. Só a água e pão seco. Deviam apodrecer devagarinho.
Neste mundo, continuam a cometer-se atrocidades contra mulheres e crianças. Quantas mais têm de morrer para que se faça alguma coisa? Para que se ponha fim a esta atrocidade, tudo em nome do "Islão".
A tecnologia evolui, mas muitas sociedades não acompanham essa mudança no que respeita às mentalidades e à forma como funcionam.
Dá para fabricar uma bomba que só mate gente desta?
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
O dilema das calças fluídas
Comprei umas calças fluídas, daquelas largas, cor beje na Zara. Gosto imenso das ditas, até as ia vestir hoje. O problema é que quando as comprei (não me costuma acontecer, mas sim, acontece a toda a gente pelo menos uma vez na vida), não visualizei todas as combinações que poderia fazer com elas. Na verdade, tenho poucas partes de cima que gosto de ver com aquelas calças. Uma dessas, estava para lavar, pelo que hoje acabei por não vestir as ditas.
Depois, gosto de ver aqueles tank tops mais justos, mas o problema é que acho que ainda estou gorda demais para usar isso, notam-se gorduras nas costas e eu não gosto. Pelo que estamos assim. Como as calças são elásticas na cintura, creio que quando emagrecer até onde quero, não terei problemas em usa-las com os tais tops. Mas até lá... Só gosto mesmo de as ver com duas camisolas. Raios.
Digam-me que já vos aconteceu.
Depois, gosto de ver aqueles tank tops mais justos, mas o problema é que acho que ainda estou gorda demais para usar isso, notam-se gorduras nas costas e eu não gosto. Pelo que estamos assim. Como as calças são elásticas na cintura, creio que quando emagrecer até onde quero, não terei problemas em usa-las com os tais tops. Mas até lá... Só gosto mesmo de as ver com duas camisolas. Raios.
Digam-me que já vos aconteceu.
Nova estratégia
Por estes lados há quem faça muitas pausas para café, quem pare nos corredores para conversar, e há aqueles que se fartam de trabalhar e às vezes não têm tempo para uma pausa. Creio que é assim em todo o lado. Como a vida por aqui nem sempre é fácil, procuro passar o mais despercebida possível, mantendo o low profile e tentando pautar-me por uma atitude extremamente profissional. Entretanto, com algumas pessoas, quando confrontada, tenho tido por hábito ficar de boca fechada, low profile, sorriso de circunstância e "bola baixa". Percebi que assim, não sendo uma má atitude, sou ainda alvo de conversinhas e cenas. Sabem aquelas coisas típicas de escola básica, em que o grupinho se ri de algo que não tem piada nenhuma dito pelo alvo do gozo? Pois, é assim. Estou a ficar um bocadinho cansada. Por isso vou adoptar uma nova estratégia. Vou manter na mesma low profile e tranquilidade em todas as situações que puder, mas quando confrontada, vou procurar ter a cabeça bem alta, ameaçando simpaticamente sempre que alguém resolver querer pisar-me os calos. Mas não de forma honesta e verdadeira como era. Não. Estão a ver aquele sorrisinho e altivez com palavras falsamente simpáticas enquanto se dizem coisas mais sérias? Mas sempre com um sorriso.
Acabou-se a "bolinha baixa".
Acabou-se a "bolinha baixa".
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Do novo videoclip da Miley Cyrus
Vi o vídeo. Acho de um mau gosto extremo. A rapariguinha tanto está a chorar como a seguir está a lamber languidamente um ferro. Ora em pouca roupa, ora nua. Tão pobrezinho, tão mal feitinho.
Eu vou sugerir uma coisa, mas pronto, isto sou eu que realmente não sou muito boa da cabeça, e que tal dedicarem-se a fazer música? Sabem o que isso é?
Se não sabem, procurem no Google ou assim.
É que nem dá para perceber se a rapariga tem talento ou não, se a música é boa... Com tanto ruído visual, só me apetece fechar os olhos e os ouvidos.
Eu vou sugerir uma coisa, mas pronto, isto sou eu que realmente não sou muito boa da cabeça, e que tal dedicarem-se a fazer música? Sabem o que isso é?
Se não sabem, procurem no Google ou assim.
É que nem dá para perceber se a rapariga tem talento ou não, se a música é boa... Com tanto ruído visual, só me apetece fechar os olhos e os ouvidos.
Personalidade múltipla e princesas da Disney
Vejo gente deliberadamente a querer fazer-me passar por lorpa. Ora, se há coisa que eu não sou e não gosto de ser, é lorpa. Falinhas mansas e fingimentos comigo não dá.
E claro, depois digo as verdades e passo a ser, invariavelmente, a má da fita. Estou habituada a esse papel. A única princesa da Disney com quem me identificava era a Jasmine, que ainda assim era bem espevitada.
Alguns amigos chamam-me de princesa Jasmine. Outras pessoas dizem que sou a bruxa má da Branca de Neve.
A questão é que as pessoas lidam mal com as verdades, e apesar de as dizer em público com cada vez menos frequência, às vezes saem-me da boca disparadas e sem pudores. Então aí sou sem dúvida a bruxa má. Claro que depois me arrependo. Não por ser considerada bruxa má que eu até lhe acho bastante piada, mas sim porque me é bastante mais confortável vestir a pele de princesinha indefesa, do género Bela Adormecida. É que depois algumas pessoas acham que como sou catalogada de bruxa má, então sou má em tudo e disfarçam os seus defeitos e as suas falhas com a minha personalidade de rainha das trevas. E eu não gosto nada de assumir os defeitos e falhas dos outros. Para falhas, já me chegam as minhas.
Sim, que a Jasmine apesar de tudo apaixonou-se por um ladrão.
E claro, depois digo as verdades e passo a ser, invariavelmente, a má da fita. Estou habituada a esse papel. A única princesa da Disney com quem me identificava era a Jasmine, que ainda assim era bem espevitada.
Alguns amigos chamam-me de princesa Jasmine. Outras pessoas dizem que sou a bruxa má da Branca de Neve.
A questão é que as pessoas lidam mal com as verdades, e apesar de as dizer em público com cada vez menos frequência, às vezes saem-me da boca disparadas e sem pudores. Então aí sou sem dúvida a bruxa má. Claro que depois me arrependo. Não por ser considerada bruxa má que eu até lhe acho bastante piada, mas sim porque me é bastante mais confortável vestir a pele de princesinha indefesa, do género Bela Adormecida. É que depois algumas pessoas acham que como sou catalogada de bruxa má, então sou má em tudo e disfarçam os seus defeitos e as suas falhas com a minha personalidade de rainha das trevas. E eu não gosto nada de assumir os defeitos e falhas dos outros. Para falhas, já me chegam as minhas.
Sim, que a Jasmine apesar de tudo apaixonou-se por um ladrão.
Adoro
Quando existe um trabalho chato chato que um superior designa a uma ou mais do que uma pessoa. O que essas pessoas fazem é arrastar o trabalho o máximo possível. Ele anda anda e não sai do sítio, quase como aquelas passadeiras onde corremos mas continuamos no mesmo lugar. As pessoas saem à hora delas, acho muito bem.
Até que de repente as pessoas têm outras coisas para fazer, mais importantes, e, ups, o trabalho chato tem de passar para alguém e adivinhem lá onde é que ele foi parar.
Pois é.
Sim, a mim também me mandam fazer trabalhos chatos. Vários, aliás. A diferença é que eu não os empurro para ninguém. Com isso, muita gente acha que eu só faço coisas interessantes.
Pois. Bem burra sou.
Até que de repente as pessoas têm outras coisas para fazer, mais importantes, e, ups, o trabalho chato tem de passar para alguém e adivinhem lá onde é que ele foi parar.
Pois é.
Sim, a mim também me mandam fazer trabalhos chatos. Vários, aliás. A diferença é que eu não os empurro para ninguém. Com isso, muita gente acha que eu só faço coisas interessantes.
Pois. Bem burra sou.
Ontem
Estava tão frustrada, chateada e aborrecida, que cheguei a casa e comecei a cozinhar como se não houvesse amanhã.
Acalma-me.
Acalma-me.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Comentários "é só para divulgar"
Acho um pouco abusivo quando algumas pessoas vêm ao blog de outras, não para comentar ou simplesmente para ler, mas para escarrapacharem o seu blog na caixa de comentários, esperando assim ter mais visitas.
Um bom blog não tem visitas à custa de ninguém. Tem as que tiver, devido à qualidade dos posts escritos e da curiosidade que vai suscitando. Escrever na caixa de comentários dos outros, apenas e só o nome do seu blog dizendo claramente que se trata de divulgação, apenas surte o efeito contrário.
Por isso, apesar de descuidadamente já ter publicado esses comentários, digo que não irei fazê-lo novamente.
Cheguem aos vossos objectivos por vocês, não por parasitismo para com os outros.
Um bom blog não tem visitas à custa de ninguém. Tem as que tiver, devido à qualidade dos posts escritos e da curiosidade que vai suscitando. Escrever na caixa de comentários dos outros, apenas e só o nome do seu blog dizendo claramente que se trata de divulgação, apenas surte o efeito contrário.
Por isso, apesar de descuidadamente já ter publicado esses comentários, digo que não irei fazê-lo novamente.
Cheguem aos vossos objectivos por vocês, não por parasitismo para com os outros.
domingo, 8 de setembro de 2013
Maquilhagem a preços que podemos pagar
Aposto que todas nós gostaríamos de poder usufruir das melhores marcas de maquilhagem do mundo. Eu sei que gostaria. Ora, a meu ver, o segredo está em aproveitar o melhor de cada marca, sobretudo quando falamos em marcas que são consideradas mais baratas. Não temos de nos cingir a apenas uma marca de maquilhagem, da mesma forma que não compramos toda a nossa roupa na mesma loja.
Por isso vou partilhar com vocês algumas das minhas escolhas básicas de maquilhagem e não, infelizmente nenhuma marca me oferece nada, é lamentável, eu sei, mas é a dura realidade.
- Base: eu prefiro sem dúvida as bases líquidas. Para além de nos darem mais controlo e serem mais fáceis de trabalhar, são sem dúvida mais duráveis. Gosto das bases da Rimel, Kiko e Sephora. As da H&M também não estão más, mas estão atrás das primeiras que referi.
- Corrector de olheiras: Adoro o da The Body Shop. É um lápis grosso que se deve utilizar passando na zona das olheiras um bocadinho, espalhando depois com o dedo. Faz milagres, acreditem. Eu uso mesmo quando tenho poucas olheiras porque também funciona como um iluminador.
- Pó fixante: gosto imenso dos pó bronzeadores da Sephora e da H&M. Aproveitem bem os desta últma quando os encontrarem porque têm um óptimo preço (acho que 4.95€) e estão sempre esgotados.
- Sombra de olhos: estou completamente apaixonada pelas paletes Smoky da H&M. Mais uma vez, têm um preço espectacular (se não estou em erro, 4.95€), têm cores ideais para esfumados, como os castanhos, pretos e cinza. Asseguro-vos que duram imenso. Adoro também as sombras da Kiko e as individuais agora estão em promoção, pelo que é de aproveitar. A Douglas tem umas paletes de marca própria com imensas cores e ficam igualmente muito em conta dada a qualidade que têm.
- Blush: Adoro os da H&M e os da Sephora. São simplesmente perfeitos.
- Batom: Kiko Kiko Kiko! Sou louca pelos batons deles. Duram imenso.
- Lápis: Os da H&M são os que praticam a melhor combinação preço vs qualidade que eu conheço. Os da Kiko gosto mas são mais caros e sinceramente a meu ver não compensa a diferença de preços.
- Eyeliner: Gosto dos da Rimel, Sephora, e da caneta da Kiko. Qualquer uma destas escolhas irá dar-vos um traço definido e forte.
- Máscara: Gosto da da Maybeline mas a da Kiko (Luxury Lashes) conquistou-me. Está actualmente a 3,90€ e já açambarquei duas. Vale muito a pena.
- Vernizes: H&M e Sephora.
Aproveitem meninas que eu não duro sempre! Para mais dicas, estou à disposição.
Por isso vou partilhar com vocês algumas das minhas escolhas básicas de maquilhagem e não, infelizmente nenhuma marca me oferece nada, é lamentável, eu sei, mas é a dura realidade.
- Base: eu prefiro sem dúvida as bases líquidas. Para além de nos darem mais controlo e serem mais fáceis de trabalhar, são sem dúvida mais duráveis. Gosto das bases da Rimel, Kiko e Sephora. As da H&M também não estão más, mas estão atrás das primeiras que referi.
- Corrector de olheiras: Adoro o da The Body Shop. É um lápis grosso que se deve utilizar passando na zona das olheiras um bocadinho, espalhando depois com o dedo. Faz milagres, acreditem. Eu uso mesmo quando tenho poucas olheiras porque também funciona como um iluminador.
- Pó fixante: gosto imenso dos pó bronzeadores da Sephora e da H&M. Aproveitem bem os desta últma quando os encontrarem porque têm um óptimo preço (acho que 4.95€) e estão sempre esgotados.
- Sombra de olhos: estou completamente apaixonada pelas paletes Smoky da H&M. Mais uma vez, têm um preço espectacular (se não estou em erro, 4.95€), têm cores ideais para esfumados, como os castanhos, pretos e cinza. Asseguro-vos que duram imenso. Adoro também as sombras da Kiko e as individuais agora estão em promoção, pelo que é de aproveitar. A Douglas tem umas paletes de marca própria com imensas cores e ficam igualmente muito em conta dada a qualidade que têm.
- Blush: Adoro os da H&M e os da Sephora. São simplesmente perfeitos.
- Batom: Kiko Kiko Kiko! Sou louca pelos batons deles. Duram imenso.
- Lápis: Os da H&M são os que praticam a melhor combinação preço vs qualidade que eu conheço. Os da Kiko gosto mas são mais caros e sinceramente a meu ver não compensa a diferença de preços.
- Eyeliner: Gosto dos da Rimel, Sephora, e da caneta da Kiko. Qualquer uma destas escolhas irá dar-vos um traço definido e forte.
- Máscara: Gosto da da Maybeline mas a da Kiko (Luxury Lashes) conquistou-me. Está actualmente a 3,90€ e já açambarquei duas. Vale muito a pena.
- Vernizes: H&M e Sephora.
Aproveitem meninas que eu não duro sempre! Para mais dicas, estou à disposição.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Básicos do vestuário profissional: o fato preto
Um dos básicos do vestuário é, na minha opinião, um fato preto de bom corte.
Esta peça pode efectivamente marcar a diferença pela positiva num guarda-roupa. Difícil será escolher a cor da camisa ou camisola a conjugar com o fato, pois à partida todas ficarão bem.
Mas imperativo é mesmo o corte do dito. Tenho visto imensas pessoas com fatos desta cor que não se adequa ao seu tipo de corpo ou simplesmente possuem um corte que não favorece ninguém. Um fato, independentemente da sua cor, não deve ser demasiado apertado, pois se há coisa que não fica mesmo bem é roupa apertada, muito menos clássica. Como as calças são de um tecido leve, se apertadas, mostram todas as imperfeições. Assim sendo, é desejável que a calça alargue na zona das coxas, não demasiado larga, mas o suficiente para deixar mais ou menos 2 dedos entre o tecido e a pele. O mesmo servirá para a zona da barriga, onde a calça não deve apertar, mas sim assentar confortavelmente, de modo a que não se note "barrigas" quando a pessoa está sentada.
Mesmo raparigas magras cometem muitas vezes erros de casting na compra de fatos. Demasiado apertados ou mesmo demasiado largos. O fato ideal é aquele que assenta de forma a que por exemplo se possa colocar uma camisa por dentro das calças. É sinal que não está apertado demais.
As calças ficam melhor a alargar um pouco ou com corte a direito.
Não me interpretem mal, eu adoro calças de fato a afunilar, mas não ficam bem a todas as pessoas, e efectivamente, não será a escolha mais acertada como um primeiro fato ou um fato básico, visto que é um artigo mais de "moda".
Já se costuma dizer "com preto, nunca me comprometo".
Esta peça pode efectivamente marcar a diferença pela positiva num guarda-roupa. Difícil será escolher a cor da camisa ou camisola a conjugar com o fato, pois à partida todas ficarão bem.
Mas imperativo é mesmo o corte do dito. Tenho visto imensas pessoas com fatos desta cor que não se adequa ao seu tipo de corpo ou simplesmente possuem um corte que não favorece ninguém. Um fato, independentemente da sua cor, não deve ser demasiado apertado, pois se há coisa que não fica mesmo bem é roupa apertada, muito menos clássica. Como as calças são de um tecido leve, se apertadas, mostram todas as imperfeições. Assim sendo, é desejável que a calça alargue na zona das coxas, não demasiado larga, mas o suficiente para deixar mais ou menos 2 dedos entre o tecido e a pele. O mesmo servirá para a zona da barriga, onde a calça não deve apertar, mas sim assentar confortavelmente, de modo a que não se note "barrigas" quando a pessoa está sentada.
Mesmo raparigas magras cometem muitas vezes erros de casting na compra de fatos. Demasiado apertados ou mesmo demasiado largos. O fato ideal é aquele que assenta de forma a que por exemplo se possa colocar uma camisa por dentro das calças. É sinal que não está apertado demais.
As calças ficam melhor a alargar um pouco ou com corte a direito.
Não me interpretem mal, eu adoro calças de fato a afunilar, mas não ficam bem a todas as pessoas, e efectivamente, não será a escolha mais acertada como um primeiro fato ou um fato básico, visto que é um artigo mais de "moda".
Já se costuma dizer "com preto, nunca me comprometo".
As que riem por tudo e por nada
Conheço algumas rapariguinhas dessas. Das que, tendo a minha idade, têm a personalidade de 15 ou 16 anos, porque se riem de tudo e de nada, sobretudo se são coisas ditas pelos rapazes. Que acham um piadão a tudo. Que dão saltinhos e fazem gracinhas. Calma sim? Estar feliz é óptimo, mas andar num escritório aos pinchinhos e a distribuir beijinhos aos rapazes, é apenas ridículo.
É sempre chato
Quando dás o máximo e depois podes não ser reconhecido devido a ordens de superiores de corte nas promoções.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Bomboca, a atrair malucos como um íman desde 1900 e qualquer coisa
Sempre tive um talento especial para atrair tolinhos. É verídico. Bomboco também o confirma. O trânsito parece estar, infelizmente, infestado de tolinhos. Isto aconteceu tudo hoje: Estava a fazer uma curva, estava sossegada na minha faixa, e o tipo do carro do lado resolve fazer a curva a entrar na minha faixa. Para não lhe bater tive de parar mesmo o carro. Apitei, e o tipo, cheio de razão, ainda se pôs a mandar impropérios. Outro louco, no trânsito, pára o carro ao meu lado e começa a mandar piadas. Eu não tenho mais nada e fecho o vidro do lado. O fulano, não contente com a minha atitude, resolve pegar numa garrafa de água e atira água contra o meu vidro.
Enfim. Os loucos adoram-me. Sou muito forte no sector dos tolinhos, dos velhos e dos bebés.
Sim, admito com alguma soberba, os bebés em geral gostam muito de mim.
Enfim. Os loucos adoram-me. Sou muito forte no sector dos tolinhos, dos velhos e dos bebés.
Sim, admito com alguma soberba, os bebés em geral gostam muito de mim.
Exercício? Sim. Sempre
Eu sempre fui uma pessoa que gostou de praticar exercício físico. Odeio correr por correr, não me interpretem mal, mas gosto de inúmeros desportos colectivos e individuais. Era praticamente de ginásio e talvez por isso comia o que me apetecia e mesmo assim mantinha a boa forma. Mas depois de um problema de saúde, e com a entrada no mundo laboral, tive de deixar o ginásio. Com isso, como já aqui contei, engordei. Até agora o meu peso tem sido relativamente instável em 2 ou 3kg para cima ou para baixo, mas estável no sentido em que não mais voltei à forma antiga. Não sei se vou voltar. Mas gostava de estar mais perto dessa forma do que da que estou agora, pelo que se conseguisse ficar no meio termo, já ia daqui muito feliz.
Ora, agora que retomei o exercício físico com frequência, desde há cerca de um mês e duas semanas, noto enormes benefícios. Sinto-me mais "leve", bem disposta, enérgica, e com maior resistência. Sempre que posso pratico voleibol, caminho... E faço alguns abdominais e flexões, assumindo que deveria fazer mais, sobretudo tendo em conta que se fizer cinco flexões já acho que são muitas (e pensar que fazia mais de vinte... a idade realmente é uma coisa lixada). Tenho de intensificar os abdominais e flexões, sem dúvida nenhuma. E estou um bocado reticente sobre como hei-de continuar a fazer exercício físico quando o Inverno vier, mas pronto, baby steps e logo se verá. Para já é assim que vamos.
Desta forma, a melhor dica que vos posso dar, é para que essencialmente se mexam. Se preferem caminhar, correr, andar de bicicleta... Não importa, importa é nesta primeira fase voltarem a ganhar ritmo e disciplina para o desporto. Ontem não fiz exercício. Claro que me senti culpada, apesar de ter feito no sábado, no domingo, na segunda e na terça feira. Hoje vou fazer. Não sou licenciada em educação física por isso não vos sei dizer a frequência e a intensidade com que dever praticar exercício, o que posso sim dizer é que o façam e façam-no de modo a se sentirem bem. Não façam por obrigação ou então contrariados porque não irá resultar a médio prazo. Ninguém perpetua uma coisa que não gosta de fazer.
Descubram aquilo com que se sentem confortáveis e pratiquem. Há muitas opções. Eu por exemplo, só não ingresso na natação novamente porque os horários não são minimamente de acordo com os meus, e neste momento também não tenho possibilidades financeiras para voltar a frequentar um ginásio.
Mas vão por mim. Mexam-se. Nem que seja em casa a fazer abdominais. O importante é mexerem-se e sentirem-se confortáveis com isso. É o melhor conselho que tenho para dar.
Ora, agora que retomei o exercício físico com frequência, desde há cerca de um mês e duas semanas, noto enormes benefícios. Sinto-me mais "leve", bem disposta, enérgica, e com maior resistência. Sempre que posso pratico voleibol, caminho... E faço alguns abdominais e flexões, assumindo que deveria fazer mais, sobretudo tendo em conta que se fizer cinco flexões já acho que são muitas (e pensar que fazia mais de vinte... a idade realmente é uma coisa lixada). Tenho de intensificar os abdominais e flexões, sem dúvida nenhuma. E estou um bocado reticente sobre como hei-de continuar a fazer exercício físico quando o Inverno vier, mas pronto, baby steps e logo se verá. Para já é assim que vamos.
Desta forma, a melhor dica que vos posso dar, é para que essencialmente se mexam. Se preferem caminhar, correr, andar de bicicleta... Não importa, importa é nesta primeira fase voltarem a ganhar ritmo e disciplina para o desporto. Ontem não fiz exercício. Claro que me senti culpada, apesar de ter feito no sábado, no domingo, na segunda e na terça feira. Hoje vou fazer. Não sou licenciada em educação física por isso não vos sei dizer a frequência e a intensidade com que dever praticar exercício, o que posso sim dizer é que o façam e façam-no de modo a se sentirem bem. Não façam por obrigação ou então contrariados porque não irá resultar a médio prazo. Ninguém perpetua uma coisa que não gosta de fazer.
Descubram aquilo com que se sentem confortáveis e pratiquem. Há muitas opções. Eu por exemplo, só não ingresso na natação novamente porque os horários não são minimamente de acordo com os meus, e neste momento também não tenho possibilidades financeiras para voltar a frequentar um ginásio.
Mas vão por mim. Mexam-se. Nem que seja em casa a fazer abdominais. O importante é mexerem-se e sentirem-se confortáveis com isso. É o melhor conselho que tenho para dar.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Dizer não à comida
Hoje fui a casa da minha avó e ela disse-me que eu estava mais magra. Claro que fiquei toda contente. Até porque a minha avó é muito sincera, também me o diz quando estou mais gorda. E então cheguei a casa e ganhei coragem para experimentar um fato que não vestia há mais de 1 ano. E, surpresa, o tal fato servia-me. Não fica ainda glamoroso, ainda se nota um bocadinho de barriga mas já considero uma vitória. Mais um pequeno passo. Depois experimentei umas calças de ganga Levi's, que são um modelo bem justo, e reparei que ainda tenho um longo caminho pela frente até voltar a caber numas 38. Claro que por mim era já amanhã. No entanto, isto não funciona assim. E olho para o meu roupeiro e vejo calças e vestidos bem porreiros, que ainda estando novos, não me servem. Mas vão voltar a servir, mentalizei-me disso.
Não vos vou enganar. Tenho feito exercício físico com bastante frequência, mas ajuda e de que maneira dizer não à comida. Aliás, é essencial. Eu adoro comer e estes dias de contenção estão a custar-me imenso. Eu cá queria comer tudo o que me dá na real gana. Não pode ser. Tenho de continuar. E digo-vos que não há melhor motivação do que caber em calças que não se cabia anteriormente.
Tenho é de comprar mais creme anti estrias, que mesmo que algumas pessoas defendam que não faz nada, eu com os meus macacos na cabeça não me iria deixar de sentir culpada se não pusesse creme.
E pronto meus amigos, é assim que vai a dieta, apesar de eu continuar a adorar comer. E a sonhar com hamburgers.
Não vos vou enganar. Tenho feito exercício físico com bastante frequência, mas ajuda e de que maneira dizer não à comida. Aliás, é essencial. Eu adoro comer e estes dias de contenção estão a custar-me imenso. Eu cá queria comer tudo o que me dá na real gana. Não pode ser. Tenho de continuar. E digo-vos que não há melhor motivação do que caber em calças que não se cabia anteriormente.
Tenho é de comprar mais creme anti estrias, que mesmo que algumas pessoas defendam que não faz nada, eu com os meus macacos na cabeça não me iria deixar de sentir culpada se não pusesse creme.
E pronto meus amigos, é assim que vai a dieta, apesar de eu continuar a adorar comer. E a sonhar com hamburgers.
Maquilhagem para sempre
Desde nova que sou aficionada por maquilagem. As figuras femininas que tive na minha vida não usavam e não usam, mas não sei como, sempre gostei. E a partir do momento em que comecei a dar mais atenção a mim própria enquanto rapariga e mais tarde mulher, esse gosto intensificou-se.
Fiz workshops e cursos. Não sou maquilhadora profissional, tenho o curso concluído e faço alguns trabalhos de vez em quando e sempre que surge oportunidade.
Sinceramente acho que nenhuma mulher deve dispensar a maquilhagem no seu dia a dia.
Vou deixar aqui alguns exemplos de produtos que considero básicos e fundamentais para utilizar no quotidiano:
- Um bom creme de rosto, que tonifique a pele e a amacie. Assim, preparamos a pele para que a maquilhagem seja mais duradoura. Não esquecer, antes de aplicar o creme, de limpar bem o rosto.
- Uma base que esteja de acordo com o tipo de pele. Não utilizem bases muito mais escuras do que o vosso tom de pele, pois não vai ficar bem porque estão fora do vosso tom original. O mesmo se aplica ao corretor de olheiras, ou seja, utilizem um que esteja de acordo com a tonalidade da pele. A ideia é tapar as olheiras, e não chamar a atenção para essa zona. Aqui o segredo é não fugir do vosso tom original e tapar imperfeições.
- Muitas vezes não estamos com apetite para colocar eyeliner logo de manhã. Considero que mesmo que não seja usado o eyeliner, uma máscara de pestanas fica sempre bem. Dá um ar simples mas cuidado.
- Um blush sem exageros pode igualmente contribuir para vos fornecer um ar leve e simples. Não apostem nos rosas exagerados, sobretudo se tiverem a tez muito clara. Os coral são uma boa aposta, mas mais uma vez, a regra de ouro na maquilhagem é não exagerar.
- Por fim, um batom de tom nude, ou mesmo um vermelho ou um gloss, podem finalizar uma maquilhagem simples para dia. Já aqui disse que gosto imenso dos batons da Kiko, e não são nada caros.
Essencialmente, estes são os artigos que considero como básicos, ou seja, aqueles produtos que uso sempre mesmo que não tenha paciência para mais nada. A base e corretor de olheiras para mim são indispensáveis. Não vivo sem isso. Muitas vezes coloco apenas uma máscara, um batom nude e vou à minha vida. Outras, faço um pequeno risco preto com eyeliner e não uso batom.
Uma regra que queria partilhar é: a menos que vão para uma ocasião muito específica, um determinado evento ou assim, não usem maquilhagem exagerada nos olhos e também nos lábios. Trata-se de um equilíbrio. É um bocado como a roupa, se usamos um decote generoso, não usamos mini mini saias, não é? Eu pelo menos acho que não fica elegante.
Infelizmente eles não me pagaram nada em géneros para dizer isto, mas a Kiko está com óptimas promoções, valem a pena.
Fiz workshops e cursos. Não sou maquilhadora profissional, tenho o curso concluído e faço alguns trabalhos de vez em quando e sempre que surge oportunidade.
Sinceramente acho que nenhuma mulher deve dispensar a maquilhagem no seu dia a dia.
Vou deixar aqui alguns exemplos de produtos que considero básicos e fundamentais para utilizar no quotidiano:
- Um bom creme de rosto, que tonifique a pele e a amacie. Assim, preparamos a pele para que a maquilhagem seja mais duradoura. Não esquecer, antes de aplicar o creme, de limpar bem o rosto.
- Uma base que esteja de acordo com o tipo de pele. Não utilizem bases muito mais escuras do que o vosso tom de pele, pois não vai ficar bem porque estão fora do vosso tom original. O mesmo se aplica ao corretor de olheiras, ou seja, utilizem um que esteja de acordo com a tonalidade da pele. A ideia é tapar as olheiras, e não chamar a atenção para essa zona. Aqui o segredo é não fugir do vosso tom original e tapar imperfeições.
- Muitas vezes não estamos com apetite para colocar eyeliner logo de manhã. Considero que mesmo que não seja usado o eyeliner, uma máscara de pestanas fica sempre bem. Dá um ar simples mas cuidado.
- Um blush sem exageros pode igualmente contribuir para vos fornecer um ar leve e simples. Não apostem nos rosas exagerados, sobretudo se tiverem a tez muito clara. Os coral são uma boa aposta, mas mais uma vez, a regra de ouro na maquilhagem é não exagerar.
- Por fim, um batom de tom nude, ou mesmo um vermelho ou um gloss, podem finalizar uma maquilhagem simples para dia. Já aqui disse que gosto imenso dos batons da Kiko, e não são nada caros.
Essencialmente, estes são os artigos que considero como básicos, ou seja, aqueles produtos que uso sempre mesmo que não tenha paciência para mais nada. A base e corretor de olheiras para mim são indispensáveis. Não vivo sem isso. Muitas vezes coloco apenas uma máscara, um batom nude e vou à minha vida. Outras, faço um pequeno risco preto com eyeliner e não uso batom.
Uma regra que queria partilhar é: a menos que vão para uma ocasião muito específica, um determinado evento ou assim, não usem maquilhagem exagerada nos olhos e também nos lábios. Trata-se de um equilíbrio. É um bocado como a roupa, se usamos um decote generoso, não usamos mini mini saias, não é? Eu pelo menos acho que não fica elegante.
Infelizmente eles não me pagaram nada em géneros para dizer isto, mas a Kiko está com óptimas promoções, valem a pena.
É tão mau que não sei que título dar a isto
Os pais deixaram os putos fechados no carro e foram para a praia. Notícia aqui.
Das coisas parvas que quero fazer quando for milionária
Eu sonho que um dia vou ganhar o Euromilhões. Mas sonho com tanta força, que quero acreditar que venha mesmo a acontecer. E já tenho todo o tipo de planos estúpidos para me divertir quando estiver entediada com tanto milhão. Um dos meus planos irá passar por percorrer todas as lojas onde já fui mal atendida por estar de fato de treino, por exemplo- sim, Massimo Dutti, Sephora, Purificación Garcia, El Corte Inglés, etc., esta é para vocês, e envergar uma t-shirt bem rasca e calças de fato de treino, preferencialmente até corsários, que é coisa que ainda fica pior, e gastar um dinheiro valente nessas lojas. Só por diversão. Nem que depois devolva tudo.
Mas dava-me um gostinho do camandro.
Mas dava-me um gostinho do camandro.
Das coisas que me intrigam
Gostava mesmo de perceber porque é que as senhoras que não tiram os pelos debaixo dos braços, insistem em usar camisolas cavas. É um orgulho assim tão grande ostentar o tufo?
Outra dúvida que me assola é porque é que algumas meninas mais fortes gostam de andar com a barriga à mostra e calças apertadas. Eu quanto a vocês não sei, mas eu quero é esconder a minha barriga, não mostra-la.
Entrei numa loja e a funcionária não me dirigiu palavra. Não estava ninguém para além de nós as duas. Quando percebeu que eu iria comprar um artigo- e comprei porque tinha mesmo mesmo de o fazer, desfez-se em sorrisinhos e tentou impingir-me mais uma data de coisas. Porque é que não podem ser simpáticas logo ao início?
Grande parte dos mais altos cargos de empresas são homens. As que conheço que são mulheres, não têm filhos. Será um indicador?
Outra dúvida que me assola é porque é que algumas meninas mais fortes gostam de andar com a barriga à mostra e calças apertadas. Eu quanto a vocês não sei, mas eu quero é esconder a minha barriga, não mostra-la.
Entrei numa loja e a funcionária não me dirigiu palavra. Não estava ninguém para além de nós as duas. Quando percebeu que eu iria comprar um artigo- e comprei porque tinha mesmo mesmo de o fazer, desfez-se em sorrisinhos e tentou impingir-me mais uma data de coisas. Porque é que não podem ser simpáticas logo ao início?
Grande parte dos mais altos cargos de empresas são homens. As que conheço que são mulheres, não têm filhos. Será um indicador?
Isto não são só vantagens
Há pouco tempo comprei uma camisola. Gosto mesmo da camisola, estava um pouquinho larga mas nada de mais, assentava bem. Hoje, ao vesti-la reparo que está muito mais larga. Um absurdo. E concluo que não me assenta bem, não me favorece as formas porque precisamente me deixa sem elas.
E apesar de estar contente por estar a perder volume, aborrece-me encostar uma camisola que gostava e apenas usei uma vez. Nem tudo são vantagens quando estão num processo de emagrecimento.
E apesar de estar contente por estar a perder volume, aborrece-me encostar uma camisola que gostava e apenas usei uma vez. Nem tudo são vantagens quando estão num processo de emagrecimento.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Sabes que és mesmo mesmo importante para os teus colegas de trabalho quando...
Vais à casa de banho e entretanto saem para almoçar, esquecendo-se de ti, passando tu a almoçar sozinha.
E eu penso "O que é que eu fiz de errado?"
No final do secundário, eu tinha uma média mesmo muito boa. Podia entrar em qualquer faculdade do país, e fiz os exames necessários para as várias opções que tinha em mente, bem como os obrigatórios de todas as cadeiras, como na altura se fazia. Fui para a melhor faculdade do país na área. Licenciei-me com uma nota mediana. Trabalhei durante a licenciatura.
Anos depois do curso concluído e várias experiências profissionais, ganho menos do que grande parte das pessoas do meu ano de faculdade. Noutro dia encontrei um rapaz que andou na minha turma do secundário, tem agora um alto cargo numa instituição financeira, entra às 9h e sai às 17h, ganha 2000€ limpos por mês. Ele era um aluno com uma média fraca, nunca foi o supra sumo da inteligência, por isso tirou o curso numa dessas privadecas, que foi onde conseguiu entrar. Terminou a sua licenciatura no mesmo ano que eu, com uma média inferior à minha. Mas anos depois, ele tem uma posição hierárquica e salarial muito superior à minha. Desejo-lhe tudo de bom. Não guardo invejas negativas (claro que tenho inveja do salário e do horário do rapaz, mentiria se dissesse que não, quem me dera a mim! Mas fico contente por ele estar bem na vida). E depois disto tudo é inevitável uma pessoa ficar a pensar "o que é que eu fiz de errado?".
E sinceramente não sei. Não sei onde falhei no meio disto tudo. O que é ainda mais preocupante.
Isto de não ter dinheiro é uma valente merda
Ah e tal o dinheiro não dá felicidade. Olhem, a mim dá-me uma felicidade imensa ainda receber subsídio de férias. O meu salário podia ser sempre assim. Precisava de por um aparelho para os dentes. O que eu necessito ultrapassa os 3 mil euros. Mas não posso porque não tenho dinheiro para isso. Mas não se preocupem, que o dinheiro não dá felicidade.
Precisava de várias coisas, coisas que o dinheiro permite, mas o que é isso comparado com um pôr do sol ou assim, não é isso que aquelas frases do Facebook nos dizem?
Trabalhar duro o mês todo, chegar ao fim e nem receber o suficiente para se fazer face a todas as contas, mais a poupança para o casamento, é de uma felicidade que nem vos digo. Ainda é dia 3 e já estou depenada. Mas não se preocupem, porque estou aqui cheia de felicidade.
Seguindo essa lógica eu devo ser muito feliz, porque dinheiro... Bolha.
Precisava de várias coisas, coisas que o dinheiro permite, mas o que é isso comparado com um pôr do sol ou assim, não é isso que aquelas frases do Facebook nos dizem?
Trabalhar duro o mês todo, chegar ao fim e nem receber o suficiente para se fazer face a todas as contas, mais a poupança para o casamento, é de uma felicidade que nem vos digo. Ainda é dia 3 e já estou depenada. Mas não se preocupem, porque estou aqui cheia de felicidade.
Seguindo essa lógica eu devo ser muito feliz, porque dinheiro... Bolha.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
A vida nos provadores da Zara
Ainda há pouco falei aqui neste blog sobre os telefonemas aparentemente inocentes. Quando acontecem em horário de trabalho, devemos deslocar-nos para atender convenientemente a chamada, não ficando ninguém a saber da nossa vida. Já pratiquei esta dica e digo-vos que dá muito mais jeito do que atender o telemóvel em público.
Ora, o mesmo se pode adequar a outras situações, como em provadores de lojas. Já me aconteceu ter o telemóvel a tocar em situações mais complicadas, como o caso desta. Assim sendo, pedi para que me ligassem mais tarde, ou então eu retornaria a chamada. Não foi o que entendeu hoje uma senhora nos provadores da Zara. A senhora não falava ao telemóvel, a senhora gritava. E aos gritos, contava toda a sua vida. A sua morada, número de bi, email, e outras tantas informações.
Para além de ficar mesmo mal este comportamento, sendo que praticamente todas as pessoas que estavam nos provadores a podiam ouvir, considero que até é perigoso, não fosse estar por lá alguma alma menos bem intencionada que utilizasse essas informações de forma menos idónea.
E pronto, assim se fica a saber a vida de alguém nos provadores da Zara.
Ora, o mesmo se pode adequar a outras situações, como em provadores de lojas. Já me aconteceu ter o telemóvel a tocar em situações mais complicadas, como o caso desta. Assim sendo, pedi para que me ligassem mais tarde, ou então eu retornaria a chamada. Não foi o que entendeu hoje uma senhora nos provadores da Zara. A senhora não falava ao telemóvel, a senhora gritava. E aos gritos, contava toda a sua vida. A sua morada, número de bi, email, e outras tantas informações.
Para além de ficar mesmo mal este comportamento, sendo que praticamente todas as pessoas que estavam nos provadores a podiam ouvir, considero que até é perigoso, não fosse estar por lá alguma alma menos bem intencionada que utilizasse essas informações de forma menos idónea.
E pronto, assim se fica a saber a vida de alguém nos provadores da Zara.
O Youtube não tem nada de se meter nas minhas selecções musicais
Então não é que eu faço uma pesquisa por músicas do Freddie Mercury com Montserrat Kabale, e quando selecciono a música, antes de esta começar a dar, passam 18 segundos da nova música da Katy Perry? A sério? O pior é que não deixava sequer passar os tais 18 segundos à frente. Mas eu fiz mal a alguém??
Das pessoas infinitamente estúpidas
Hoje de manhã, ao dirigir-me para o trabalho, passei numa rua muito apertada, onde dois carros passam em cada lado, mas com jeito, desviando-se um do outro. Do outro lado vinha um carro e eu já me estava a desviar. O carro não apenas não se desviava, como ainda, ao passar por mim, o condutor resolve abrir a porta e gritar para mim um qualquer piropo estúpido incompreensível. Apitei, desviei-me o mais que pude sem bater nos carros estacionados, e ainda assim foi por um triz que não bati na porta que estava aberta por aquele anormal. Depois, o condutor e o outro anormal do seu amigo, continuam pela estrada rindo e fazendo gestos.
Enfim, nem sei o que dizer mais de tamanha estupidez.
Enfim, nem sei o que dizer mais de tamanha estupidez.
domingo, 1 de setembro de 2013
A intimidação sexual por género
A São João escreveu este post excelente sobre o assunto. É claro que não são apenas as mulheres que sofrem intimidação sexual. Os homens também, mas em menor escala. Mas hoje vou abordar a intimidação que as mulheres sofrem, e desde muito cedo. Infelizmente, posso dizer que grande parte das mulheres já sofreu intimidação sexual em algum momento da sua vida. E essa intimidação começa bem cedo. A partir dos 12 anos comecei a sentir na pele esse fenómeno. Sofri perseguições de homens de todas as idades. Homens que vinham a correr atrás de mim com os genitais à mostra. Homens que me faziam "esperas" à porta da escola. Homens de quem eu tinha de fugir, correndo a bom correr, de modo a que nunca descobrissem onde eu vivia. Sofri intimidação por parte de um vizinho, na casa dos 50 anos, casado, que sempre que podia, abria a janela quando eu passava na rua e me mostrava os genitais, gritando palavras obscenas. Os rapazes da minha turma, a partir de determinada idade, ostentavam liguagem imprópria, sendo que algumas colegas não pareciam preocupar-se muito com isso. E durante muito tempo tive medo de me aproximar dos homens. Mesmo os da minha família.
E se eu sofri esses abusos, sei que muitas outras raparigas infelizmente também o sofreram.
E este assunto tem de ser falado, discutido, as mentalidades têm de mudar e apenas através de debate social isso acontece. Não são leis sobre piropos. São as pessoas que têm de fazer isso acontecer. Ninguém, seja qual for o seu género, deve sentir-se intimidado sexualmente. Muito menos em idades precoces, que podem deixar traumas irreparáveis.
E não, não sou mal fodida como diz a São João. Sou apenas consciente deste problema, e nunca pude falar sobre isto com ninguém. Mas é altura de falarmos e que isto mude.
Estamos no século XXI. Existem smartphones, redes sociais, informação ao minuto. As mentalidades têm de acompanhar essa evolução.
E se eu sofri esses abusos, sei que muitas outras raparigas infelizmente também o sofreram.
E este assunto tem de ser falado, discutido, as mentalidades têm de mudar e apenas através de debate social isso acontece. Não são leis sobre piropos. São as pessoas que têm de fazer isso acontecer. Ninguém, seja qual for o seu género, deve sentir-se intimidado sexualmente. Muito menos em idades precoces, que podem deixar traumas irreparáveis.
E não, não sou mal fodida como diz a São João. Sou apenas consciente deste problema, e nunca pude falar sobre isto com ninguém. Mas é altura de falarmos e que isto mude.
Estamos no século XXI. Existem smartphones, redes sociais, informação ao minuto. As mentalidades têm de acompanhar essa evolução.
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