domingo, 30 de setembro de 2012
A importância de um bom fato
Um fato quer-se aprumado e que assente que nem uma luva. Para que não tenhamos de sentir aquele desconforto de usar roupa formal, quando passamos grande parte dos nossos dias no trabalho.
Um fato quer-se quase como uma segunda pele, confortável, elegante e de qualidade.
Não deve ser demasiado justo (como não deve ser qualquer peça de roupa), sob pena de rasgar (quem não se lembra do incidente da Sofia Vergara...), ou de fazer a pessoa menos elegante do que o que na realidade é.
Também não deve ser largo em demasia, caso contrário transmite um aspecto desleixado e a pessoa fica desproporcional.
Por isso gosto dos fatos da Sacoor (os mais largos, não dos slim). Gosto dos da H&M.
Não gosto dos da Massimo Dutti, são cintados em demasia.
Antes de trabalhar no meu emprego actual, não me lembro de usar um fato. Não gostava. Pensava que me dava um ar de mulher muito mais velha. Agora não penso assim.
Com o fato certo, penso apenas que fico elegante.
Um fato quer-se quase como uma segunda pele, confortável, elegante e de qualidade.
Não deve ser demasiado justo (como não deve ser qualquer peça de roupa), sob pena de rasgar (quem não se lembra do incidente da Sofia Vergara...), ou de fazer a pessoa menos elegante do que o que na realidade é.
Também não deve ser largo em demasia, caso contrário transmite um aspecto desleixado e a pessoa fica desproporcional.
Por isso gosto dos fatos da Sacoor (os mais largos, não dos slim). Gosto dos da H&M.
Não gosto dos da Massimo Dutti, são cintados em demasia.
Antes de trabalhar no meu emprego actual, não me lembro de usar um fato. Não gostava. Pensava que me dava um ar de mulher muito mais velha. Agora não penso assim.
Com o fato certo, penso apenas que fico elegante.
Adenda ao post dos sindicatos
Não domino o mundo dos sindicatos. Sei que efectivamente já contribuíram para coisas muito importantes.
Mas o que escrevi deve-se à opinião que me foi passada por pessoas que conhecem a fundo o mundo sindical, que sabem do que falam.
E que os interesses dos sindicatos nem sempre são assim tão nobres.
Mas o que escrevi deve-se à opinião que me foi passada por pessoas que conhecem a fundo o mundo sindical, que sabem do que falam.
E que os interesses dos sindicatos nem sempre são assim tão nobres.
Homens que poderiam ser Bombocos de tão lindos que são- Alex Skarsgard
Não o conhecia antes de True Blood. Para além de bom actor... É aquilo que está à vista de toda a gente.
O fenómeno Fast-fashion visto por uma economista que por acaso também gosta de moda
Deixo-vos um excerto de um paper que fiz, juntamente com outra colega, para uma cadeira do meu anterior mestrado. Falamos do fenómeno fast-fashion, que democratizou a moda e mudou a indústria de forma determinante.
Tão ou mais importante que toda a fortíssima organização interna da empresa, a Zara introduziu um novo conceito na moda mundial: Fast Fashion
Este fenómeno é caracterizado pela rapidez e eficiência das cadeias de abastecimento, tornando os ciclos de vida dos produtos mais curtos, estimulando o consumidor a adquirir determinado produto agora. Mais detalhadamente, todo este processo é cuidadosamente estruturado. As equipas de designers trabalham no sentido de absorverem a inspiração através das tendências de rua, a procura de artigos por parte dos consumidores, e através dos desfiles de moda das grandes casas mundiais.
Posteriormente, a produção dos Key items é elaborada de forma rápida e eficiente, sendo que estas peças possuem, desejavelmente, uma qualidade superior à das peças básicas. Como a própria Zara referencia, o objectivo é passar a peça do papel até às lojas, em apenas duas semanas.
Esta estratégia baseia-se sobretudo no facto de os itens de grande consumo, ou, na gíria, os básicos, serem produzidos em regime de outsourcing em países como a Turquia, China, Indonésia e Índia. Em relação às peças de design acrescentado, essas, são produzidas em quantidades menores, e com rápida comercialização. É aí que reside o segredo do Fast Fashion.
Ao colocar à disposição dos clientes a moda que neste momento eles procuram, e em quantidades reduzidas, não apenas incute nos mesmos a curiosidade de visitarem regularmente as lojas em busca de novidades, mas sobretudo, o ímpeto de aquisição de determinada peça, visto que existe o perigo real, de, na próxima visita, a mesma já não se encontrar disponível. Por ano, a Zara produz cerca de 11000 peças distintas, número bem divergente dos 2000 a 4000 itens produzidos pelas suas concorrentes mais directas.
Como a Inditex é uma empresa integrada verticalmente (tema a explorar mais adiante), consegue dessa forma, reagir mais rapidamente às tendências de mercado. As duas semanas que a Zara necessita para colocar um key item nas suas lojas, são cerca de nove meses, quando nos referimos às suas rivais GAP e H&M.
Segundo Jeffrey Ballinger, investigador de Harvard e director do grupo mudança para a imprensa, é realmente inovador assistir a este modelo seguido pela Inditex. Contrariando todas as regras estabelecidas nas últimas décadas, na indústria de vestuário (contratar em regime de outsourcing toda a produção, e gastar exorbitantes quantias em publicidade), a Inditex tem feito precisamente o oposto. Não existem praticamente gastos em publicidade. As suas lojas, respectivas localizações e visual merchandising, são, por si só, toda a publicidade de que a empresa necessita.
Os bancos de investimento consideraram que esta estratégia não iria resultar, no entanto, a Inditex demonstrou que estavam errados, visto que, desta forma, existe maior controlo sobre a produção, vendas e gestão de stocks, afirma o director executivo da empresa, Jose Maria Castellano.
Outro dos segredos da empresa, é a reduzida quantidade de stocks de que dispõe. Efectivamente, todos os dias é elaboradora uma análise sobre a performance das peças. Essa análise, levada a cabo pelos directores de loja, é transmitida aos designers, para que estes possam mais rapidamente absorver as tendências do mercado, criando peças que vão de encontro aos desejos dos clientes.
Cores são alteradas, produtos são mantidos ou retirados de linha. Toda essa informação é transmitida e todas essas decisões são tomadas em questão de dias. Este tipo de gestão conduz a uma enorme redução de custos de stocks. Quando determinada peça não sobrevive no mercado, a mesma é retirada de linha rapidamente, não ocorrendo assim, o risco dos clientes não se identificarem com o produto, e o risco de se manterem em produção itens não comerciais. Através desta estratégia, os clientes têm um profundo impacto na criação das peças. Jose Maria Castellano chama a este fenómeno, democratização da moda.
Daniel Piette (director de moda da Louis Vuitton), vai mesmo mais longe e afirma que a Zara é “provavelmente a mais inovadora e devastadora cadeia de retalho de moda mundial”.
Este texto, tal como todos os outros do blog, tem direitos de autor.
A sua cópia é punível por lei.
Tão ou mais importante que toda a fortíssima organização interna da empresa, a Zara introduziu um novo conceito na moda mundial: Fast Fashion
Este fenómeno é caracterizado pela rapidez e eficiência das cadeias de abastecimento, tornando os ciclos de vida dos produtos mais curtos, estimulando o consumidor a adquirir determinado produto agora. Mais detalhadamente, todo este processo é cuidadosamente estruturado. As equipas de designers trabalham no sentido de absorverem a inspiração através das tendências de rua, a procura de artigos por parte dos consumidores, e através dos desfiles de moda das grandes casas mundiais.
Posteriormente, a produção dos Key items é elaborada de forma rápida e eficiente, sendo que estas peças possuem, desejavelmente, uma qualidade superior à das peças básicas. Como a própria Zara referencia, o objectivo é passar a peça do papel até às lojas, em apenas duas semanas.
Esta estratégia baseia-se sobretudo no facto de os itens de grande consumo, ou, na gíria, os básicos, serem produzidos em regime de outsourcing em países como a Turquia, China, Indonésia e Índia. Em relação às peças de design acrescentado, essas, são produzidas em quantidades menores, e com rápida comercialização. É aí que reside o segredo do Fast Fashion.
Ao colocar à disposição dos clientes a moda que neste momento eles procuram, e em quantidades reduzidas, não apenas incute nos mesmos a curiosidade de visitarem regularmente as lojas em busca de novidades, mas sobretudo, o ímpeto de aquisição de determinada peça, visto que existe o perigo real, de, na próxima visita, a mesma já não se encontrar disponível. Por ano, a Zara produz cerca de 11000 peças distintas, número bem divergente dos 2000 a 4000 itens produzidos pelas suas concorrentes mais directas.
Como a Inditex é uma empresa integrada verticalmente (tema a explorar mais adiante), consegue dessa forma, reagir mais rapidamente às tendências de mercado. As duas semanas que a Zara necessita para colocar um key item nas suas lojas, são cerca de nove meses, quando nos referimos às suas rivais GAP e H&M.
Segundo Jeffrey Ballinger, investigador de Harvard e director do grupo mudança para a imprensa, é realmente inovador assistir a este modelo seguido pela Inditex. Contrariando todas as regras estabelecidas nas últimas décadas, na indústria de vestuário (contratar em regime de outsourcing toda a produção, e gastar exorbitantes quantias em publicidade), a Inditex tem feito precisamente o oposto. Não existem praticamente gastos em publicidade. As suas lojas, respectivas localizações e visual merchandising, são, por si só, toda a publicidade de que a empresa necessita.
Os bancos de investimento consideraram que esta estratégia não iria resultar, no entanto, a Inditex demonstrou que estavam errados, visto que, desta forma, existe maior controlo sobre a produção, vendas e gestão de stocks, afirma o director executivo da empresa, Jose Maria Castellano.
Outro dos segredos da empresa, é a reduzida quantidade de stocks de que dispõe. Efectivamente, todos os dias é elaboradora uma análise sobre a performance das peças. Essa análise, levada a cabo pelos directores de loja, é transmitida aos designers, para que estes possam mais rapidamente absorver as tendências do mercado, criando peças que vão de encontro aos desejos dos clientes.
Cores são alteradas, produtos são mantidos ou retirados de linha. Toda essa informação é transmitida e todas essas decisões são tomadas em questão de dias. Este tipo de gestão conduz a uma enorme redução de custos de stocks. Quando determinada peça não sobrevive no mercado, a mesma é retirada de linha rapidamente, não ocorrendo assim, o risco dos clientes não se identificarem com o produto, e o risco de se manterem em produção itens não comerciais. Através desta estratégia, os clientes têm um profundo impacto na criação das peças. Jose Maria Castellano chama a este fenómeno, democratização da moda.
Daniel Piette (director de moda da Louis Vuitton), vai mesmo mais longe e afirma que a Zara é “provavelmente a mais inovadora e devastadora cadeia de retalho de moda mundial”.
Este texto, tal como todos os outros do blog, tem direitos de autor.
A sua cópia é punível por lei.
Dos sindicatos
Provavelmente vão atirar-me pedras depois deste post. Mas não importa, digo na mesma o que penso.
Para mim, os sindicatos são uma cambada de chulos. Exactamente, chulos.
Senão vejamos, os chulos não trabalham, vivem à custa de uma parcela dos rendimentos do trabalho de quem exploram, ou seja, as prostitutas. Tal e qual como os gajos dos sindicatos. Fazer alguma coisa não é para eles, limitam-se a viver à custa dos rendimentos descontados pelos associados. Ontem, não havia forma de ir à manifestação, tudo o que tem a ver com sindicatos, estou contra.
Eles continuam a viver à pala dos salários dos trabalhadores, os mesmos que afirmam defender mas tudo não passa de interesses instalados.
Chulos, é o que é.
Para mim, os sindicatos são uma cambada de chulos. Exactamente, chulos.
Senão vejamos, os chulos não trabalham, vivem à custa de uma parcela dos rendimentos do trabalho de quem exploram, ou seja, as prostitutas. Tal e qual como os gajos dos sindicatos. Fazer alguma coisa não é para eles, limitam-se a viver à custa dos rendimentos descontados pelos associados. Ontem, não havia forma de ir à manifestação, tudo o que tem a ver com sindicatos, estou contra.
Eles continuam a viver à pala dos salários dos trabalhadores, os mesmos que afirmam defender mas tudo não passa de interesses instalados.
Chulos, é o que é.
sábado, 29 de setembro de 2012
Aqui por casa...
Os homens sofrem com o empate do FC Porto, enquanto eu me regozijo.
Tem destas coisas, o futebol.
Tem destas coisas, o futebol.
Sobre o caminho para a felicidade
"Eu não sei, tenho de me inteirar desse dossier, mas se esse caminho tem buracos, é da responsabilidade da anterior autarquia."
Memórias da infância de Bomboca- Navegantes da Lua
Eu sou do tempo das Navegantes da Lua. Já não me lembro bem dos nomes delas, mas nas brincadeiras escolares eu era sempre a de Marte (a morena do lado esquerdo, com cabelo escuro e mau feitio), vá se lá saber porquê...
As meninas chateavam-se umas com as outras porque queriam todas ser a loira, a personagem principal. Eu achava-a uma histérica e que a de Marte tinha muito mais piada. A de Marte era irónica, a loira era aquela coitadinha e muito boazinha que mete nojo. Nunca gostei das raparigas coitadinhas, boazinhas e com ar de mosca morta que não parte um prato.
Vejo que, em 20 anos, nada mudou.
Música dos últimos dois dias- A Hard Day's Night, The Beatles
Esta é, definitivamente, a música dos meus últimos dois dias. Nas passadas 48h trabalhei cerca de 30h.
Arre que dói.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Não sei o que se passa comigo
Todos os dias acordo a morrer de sono.
E não me tenho deitado tarde.
Nos sonhos em que corro, subo escadas, etc., acordo cansadíssima. Como se tivesse, de facto, feito tudo aquilo. É pena que não perca, durante o sono, as calorias que estão associadas a tais exercícios.
E não me tenho deitado tarde.
Nos sonhos em que corro, subo escadas, etc., acordo cansadíssima. Como se tivesse, de facto, feito tudo aquilo. É pena que não perca, durante o sono, as calorias que estão associadas a tais exercícios.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Gostava de
Conhecer pessoas novas no mestrado, gente simpática, interessante e com os horizontes abertos.
Música do dia- Single Ladies, Beyoncé
Adoro a Beyoncé. Acho-a linda e com uma voz fenomenal.
Esta música é muito boa, estive com ela todo o dia na cabeça, e é uma coisa que muitas vezes me apraz dizer...
Espelho meu, espelho meu...
"Haverá alguém mais bela do que eu?" Perguntam as meninas olhando-se ao espelho. As meninas de que vos falo, aquelas cuja superficialidade não as deixa ver para além do vidro onde residem verdadeiramente os seus defeitos, são as da minha geração, que cada vez mais observo a adoptarem comportamentos em que não me revejo. Tudo nelas é fashion, tudo fica bem. Se o vestido é curto demais? Não importa.
Se só sabem falar de unhas de gel? Não há problema. Importa sim o que os outros vêem com os olhos e não com o cérebro, importa hoje andar com este porque conduz um BMW e amanhã com aquele porque o Mercedes até é melhor. Andar de noite em noite, bebendo copos até cair, não importando se se tem ou não namorado, afinal é temporário como todos os outros, frequentar os restaurantes mais chiques, dar-se com aquela pessoa porque apareceu na revista xyz.
Não digo que sejam todas assim. Não. Mas vejo muitas da minha geração a tomarem este tipo de atitudes que me deixam estarrecida. Miúdas que nem sabem o que é comer porque só comem alfaces, não vão deixar de vestir o 36 para passar a vestir o 38, Deus as livre.
Miúdas que não sabem apreciar boa música, um bom filme, uma peça de teatro. Preferem antes apreciar uma casa de diversão nocturna.
Miúdas que criticam os outros só porque sim, que dizem que cinema é coisa de pobre, que ir a concertos é foleiro e tem muita gente, que eu sou snob e não gosto de sítios com muita gente.
Já me começam a irritar.
Se só sabem falar de unhas de gel? Não há problema. Importa sim o que os outros vêem com os olhos e não com o cérebro, importa hoje andar com este porque conduz um BMW e amanhã com aquele porque o Mercedes até é melhor. Andar de noite em noite, bebendo copos até cair, não importando se se tem ou não namorado, afinal é temporário como todos os outros, frequentar os restaurantes mais chiques, dar-se com aquela pessoa porque apareceu na revista xyz.
Não digo que sejam todas assim. Não. Mas vejo muitas da minha geração a tomarem este tipo de atitudes que me deixam estarrecida. Miúdas que nem sabem o que é comer porque só comem alfaces, não vão deixar de vestir o 36 para passar a vestir o 38, Deus as livre.
Miúdas que não sabem apreciar boa música, um bom filme, uma peça de teatro. Preferem antes apreciar uma casa de diversão nocturna.
Miúdas que criticam os outros só porque sim, que dizem que cinema é coisa de pobre, que ir a concertos é foleiro e tem muita gente, que eu sou snob e não gosto de sítios com muita gente.
Já me começam a irritar.
Há uma linha que separa a minha televisão das outras
Ontem, o técnico da Zon foi a minha casa instalar a "Íris by Zon fibra".
Tudo bem até aqui.
Tirando o facto de o senhor cheirar como se já estivesse morto há 2 meses. Mas o pior foi quando ele, com aquelas mãos todas sujas e unhas em estado deplorável, me disse que tinha de instalar a internet no meu computador. No meu computador branco! Ia desmaiando.
Mas felizmente não houve mortos nem feridos.
E ficou tudo a funcionar bem.
Tudo bem até aqui.
Tirando o facto de o senhor cheirar como se já estivesse morto há 2 meses. Mas o pior foi quando ele, com aquelas mãos todas sujas e unhas em estado deplorável, me disse que tinha de instalar a internet no meu computador. No meu computador branco! Ia desmaiando.
Mas felizmente não houve mortos nem feridos.
E ficou tudo a funcionar bem.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Música do dia- Everything You Need, Madison Avenue
Tão antiguinha... Lembra-me os tempos em que comecei a sair.
Fazia-se boa música house nestes tempos.
Ontem
Quase ia perdendo o telemóvel. Deixei-o acidentalmente numa loja.
A sorte é que a funcionária viu-o nos provadores e guardou-o. Eu, já em casa, lembrei-me que poderia lá estar, liguei para a loja, e confirmaram a existência do mesmo na loja.
Retiro deste pequeno episódio que estou a ficar cada vez mais distraída.
A sorte é que a funcionária viu-o nos provadores e guardou-o. Eu, já em casa, lembrei-me que poderia lá estar, liguei para a loja, e confirmaram a existência do mesmo na loja.
Retiro deste pequeno episódio que estou a ficar cada vez mais distraída.
A ignorância não é uma benção
E é este senhor que quer ser o futuro presidente do país mais poderoso do mundo.
Está certo.
É favor alguém abrir uma janela de um avião, para que o senhor possa saltar.
Grata.
Está certo.
É favor alguém abrir uma janela de um avião, para que o senhor possa saltar.
Grata.
Confesso
Que me dá um gozo especial passar por antigas coleguinhas de escola, as tais que dantes eram as maiores e muito mais giras que toda a restante plebe, e que fizeram da minha vida escolar um inferno, e verificar que hoje, estão umas sopeiras do pior, plus size, e já com 27 filhos debaixo dos braços.
A primeira molha deste Outono
Foi hoje. Lá ia eu, triunfante a sair de casa, com o cabelo impecavelmente arranjado, até que a chuva e o vento resolvem dar o ar de sua graça.
Apesar de ter vestido um sobretudo com capuz (o vento era de tal ordem que nenhum guarda-chuva aguentava), o meu cabelo parece saído de uma qualquer experiência cósmica.
Isto de andar de transportes públicos é muito giro mas tem estes inconvenientes.
Isso, e o facto de ter as calças ensopadas.
Apesar de ter vestido um sobretudo com capuz (o vento era de tal ordem que nenhum guarda-chuva aguentava), o meu cabelo parece saído de uma qualquer experiência cósmica.
Isto de andar de transportes públicos é muito giro mas tem estes inconvenientes.
Isso, e o facto de ter as calças ensopadas.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Música do dia- The Look Of Love, Diana Krall
Lembro-me como hoje do dia em que ouvi esta música pela primeira vez.
E continuo a gostar dela com a mesma intensidade com que gostava há 11 anos atrás.
O patinho feio
Conhecem a história do patinho feio? É uma das minhas favoritas.
Na verdade, desde muito nova até determinada idade, me senti como o patinho feio. Eu nasci na década de 80, tendo passado a minha infância nos anos 90, anos onde a moda ditava que loiras de olhos claros é que eram bonitas. Ora, eu morena de cabelo castanho não me enquadrava minimamente nesse perfil. Portanto, beleza (segundo os padrões da época), népia.
Sendo uma miúda proveniente de uma família turbulenta e de parcas posses, também não podia impressionar ninguém com os meus bens, ou convidar os meus amiguinhos de escola para um lanche. Menos um ponto a favor.
Como era extremamente reservada e pouco faladora, também não era criança de grandes conversas. Lembro-me de me preocupar com a Guerra do Golfo enquanto os meus coleguinhas se divertiam com coisas mais próprias da idade.
Todas estas características fizeram de mim, até final da adolescência, um zero à esquerda no que respeita à popularidade. Continuei muito reservada, e, como não era propriamente a miúda popular e gira, não tinha muitos amigos. Nunca tive. Portanto, basicamente, eu era uma nerd.
Tinha muito boas notas sem me esforçar minimamente, os meus testes percorriam a turma com o intuito de serem copiados. Mas nunca fui popular. Sempre fui aquela miúda calada e nerd de quem se copiavam os testes. E passado um tempo, deixei sinceramente de me importar. Como a escola onde eu andava era frequentada por autênticos selvagens, as meninas não podiam ir de vestido ou saias, pelo que eu envergava, todos os dias, um belíssimo de um fato de treino. Sim, eu era nerd a esse ponto.
No início do 9º ano mudei de escola e fui para aquela onde terminei o 12º ano. Por questões burocráticas, acabei por ir calhar a uma turma que, no 9º ano, possuía uma média de idades a rondar os 18, 19 anos. Como devem imaginar, eu era novamente a nerd e pouco popular da turma. Nesse ano quase não pus os pés nas aulas. Não suportava aquela turma e o modo como me tratavam, e decidia que tais personagens não mereciam ser brindadas com a minha presença. Como sempre tive muito jeito para a imitação, a justificação de faltas era uma mera brincadeira.
Sem saber como, terminei esse ano com óptimas notas, na linha dos anos anteriores.
No meu 10º ano fui para uma turma em que a população estava totalmente de acordo com os meninos e meninas da Casa dos Segredos, uns anos mais novos. De 30, passaram 6.
Até que eu, com 16 anos, descobria que até era magra (passei anos a considerar-me uma orca), tinha uma cara engraçada, e que a maquilhagem e a roupa faziam milagres. Passei a arranjar-me de forma totalmente diferente, e toda a gente reparou. Nesse Verão, conheci o amor da minha vida, que, felizmente, nunca me conheceu na minha "fase má", pelo que não existem memórias embaraçosas desses tempos.
Eu era aí uma rapariga que tinha adquirido alguma auto-estima. Os rapazes reparavam, finalmente, em mim.
Na faculdade, eu era uma das miúdas mais populares do meu ano. Tinha o meu grupo de amigos e foi, sem dúvida, o melhor momento académico de toda a minha vida.
Eu sou a prova viva do paradigma da miúda "patinho feio": como não era bonita, acabou por desenvolver outras capacidades como o sentido de humor, a cultura geral, etc., e, tendo-se transformado subitamente em "miúda gira", ficou com "o pacote completo".
Gosto de pensar assim. E gosto de pensar na necessidade de cultivarmos o nosso intelecto. Porque por mais giras que sejamos, tudo é efémero, sobretudo a beleza.
Na verdade, desde muito nova até determinada idade, me senti como o patinho feio. Eu nasci na década de 80, tendo passado a minha infância nos anos 90, anos onde a moda ditava que loiras de olhos claros é que eram bonitas. Ora, eu morena de cabelo castanho não me enquadrava minimamente nesse perfil. Portanto, beleza (segundo os padrões da época), népia.
Sendo uma miúda proveniente de uma família turbulenta e de parcas posses, também não podia impressionar ninguém com os meus bens, ou convidar os meus amiguinhos de escola para um lanche. Menos um ponto a favor.
Como era extremamente reservada e pouco faladora, também não era criança de grandes conversas. Lembro-me de me preocupar com a Guerra do Golfo enquanto os meus coleguinhas se divertiam com coisas mais próprias da idade.
Todas estas características fizeram de mim, até final da adolescência, um zero à esquerda no que respeita à popularidade. Continuei muito reservada, e, como não era propriamente a miúda popular e gira, não tinha muitos amigos. Nunca tive. Portanto, basicamente, eu era uma nerd.
Tinha muito boas notas sem me esforçar minimamente, os meus testes percorriam a turma com o intuito de serem copiados. Mas nunca fui popular. Sempre fui aquela miúda calada e nerd de quem se copiavam os testes. E passado um tempo, deixei sinceramente de me importar. Como a escola onde eu andava era frequentada por autênticos selvagens, as meninas não podiam ir de vestido ou saias, pelo que eu envergava, todos os dias, um belíssimo de um fato de treino. Sim, eu era nerd a esse ponto.
No início do 9º ano mudei de escola e fui para aquela onde terminei o 12º ano. Por questões burocráticas, acabei por ir calhar a uma turma que, no 9º ano, possuía uma média de idades a rondar os 18, 19 anos. Como devem imaginar, eu era novamente a nerd e pouco popular da turma. Nesse ano quase não pus os pés nas aulas. Não suportava aquela turma e o modo como me tratavam, e decidia que tais personagens não mereciam ser brindadas com a minha presença. Como sempre tive muito jeito para a imitação, a justificação de faltas era uma mera brincadeira.
Sem saber como, terminei esse ano com óptimas notas, na linha dos anos anteriores.
No meu 10º ano fui para uma turma em que a população estava totalmente de acordo com os meninos e meninas da Casa dos Segredos, uns anos mais novos. De 30, passaram 6.
Até que eu, com 16 anos, descobria que até era magra (passei anos a considerar-me uma orca), tinha uma cara engraçada, e que a maquilhagem e a roupa faziam milagres. Passei a arranjar-me de forma totalmente diferente, e toda a gente reparou. Nesse Verão, conheci o amor da minha vida, que, felizmente, nunca me conheceu na minha "fase má", pelo que não existem memórias embaraçosas desses tempos.
Eu era aí uma rapariga que tinha adquirido alguma auto-estima. Os rapazes reparavam, finalmente, em mim.
Na faculdade, eu era uma das miúdas mais populares do meu ano. Tinha o meu grupo de amigos e foi, sem dúvida, o melhor momento académico de toda a minha vida.
Eu sou a prova viva do paradigma da miúda "patinho feio": como não era bonita, acabou por desenvolver outras capacidades como o sentido de humor, a cultura geral, etc., e, tendo-se transformado subitamente em "miúda gira", ficou com "o pacote completo".
Gosto de pensar assim. E gosto de pensar na necessidade de cultivarmos o nosso intelecto. Porque por mais giras que sejamos, tudo é efémero, sobretudo a beleza.
Filmes que Bomboca teve vergonha de ver- Scary Movie
Apesar de só ter visto o primeiro e partes do segundo, consigo facilmente concluir que esta saga é das piores que já se fizeram no cinema.
Não tenho paciência para este tipo de "humor". Nem para as interpretações da Anna Farris, todas iguais.
O tal vestido que rasgou
Parece que o vestido de que tanta gente fala, usado por Sofia Vergara nos Emmy's, rasgou.
Pois é. Eu costumo defender que não se deve usar roupa muito apertada...
Aqui.
Pois é. Eu costumo defender que não se deve usar roupa muito apertada...
Aqui.
Este tempo confunde-me
Não sei se hei-de vestir casaco e manga curta ou casaco e manga comprida.
E ainda por cima é segunda-feira...
E ainda por cima é segunda-feira...
domingo, 23 de setembro de 2012
Música do dia- Lazing on a Sunday Afternoon, Queen
Que preguiça hoje...
Deixo-vos uma música que adoro, para compensar uma das piores partes da semana- as últimas horas do fim-de-semana.
Boa noite!
Terminator Salvation
Nunca fui fã dos filmes Terminator.
Mas gostei deste. Dentro do género, está muito bem feito e o desempenho dos actores é bastante bom.
Nota: 7/10
A loucura Islâmica não tem fim
A mais nova, é o facto do ministro paquistanês dos caminhos de ferro, oferecer 100.000 dólares a quem matar o realizador do tão polémico filme "A Inocência dos Muçulmanos".
Enquanto esta gente não perceber que o seu radicalismo só traz miséria e violência, continuaremos num mundo injusto, com guerras em nome de uma religião que torna os povos cegos e doentes dos olhos.
Enquanto esta gente não perceber que o seu radicalismo só traz miséria e violência, continuaremos num mundo injusto, com guerras em nome de uma religião que torna os povos cegos e doentes dos olhos.
Música do dia- Just A Gigolo, David Lee Roth
Deixo-vos uma música divertida e antiguinha para acabar o dia!
Isto hoje foi bonito foi...
Fomos ao Burger King e depois a uma festa de anos.
Bonito.
Estou aqui cheia que nem um hipopótamo.
Bonito.
Estou aqui cheia que nem um hipopótamo.
sábado, 22 de setembro de 2012
Memórias da infância de Bomboca- Dragon Ball
Não, esta minha rubrica não pretende ser uma espécie de cópia da já extinta Caderneta de Cromos. Não tenho 1/4 da inteligência e originalidade do Nuno Markl.
Pretendo apenas partilhar com vocês, blogosfera, onde muitos são da minha geração, memórias que associo a momentos inesquecíveis da minha infância, passada nos anos 90.
O Dragon Ball estreou em 1996. Desde o primeiro episódio que colei naquilo, visto que tinha, para mim, todos os ingredientes de sucesso: porrada e diálogos engraçados. Eu era muito Maria-rapaz, e enquanto as minhas coleguinhas suspiravam pelos Backstreet Boys, eu suspirava por Son Goku e companhia. Digamos que era uma miúda assim um bocado para o nerd, vá.
Os episódios davam de segunda a sexta feira na SIC, e era ver-me, nos dias em que tinha aulas de tarde, a correr a bom correr para casa, para conseguir ver o episódio todo. Conheço gente bem grandinha, já na altura com idade para ter juízo, que chegava a faltar a aulas da faculdade para ver os desenhos animados.
Foi um fenómeno que eu tive o prazer de acompanhar desde o primeiro até ao último episódio.
Lembro-me, ainda hoje, de quase todos os detalhes da série, por isso podem ver o quão nerd eu realmente era (e sou).
Deixo-vos as "pérolas da versão portuguesa do Dragon Ball"
Mulheres que poderiam ser Bombocas de tão lindas que são- Heidi Klum
A Heidi Klum é uma daquelas mulheres que desde sempre apreciei pela sua elegância, beleza e saber estar. Para além de ter um corpo fantástico, é muito bonita e muito inteligente.
Uma mulher que admiro em todos os sentidos.
Sonhos e pesadelos
Hoje sonhei que vivia numa casa muito grande, bonita e moderna, mas com muitos insectos rastejantes (coisa que eu abomino). Nós fugíamos deles a sete pés e matávamos alguns, mas eles pareciam ser cada vez mais. Até que uma fulana (que não conheço de lado nenhum), isolou o ADN desses bichos e transformou-se, ela própria, numa espécie de lagarto gigante, com poderes e força quase ilimitados, e aterrorizava o mundo. Não me lembro como, mas a população chegou a um método para matar essa fulana/bicho e saiu vencedora.
Na segunda parte do sonho, descobri que estava grávida.
Parece-me tudo muito coerente, sem dúvida.
Na segunda parte do sonho, descobri que estava grávida.
Parece-me tudo muito coerente, sem dúvida.
O prometido é devido: Música do dia- Phantom of the Opera, Gerard Butler e Emmy Rossum
Gostos não se discutem, mas que o rapaz canta, lá isso canta!
E a Emmy Rossum também tem uma excelente voz. Este filme está definitivamente na minha lista de favoritos, bem como toda a sua banda sonora.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
As vicissitudes do stress diário
Eu sou aquela pessoa que gosta de fazer as coisas com calma, com tempo.
Não é que seja particularmente lenta, que não sou, mas sou perfeccionista, o que faço, gosto de fazer bem e com cuidado, com tempo, sem grandes pressões.
Ora, esse gosto torna-se completamente impossível de conciliar com a realidade laboral dos dias de hoje. Efectivamente, no mundo actual do trabalho, tudo o que nos é pedido para fazer, tem de ser bem feito e estar pronto ontem, isto é, estar pronto 2 minutos após ter sido pedido. Não há tempo para a pessoa se concentrar um pouco mais, não há tempo, outras coisas esperam para ser feitas, as tarefas acumulam-se.
Agora, mais do que nunca, o trabalho que era feito por 3 passa a ser feito por 1.
Tudo isto conduz a um stress diário sem precedentes, um stress que a geração dos nossos pais e avós não conheceu, e nós estamos a senti-lo com toda a força que o excesso de oferta de trabalho provoca num mercado recessivo como o nosso.
A mentalidade do patronato passa muitas vezes por "se tu não queres/fazes, há muito quem faça". Este excesso de confiança dos patrões traduz-se muitas vezes num decréscimo de produtividade e motivação do trabalhador, que passa simplesmente a desempenhar tarefas, em vez de as sentir e tentar aperfeiçoar. E quem perde também são as empresas, que não percebem o excesso de rotatividade de pessoal, onde se torna difícil implementar políticas e criar um sentimento de pertença e identidade, de que inexoravelmente precisam. E não se criam rotinas destas do dia para a noite.
E o trabalhador vai para casa, muitas vezes tarde e a más horas, não tendo tempo para si e para os outros, para os seus hobbies e para simplesmente abrandar do que foi o rebuliço do dia. E assim se passam os dias, semanas, anos. Com férias pelo meio, cada vez mais curtas devido aos cortes que se avizinham.
O texto não representa necessariamente tudo o que vivencio, mas também o que me é passado por familiares e amigos, que denotam um aumento significativo do stress a que estão sujeitos.
Uma das coisas que me faz confusão, é muitas vezes não conseguir "desligar" ao chegar a casa, continuando acelerada.
Às vezes penso que gostaria de ter um emprego daqueles simples, onde não existe grande margem de progressão associada, mas também não existem grandes chatices, horas após horário de trabalho... Mas suponho que depois certas coisas não teriam tanta piada, não é?
Não é que seja particularmente lenta, que não sou, mas sou perfeccionista, o que faço, gosto de fazer bem e com cuidado, com tempo, sem grandes pressões.
Ora, esse gosto torna-se completamente impossível de conciliar com a realidade laboral dos dias de hoje. Efectivamente, no mundo actual do trabalho, tudo o que nos é pedido para fazer, tem de ser bem feito e estar pronto ontem, isto é, estar pronto 2 minutos após ter sido pedido. Não há tempo para a pessoa se concentrar um pouco mais, não há tempo, outras coisas esperam para ser feitas, as tarefas acumulam-se.
Agora, mais do que nunca, o trabalho que era feito por 3 passa a ser feito por 1.
Tudo isto conduz a um stress diário sem precedentes, um stress que a geração dos nossos pais e avós não conheceu, e nós estamos a senti-lo com toda a força que o excesso de oferta de trabalho provoca num mercado recessivo como o nosso.
A mentalidade do patronato passa muitas vezes por "se tu não queres/fazes, há muito quem faça". Este excesso de confiança dos patrões traduz-se muitas vezes num decréscimo de produtividade e motivação do trabalhador, que passa simplesmente a desempenhar tarefas, em vez de as sentir e tentar aperfeiçoar. E quem perde também são as empresas, que não percebem o excesso de rotatividade de pessoal, onde se torna difícil implementar políticas e criar um sentimento de pertença e identidade, de que inexoravelmente precisam. E não se criam rotinas destas do dia para a noite.
E o trabalhador vai para casa, muitas vezes tarde e a más horas, não tendo tempo para si e para os outros, para os seus hobbies e para simplesmente abrandar do que foi o rebuliço do dia. E assim se passam os dias, semanas, anos. Com férias pelo meio, cada vez mais curtas devido aos cortes que se avizinham.
O texto não representa necessariamente tudo o que vivencio, mas também o que me é passado por familiares e amigos, que denotam um aumento significativo do stress a que estão sujeitos.
Uma das coisas que me faz confusão, é muitas vezes não conseguir "desligar" ao chegar a casa, continuando acelerada.
Às vezes penso que gostaria de ter um emprego daqueles simples, onde não existe grande margem de progressão associada, mas também não existem grandes chatices, horas após horário de trabalho... Mas suponho que depois certas coisas não teriam tanta piada, não é?
Música do dia- Não sou o único, Xutos e Pontapés
Gosto muito desta música e dos Xutos e Pontapés. Identifico-me com muitas das músicas que tocam (as que são deles e as que não são, como é o caso desta, original dos Resistência). Sou diferente, estou habituada a isso.
Mas não sou a única a olhar o céu.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Dos velhos
O meu título pode, à partida, chocar muita gente, mas desde já esclareço. Para mim, há "velhos" e "idosos", sendo estes últimos, os nossos avós, aqueles idosos queridos e fofinhos.
Os velhos são aqueles que preenchem os seguintes requisitos:
- Olham de forma deplorável e babam-se quando passa uma rapariga. De tal forma que a mesma sente vergonha e repulsa (sim, é verídico, os velhos têm uma cena qualquer comigo, é impressionante, hei-de alongar-me sobre este tema...).
- Aproveitam-se das raparigas mais novas, sempre que possível (já me livrei de umas quantas apalpadelas, mas houve uma a que não consegui fugir a tempo. É triste).
- Não têm humildade suficiente para admitirem que já não estão em condições de conduzir, e conduzem por aí, mal, pondo em perigo os restantes automobilistas, fazendo coisas como andar em contra-mão em ruas estreitas (sim, aconteceu-me hoje, um susto!).
- Insistem em falar com a boca cheia, não se importando se cospem comida ou mesmo a dentadura.
- Bebem mais do que deveriam.
- Cospem, fazem as necessidades na rua, e deitam lixo para o chão.
- Não param de repetir que "o Salazar é que era bom!".
- São mal educados para com os mais novos, desvalorizando-os.
- Tratam mal os animais.
Não gosto destes velhos.
Hoje estou de sandálias
Gosto de me ver de sandálias com calças de fato.
Gosto, que posso fazer? Acho que fica elegante e formal ao mesmo tempo.
Vá-se lá perceber.
Gosto, que posso fazer? Acho que fica elegante e formal ao mesmo tempo.
Vá-se lá perceber.
Custa-me sair sem um bocadinho de ti
Custa-me sair sem me despedir de ti. Ou porque saio mais cedo do que que a hora a que normalmente acordas, ou porque, esporadicamente, sais tu mais cedo que eu, e acordo com a cama vazia e sem o conforto de te ter ao meu lado.
O dia nunca é igual.
O dia nunca é igual.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Música do dia- Think, Aretha Franklin
Uma voz maravilhosa e uma música potente para acabar o dia!
I'm an old soul.
Homens que poderiam ser Bombocos de tão lindos que são- Gerard Butler
Gerard Butler. Acho-o muito charmoso, bom actor e tem ali qualquer coisa de inexplicável. Tem pinta.
E canta muito muito bem (ora vejam e ouçam o Fantasma da Ópera).
Não gosto
De pessoas snobs. Aquele snobismo que faz as pessoas serem frias com as outras sem motivo nenhum, sem as conhecerem. Aquele snobismo que faz com que as pessoas se sintam superiores às outras, que as tentem rebaixar minimizando os seus gostos, posturas e formas de pensamento, que se distanciem das pessoas propositadamente, unindo-se aos seus pares (restantes snobs, entenda-se).
Não gosto de pessoas que não sabem dizer um "Bom dia", um "Olá, está tudo bem?", em virtude dessa posição de snobismo que defendem até às últimas consequências, passando por cima de tudo e de todos.
Não gosto de pessoas que não sabem dizer um "Bom dia", um "Olá, está tudo bem?", em virtude dessa posição de snobismo que defendem até às últimas consequências, passando por cima de tudo e de todos.
O extremismo Islâmico
Já muita tinta correu sobre as caricaturas do profeta Maomé, sobre o filme que tem deixado o mundo Islâmico (ainda mais) louco.
Desta vez, saíram mais caricaturas que obrigaram França a fechar embaixadas e escolas. Ora, como se tudo isto não fosse suficientemente mau, temos ainda de contar com os ataques a embaixadas dos EUA devido ao tal filme.
Sei que vou ser polémica e não me importo, porque sem opinião somos tão úteis como um insecto. Eu até aceito as diferenças culturais etc e tal. Mas sou incapaz de tolerar fanatismos religiosos. Não tolero de todo. Ninguém nunca me poderá convencer do contrário. Estes extremismos que levam ao terrorismo, ao atentado aos direitos das mulheres e à privação de valores tão fundamentais como a liberdade, fazem-me torcer afincadamente o nariz quando falo sobre religião.
Porque se bem nos lembramos da história, não é só de fanatismos Islâmicos que a história da religião é feita. Na igreja Católica existem e existiram diversos actos que também condeno, como a infame Inquisição ou, mais recentemente, a negação (ainda!) do preservativo (claro está que no Islão isso nem existe, mas pronto...), entre outros.
Eu percebo que a religião move mundos e fundos e toca no coração de muitas pessoas. Mas também percebo, eu, que sou leiga em termos religiosos, que livros com milhares de anos de existência possam estar um pouco desactualizados, e que um livro religioso nunca poderia (idealmente...), impedir a evolução do Homem e da sociedade.
Apesar de isso ser "o pão nosso de cada dia".
Desta vez, saíram mais caricaturas que obrigaram França a fechar embaixadas e escolas. Ora, como se tudo isto não fosse suficientemente mau, temos ainda de contar com os ataques a embaixadas dos EUA devido ao tal filme.
Sei que vou ser polémica e não me importo, porque sem opinião somos tão úteis como um insecto. Eu até aceito as diferenças culturais etc e tal. Mas sou incapaz de tolerar fanatismos religiosos. Não tolero de todo. Ninguém nunca me poderá convencer do contrário. Estes extremismos que levam ao terrorismo, ao atentado aos direitos das mulheres e à privação de valores tão fundamentais como a liberdade, fazem-me torcer afincadamente o nariz quando falo sobre religião.
Porque se bem nos lembramos da história, não é só de fanatismos Islâmicos que a história da religião é feita. Na igreja Católica existem e existiram diversos actos que também condeno, como a infame Inquisição ou, mais recentemente, a negação (ainda!) do preservativo (claro está que no Islão isso nem existe, mas pronto...), entre outros.
Eu percebo que a religião move mundos e fundos e toca no coração de muitas pessoas. Mas também percebo, eu, que sou leiga em termos religiosos, que livros com milhares de anos de existência possam estar um pouco desactualizados, e que um livro religioso nunca poderia (idealmente...), impedir a evolução do Homem e da sociedade.
Apesar de isso ser "o pão nosso de cada dia".
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Música do dia- Spectrum, Florence and The Machine
Andei o dia todo com esta música na cabeça. Gosto da sonoridade e da voz da Florence.
É diferente para bom.
Romantismos
Quando chego a casa, depois de um dia cansativo e trabalhoso, com dores de cabeça, dores nas pernas (porque afinal não caminho para nova...), e me recebes com um sorriso... O mundo pára e era capaz de aguentar a fio todos os dias assim, só para ver novamente esse sorriso.
Esse sorriso que me enche a alma e me enche o coração.
Esse sorriso que me enche a alma e me enche o coração.
Gosto
Do cavalheirismo. Não do exagerado, mas do que faz os homens abrirem a porta a uma senhora, puxar uma cadeira para ela se sentar, oferecer o seu casaco caso esta tenha frio, ajudar a carregar pesos, enfim.
Pequenos pormenores, que no final fazem a diferença.
Pequenos pormenores, que no final fazem a diferença.
Já agora, na Mixórdia de hoje
Uma ode a todos os caríssimos Revisores Oficiais de Contas!
O Ricardo não cometeu nenhuma imprecisão, incrível!
A mixórdia aqui.
O Ricardo não cometeu nenhuma imprecisão, incrível!
A mixórdia aqui.
A frase que me vai na cabeça
"Gaspar, tudo se arranja! Vê se a gorda quer uma canja!"
Do genial Ricardo Araújo Pereira, na sua rubrica diária "Mixórdia de Temáticas", do dia 17/09/2012.
Do genial Ricardo Araújo Pereira, na sua rubrica diária "Mixórdia de Temáticas", do dia 17/09/2012.
Candidatura ao mestrado
Entretanto, hoje foi o dia de me candidatar ao mestrado que gostaria de frequentar.
Como só há 15 vagas, estou um bocado receosa, porque há muitas candidaturas. Mas, 60€ e várias expectativas depois, espero que entre, caso contrário será algo penoso.
Desejem-me sorte!
Em breve espero poder postar aqui boas notícias. A ver vamos.
Como só há 15 vagas, estou um bocado receosa, porque há muitas candidaturas. Mas, 60€ e várias expectativas depois, espero que entre, caso contrário será algo penoso.
Desejem-me sorte!
Em breve espero poder postar aqui boas notícias. A ver vamos.
Mais um dia cansativo
Ainda não estou em casa. Hoje é dia de anos do sogro.
Que venham mais bons anos para ele!
Que venham mais bons anos para ele!
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Música do dia- Feel So Close, Calvin Harris
Há dias em que gosto de música House. Mas da boa, não daquela tipo "panados com pão, panados com pão...".
Gosto de músicas assim, com letra e ritmo. São alegres, fazem-me ficar bem disposta.
E agora, se me dão licença, vou ficar perto do meu Bomboco.
Já agora, uma questão acerca dos rapazes da "Casa dos Degredos"
Porque é que todos, com excepção do Hélio, julgam que são o último homem à face da terra, a oitava maravilha do mundo, o George Clooney português...?
A sério. Encherguem-se.
A sério. Encherguem-se.
Dos vestidos que mudam uma mulher
Gosto muito de vestidos. Não ando de vestido todos os dias, mas ando muitas vezes.
Amanhã vestirei um dos meus vestidos pretos básicos, e que assentam na perfeição, disfarçando defeitos e potenciando virtudes. Um vestido que assente, nem demasiado justo, nem demasiado largo, mas perfeito nos seus detalhes e de acordo com a pessoa que o veste e o momento em que o veste.
Sim, um bom vestido também se faz de momentos. Há os que foram desenhados para trabalhar, outros existem, que só poderão brilhar nos acontecimentos mais especiais.
Sinto-me mais eu num vestido do que num fato. Sinto-me mais genuína e mais confiante.
Todas as mulheres devem ter um conjunto de vestidos perfeitos, que assentem, que a façam sentir-se bem.
Ouvi dizer que faz maravilhas à alma.
Amanhã vestirei um dos meus vestidos pretos básicos, e que assentam na perfeição, disfarçando defeitos e potenciando virtudes. Um vestido que assente, nem demasiado justo, nem demasiado largo, mas perfeito nos seus detalhes e de acordo com a pessoa que o veste e o momento em que o veste.
Sim, um bom vestido também se faz de momentos. Há os que foram desenhados para trabalhar, outros existem, que só poderão brilhar nos acontecimentos mais especiais.
Sinto-me mais eu num vestido do que num fato. Sinto-me mais genuína e mais confiante.
Todas as mulheres devem ter um conjunto de vestidos perfeitos, que assentem, que a façam sentir-se bem.
Ouvi dizer que faz maravilhas à alma.
Sobre a "Casa dos Degredos"
Sempre chamei à "Casa dos Segredos", "Casa dos Degredos".
Ontem, pelo que ia vendo do programa, percebo que não poderia ter escolhido nome melhor.
Ontem, pelo que ia vendo do programa, percebo que não poderia ter escolhido nome melhor.
domingo, 16 de setembro de 2012
Música do dia- Summertime, Ella Fitzgerald and Louis Armstrong
Uma música fabulosa. sempre actual.
É o fim do Verão :)
Uma Bomboca na cozinha- Tarte de Morango
Para ser diferente, hoje decidi fazer uma tarte de morango. Está no frigorífico e vamos prova-la agora na sobremesa.
Espero que o seu sabor coincida com o seu aspecto!
A receita daqui.
Sou só eu que não suporto o Vítor Constâncio?
Mete-me nojo. É um hipócrita, incompetente e pau mandado das cunhas e interesses instalados.
Dos cheiros inesquecíveis
Eu sempre disse que queria ter uma casa onde se visse o mar. Por felicidade, a minha primeira casa foi um T1 na segunda linha de mar. Eu não via só o mar, como via a praia. Era mesmo um pequeno T1, sem garagem e sem arrumos, com 60m2 onde cabíamos nós os dois e depois mais tarde o gato.
Ao fim de quase dois anos, começámos a ficar apertados. Mudámo-nos. Para 2km acima do local dessa casa. Vejo ainda o mar, mas não mais a praia.
Mas ontem, ao passar perto do local onde vivi, percebo que nunca poderia ter nascido aqui e ter-me mudado para longe. É o cheiro. O inconfundível cheiro de mar, de praia, de peixe e de gente, que só este local tem.
Um cheiro inesquecível.
Ao fim de quase dois anos, começámos a ficar apertados. Mudámo-nos. Para 2km acima do local dessa casa. Vejo ainda o mar, mas não mais a praia.
Mas ontem, ao passar perto do local onde vivi, percebo que nunca poderia ter nascido aqui e ter-me mudado para longe. É o cheiro. O inconfundível cheiro de mar, de praia, de peixe e de gente, que só este local tem.
Um cheiro inesquecível.
sábado, 15 de setembro de 2012
Música do dia- E Depois do Adeus, interpretado por FF
Esta música será para sempre uma das minhas favoritas. A letra, a melodia, tudo é perfeito.
Esta música marcou um momento muito importante da nossa história, tendo sido o sinal para os acontecimentos do 25 de Abril de 1974. Hoje, esse sinal, essa simbologia, faz todo o sentido.
Hoje, o meu povo parece ter acordado em prol de um objectivo comum. Objectivo esse muito diferente do que era vivido em 1974, por isso coloco aqui a versão mais moderna deste hino de liberdade.
Para que nunca esqueçamos.
Gelados da Santini à venda no Porto
Depois da manifestação, Bomboca e Bomboco dirigiram-se a um supermercado da cadeia El Corte Inglés, com vista a comprar o El Dourado dos gelados: os gelados da Santini.
Pois que chegámos lá e uma caixa de 500ml custava a módica quantia de 11,90€. Leram bem. 11,90€.
Comprámos uma, apesar de termos lá ido com a ideia de comprar três. Ora, o que acontece, a meu ver, para nos depararmos com este preço, não tem apenas a ver com a qualidade dos gelados e a sua forma artesanal de produção, mas sobretudo com o facto de a referida cadeia deter o exclusivo da venda no norte do país, pelo que pode colocar a margem de lucro no valor que bem entender.
Um exagero.
Pois que chegámos lá e uma caixa de 500ml custava a módica quantia de 11,90€. Leram bem. 11,90€.
Comprámos uma, apesar de termos lá ido com a ideia de comprar três. Ora, o que acontece, a meu ver, para nos depararmos com este preço, não tem apenas a ver com a qualidade dos gelados e a sua forma artesanal de produção, mas sobretudo com o facto de a referida cadeia deter o exclusivo da venda no norte do país, pelo que pode colocar a margem de lucro no valor que bem entender.
Um exagero.
Sabemos que as férias acabaram verdadeiramente quando
Depois de uma semana de trabalho, nos levantamos às 9h para dar explicações.
Começou o novo ano lectivo.
Começou o novo ano lectivo.
Eu hoje estive lá
Com muito orgulho, caminhando ao lado dos meus. Os primeiros números apontam para cerca de 100 mil pessoas na manifestação. Como eu esperava, foi uma manifestação pacífica e educada.
Neste momento, vejo as notícias da manifestação em frente à Assembleia da República, e tais actos envergonham-me. Porque o espírito é pacífico, não somos nenhuns ignorantes (acredito eu). Os polícias não merecem ser agredidos, estão a fazer o seu trabalho e não estão a provocar ninguém. Até porque a classe policial não está muito melhor do que os restantes cidadãos.
Os protestos devem ser pacíficos. Quando usada a violência, perdemos a razão.
Guerra em país de paz
Não gosto de guerras no verdadeiro sentido da palavra. Acho as guerras estúpidas e sem fundamento, que começam sempre por maus motivos. No entanto, considero que vivemos actualmente em permanente guerra ideológica. E dessas gosto. É por essas guerras travadas que tivemos o 25 de Abril. Que temos liberdade de direitos e de opinião.
Por isso hoje vou lutar. Não com espadas ou armas, mas com o meu coração e as minhas ideias.
Convido-vos para fazer o mesmo.
Por isso hoje vou lutar. Não com espadas ou armas, mas com o meu coração e as minhas ideias.
Convido-vos para fazer o mesmo.
Mais um post chato, desta vez sobre desigualdade salarial em Portugal
Portugal é, a par da Lituânia, Letónia e Espanha, um dos países mais desiguais da UE.
Para medir a desigualdade, é utilizado o Índice de Gini, onde 100% significa desigualdade absoluta, e 0% significa igualdade absoluta. São inúmeros os inconvenientes de pertencermos a um país desigual. Entre eles, posso destacar a criminalidade, o parco funcionamento do sistema de justiça (que é causa e consequência desta desigualdade), a diferença no acesso a oportunidades, e, consequentemente, mais desigualdade gerada.
Em 2010, este Índice subiu em Portugal, quando se deveria observar o caminho inverso. Tal significa que a desigualdade aumentou de 2009 para 2010. Não são boas notícias. Suponho que vá aumentar ainda mais nestes anos. Entristece-me isto. Uma sociedade avançada, que evolui verdadeiramente, diminui as desigualdades entre os membros da sua população. E parece-me que em vez de caminharmos para o desenvolvimento, fazemos o caminho inverso. Atente-se na descida do salário mínimo proporcionado pelo aumento da TSU para os trabalhadores. Enfim.
Menos igualdade= mais crime= menos justiça social= menos emprego= mais encargos para o Estado= menos crescimento= menos desenvolvimento.
Fontes: daqui e daqui.
Para medir a desigualdade, é utilizado o Índice de Gini, onde 100% significa desigualdade absoluta, e 0% significa igualdade absoluta. São inúmeros os inconvenientes de pertencermos a um país desigual. Entre eles, posso destacar a criminalidade, o parco funcionamento do sistema de justiça (que é causa e consequência desta desigualdade), a diferença no acesso a oportunidades, e, consequentemente, mais desigualdade gerada.
Em 2010, este Índice subiu em Portugal, quando se deveria observar o caminho inverso. Tal significa que a desigualdade aumentou de 2009 para 2010. Não são boas notícias. Suponho que vá aumentar ainda mais nestes anos. Entristece-me isto. Uma sociedade avançada, que evolui verdadeiramente, diminui as desigualdades entre os membros da sua população. E parece-me que em vez de caminharmos para o desenvolvimento, fazemos o caminho inverso. Atente-se na descida do salário mínimo proporcionado pelo aumento da TSU para os trabalhadores. Enfim.
Menos igualdade= mais crime= menos justiça social= menos emprego= mais encargos para o Estado= menos crescimento= menos desenvolvimento.
Fontes: daqui e daqui.
Música do dia de ontem- Smells Like Teen Spirit, Nirvana
Ontem esqueci-me! Por isso cá vai uma grande música!
Espero que gostem.
Filmes que Bomboca teve vergonha de ver- Catwoman
Adoro a personagem da Catwoman. Acho que a Anne Hathaway do último Batman foi genial, mas este filme de 2004 é terrível. E eu até gosto muito da Halle. Não sei o que lhe passou na cabeça (ou na carteira...) para fazer este filme.
Nota do imdb: 3.2
Nota Bomboca: 3
Tenho de aprender a poupar
Eu, que sou pessoa que gosta de contribuir para a economia através do mecanismo keynesiano do consumo, assumo aqui publicamente que tenho de começar a poupar.
Não apenas pela questão da austeridade que aí vem, não apenas pela caixa da poupança- casamento, mas também porque reconheço que preciso de ter uma "almofada" para o que der e vier. Vou gastar o pouco que tenho se sempre for para o mestrado, mas terei de aprender a poupar mais.
Acho que vou aproveitar a ideia da mesada da S*.
Digam-me, que técnicas utilizam para poupar quando quase todo o vosso salário vai para contas e despesas, e não conseguem fugir dos almoços fora, da gasolina, das portagens, da Zara e da H&M?
A sério, ideias brilhantes precisam-se!
Não apenas pela questão da austeridade que aí vem, não apenas pela caixa da poupança- casamento, mas também porque reconheço que preciso de ter uma "almofada" para o que der e vier. Vou gastar o pouco que tenho se sempre for para o mestrado, mas terei de aprender a poupar mais.
Acho que vou aproveitar a ideia da mesada da S*.
Digam-me, que técnicas utilizam para poupar quando quase todo o vosso salário vai para contas e despesas, e não conseguem fugir dos almoços fora, da gasolina, das portagens, da Zara e da H&M?
A sério, ideias brilhantes precisam-se!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Gosto muito
Do Continente. Eu sei que é estúpido, afinal é só uma cadeia de supermercados, mas gosto muito, por diversas razões.
Entre as quais destaca-se o facto de ter sempre todos os produtos e marcas para todas as carteiras e gostos. Produtos não testados em animais, como aqui falei, shampoos de cabeleireiro, excelente qualidade nas carnes, peixes, legumes e frutas. Depois, porque sei, de variadas fontes, que não é o hipermercado que pior paga no mercado. Adicionalmente, contribui para várias associações de solidariedade, incluindo associações de animais abandonados. As funcionárias são, em geral, muito simpáticas.
Por todas estas razões, gosto muito.
Entre as quais destaca-se o facto de ter sempre todos os produtos e marcas para todas as carteiras e gostos. Produtos não testados em animais, como aqui falei, shampoos de cabeleireiro, excelente qualidade nas carnes, peixes, legumes e frutas. Depois, porque sei, de variadas fontes, que não é o hipermercado que pior paga no mercado. Adicionalmente, contribui para várias associações de solidariedade, incluindo associações de animais abandonados. As funcionárias são, em geral, muito simpáticas.
Por todas estas razões, gosto muito.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Uma das maiores vergonhas da minha vida
Há uns tempos (em que estava mais gordinha, diga-se), uma senhora que trabalhava num estabelecimento comercial pediu aos outros clientes que me deixassem passar, visto que estava grávida. Não estava. E sinceramente não acredito que parecesse grávida. Acho que foi uma mistura de cegueira, com falta de saber estar, visto que a senhora gritou (sim, literalmente gritou), aos 7 ventos que eu estava grávida. Fiquei fula e envergonhada ao mesmo tempo. Mas tendo em conta que eu, à beira da tal senhora parecia anorética, sugeri-lhe então que fosse para casa, visto que com uma gravidez de 9 meses, já não deveria estar a trabalhar.
Os clientes riram-se e a coisa ficou ali. A senhora, se tivesse um buraco, escondia-se.
O que me incomodou verdadeiramente não foi ela ter-me chamado gorda. Foi sim a falta de modos com que o fez.
Os clientes riram-se e a coisa ficou ali. A senhora, se tivesse um buraco, escondia-se.
O que me incomodou verdadeiramente não foi ela ter-me chamado gorda. Foi sim a falta de modos com que o fez.
O retrato de uma população envelhecida
Segundo este artigo, em 2030, 49% dos portugueses terão mais de 50 anos. E prevê-se que a população vá mesmo diminuir. Se este retrato é alarmista? Não, diria antes realista.
O artigo afirma que, em virtude das mudanças demográficas a que assistimos, urge repensar a sociedade, a forma como a mesma se encontra organizada.
Já escrevi neste blog que existem todos os incentivos e mais alguns para não ter filhos, seja o estado do país, as políticas contraditórias relativas à natalidade, o mercado de trabalho saturado e exigente, etc. A própria definição de família está a mudar.
A meu ver, para além de repensar o modo como nos organizamos em sociedade, é importante estimular a natalidade, a integração dos imigrantes na sociedade portuguesa. A pirâmide etária ameaça inverter-se completamente, o que, suspeito, seja mais prejudicial do que benéfico.
O artigo afirma que, em virtude das mudanças demográficas a que assistimos, urge repensar a sociedade, a forma como a mesma se encontra organizada.
Já escrevi neste blog que existem todos os incentivos e mais alguns para não ter filhos, seja o estado do país, as políticas contraditórias relativas à natalidade, o mercado de trabalho saturado e exigente, etc. A própria definição de família está a mudar.
A meu ver, para além de repensar o modo como nos organizamos em sociedade, é importante estimular a natalidade, a integração dos imigrantes na sociedade portuguesa. A pirâmide etária ameaça inverter-se completamente, o que, suspeito, seja mais prejudicial do que benéfico.
Ainda sobre o aumento da TSU para os particulares
Se até a Troika que é a Troika está contra esta medida, não sei quem poderá estar de acordo.
Para além do Gasparzinho e do Coelhinho, claro.
Para além do Gasparzinho e do Coelhinho, claro.
E que tal mudar de mestrado?
Estou a pensar seriamente em mudar de mestrado. Em deixar o meu pendurado à espera de melhores dias e escolher outro. Eu explico: quando entrei no meu mestrado actual, tinha um horário maravilhoso, que só as instituições bancárias e demais serviços públicos podem proporcionar, e portanto, tinha tempo e paciência, e podia, naquele momento, escolher fazer um mestrado por puro gosto. Entretanto, com a entrada numa empresa diferente, com horários diferentes, e com a obrigatoriedade de assistir às aulas, adicionando os horários da faculdade que de "pós laboral" têm muito pouco, no ano passado não frequentei o curso.
Mas o bichinho de estudar está cá. E como o meu mestrado, na prática, neste país não serve para nada a não ser leccionar e investigação, estou a pensar em candidatar-me a um mestrado que é exactamente a minha área de trabalho.
O que dizem?
Tenho de esperar que saiam primeiro os horários do dito, claro está.
Mas o bichinho de estudar está cá. E como o meu mestrado, na prática, neste país não serve para nada a não ser leccionar e investigação, estou a pensar em candidatar-me a um mestrado que é exactamente a minha área de trabalho.
O que dizem?
Tenho de esperar que saiam primeiro os horários do dito, claro está.
Lamentável
Receber por email as ofertas de trabalho dos vários sites de emprego, e constatar que as ofertas para estágios não remunerados quase superam as ofertas de emprego propriamente dito.
Música do dia- Last Kiss, Pearl Jam
Triste. Mas linda. Era novinha quando percebi o verdadeiro significado desta letra. E desde aí, nunca mais deixei de ficar com lágrimas nos olhos sempre que a ouço.
Eu sei, sou um caso perdido.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Raparigas que eram lindas e que se estragaram
Misha Barton. Não consigo perceber como é que uma rapariga linda se estragou tanto. Quem se lembra dela na série OC? Eu lembro-me. E nem parece a mesma pessoa.
Lindsay Lohan. Já falei neste blog sobre ela. Pena mesmo.
Britney Spears. Quem não se lembra dela nos seus momentos bons? Tão gira que ela era.
Pamela Anderson. Pouco há a dizer sobre ela também.
Havia mais. Muitas mais. Mas para já são basicamente estas.
Fiquei agora a saber
Que existe um mestrado em Psicologia positiva.
Tipo... A sério? Tiram esses cursos e depois querem que vos leve a sério?
Desculpem, mas não estou a ver como.
Tipo... A sério? Tiram esses cursos e depois querem que vos leve a sério?
Desculpem, mas não estou a ver como.
É preciso ter paciência!
Para algumas pessoas. Nomeadamente para aquelas em que, depois de explicarmos mais de 5 vezes algo bastante fácil, as coisas continuam a vir com erros.
Sobre o menino que está a fazer greve de fome até encontrar um emprego
Eu sei o que é o desespero por não se ter emprego, e ter contas para pagar (ao contrário do menino em questão, quando estive desempregada já não vivia com os meus pais, mas sim em casa arrendada). Por isso sim, a sério que sei. E como já estive nessa situação, sei que tudo o que não se pode fazer é baixar os braços. Entendo que seja "mais fácil" tomar a decisão de fazer greve de fome, do que ir limpar escadas, ou trabalhar numa caixa de supermercado. Sei o quanto é difícil, após termos estado anos a estudar, e após trabalharmos na área, ter de se trabalhar num shopping por turnos a ganhar o ordenado mínimo. Felizmente, tal só aconteceu durante um mês. Porque fui à luta, porque nunca desisti.
E eu sinceramente acho que o que ele está a fazer é desistir.
Muitos licenciados se vêem nessa situação e vão à luta, trabalhando em áreas muito distintas das áreas de formação. E não lhes caem os parentes na lama por isso.
Este menino acha que é melhor do que os outros?
Eu acho que não.
E eu sinceramente acho que o que ele está a fazer é desistir.
Muitos licenciados se vêem nessa situação e vão à luta, trabalhando em áreas muito distintas das áreas de formação. E não lhes caem os parentes na lama por isso.
Este menino acha que é melhor do que os outros?
Eu acho que não.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Música do dia- Fix You, Coldplay
Creio que todos nós, em determinado momento das nossas vidas, sentimos tudo o que é descrito nesta música.
Hoje, esta música faz todo o sentido. Hoje, por um mundo melhor amanhã.
O regresso ao trabalho é uma coisa chata
Amanhã é dia de regresso ao trabalho. Não vou mentir nem ser hipócrita, que não faz o meu estilo.
Se pudesse, se fosse rica mas daquelas pessoas tão ricas que não têm de trabalhar, não trabalhava. Estudava, fazia investigação, tirava um doutoramento. Podia dar aulas, mas por gosto. Sempre fui uma pessoa académica, que gostava de estudar, não por obrigação mas por procura de conhecimento.
E regressar, na depressão em que o país se encontra, é particularmente doloroso. Lidar com clientes, com as questões que têm, com a desesperança no futuro, com o receio de despedimentos. Não é fácil. Mas tem de ser.
E por agora basta-me agradecer ter emprego, num país onde infelizmente muita gente não o tem.
Se pudesse, se fosse rica mas daquelas pessoas tão ricas que não têm de trabalhar, não trabalhava. Estudava, fazia investigação, tirava um doutoramento. Podia dar aulas, mas por gosto. Sempre fui uma pessoa académica, que gostava de estudar, não por obrigação mas por procura de conhecimento.
E regressar, na depressão em que o país se encontra, é particularmente doloroso. Lidar com clientes, com as questões que têm, com a desesperança no futuro, com o receio de despedimentos. Não é fácil. Mas tem de ser.
E por agora basta-me agradecer ter emprego, num país onde infelizmente muita gente não o tem.
Ainda sobre o creme anti- envelhecimento e os cosméticos em geral
Uma das coisas que procuro fazer quando compro cosméticos (e acreditem, eu adoro cosméticos! Sou viciada mesmo), é verificar se os mesmos foram ou não testados em animais.
Ontem não foi excepção. Lá estava na caixa a indicação de que o produto não tinha sido testado em animais. O creme não cheira muito bem, é uma verdade. Mas não sendo testado em animais e fazendo o seu trabalho, por mim está tudo bem.
Sei que é um tema polémico, mas não tenho medo de dar a minha opinião. Eu não compro, de forma consciente, qualquer produto de marcas que efectuem testes em animais. Sou absolutamente contra. Por diversos motivos, quer os relacionados com o avanço da tecnologia actual, que permite a segurança dos testes sem que tenham de ser utilizadas cobaias vivas, quer o ridículo dos testes em animais de produtos supérfulos. Acreditem, como já disse, eu adoro cosméticos e acho sinceramente que pouca gente tem por eles maior fascínio do que eu. Mas se fosse impossível a existência de cosméticos sem os testes em animais, preferia andar a parecer um zombie. Mas não é necessário. Podemos ter acesso a todos os tipos de produtos sem desrespeitar os seres vivos.
Não vou colocar aqui qualquer imagem sobre resultados de animais que foram sujeitos a testes. São demasiado chocantes, revolto-me, começo a chorar, enfim.
Mas deixo-vos um site onde podemos ver que marcas testam ou não os seus produtos em animais.
Não tenho pretensões de mudar parâmetros de consumo, longe disso. Mas acredito que uma sociedade mais informada, é, sem dúvida, uma sociedade melhor.
http://www.peta.org/living/beauty-and-personal-care/companies/default.aspx
Ontem não foi excepção. Lá estava na caixa a indicação de que o produto não tinha sido testado em animais. O creme não cheira muito bem, é uma verdade. Mas não sendo testado em animais e fazendo o seu trabalho, por mim está tudo bem.
Sei que é um tema polémico, mas não tenho medo de dar a minha opinião. Eu não compro, de forma consciente, qualquer produto de marcas que efectuem testes em animais. Sou absolutamente contra. Por diversos motivos, quer os relacionados com o avanço da tecnologia actual, que permite a segurança dos testes sem que tenham de ser utilizadas cobaias vivas, quer o ridículo dos testes em animais de produtos supérfulos. Acreditem, como já disse, eu adoro cosméticos e acho sinceramente que pouca gente tem por eles maior fascínio do que eu. Mas se fosse impossível a existência de cosméticos sem os testes em animais, preferia andar a parecer um zombie. Mas não é necessário. Podemos ter acesso a todos os tipos de produtos sem desrespeitar os seres vivos.
Não vou colocar aqui qualquer imagem sobre resultados de animais que foram sujeitos a testes. São demasiado chocantes, revolto-me, começo a chorar, enfim.
Mas deixo-vos um site onde podemos ver que marcas testam ou não os seus produtos em animais.
Não tenho pretensões de mudar parâmetros de consumo, longe disso. Mas acredito que uma sociedade mais informada, é, sem dúvida, uma sociedade melhor.
http://www.peta.org/living/beauty-and-personal-care/companies/default.aspx
Das pequenas coisas chatas do dia a dia
Tendo em conta o post anterior, este é uma diarreia mental.
Basicamente volto a falar do que melhor sei, ou seja, nada em concreto. Pois que hoje, quando me preparava para sair de casa, ao vestir uma t-shirt que recentemente comprei, reparo que ela tem um buraco. Mas um grande buraco. Para além de ir directa para a secção "roupa de limpar a casa", ainda não cheguei à conclusão do que poderá ter sido a causa do tal buraco, visto que quando a comprei encontrava-se em perfeitas condições.
Fui à Blanco. Comprei dois pares de brincos, mas queria ter comprado um vestido. Não comprei, porque apesar de ter experimentado vestidos de tamanho XL, os mesmos não me passavam dos ombros. E sim, é verídico que sou assim um bocado para o "lontra", mas ainda não cheguei ao estado "bisonte". Pergunto-me quem caberá naquilo.
Fui à Sacoor. Dos fatos a 99€, apenas havia tamanhos 34. Sim, aqueles tamanhos que, na Sacoor, correspondem ao 6-9 meses numa Zippy.
Fui à Zara. Queria um kispo que já postei aqui no blog mas não o encontrei. Comprei a camisola igual à que tinha comprado e que tem um buraco. Esta, para já, não aparenta ostentar qualquer orifício.
Fui à Cortefiel. As funcionárias eram chatas e conversavam sobre receitas. Queria um vestido que lá vi, mas custava a módica quantia de 90€. O que vale é que não tinha o meu tamanho.
A H&M nunca me desilude. Comprei cuecas e um blush, mas por mim tinha saído de lá com metade da loja.
E pronto, eu avisei que o post era parvo, por isso não se queixem.
Basicamente volto a falar do que melhor sei, ou seja, nada em concreto. Pois que hoje, quando me preparava para sair de casa, ao vestir uma t-shirt que recentemente comprei, reparo que ela tem um buraco. Mas um grande buraco. Para além de ir directa para a secção "roupa de limpar a casa", ainda não cheguei à conclusão do que poderá ter sido a causa do tal buraco, visto que quando a comprei encontrava-se em perfeitas condições.
Fui à Blanco. Comprei dois pares de brincos, mas queria ter comprado um vestido. Não comprei, porque apesar de ter experimentado vestidos de tamanho XL, os mesmos não me passavam dos ombros. E sim, é verídico que sou assim um bocado para o "lontra", mas ainda não cheguei ao estado "bisonte". Pergunto-me quem caberá naquilo.
Fui à Sacoor. Dos fatos a 99€, apenas havia tamanhos 34. Sim, aqueles tamanhos que, na Sacoor, correspondem ao 6-9 meses numa Zippy.
Fui à Zara. Queria um kispo que já postei aqui no blog mas não o encontrei. Comprei a camisola igual à que tinha comprado e que tem um buraco. Esta, para já, não aparenta ostentar qualquer orifício.
Fui à Cortefiel. As funcionárias eram chatas e conversavam sobre receitas. Queria um vestido que lá vi, mas custava a módica quantia de 90€. O que vale é que não tinha o meu tamanho.
A H&M nunca me desilude. Comprei cuecas e um blush, mas por mim tinha saído de lá com metade da loja.
E pronto, eu avisei que o post era parvo, por isso não se queixem.
11.09.2001
Se hoje recuarmos 11 anos nas nossas vidas, tenho a certeza de que todos se lembram do que estavam a fazer neste dia. Eu lembro-me. Estava toda contente pois as aulas não tinham ainda começado, e ia aproveitar para ir ao cinema com amigas. Levantei-me tarde. Recebo uma chamada de um colega que me diz que há aviões a ir contra prédios em NY. Não ligo. Digo que provavelmente está a ver as "imagens reais".
Chego ao shopping. Nas wortens e rádios populares as pessoas colam em frente às televisões, tentando perceber o que se passava. Acidente aéreo, diziam os cabeçalhos. Fiquei consternada, mas andei da perna que o filme ia começar.
Quando saio do cinema, percebo que algo se tinha mesmo passado. Volto às televisões. Pessoas choram no shopping, chocadas, vejo as imagens e choro também. Vou até casa a chorar. A minha avó e a minha tia estão coladas à televisão, a chorar.
Se nós ficámos como ficámos, não consigo sequer imaginar a dor de quem perdeu alguém nestes atentados.
O mundo mudava à frente dos nossos olhos. Para pior.
Hoje, 11 anos passados, o mundo não está muito melhor. Existem guerras, mortes inúteis e muita injustiça. O que se passou a 11.09.2001 foi um acto de terrorismo, que serviu apenas para roubar vidas, e roubar a inocência dos que cá ficaram.
Chego ao shopping. Nas wortens e rádios populares as pessoas colam em frente às televisões, tentando perceber o que se passava. Acidente aéreo, diziam os cabeçalhos. Fiquei consternada, mas andei da perna que o filme ia começar.
Quando saio do cinema, percebo que algo se tinha mesmo passado. Volto às televisões. Pessoas choram no shopping, chocadas, vejo as imagens e choro também. Vou até casa a chorar. A minha avó e a minha tia estão coladas à televisão, a chorar.
Se nós ficámos como ficámos, não consigo sequer imaginar a dor de quem perdeu alguém nestes atentados.
O mundo mudava à frente dos nossos olhos. Para pior.
Hoje, 11 anos passados, o mundo não está muito melhor. Existem guerras, mortes inúteis e muita injustiça. O que se passou a 11.09.2001 foi um acto de terrorismo, que serviu apenas para roubar vidas, e roubar a inocência dos que cá ficaram.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Música do dia- The Great Gig in the Sky, Pink Floyd
Música extraordinária de uma das melhores bandas de sempre. Não tenho mesmo palavras para descrever o que sinto quando ouço esta maravilha.
Fechem os olhos e apreciem ;)
A idade é uma coisa lixada, é o que é
Bem sei que ainda sou nova, ando na casa dos vintes. Mas o que eu sei é que estes últimos anos têm passado a correr. E ontem, ao ver fotos das férias deste ano e das férias de 2010, apesar de separadas por dois anos, noto uma diferença ENORME. Estou visivelmente mais velha. Apesar de achar que até estou mais bonita agora, a diferença na cara é notória. Em 2010 ainda parecia uma menina. Agora nota-se que sou uma mulher.
E isso é assustador. Não menos assustador foi o facto de hoje, nas compras periódicas do hipermercado, ter trazido um creme de rosto anti-envelhecimento.
Há que tomar medidas senhores, é o que vos digo.
E isso é assustador. Não menos assustador foi o facto de hoje, nas compras periódicas do hipermercado, ter trazido um creme de rosto anti-envelhecimento.
Há que tomar medidas senhores, é o que vos digo.
Sobre as pesquisas que levaram a este blog
Para além das Ritas Pereira, Luces e afins, houve um jovem que chegou ao meu blog através da seguinte pesquisa:
- A japonesa mais gostosa do mundo
Lamento. Não temos cá disso.
- A japonesa mais gostosa do mundo
Lamento. Não temos cá disso.
Mulheres que poderiam ser Bombocas de tão lindas que são- Nicole Scherzinger
Esta mulher é um autêntico hino à beleza feminina. Tem tudo no "sítio", tem curvas e é sensual. A sua beleza exótica chama a atenção, porém, não é uma pessoa que seja dada a escândalos e preza por ser discreta na sua vida privada. Não aprecio por aí além as músicas que faz, mas é impossível ficar-lhe indiferente.
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