Depois de enviar mensagens, fazer telefonemas, etc, e nada disso resulta, o que se faz?
É que sinceramente já não sei. Só se oferecer porrada à pessoa.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Sobre o post ali abaixo, como alguns anónimos queridos não percebem o princípio do crescimento
Se uma pessoa diz que cresceu em altura e largura desde a infância até agora, digam-me qual é o espanto?
Entre os 5 e os 11 anos, eu era uma trinca espinhas sem formas, como a maior parte das crianças. Por isso é natural que tenha crescido em todos os sentidos, ou nem por isso?
Era expectável não crescer em largura?
Aguarda-se a opinião de especialistas.
Entre os 5 e os 11 anos, eu era uma trinca espinhas sem formas, como a maior parte das crianças. Por isso é natural que tenha crescido em todos os sentidos, ou nem por isso?
Era expectável não crescer em largura?
Aguarda-se a opinião de especialistas.
Isto de ter crescido em altura, largura, e ter pintado o cabelo de loiro
Tem as suas vantagens. Nomeadamente o facto de não ser reconhecida por personagens desagradáveis com as quais tive a infelicidade de conviver durante a minha infância.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Auto estima
Bem sei que tenho 10kg a mais para ser considerada uma mulher magra.
Mas com a roupa que tenho hoje vestida até pareço magra... e jeitosa, vá.
Mas com a roupa que tenho hoje vestida até pareço magra... e jeitosa, vá.
Delas, das que à partida têm tudo ganho
Isto é como o Tio Pipoco disse há uns tempos: As que riem por tudo e por nada, andam sempre de saltos altos, conduzem carros de alta cilindrada e têm sempre as unhas impecavelmente arranjadas, independentemente da sua inteligência, são as que ganham sempre. Tudo à partida está destinado ao sucesso. Normalmente nem sequer são feias. Mas existe sempre maquilhagem.
Outra coisa que existe são as clínicas privadas, que as ajudam a manter a linha, que isto de uma pessoa se privar da comida não é para todas e torna-se ao fim de um tempo, muito aborrecido.
Depois claro, temos as aulas particulares de piano, de violino, os restaurantes da moda, a frequência de erasmus em sítios como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, países nórdicos. O diploma do British. As aulas de alemão, francês e espanhol. Os inter-rails feitos em idade juvenil. As filas dos urban desta vida não são para elas.
E depois uma tipa como eu, com 10kg a mais, com as unhas sem arranjo nenhum, sem diplomas, sem aulas particulares de música, pensa que muitas vezes só tinha uma sopa para comer.
As coisas são como são, mas independentemente de eu querer que as minhas futuras filhas andem de unhas arranjadas, tenham aulas de música e línguas, e frequentem os melhores sítios, irão também saber que a vida custa muito, e terão educação, não se irão rir histericamente por tudo e por nada e caramba, vão conhecer pelo menos uma boa carrada de filmes e músicas de jeito que esta classe é toda muito gira mas depois passa-se a vida a cantar músicas do Michel Teló e para mim a classe vai toda pelo cano abaixo, sobretudo quando me dizem que ninguém ouve Pink Floyd e que eu devo começar a ouvir as coisas que estão na moda.
Outra coisa que existe são as clínicas privadas, que as ajudam a manter a linha, que isto de uma pessoa se privar da comida não é para todas e torna-se ao fim de um tempo, muito aborrecido.
Depois claro, temos as aulas particulares de piano, de violino, os restaurantes da moda, a frequência de erasmus em sítios como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, países nórdicos. O diploma do British. As aulas de alemão, francês e espanhol. Os inter-rails feitos em idade juvenil. As filas dos urban desta vida não são para elas.
E depois uma tipa como eu, com 10kg a mais, com as unhas sem arranjo nenhum, sem diplomas, sem aulas particulares de música, pensa que muitas vezes só tinha uma sopa para comer.
As coisas são como são, mas independentemente de eu querer que as minhas futuras filhas andem de unhas arranjadas, tenham aulas de música e línguas, e frequentem os melhores sítios, irão também saber que a vida custa muito, e terão educação, não se irão rir histericamente por tudo e por nada e caramba, vão conhecer pelo menos uma boa carrada de filmes e músicas de jeito que esta classe é toda muito gira mas depois passa-se a vida a cantar músicas do Michel Teló e para mim a classe vai toda pelo cano abaixo, sobretudo quando me dizem que ninguém ouve Pink Floyd e que eu devo começar a ouvir as coisas que estão na moda.
Priceless
Hoje, no trânsito, ao meu lado permanecia uma carrinha comercial. Olho com mais atenção e vejo que a empresa Joca escolheu colocar nas suas carrinhas a imagem de uma mulher em bikini com um capacete na cabeça.
Joca. Mulher loira com instrumentos em bikini nas carrinhas. Priceless.
Joca. Mulher loira com instrumentos em bikini nas carrinhas. Priceless.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Das vidas adiadas
Em 2010 deixei um emprego que adorava porque a economia estava em recessão e por isso não me podiam passar a efectiva.
Hoje, em 2013, não vou ser promovida porque a economia está em recessão, o negócio está a encolher e portanto as promoções estão congeladas. Felizmente, a situação hoje é muito diferente da que eu enfrentava em 2010 quando fiquei desempregada. Mas mais uma vez as coisas não correm minimamente como eu tinha planeado.
Eu gostaria de ser promovida e passar pelo menos um ano nessa posição, e posteriormente ter filhos. Assim sendo, vou ter de pelo menos esperar mais um ano por uma possível promoção que poderá nem acontecer.
E com isto, provavelmente adiarei novamente os meus planos. Que nada são mais do que isso mesmo, planos. Porque eu sou da opinião de que sim, devemos ter algo delineado para nós, mas também temos de nos conseguir adaptar ao que a vida nos dá. Por isso sim, são só planos.
E depois ponho-me a pensar na quantidade de planos que são adiados em virtude não de não promoções, mas do desemprego. Vidas adiadas. Adia-se a saída de casa dos pais. Adiam-se casamentos. Adiam-se filhos. Adia-se viver. Porque agora não dá, temos de esperar, temos de mudar prioridades.
E chateia-me perceber no nosso país não se pode fazer planos. Porque corremos o sério risco de não cumprir nada do que foi planeado. E passamos a vida a adiar a nossa própria vida.
Hoje, em 2013, não vou ser promovida porque a economia está em recessão, o negócio está a encolher e portanto as promoções estão congeladas. Felizmente, a situação hoje é muito diferente da que eu enfrentava em 2010 quando fiquei desempregada. Mas mais uma vez as coisas não correm minimamente como eu tinha planeado.
Eu gostaria de ser promovida e passar pelo menos um ano nessa posição, e posteriormente ter filhos. Assim sendo, vou ter de pelo menos esperar mais um ano por uma possível promoção que poderá nem acontecer.
E com isto, provavelmente adiarei novamente os meus planos. Que nada são mais do que isso mesmo, planos. Porque eu sou da opinião de que sim, devemos ter algo delineado para nós, mas também temos de nos conseguir adaptar ao que a vida nos dá. Por isso sim, são só planos.
E depois ponho-me a pensar na quantidade de planos que são adiados em virtude não de não promoções, mas do desemprego. Vidas adiadas. Adia-se a saída de casa dos pais. Adiam-se casamentos. Adiam-se filhos. Adia-se viver. Porque agora não dá, temos de esperar, temos de mudar prioridades.
E chateia-me perceber no nosso país não se pode fazer planos. Porque corremos o sério risco de não cumprir nada do que foi planeado. E passamos a vida a adiar a nossa própria vida.
Mesmo agora, no facebook
Pediu-me amizade um jovem cuja foto de perfil é ele de camisa preta aberta a mostrar os músculos do peito, e de óculos de sol.
Que maravilha. É de aceitar.
Que maravilha. É de aceitar.
Problemáticas de cabelos
Há pouco tempo comprei este shampoo:
O shampoo cheira bem, deixa o meu cabelo levezinho, solto, macio e com brilho. Até aí tudo muito bem.
O problema é que, lavando eu o cabelo dia sim, dia não, no dia não o meu cabelo está miserável. Oleoso, esquisito que só ele. Parece que não o lavo há uma semana.
Algum conselho? Posso sempre esperar que o shampoo acabe para trocar, mas é pena, tirando esse facto até gosto dele. Porque na verdade eu fico sempre com o cabelo meio oleoso no dia não, o problema é que utilizando este shampoo acho que ainda fica mais. O que eu realmente queria era um shampoo que protegesse a minha cor, mas que também prevenisse a oleosidade.
Quem tiver dicas, Bomboca fica desde já muito grata.
A Rihanna leva o conceito de madeixas californianas a um outro nível
Continuo a achar que é apenas azeiteirice, mas pronto, isto sou eu que não percebo nada de moda capilar e tendências.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Para além do óbvio, o que é que está errado nesta notícia?
Mãe e vizinho reformado condenados hoej por abuso sexual de crianças.
Para além do nojo, da repulsa, da vontade de arrancar cabeças, o que eu sinto é muita vergonha.
Vergonha por ter um país onde o abuso sexual de menores compensa, porque afinal a mãe e avó de uma das crianças vai passar 7 anos presa, e o velho vai passar 6. O que significam 7 e 6 anos para estas duas bestas? Muito pouco.
O que significaram 3 anos de abusos para estas crianças? Toda a vida delas. Estas pobres meninas vão ficar inevitavelmente marcadas para o resto da vida. A sua auto confiança foi destruída, a sua formação de personalidade completamente deformada. Eles, se for preciso, quando saírem ainda cometem mais crimes.
As meninas nunca vão conseguir esquecer o que passaram, nunca se vão sentir "normais".
Por isso tenho muita vergonha. Vergonha de uma sociedade pobre de espírito, que contém monstros que vendem os filhos e netos para abusos sexuais a troco de dinheiro, vergonha porque não temos leis e juízes que condenem estas bestas a nunca mais verem a luz do sol.
E estou triste pelas meninas. Nada que alguém possa dizer ou fazer as poderá curar desta barbaridade.
Desejo-lhes força, porque bem vão precisar dela.
Para além do nojo, da repulsa, da vontade de arrancar cabeças, o que eu sinto é muita vergonha.
Vergonha por ter um país onde o abuso sexual de menores compensa, porque afinal a mãe e avó de uma das crianças vai passar 7 anos presa, e o velho vai passar 6. O que significam 7 e 6 anos para estas duas bestas? Muito pouco.
O que significaram 3 anos de abusos para estas crianças? Toda a vida delas. Estas pobres meninas vão ficar inevitavelmente marcadas para o resto da vida. A sua auto confiança foi destruída, a sua formação de personalidade completamente deformada. Eles, se for preciso, quando saírem ainda cometem mais crimes.
As meninas nunca vão conseguir esquecer o que passaram, nunca se vão sentir "normais".
Por isso tenho muita vergonha. Vergonha de uma sociedade pobre de espírito, que contém monstros que vendem os filhos e netos para abusos sexuais a troco de dinheiro, vergonha porque não temos leis e juízes que condenem estas bestas a nunca mais verem a luz do sol.
E estou triste pelas meninas. Nada que alguém possa dizer ou fazer as poderá curar desta barbaridade.
Desejo-lhes força, porque bem vão precisar dela.
O politicamente correcto- pagamentos em restaurantes
Quando duas pessoas ou mais vão a um restaurante, normalmente existe o hábito de se dividir a conta a meias. Estou certa?
Pelo menos é o que o politicamente correcto impõe. Eu costumo fazer isso apenas se as refeições forem de valor semelhante, confesso. Podem chamar-me avarenta, mas se eu comer uma sopa e a outra pessoa comer uma cataplana de marisco, não vou dividir a meio. Não estou obviamente a falar de uma sobremesa ou um café, mas sim de diferenças muito relevantes.
Eu ajo assim. Mas conheço quem discuta as contas ao cêntimo. Passo a explicar: algumas pessoas, quando vão almoçar com outras, gostam de separar a conta ao ínfimo cêntimo. Se houve uma refeição de 9,90€ e a outra foi de 9,95€, a pessoa faz questão de pagar a sua, de 9,90€. Algumas chegam a dizer claramente que não vão pagar o que não comeram. Outras inventam desculpas e pagam à parte.
Concordo que não se deva pagar os exageros dos outros, como por exemplo vinhos caros quando eu nem sequer bebo vinho.
Também não gosto da atitude que algumas pessoas têm, quando sabem que a outra pessoa pediu uma refeição substancialmente mais barata do que a sua, e fazem questão de dividir a conta "para ser mais fácil", quando na verdade querem pagar menos do que aquilo que comeram.
Enfim, nem tanto ao mar, nem tanto à terra!
Pelo menos é o que o politicamente correcto impõe. Eu costumo fazer isso apenas se as refeições forem de valor semelhante, confesso. Podem chamar-me avarenta, mas se eu comer uma sopa e a outra pessoa comer uma cataplana de marisco, não vou dividir a meio. Não estou obviamente a falar de uma sobremesa ou um café, mas sim de diferenças muito relevantes.
Eu ajo assim. Mas conheço quem discuta as contas ao cêntimo. Passo a explicar: algumas pessoas, quando vão almoçar com outras, gostam de separar a conta ao ínfimo cêntimo. Se houve uma refeição de 9,90€ e a outra foi de 9,95€, a pessoa faz questão de pagar a sua, de 9,90€. Algumas chegam a dizer claramente que não vão pagar o que não comeram. Outras inventam desculpas e pagam à parte.
Concordo que não se deva pagar os exageros dos outros, como por exemplo vinhos caros quando eu nem sequer bebo vinho.
Também não gosto da atitude que algumas pessoas têm, quando sabem que a outra pessoa pediu uma refeição substancialmente mais barata do que a sua, e fazem questão de dividir a conta "para ser mais fácil", quando na verdade querem pagar menos do que aquilo que comeram.
Enfim, nem tanto ao mar, nem tanto à terra!
Generosidade alheia
Devido à minha experiência pessoal, admiti que tenho alguma dificuldade em aceitar de olhos fechados e consciência tranquila a generosidade alheia, vinda de pessoas que não conheço bem e não apresentam motivo óbvio para toda essa boa vontade. Efectivamente as atitudes aparentemente desinteressadas vindas de pessoas em relação às quais não temos grande confiança, a arretam muitas vezes segundas intenções. Hoje essa pessoa pode parecer que quer ajudar, mas amanhã poderá pedir algo que não seja para nós algo que façamos de ânimo leve, mas como já nos fizeram um favor, não podemos agora recusar.
A generosidade nem sempre é gratuita, e nos dias de hoje muito menos. Infelizmente, a amizade e as boas acções escasseiam. Neste mundo que cada vez mais é cada um por si, mesmo o mais simples gesto poderá ter uma agenda escondida.
Mas quando não possuem segundas intenções, esses gestos são capazes de nos deixar de boca aberta e coração nas mãos.
Palermices quotidianas
Na maior parte das vezes, não tenho paciência para seguir os grupos, as manadas. Poderá ser porque às vezes sou demasiado individualista, acredito. Mas aborrece-me a dinâmica de grupos muito grandes, o esperar por este, por aquele, o esperar para ter mesas, para sermos todos servidos... Palermices minhas, pronto.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Das pessoas conflituosas
Há pessoas que seja por que motivo for, arranjam sempre forma de discutir.
Há pessoas a quem não se pode dizer nada, porque elas interpretam como sendo uma falta de respeito, ou um ataque pessoal, quando na verdade não era nada disso que se pretendia dizer.
Há pessoas a quem uma divergência de opinião causa uma discussão sem fim, porque essas pessoas gostam é de pessoas que lhes digam "amén".
Eu tenho um problema muito grande. Este meu feitio tosco não me deixa dizer amén. Quando concordo, gosto de perceber porque concordo, não é concordar por concordar.
Se não concordo, aí a coisa muda de figura. Tento perceber qual é a parte que tem razão. Se for eu, nunca irei mudar de opinião. A diferença é que antes, eu tentava convencer as pessoas que estavam erradas, essas, as conflituosas. Agora não. Agora, dependendo da pessoa em causa e da situação, se vale ou não a pena o investimento, finjo ou não concordar. E quando finjo concordar, o mais ridículo é que a pessoa conflituosa fica ali a gabarolar-se, a encher o peito, não percebendo normalmente que o acordo não é genuíno, mas sim fruto de uma necessidade imposta.
Estas pessoas tiram-me fora do sério, porque para além de discutirem coisas que nem merecem ser discutidas, arranjam problemas e situações em tudo. Exemplo:
Eu combino hora e local com pessoa X. Eu apareço à hora marcada.
Pessoa X aparece 40m depois.
Digo a pessoa X que poderia ter avisado do atraso.
Pessoa X revolta-se e diz que não é irresponsável, e que eu tenho é de esperar, porque se não veio mais cedo é porque não pôde e para eu não a chatear que isto já começa muito mal.
Eu fecho os olhos, conto até 100, e penso que só poderia ter ficado mais um bocado a fazer outras coisas, porque apanhei uma seca de 40m sem necessidade.
Pessoa X fica toda contente e cheia de razão, afinal ela não tem culpa nenhuma do atraso.
Conheço algumas pessoas X. Todas têm em comum a desproporcionalidade com que lidam com as situações. Todas têm em comum o sentimento de que o mundo (ou seja, os outros), conspiram contra elas. Todas acham que se alguém disser alguma coisa, é delas que estamos a falar.
Pessoas X deste mundo: cresçam e apareçam. A terra gira à volta do sol, que eu saiba ainda não foram categorizadas como astros.
A paciência de qualquer um têm limites.
Há pessoas a quem não se pode dizer nada, porque elas interpretam como sendo uma falta de respeito, ou um ataque pessoal, quando na verdade não era nada disso que se pretendia dizer.
Há pessoas a quem uma divergência de opinião causa uma discussão sem fim, porque essas pessoas gostam é de pessoas que lhes digam "amén".
Eu tenho um problema muito grande. Este meu feitio tosco não me deixa dizer amén. Quando concordo, gosto de perceber porque concordo, não é concordar por concordar.
Se não concordo, aí a coisa muda de figura. Tento perceber qual é a parte que tem razão. Se for eu, nunca irei mudar de opinião. A diferença é que antes, eu tentava convencer as pessoas que estavam erradas, essas, as conflituosas. Agora não. Agora, dependendo da pessoa em causa e da situação, se vale ou não a pena o investimento, finjo ou não concordar. E quando finjo concordar, o mais ridículo é que a pessoa conflituosa fica ali a gabarolar-se, a encher o peito, não percebendo normalmente que o acordo não é genuíno, mas sim fruto de uma necessidade imposta.
Estas pessoas tiram-me fora do sério, porque para além de discutirem coisas que nem merecem ser discutidas, arranjam problemas e situações em tudo. Exemplo:
Eu combino hora e local com pessoa X. Eu apareço à hora marcada.
Pessoa X aparece 40m depois.
Digo a pessoa X que poderia ter avisado do atraso.
Pessoa X revolta-se e diz que não é irresponsável, e que eu tenho é de esperar, porque se não veio mais cedo é porque não pôde e para eu não a chatear que isto já começa muito mal.
Eu fecho os olhos, conto até 100, e penso que só poderia ter ficado mais um bocado a fazer outras coisas, porque apanhei uma seca de 40m sem necessidade.
Pessoa X fica toda contente e cheia de razão, afinal ela não tem culpa nenhuma do atraso.
Conheço algumas pessoas X. Todas têm em comum a desproporcionalidade com que lidam com as situações. Todas têm em comum o sentimento de que o mundo (ou seja, os outros), conspiram contra elas. Todas acham que se alguém disser alguma coisa, é delas que estamos a falar.
Pessoas X deste mundo: cresçam e apareçam. A terra gira à volta do sol, que eu saiba ainda não foram categorizadas como astros.
A paciência de qualquer um têm limites.
Diz que o meu Benfica perdeu
Não me surpreendeu. Já sabia que ia perder.
A moral de todos estava em baixo, ninguém tinha muita confiança para este jogo, e a verdade é que mesmo que tivessemos ganho, também não era isso que ia salvar a época.
Por isso, perdido por 100, perdido por 1000.
Resta saber se teremos força para nos levantarmos já na próxima época e ganhar em vez de sermos espectadores da festa dos outros.
A moral de todos estava em baixo, ninguém tinha muita confiança para este jogo, e a verdade é que mesmo que tivessemos ganho, também não era isso que ia salvar a época.
Por isso, perdido por 100, perdido por 1000.
Resta saber se teremos força para nos levantarmos já na próxima época e ganhar em vez de sermos espectadores da festa dos outros.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Mais um segredo
Li hoje este segredo.
Não sei se me choca, se fico triste pela rapariga, pelo bebé que se forma...
Sinceramente tenho uma opinião polémica sobre estes assuntos, creio que se não existem condições para ter a criança, como aparentemente não, então não se deve tê-la. A pobre criança irá sofrer porque possivelmente terá um ou dois pais negligentes, será criada aos bocejos, será sempre a "culpa" da mãe não ter seguido os estudos, quando esse argumento der jeito numa discussão, será sempre "a cara do pai" quando a relação entre os dois for péssima, e isto é mais vincado se o pai for uma besta, será sempre a criança que nasceu fora de tempo, a criança que está a mais.
Acreditem, eu sei.
Porque tê-los, não é difícil. Difícil é cuidar de crianças, dar-lhes um lar, uma família, amor.
Efectivamente pô-los no mundo e a criança que cresça e pronto, sem pais presentes, sem um sentido de família, é fácil... Isso eu sei o que é, e não recomendo.
A minha mãe teve-me aos 17 anos. Pai, não tive.
Mãe, extremamente ausente.
Sentido de união de família, quase zero.
Vão por mim. Nestas situações, é preferível abortar.
Não sei se me choca, se fico triste pela rapariga, pelo bebé que se forma...
Sinceramente tenho uma opinião polémica sobre estes assuntos, creio que se não existem condições para ter a criança, como aparentemente não, então não se deve tê-la. A pobre criança irá sofrer porque possivelmente terá um ou dois pais negligentes, será criada aos bocejos, será sempre a "culpa" da mãe não ter seguido os estudos, quando esse argumento der jeito numa discussão, será sempre "a cara do pai" quando a relação entre os dois for péssima, e isto é mais vincado se o pai for uma besta, será sempre a criança que nasceu fora de tempo, a criança que está a mais.
Acreditem, eu sei.
Porque tê-los, não é difícil. Difícil é cuidar de crianças, dar-lhes um lar, uma família, amor.
Efectivamente pô-los no mundo e a criança que cresça e pronto, sem pais presentes, sem um sentido de família, é fácil... Isso eu sei o que é, e não recomendo.
A minha mãe teve-me aos 17 anos. Pai, não tive.
Mãe, extremamente ausente.
Sentido de união de família, quase zero.
Vão por mim. Nestas situações, é preferível abortar.
Ainda no metro
Bem, como já disse, eu só ando de metro 3 meses por ano, por isso não experiencio esta realidade todos os dias. Mas hoje, nesta realidade enlatada que o metro me apresenta, uns puros que já deviam ter idade para ter juízo, resolvem brindar os passageiros com as suas péssimas escolhas musicais. E as pessoas que os aturem. E se alguém disser alguma coisa, sujeita-se a ouvir respostas tortas.
O dialogo desses mesmos jovens é o seguinte:
"- Vais ter com ela?
- Vou, no fim‑de‑semana, à praia.
- Mas namoras?
- Não, o que eu quero é comê-la."
Lovely.
O dialogo desses mesmos jovens é o seguinte:
"- Vais ter com ela?
- Vou, no fim‑de‑semana, à praia.
- Mas namoras?
- Não, o que eu quero é comê-la."
Lovely.
A realidade do metro de manhã
Hoje, como tenho de ir a um sítio em trabalho antes de ir para onde estou a trabalhar, resolvi apanhar o metro, que me deixa no centro da cidade sem complicações de trânsito e estacionamento. Ora, o metro quando chega à minha paragem já está cheio. E diga-se que essa paragem é perto da paragem inicial. Este fenómeno é explicado de duas formas: primeiro, as pessoas viajam mais de transportes públicos porque não têm dinheiro para andar de carro todos os dias. Confere. Depois, e essa é a parte estúpida, porque a metro do Porto nem sempre disponibiliza veículos com duas composições. As pessoas vão enlatadas, quais sardinhas, e outras nem chegam a entrar porque o metro está lotado. Isto às 8h da manhã.
A partir de Junho começo a ir de metro todos os dias, porque vou trabalhar para um local especifico onde posso dispensar ir de carro. Este ano estou para ver como vai ser.
Enquanto os transportes públicos de passageiros não se adaptarem à realidade das pessoas e lhes proporcionar um transporte de qualidade, pontual e confortável, as pessoas, sempre que possível, vão continuar a preferir ir de carro. E a verdade é que os transportes estão cada vez mais caros.
A partir de Junho começo a ir de metro todos os dias, porque vou trabalhar para um local especifico onde posso dispensar ir de carro. Este ano estou para ver como vai ser.
Enquanto os transportes públicos de passageiros não se adaptarem à realidade das pessoas e lhes proporcionar um transporte de qualidade, pontual e confortável, as pessoas, sempre que possível, vão continuar a preferir ir de carro. E a verdade é que os transportes estão cada vez mais caros.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Jorge Sampaio diz eleições antecipadas não são um cenário mortal
Não caríssimo, não são. Mas a meu ver, são um desperdício enorme de tempo, de recursos, etc.
Ok, é para tirar de lá estes e por o Segurinho? Sério?
Aquele que há meses não dá inputs válidos para a política nacional, apenas apregoa aos quatro ventos que está pronto para o poleiro, que é melhor que o outro porque sim, e quer muito muito o novo tachinho?
Mas alguém que não seja filiado no PS acredita que aquele gajo tem capacidade para fazer seja o que for por Portugal?
....
....
Anyone?
Ok, é para tirar de lá estes e por o Segurinho? Sério?
Aquele que há meses não dá inputs válidos para a política nacional, apenas apregoa aos quatro ventos que está pronto para o poleiro, que é melhor que o outro porque sim, e quer muito muito o novo tachinho?
Mas alguém que não seja filiado no PS acredita que aquele gajo tem capacidade para fazer seja o que for por Portugal?
....
....
Anyone?
Preciso
De um blazer camel bom, com um corte bonito e não muito caro.
Alguém sabe onde posso encontrar tal espécime?
Alguém sabe onde posso encontrar tal espécime?
Hoje, numa rua movimentada perto de si
Ela ajeitava o cabelo, que parecia estar perfeito mas ainda não o suficiente. Ele olhava-a pelo retrovisor.
Ela punha o batom.
Os carros continuavam parados. Não havia forma de o trânsito andar.
Ela pôs então os óculos de sol. A rapariga do Destak continuava a distribuir jornais e quase todos os carros iam aceitando. A polícia, a cerca de 300 metros impunha respeito pelo que não atendi o meu telemóvel que entretanto tocava.
Continuei a olhar para ela. Era gira de facto. Devia estar nos seus 30 e poucos. Ele também. Até que algo de inesperado aconteceu. Ele saiu do carro e assim sem mais nem menos, bateu no vidro dela. Não ouvi o que ele disse, mas pareceu-me que lhe pediu o número de telemóvel, porque ela digitou qualquer coisa no telemóvel que ele lhe passou para a mão. Os carros começavam a andar, mas ninguém apitou. Todos esperámos que ele entrasse e seguimos com as nossas vidas.
Mas quem, como eu assistiu, certamente seguiu com um sorriso nos lábios.
Eu pelo menos sei que sim.
Ela punha o batom.
Os carros continuavam parados. Não havia forma de o trânsito andar.
Ela pôs então os óculos de sol. A rapariga do Destak continuava a distribuir jornais e quase todos os carros iam aceitando. A polícia, a cerca de 300 metros impunha respeito pelo que não atendi o meu telemóvel que entretanto tocava.
Continuei a olhar para ela. Era gira de facto. Devia estar nos seus 30 e poucos. Ele também. Até que algo de inesperado aconteceu. Ele saiu do carro e assim sem mais nem menos, bateu no vidro dela. Não ouvi o que ele disse, mas pareceu-me que lhe pediu o número de telemóvel, porque ela digitou qualquer coisa no telemóvel que ele lhe passou para a mão. Os carros começavam a andar, mas ninguém apitou. Todos esperámos que ele entrasse e seguimos com as nossas vidas.
Mas quem, como eu assistiu, certamente seguiu com um sorriso nos lábios.
Eu pelo menos sei que sim.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Assim é o meu amor
O meu amor é o que me faz o jantar quando eu chego tarde, mesmo ele não gostando de cozinhar.
O meu amor não me deixa ganhar facilmente precisamente porque eu tenho mau perder e tenho de melhorar este feitio.
O meu amor massaja-me os pés quando me doem, e olhem que acontece bastantes vezes que estes meus pés não prestam para nada.
O meu amor aconchega-me na cama todos os dias, sorri-me quando eu chego a casa e aguenta as minhas parvoíces.
Por estas e por outras, sei que é amor.
O meu amor não me deixa ganhar facilmente precisamente porque eu tenho mau perder e tenho de melhorar este feitio.
O meu amor massaja-me os pés quando me doem, e olhem que acontece bastantes vezes que estes meus pés não prestam para nada.
O meu amor aconchega-me na cama todos os dias, sorri-me quando eu chego a casa e aguenta as minhas parvoíces.
Por estas e por outras, sei que é amor.
Uma coisa que me mete tanto mas tanto nojo
São aquelas pessoas que vão à casa de banho, lavam os dentes, mas depois não limpam bem o lavatório e fica lá aquela mistela nojenta de pasta de dentes com restos de comida, e entretanto aquilo prega-se ao lavatório e só sai com um esfregão.
Enfim, isto para dizer que deveria existir uma multa qualquer para quem não limpasse os lavatórios depois de lavar os dentes, porque a pessoa que vai a seguir lavar as mãos, neste caso eu e outros como eu, nojentinhos, sofrem de nojentice aguda e tal visão provoca náuseas indiscritíveis.
Grrrr, ca nojo!
Enfim, isto para dizer que deveria existir uma multa qualquer para quem não limpasse os lavatórios depois de lavar os dentes, porque a pessoa que vai a seguir lavar as mãos, neste caso eu e outros como eu, nojentinhos, sofrem de nojentice aguda e tal visão provoca náuseas indiscritíveis.
Grrrr, ca nojo!
Não percebo porque raio é que me isto acontece sempre
Aqui na empresa há uma casa de banho feminina com 2 cubículos.
Quando lá vou, por norma, as casas de banho estão vazias. Mas sempre que preciso de... digamos, cagar, passado pouco tempo entra logo alguém e já não posso estar à vontade!
Mas é que é sempre!
Grrr!
Também vos acontece?
Quando lá vou, por norma, as casas de banho estão vazias. Mas sempre que preciso de... digamos, cagar, passado pouco tempo entra logo alguém e já não posso estar à vontade!
Mas é que é sempre!
Grrr!
Também vos acontece?
A minha capacidade indubitável para escolher filas em geral, e filas de trânsito em particular
Sou daquelas pessoas que nunca erra. Se há filas, a que eu escolho vai ser a que anda mais devagar. Mas é certinho! Essa fila até poderia estar a andar depressa, mas no momento em que lá chego, o universo conspira contra mim e subitamente, a mesma começa a andar a passo de caracol.
Esta situação acontece em todo o tipo de filas, mas com especial incidência nas do trânsito. É que é sempre. Depois lá ando eu, entre os carros, a passar para as filas que acredito andarem mais depressa, mas na verdade nunca acontece.
Será que isto é um dom? Um talento?
Tenho dúvidas.
Esta situação acontece em todo o tipo de filas, mas com especial incidência nas do trânsito. É que é sempre. Depois lá ando eu, entre os carros, a passar para as filas que acredito andarem mais depressa, mas na verdade nunca acontece.
Será que isto é um dom? Um talento?
Tenho dúvidas.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Isto hoje está a correr mesmo bem...
Depois do incidente com o carro, deixei cair o meu iPhone numa rua de paralelos, ficou com danos permanente na sua estrutura.
Éramos para ir sair, não fomos porque o patrão do Bomboco decidiu que hoje tinha de fazer uma reunião para dar na cabeça às pessoas. Logo hoje, que tinha conseguido safar-me mais cedo.
Enfim, um dia para esquecer.
Éramos para ir sair, não fomos porque o patrão do Bomboco decidiu que hoje tinha de fazer uma reunião para dar na cabeça às pessoas. Logo hoje, que tinha conseguido safar-me mais cedo.
Enfim, um dia para esquecer.
Bomboca na sua incursão pelo mundo da música... Pimba, vá
Por motivos profissionais, tenho de aprender variadas músicas que normalmente não ouviria.
Músicas dignas de bailes de aldeia, de junta de freguesia, com velhotes a dançar à volta do coreto.
Músicas que desconhecia a existência até há bem pouco tempo.
Mas agora que as ouço, que tenho de decorar a letra e os ritmos, chego a uma conclusão: a música pimba brasileira é bem pior do que a nossa. Pelo menos é mais badalhoca.
Músicas dignas de bailes de aldeia, de junta de freguesia, com velhotes a dançar à volta do coreto.
Músicas que desconhecia a existência até há bem pouco tempo.
Mas agora que as ouço, que tenho de decorar a letra e os ritmos, chego a uma conclusão: a música pimba brasileira é bem pior do que a nossa. Pelo menos é mais badalhoca.
Está visto que não dá
Hoje, resolvi sacar das meias de vidro para usar nos pés.
Estou aqui a morrer de frio porque tenho os pés frios. Há gente que aguenta o ano todo com estas meias. Eu nem pensar. Mesmo no Verão gosto do quentinho que as meias grossas me proporcionam.
Quis armar-me em esperta e agora tenho frio.
É para aprender!
Estou aqui a morrer de frio porque tenho os pés frios. Há gente que aguenta o ano todo com estas meias. Eu nem pensar. Mesmo no Verão gosto do quentinho que as meias grossas me proporcionam.
Quis armar-me em esperta e agora tenho frio.
É para aprender!
A ver se esta resulta
Vou fazer esta nova dieta.
A verdade é que ando inchada inchada, enfartada, algumas calças que me ficavam lindamente estão agora apertadas... E sinceramente não sei muito bem o que mudou na minha alimentação. Por isso, sinto que tenho de fazer alguma coisinha, senão daqui a pouco não tenho soupa que me sirva.
Sim, já tenho calças que não consigo apertar :\
A verdade é que ando inchada inchada, enfartada, algumas calças que me ficavam lindamente estão agora apertadas... E sinceramente não sei muito bem o que mudou na minha alimentação. Por isso, sinto que tenho de fazer alguma coisinha, senão daqui a pouco não tenho soupa que me sirva.
Sim, já tenho calças que não consigo apertar :\
Dos acontecimentos ridículos
Hoje de manhã, ao chegar à empresa onde estou, deparo-me com todos os lugares de estacionamento ocupados. Todos, com excepção de um, que estava impossibilitado porque uma besta quadrada resolveu ocupar dois lugares com o seu possante carro.
Coloco o meu carro ao lado de um outro, num sítio que não sendo lugar de estacionamento, não incomodava absolutamente ninguém. Veio o porteiro, todo incomodado, porque eu não podia por ali o carro. Disse-lhe que ali não estava a incomodar ninguém, e que a outra besta ocupou dois lugares. Diz-me o homem que não senhor, não posso deixar ali o carro e que o meu carro cabia perfeitamente no tal lugar (quando eu estava a ver perfeitamente que não). Não adianta discutir. O senhor porteiro decide que não posso deixar ali o carro, está decidido. Começo a fazer marcha atrás e o homem sempre atrás de mim. Até que sem querer sinto um baque. Bato num passeio alto (mais de 50cm) que não consegui ver através do espelho. Sua excelentíssima alteza, o porteiro, não me avisa de nada, apenas deixou acontecer. Saio do carro, felizmente só tem uma pequena mazela no pára-choques. Senhor porteiro volta a insistir para eu por no tal lugar. Ao que eu lhe respondo já irritada, que não quero bater novamente com o carro, e para ele se preocupar com quem estaciona em dois lugares, em vez de se preocupar com as pessoas que estacionam em sítios onde não incomodam ninguém.
Saio, e estaciono o carro no cú de Judas.
Entro, e porteiro fita-me com um ar de vitória espelhado na face.
E é isto.
Coloco o meu carro ao lado de um outro, num sítio que não sendo lugar de estacionamento, não incomodava absolutamente ninguém. Veio o porteiro, todo incomodado, porque eu não podia por ali o carro. Disse-lhe que ali não estava a incomodar ninguém, e que a outra besta ocupou dois lugares. Diz-me o homem que não senhor, não posso deixar ali o carro e que o meu carro cabia perfeitamente no tal lugar (quando eu estava a ver perfeitamente que não). Não adianta discutir. O senhor porteiro decide que não posso deixar ali o carro, está decidido. Começo a fazer marcha atrás e o homem sempre atrás de mim. Até que sem querer sinto um baque. Bato num passeio alto (mais de 50cm) que não consegui ver através do espelho. Sua excelentíssima alteza, o porteiro, não me avisa de nada, apenas deixou acontecer. Saio do carro, felizmente só tem uma pequena mazela no pára-choques. Senhor porteiro volta a insistir para eu por no tal lugar. Ao que eu lhe respondo já irritada, que não quero bater novamente com o carro, e para ele se preocupar com quem estaciona em dois lugares, em vez de se preocupar com as pessoas que estacionam em sítios onde não incomodam ninguém.
Saio, e estaciono o carro no cú de Judas.
Entro, e porteiro fita-me com um ar de vitória espelhado na face.
E é isto.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
O que seria de mim!
Sem a ajuda da Activa sobre como manter o meu casamento.
Estava a ver que me ia perder, logo eu que ainda nem me casei. Porque não fazer também artigos sobre como lavar a loiça mais rápido, como varrer de forma mais eficiente, sei lá, tantas outras coisas que me ajudariam no dia a dia, e quem sou eu senhores, para contestar as vossas fórmulas mágicas de relacionamento!
Estava a ver que me ia perder, logo eu que ainda nem me casei. Porque não fazer também artigos sobre como lavar a loiça mais rápido, como varrer de forma mais eficiente, sei lá, tantas outras coisas que me ajudariam no dia a dia, e quem sou eu senhores, para contestar as vossas fórmulas mágicas de relacionamento!
Das injustiças
Descobrir que uma pessoa deu uma avaliação superior à minha a um colega que tem menos 3 anos de experiência do que eu. Bem sei que a idade não é um posto. Mas neste trabalho, a experiência conta.
E o meu colega até é boa pessoa. A questão é que a avaliação dele prende-se mais com o facto de "ele ser cá da malta", e eu não.
Enfim.
E o meu colega até é boa pessoa. A questão é que a avaliação dele prende-se mais com o facto de "ele ser cá da malta", e eu não.
Enfim.
domingo, 19 de maio de 2013
Para piorar ainda mais as coisas
Amanhã é dia de trabalho. E de aturar os chatos dos meus coleguinhas rejubilando com a vitória do seu clube.
Considerações futebolísticas
Neste blog, é a última vez que se vai falar do campeonato este ano.
Assim sendo, começo por dizer que sou incapaz de dar os parabéns ao fcp porque efectivamente não considero que tenha sido a melhor equipa a jogar futebol em Portugal. Podem acusar-me de mau perder, eu não me importo, tenho mau perder mesmo.Treinador medíocre, futebol pouco vistoso, jogos ganhos sem grande convicção, sem se saber muito bem como (tal e qual no caso do jogo contra o Benfica no Dragão, cuja vitória foi conseguida através de 2 lances de pura sorte), prestação ridícula nas competições europeias. Jogos cruciais com arbitragens no mínimo dúbidas (lembro-me assim muito de repente do jogo na Madeira contra o Nacional e do jogo de hoje que foi completamente escandaloso). Jogadores do Paços amedrontados e sem a "garra" que os caracterizou noutros jogos.
O Benfica jogou mais e melhor. Mas teve azar. Muito.
Azar no jogo contra o fcp e sobretudo no jogo contra o Chelsea.
Merecíamos ter ganho uma grande competição este ano e não ganhámos. Mas não vivemos de vitórias morais. Não vivemos de quases. Vivemos de factos e de títulos. E a verdade é que este ano não ganhámos nada. Não tenho nada contra Jesus, mas as coisas não têm corrido bem. Parece que vai renovar.
Vamos ver como será para o ano.
Assim sendo, começo por dizer que sou incapaz de dar os parabéns ao fcp porque efectivamente não considero que tenha sido a melhor equipa a jogar futebol em Portugal. Podem acusar-me de mau perder, eu não me importo, tenho mau perder mesmo.Treinador medíocre, futebol pouco vistoso, jogos ganhos sem grande convicção, sem se saber muito bem como (tal e qual no caso do jogo contra o Benfica no Dragão, cuja vitória foi conseguida através de 2 lances de pura sorte), prestação ridícula nas competições europeias. Jogos cruciais com arbitragens no mínimo dúbidas (lembro-me assim muito de repente do jogo na Madeira contra o Nacional e do jogo de hoje que foi completamente escandaloso). Jogadores do Paços amedrontados e sem a "garra" que os caracterizou noutros jogos.
O Benfica jogou mais e melhor. Mas teve azar. Muito.
Azar no jogo contra o fcp e sobretudo no jogo contra o Chelsea.
Merecíamos ter ganho uma grande competição este ano e não ganhámos. Mas não vivemos de vitórias morais. Não vivemos de quases. Vivemos de factos e de títulos. E a verdade é que este ano não ganhámos nada. Não tenho nada contra Jesus, mas as coisas não têm corrido bem. Parece que vai renovar.
Vamos ver como será para o ano.
sábado, 18 de maio de 2013
Ódio até morrer
Tenho ao fcp. Só agora, no espaço de 5m, é a terceira vez que ouço um anormal de um responsável do fcp a dizer que está muito contente que o Benfica tenha vindo a ter a oportunidade de participar nas festas do fcp.
Que ódio. Hei-de morrer a destilar veneno por este clube.
Que ódio. Hei-de morrer a destilar veneno por este clube.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Sócrates prepara-se para um novo tacho, e não, não estou a falar de tachos inox
Mas sim deste.
Diz que vai para comissário europeu pelo PS. Que maravilha. O gamanço em Portugal realmente compensa, mas gamanço à grande, que nós se é para fazer, então ao menos que seja tudo à grande.
Diz que vai para comissário europeu pelo PS. Que maravilha. O gamanço em Portugal realmente compensa, mas gamanço à grande, que nós se é para fazer, então ao menos que seja tudo à grande.
Os homens e o seu talento indubitável para o futebol
Os homens, quando vão jogar futebol com os seus comparsas, acham sempre que são uns craques da bola. Que ninguém joga melhor do que eles. Que são uns Cristianos Ronaldo em potência.
E então se a equipa pela qual costumam jogar perde, num dia em que eles não foram? Ui, certamente foi a sua ausência que permitiu tal catástrofe.
São uns gabarolas, é o que é.
E então se a equipa pela qual costumam jogar perde, num dia em que eles não foram? Ui, certamente foi a sua ausência que permitiu tal catástrofe.
São uns gabarolas, é o que é.
Cenas que para mim estão perto de serem uma catástrofe
Deixei de ver à venda halls de laranja. Só encontro halls citrinos, e se é verdade que o hall de limão é bom, o mesmo não se pode dizer do de lima. Caramba, eu queria os antiguinhos halls de laranja, pode ser?
Adopção por casais homossexuais
Começo já por dizer que sou a favor da adopção por casais homossexuais. E não, nunca irei mudar de opinião, digam o que disserem, ouça eu todos os especialistas do mundo.
Para mim, a questão é muito simples e resume-se a isto: os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que os casais heterossexuais. As pessoas andam com quem quiserem. Não há estudos científicos que provam que os casais homossexuais têm "menos amor" para dar, do que os heterossexuais. Existem demasiadas crianças institucionalizadas, que precisam de um lar.
Qual é realmente a dúvida? Porque eu ainda não cheguei lá.
Infelizmente, grande parte das pessoas que eu conheço da minha geração, são contra. Porque dizem que vão influenciar as criancinhas a tornarem-se homossexuais. Porque dizem que os putos vão sofrer muito na escola. Porque patati patata (a partir de determinado momento deixo de ouvir e começo a pensar na minha cama e no quanto ela é confortável, por isso os argumentos andam muito à volta disto).
Para o primeiro argumento, tenho a dizer que, espante-se, os homossexuais nascem de casais heterossexuais, e, à partida, tiveram uma educação "normal". Coisa estranha, hein? Os comportamentos homossexuais existem desde que existimos, o pessoal sempre gostou de variar, pronto, por isso não entendo este tipo de argumento.
Depois, os putos são gozados na escola. Ora bem, quem já andou na escola sabe isto, mas eu vou relembrar: TODOS os putos são gozados na escola, por um motivo ou outro. Isso nunca vai mudar.
Mais vale ser gozado por ter dois pais, do que por não ter nenhum, como no meu caso.
Mas não, algumas pessoas mantêm a opinião de que é melhor as criancinhas continuarem nas casas pias deste país, serem abusadas, não terem um lar, e sabe-se lá que mais.
Um dia vamos evoluir. Por isso é que a votação de hoje no parlamento é apenas o começo.
Para mim, a questão é muito simples e resume-se a isto: os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que os casais heterossexuais. As pessoas andam com quem quiserem. Não há estudos científicos que provam que os casais homossexuais têm "menos amor" para dar, do que os heterossexuais. Existem demasiadas crianças institucionalizadas, que precisam de um lar.
Qual é realmente a dúvida? Porque eu ainda não cheguei lá.
Infelizmente, grande parte das pessoas que eu conheço da minha geração, são contra. Porque dizem que vão influenciar as criancinhas a tornarem-se homossexuais. Porque dizem que os putos vão sofrer muito na escola. Porque patati patata (a partir de determinado momento deixo de ouvir e começo a pensar na minha cama e no quanto ela é confortável, por isso os argumentos andam muito à volta disto).
Para o primeiro argumento, tenho a dizer que, espante-se, os homossexuais nascem de casais heterossexuais, e, à partida, tiveram uma educação "normal". Coisa estranha, hein? Os comportamentos homossexuais existem desde que existimos, o pessoal sempre gostou de variar, pronto, por isso não entendo este tipo de argumento.
Depois, os putos são gozados na escola. Ora bem, quem já andou na escola sabe isto, mas eu vou relembrar: TODOS os putos são gozados na escola, por um motivo ou outro. Isso nunca vai mudar.
Mais vale ser gozado por ter dois pais, do que por não ter nenhum, como no meu caso.
Mas não, algumas pessoas mantêm a opinião de que é melhor as criancinhas continuarem nas casas pias deste país, serem abusadas, não terem um lar, e sabe-se lá que mais.
Um dia vamos evoluir. Por isso é que a votação de hoje no parlamento é apenas o começo.
Cenas de um casamento- os fotógrafos
Ao início, eu pensava que ia conseguir arranjar um bom fotógrafo, com álbum e vídeo incluído, por cerca de 1.000€. Primeiro erro. Eles são bem mais caros do que isso.
No entanto, como nem eu nem Bomboco somos minimamente ávidos de tirar fotografias, sabíamos que não queríamos aqueles fotógrafos chatos, que nos mandam constantemente fazer poses, por o braço mais para ali, a cabeça inclinada, etc. Queríamos algo mais simples, espontâneo, mais nosso.
E por isso acabámos por fazer uma selecção dos fotógrafos que demonstravam isso mesmo no respectivo portfólio. Acontece que esses são precisamente os mais caros.
Adiante. Também não sabia eu que as reuniões com eles eram coisa para durar entre 2h a 3h. A ver fotos. A ver vídeos. E eu, cansada, com uma vontade de fechar os olhos. Bomboco foi a imensas, eu só fui a duas.
Neste momento estamos indecisos entre dois fotógrafos. Num, o vídeo dá 15 a zero ao outro, enquanto que no outro, as fotos são melhores.
Quem diria que escolher um fotógrafo seria mais difícil do que escolher a quinta?
No entanto, como nem eu nem Bomboco somos minimamente ávidos de tirar fotografias, sabíamos que não queríamos aqueles fotógrafos chatos, que nos mandam constantemente fazer poses, por o braço mais para ali, a cabeça inclinada, etc. Queríamos algo mais simples, espontâneo, mais nosso.
E por isso acabámos por fazer uma selecção dos fotógrafos que demonstravam isso mesmo no respectivo portfólio. Acontece que esses são precisamente os mais caros.
Adiante. Também não sabia eu que as reuniões com eles eram coisa para durar entre 2h a 3h. A ver fotos. A ver vídeos. E eu, cansada, com uma vontade de fechar os olhos. Bomboco foi a imensas, eu só fui a duas.
Neste momento estamos indecisos entre dois fotógrafos. Num, o vídeo dá 15 a zero ao outro, enquanto que no outro, as fotos são melhores.
Quem diria que escolher um fotógrafo seria mais difícil do que escolher a quinta?
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Expliquem-me só para eu perceber
Então quando vocês colocam qualquer coisa no Facebook, e depois vão colocar um like na vossa publicação, isso é exactamente para quê?
Para enfatizar que gostam do que disseram? Para mostrar que são capazes de uma auto-avaliação isenta onde ponderam se devem ou não gostar das vossas próprias publicações?
É que eu ainda não entendi.
Grata.
Para enfatizar que gostam do que disseram? Para mostrar que são capazes de uma auto-avaliação isenta onde ponderam se devem ou não gostar das vossas próprias publicações?
É que eu ainda não entendi.
Grata.
Agora está na moda
Gostar de bandinhas alternativas tipo Natiruts, Gogol Bordello (estes últimos tive a infelicidade de ver e foi o pior concerto da minha vida, só gritos, não percebi uma palavra do que diziam, enfim, acho que o Quim Barreiros canta melhor), e outras que tais.
Não estou aqui a fazer juízos de valor sobre se as bandas em questão são boas ou más.
Mas agora é moda, qualquer coisa meio alternativa que apareça, a populaça faz questão de evidenciar no Facebook o quanto a banda é especial, a inspiração das músicas etc, toda a gente gosta do mesmo, porque agora é cool.
Eu continuarei a gostar das coisas pela minha cabeça, independentemente de estarem ou não na moda.
Não estou aqui a fazer juízos de valor sobre se as bandas em questão são boas ou más.
Mas agora é moda, qualquer coisa meio alternativa que apareça, a populaça faz questão de evidenciar no Facebook o quanto a banda é especial, a inspiração das músicas etc, toda a gente gosta do mesmo, porque agora é cool.
Eu continuarei a gostar das coisas pela minha cabeça, independentemente de estarem ou não na moda.
As desvantagens, sim, porque as há, de ter uma prateleira generosa
Sabem aquelas camisas com um leigeiro decote? Gosto muito, aquelas que não têm botões até acima.
Acontece que não posso usar disso. E porquê, porque se eu não apertar a camisa até acima, pareço uma lambisgóia a querer mostrar os atributos, porque efectivamente, quando se tem uma prateleira avultada, mesmo que o decote seja pequeno já parece um exagero, por isso os decotes têm de ser usados com muita moderação.
Enfim, não se pode ter tudo.
Acontece que não posso usar disso. E porquê, porque se eu não apertar a camisa até acima, pareço uma lambisgóia a querer mostrar os atributos, porque efectivamente, quando se tem uma prateleira avultada, mesmo que o decote seja pequeno já parece um exagero, por isso os decotes têm de ser usados com muita moderação.
Enfim, não se pode ter tudo.
Jorge Jesus, atenta no seguinte
Eu até simpatizo contigo. A sério que sim. Defendo-te muitas vezes quando dizem que és arrogante, quando eu acho que és apenas bronco.
Acho que és bom treinador. Juro.
Mas sabes, as vitórias morais nunca fizeram nada por ninguém. Repara que estiveste quase para ser campeão, quase para vencer a Liga Europa, e olha, foi-se, não é? E ninguém é mais feliz por uma vitória moral. Percebe que isso não nos interessa, que o Benfica desta época tinha de ganhar, pelo menos, uma grande competição, sendo que não vai ganhar nenhuma. Não vamos aqui ser inocentes. Ninguém acredita realmente que o Paços vai ganhar ou empatar com o Porto, pois não JJ? Bem me parecia.
Vou-te dar um exemplo da vida real JJ: Eu posso ser muito boa, toda a gente me reconher competência e os clientes podem gostar muito de mim. Mas se não conseguir fechar negócios, não há competência que me valha. Porque é o meu trabalho. O teu, é por a equipa a ganhar.
Uma vez que não consegues isso há 3 anos, será que já existe evidência suficiente para ser registada uma imparidade de activos?
Acho que és bom treinador. Juro.
Mas sabes, as vitórias morais nunca fizeram nada por ninguém. Repara que estiveste quase para ser campeão, quase para vencer a Liga Europa, e olha, foi-se, não é? E ninguém é mais feliz por uma vitória moral. Percebe que isso não nos interessa, que o Benfica desta época tinha de ganhar, pelo menos, uma grande competição, sendo que não vai ganhar nenhuma. Não vamos aqui ser inocentes. Ninguém acredita realmente que o Paços vai ganhar ou empatar com o Porto, pois não JJ? Bem me parecia.
Vou-te dar um exemplo da vida real JJ: Eu posso ser muito boa, toda a gente me reconher competência e os clientes podem gostar muito de mim. Mas se não conseguir fechar negócios, não há competência que me valha. Porque é o meu trabalho. O teu, é por a equipa a ganhar.
Uma vez que não consegues isso há 3 anos, será que já existe evidência suficiente para ser registada uma imparidade de activos?
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Estou que nem posso
Nem me digam nada. Estou aqui triste triste parece que sei lá.
É muito mau. Até chorei.
Alguém que me acorde deste pesadelo, sim?
Grata.
É muito mau. Até chorei.
Alguém que me acorde deste pesadelo, sim?
Grata.
Quando fazemos questões que para nós não são óbvias
Mas para os nossos superiores são... Não consigo deixar de me sentir assim um bocado grande para o pequenina.
Se Jorge Jesus fosse uma Bomboca
Saberia que hoje temos irremediavelmente de ganhar.
Saberia que os benfiquistas até são capazes de lhe perdoar o jogo de sábado se ganharmos hoje. Que o que se passou no passado sábado foi uma facada directamente no nosso coração, muito mais do que a época dos 5-0 ou do campeonato ganho no nosso estádio com direito a festival de luzes apagadas e rega. Porque esta época fomos muito grandes, muito maiores do que todos os outros e por isso merecemos ganhar, no mínimo, um grande título.
Porque vencer está no ADN dos benfiquistas, mesmo que outros clubes tentem menosprezar os nossos feitos apenas porque ocorreram num passado não muito recente.
Porra, aconteça o que acontecer, hoje merecemos sorrir no final.
Saberia que os benfiquistas até são capazes de lhe perdoar o jogo de sábado se ganharmos hoje. Que o que se passou no passado sábado foi uma facada directamente no nosso coração, muito mais do que a época dos 5-0 ou do campeonato ganho no nosso estádio com direito a festival de luzes apagadas e rega. Porque esta época fomos muito grandes, muito maiores do que todos os outros e por isso merecemos ganhar, no mínimo, um grande título.
Porque vencer está no ADN dos benfiquistas, mesmo que outros clubes tentem menosprezar os nossos feitos apenas porque ocorreram num passado não muito recente.
Porra, aconteça o que acontecer, hoje merecemos sorrir no final.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Do que os outros querem
Ontem ficou bem patente, que ninguém da minha família quer que eu tenha filhos nos próximos tempos.
Resta saber o que é que eu e Bomboco queremos.
Resta saber o que é que eu e Bomboco queremos.
A poblemática do oferecer
Sou uma pessoa que gosta de oferecer. Quando posso, em ocasiões especiais, tento oferecer às pessoas algo que sei que elas gostam e lhes faz falta.
Não quer dizer que seja algo caro ou barato, não julgo as coisas dessa forma, mas sim pela utilidade que podem representar para a pessoa, bem como o simbolismo.
Minha mãe, é uma pessoa de gostos muito high end. Gosta de perfumes, roupa e pouco mais.
Oferecer-lhe um livro não é boa ideia, a menos que a temática seja de muito interesse para ela. Ora, acontece que por ocasião do seu aniversário, decidimos juntar-nos todos e oferecer-lhe algo que acreditamos que lhe trará novas dimensões, visto que ela própria também estava sempre a referir que lhe fazia falta ter uma conta de email, algo para ver filmes, etc.
Então, a minha ideia foi de lhe oferecermos um computador portátil. Arranjei um usado a muito bom preço e bom estado, e assim o fizemos. Senhora minha mãe diz que lhe agradou a prenda, mas ficou na mesma com ar de carneiro mal morto. Perguntámos se não tinha gostado. Dizia que sim, muito, e que tem de aprender a mexer com a maquineta.
O problema da minha mãe e de algumas pessoas, é que não demonstram satisfaçam quando os outros lhes oferecem algo. E isso entristece-me um pouco, eu que sou tão entusiasta para oferecer, gosto quando as pessoas exprimem esse mesmo entusiasmo. Ela não.
Acho que só ficaria realmente satisfeita com uma embalagem de 1000 ml do perfume Angel.
Mas tenho pena quando estas coisas acontecem, porque quem deu e pensou em tudo com tanto carinho, sai inevitavelmente com uma sensação de desconsolo.
Não quer dizer que seja algo caro ou barato, não julgo as coisas dessa forma, mas sim pela utilidade que podem representar para a pessoa, bem como o simbolismo.
Minha mãe, é uma pessoa de gostos muito high end. Gosta de perfumes, roupa e pouco mais.
Oferecer-lhe um livro não é boa ideia, a menos que a temática seja de muito interesse para ela. Ora, acontece que por ocasião do seu aniversário, decidimos juntar-nos todos e oferecer-lhe algo que acreditamos que lhe trará novas dimensões, visto que ela própria também estava sempre a referir que lhe fazia falta ter uma conta de email, algo para ver filmes, etc.
Então, a minha ideia foi de lhe oferecermos um computador portátil. Arranjei um usado a muito bom preço e bom estado, e assim o fizemos. Senhora minha mãe diz que lhe agradou a prenda, mas ficou na mesma com ar de carneiro mal morto. Perguntámos se não tinha gostado. Dizia que sim, muito, e que tem de aprender a mexer com a maquineta.
O problema da minha mãe e de algumas pessoas, é que não demonstram satisfaçam quando os outros lhes oferecem algo. E isso entristece-me um pouco, eu que sou tão entusiasta para oferecer, gosto quando as pessoas exprimem esse mesmo entusiasmo. Ela não.
Acho que só ficaria realmente satisfeita com uma embalagem de 1000 ml do perfume Angel.
Mas tenho pena quando estas coisas acontecem, porque quem deu e pensou em tudo com tanto carinho, sai inevitavelmente com uma sensação de desconsolo.
Soporífero violento
Ontem à noite tive de enfardar 2 zirtecs para ver se acalmava das alergias.
Vantegem: realmente acalmei, sinto-me muito melhor do que ontem.
Desvantagem: estou aqui que pareço um zombie, doem-me os olhos apenas por estarem abertos.
É caso para dizer agora que o meu mal é sono!
Vantegem: realmente acalmei, sinto-me muito melhor do que ontem.
Desvantagem: estou aqui que pareço um zombie, doem-me os olhos apenas por estarem abertos.
É caso para dizer agora que o meu mal é sono!
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Pós bebés
Ao ler este post pus-me a pensar sobre o motivo pelo qual algumas mulheres, quando são mães, perdem um pouco da sua identidade.
Eu não sou ainda mãe, espero vir a sê-lo, mas acho sinceramente que a questão de nos arranjarmos nada tem a ver com ter ou não filhos. Espero não estar a cuspir para o ar, mas desde que me comecei a interessar por mim própria e a ter autoconfiança, sempre me arranjei. Passei por fases, claro, como toda a gente. Já exagerei na maquilhagem, já usei cores desadequadas ao meu tom de pele, enfim. Mas nunca me passou pela cabeça sair para um encontro com amigos, completamente desarranjada e desprovida de cuidados.
Acho que quem não gosta de se arranjar, não o fará, tenha ou não filhos.
Conheço várias pessoas que não têm qualquer gosto no mínimo cuidado com elas próprias, nem sequer arranjam o buço e as sobrancelhas, não fazem questão de lavar o cabelo quando este está para lá de oleoso... Anyway, não apreciam cuidar da própria beleza.
E acredito que esses comportamentos não se alteram por serem mães. Tal como não acredito ou não quero acreditar, que quem sempre se arranjou minimamente passe a deixar de o fazer.
Eu não sou ainda mãe, espero vir a sê-lo, mas acho sinceramente que a questão de nos arranjarmos nada tem a ver com ter ou não filhos. Espero não estar a cuspir para o ar, mas desde que me comecei a interessar por mim própria e a ter autoconfiança, sempre me arranjei. Passei por fases, claro, como toda a gente. Já exagerei na maquilhagem, já usei cores desadequadas ao meu tom de pele, enfim. Mas nunca me passou pela cabeça sair para um encontro com amigos, completamente desarranjada e desprovida de cuidados.
Acho que quem não gosta de se arranjar, não o fará, tenha ou não filhos.
Conheço várias pessoas que não têm qualquer gosto no mínimo cuidado com elas próprias, nem sequer arranjam o buço e as sobrancelhas, não fazem questão de lavar o cabelo quando este está para lá de oleoso... Anyway, não apreciam cuidar da própria beleza.
E acredito que esses comportamentos não se alteram por serem mães. Tal como não acredito ou não quero acreditar, que quem sempre se arranjou minimamente passe a deixar de o fazer.
Às vezes penso porque é que não nasci portista
Era mais simples, sofria menos, sentava-me à sombra da bananeira a apreciar vitórias em campeonatos que se ganham sem se saber exactamente como, deixem lá isso do jogar bem que é um pormenor, andava sempre de papo cheio e sem ter de aturar ninguém a aborrecer-me.
Mas depois desço à terra e percebo que isto do amor não se escolhe, gosta-se e pronto, é completamente irracional e não há nada a fazer.
Mas depois desço à terra e percebo que isto do amor não se escolhe, gosta-se e pronto, é completamente irracional e não há nada a fazer.
Coisa mais linda a merda da Primavera
Fiz 60km de carro logo de manhã, toda a viagem a espirrar, sem parar um minuto nas boxes, e com receio de me enfaixar num rail.
E eu aqui sem poder tomar drogas que ainda adormeço em frente ao excel e depois vai-se a ver e o Pib ainda desce por minha causa.
E eu aqui sem poder tomar drogas que ainda adormeço em frente ao excel e depois vai-se a ver e o Pib ainda desce por minha causa.
domingo, 12 de maio de 2013
A minha mãe não me manda mensagens a perguntar se estou melhor do pé
Mas manda-me mensagens a foder a cabeça porque o fcp ganhou ao Benfica.
Lovely.
Lovely.
Paralelismos entre o futebol e a vida académica
O fcp de Vítor Pereira faz-me lembrar aquele aluno medíocre de média de 10/11, que vai sempre aos exames com esperança de copiar o possível para passar, e acaba sempre por se safar por uma décima.
O Benfica de Jesus faz-me lembrar aqueles alunos que toda a gente sabe que são bons, médias de 18, mas depois chegam ao dia do exame e têm uma congestão e passam o exame a vomitar na casa de banho.
(Sim, já me aconteceu, mais do que uma vez...)
O Benfica de Jesus faz-me lembrar aqueles alunos que toda a gente sabe que são bons, médias de 18, mas depois chegam ao dia do exame e têm uma congestão e passam o exame a vomitar na casa de banho.
(Sim, já me aconteceu, mais do que uma vez...)
Entrevista com Vítor Pereira
Bomboca está sempre muito à frente dos acontecimentos e por isso ontem procurou obter uma entrevista exclusiva com o treinador do fcp, Vítor Pereira.
Vítor acedeu ao pedido de Bomboca, talvez aliciado pela possibilidade de obter um desses tão famosos doces no fim da entrevista.
Bomboca: Vítor Pereira, parabéns pela vitória frente ao Nacional da Madeira. Realmente andou uma semana a chorar pelas arbitragens, compensou, não é verdade?
Vítor Pereira: Sim Bomboca, eu sou uma pessoa que aprecia um pouco de choraminguisse, como o Benfica foi beneficiado pela arbitragem, eu simplesmente pedi o mesmo tratamento, porque sabe como é, quem não chora não mama.
Bomboca: E assim, conseguiu ganhar ontem ao Benfica, no último minuto... Parabéns pela sua vitória, mas acreditava nela desde o início, apesar de os seus jogadores terem jogado o jogo todo a passo?
Vítor Pereira: Repare Bomboca, o nosso modelo de jogo implica precisamente uma lentidão patente, a ideia é mesmo essa, não jogar nada, jogar futebol desinteressante e feio, e acabar por marcar os golos sem saber exactamente como, é essa a essência do meu futebol.
Bomboca: Muito bem. Mas diga-me, há poucas semanas disse que este campeonato é "sujinho sujinho". Pensa o mesmo agora, quando tudo indica que o fcp irá sagrar-se campeão?
Vítor Pereira: Claramente que não Bomboca. Agora penso que o campeonato é limpinho limpinho, como aquele fulano que mostrava o algodão branco depois de limpar uma bancada. O campeonato só seria sujo se o Benfica o vencesse.
Bomboca: Compreendo. O que espera para o jogo da próxima jornada com o Paços de Ferreira?
Vítor Pereira: Espero que o Paços de Ferreira jogue o futebol a que nos tem habituado nos jogos contra o fcp, ou seja, que não defenda e nos deixe marcar todos os golos que quisermos, e não ataque.
Bomboca: Acha que os jogadores do Paços irão de alguma forma ser aliciados durante esta semana, pelos responsáveis do fcp, para que realmente "tirem o pé do acelerador" no jogo contra a sua equipa?
Vítor Pereira: Repare, o Sr. Pinto da Costa é um grande apreciador do mobiliário Pacense, ele tem muitas propriedades que necessitam de ser renovadas, quem sabe se não podemos dar um empurrãozinho à economia de Paços de Ferreira.
Bomboca: Gostaria de deixar alguma mensagem ao Benfica, uma vez que irão representar Portugal nas competições europeias na próxima quarta-feira?
Vítor Pereira: Com certeza. Gostaria de dizer ao Benfica que somos todos do Chelsea desde pequeninos, são da nossa cor, e o Sr. Pinto da Costa tem muito conhecimento sobre a zona vermelha de Amesterdão, e está sempre disposto a empregar o seu conhecimento ao serviço do bem.
Bomboca: Obrigada Sr. Vítor Pereira. Já agora, desejo que mande um pé contra uma esquina de um móvel.
Vítor Pereira: Obrigada eu Bomboca.
Vítor acedeu ao pedido de Bomboca, talvez aliciado pela possibilidade de obter um desses tão famosos doces no fim da entrevista.
Bomboca: Vítor Pereira, parabéns pela vitória frente ao Nacional da Madeira. Realmente andou uma semana a chorar pelas arbitragens, compensou, não é verdade?
Vítor Pereira: Sim Bomboca, eu sou uma pessoa que aprecia um pouco de choraminguisse, como o Benfica foi beneficiado pela arbitragem, eu simplesmente pedi o mesmo tratamento, porque sabe como é, quem não chora não mama.
Bomboca: E assim, conseguiu ganhar ontem ao Benfica, no último minuto... Parabéns pela sua vitória, mas acreditava nela desde o início, apesar de os seus jogadores terem jogado o jogo todo a passo?
Vítor Pereira: Repare Bomboca, o nosso modelo de jogo implica precisamente uma lentidão patente, a ideia é mesmo essa, não jogar nada, jogar futebol desinteressante e feio, e acabar por marcar os golos sem saber exactamente como, é essa a essência do meu futebol.
Bomboca: Muito bem. Mas diga-me, há poucas semanas disse que este campeonato é "sujinho sujinho". Pensa o mesmo agora, quando tudo indica que o fcp irá sagrar-se campeão?
Vítor Pereira: Claramente que não Bomboca. Agora penso que o campeonato é limpinho limpinho, como aquele fulano que mostrava o algodão branco depois de limpar uma bancada. O campeonato só seria sujo se o Benfica o vencesse.
Bomboca: Compreendo. O que espera para o jogo da próxima jornada com o Paços de Ferreira?
Vítor Pereira: Espero que o Paços de Ferreira jogue o futebol a que nos tem habituado nos jogos contra o fcp, ou seja, que não defenda e nos deixe marcar todos os golos que quisermos, e não ataque.
Bomboca: Acha que os jogadores do Paços irão de alguma forma ser aliciados durante esta semana, pelos responsáveis do fcp, para que realmente "tirem o pé do acelerador" no jogo contra a sua equipa?
Vítor Pereira: Repare, o Sr. Pinto da Costa é um grande apreciador do mobiliário Pacense, ele tem muitas propriedades que necessitam de ser renovadas, quem sabe se não podemos dar um empurrãozinho à economia de Paços de Ferreira.
Bomboca: Gostaria de deixar alguma mensagem ao Benfica, uma vez que irão representar Portugal nas competições europeias na próxima quarta-feira?
Vítor Pereira: Com certeza. Gostaria de dizer ao Benfica que somos todos do Chelsea desde pequeninos, são da nossa cor, e o Sr. Pinto da Costa tem muito conhecimento sobre a zona vermelha de Amesterdão, e está sempre disposto a empregar o seu conhecimento ao serviço do bem.
Bomboca: Obrigada Sr. Vítor Pereira. Já agora, desejo que mande um pé contra uma esquina de um móvel.
Vítor Pereira: Obrigada eu Bomboca.
Queria ter um buraquinho para me enfiar e não voltar a ver a luz do sol por uns momentos
Alguém sabe onde posso encontrar semelhante?
sábado, 11 de maio de 2013
A hipocrisia é uma coisa que me chateia um bocadinho grande
Há tempos umas pessoas apontaram-me críticas pelas costas, pessoas que eu, até ver, considerava amigas.
Não aceitei as críticas de bom grado por vários motivos, quer por não as considerar válidas, quer pelo facto de tais terem sido feitas nas minhas costas, de forma a "meter veneno".
Engraçado perceber que agora, as pessoas que me acusavam de alguns comportamentos, são as primeiras a tê-los.
Não aceitei as críticas de bom grado por vários motivos, quer por não as considerar válidas, quer pelo facto de tais terem sido feitas nas minhas costas, de forma a "meter veneno".
Engraçado perceber que agora, as pessoas que me acusavam de alguns comportamentos, são as primeiras a tê-los.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Um vómito ou uma nota de 5€
Por cada vez que ouço "houveram", e era mais magra e/ou mais rica.
Grrrr!
Grrrr!
Mezinhas caseiras/ bruxarias/ truques para aliviar as dores nos pés
Desde quarte-feira, sem que eu ainda tivesse percebido porquê, estou cheia de dores num pé.
Sobretudo de lado, e na planta do pé.
Não fiz desporto, o calçado que usei é o mesmo de sempre, acho que não dei nenhum jeito ao pé... Sinceramente não sei o que se passa.
Costumo ter estas dores quando ando muito, ou estou muito tempo de pé, e costumam passar depois de uma noite de descanso (tenho o pé plano, completamente raso).
Não fiz nenhuma dessas coisas e as dores não passaram após duas semanas.
Acho que é qualquer coisa nos tendões, não sei é o quê?
Alguém sabe o que se passa e como posso curar?
Já vos aconteceu?
Sobretudo de lado, e na planta do pé.
Não fiz desporto, o calçado que usei é o mesmo de sempre, acho que não dei nenhum jeito ao pé... Sinceramente não sei o que se passa.
Costumo ter estas dores quando ando muito, ou estou muito tempo de pé, e costumam passar depois de uma noite de descanso (tenho o pé plano, completamente raso).
Não fiz nenhuma dessas coisas e as dores não passaram após duas semanas.
Acho que é qualquer coisa nos tendões, não sei é o quê?
Alguém sabe o que se passa e como posso curar?
Já vos aconteceu?
A primeira vez
Dizem que há uma primeira vez para tudo.
Mas não pensei que fosse passar por esta primeira vez. Ontem à noite, por causa duma estupidez, eu e Bomboco dormimos pela primeira vez desde que moramos juntos, e estando na mesma casa, separados. Eu dormi no sofá.
Nenhum quis engolir o orgulho e assim se passou.
E detestei. Estou hoje triste e impotente.
Espero que não se passe nunca mais,
Mas não pensei que fosse passar por esta primeira vez. Ontem à noite, por causa duma estupidez, eu e Bomboco dormimos pela primeira vez desde que moramos juntos, e estando na mesma casa, separados. Eu dormi no sofá.
Nenhum quis engolir o orgulho e assim se passou.
E detestei. Estou hoje triste e impotente.
Espero que não se passe nunca mais,
quarta-feira, 8 de maio de 2013
O problema das covers
O Tolan falou aqui sobre o cover que os Deolinda fizeram da música In Bloom dos Nirvana.
A meu ver, a cover não foi bem sucedida na medida em que retirou à canção a alma da mesma. Muitas covers recentes que tenho ouvido, limitam-se a transformar grandes clássicos do rock em música de elevador.
Porquê, senhores? A música não estava muito bem sossegadinha? A sério, ouvir fulanas com voz abagaçada a cantar Sweet Child O'Mine dá-me a volta à tripa.
Há coisas em que não se pode mexer. Só estraga.
A meu ver, a cover não foi bem sucedida na medida em que retirou à canção a alma da mesma. Muitas covers recentes que tenho ouvido, limitam-se a transformar grandes clássicos do rock em música de elevador.
Porquê, senhores? A música não estava muito bem sossegadinha? A sério, ouvir fulanas com voz abagaçada a cantar Sweet Child O'Mine dá-me a volta à tripa.
Há coisas em que não se pode mexer. Só estraga.
Ainda estou para perceber como é que nascem os filhos da puta como aqueles cabrões que raptaram as miúdas durante 10 anos
E nem imagino o que terão passado.
Como é que bebés queridos e fofinhos se transformam nestes vermes que não merecem nada a não ser um cubículo 5m2 sem luz e sem água potável.
A sério. Não consigo racionalizar este tipo de temas.
Mexe-me com os nervos.
Como é que bebés queridos e fofinhos se transformam nestes vermes que não merecem nada a não ser um cubículo 5m2 sem luz e sem água potável.
A sério. Não consigo racionalizar este tipo de temas.
Mexe-me com os nervos.
Diga Bom dia, com ou sem Mocambo
Lembram-se do anúncio?
Fez furor nos anos 90.
A questão é que nem toda a gente leva esta regra como um princípio fundamental. Hoje, dizer "Bom dia", já não é uma cortesia, as pessoas pura e simplesmente não o fazem, mesmo quando estão em situações em que o deveriam fazer.
Dou o exemplo: numa empresa onde vou com frequência, existe uma funcionária na recepção. Essa senhora está sempre com uma cara de frete gigantesca, com um mau humor notório, e mesmo quando lhe dizemos "Bom dia", a senhora ignora e finge que não ouviu.
Passado uns tempos, deixei de dizer. Não preciso de cumprimentar as paredes.
Como é que alguém assim se encontra na recepção, precisamente a receber as pessoas externas à empresa? Toda a gente fica com uma imagem muito positiva, certamente.
E depois penso que as pessoas não têm noção e não cuidam dos seus empregos, das empresas onde trabalham, não pensam que a má impressão que causam, irá irremediavelmente repercutir-se na imagem global da empresa pela qual dão a cara, e poderá mesmo levar à perda de clientes, sobretudo no atendimento directo ao público.
E o que fazem as empresas que perdem clientes? Já adivinharam?
Bom dia. É tão simples quanto isso. Não têm de fingir felicidade, mas educação nunca fez mal a ninguém.
Fez furor nos anos 90.
A questão é que nem toda a gente leva esta regra como um princípio fundamental. Hoje, dizer "Bom dia", já não é uma cortesia, as pessoas pura e simplesmente não o fazem, mesmo quando estão em situações em que o deveriam fazer.
Dou o exemplo: numa empresa onde vou com frequência, existe uma funcionária na recepção. Essa senhora está sempre com uma cara de frete gigantesca, com um mau humor notório, e mesmo quando lhe dizemos "Bom dia", a senhora ignora e finge que não ouviu.
Passado uns tempos, deixei de dizer. Não preciso de cumprimentar as paredes.
Como é que alguém assim se encontra na recepção, precisamente a receber as pessoas externas à empresa? Toda a gente fica com uma imagem muito positiva, certamente.
E depois penso que as pessoas não têm noção e não cuidam dos seus empregos, das empresas onde trabalham, não pensam que a má impressão que causam, irá irremediavelmente repercutir-se na imagem global da empresa pela qual dão a cara, e poderá mesmo levar à perda de clientes, sobretudo no atendimento directo ao público.
E o que fazem as empresas que perdem clientes? Já adivinharam?
Bom dia. É tão simples quanto isso. Não têm de fingir felicidade, mas educação nunca fez mal a ninguém.
terça-feira, 7 de maio de 2013
O nerd que há em nós
Tenho a teoria de que, em algum momento das nossas vidas, já todos fomos nerds.
A diferença é que alguns deixam de o ser, enquanto outros perpetuam esse estado de atadismo e nerdismo para toda a eternidade.
Esta minha teoria tem saído reforçada através de inquéritos, onde os entrevistados me relatam episódios do cúmulo da nerdice, como por exemplo a tentativa de impressionar a rapariga dos seus sonhos com o jogo de futebol mais avançado para a Sega Mega Drive, esse baluarte dos jogos electrónicos dos anos 90.
Nem comigo, que fui nerd, esse truque iria resultar.
Basicamente a minha nerdice consistiu, durante 5 anos da minha vida (entre os 10 e os 15 anos), em envergar um fato de treino em todas as ocasiões (com excepção de dois casamentos, em que me obrigaram a vestir outra coisa, mas como usei botas ortopédicas até muito tarde, qualquer coisa que vestisse com aquelas botas, parecia na mesma uma nerd). Eu tinha fatos de treino de todas as cores e feitios. Verdes, laranjas, azuis, you name it.
Acho que vesti umas calças de ganga pela primeira vez na idade adolescente, entre os meus 15/16 anos.
Para além da belíssima vestimenta que envergava, eu era extremamente tímida, e raramente alguém me ouvia o pio. Rapazes = Zero.
Na altura demonstrava enorme interesse nos computadores e naquela coisa estranha que estava a começar a ser divulgada, de nome Internet. Os meus divertimentos consistiam muitas vezes em ir para os computadores da escola, e passar textos no word (nerd, eu sei), até que o instrutor de informática nos deixasse jogar jogos de tiros.
Pergunto-me porque seria a única rapariga da sala...
Para além destes meus interesses muito diversificados, eu lia com grande motivação, todos os dias e de trás para a frente, os 3 principais jornais desportivos: A Bola, Record e O Jogo.
Também passava horas e horas a ouvir rádio. Sim, sentada, a ouvir e a decorar as músicas que passavam na rádio.
Como podem imaginar, tinha uma vida social para lá de activa (não tenho irmãos nem primos directos, nem qualquer familiar de idade similar à minha, pelo que sempre passei muito tempo sozinha).
Bem, enfim, sei que perto dos meus 16 anos a minha nerdice passou, acho que foi mais ou menos quando me comecei a interessar por rapazes.
E depois passei a vestir-me como toda a gente, e acho que agora abomino fatos de treino.
E vocês, tiveram episódios de nerdice, ou são a excepção que confirma a regra?
Contem-me tudo. Sei que não estou sozinha.
A diferença é que alguns deixam de o ser, enquanto outros perpetuam esse estado de atadismo e nerdismo para toda a eternidade.
Esta minha teoria tem saído reforçada através de inquéritos, onde os entrevistados me relatam episódios do cúmulo da nerdice, como por exemplo a tentativa de impressionar a rapariga dos seus sonhos com o jogo de futebol mais avançado para a Sega Mega Drive, esse baluarte dos jogos electrónicos dos anos 90.
Nem comigo, que fui nerd, esse truque iria resultar.
Basicamente a minha nerdice consistiu, durante 5 anos da minha vida (entre os 10 e os 15 anos), em envergar um fato de treino em todas as ocasiões (com excepção de dois casamentos, em que me obrigaram a vestir outra coisa, mas como usei botas ortopédicas até muito tarde, qualquer coisa que vestisse com aquelas botas, parecia na mesma uma nerd). Eu tinha fatos de treino de todas as cores e feitios. Verdes, laranjas, azuis, you name it.
Acho que vesti umas calças de ganga pela primeira vez na idade adolescente, entre os meus 15/16 anos.
Para além da belíssima vestimenta que envergava, eu era extremamente tímida, e raramente alguém me ouvia o pio. Rapazes = Zero.
Na altura demonstrava enorme interesse nos computadores e naquela coisa estranha que estava a começar a ser divulgada, de nome Internet. Os meus divertimentos consistiam muitas vezes em ir para os computadores da escola, e passar textos no word (nerd, eu sei), até que o instrutor de informática nos deixasse jogar jogos de tiros.
Pergunto-me porque seria a única rapariga da sala...
Para além destes meus interesses muito diversificados, eu lia com grande motivação, todos os dias e de trás para a frente, os 3 principais jornais desportivos: A Bola, Record e O Jogo.
Também passava horas e horas a ouvir rádio. Sim, sentada, a ouvir e a decorar as músicas que passavam na rádio.
Como podem imaginar, tinha uma vida social para lá de activa (não tenho irmãos nem primos directos, nem qualquer familiar de idade similar à minha, pelo que sempre passei muito tempo sozinha).
Bem, enfim, sei que perto dos meus 16 anos a minha nerdice passou, acho que foi mais ou menos quando me comecei a interessar por rapazes.
E depois passei a vestir-me como toda a gente, e acho que agora abomino fatos de treino.
E vocês, tiveram episódios de nerdice, ou são a excepção que confirma a regra?
Contem-me tudo. Sei que não estou sozinha.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Sabem aqueles dias em que tudo, mas mesmo tudo corre mal?
Hoje é um deles.
O empate (derrota) do Benfica é apenas a cereja no topo de bolo de merda que foi o meu dia de hoje.
E ainda por cima nasceu-me uma borbulha horrorosa e daquelas que doem a pacotes.
O empate (derrota) do Benfica é apenas a cereja no topo de bolo de merda que foi o meu dia de hoje.
E ainda por cima nasceu-me uma borbulha horrorosa e daquelas que doem a pacotes.
5 Pessoas vieram ter ao meu blog através de uma pesquisa pela expressão "Que não são carne"
Não tenho mais nada a dizer.
Continuem a vir aqui amigos, que Bomboca não é carne.
Continuem a vir aqui amigos, que Bomboca não é carne.
Coisas que me irritam- Gente sem sentido de humor
Há pessoas que independentemente do que façam, não conseguem ter sentido de humor.
Simplesmente não se riem, não acham piada a nada.
Eu devo ser das pessoas com o riso mais fácil que existe. Admito que me rio facilmente, de expressões ou piadas inteligentes, ou então daquelas tão mas tão estúpidas que têm mesmo piada.
Ora eu conheço algumas pessoas há anos, que nunca ouvi soltarem uma gargalhada. E pior, depois de alguém dizer alguma coisa com piada, ainda são capazes de dizer "não percebo onde é que está a piada".
Arre.
O Rui Veloso diz que não se ama alguém que não ouve a mesma canção. Eu a isso adiciono, que não se ri das mesmas coisas.
Sinceramente, considero que um dos grandes pontos em comum de um casal tem de ser o humor. E nisso Bomboco e eu somos bem parecidos. Rimo-nos das mesmas coisas parvas.
Vejam este vídeo, e eu juro que nós chorámos a vê-lo:
Sim, são cabras. Gritam como pessoas.
Quem não se rir é um ovo podre!
Simplesmente não se riem, não acham piada a nada.
Eu devo ser das pessoas com o riso mais fácil que existe. Admito que me rio facilmente, de expressões ou piadas inteligentes, ou então daquelas tão mas tão estúpidas que têm mesmo piada.
Ora eu conheço algumas pessoas há anos, que nunca ouvi soltarem uma gargalhada. E pior, depois de alguém dizer alguma coisa com piada, ainda são capazes de dizer "não percebo onde é que está a piada".
Arre.
O Rui Veloso diz que não se ama alguém que não ouve a mesma canção. Eu a isso adiciono, que não se ri das mesmas coisas.
Sinceramente, considero que um dos grandes pontos em comum de um casal tem de ser o humor. E nisso Bomboco e eu somos bem parecidos. Rimo-nos das mesmas coisas parvas.
Vejam este vídeo, e eu juro que nós chorámos a vê-lo:
Sim, são cabras. Gritam como pessoas.
Quem não se rir é um ovo podre!
Marlon, a queima das fitas e a inexorabilidade do tempo
O Marlon era um jovem estudante finalista de desporto, que tinha a vida toda pela frente até ser brutalmente assassinado.
Um acto de cobardia extrema e desrespeito pelo ser humano.
Não podia estar mais indignada com este crime, que aconteceu na minha cidade, na minha academia, onde o espírito de diversão, convívio e amizade sempre reinou. É minha opinião que as medidas de segurança destes recintos necessitam de ser repensadas.
Se a queima deveria ser ou não anulada depois deste trágico acontecimento? Não sei. Não consigo mesmo formular uma opinião. Há vários argumentos contra e outros a favor.
O que eu sei, é que toda uma comunidade se encontra de luto, e o espírito vivido é este ano, muito diferente dos anteriores. Fazem-se minutos de silêncio. Os artistas dedicam músicas e versos.
A consternação é geral.
Entretanto, com tudo isto, vejo hoje melhor que a queima das fitas já não me pertence. O tempo passou e não volta para mim. Já me sinto uma estranha naquele recinto, olho em meu redor e parecem-se todos tão mais novos... Mas depois raciocino e verifico que não, que eles são de facto novos mas já têm idade para estar ali. Eu é que já passei os anos de faculdade. Lembro-me do entusiasmo da semana académica, das noitadas, dos copos. Fiz tudo o que tinha direito. Sem exageros, claro está, que não sou pessoa dada à degradação individual.
Mas vejo-me agora numa fase da vida totalmente diferente. Já não quero copos. Chego à meia noite cheia de sono. Penso em casamento, em temas de decoração, em filhos. Sou diferente e isso nota-se.
Não quer isto dizer que nunca mais vá à queima. Nada disso. Acho que poderei ir, sempre que o cartaz assim o justifique. Mas nunca mais será igual.
Acabei o curso há 4 anos, mas até há 2 anos atrás, a queima das fitas continuava a fazer sentido para mim, nos mesmos moldes. No ano passado, já foi um pouco diferente.
Este ano, foi definitivamente o ano em que me apercebi que a única coisa que mudou, fui eu.
Um acto de cobardia extrema e desrespeito pelo ser humano.
Não podia estar mais indignada com este crime, que aconteceu na minha cidade, na minha academia, onde o espírito de diversão, convívio e amizade sempre reinou. É minha opinião que as medidas de segurança destes recintos necessitam de ser repensadas.
Se a queima deveria ser ou não anulada depois deste trágico acontecimento? Não sei. Não consigo mesmo formular uma opinião. Há vários argumentos contra e outros a favor.
O que eu sei, é que toda uma comunidade se encontra de luto, e o espírito vivido é este ano, muito diferente dos anteriores. Fazem-se minutos de silêncio. Os artistas dedicam músicas e versos.
A consternação é geral.
Entretanto, com tudo isto, vejo hoje melhor que a queima das fitas já não me pertence. O tempo passou e não volta para mim. Já me sinto uma estranha naquele recinto, olho em meu redor e parecem-se todos tão mais novos... Mas depois raciocino e verifico que não, que eles são de facto novos mas já têm idade para estar ali. Eu é que já passei os anos de faculdade. Lembro-me do entusiasmo da semana académica, das noitadas, dos copos. Fiz tudo o que tinha direito. Sem exageros, claro está, que não sou pessoa dada à degradação individual.
Mas vejo-me agora numa fase da vida totalmente diferente. Já não quero copos. Chego à meia noite cheia de sono. Penso em casamento, em temas de decoração, em filhos. Sou diferente e isso nota-se.
Não quer isto dizer que nunca mais vá à queima. Nada disso. Acho que poderei ir, sempre que o cartaz assim o justifique. Mas nunca mais será igual.
Acabei o curso há 4 anos, mas até há 2 anos atrás, a queima das fitas continuava a fazer sentido para mim, nos mesmos moldes. No ano passado, já foi um pouco diferente.
Este ano, foi definitivamente o ano em que me apercebi que a única coisa que mudou, fui eu.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
E o Pingo doce hein?
Grande estratégia de marketing. Ou fraude, vá, conforme preferirem.
Primeiro soltaram o boato que afinal iriam existir promoções grotescas como as do ano passado. Depois desmentiram tudo.
A verdade é que isso não impediu que as filas se formassem à porta dos Pingos Doce espalhados por este Portugal, que era precisamente o que eles queriam. E as pessoas, já que ali estavam e tinham de fazer umas comprinhas...
Esperteza saloia, hein?
Por estas e por outras a cadeia do sr. Jerónimo Martins não me apanha.
E porque eu nunca ando com dinheiro e às vezes quero comprar rebuçados e porque eles não vendem o meu shampoo, o creme que eu uso e a comida que o meu gato gosta.
Primeiro soltaram o boato que afinal iriam existir promoções grotescas como as do ano passado. Depois desmentiram tudo.
A verdade é que isso não impediu que as filas se formassem à porta dos Pingos Doce espalhados por este Portugal, que era precisamente o que eles queriam. E as pessoas, já que ali estavam e tinham de fazer umas comprinhas...
Esperteza saloia, hein?
Por estas e por outras a cadeia do sr. Jerónimo Martins não me apanha.
E porque eu nunca ando com dinheiro e às vezes quero comprar rebuçados e porque eles não vendem o meu shampoo, o creme que eu uso e a comida que o meu gato gosta.
Coisa mais irritantezinha
Aquelas pessoas que demoram imenso tempo para fazer tudo.
Sobretudo para sair, quando os outros estão com pressa. É vê-las a arrumar tudo muito devagarinho, afinal ainda querem tomar café e fazer um xixi, entretanto esqueceram-se de não sei o que e têm de voltar atrás.
Sempre.
Grrr.
Sobretudo para sair, quando os outros estão com pressa. É vê-las a arrumar tudo muito devagarinho, afinal ainda querem tomar café e fazer um xixi, entretanto esqueceram-se de não sei o que e têm de voltar atrás.
Sempre.
Grrr.
Questões deveras pertinentes ou então não
Queria saber onde arranjaram o meu email para me estarem sempre a enviar emails em diferentes línguas (espanhol, inglês, alemão...), sobre como ganhar muito dinheiro. Eu bem tento no euromilhões, mas ainda não consegui.
Queria também saber porque motivo o meu concessionário está constantemente a ligar-me para eu ir fazer a revisão ao meu carro, quando a fiz há 3 meses.
Não entendo igualmente o facto de algumas pessoas estarem completamente cegas de raiva e irem para o facebook insultar as outras só porque se colocou um post sobre a vitória do Benfica.
Queria também saber porque motivo o meu concessionário está constantemente a ligar-me para eu ir fazer a revisão ao meu carro, quando a fiz há 3 meses.
Não entendo igualmente o facto de algumas pessoas estarem completamente cegas de raiva e irem para o facebook insultar as outras só porque se colocou um post sobre a vitória do Benfica.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Aborrecimentos do quotidiano
Quando estão numa sentados a uma mesa, numa sala com mais pessoas, e a pessoa que está à vossa frente continuamente dá-vos pontapés e bate com os pés em vocês.
Grrrr.
Grrrr.
Gostar de ganhar
Eu gosto de ganhar. Sempre gostei. Perder, para mim, nem a feijões.
No entanto, não me considero má vencedora, nem que tenha péssimo perder (já fui bem pior).
Mas há pessoas que confundem o gostar de ganhar com arrogância, e que o humilde é aquele pobre coitadinho que perde sempre, que está caladinho e não esboça uma convicção. Isso não é ser humilde.
As pessoas tendem a confundir humildade com mosca-mortice.
Gostar de ganhar não é arrogância. É apenas admitir que, como toda a gente, não se gosta de perder.
No entanto, não me considero má vencedora, nem que tenha péssimo perder (já fui bem pior).
Mas há pessoas que confundem o gostar de ganhar com arrogância, e que o humilde é aquele pobre coitadinho que perde sempre, que está caladinho e não esboça uma convicção. Isso não é ser humilde.
As pessoas tendem a confundir humildade com mosca-mortice.
Gostar de ganhar não é arrogância. É apenas admitir que, como toda a gente, não se gosta de perder.
É nestas e outras coisas que me faz falta uma irmã
Queria ter companhia para ir comigo andar.
Bomboco sempre que pode vai, mas eu gostava de ir de manhã e aí ele não consegue.
Queria falar-lhe de algumas coisas da minha família que só ela entenderia, por ter passado pelo mesmo.
Enfim, não aconteceu. Por essas e por outras é que eu digo sempre que não quero ter filhos únicos.
PS- Nem sequer tenho primos directos, e os indirectos têm para mim uma enorme diferença de idades, e não vivem na minha cidade.
Bomboco sempre que pode vai, mas eu gostava de ir de manhã e aí ele não consegue.
Queria falar-lhe de algumas coisas da minha família que só ela entenderia, por ter passado pelo mesmo.
Enfim, não aconteceu. Por essas e por outras é que eu digo sempre que não quero ter filhos únicos.
PS- Nem sequer tenho primos directos, e os indirectos têm para mim uma enorme diferença de idades, e não vivem na minha cidade.
Ainda a temática dos filhos
Vi ontem no meu facebook pessoal, que uma miúda que trabalhou comigo, e deve estar agora com os seus 23 anos, está grávida do seu primeiro filho.
A miúda está desempregada e ainda vive em casa dos pais.
Não posso deixar de sentir um aperto no estomâgo. Não condeno a rapariga por querer ter filhos, nada disso. Mas se existe uma "altura certa", certamente essa não seria a altura certa para mim.
PS- e ando aqui eu cheia de coisas porque queria ter uma vida profissional mais desafogada para ter mais tempo, e queria primeiro casar-me, e fazer umas viagens, etc...
A miúda está desempregada e ainda vive em casa dos pais.
Não posso deixar de sentir um aperto no estomâgo. Não condeno a rapariga por querer ter filhos, nada disso. Mas se existe uma "altura certa", certamente essa não seria a altura certa para mim.
PS- e ando aqui eu cheia de coisas porque queria ter uma vida profissional mais desafogada para ter mais tempo, e queria primeiro casar-me, e fazer umas viagens, etc...
Das decisões irremediáveis
Há dias ligaram-me de uma empresa para a qual já trabalhei. A única onde verdadeiramente gostei de trabalhar.
A mesma empresa pela qual eu recusei uma oferta onde ganhava 300€ mais (burra, eu sei, nunca mais voltei a cometer esse tipo de estupidez). A mesma empresa que me prometeu sempre mundos e fundos, e quando o contrato acabou, não houve passagem aos quadros, houve antes um pontapé no rabo, sem direito a subsídio de desemprego, e mais promessas vãs. A mesma empresa que me propôs contratos de 3 meses. Sim, voltaram a ligar-me, para me propor um estágio profissional de um ano.
Como disse, foi o único sítio até agora, na minha curta carreira profissional, onde eu realmente gostava de estar e fazia algo de que gostava.
Mas isso não chega. São necessárias condições contratuais diferentes. Segurança. Que neste momento, apesar de tudo, sinto que tenho na empresa onde estou.
Portanto, recusei a possibilidade de voltar a trabalhar no que verdadeiramente gostava, sob pena de, daqui a um ano, ficar novamente com uma mão à frente e outra atrás. E já não tenho 23 anos.
Acho que realmente é mesmo verdade quando se diz que não se pode ter tudo.
Ps- estive a pesquisar, e atenção que estes novos estágios profissionais não dão direito a férias, subsídio de férias e subsídio de natal! É sempre uma opção para quem não tem emprego, mas para quem tem, acredito pouco que compense. Exploração com o aval do IEFP.
A mesma empresa pela qual eu recusei uma oferta onde ganhava 300€ mais (burra, eu sei, nunca mais voltei a cometer esse tipo de estupidez). A mesma empresa que me prometeu sempre mundos e fundos, e quando o contrato acabou, não houve passagem aos quadros, houve antes um pontapé no rabo, sem direito a subsídio de desemprego, e mais promessas vãs. A mesma empresa que me propôs contratos de 3 meses. Sim, voltaram a ligar-me, para me propor um estágio profissional de um ano.
Como disse, foi o único sítio até agora, na minha curta carreira profissional, onde eu realmente gostava de estar e fazia algo de que gostava.
Mas isso não chega. São necessárias condições contratuais diferentes. Segurança. Que neste momento, apesar de tudo, sinto que tenho na empresa onde estou.
Portanto, recusei a possibilidade de voltar a trabalhar no que verdadeiramente gostava, sob pena de, daqui a um ano, ficar novamente com uma mão à frente e outra atrás. E já não tenho 23 anos.
Acho que realmente é mesmo verdade quando se diz que não se pode ter tudo.
Ps- estive a pesquisar, e atenção que estes novos estágios profissionais não dão direito a férias, subsídio de férias e subsídio de natal! É sempre uma opção para quem não tem emprego, mas para quem tem, acredito pouco que compense. Exploração com o aval do IEFP.
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